Capítulo X
Esperança
Mais calma, Kagome soltou-se dos braços reconfortantes da amiga e passou os dedos ao redor dos olhos para retirar os vestígios de suas lágrimas.
– Eu não posso me render. Tenho que enfrentar esse desgraçado. – Dizendo isso ela abriu a porta de seu quarto para ir falar com o odioso Naraku e saiu passando por uma Kagura estática, totalmente sem ação.
Desceu e foi direto para a não menos odiosa sala que pertencia àquele monstro. A poltrona dele encontrava-se de costas para a entrada, mas assim que ela entrou e fechou a porta ele se virou e encarou-a com crueldade.
– Seja bem vinda Kagome. É um prazer tê-la em minha sala. – Ele disse se levantando e sentando em sua mesa de forma a ficar de frente para Kagome, bem próximo a ela.
– Sinto não poder compartilhar desse prazer. No entanto... – Ela começou a responder com um tom carregado de sarcasmo, mas foi interrompida.
– Uh, a gatinha tem garras. – Naraku zombou.
– Mas não é isso que importa. – Kagome fez questão de ignorá-lo. – Eu vim aqui para te dizer que não vou trabalhar, Inu-Yasha pagou por esse mês, mesmo ele estando fora. Se você me obrigar a trabalhar ele com certeza vai querer o dinheiro que pagou de volta.
– Ele não está aqui para saber se você está trabalhando. E eu vou não perder a chance de ganhar em dobro. – Aquele homem continuava a zombar dela.
Chocada Kagome não soube o que dizer e ele continuou, mas desta vez a sua fisionomia era extremamente cruel.
– Para dizer a verdade, os motivos são outros. – Disse enigmaticamente e fez uma pausa. - Kagome, você tentou me fazer de idiota, mas não faz idéia de com quem está lidando. Achou mesmo que eu ia deixar esse casinho seu ir para frente? Não mesmo! Eu sei de tudo sobre você e Inu-Yasha, mas você não escapará de mim assim tão facilmente.
– Do.. do quê você está falando? – A garota perguntou sem poder ocultar a palidez que tomaa conta de seu rosto.
– Não adianta fingir para mim. Eu descobri que o idiota se apaixonou por você a ponto de lhe dar um anel de compromisso. Que patético! – O monstro soltou uma gargalhada que chegou aos ouvidos de Kagome como punhais.
Paralisada pelo choque, não tinha condição alguma de tentar fugir àquela verdade. Como ele conseguira descobrir?... na verdade isso não era importante, não mudaria nada!
– Diga adeus à Inu-Yasha, pois quando ele voltar eu o farei saber que você trabalhou mesmo ciente de que não precisava. E então, tenho certeza de que nunca mais ele vai querer saber de você.
– Eu... vou contar para ele que foi você quem me obrigou! – Kagome exclamou, os lábios tremendo de indignação.
– Mas é como eu te disse antes. Sei que você não vai dizer nada porque se não eu vou ter que dar um sumiço no seu irmãozinho. O que você acha?
– Eu odeio você, seu monstro! Eu te desprezo!
Kagome o encarava com ódio e cheia de ressentimento. Acabara de constatar que estava certa, o mau presságio se concretizara e agora estava perdida.
– Vamos Kagome, escolha! O amor de sua vida ou seu irmãozinho querido? – Naraku indagou com deboche.
Como escolher? Inu-Yasha era a sua vida, tinha certeza de que só seria feliz se o tivesse ao seu lado. Nunca poderia encontrar outro como ele... mas seu irmão... era ainda uma criança e não podia se defender, estava nas mãos de Naraku.
"Meu Deus, me ajude! O que eu faço?" – Kagome orou em silêncio.
Então com o coração despedaçado, hesitou um instante e então decidiu:
– Eu escolho... meu irmão. – Logo em seguida ela se levantou mas Naraku a impediu de se retirar agarrando seu pulso. Levantou-se também e segurou com uma das mãos o rosto da jovem pelo queixo.
– Fez a coisa certa, menina. E eu sabia que você faria isso. – Fez uma pausa e ordenou: - Circule! Não quero vê-la parada num canto se escondendo e... arrume-se com esmero, quero vê-la bem deliciosa, meu bem. – Dizendo isso Naraku lascou um beijo em Kagome que o repeliu com repugnância. Enquanto a via partir, ele deu uma gargalhada malvada.
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Enquanto corria pelos corredores daquela casa maldita para chegar até seu quarto Kagome sentia novamente as lágrimas verterem de seus olhos.
Uma dor profunda sufocava seu peito e quando chegou a seu destino simplesmente desabou em sua cama. Tentava controlar os soluços que lhe subiam pela garganta no entanto era impossível. Estava descontrolada e não conseguia enxergar a solução para acabar com seu sofrimento.
A porta abriu-se devagar e por ela entrou Kagura com a preocupação estampada em seu rosto. Sentou-se na cama da garota e não disse nada, esperando que Kagome se manifestasse. O que esta fez, assim que pôde controlar os soluços.
– Kagura, Naraku descobriu sobre mim e Inu-Yasha. Essa idéia de me fazer trabalhar não é para que ele ganhe em dobro e sim para separar de Inu-Yasha.
– Mas como ele conseguiu descobrir? – Kagura questionou consternada.
– Não sei, eu me fiz essa mesma pergunta mas não ousei perguntar nada, afinal não ia adiantar, o mal já está feito. – Kagome respondeu com amargura.
Kagura não disse nada... não havia o que dizer. Era tudo muito injusto. Sentiu uma dor imensa no coração, por si mesma, por Kagome e por todas as vítimas de Naraku.
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À medida que descia as escadas Kagome fazia inúmeras preces silenciosas. Um milagre! Só um milagre poderia salvá-la. Uma dor agonizante invadia seu coração. Ia trair Inu-Yasha e não sabia como poderia viver com essa triste realidade, pois nem a certeza de ter feito a escolha mais correta lhe aliviava a consciência.
A sua aparência naquele momento condizia perfeitamente com o que se passava em sua mente. Uma fragilidade e vulnerabilidade que cortaria o coração de qualquer um, no entanto, com Naraku isso não funcionaria, afinal, ele parecia desprovido de tal órgão.
Que agonia! Kagome sentia o olhar de Naraku sobre si.
"Circule!", ele havia ordenado. Não podia se esconder em nenhum canto para tentar passar despercebida, ele a vigiava, garantindo assim, que suas ordens fossem cumpridas.
Ela andava por entre clientes e as outras meninas da casa, rezando para que ninguém a abordasse, quando o seu olhar se encontrou com o de um jovem homem. Era alto, de cabelos castanhos cor de café e àquela distância seus olhos pareciam castanhos também.
Algo na forma em que a fitava fez com que Kagome não o temesse. Pena? Compaixão?... Compreensão?
Ele veio em sua direção e apesar de não sentir medo, a moça ainda teve uma imensa vontade de escapar, mas, esperou firmemente até que ele chegasse até ela.
– Olá, senhorita! Será que não haveria um lugar privado onde pudéssemos nos conhecer melhor? – Sua pergunta era carregada de formalidade, mas vinha acompanhado de um belo sorriso simpático.
Ainda atônita Kagome não foi capaz de responder antes que Naraku estivesse ao seu lado.
– Gostou da garota? Podemos combinar um preço... – O sorriso daquele homem abominável não conseguia esconder a sua perversidade.
– Claro... claro. – balbuciou o outro homem parecendo desconcertado.
– Kagome, vá para o seu quarto agora, farei com que o rapaz chegue até lá. - ordenou Naraku, em sua voz havia um leve tom de zombaria.
A moça não replicou, e sem olhar para nenhum dos dois se retirou. Assim que ficaram a sós, Naraku disse:
– Essa daí é uma verdadeira gatinha selvagem, não se engane com esse ar de inocência, ele é apenas aparente. Ignore seus protestos, não são verdadeiros. Na verdade, o que ela quer é ser dominada pela força. Eu te digo isso por experiência própria. – Agora seu sorriso era carregado de malícia.
O outro homem assentiu silenciosamente, era estranho, mas parecia que ele estava se sentindo incomodado com aquela situação.
– E então? Não a quer? – Naraku estava se impacientando. O que haveria de errado com o rapaz? Vai ver que ainda era virgem, apesar de que não parecesse tão jovem assim. Aquilo o divertiu.
– Quero, quero sim. – Se apressou a responder. – Me diga quanto quer e onde posso encontrá-la.
Enfim, Naraku deu um valor que deveria ser pago à própria moça e indicou como chegar até o quarto dela.
Assim que o homem mais jovem se foi, o outro se pôs a pensar. Cogitava se aquele rapaz era uma boa escolha para lidar com Kagome. Preferia um homem mais velho e com alguma perversão. Mas tudo bem, o importante era fazer a moça se perder logo. Como um homem precavido, não queria correr o risco de o namoradinho chegar antes que seu plano fosse posto em prática. Talvez devesse ter feito ele mesmo o serviço... afastou os pensamentos, afinal não era homem de se arrepender de nada. E além do mais, não poderia haver dois tolos que se apiedassem daquele pirralha, concluiu o pensamento mal contendo uma gargalhada malévola.
Kagome andava de um lado para o outro, seu coração batia descompassado e ela se perguntava se havia se enganado no julgamento daquele homem.
Ouviu batidas na porta e então teve a certeza de que seu coração poderia saltar pela boca. Muito pálida e abatida atendeu a porta. Sem dizer nada o homem entrou, um silêncio pairou por alguns instantes até que ele se pronunciou.
– Kagome, não tenha medo, eu sei quem você é e porque está aqui. Eu vim para cá justamente para te ajudar. Sua irmã me mandou.
Kagome mal ouviu as palavras dele e lágrimas silenciosas caíram em profusão de seus olhos azuis e rolaram pelo rosto delicado.
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A habitação do hotel era fria, vazia e totalmente impessoal. Ou será que essa impressão era causada pelo sentimento de solidão que estava tomando conta de seu ser?
Inu-Yasha se aproximou da janela e notou que o céu tornara-se índigo. Passara a tarde todo observando o tom azul celeste do céu, que lembrava a cor dos olhos da garota que agora era parte de todos os seus pensamentos e fazia seu coração bater descontrolado, e agora lamentava que ele tivesse escurecido.
Sentia imensamente a falta de Kagome, mas não podia voltar agora, imediatamente, como gostaria. Tinha desistido de pedir ajuda a seu pai para livrá-la daquela casa horrível, mas seu carro ainda estava no conserto e ainda precisava descobrir uma outra forma de salvar sua amada.
Estava confuso, mal conseguia se lembrar dos últimos acontecimentos. Eles passavam por sua mente de forma tumultuosa e desordenada.
Não sabia de onde tinha vindo o impulso que o fez dizer aquelas coisas a sua mãe… ou melhor: Kazumi.
Com esse ato, tinha perdido a valiosa ajuda que seu pai poderia dar... ou quem sabe, não. Agora a par de tudo o que significava a sua vida, não acreditava que seu pai lhe daria apoio.
Inu-yasha estava deprimido, sem saber que atitude tomar, pensava no endereço da mãe, mas estava indeciso sobre procurá-la. A única certeza que tinha era que queria estar com Kagome naquele momento.
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Oi, pessoal!
O tempo voou! Não acredito que passou mais de um ano desde a última atualização. Daquela vez eu ainda nem tinha ido para a universidade e agora já estou o quarto período. É Incrível! Foram 598 dias!
Peço apenas que me desculpem pela demora, não vou escrever um testamento com justificativas. Só posso dizer que não foi fácil para mim esse período que passei sem postar. Prometi várias vezes postar em determinado mês, mas infelizmente não deu. Então, não faço mais promessas.
Ah, tenho novidades para vocês: Depois de tantos comentários me acusando de ser má com Kagome, decidi mudar totalmente o rumo que a história ia tomar... quer dizer, esse não é bem o motivo... rsrsrs. Na verdade, eu estou tomando esta medida porque pelo caminho que estava a história não terminaria antes de eu formar. Vou encurtar bastante a fic, mas no fim das contas estou gostando da mudança, combina com meu atual estado de espírito.
Talvez um dia eu apresente para vocês a versão original.
Quero deixar claro que esta mudança vai apenas atrasar menos o fim da fic e não fazer com que ela acabe muito mais rápido.
Fiquei sabendo que não era mais permitido colocar as respostas das reviews aqui, mas como não tinha certeza e estou por fora das regras que andaram implantando no site, coloquei assim mesmo. Gostaria que, se possível, alguém me informasse direitinho. Algumas respostas podem estar contradizendo o que eu escrevi sobre encurtar a fic, mas é que já tem tempo que eu escrevi essas respostas. Foi antes de eu tomar a decisão de mudar o rumo da fic e para ser sincera não tive paciência de revisar.
Obrigada também a quem lê mas não comenta.
Aí vai as respostas para as reviews que vocês me mandaram e pelas quais fico profundamente grata.
Raquel: Oi! Tudo bem? Dessa vez levou muito tempo, né? Nem eu esperava demorar tanto para atualizar. Que bom que esteja gostando da fic. Obrigada por comentar. Beijos!
Manu Higurashi: Oi! Espero que você não tenha morrido, já que dessa vez eu demorei muito mais. Não vou te adiantar nada, porque se não perde a graça, é esperar para ver. Mas pode falar mesmo, é legal saber o que os leitores pensam e gostariam que acontecesse. Obrigada por comentar, fico feliz que a fic te agrade. Beijos!
Sakura-chan: Oi! Não fique triste, suas idéias são boas e você não está falando demais não. Apenas, o fato é que o "esboço" da fic já está praticamente terminado. Então eu posso ter usado as sugestões de vocês antes mesmos terem dito ou não. Ou seja, o que vocês sugeriram já pode estar nos próximos capítulos. Só que não será eu que vou contar, né? Melhor deixar um suspense... rsrsrs. Mas não desanime, dê opiniões, nada me impede de alterar algo que eu já tenha escrito. Aliás, é o que eu mais faço. E sinto te desanimar, mas ainda tem muita coisa para acontecer. Obrigada por comentar. Beijos!
Sanetoki-san: Oi! Que bom que gostou do capítulo! Nem me pergunte de onde eu tirei essa idéia maluca. Acho que eu quis usar o ditado que diz que filho de peixe, peixinho é... rsrsrs. Mas se agradou, está valendo. Obrigada por comentar. Beijos!
-Lo- Fm: Oi! Tomara que você ainda esteja esperando pela fique ansiosamente. Dessa vez bati o recorde! Eu fico muito agradeci por suas palavras, me deixaram lisonjeada. Pois é, eu sei que estou fazendo a Kagome sofrer muito, mas não se preocupe, tudo vai se resolver... mesmo que demore muuuiiiito... rsrsrs. Nossa, acho que estou malvada hoje. Obrigada por comentar. Beijos!
Nila-chan: Oi! Demorei muito, não é mesmo? Sinceramente eu não queria. Se intenções servissem de alguma coisa, esta fic já estaria terminada... mas como não servem... Vou fazendo o que posso. Espero que a loucura não tenha sido tanta a ponto de você parar num hospício, viu? Hehehehe, brincadeira... Obrigada por comentar. Beijos!
Mariana: Oi! Pois é, acho que dessa vez a atualização foi mais demorada do que você esperava. Ah, não se desculpe, pode me chamar de senhorita a vontade! Eu devo estar sendo muito má com a pobre da Kagome, porque está todo mundo dizendo que ela não merece tanto sofrimento. Mas vocês vão ver, tudo vai se resolver... de um jeito ou de outro... Obrigada por comentar. Beijos!
Gisah-chan: Oi! Assim você me deixa sem jeito. E também é exagero, quem me dera se eu escrevesse "perfeitamente bem". Mas mesmo assim fico muito agradecida pelo elogio. E eu quis variar um pouco, estava cansada de ver o Inu-Yasha esnobar a Kagome por causa da Kikyou. Pelo menos aqui a Kikyou não tem vez, não! Obrigada por comentar. Beijos!
Hys.: Oi! Espero que de tão cansada de esperar atualização, você não tenha desistido. O capítulo está aqui, mas tenho a impressão que sua curiosidade não deve ter sido totalmente satisfeita. Obrigada por comentar. Beijos!
Hitomi Higurashi: Oi! Eu vou bem e você? Não posso adiantar muita coisa, mas pode contra com final feliz. Porém, isso pode estar mais longe do que vocês gostariam. Que bom que você esteja gostando da fic. Obrigada por comentar. Beijos!
Julia: Oi! Você ainda está viva? Acabei batendo meu recorde de demora para atualizar a fic. Me perdoe, mas desde que eu entrei para a Universidade minha vida está muito corrida. Mas eu não me esqueci de vocês. Tanto é que eu finalmente atualizei a fic. Obrigada por comentar. Beijos!
Gheisinha Kinomoto: Oi! Eu dou umas sumidas, mas sempre volto a escrever! Que bom que está gostando da fic. Mais um capítulo está aqui, agora quanto aos próximos... só Deus sabe. Obrigada por comentar. Beijos!
Suh-Chan: Oi! Demorei, né? Não deu para voltar logo, mas eu voltei! Será que deu para matar um pouco da sua curiosidade? Nossa, mais uma com dó da Kagome! Pelo jeito tenho que fazer alguma coisa para melhorar a situação dela. Obrigada por comentar. Beijos!
Deusa do anime: Oi! É isso aí, se você quiser ajuda para acabar com ele, eu me prontifico, mas só assim que ele terminar o papel dele em minha fic... rsrsrs. Vamos ver se o Inu-Yasha vai conseguir salvar a Kagome mais uma vez... só aguardando para saber. Obrigada por comentar. Beijos!
Érika: Oi! Desculpe a demora, mas não teve como eu atualizar antes. E me é impossível fazer previsões de quando atualizarei novamente. Espere para ver no que vai dar a história do Sesshoumaru e da Kagura, tem muita coisa para acontecer. Obrigada por comentar. Beijos!
Jaqueline Sant'ana: Oi! É muito legal deixar os leitores em suspense, porque assim eles vão querer continuar acompanhando a fic... rsrsrs. Pois é, eu também acho que eles são muito moles, deviam ter mais perseverança e não se deixarem intimidar por uma mulher tão mesquinha. Será que o Inu-Yasha também acabar se deixando dominar? Só aguardando o desenrolar dos acontecimentos. E aí, como foi no vestibular? Espero que tenha dado tudo certo! Comigo, pelo menos, foi pior sair do colégio. Agora que estou na universidade não tenho tempo para mais nada! Obrigada por comentar. Beijos!
Kaori-sann: Oi! Que pena que você teve que passar por essa decepção, mas enfim, aqui está o capítulo seguinte. O Naraku é ruim mesmo, acho que se ódio matasse, como você mesma disse "não ia sobrar Naraku's unha para contar(?) a história"... rsrsrs. Espero que você ainda lembre dos últimos capítulos da fic, porque eu mesmo já estou totalmente perdida. Obrigada por comentar. Beijos!
Aline: Oi! Desse jeito vou ficar insuportavelmente convencida, aí ninguém vai me agüentar... rsrsrsrs. Mas eu fico muito agradecida. Elogios sempre são bem vindos, fazem um bem para o meu ego... rsrsrs. Você teve sorte, não chegou a ter que esperar um ano para a continuação, porque a maioria esperou foi mais de um ano. Eu também já passei por isso de ler fics ótimas que acabam abandonadas, e por isso fico chateada de fazer vocês esperarem tanto por um capítulo, mas o importante é que eu não pretendo abandonar a fic. Fico muito feliz por a fic ter te agradado tanto. Obrigada por comentar. Beijos!
Jaline: Oi! Tudo bem? Como você viu, eu atualizei a fic. Posso demorar, mas não tenho intenção de abandonar a fic na metade não. Que bom que você gostou dela. Obrigada por comentar. Beijos!
Nikki-Kousaka: Oi! Mais outra me deixando encabulada! Desse jeito, vou ficar convencida, hein! Mas eu fico muito agradecida, afinal, quem não gosta de receber elogios, né? Fico feliz que esteja gostando da fic. Obrigada por comentar. Beijos!
Jenny: Oi! Realmente, sou muito dramática. Acho que foi de tanto ver novela mexicana, e apesar de ter séculos que eu parei de assistir, continuo sendo influenciada. E como ainda tem muito pela frente, prepare-se para altas doses de drama. Mas não perca as esperanças, apesar de todo o sofrimento, alguma coisa boa vai ter que sair disso tudo. Obrigada pelos cinco comentários. Beijos!
PS: Desculpe não comentar review por review, mas é que eu estava com um pouco de pressa.
Hana Murasaki-Chan: Oi! Eu assumo! Realmente, sou muito má. Depois de todas essas reviews, eu não posso contestar. Pelo visto estou fazendo a Kagome sofrer muito mesmo. Mas se eu não fizesse isso, a fic não teria graça. O Inu-Yasha aqui está mesmo fofo, é para compensar o que ele faz a Kagome passar no mangá. Calma, o Sesshoumaru vai ser muito importante na fic. E não sei porque, mas eu também tenho a leve impressão de que você não vai gostar do que está por vir. Não só você, como o resto dos leitores (ou eu deveria dizer leitoras?) também. Obrigada por comentar. Beijos!
Lexis-chan: Oi! Muito obrigada por estar acompanhando minha fic e fico lisonjeada por ela estar entre as suas favoritas. Infelizmente não tenho tempo nem meios de postar com freqüência. Para começar nem possuo internet na casa em que estou morando. Mas na medida do possível essa fic vai chegar ao fim. Beijos!
Melody: Oi! Finalmente, após séculos de demora você agora poderá saber a continuação! Realmente dessa vez quebrei todos os recordes de atraso, mas enfim, atualizei. Obrigada pelo seu comentário. Beijos!
E por fim, não posso deixar de agradecer ao pessoal que me procura no orkut e está sempre deixando recado.
Nos "vemos" por aí algum dia. Não desanimem! É como eu sempre digo: eu sumo, demoro, mas eu VOLTO!
Beijos!
PS: Esse capítulo estava pronto há algum tempo, quase dois meses, mas não tive como postar. Onde moro não tem internet e na universidade é complicado. Na vez anterior em que vim para minha cidade natal o disquete com o capítulo não funcionou, mas, dessa vez deu tudo certo!!!
