Reviews:
JenValentine: Oi! Adorei ter leitora nova!! É a melhor coisa, acredite! A Proteção é mesmo meio difícil de entender, seguinte: Então imagine que você era uma das Ladies, e os Marotos seus parceiros de casa – Ooo delicia! Você começa a sair com o Malfoy, como a Vi, e seria meio ruim para ele se os amigos dessem um trote em cima das Ladies, sendo que você é uma delas. Quando um dos Marotos namora alguém de outra Realeza eles tem a proteção contra essa Realeza. No caso do Remus, ele tá saindo com a Spadin, mas ela é melhor amiga do Alice Woore, que namora o Frank Longbottom, então são duas proteções por uma – Porque a Giovanna tem influencia sobre a Alice, que manda no Frank. Se vc naum entendeu, é uma desculpa pra mandar outra Review! Melhor ainda, adorei falar com vc Cheri, Bjooo.
LadyBarbiePontasPotter: Tá td ótimo e vc? Desculpe a demora, mas se todos lerem o meu N/A final vão entender por que. Obrigada, é mto bom saber q vc tá curtindo, faço o meu Maximo pra agradar XD O treco dos eletrônicos, vc tá super certa, ñ era pra pegarem – nem pra existirem, na verdade, pq eles são de tempos antigos. Mas eu fiz as Ladies baseadas na personalidade e interesses das minhas melhores amigas, e minha inspiração pra Luiza, a Luiza, queria ter um Laptop, por exemplo, e eu tive q atender ao pedido! Já passei na sua fic, e acho q vc escreve suuuper bem viu? Continue assim, bjooo.
DuplaMarota: Hello! Q saudade de vcs! Desculpem a demora ok? Férias nem sempre ajudam a agilizar as coisas. Sabe, EU rachei de rir lendo a sua Review! Esse cap não tá tão engraçado, como o outro, mas coisas engraças vem quando podem né? Eu to me sentindo péssima, pq ainda não arranjei tempo pra ler a fic de vcs =( O q eu devia ter feito faz bastante tempo! Mas, eu dei uma olhada no pagina do Orkut e curti a beça as capas, são lindas! Os personagens, tbm são super legais e tô locaaa pra conhecer! Mtos BJOOOOOSSS Continuem me mandando Reviews, pq sem elas eu não ia conseguir S2
JuuhhMalfoy: Bem Vinda amoree! Espero ver outras Reviews suas por aqui viu? SAE que eu deixei até um aviso no Perfil dos Personagens, porque foi exatamente a Fic das Damas que me inspirou – Créditos a Madame Baggio. Adorei seus elogios, e é mto relaxante ver que meu esforço tá valendo à pena. =D Como eu disse pra Lady Barbie Pontas Potter, ñ era pra existir eletrônicos nessa época, mas é mais divertido com eles XD Até eu fiquei surpresa quando resolvi fazer isso com o James e a Lily, mas fica tranqüila, muuuita água vai rolar, A Vi e o Jonh.... Bom, leia o cap pra descobrir! Marotos cantando são MARA E TD DE BOM!!! Pode deixar q eu vou me esforçar pra melhorar essa fic, até alcançar a perfeição! Mtos beijoooo Cherí!
Então gente, SORRRY pela demora, mais eu tava com enooorme bloqueio, e não conseguia descobrir como começar esse cap. E tem mais, ontem eu fui a PRÉ-ESTREIA DO HP 6!! E fiz questão de trabalhar o dia todo pra postar no dia da estréia, como uma homenagem a esse filme maravilhoso! Agora, peço que tirem as crianças da Sala, abram as janelas e abracem alguém, porque ai vem as LADIES!
Capitulo 9: Amor Ou Interesse
Sala Comunal da Sonserina:
As cinco Vipers estavam reunidas na grande Sala Comunal. Um aposento mais elegante do que aconchegante, como tudo era nos Sonserinos: Aparências. Sofás de couro negro, almofadas de cetim em tons de verde, moveis de madeira escura e outros objetos que pareciam muito caros, em prata, ocupavam a sala com paredes de pedra. Tudo provavelmente financiado pelos pais milionários e arrogantes das Cobras mais famosas de Hogwarts, preocupados com o conforto dos filhos esnobes.
Bellatrix batucava os dedos no tampo da mesa de centro, confortavelmente encostada nos pés do sofá. Os pensamentos de Bellatrix sempre foram perturbadores. Por isso, Narcisa – que olhava a irmã – pensou, ela é a preferida do Lorde. Sabia também que Bella era praticamente Princesa das Trevas, escolhida desde seu nascimento como principal representante da Família Black. Não ela; não a pura Narcisa. A ingênua "Cissa" que tremia com as historias de Bella; histórias que ela achava divertidas e ilusórias. Histórias que Narcisa via terem fundos de verdade.
Como a antiga história de Bella ter visto Lucius babando por Vittoria Foncan, quando as duas estavam no Segundo Ano, e Narcisa era considerada Namorada de Lucius. Como ela adorava aquela época. Lucius a levava em todos os lugares, a apresentava para todos os amigos – como sua Namorada – e nunca reclamou se ela era ou não melosa demais. Ela nem se importava em ser usada de Troféu ou acessório. Até o final do Terceiro Ano.
Porque aquele foi o fatídico Ano em que seu Lucius começou a babar a Foncan de vez. E não levou muito tempo para o Lorde Sonserino implorar para aquela Grifinória Namorar com ele. Foram três torturantes semanas, até ele conseguir um Sim. E foi ali que seu mundo caiu. Bellatrix sempre tinha razão, sempre sabia das coisas e sempre conseguia o que queria.
Mas, ela não estava recuperada. Nem agora que o Namoro mais comentado da escola tinha chegado ao fim. Estava pior, porque Lucius não tinha voltado com ela. Ela já tinha perdido as contas de quantas vezes pegou os olhos azuis fitando aquela Grifinória.
Ela passou a mão pelos fios loiros, que sempre gostara tanto, e por um momento desejou que fossem castanhos. O que aquela Grifinória tinha que ela não tinha? Beleza, inteligência, caráter? Ela tinha crescido ouvindo com era bonita, que parecia um Anjo, que seria fácil arranjar-lhe um Noivo. Mas o único Noivo que ela queria era Malfoy. Rico, bonito, sangue-puro, boa família, tinha status. Tudo o que sua Família queria para ela, e o que a Família dele queria para ele.
-Você não consegue esquecer, não é, Irmãzinha? – Bella não a olhava de um jeito venenoso. Beirava a compreensivo, de um jeito muito estranho. – Hein?
-Deve ser uma dor de cabeça, só isso. – Mentiu.
-Então posso saber por que você fica mexendo na pulseira que ele te deu? – Ela indicou a correntinha de ouro branco, que tinha uma pequena pedra pendurada, azul-gelo. Tudo o que Lucius era; os cabelos quase brancos e os olhos, réplicas da pedra.
Ela tinha esse tipo de tique, assim que Lucius colocara a jóia em seu pulso. Toda vez que pensava nele, ela criara o péssimo habito de brincar com o pingente. As situações sendo boas ou ruins.
-Você precisa de um Namorado, urgentemente. – Bella sorriu enviesado, sinal de que voltava a pensar coisas que não devia.
A única pessoa que era imune as influências de Bella, na opinião de Narcisa, era Andrômeda, irmã mais velha das duas (N/A: Mesmo que era pra Bella ser a mais velha, eu não to nem ai... A ordem é Andrômeda, Bella e Narcisa. E vamos esquecer o fato de que era para Narcisa estar um ano abaixo de Bella.). Andy tinha tudo. Era muito inteligente, bonita, educada, boa filha e sabia fazer tudo muito bem. Tudo. Então, depois de chegar a Hogwarts, ela se apaixonou por um nascido trouxa Grifinório, Teddy Tonks. Seus pais tinham um pretendente para ela, rico e puro-sangue, mas ela se recusou e fugiu com o Tonks.
Mas ela era feliz.
Ela tinha perdido a família e a herança, mas era totalmente feliz. Ela não tinha nada, mas tinha tudo ao mesmo tempo. Narcisa tinha tudo, mas ao mesmo tempo nada. Mesmo que a irmã tivesse sido tirada da Árvore Dos Black, ela conseguia ser absurdamente feliz, e ainda estava Grávida. Mas, Narcisa sabia que nunca se casaria com um homem que não fosse puro-sangue. Sabia que seria para seu próprio bem. Por isso queria Lucius.
E o idiota queria Vittoria. Talvez, apenas talvez, fosse porque ele via Dent dando em cima dela. Então a quisesse por que era uma coisa que ele não tinha. Homens! Querem tudo o que não tem. Mas, talvez, ela pudesse fazer o mesmo...
-Queridas Vipers, temos novidades! – Gabriel entrou pela passagem, o resto dos Lordes seguindo atrás, tirando Narcisa de suas especulações. É claro que não ajudou muito ver Lucius. Bella tinha razão, novamente. Precisava de um Namorado. E conseguiria um.
-E eu achei que o Reguluzinho tinha um encontro com a querida Handel... – Samantha disse com sua incansável voz esganiçada. Toda vez que aquela ruiva falsa abria a boca, Narcisa achava que ela estava prestes a perder a voz, mas isso nunca acontecia. Na verdade, os pensamentos daquela garota fútil eram tão transparentes e sem nexo que ela deveria ser considerada o primeiro erro do Chapéu Seletor. Deveria estar na Lufa-Lufa, babando ovo para a Voigen.
-Mais que engraçado, Sam! – Ele disse cínico, se jogando em um dos sofás de couro. – A Luiza disse que tinha de se arrumar, e disso eu não vou reclamar. – Ele sorriu malicioso.
-Ainda bem que você aprendeu alguma coisa comigo, Amado Black. – Gabriel disse, se jogando ao lado do amigo e abraçando-o pelos ombros. – Veja como o mundo fica mais colorido quando você o enxerga em baixo nível. Meu nível!
-Mas voltando ao assunto... – Lucius continuou rindo. – O sorteio para a festa de amanhã foi feito. Dumbledore nos avisou para darmos o recado, a festa é de vocês!
Vicky gargalhou esganiçada, junto com Samantha. Bella teve certeza de ter visto a taça de água a sua frente trincar. A festa estava praticamente pronta. O tema, decoração decidida, tudo.
-E o tema será...? – Will colocou os fones para abafar os gritos.
-Festa Preto e Branco. – Katie anunciou, saindo do quarto. Estivera dormindo para agüentar a noite.
-Os meninos de Preto e as meninas de Branco? – Severus assustou Cissa ao se pronunciar. Ela nem percebera a presença do ex-Morcego. Ex...
-Não, acho que misturado é bem melhor... – Bella disse, a cabeça apoiada no ombro de Will, que tinha escorregado para o chão. Vicky resmungou algo como "Comigo ele não faz isso.." antes de ir para o Dormitório, para começar a se trocar.
-Eu queria discutir isso depois, mas... – Regulus coçou o queixo nervoso. – Queria saber se posso pedir a Luiza oficialmente.
Severus deslizou até a poltrona de Samantha – Que ficou toda sorrisos –, e sentou-se no braço da mesma antes de comentar.
-Isso é estupidez. Puro sentimentalismo. Esse negócio do Anel é tudo tradição das Realezas. Poderíamos excluir essa porcaria de Lei. Qual é? Como o cara vem pedir a vocês se pode pedir para Namorar uma garota!
-Eu acho que tem alguém com ciúmes porque nunca vai poder dar o Anel para a Pimenta Evans... – Sibilou Bella. – Porque ela está grudada com o Potter! – Ela riu demente.
-Sua...
-Não vão começar a brigar de novo! – Regulus se meteu no meio.
-É. – Bella se levantou, cruzando os braços e encarando Severus. – Tenho coisas milhões de vezes melhores para fazer, do que discutir com adoradores de Sangues-Ruins!
-Tipo o que Bellatrix? – Severus disse frio. – Babar na sua fotografia do Lorde Das Trevas que tem debaixo do seu travesseiro?
-Não, seu imbecil. – Ela ignorou o comentário. – Como planejar o fim das Ladies e dos Marotos, porque eu me preocupo com essa competição. E você, Priminho, – Ela apontou acusadora para Regulus. – não se atreva a contar alguma coisa sobre nós para a sua Namoradinha. Eu tenho meios para te fazer pagar, e você sabe.
-Eu sei Bella. – Regulus avançou para a prima, e fazendo Bellatrix recuar um passo e desviar o dedo. – Sei exatamente o que você pode fazer e sei o que você pode pedir, mas eu não vou falar nada, relaxe. Mas, eu estou te avisando, você não ouse me ameaçar novamente. Eu tenho informações suficientemente interessantes para as Ladies, e você sabe. E eu vou decidir qual banda vai tocar, escutou?– Ele saiu pela porta, deixando Bellatrix grudada no chão, absorvendo a ameaça, e pior, as ordens do próprio Primo. E decidir que ela não gostou nem um pouco.
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Os Marotos tinham feito um acordo simples com Rachel. Ela fechava o bico e desmentia o boato, e em troca eles fariam qualquer coisa que ela quisesse. Na medida do possível, é claro.
-De acordo? – Sirius perguntou.
Todos os cinco estavam em uma sala vazia do quinto andar. Rachel estava sentada em uma mesa, as pernas cruzadas. Lançava olhares desejosos a Sirius e de vês em quando trocava de alvo para James, como se achasse que eles ligavam.
-Então, vocês farão qualquer coisa? – Ela perguntou, com o típico olhar malicioso que ela usava quando ficava perto dos garotos. Mais uma vez, como se alguém ligasse.
-Nem um de nós vai namorar você, se era isso que pensava, Srta. – James disse cínico. – Eu tenho que me arrumar, então fala logo.
Ela fitou o teto por algum tempo. Peter estava reencostado no batente da porta, olhando e escutando. Sempre soube "ler" as pessoas, mas não era difícil saber que, o que quer que Rachel estivesse pensando, não era coisa boa.
-A minha condição é simples. – Ela disse, usando agora um sorriso sabido no canto da boca. – Um de vocês tem que me levar à festa hoje.
Peter engasgou, antes de responder. Sempre sobrava para ele, mas hoje não.
-Não olhem para mim. Vou levar Katie.
-Vou levar a Giovanna. – Remus anunciou, corando.
-Vou levar a Lily – James olhou para Sirius. – E você Almofadinhas?
Sirius olhou para James como se falasse "Valeu cara", e suspirou.
-Vou levar a Rachel. – Ele disse derrotado. – Mas, vocês vão explicar para a Gi. Encontre-me às 20h30min, na porta do Salão. Eu só vou para a festa mais tarde.
-Ui, desde quando a Morsen é "Gi"? – Rachel perguntou interessada.
-Desde que você perdeu seu cérebro. – Ele retrucou se encaminhando para a porta.
-Ou seja, desde sempre. – Peter riu seguido dos outros, fechando a porta e deixando Rachel perceber que Sirius a chamara de burra.
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Giovanna Spadin. Era com ela que Remus iria à festa? Então era daquilo que ele gostava? Loiras de olhos azuis vazios, assim como os cérebros? Lufanas que não agem por conta própria. Ou seria apenas pela porcaria da Proteção?
Letícia colocava a sandália de salto vermelha, enquanto refletia. Usava um short preto, curto; uma blusa preta presa no pescoço, cheia de lantejoulas vermelhas; brincos dourados e pequenos; os olhos pretos, com uma leve sombra vermelha e o cabelo liso, preso com uma tiara rubra, contrastando com os fios castanhos avermelhados.
Ela sabia que não devia. Mas não sabia se ele queria. Mal sabia se ela própria gostaria de sair com Lupin. Era incrível como Dumbledore tinha razão. Juntar as Salas Comunais tinha aproximado as duas Realezas. Lily e James não se desgrudavam, mas Lily ainda insistia em dizer ser tudo parte do plano. Giovana andava mais indecisa do que nunca, e Sirius a tratava como um cavalheiro, piorando as coisas ainda mais. Luiza e Peter eram casos a parte; os dois tinham pares e as brigas diminuíram significativamente. Já Vi e Jonh... Bom, a situação estava na mesma, mesmo os amigos planejando para juntar os dois.
E ela? Ela estava solteira, assistindo Remus sair com aquela Lufana oca.
-Lê? Letícia?
Lily pareceu na porta do quarto. Estava vestindo uma calça jeans clara; uma blusa laranja, solta a partir do busto; Sandálias douradas e um brinco de argola dourado, que fazia conjunto com o comprido colar de pingente de coração que a Ruiva usava. Os fios ruivos presos em um rabo de cavalo baixo, caindo sobre o ombro, e uma maquiagem laranja clara.
-Lily! Você está muito linda! – Ela elogiou, tentando distrair a Ruiva de seu mau humor. Sabia que Lily ficaria linda, é claro. Ela tinha feito a roupa.
-Obrigada, você também está. Mas você não me engana, e sabe bem disso. – Ela sorriu sincera, sentando-se na beira da cama da amiga.
Letícia soltou o ar, derrotada. Lily era esperta demais, até para ela.
-Ok. Vamos dizer que... Uma amiga minha esteja gostando de um cara. Mas, esse cara é um dos integrantes de um grupo inimigo, e está saindo com uma inimiga dela. O que eu digo a ela? – Ela esperava que funcionasse.
-Se eu fosse sua "amiga", falaria para o Remus largar a idiota da Giovanna e ficar com você.
-Às vezes eu te odeio Ruiva.
-Todos odeiam, querida. – Lily levantou e ofereceu a mão para Letícia. – Mas, sério, não vamos julgar você por gostar de um Maroto. Tome a Vi como exemplo.
Lê aceitou a mão da amiga e se levantou, caminhando em direção a Sala Comunal.
-Mas eu não quero gostar dele. – Ela miou.
-Então tome a Giovana como exemplo.
Letícia riu. Lily era boa em dar conselhos. Infelizmente, não era tão boa em segui-los.
-E você e o James?
-Não existe, eu e o James. – A outra retrucou, dando a língua.
Vittoria e Luiza estavam esperando nos sofás, Giovana no banheiro terminando a maquiagem. Vi vestia uma saia plisada xadrez, cinza e lilás; uma blusa agarrada de alças finas, roxa; uma bota de cano longo, preta e alguns acessórios prateados. O cabelo estava solto, inteiro em cachos grandes, uma sombra roxa e lápis preto ressaltavam os olhos chocolate da Ladie.
Luiza estava olhando as unhas, despreocupada. Usava uma blusa bem colada, branca, com um tipo de bolero de manga curta azul petróleo por cima. Uma calça jeans escura, colada nas pernas; uma bota preta, por cima da calça; luva única, comprida, sem dedos e preta; brinco prateado, grudadinho e olhos bem contornados em preto com uma sombra azul quase transparente. Os cabelos estavam soltos e lisos, caindo até o meio das costas.
-E os meninos estão aonde? – Vittoria perguntou, tentando não soar interessada demais.
As outras se entreolharam, preocupadas. Se Rachel não aceitasse as condições deles, os Marotos ficariam com ela até o século seguinte. Aquela garota era teimosa até não poder mais. Talvez fosse esse o motivo da rixa entre ela e Vittoria. As duas eram idênticas nesse, e em outros aspectos.
-Eles foram até a biblioteca, buscar o Jonh. Talvez ele até volte antes, por desencontro. – Giovana saiu do banheiro, salvando as amigas.
Giovana estava linda, de um jeito incrivelmente simples. Usava uma mini saia jeans clara; uma blusa tomara-que-caia rosa, soltinha e um All Star negro e rosa. O colar de Sirius, sempre presente; um brinco em forma de gota, de strass, e os cabelos soltos e encaracolados, com algumas mechas Pink, que combinava com a maquiagem.
-Não temos que esperá-los, certo? – Luiza perguntou, corando. – Marquei de encontrar o Regulus na biblioteca e cancelei. Daí, combinei de encontrá-lo na festa, quanto antes possível.
-Ah, que fofo! – Vittoria disse, rindo.
-Será que ele já vai pedir para Namorar? Tipo, porque não existe mais essa coisa de esperar não sei quanto tempo pra Namorar alguém não é? E ainda com o negocio da Proteção, que parece só adiantar as coisas. – Giovana indagou com uma sobrancelha levantada. – Mas, com aquele anelzinho de cobra e tudo? – Ela gargalhou.
-Não sei. – A morena riu junto. – Só sei que eu já estou indo. Tenho que ver o Regulus, e é melhor não deixar esperando.
-Não faça besteiras! – Vittoria e Lily gritaram, enquanto Luiza saia pela passagem.
As amigas eram uma coisa que ela não entendia. Viviam brigando, mas as brigas duravam apenas minutos. Ela andava olhando para o alto, e só se lembrou de olhar para onde andava quando tropeçou e caiu nos braços de alguém. Braços grandes e aconchegantes...
-Handel, você anda precisando de óculos, sabia disso? – Peter a colocou no chão, como se não pesasse uma grama.
Ela ajeitou as próprias roupas e observou Pettigrew. Ele vestia uma calça jeans clara; uma regata laranja; um colete preto e um tênis preto. Os cabelos molhados recentemente.
-Vocês se trocaram aonde? – Ela perguntou tentando tirar a tensão do ar.
-Vestiário, já que as Myladies ocuparam toda a Sala Comunal. – Ele falou de um jeito cômico que a fez rir, sem querer.
O sorriso de Peter aumentou absurdamente. O sorriso dela era como... Como um Milagre! Coisa rara de se ver e, quando vista era simplesmente irresistível...
-Você devia sorrir mais vezes sabia? – Ela corou instantaneamente.
-E você devia ir buscar a Katie. Ela já está nervosa te esperando. – Regulus estava no final da escada. Os punhos cerrados em volta do corrimão.
-Verdade, Pettigrew. – Luiza contornou Peter e desceu até Regulus, a passos rápidos. O Sonserino lançou um olhar mortífero a Peter, enquanto fechava o braço em torno da cintura de Luiza, possessivamente.
-Boa festa pra vocês. – Peter disse baixo, subindo a escadaria, de volta a Sala Comunal. – Espero que se engasgue com a própria língua no meio do beijo.
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Jonh andava para a Sala Comunal, a fim de se trocar para a festa. Ele tinha caído no sono por muito tempo, e o dia seguinte seria igual. Tinha que ser rápido porque, pela música, a festa já tinha começado há algum tempo. Mesmo que ele não tivesse disposição zero para se divertir.
Quando chegou ao Sexto Andar, ele trombou com alguém, que se revelou ser Sirius. O Maroto vestia uma bermuda jeans escura; camisa lisa e sem mangas num azul de tom médio (N/A: Dois comunicados: Primeiro: Esse azul é um q eu gostei do Word e eu não sei dizer como é essa cor. Segundo, nos perfis de personagens tá escrito q a cor favorita do Sirius é vermelho, mas não liguem. Tá tuuudo mudado, e só vai tá certo quando eu postar no Floreios & Borrões, mesmo q naum de mais pra colocar figuras =[) ; um colar, tipo placa de exercito e um tênis totalmente preto.
-Ei, Jubas eu... – Ele olhou para Jonh, atentamente. O cabelo bagunçado e os olhos vermelhos. – Cara, você tá horrível!
-Você devia ser um bom amigo e dizer: Você está bem? Mas, já que é você, eu perdôo. – Ele sorriu seco.
-Cara, eu tava indo te buscar. Aqui suas roupas. Tivemos de nos trocar no Vestiário, porque as meninas ocuparam a Sala e o Banheiro, e ficaram com aquelas frescuras da gente ver elas e tudo. Acho que elas já estão na festa, então dá uma subidinha até lá ok? Te encontro lá embaixo. – Ele jogou uma mochila para Jonh e desceu as escadas, pulando os lances.
Jonh não olhou para trás, sem ver que Sirius parou em um corredor para verificar o Mapa do Maroto. Ele buscou a Sala Comunal e viu o único pontinho, ainda restante:
Vittoria Foncan.
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O teto do Salão mostrava um céu negro, mas panos e mais panos, de varias cores, caiam presos por magia. Um palco circular estava posto no meio do Salão, onde um DJ estava – para depois ser substituído pela Banda. Cada mesa tinha uma toalha de cor diferente e a as comidas eram servidas por garçons. A parede da esquerda estava pela metade, dando acesso ao jardim, que estava todo iluminado. Vários tapetes estavam estendidos em frente ao lago e as arvores tinham pequenas luzinhas coloridas espalhadas pelos ramos. Balões estavam presos em todos os lugares; de todas as cores, tamanhos e formas.
As quatro Ladies entraram, já atraindo olhares. A falta de Vittoria foi percebida, mas ninguém ousou perguntar. As meninas foram se juntar a James e Remus, que esperavam na mesa destinada a elas.
James abriu um sorriso de creme dental quando viu Lily. Ele se levantou e foi até ela, dando um delicado beijo na bochecha, o suficiente para fazer Lily corar absurdamente. Ele puxou uma cadeira a seu lado e a Ruiva aceitou, ainda muito vermelha. O Maroto usava uma bermuda de pára-quedista, preta, cheia de bolsos; uma camisa de manga curta, lisa, azul escura; um bracelete de couro escuro e um par de tênis preto e branco.
Remus levantou o olhar para ver quem James cumprimentava e encontrou o de Letícia. Ele deixou o queixo cair ao ver o quão linda ela estava, mas a Ladie desviou o olhar e sentou do outro lado da mesa, mas não sem antes olhar o quão lindo ele estava. Remus vestia uma calça caqui; uma camisa amarela clara social; uma pequena pulseirinha de elástico, também amarela e um tênis branco.
Ele viu Giovanna entrar no Salão, e deu seu máximo para não babar. A loira vestia um lindo vestido rosa claro de cetim, com um pano preto de renda fina por cima; sandálias pretas e uma gargantilha vermelha no pescoço. (N/A: É o mesmo vestido q a Sarah Paxton usa no filme Sleepover, só q eu ñ sei descrever direito.)
-Boa noite, Lupin. – Ela cumprimentou.
-Boa noite para você Srta. Spadin. – Ele se levantou para cumprimentá-la com um selinho, que fez o estomago de Letícia revirar.
Os dois se retiraram, sem mais nenhuma palavra. Lily olhou de esguela para Lê, que mantinha o olhar baixo.
-Então... Onde está o Jonh? – Giovana perguntou, sugestiva.
-Sirius deve estar voltando agora. Ele foi com o Mapa até o Jonh, disse que a Sala Comunal estava vazia, que todos já estavam aqui. Mas, já que vocês disseram que ele estaria aqui, querendo falar com ela, Vi está lá em cima. Peter foi trancar a entrada.
-Eu queria ser uma mosquinha para ver o que vai acontecer, sabia? – Lily disse, divertida. – Mas, uma Puma não é muito discreta...
-Por isso o Peter vai assistir por um buraco da parede. – James abraçou a Ruiva. – E contar tudinho para nós: Ou o desastre ou a vitória.
-Hahahaha! – Lily riu. – Eu... Hahaha... Estava pensando... Se o Peter for... Hahaha... Ver, e eles estiverem fazendo sacanagens... Hahaha!
Os outros riram juntos, com a mente poluída que Lily ganhara ao longo dos anos como Ladie. A Ruiva era muito ingênua quando chegou a Hogwarts. Mas, assim que conheceu Giovana, a morena revirou sua cabeça, fazendo a inocente Evans virar uma verdadeira Ladie. Porque, uma Ladie não precisa ser de baixo nível, apenas saber ver o mundo de dois jeitos.
-Então, Lírio, gostaria de dançar comigo? – James sorriu malicioso, oferecendo uma mão a Grifinória. Proposta tentadora, Lily pensou.
-Porque não gostaria? – Ela respondeu com um sorriso caloroso. Ela depositou sua mão na de James, vendo a enorme diferença que tinham.
James conduziu a Ruiva até a pista, agarrando-a pela cintura assim que pode. Ele só tinha olhos para Lily, e isso era notável. A Ladie, por sua vez, sentia um calor estranho. Mais necessariamente onde a mão de James se encontrava. Ou no pescoço, onde o hálito de James batia quente. (N/A: Para quem quiser saber, ou deixar mais interessante XD, coloquem Gimme Gimme More, da Britney Spears.)
Ela balançava o corpo no ritmo da animada música que tocava. Tentava não olhar muito para o Maroto, mas isso parecia quase impossível. Por que a única pessoa que ela via era James. Por que, por mais que ela tentasse, tudo o que encontrava eram os olhos castanho-esverdeados de James. O perfume, o olhar, as mãos, ele. Tudo distraía a Ruiva, que se achava controlada. E agora duvidava da própria fama.
E, por mais que a música fosse agitada, tudo estava lento. Não tinha música. Era como se ela se movesse a esmo ao lado de James. Se o som parasse, ela provavelmente nem perceberia. Para piorar, Potter resolveu aproximar o rosto do da Ruiva, mas alguns centímetros, como se tivesse espaço para vencer, ele o venceu totalmente.
O que Lily achou ser apenas uma aproximação virou um beijo caloroso, que fez Lílian flutuar. Que se explodam os sentidos!
Tudo voltou rápido. A música, as luzes, as pessoas e a velocidade. A língua de James começou devagar, gentil. Lily deu entrada e abraçou a nuca do moreno, colando seu corpo mais ainda ao dele – Como se pudesse atravessá-lo. James se sobressaltou com a saudade com que Lily beijava. Como se alguma coisa estivesse faltando antes. Mas ele não parou. Nem quando seus pulmões deram os primeiros sinais de protesto. Nem quando os pés de Lílian deixaram o chão, pois, sem perceber, ele a tinha levantado.
James não acreditava na própria sorte. A Ladie que ele mais queria, que o deixava louco, que ele amava. As mãos dela desceram pelas costas de James, depois pulando para o peito, enlouquecendo-o. Desceu os beijos para o pescoço alvo da Grifinória, sentindo aquele perfume que tanto gostava. Parecido com Mel, mas com uma nota que apenas a dona conhecia.
Os pulmões de Lily começaram a pegar fogo e, mesmo ela não querendo – Nem um pouco. – ela parou o beijo.
-Lily, eu... – James estava corado. James Potter estava corado. Mas ela sabia que, a esta altura, ela estaria trinta vezes pior. – Te quero tanto.
Ele fechou novamente o espaço entre os dois. Um beijo cálido, gentil e rápido.
Ela deixou as palavras tomarem conta, deixando tudo o que sentia e o que queria, principalmente, tomarem conta. Tanto de seu eu quanto de sua boca.
-Também te quero.
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É, o James é bem rápido. Sirius pensou divertido, espiando o amigo, enquanto entrava pelo Salão com Rachel a tiracolo. A garota estava abraçada a Sirius, retendo os movimentos do Maroto. Ela vestia um vestido dourado, decotado demais. O salto era alto demais e a maquiagem pesada demais. Ela não era Giovana, não conseguia ser ousada e delicada ao mesmo tempo. Não deixava Sirius diferente, e não fazia o coração do moreno bater mais forte.
Ele procurou a Ladie com os olhos e a encontrou. E sorriu. Ela estava sentada, na companhia de Letícia, olhando Rachel com um ódio descontrolado. Sirus fez sinal de desculpas a ela, rezando para que um dos amigos tivesse explicado a situação. Por Merlin, como ela estava linda! Linda com sempre, linda como ela sempre era. Atendendo a seu pedido, a cara de ódio se tornou um sorriso malicioso, que ele retribuiu antes de fazê-la rir, pedindo socorro, com uma cara hilária, enquanto Rachel olhava para o lado.
-É seria mesmo aquela história da condição? – Ela cochichou para a amiga, ainda sorrindo abobadamente para Sirius.
-Fica tranqüila. O Peter me contou, e ele não consegue mentir para mim. Ele não consegue mentir para ninguém.– Letícia disse, a cabeça ainda baixa. O sorriso que devia ser divertido não estava lá. Tudo que havia era dor – e um pouco de ódio quando ela olhava Remus e Giovanna dançando. E se beijando.
-Qual é Letícia! Você não pode ficar desse jeito por toda vida. Olha. – Ela levantou a cabeça da amiga com a mão livre. – O Diggory não tira os olhos de você. E o amigo dele também.... Ui, quem é aquele? – Ela secava o moreno de olhos claros, que conversava com Amos, a um canto. Ou melhor, tentava conversar com Amos enquanto o Lufano não tirava os olhos de Letícia.
-Quem? Ah, aquele é Jack Parker, um dos Tremor Bestas. Ele é solteiro, mas e o Sirius? – Letícia levantou o olhar, recebendo uma piscadela de Diggory. Ela sorriu amarelo para ele.
-Ele veio com a Ronsin, por causa da condição, certo? E por causa disso eu não vou ficar sem companhia. – Ela se levantou, levando Letícia consigo. – E nem você.
Elas se aproximaram lentamente, felinamente. Os olhos de Amos brilharam, e ele cutucou Jack com o cotovelo. O rapaz levantou o olhar e encontrou os olhos azuis da Grifinória, fitando-o com intensidade, sem sentir outro par de olhos. Desta vez, cinzas e cheios de fúria.
Sirius assistia Giovana flertando descaradamente com aquele Zé ninguém Lufano. Ela nem o conhecia! Mas, quem era ele para dar sermão em Giovana? Ele, tão cafajeste, tão cachorro. Coisas de que ela sempre o acusava, e que ele nunca percebera serem verdade, até aquele momento.
-Então... Jack não é? – Ela aproximou-se do garoto, que ganhava uma cor diferente a cada segundo. Era isso que Giovana mais gostava quando se aproximava de algum cara. As reações.
-É. É Jack sim, Giovana. – Um par de mãos fortes se fechou em torno da cintura da morena. – Um dos meus "Amigos".
-Breno, me larga. Agora. – Giovana reclamou, sentindo o aperto do loiro se cerrar mais ainda. – Você sabe que não manda em mim.
Giovana procurou por Letícia, mas a amiga estava ocupada demais – Tentando desviar de Diggory. Estava sozinha, e percebeu isso quando Breno a puxou violentamente para o jardim.
Ele a levou até um canto afastado. As sombras cobriam os dois, mas as luzes das árvores iluminavam o rosto do Lufano, mostrando pura raiva, e medo nos olhos de Giovana. Não se permitia a esse tipo de coisa, mas o aperto em seu pulso machucava e sem sua varinha – Confortavelmente colocada no fundo de seu malão – ela não tinha como revidar, sendo que Breno tinha o dobro de seu tamanho. Teria de pensar rápido em alguma coisa.
Breno a soltou, colocando-a prensada entre ele e uma parede, os braços impedindo uma possível fuga. As sobrancelhas juntas do loiro mostravam frustração, acima de tudo.
-O que você tem com o Parker? – Ele perguntou rapidamente, frio.
-Eu o conheci hoje Breno. Não tem porque você ficar desse jeito! – Ela disse sincera, tentando manter o Lufano sob controle.
-Você estava dando em cima dele não é? Eu vi com meus próprios olhos, não adianta negar. Você é minha não se esqueça disso. Nunca.
Giovana tentou se desvencilhar dos braços do garoto, sem sucesso.
-Eu não sou de ninguém, e nunca serei, entendeu? Estou ficando com você, não namorando. E, alias, se você continuar a achar que manda em mim, não vou mais ficar com você.
-Quem disse que eu quero apenas ficar com você? – Ele prensou Giovana com os quadris, e desceu as mãos sobre a blusa da Grifinória. Socorro.
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Jonh subiu os degraus de dois em dois, olhando distraído para as imperfeições do piso. Abriu a porta da Sala Comunal e jogou a mochila em um dos sofás. Decidiu ir até o banheiro antes e, ao se aproximar da porta, escutou um choro abafado, vindo do outro lado da divisória. A divisória feminina.
Você não vai entrar lá. Ele disse convicto a si mesmo. Convicto nada! Só se ligou disso quando estava parado em frente à outra porta, a mão na maçaneta, tremendo. Fraco.
A mão girou automaticamente e ele se deparou com uma visão indesejada: Vittoria estava sentada na borda da verdadeira piscina que era a banheira, os cabelos grudados no rosto, pelas lágrimas grossas que escorriam dos orbes, escondidas pelas mãos.
-Vi? O que aconteceu? – Vai, seu IMBECIL! Pergunta mesmo! Como se não pudesse adivinhar que seu nome está envolvido... Ele se xingou mentalmente.
A morena levantou a cabeça assustada, surpresa. Era uma coisa de dar dó. Vittoria nunca chorava em publico. Sempre escondida. Mas, vê-la chorando, pela primeira vez, e ser o motivo das lágrimas quentes que borravam a face da Grifinória era cruel.
-Vai, sai daqui. Quero ficar sozinha. – Ela tentava não gaguejar enquanto falava. Debruçou-se novamente no azulejo gelado que cobria as bordas da banheira, ignorando Jonh.
E Jonh ignorou os próprios avisos mentais e sentou-se ao lado dela, e puxando-a para seu ombro. Ele sentiu as lágrimas borrarem e molharem o uniforme mas não se importou. Nunca mais queria ver uma gota de tristeza ser derramada por sua causa. Se alguém o fizesse se veria com ele.
-Desculpe. – Ele sussurrou calmo.
As mãos da garota se espalmaram no peito do rapaz, empurrando-o com desprezo. Ódio transbordava tanto dos olhos quanto da boca de Vi.
-VAI EMBORA! EU QUERO FICAR SOZINHA, VAI EMBORA! – Ela gritou, se afastando dele e chocando-se com a parede. Ela gemeu baixo, e ignorou a pequena dor na base da coluna. Isso não era nada. Nada como ter o coração partido em um milhão de pedaços.
-Eu não saio até você me perdoar. – Ele tentou se aproximar, mas ela desviou, andando agora para o centro do banheiro e continuou a berrar.
-É TUDO CULPA SUA DENT! EU TENTEI DE TUDO, E AINDA NÃO CONSIGO PARAR DE PENSAR EM COMO VOCÊ ESTRAGOU TUDO!
-Culpa? – Ele se descontrolou. – Do quê? De fazer você sentir alguma coisa que não seja alegria pela desgraça dos outros? Que não seja ódio de uma pessoa que você mal conhece?
Vittoria parou. Parou de gritar, parou de se mexer e parou de respirar, até. Os olhos sumiram novamente, quando baixou a cabeça e deixou os cabelos de cortina.
-Você não venha me dizer isso. A culpa é sua por que você sempre me disse que realmente gostava de mim. E eu criei esperanças, escutou? É isso mesmo. Eu sempre correspondi, o problema é que você não teve coração para perceber! Porque na noite passada, você se igualou ao Malfoy! Tudo que eu achei que você não era, você se tornou! Você não tem o direito de dizer que eu não sinto nada, porque agora, por exemplo, eu sinto NOJO DE VOCÊ! Você não me conhece para me julgar Dent, e nunca vai conhecer.
Ela limpou as lagrimas com o lado da mão, e tentou ir em direção da porta. Qual não foi sua surpresa quando as mãos de Jonh se fecharam em seus braços e a chocou contra a parede. Os braços da Grifinória foram suspensos e presos acima de sua cabeça, por uma das mãos de Jonh, enquanto a outra fechava passagem do outro lado da cintura de Vittoria.
Ele não disse nada. Apenas entrou na imensidão dos olhos chocolate que tanto amava, cheios de mágoa. Não ódio, não nojo, mas mágoa. Coisa trezentas vezes pior. Mas, isso não o fez pensar duas vezes antes de tampar o próximo berro com sua boca.
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Sirius despistou Rachel, tentando ficar um tempo junto de Giovana, mas não conseguiu encontrá-la em lugar nenhum. Tinha perguntado a Letícia, que fugia de Amos, mas a garota só disse que Breno a tinha puxado para algum lugar. Amos passou por Sirius, procurando por Letícia.
-Você a viu Black? A propósito, você sabe do que ela gosta? Ah, vai, me conta, porque eu queria dar alguma coisa pra ela e....
-Diggory, Diggory cala a boca! Relaxa cara! Eu não, não vi a Letícia, mas, você viu o Sand com a Giovana?
-Vi, o Breno levou a Morsen pros jardins, não faz muito tempo. Cara, o que houve? Você parece um fantasma!
Sirius não esperou Amos terminar de falar e voou até a passagem do jardim. Procurou Giovana com os olhos, mas foram os ouvidos que o ajudaram. Longe dos outros casais, ele escutou um gemido abafado, vindo de um canto escuro.
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-Me larga, agora Breno! Me larga! – Giovana reclamava, tentando não ficar com mais pânico do que já estava. O Lufano cafajeste passava as mãos de gorila por todo o seu corpo, um brilho doentio nos olhos. – Eu não quero que você faça nada comigo, por favor, eu imploro.
Uma lágrima grossa e quente escorreu pelo rosto de porcelana, deixando um rastro de lápis preto por onde passou. Breno avançou para sua boca novamente, machucando a Grifinória. Ela mordeu a língua do Lufano e sentiu o sangue lhe tocar a boca.
-Hey, gracinha, eu não gosto disso escutou? Você é minha, e tem que me obedecer, escutou? – Giovana olhou fundo nos olhos conhecidos, e tentou achar uma explicação lógica para tudo aquilo. Breno nunca tinha a tratado assim. Nunca fora pervertido ou grosso e violento. A resposta veio da cor dos olhos verdes tão conhecidos. Porque não estavam verdes, e sim esbranquiçados e opacos.
Imperius? Dentro de Hogwarts? Ela pensou desconcentrada. Um rosnado alto lhe trouxe de volta, e ela não pode deixar de sorrir ao encarar o enorme Labrador negro pular sobre Breno. O loiro caiu inconsciente e Sirius transformou-se, abraçando Giovana aliviado.
Ela o abraçou com força, dando um selinho demorado no Maroto, que sorriu safado novamente. Era bom estar calmo novamente e em seu estado normal e não-meloso.
-Sirius, preste atenção. – Disse ela, calma. – Vá chamar os outros, menos Vittoria e Jonh, falo com eles mais tarde. Eu vou levar o Sand para a Sala Precisa, pela passagem aqui de fora, peça para Lily passar no estoque e pegar Veritasserum, ok?
-Eu entendi, mas por quê?
-Preste atenção. – Ela abriu um dos olhos do Lufano, mostrando a inércia. – Não sei como, mas é Imperius.
-Imperius? Aqui? Mas, como? – Ele se exaltou.
-Isso nós vamos descobrir, não é? Agora vai.
Sirius correu novamente para dentro, puxando Letícia, que fugia de Amos, Lily e James, abraçados em uma cadeira, Luiza que dançava com Regulus e Remus de uma manhosa Giovanna.
Lily escutou a história e correu até o estoque, enquanto os outros seguiam até o sétimo andar. Quando chegaram, Sirius passou pela parede lisa três vezes e a porta apareceu. Giovana estava sentada em uma das cadeiras, postadas em frente a uma outra, que acomodava Breno, ainda inerte.
-Como aconteceu? – Lily se aproximou cuidadosa, também examinando as córneas do rapaz. – É, definitivamente Imperius... – Ela comentou.
-Ele me levou até o quintal e... Bom, tentou.... Ãh.... – Ela balbuciava, e olhou para Sirius pedindo por ajuda. O Maroto passou o braço pelos ombros da Grifinória, reconfortando-a.
-Isso não vem ao caso. O negocio é que eu apaguei o idiota, daí a Gi percebeu que era Imperius foi isso.
-Talvez devêssemos chamar a Mcgonagall. Afinal isso é sério, e assunto do Ministério.
-Lily, não dá pra contar para ninguém. – James explicou calmo. – Alguém enfeitiçou um aluno, e esse aluno tentou.... Ãh... Abusar da Giovana certo? Isso quer dizer que essa pessoa está querendo mexer com um de nós ou alguma outra coisa doentia.
Lilian concordou, recostando a cabeça no peito de James. Todos pareceram parar um minuto para apreciar um milagre.
-Posso saber como isso aconteceu? – Letícia riu.
Os dois deram de ombros, rindo também.
-Gente, desculpem-me, geralmente sou eu quem faz piadas em horas como estas, mas estamos em uma situação um pouco séria, não acham? – Sirius indicou o frasco seguro nas mãos de Lily. – Mas, eu ainda acho que devemos chamar os três.
-Eu posso ir chamá-los, e vocês começam sem nós, certo? – Luiza sugeriu. – Ou preferem esperar?
-Vamos esperar, para podermos analisar a situação mais calmamente. – Disse Remus, acomodado em uma das cadeiras. – Pode ir Lu, nós temos a noite toda, e a banda é só mais tarde.
Luiza saiu em disparada até a porta, indo até o Quadro da Mulher Gorda.
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Vittoria estava sentada no sofá, abraçando seus joelhos. A Maquiagem e o cabelo já arrumados, mas a cabeça ainda palpitando em duvidas. A mão, sem controle, brincava com o pingente de seu novo colar. Uma corrente dourada, simples com uma chama feita de ouro pendurada. Ela, e nenhuma das outras Ladies, tinham visto o símbolo de compromisso dos Marotos, só agora.
Jonh veio por trás do sofá, abraçando-a. Usava uma calça jeans escura; camiseta verde musgo; um boné branco com detalhes em verde e um tênis branco.
-Pronto? – Ela murmurou, enquanto o loiro desenhava beijos em seu pescoço.
-Pronto. – Ele a puxou e ela riu. O riso doce que ele amava tanto.
Os dois estavam indo em direção a porta quando ouviram um barulho, vindo do lado de fora. Jonh abriu a porta devagar, pegando Peter caído por cima de Luiza, que parecia paralisada.
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-Ei, Pettigrew? – Luiza veio correndo, chamando Peter, que saiu do buraco do retrato, tornando-se humano novamente.
Ele abriu um sorriso radiante. Primeiro, porque o plano entre eles tinha funcionado, Vi e Jonh estavam juntos. Segundo, estava com um bom pressentimento sobre Luiza e Regulus terem brigado.
-Como foi? – Ela perguntou primeiro, a curiosidade chamando mais alto.
-Cara, eu nunca vi alguém ficar tão furiosa na vida, mas o Jubas sabe amenizar as coisas muito bem.
Luiza levantou uma sobrancelha, sem paciência.
-Pettigrew, desembucha logo.
-Se você me chamar de Peter eu digo, amada Luiza. – Qual era o problema dele? E ela achava que as bebidas estivessem lá embaixo, na festa.
Sua mãe sempre falara a ela para ir a um Psicólogo Bruxo, mas ela nunca iria controlar a raiva mesmo...
-Fala logo Peter! – Ela deixou escapar, enquanto chacoalhava o rapaz de leve.
-Para de me sacudir! – Ele reclamou.
-Então fala logo!
-Para!
-Fala, por Merlin, Peter! Eu faço qualquer coisa!
Ele inverteu posições, segurando os braços da morena, fazendo-a parar de sacudi-lo.
-Qualquer coisa? – Ele foi se aproximando, os olhos se fechando. – Até agradecer?
-Pelo que? – Ela disse em um fio de voz.
-Por salvar sua vida.
Os olhos da baixinha se arregalaram e ela caiu para trás, levando Peter consigo. Nesse minuto, a porta se abriu, revelando Jonh, com Vittoria logo atrás, as mãos dadas.
-Interrompemos alguma coisa?
-Pettigrew, sai de cima de mim. Agora. – Luiza pediu, ainda chocada. Regulus não tinha salvado sua vida. Fora Pettigrew o tempo todo? Ela não pode resistir olhar os braços do Maroto de relance e contatou o imprescindível: Eram gigantes.
Ela se levantou, ignorando Peter agora mais do que nunca, e explicou a situação para os três.
-Bom, o Sand levou a Giovana para os jardins e... Bom, eu... Ele... Tentou.... Ãh....
-Ai Meu Merlin! – Vi exclamou. – Ela está bem? Ele... Conseguiu?
-Não, ainda bem. – Luiza continuou. – Estamos todos na Sala Precisa, porque Sirius chegou na hora e apagou o Breno. Vamos começar um interrogatório, ver se ele lembra quem o mandou fazer isso.
-Mandou? – Jonh indagou.
-Ele estava sob o efeito da Imperius. – Eles ofegaram.
Os três assentiram e voltaram até a Sala, calmos. Peter retardou os passos ficando ao lado de Luiza, e deixando Jonh e Vi na frente.
-Vai me agradecer? – Ele roçou o braço no dela, fazendo-a lembrar da cena no campo.
-Eu... Ah, deixa para depois ta legal? – Começou a andar em passos rápidos, indo e voltando três vezes e entrou na Sala.
Todos os olhares dispararam em Vittoria e Jonh, que entraram com olhares assassinos um para o outro – brincando com os amigos, obviamente, pensou Luiza.
-O que houve? – Remus arriscou. – Vocês brigaram?
Os dois riram rapidamente, e Vi puxou a corrente para fora do decote.
-Aleluia! Merlin, obrigado! – Sirius abraçou Jonh e Vi ao mesmo tempo, fazendo a morena corar. – Que Morgana abençoe vocês dois, e que tenham muitos filhinho e que eu seja o Padrinho, é claro!
Jonh socou Sirius de leve, e Giovana pigarreou, em meio aquela diversão toda.
-Podemos começar? – Ela fez um gesto para as cadeiras, agora mais três haviam parecido.
Lily chamou Vi para mais perto do Lufano. A morena ouviu o que a Ruiva pedia e sacou a varinha, murmurando um feitiço.
-Enervate.
Os olhos verdes abriram confusos, com a visão focalizando. Tentou se mexer, mais percebeu as correntes de ferro que o prendiam a cadeira.
-Mas o que é que está acontecendo? – Ele reclamou, tentando se soltar mais fervorosamente.
James se aproximou ao sinal de Lily e segurou a cabeça do rapaz, com a boca entreaberta. Três gotas sem cheiro e sem cor caíram de dentro do frasco e Breno paralisou, depois relaxou e a cabeça cedeu para frente.
-Qual é seu nome? – Giovana começou dura, testando a poção.
-Breno Miller Sand. – Ele respondeu, sem se mexer.
-Sabe quem somos?
Ele levantou a cabeça e fitou cada um deles.
-Claro que sei. Foncan, Dent, Evans, Potter, Sinel, Pettigrew, Lupin, Black, Handel e, minha preferida, Morsen. – Ele deu um sorriso cafajeste, fazendo Sirius tremer na cadeira.
-Conte-nos o que fez essa noite, a partir das 19h00min.
-Sai da aula de Feitiços para encontrar Jack e Amos, na biblioteca. Quando cheguei lá, eles não estavam, então voltei até o Dormitório...
-Encontrou com alguém pelo caminho?
Ele fez silencio antes de responder:
-As Royals, no quarto andar, os Lordes, saindo das estufas e... O Professor Robson, saindo da cozinha.
-Falou com algum deles?
-Com o Professor, mas ele disse alguma coisa sobre um feitiço que eu devia aprender ou alguma coisa assim.
-Essa pessoa deve ter pegado ele de surpresa, depois de falar com o Professor, certo? – Sirius palpitava. Os outros concordaram.
-E você não se lembra se mais alguém falou com você, Sand? – Giovana continuou, as sobrancelhas unidas.
-Lembro. Lembro de me vestir, descer e ver você com o Jack– Ele disse gelado. – Depois, nada.
Interessante, Pensou Giovana, Parece que ele só começou a agir sob a maldição quando sentiu raiva.
-Isso não pode ter sido feito por um aluno, só se ele for anormalmente poderoso. Seria extremamente complicado fazer um feitiço com timing. – Remus deu voz a seus pensamentos.
Luiza estava com a cabeça entre as mãos, tentando manter os pensamentos na questão, mas sempre que conseguia focar-se a voz de Peter ecoava em sua cabeça. Por salvar sua vida.
Regulus falaria, se ela perguntasse, certo? Porque ela estava culpando Reg? Ele nunca tinha mencionado esta questão, ela pensara isso. Mentira, você sempre acho que fosse Pettigrew não foi? Suas amigas sugeriram o Black bebê não? Admita!
-Eu vou descer. – Ela disse fria, correndo a passos rápidos para a porta. Abriu as portas altas com porta e se permitiu escutá-las bater, enquanto uma lágrima feita de gelo desceu por sua bochecha.
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-O que deu nela? – Jonh perguntou assustado.
Letícia sentiu a garganta arder, e tentou engolir o calor que sentia. Vontade de gritar o que vira, e de gritar com Pettigrew, por ter contado a ela de uma forma certamente errada, seja lá como ele tenha feito isso.
-Eu vou atrás dela. – Disse Peter, um sorriso escondido no canto dos lábios. – Deve ser uma bobeira.
Ele levantou-se e também saiu, deixando os Grifinórios confusos, menos Letícia, que escondeu a cara nas mãos.
-Você tem dedo nisso tudo. – Giovana arriscou.
-Lembram o dia em que fomos até a floresta? – Ela levantou a cabeça vendo as amigas concordarem e os Marotos continuarem com cara de quem não deviam estar ali. – Quando vi a memória da Luiza, eu não vi o Regulus. Vi o Peter.
-Ai Meu Merlin. – Lily correu até a porta.
-Lily, onde você vai? – James perguntou e ela parou, virando-se.
-Se o Peter contou a Luiza como acho que contou, e agora está indo atrás dela para fazer o que penso que ele vai fazer, não vou deixá-la sozinha!
-Lily, se eu entendi tudo o que aconteceu aqui, eu deixaria os dois. Porque, com todo respeito Sirius, eu prefiro ela com o Peter do quê com o Regulus. – Vittoria disse, encostada no ombro de Jonh.
-Eu concordo com você moreninha, mesmo que eu não tenha entendido uma palavra do que a Letícia disse. – Sirius disse relaxado.
Jonh sorriu e concordou.
-O Peter não é idiota a ponto de forçá-la a alguma coisa. Ele sabe que seria um cafajeste de primeira, e sabe que a Luiza não fica quieta quando não gosta de alguma coisa.
-Bom, pelo jeito – Remus se levantou, espreguiçando. – Eu acho que o relatório relâmpago já acabou. Posso apagar a memória do Sand ou alguém pretende fazer isso?
Giovana deu permissão a Remus e, com a ajuda de todos, levou um Breno apagado de volta aos jardins.
-Agora podemos voltar lá para dentro. – Ela disse feliz, olhando Sirius com uma imensa gratidão. – Ele vai achar que apagou ai.
-Então nada impede a Madame a me acompanhar até lá dentro, e assistir a Banda. – Ele olhou o relógio de pulso. – Que vai começar agora.
Eles entraram exatamente quando a banda contratada começou a cantar. Sirius levou Giovana até a multidão; Lily e James e Jonh e Vittoria seguiram até a mesa para assistir de lá. Remus sobrou ao lado de Letícia.
Uma musica animada começou, e todos começaram a dançar despreocupados. Os olhos de Letícia passearam pelo Salão vendo os amigos se divertindo e, sem nada para fazer, tratou de prestar atenção a letra da musica que começava. (N/A: Accidentally In Love, Counting Crows.)
So she Said what's the problem baby?
What's the problem I don't
know
Well maybe I'm in Love (Love)
Think about it every
time
I think about it
Can't stop thinking 'bout it
How much longer Will it take to cure this
Just to cure it cause
I Can't ignore it's Love (Love)
Makes me wanna turn around and
face me but I don't know nothing 'bout Love
Luiza correu até os Jardins, jogando-se de costas em uma arvore, e escorregando até encontrar o chão. Deixou a cabeça relaxar, tentar parar de latejar para tentar colocar os pensamentos em ordem. Qual não foi sua surpresa quando ouviu passos as suas costas.
-Lu? – Ela agradeceu ao reconhecer a voz de Regulus. – Você tá legal?
Ele sentou-se ao lado dela, passando os braços em volta da Grifinória, que tremia sem realmente sentir frio.
-Posso perguntar uma coisa? – Disse ela tentando um sorriso que saiu como uma careta.
Come on, come on
Turn a little faster
Come on, come on
The world Will
follow after
Come on, come on
Cause everybody's after Love
Remus trocava o peso, de um pé para o outro, nervoso. Giovanna tinha se despedido dele quando Sirius chamou-o, alegando dor de cabeça. Ele disse que talvez não voltasse à festa também e ela concordou, despedindo-se com um selinho superficial.
-Quer beber alguma coisa? – Perguntou ele, a Letícia tentando quebrar o silêncio.
Ela fez que sim com a cabeça e ele afastou-se, indo em direção da mesa de bebidas. Quando chegou um casal, que se beijava distraidamente interrompia a passagem. Quando ia pedir licença, ele olhou atentamente para os dois. O rapaz tinha cabelos pretos e arrepiados e a menina... Era loira e usava um vestido rosa de cetim claro com uma renda preta por cima. Ou seja, ele concluiu quase que sorrindo da situação, eu acabo de ganhar chifres. Pois o casal era Gabriel Della Vegga e Giovanna Spadin. Naquele momento ele só conseguia pensar em três coisas. Primeira: Vingança. Segunda: Aquela música era inapropriada demais para o momento. Terceira: A Autora dessa Fanfic gosta de me ver sofrer. (N/A: Mentira, eu te adoro Lobinho =])
So I Said I'm a snowball running Well baby I
surrender
Running down into the
spring that's coming all this Love
Melting under blue skies
Belting out sunlight
Shimmering Love
To the strawberry ice cream
Never ever end of all
this Love
Well I didn't mean to do it
But there's no escaping
your Love
-Claro, pode perguntar. – Ele respondeu, dando de ombros.
-Pode parecer idiota, mas, foi você que me salvou de cair, no campo de Quadribol? – Sua respiração aumentou significativamente.
-Quando?
These lines of lightning Come on, Come on
Mean we're never alone,
Never
alone, no, no
Move a little closer
Come
on, Come on
I want hear you whisper
Come on, Come on
Settle
down inside my Love
-Pontas? – Remus cochichou no ouvido de James, para Lily não escutar. – Preciso de ajuda.
-Que aconteceu, Aluado?
-Aquilo aconteceu. – Ele apontou para a mesa de bebidas, onde Giovanna e Gabriel ainda se engoliam.
James tentou segurar o riso, quando o Sonserino levantou a garota, pousando-a na mesa.
-Não é comigo que você tem que falar, cara. É com o Sirius.
Come on, come on
Jump a little higher
Come on, come
on
IF you feel a little lighter
Come on, come on
We were
once
Upon a time in Love
-No dia do nosso primeiro jogo de Quadribol, feminino. Você estava de apanhador.
-Ah, o dia em que vocês ganharam de lavada? – Ele riu e ela forçou uma risada.
-É, só que de manhã.
We're
accidentally in Love
Accidentally in Love
Accidentally in Love
Accidentally in Love
Accidentally in Love
Accidentally in Love
Accidentally in Love
Accidentally in Love
Accidentally
-O que você precisa é fazer o mesmo, Aluado. – Sirius cochichou. – Quer ver... – Ele começou a passar os olhos pelo salão, procurando alguma menina para ajudar o amigo.
Remus sentiu uma mão delicada lhe cutucar o ombro. Era Letícia.
-Sabe que posso escutar sua conversa do outro lado do Salão, sou Animaga lembra? – Ela cochichou, sorrindo. – Eu ajudo você. Vem.
Ela o puxou deixando Sirius e Giovana sozinhos novamente. Os dois foram até a mesa de bebidas e Lê começou o teatro.
-Faça o que eu fizer ok? – Ele concordou, sem perceber os olhos fixos na boca da Ladie. – Três, dois...
Remus fechou o espaço entre os dois, beijando-a com ferocidade. Os braços se fecharam automaticamente na cintura da Grifinória, o tecido da blusa dela subiu, deixando a pele da barriga em contato com as mãos do Maroto. As mãos dela passearam pelo peito do rapaz antes de mergulharem no cabelo de Remus. Os dois estavam próximos do outro casal, o que facilitou Letícia a chutar a perna de Gabriel com força.
-Hey! – Os dois se separaram, e Giovanna deixou escapar um gritinho baixo quando viu Remus e Letícia.
-Lupin!
Letícia parou o beijo, deixando Remus bravo antes de perceber que ela já tinha chamado a atenção dos dois ao lado. Ele não estava ligando a mínima para Giovanna e o Lorde. Queria beijar Letícia novamente, disso ele tinha certeza.
-Ah, Oi Giovanna. Esqueci de te avisar, acabou. Alias, não tinha o que acabar, certo? Não tínhamos nada mesmo. – Ele brincava com a cintura de Letícia a cada palavra, fazendo a Ladie enrubescer aos poucos.
-Como assim não tínhamos nada? – A outro perguntou, histérica.
-Eu só fiquei com você por diversão, querida. Agora, se me der licença. – Para surpresa de Letícia, ele a virou, beijando-a apaixonadamente.
I'm In Love, I'm in Love, Accidentally I'm In Love, I'm in
Love,
I'm in Love, I'm in Love,
I'm in
Love, I'm in Love,
I'm in Love, I'm in Love,
I'm in Love, I'm in Love,
Accidentally
-Ah, lembrei. Fui eu sim, por quê?
Luiza sentiu um enorme solavanco no estomago. Ele estava mentindo na cara dela. Descaradamente mentindo que salvou sua vida.
-Eu preciso ir, a... Lily me pediu para encontrar ela. Depois eu falo com você ok?
As lágrimas já corriam descontroladas pelo seu rosto. Ela entrou correndo pelo salão, se enfiando na multidão até achar uma cabeleira Ruiva.
-Lu? O que aconteceu com você? Foi o Pettigrew não foi? Sabia que aquela Ratazana desalmada não tinha tato mesmo, e....
-Fo-foi o Re-regulus. – Ela soluçou. Lilian ficou branca.
-O que foi que aquele idiota fez?
Come on, come on Love...
Spin a little tighter
Come
on, come on
And the world a little brighter
Come on, come
on
Just get yourself inside her
Os dois se separaram para tomar ar, Lupin com um sorriso bobo e Letícia mais vermelha do que nunca.
-O que foi que eu vi naquela loira? – Ele riu.
-Sabe que eu me perguntei a mesma coisa? Mas, agora é minha vez de ficar muito confusa. – Brincava com um dos brincos enquanto ele não soltava de sua barriga.
-Eu não sei como te responder, por que eu também to confuso. Eu... Não consegui ficar sem beijar você, estando ali na sua frente. Sei lá, eu sou novo nisso.
-Nisso?
-Amar.
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Sirius dormia tranquilamente, mas foi acordado por um grito múltiplo do resto dos Marotos. Uma sirene tocava alta, estourando os tímpanos de todos. Os cinco marcharam para fora do quarto, ao mesmo tempo em que as Ladies faziam o mesmo. Todos com as caras amassadas e paciência baixa, encararam Caiden Rush e a Professora Mcgonagall, com pequenos sorrisos no rosto.
-Mas o que é que tá havendo? – Lily reclamou olhando para o relógio de pulso, enrugando a testa. – Incêndio?
-Não, Srta. Evans. O Senhor Rush requisitou a entrada na Sala, urgente, para rever as táticas algumas vezes. – Mcgonagall explicou, como se fosse normal acordar alguém as 05h00min da manhã. – Vou deixá-los à vontade.
Eles esperaram Mcgonagall fechar totalmente a porta, antes de soterrarem Caiden com insultos.
-Você tá achando que é o que? – Vittoria começou, tentando endireitar o pijama, e sendo imitada pela maioria da Sala.
-Capitão desse time. – Disse ele calmo.
-Pode até ser. – disse James, abraçando a Ruiva por trás. – Você é Capitão do time.
-E não das Realezas. – Completou Letícia, largando-se no sofá com Remus.
-É, mas isso não interessa agora. Se quiserem ganhar, tem que se esforçar.
-Detalhe, se não dormimos bem, provavelmente vamos jogar absurdamente mal, e cair cochilando das vassouras. – Peter apontou, olhando para Luiza de hora em hora, que por sua vez se mantinha o mais longe possível dele, ainda extremamente confusa.
-Eu concordo, olha só. – Sirius apontou para a morena, que cochilava apoiada no ao da porta. – GIOVANA!
Ela acordou como se alguém tivesse cochichado em seu ouvido, não tendo muita noção de tempo e espaço. Ela foi se arrastando até outro sofá, encolhendo-se como uma bola.
-Ninguém vai agüentar, Rush. – Jonh tentou argumentar, mas a Capitão não escutou. Ele sacou a varinha fazendo aparecer uma palheta, que tinha os esquemas do jogo. Antes de começar o discurso, ele observou a sala.
James estava sentado no chão, com Lily quase desmaiando em seu colo; Vi e Jonh dividiam uma poltrona; Sirius tentava manter Giovana acordada dando beijos em seu pescoço; Letícia tentava se esquivar das caricias de Remus, rindo o tempo todo. Peter e Luiza eram os únicos diferentes, Peter não parava de olhá-la, quase suplicante, e ela parecia transtornada, mas também o observava de vez em quando.
-Estamos perdidos. – Ele murmurou, fazendo a atenção voltar para si.
-Por quê? – Remus perguntou, achando que havia alguma coisa errada.
-Porque meu time é formado por casais! – Ele disse exasperado. – Nem um dos Marotos vai prestar atenção no jogo se uma das Ladies estiver por perto! E vice versa!
A Sala explodiu em risadas, menos por Luiza, que se limitou a sorrir fraca. Não conseguia ver a graça naquilo tudo. Nesse momento, Twink aparatou, junto com mais dois Elfos, todos munidos com três gigantescas bandejas, entupidas de comida.
Em pouco tempo os dez Grifinórios tomavam café como verdadeiros leões, nem ligando muito para as recomendações do Capitão, que já ficava sem paciência. Depois de duas horas de explicações, e quando o time podia recitar o plano de jogo de trás para frente, Caiden se deu por satisfeito e liberou todos para irem tomar um banho e colocar os uniformes. As meninas demoraram, como de costume, e, como de costume, Luiza foi a primeira a sair. Deu de cara com Peter e seguiu sozinha para o Grande Salão, sem dar explicações para ninguém.
-Ela tem o que? – Caiden perguntou, observando a porta por onde Luiza tinha saído feito um furacão.
-Nada, acho que nervosismo. – Sirius disse rapidamente, lançando um olhar rápido a Peter, que não conseguiu segurar um pequenino sorriso.
Depois de mais alguns minutos, as outras saíram do dormitório, também vestidas e saíram em companhia dos Marotos e de Rush, para o Salão, onde foram recebidos aos urros pela mesa da Grifinória, que brilhava em vermelho e dourado. Eles passaram sorrindo, e encontraram Luiza esperando na saída para os jardins.
Nesse momento outra levada de aplausos irrompeu do outro lado o Salão, quando os Lordes e as Vipers entraram pela enorme porta. Regulus avistou os Grifinórios e saiu em disparada na direção do grupo.
-Luiza. – Vittoria chamou, indicando o Sonserino com a cabeça. – Lá vem ele.
-Eu não quero falar com ele, nem escutar o que ele for dizer. – Ela escondeu a cabeça no pescoço de Lily, que acariciou os cabelos da amiga.
-Lu, Lu me escuta, por favor. Eu não quis dizer aquilo, eu entendi errado, por favor, eu.... – Regulus implorava, enquanto tentava ultrapassar a barreira humana, que Peter fazia com o próprio corpo. – Eu quero falar com ela, PETTIGRE ME LARGA!!!!
O punho do Black mais novo cortou o ar, mas Peter o segurou sem muito esforço.
-Black, eu não faria isso se fosse você. – Ele indicou os jardins para Lily, que assentiu e levou Luiza para longe, fazendo o Sonserino se debater entre os braços de Peter. – Você gosta dela não gosta? – Ele perguntou tentando acalmar Regulus.
-Gostar? Eu AMO aquela garota! Pettigrew, por favor, me deixa falar com ela. Eu não quis dizer aquilo...
-Se eu fosse você, e realmente gostasse dela, deixaria a Handel quieta por um tempo, ok? – Ele empurrou Regulus com força, fazendo o Sonserino perder o equilíbrio e cair no chão. – Mas se eu vir mais uma lagrima dela provocada por você, Quebro. Sua. Cara. – Ele soletrou, saindo atrás das meninas, com quatro Marotos surpresos em seus calcanhares.
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-Sejam Bem-Vindos, alunos de Hogwarts, a Final do Quadribol, da Guerra Das Realezas. – Arthur berrava pintado da cabeça aos pés em vermelho e dourado. – Hoje nós daremos fim á Primeira Parte Da Guerra, sendo que Lufa-Lufa está em terceiro, com quarenta pontos e Corvinal em ultimo, com trinta pontinhos pequenininhos. – Ele riu, e a Professora Mcgonagall o apreendeu, com um ligeiro sorriso. – Bom, – Agora sem animação nenhuma na voz. – agora vamos receber os Lordes Sonserinos, com apoio das irmãs Black, como Artilheiras.
A platéia verde e prateada aplaudiu fortemente, enquanto o time Sonserino entrava em campo fazendo malabarismos. Lucius pousou no meio de campo, com Madame Lerivan ao seu lado, sussurrando recomendações para a partida.
-E agora vamos logo ao que interessa! Entrando agora os Marotos, com o apoio de Luiza Handel, como goleira, e Lily Evans como Artilheira. Tomem cuidado com essas meninas, pois como diz o lema das nossas Ladies: Toda Rosa Tem Seus Espinhos! – A platéia Grifinória rugiu, explodindo em vivas e confetes que forravam o gramado de dourado. – A Goles é solta, o apito soou, o jogo começa!
James voava tentando se lembrar das recomendações de Caiden, quanto a não prestar atenção a Ruiva, mas era impossível na notar como ela era graciosa em cima de uma vassoura, driblando todos os Sonserinos e marcando um belo de um gol, com quinze minutos de jogo. Não demorou muito para a Sonserina também marcar, um gol feito embaixo do nariz de Luiza, por Bella.
-Sonserina tem a posse da bola, Black passa para Malfoy, e rola alguma coisa entre aqueles dois... Desculpe Professora. LUPIN ROUBA A BOLA!! – Ele urrou, por cima dos aplausos. – Ele passa para Pettigrew e... ELE MARCA! Grifinória 20 x 10!
Sirius sobrevoava o lado de Luiza, pronto para mandar um balaço na cabeça do primeiro que tentasse marcar. Ele observava a briga violenta entre os Artilheiros pela posse da Goles. Ele parou para perceber o sorriso maldoso no rosto de Bella, mas deixou aquilo de lado. Ela sempre usava um sorriso maldoso...
O tempo passou, e Grifinória continuou na frente da Sonserina por poucos pontos. Faltando 10 minutos para o termino do jogo, a torcida dos Leões comemorava a vitoria imprescindível.
-Evans está com a bola, ela dribla Black e dribla Malfoy. Stod que se cuide por que nada consegue parar essa Ruiva! Ela se aproximava do gol e.... EVANS ESTÁ SENDO SEGUIDA POR UM BALAÇO! Ela está contornando o campo, tentando se livrar do balaço errante, mas ele não para! LADIES NO CAMPO! Morsen, Foncan e Sinel invadem o campo, indo atrás de Evans!
James sentiu o coração na boca, vendo o medo no rosto de Lily. Viu Sirius e Jonh largando as posições, para tentar parar a bola, mas a Ruiva disparava em tal velocidade, que o próprio balaço copiava os movimentos, deixando os outros para trás. Sirius parou ao lado de James e apontou para o time Sonserino que assistia da outra extremidade do campo.
-Foi Bella. Tenho certeza que foi. – Ele não desgrudava os olhos da prima, que ria débil e estridentemente ao lado dos outros. Os risos da prima eram tão altos que podiam ser escutados por cima dos berros que o Weasley dava ao microfone.
-Evans está perdendo velocidade e o balaço se aproxima, E O BLACK MAIS NOVO VIU O POMO! – James disparou ao encontro de Regulus que voava bem atrás da bolinha dourada. Os dois se empurravam em pleno ar, indo quase de encontro com o lado Corvinal da platéia. Um grito encheu o campo, e James desviou o olhar a tempo de ver o balaço atingir Lily, pelo flanco direito, derrubando-a da vassoura, desmaiada. – EVANS CAIU!
Ele ia se arrepender disso, mas Lily era mais importante que um jogo estúpido. Ele virou a vassoura e usou as costas de Regulus como impulso. Ele virou um borrão para os outros, de tão rápido que voava. Ele se inclinou sobre a vassoura, ganhando mais velocidade ainda. Ele esticou os braços, correndo o risco de cair, a poucos metros do chão. Prendeu a respiração até sentir Lily em seus braços. Ele escorregou para o chão, deitando a Grifinória com delicadeza. Lílian estava totalmente inconsciente, e respirava com um pouco de dificuldade. O lado direito de sua cabeça sangrava, devido a um corte profundo da sobrancelha até a bochecha.
-Lily, Lily fala comigo. – Ele fazia carinhos nas costas da mão da Ruiva. – Por favor, que não seja grave. Por favor.
Um grito soou novamente, e levantou os olhos para ver Regulus rodeando o campo com o Pomo na mão. Ele se voltou para a Ruiva, sentindo os olhos marejarem, enquanto o resto dos Marotos e as Ladies pousavam ao seu lado. Com o tempo, todos os alunos estavam no campo, e os professores abriram caminho, junto com Madame Pomfrey.
-Ela vai ficar bem, Sr. Potter. – Ela disse depois de examinar a garota, e James observava ela ser levada para o castelo em uma maca. – Você agiu bem, Potter. Se você não chegasse a tempo, ela estaria em estado bem pior. – Ela deu uma palmadinha carinhosa no ombro de James.
-Não foi culpa sua, Pontas. – Sirius tentou reconfortá-lo, sem muito sucesso. – A culpa foi da Bella, foi ela e você sabe. Nós devíamos ter pensado nisso, achamos que ela não tentaria novamente, estávamos errados. Isso acontece. Ganhamos segundo do mesmo jeito.
Ele saiu, indo para junto das meninas, que ainda queriam pular no pescoço de Bellatrix. Ela, por sua vez, veio saltitando ao encontro do Potter.
-Como está sua Ruiva, hein Potter? – Ela perguntou sarcástica. – Bateu com a cabeça, hein? Sua querida sangue-ruim está dodói? – Ela riu como uma criança.
Ele saiu de perto da Sonserina, indo em direção das Ladies. Os olhos inchados de cada uma e a expressão feroz mostraram a ele que elas encaravam Bella.
-Não temos como provar nada. – Luiza reclamou, chutando o banco. – Não temos como denunciar aquela.... Humf! – Ela grunhiu.
-Temos que fazer alguma coisa. Temos que devolver, ela machucou Lily, e eu não pretendo deixar ela sair rindo dessa. – Vi disse, enquanto Jonh a abraçava tentando acalmá-la.
-James, o que vamos fazer? – Letícia perguntou, com o cenho franzido.
Ele não escutou exatamente o que os amigos disseram. Ele tinha os olhos vazios, enquanto olhava para o castelo. A imagem de Lílian em uma maca vandalizando seus pensamentos. Mas ele concordava com os amigos. Queria Vingança.
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N/A: E então gente??? Deplorável, Bom, Passável ou o que? Ahhh me respondam porque não me agüento!! AVISO MEGA-ULTRA MPORTANTE: Estão em desenvolvimento duas novas fic, em parceria com amigos meus. A primeira que eu iria postar seria junto com a Mááh Black, como ela chama no F&B, ela é uma artista incrível e posta os desenhos no Deviant Art (Procurem por MahhPiovesan ) Sobre o James desistir da Lily, e ficar com outra. NÃO SE PREUCUPEM, por q até eu amo esse casal. Muita coisa rola nessa fic, mas eu queria sinal verde para começar a postar. Vai se chamar "NO LIMITE", que vcs acham?
Bom, espero mtas Reviews, desculpem mesmo pela demora!
Bjokas, Vitty Weasley
