Pérola (toda enfaixada):
1º Para aqueles que resolveram poupar minha vida para ver se eu termino essa fic, muito obrigada. E desculpem ter ficado tanto tempo longe, é que, além do bloqueio, tava sem internet... -.-
2º Peço que me poupem no futuro também... Estou estudando de manhã, de tarde e sexta de noite... Daí fica pouco tempo...
Mas, sem mais demoras, vamos a fic. Eles vão sofrer um pouquinho mais antes de ficarem junto... Isso que eu amo o casal e acho que eles tem tudo a ver...
Nos últimos capítulos:
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Inuyasha: Eu nunca te esqueci Kikyo! – Dizia Inuyasha abraçado a sacerdotisa feita de terra e ossos.
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Kouga: CADÊ A KAGOME?
Inuyasha: Eu não sei.
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Inuyasha não agüentava mais. Ele se aproximou com ódio puro estampado nos olhos.
Inuyasha: Kagome!
Kagome: Inuyasha?
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Inuyasha: O que você está dizendo?
Kagome: Isso é um adeus Inuyasha.
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Sesshoumaru: Não posso fazer isso com você.
Kagome: "Então o Grande Sesshoumaru é um youkai de moral e princípios?"
Sesshoumaru: Pelo menos, não antes de nos casarmos.
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Kagome: Ele é forte, lindo, carinhoso.
Kaede: Kagome. Acho que está apaixonada por seu salvador.
Kagome: Vovó Kaede! Nós vamos nos casar.
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Inuyasha olhava a cena sem conseguir se mover. Tudo o que viu foi Kagome avançando sobre Naraki seguida por Sesshoumaru, que demorou para alcançá-la por estar mais distante, ela ser arremessada no poço, seu irmão ser atingido por um raio branco e, transformado, pular sobre Naraki mordendo-o no pescoço. Em poucos segundos o corpo de Naraki desaparecia, evidenciando que este fora destruído. No momento seguinte,o vencedor daquela disputa se virava, mirava o poço, grunhia fracamente e desmaiava ainda transformado.
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Sesshoumaru lançou mais um olhar para o poço e seguiu em direção contrária sozinho.
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Yuka: Afinal, como você foi parar no poço Kagome?
Kagome: Eu não sei. Não me lembro. Mas sinto que estou me esquecendo de algo importante...
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Capítulo 10:
Quem é você?
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Uma jovem voltava de escola acompanhada por suas amigas. Fazia 4 dias que havia sido encontrada dentro do velho poço, desacordada. Ainda bem que seus professores vão ajudá-la a recuperar a matéria. Com um pouco de sorte, ou melhor, com MUITA sorte, talvez não perdesse o ano. Se bem que estava feliz só por estar viva. Segundo suas amigas, ela teve tantas doenças raras e tão seguidas que simplesmente não entendia como não morreu. Não estava reclamando, óbvio. Mas, tudo o que ela teve,como por exemplo, a peste negra que não é vista desde a era medieval na Europa, só a leva a crer que é mais forte do que imagina.
Outra coisa estranha é o namorado do qual elas falam. Cabelo comprido, olhos dourados e HINDU. Pelo amor de Deus. Nunca saiu da cidade, quanto mais do país. Como será que o conheceu? E que tipo de namorado é esse que não a visitou uma única vez enquanto esteve no hospital. Será que ele é médico? Por que, devido ao seu ano peculiar, achava pouco provável ter conhecido alguém que não estivesse relacionado com a área da saúde.
Ayumi: Ei, Kagome! Tudo bem?
Yuka: Parece tão distraída.
Kagome: Anh?
Eri: Talvez ainda não esteja totalmente curada.
Yuka: Quer voltar ao hospital?
Ayumi: Nós vamos com você se quiser.
Kagome: Que isso meninas. Eu estou bem. Vamos.
Yuka: Tem certeza.
Kagome: Claro que tenho.
Sem esperar resposta, a menina começou a correr em direção a sua casa, sendo seguida de perto por suas amigas. Subiu rapidamente as escadas que davam acesso ao templo onde residia. Apesar de passar tanto tempo em uma cama de hospital se sentia como se tivesse feito exercícios intensivos o tempo todo. Estava rápida e forte. Isso era muito estranho.
Ayumi: Espera Kagome!
Yuka: Para alguém que quase morreu, tu ta bem forte, não acha?
Ela também estranhava. Mas o que podia fazer? Não lembrava de nada. Não poderia explicar como nem porque estava se sentindo tão bem. Ao passar pela árvore sagrada que se encontrava cheia de flores não viu uma figura logo a sua frente. Apesar da velocidade adquirida durante o percurso, aquele homem nem se mexeu ao sentir o peso da jovem colidir contra si. Com um reflexo surpreendente ele a segurou pela cintura para impedir que ela também caísse. A jovem levantou o rosto lentamente. Por algum motivo não queria afastar a cabeça daquele peito quente que a abrigava. Ao fitá-lo nos olhos ficou surpresa. Ele era lindo e estranhamente familiar. O pequeno sorriso que ele começava a abrir morreu no exato momento em que ouviu a pergunta que torturava a mente da mulher em seus braços:
Kagome: Quem é você?
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To be continued...
Cap curtinho, eu sei... mas é que é de transição... sabem segunda temporada começando... vai melhorar, eu prometo, ja comecei a escrever hoje o cap 11. Espero termina logo.
Ahhh sim, antes que eu esqueça... dedicado a minha amiga de cursinho Luiza. hehhehe Brincaderinha Lu, não me esqueci de ti.
E mais uma coisa, meu mundo caiu. Hoje meu prof de fisica me disse que o sol não é amarelo e que o DNA não tem formato de hélice...
O que sera de mim agora...
Beijos a todos
e não liguem pro momento de insanidade.
Inner: Como se isso fosse possível.
Pérola: É só eles não lerem.
Inner: Se eles estão lendo isso, é porque já passaram pelo "momento insanidade". Pensa mulher. Ah sim. Oi Luuu. Como tu tá?
Kagome: Hey, moças.
Pérola: Sim minha amiga desmemoriada?
Kagome: Desculpa interromper, mas ele está meio estranho.
Pérola e Inner olham para onde Kagome apontava e vêem Sesshoumaru quase transformado e com olhar assassino...
Inner: A culpa é dela! (diz apontando para Pérola)
Pérola: INNER! VOLTA AQUI! Bem, vo encerra por aqui e começar a escrever o momento em que Kagome recupera a memória. (cochichando): o que pode demorar um pouquinho.
Sesshy: Rrrrr...
Pérola: Tchau!!
Inner: Um beijo Lu.
Pérola: Voltou é?
Inner: Eu não ia embora sem me despedir.
Pérola: -.- Beijo pra todos vocês e um especial pra Lu, minha amiguinha que me cobra a continuação da fic na aula, e pra Giuliana, viu miga, num me esqueci de ti...
Beijo povo
tchau
