Spoiler: Atenção, contém SPOILER de HBP. Não leia se você não quer saber o que se passa no sexto livro.

Disclaimer: Nunca mais jogo pôquer na minha vida. Já eram todos meus. Mas aí a JK ofereceu um tudo ou nada: o bicho-papão e o patrono do Snape contra todos os personagens. Eu topei. Mas como eu ia adivinhar que ela iria transfigurar as cartas? Buááááá. Perdi tudo e o universo Harry Potter ainda é da loira. Mas ela não sabe que eu peguei todos emprestados para brincar. Como estou só brincando, não terei fins lucrativos e nem vou ganhar nada. A não ser o prazer de me divertir. Ah, a música também não é minha.

Nota da autora: Por favor, façam uma autora feliz e deixem reviews. Nem que seja para dizer que a história é uma catástrofe.

X. No covil

Entusiasmados com o sucesso de Harry em identificar o local exato onde Lord Voldemort estava se escondendo, os integrantes da Ordem da Fênix decidiram marcar logo a data para o confronto final. Eles chegaram a conclusão que o melhor seria lutar em uma noite de lua cheia, e marcaram para o próximo plenilúnio. Além de a claridade estar maior, o ápice da lua cheia deixava os feitiços dos bruxinhos e dos aurores ainda mais potentes. Qualquer vantagem era bem vinda naquele momento.

Na noite combinada, na sede da Ordem, Lupin se aproxima de Harry e juntos, os dois desaparatam. Ron faz o mesmo com Tonks, enquanto Hermione desaparata sozinha de Grimmauld Place. Aos poucos, eles aparatam nos jardins da mansão desconhecida, onde Voldemort estava escondido, saboreando ainda a morte de seu principal rival e mentor de Harry Potter: Alvo Dumbledore.

Concentrados, Harry, Ron, Lupin e Tonks se assustaram ao ouvir um estranho barulho próximo ao lugar onde eles estavam, mas logo se acalmaram ao ver Hermione aparatando nas imediações da árvore embaixo de onde eles se ocultavam. "Bom, Mione deve ter pisado em um galho seco ou numa raiz, por isso esse 'crack' estranho", pensou Potter.

– Vamos, está na hora, disse o menino-que-sobreviveu.

Usando seus dons de ofidiglota, Harry tenta começar a se comunicar com Nagini.

- Nagini, seu Mestre lhe chama, venha ao jardim...

O grupo espera um pouco, mas nada acontece.

- Vamos, minha querida serpente. Não percebe que eu preciso de você agora, insiste.

Mas ainda assim, Harry não consegue fazer contato. Ele não consegue se ligar à mente de Nagini e descobre que somente pode se ligar à serpente através de Voldemort. Eles não haviam pensado nessa possibilidade.

Enquanto os bruxos tentavam um plano alternativo, no interior da mansão, Lord Voldemort percebera a tentativa de invasão mental, mas não conseguiu identificar quem era o invasor. Mas percebeu que, fosse quem fosse, o invasor desejava a presença de Nagini no jardim. "Bom", pensou o Lord das Trevas, "se é isso que eles querem, que tenham".

Voldemort ordena que Nagini ataque os invasores que estão no jardim, ao mesmo tempo em que convoca os comensais que sabe estarem mais próximos: Avery, Crabbe e Antonin Dolohov. Lentamente, a serpente vai se desenrolando do tapete em frente a lareira onde se aquecia e de onde sempre espera as ordens de seu mestre.

Nagini segue em movimentos ondeantes na direção do jardim. Lá chegando, move-se lentamente na direção da árvore onde os aurores, além de Harry, Ron e Hermione aguardam, escondidos, em expectativa. A serpente era bem maior do que os bruxos estimaram, e ondulava, com a grande cabeça erguida.

Ron, nervoso, estava tendo problemas em manter o animal na mira da arma de ar comprimido. A expedição estava preste a dar errado, pois enquanto esperavam por uma Nagini confiante e submissa, agora encontravam diante de si um animal enraivecido e alerta, pronto para um ataque. O saco mágico onde Nagini seria levada a entrar por Harry Potter jazia abandonado ao chão. A única esperança era a de que Ron conseguisse acertar um disparo, mas o ruivo não estava conseguindo se concentrar e nem manter a calma. Os silvos da cobra e os movimentos de ataque se tornam ainda mais violentos, enquanto ela se aproxima, cada vez mais ameaçadora.

De repente, uma fina névoa prateada cobre a parte superior do corpo de Nagini e a serpente fica paralisada. Ron consegue se concentrar e disparar o rifle com o dardo cheio da Poção do Sono Eterno. Preocupados em matar a serpente, os bruxos e os dois aurores não chegaram a ouvir o feitiço sussurrado: Congellius.

Instantes depois de ser atingida, Nagini tomba ao solo e rapidamente morre. Tonks e Lupin lançam sobre ela seus patronos e uma nuvem escura sai do corpo da fenomenal serpente. O sexto horcrux estava destruído. Mas ninguém tem muito tempo para comemorar. Respondendo ao chamado de Voldemort, Avery e Crabbe aparatam no jardim e, ao verem o grupo, já sacam as varinhas e partem para o ataque:

- Crucio, diz Avery

- Expelliarmus, tenta Crabbe.

Lupin e Tonks pulam na frente dos três amigos e começam a defendê-los dos ataques. O duelo fica equilibrado até que Dolohov também aparata no local, atendendo ao chamado do Lord das Trevas. Ele percebe a cena e também parte para o ataque. Mirando Harry, ele tenta desarmá-lo, mas o bruxo consegue ser mais rápido.

- Protego, diz o bruxo, e a azaração desvia no escudo que Potter conjura.

- Harry, Mione, deixem isso comigo, com o Lupin e a Tonks. Corram para a mansão, diz Ron Weasley, com a varinha em punho, já entrando no duelo.

Vendo que Ron tem razão e sem poderem perder muito tempo, Harry e Hermione correm para a casa, aproveitando que a porta principal estava entreaberta graças a Nagini. No entanto, nesse meio tempo Voldemort conseguiu convocar mais comensais e os dois quase são surpreendidos pelos irmãos Rodolphus e Rabastan Lestrange, que tentam desarmar os dois assim que eles entram na sala.

- Expelliarmus!

- Protego!

- Estupefaça!

- Petrificus Totalis!.

A seqüência de feitiços e azarações ecoa pela sala e os raios coloridos que saem das varinhas se entrecruzam no ar.

- Crucius!

- Protego!

- Difindo!

Rodolphus é ferido pelo feitiço disparado por Harry e cai no chão. Distraído pela queda do irmão, Rabastan acaba se tornando um alvo fácil para Hermione. Arfando, os dois jovens conjuram cordas mágicas e deixam os dois comensais fortemente amarrados, antes de prosseguir na busca ao Lord das Trevas que, curiosamente, ainda não aparecera para os dois.

- Acho que teremos que ir até onde ele está. Mas onde será isso, diz Hermione.

Procurando se orientar no salão de entrada, Harry tenta se ligar à mente de Voldemort.

- Mione, ele está na biblioteca. Mas tem alguma coisa estranha, diz Harry.

- Estranha, como, responde a jovem.

- Eu tenho certeza disso, de onde ele está, mas sinto como se alguém tivesse me passado essa informação mentalmente, explica o bruxo.

- Harry, pode ser uma armadilha, mas a essa altura, não há muito mais que a gente possa fazer do que ir até a biblioteca encontrar Voldemort. Afinal, foi para isso que a gente se preparou e para isso estamos aqui, retruca Hermione.

- Você tem razão, vamos!

Os dois dão-se as mãos e seguem por um comprido corredor. Instintivamente, como se guiado por uma força externa, Harry sabia exatamente aonde ir. Parado na frente de uma porta maciça de madeira negra, ele olha para Hermione e com uma expressão séria na face, afirma:

- Mione, nesses anos todos, você sempre esteve do meu lado. Sempre foi a mais inteligente de nós todos e sempre encontrou uma solução para os nossos problemas. Eu jamais poderia ter chegado até aqui se não fosse por você. Mas agora, é uma luta de vida e de morte, a profecia precisa se cumprir e eu não quero que você corra riscos, não posso ter mais alguém que eu amo morto por Voldemort. Já perdi meus pais, perdi Sirius e agora perdi Dumbledore. Eu quero que você vá embora e me deixe sozinho.

- Harry, eu ...

- Não diga nada, Mione. Não tente argumentar. Você vai embora e pronto, diz o Menino-que-sobreviveu.

- Não Harry, você vai me escutar. Embora eu saiba que por causa da profecia, você precisa matar Voldemort, ele vai ficar enfraquecido se precisar lutar com duas pessoas ao mesmo tempo. Eu ainda poderei te defender e desmontar algum feitiço que ele use para te confundir. Eu não vou embora Harry. Nada que você diga ou faça vai me impedir de entrar por aquela porta e te ajudar a matar aquele monstro. Sirius era meu amigo, Dumbledore era meu amigo. E eu quero vingança, disse a jovem.

Vendo que não conseguiria dissuadir a amiga da idéia de acompanhá-lo no que seria o início da batalha final, Harry respira fundo. Segurando a antiga maçaneta da porta, ele abre-a rapidamente, já empunhando a varinha.

- Eu esperava por você, Potter, diz uma voz sombria, vinda da cadeira que estava posicionada de costas para a porta, como se seu ocupante estivesse mais interessado na paisagem que se descortinava da imponente janela à sua frente.

- Eu não perderia esse encontro por nada, Voldemort, debocha Harry.

Voldemort ergue-se da cadeira e, girando rapidamente, encarara o Menino-que-sobreviveu.

- Vejo que andou aprendendo maus-modos com seu falecido mentor, garoto. Mas lembre-se que você não é Alvo, não tem o mesmo poder ou sabedoria. Portanto, eu seria mais servil se fosse você. Não pense que terei qualquer tipo de clemência... eu vou destruí-lo. Será apenas mais um passo na direção do domínio do mundo bruxo, da eliminação dos trouxas e da imortalidade.

Irritado com a forma com que Voldemort se referia a Dumbledore, mas consciente de que não poderia perder o controle, Harry respira fundo por várias vezes, antes de retrucar, ainda mantendo o tom de ironia.

- Tão simples, não é Riddle? Eliminar-me e conquistar os mundos trouxa e bruxo. Mas porque será que você já tentou isso várias vezes e nunca conseguiu? Acho que isso prova alguma coisa... o que será, afirma Potter, tentando desequilibrar emocionalmente o Lord das Trevas e fazê-lo atacar primeiro.

E a estratégia deu certo.

- Ora seu moleque, está pensando o que? Expelliarmus, ataca Voldemort.

Mas Harry já estava preparado e conjurou um escudo para se defender da azaração lançada por Voldemort.

- "Protego", diz.

O feitiço apenas resvalou no escudo e foi desviado para uma estante embutida em uma das paredes às costas do Lord das Trevas. Rapidamente, Harry tenta devolver a azaração, mas ainda assim Voldemort é mais hábil e lança um outro feitiço na direção de Potter.

- Difindo, grita Voldemort, mas não consegue atingir Harry, pois Mione consegue criar um campo de defesa à frente do amigo. Ao mesmo tempo, a bruxa tenta desarmar Voldemort, para facilitar a ação de Potter. Ela grita Expeliarmus, mas somente consegue atingir novamente a estante, que acaba desabando, espalhando livros pelo chão da biblioteca.

- Ora, o que temos aqui. Potter, você está repetindo a história de seus pais... Pobre tolo, achou que realmente uma sangue-ruim iria conseguir ser boa o bastante para me atingir? Ora, ora. Isso chegaria a ser ridículo, se não fosse uma ofensa, afirma Voldemort, enquanto volta a empunhar a varinha na direção do bruxo.

A menção aos seu pais fez com que Harry finalmente perdesse o controle que estava mantendo a muito custo. Demonstrando sua ira, ele desfaz o escudo criado por Hermione e ataca Voldemort:

- Sectumsempra!

Voldemort desvia o golpe e volta à carga.

- Ora, ora, quer dizer que Potter andou prestando atenção em algumas aulas do meu querido Half-Blood Prince? Mas você ainda não tem a coragem suficiente nem a habilidade necessária para qualquer coisa que se assemelhe a maldições imperdoáveis. E olha que essa nem chega a ser uma delas. Veja um especialista em ação, anuncia Voldemort, antes de virar sua varinha e pegar Hermione de surpresa.

- Crucio!

A jovem se ergue no ar para imediatamente cair ao chão, se contorcendo em dores atrozes. A cena é suficiente para despertar em Harry dois sentimentos, que, aparentemente, seriam antagônicos: a ira, por Voldemort estar fazendo Hermione sofrer, e um profundo amor pela amiga. Amor que lhe deu forças para agir. Nesse microsegundo, Potter descobriu que apesar de ser apaixonado por Gina Weasley, poderia amar Hermione para sempre, como a irmã que ele nunca tivera.

Agitando a varinha, Potter grita: Expelliarmus!

Sendo obrigado a se defender do ataque, Voldemort suspende a tortura a Hermione e volta todas as suas atenções para Harry, que o encara furioso.

- Igualzinho ao seu pai, Potter. Thiago também fez de tudo para salvar Lílian. Pena que não conseguiu e teve que ser morto para que eu alcançasse meu objetivo. Vou ser bonzinho com você e até te confessar que seu pai seria um ótimo Comensal da Morte. Habilidoso e ousado. Sua mãe até era mais poderosa e capaz que ele, mas eu jamais deixaria uma sangue-ruim como ela se aliar às minhas fileiras, pois mais competente magicamente que ela fosse. Eu já tinha um mestiço entre meus comensais e isso era o bastante para mim, afirma o Lord das Trevas.

Perdido em seu discurso, Voldemort não percebeu que Hermione já estava recuperada do ataque e lentamente ia se sentando, procurando a varinha perdida durante a tortura. Ao encontrar, Hermione se levanta com todo cuidado, para não despertar o Mestre das Trevas de seu devaneio.

- Sabe Potter, eu até cheguei a oferecer um lugar entre meu exército para seu pai naquela noite, mas ele desdenhou da minha proposta. A lavagem cerebral naquela porcaria de Academia de Aurores era realmente muito bem-feita. Quase tão boa quanto a minha. Thiago era um insolente e arrogante, exatamente como você é, e chegou a tentar lançar uma maldição imperdoável, quase exatamente como você fez agora, com essa besteira de sectumsempra, mas eu fui mais rápid... Arghhhhhhhhhhhh!

- Expelliarmus, gritara Hermione, desarmando Voldemort e segurando a varinha dele.

- Agora Harry, grita a menina.

Juntando todas as suas forças e se lembrando de todos que perdera por causa da louca vontade de Voldemort em dominar o mundo e alcançar a imortalidade, Harry olhou para Hermione e levantou a varinha...

- Avada, gritaram os dois, a uma só voz, e da ponta de suas varinhas um raio de forte cor verde começou a se formar.

- Kedavra, uma terceira voz se juntou às deles, vinda da porta da biblioteca, e três raios verdes atingiram Voldemort, que tombou morto no chão. Harry correu até onde estava o corpo do Lord das Trevas, ainda com a varinha na mão, para se certificar que o líder das trevas realmente estava morto.

Hermione, que percebeu a terceira voz juntando-se ao ataque dos dois bruxos, ainda foi até a porta tentar descobrir quem fora a pessoa que os ajudara a matar Voldemort, mas o apoio anônimo já estava se afastando correndo. O máximo que ela conseguiu observar, antes que o atacante desaparatasse da mansão, foi uma capa negra esvoaçante e que a pessoa tinha cabelos negros e compridos. "Parece o Snape, mas isso é impossível", pensou a bruxa.

Hermione voltou para a biblioteca a tempo de ver Harry se levantar, com uma expressão atônita no rosto:

- Mione, conseguimos! Eu não acredito, nós conseguimos, nós matamos Voldemort, dizia o bruxo, abraçando a amiga.

- Vamos Harry, vamos sair daqui. Ron, Lupin e Tonks devem estar preocupados. Não vamos prolongar a nossa presença aqui por mais tempo que o necessário.

Os dois, de mãos dadas, voltam pelo longo corredor e saem para o jardim, onde são rodeados pelos amigos.

- Acabou, disse Harry.

- Ainda não, Potter, grita uma voz feminina, de alguém que acabara de chegar ao jardim: Belatrix Lestrange, com a varinha em punho, pronta para o ataque.

- Não sei o que você pensa que fez, Potter, mas será um grande prazer acabar de vez com a sua raça, acrescenta a bruxa.

- Crucio, diz, em seguida.

Harry, pego de surpresa, não consegue se defender da maldição. Dores intensas percorrem seu corpo e ele acredita que vai morrer ali. Mas sente-se tranqüilo, pois acreditava que cumprira sua missão.

Mas os amigos logo correm a seu socorro.

- Expelliarmus, grita Hermione, mais uma vez pegando uma pessoa de surpresa naquela noite. Accio varinha, acrescenta. Com a varinha de Belatrix em sua mão, ela aproveita para realizar um feitiço que mantém a Comensal da Morte imobilizada. E quando pressente que ela pretende desaparatar e fugir, conjura cordas mágicas para que a imobilizem.

- Imobillius!.

Tonks e Lupin conjuram seus patronos e logo o jardim da mansão fica cheio de aurores, que além de comprovarem a morte de Voldemort, ainda levam Belatrix, Avery, Crabbe, Antonin Dolohov, Rodolphus e Rabastan Lestrange para Azkaban. A partir daquele dia, começaria a caçada aos Comensais da Morte ainda fugitivos.

Abraçado, o grupo desaparata da mansão e reaparece na sede da Ordem, onde são recebidos pelos demais resistentes. Um simples olhar para a expressão do grupo é suficiente para que todos comecem a comemorar.

Vários "plops" começam a ser ouvidos em 12, Grimmauld Place, na medida em que a notícia da morte de Voldemort se espalha pelo mundo bruxo. Membros da Ordem apenas querendo comemorar e outros exigindo detalhes da batalha. Outros começam a fazer planos para perseguir os Comensais da Morte, inclusive e principalmente Severo Snape, o responsável pela morte de Alvo Dumbledore, o querido líder de todos eles.

Enquanto ouve Harry Potter contar os detalhes da batalha, começando pela morte de Nagini, Hermione começa a divagar. Ela não resiste e pergunta:

- Harry, você viu quem era a pessoa que nos ajudou?

- Como Mione? Ajudou, pergunta o jovem bruxo.

- Sim, Harry, foram três raios do Avada que atingiram Voldemort, você não reparou nisso, indaga a menina.

- Não Mione, eu não percebi. Mas pensando bem, me parece que havia uma terceira pessoa, sim, na sala. Mistério..., responde Harry.

Logo a notícia de um auror misterioso auxiliando na batalha contra Aquele-que-foi-derrotado se espalha. E se multiplicou tão rápido a ponto de sair na edição extra do Profeta Diário. Várias teorias foram criadas e divulgadas, transformando-se até mesmo em motivo de discussão no mundo bruxo.

Alguns afirmavam que se tratava de Alvo Dumbledore, que saiu do túmulo para auxiliar seu pupilo. Outras defendiam se tratava do fantasma de Lílian Potter, que surgira do além para defender o filho novamente. E havia ainda os mais fantasiosos, que garantiam que Sirius Black não havia morrido atrás do véu e sim ficara escondido em Grimmauld Place até o momento de se unir novamente ao afilhado. É, a sede da ordem não era mais um mistério e todos já sabiam detalhes das batalhas que o grupo de resistentes das forças do mal haviam lutado ao longo dos últimos sete anos.