Capítulo 9: Não chore Gohan! É a primeira batalha

"Não!" - "Senhor robô!"

Gohan continua crescendo dia a dia. Mesmo assim, ainda falta muito. E faltam onze meses para que os Saiyajins e Gems cheguem.

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Chovia muito sob a floresta, e estava tudo praticamente escuro e sombrio. Sob o rio lamacento, Gohan pescara um peixe grande, e o arrastava pela floresta. Ele se senti cansado e frustrado. Em seguida, ele decidiu colher algumas frutas para poder compensar a fome.

Ao subir em uma árvore, ele se deparou com uma serpente, que o encarava. No entanto, ele não se afugentou, e começou a removê-la delicadamente para outro galho. No fim, ele começou a recolher algumas frutas de lá, guardando-as em sua roupa. Em um ponto, ele decidiu comer uma delas para compensar o tempo.

Ao olhar para o horizonte, ele notou que o céu estava começando a ficar escuro. - "Nossa, logo vai escurecer!" - em seguida, ele desceu da árvore, mas acabou escorregando na pressa e caiu.

Ao se levantar, ele se sentiu dolorido e fraco. Do nada, começou a trovejar, e Gohan começou a ficar assustado. Com isso, o garoto meio Saiyajin, começou a correr, enquanto arrastava o peixe consigo.

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Dentro de uma caverna, Gohan molhava uma folha, enquanto esperava o peixe assar sob a fogueira. Enquanto amaciava com um pequeno pedaço de tronco de planta, ele começou a se lembrar de quando seu pai fazia o mesmo a alguns meses atrás, quando era mais novo.

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"Mamãe! Eu quero a minha mamãe! Eu quero a minha mamãe!" - em seguida, Goku mergulhou levemente seu dedo sob a seiva da folha, e começou a passar sob o joelho ralado do garoto. - "Muito bem!" - mal havia lhe encostado o dedo, e Gohan começara a berrar. - "Não quero! Não quero! Não quero! Não quero!"

"Ah, isso não vai doer! Calma!" - o Saiyajin garantiu, enquanto seu filho continuava chorando e berrando. - "Confie no seu pai, Gohan! A Rose Quartz usava esse remédio para curá-lo quando a fonte e os poderes de cura dela estavam em falta! Foi o avô do seu pai que ensinou para ambos os dois!" - Ametista garantiu, com um sorriso infantil em seu rosto.

"A tia Ametista está certa, Gohan! Isso vai fazer a dor passar!" - Goku também garantiu, piscando. - "Eu não quero que ponha isso! O remédio que tem em casa é melhor!" - o garoto meio Saiyajin berrou, ainda chorando.

Com isso, a pequena Gem se jogou no chão, enquanto reclamava. - "Ai, eu desisto, irmãozinho! Esse seu filho é problema!" - no entanto, Goku não se desanimou, e lentamente encostou sob o machucado. - "Vem cá!"

Ao sentir aquilo, Gohan sentiu um calafrio intenso sob o machucado, e começou a berrar novamente. - "Não, isso doí! Isso doí!"

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Após a seiva da folhar ficar pronta, Gohan mergulhou seu dedo nela, sentiu uma dor aguda ao encostar no seu braço. Por trás, dois olhos iluminavam sob o escuro e se ergueram, olhando diretamente para o garoto.

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Enquanto isso, na cidade, uma breve partida de beisebol ao vivo acontecia por lá. Muitas pessoas torciam, enquanto placar mostrava os pontos de cada tempo do jogo. - "Muito bem! Só mais um!" - anunciou o capitão de um dos times. - "Parece que é o final!" - pensou ele, enquanto olhava para a plateia. - "Eu gostaria de competir com esse cara outra vez! É, não importa mais!" - ele concluiu, enquanto olhava para o time adversário.

Entre os jogadores, se encontrava uma figura familiar entre eles. - "Não vai sair de novo, não é?" - perguntou um gato azul, se dirigindo a ele. - "Hm, o que foi, Puar?" - "Você fez um Hameha atrás do outro, você não acha que foi incrível, hã?" - o sujeito suspirou, enquanto olhava para o espaço, e se lembrava de ter acertado várias vezes em uma só tacada em cada round. - "É!"

"Por acaso, não está satisfeito?" - Puar interrogou, olhando para ele. - "Eu não sou um jogador de beisebol! Sou um lutador!" - respondeu ele, num tom rude. - "Eu sei disso! Mas se você não trabalhar, não ganhará dinheiro para viver, não é?" - ao invés de responder, ele simplesmente abaixou a aba do boné até seus olhos, o ignorando.

Do nada, a bola que fora jogada pelo jogador, atingiu um dos jogadores do time , fazendo-o cair no chão. - "Muito bem, bravo! É isso aí, garoto!" - "É a sua vez, Yamcha!" - alertou o treinador, se dirigindo a ele.

Em seguida, Yamcha levantou a aba do boné novamente, e direcionou seu olhar para ele. - "Só precisamos de mais um! É a sua vez! Por favor Yamcha? Conto com você, só uma tacada! Eu te darei um bônus extra! O que me diz? O que me diz disso, hein?"

Sob essa condição tentadora, Yamcha se levantou do banco, e respondeu de forma orgulhosa. - "Tá legal! Pode deixar comigo, treinador! Vou mostrar que posso fazer um Home-one pra equipe e para todo estádio!" - com isso, o treinador começou a ficar nervoso. - "Vamos lá!" - "Dois milhões!" - o treinador murmurou, sorrindo nervosamente para ele.

Em seguida, ele sorriu para Puar, antes de se retirar. - "Hm... estou preocupado com o quê?" - ele murmurou consigo mesmo, com mal pressentimento. Enquanto isso, Yamcha se preparava, enquanto a plateia continuava gritando, e os outros jogadores olhavam para ele.

"Vamos lá!" - anunciou um dos jogadores do time adversário, enquanto os demais olhavam para ele com nervosismo. "Não... não... não importa que peguem! Não me importa se enforcá-lo!" - berrou o treinador, deixando um dos jogadores nervosos. - "Precisamos de uma bola morta, tá bom?"

Mesmo estando nervoso, o jogador começou a se concentrar na partida. Assim que o adversário jogou a bola em sua direção, o jogador fechou os olhos, e o pegou a bola. - "Ponto um!" - anunciou o juiz, erguendo a mão. Com isso, o jogador desmaiou, deixando-os surpresos.

O jogador que lançara a bola percebeu o tumulto, e sorriu maliciosamente. - "Então, era isso! Se quer mesmo levar a bolada, tome!" - com isso, ele jogou a bola com toda força, fazendo o boné do jogador do time adversário rodopiar pelo chão, deixando-o paralisado de susto.

"Bola morta!" - anunciou o juiz, para o orgulho do capitão do time adversário. Irritado, o jogador começou a ficar irritado e começou a bronquear com ele. - "Ah, olha aqui, seu grandalhão! Fez aquilo de propósito, não foi?!" - "Não seja idiota, você queria levar uma bolada, não é?" - respondeu ele, deixando-o irritado.

"Vai pagar por isso, desgraçado!" - gritou ele, avançando para cima dele. - "Quer brigar?" - perguntou o capitão do time adversário, deixando-o irritado também. Em seguida, todos os outros jogadores começaram a sair dos bancos de reserva, em direção para a briga.

Eles davam golpes, socos e chutes em cada um, enquanto a plateia ia a loucura. Enquanto isso, Yamcha continuava na posição, até que uma lata de spray de tinta caísse em sua cabeça. Assim que seu boné caiu de sua cabeça, ele olhou ao redor, e ficou paralisado. Ele tentou se controlar mas, do nada, um sorriso maníaco surgiu em seu rosto.

"Não faça isso, Yamcha! Se entrar, teremos mais vítimas!" - Puar alertou, voando em sua direção, ao perceber isso. - "Não se preocupe, amigo! Mostrarei aos jogadores quem é o melhor!" - com isso dito, o rapaz saltitou até aos jogadores, com um sorriso infantil. - "Ai, ai, ai! Lá vai ele! Isso é horrível!" - comentou o gato voador, frustrado.

A cada jogador que avançava pra cima ou se emposse em seu caminho, Yamcha conseguia dar um jeito em todos, sem vacilar. - "Seu miserável! Vai levar o que merece!" - gritou o capitão do time, tentando acertar nele, sem sucesso. No fim, ele levara um soco forte de Yamcha pelo estômago, e caiu no chão, totalmente vencido.

Do nada, ele sentiu uma mão sob seu ombro. - "O que que é?" - perguntou ele, antes de sobressaltar. Ao olhar, ele vira duas figuras menores, sorrindo para ele. - "Krillin! Ametista!" - "Como vai, Yamcha?" - "É muito legal te ver de novo, meu amigo!" - responderam os dois, com um leve sorriso nos seus rostos.

"O que fazem aqui?" - ele perguntou, surpreso. - "Não se preocupe! Nós queremos falar com você! Mas temos que conversar lá fora!" - explicou Krillin, apontando para trás. - "Pois é, com esses brutamontes aqui brigando, não vai dar certo!" - comentou a pequena Gem, com um sorriso brincalhão.

Por trás, um jogador do time oposto começou a ir na direção deles, até os dois menores se esquivarem e Yamcha o nocautear, fazendo a plateia ir a loucura.

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"O que aconteceu?" - Puar interrogou, surpreso e confuso. - "O que estão dizendo? Goku está morto?!" - o rapaz repetiu, depois da notícia. - "Ele sacrificou sua vida pra matar o Saiyajin! Mas... ele foi o Goku de sempre! Sem ofensa, Ametista!" - explicou Krillin, se dirigindo para a Gem menor, em seguida. Ametista assentiu, antes de revirar o olhar.

"Ah, não!" - Yamcha murmurou, antes de se encostar sob a parede. Puar estava pasmado, enquanto escorriam lágrimas de seus olhos. - "Vamos! Não precisa se preocupar! Podemos revivê-lo com as Esferas do Dragão! O que estão esperando? Venham conosco!" - exclamou o menor, correndo logo em seguida, com a pequena Gem logo atrás.

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Bulma, Garnet, Rose Quartz e Pérola esperavam do lado de fora, até ouvirem eles se aproximando. A Gem pálida sorriu, e começou a correr na direção deles, e envolveu o rapaz num abraço. - "Ah, eu senti tantas saudades de vocês!" - assim que se desvencilhou, tanto Yamcha e Bulma se entreolharam.

Do nada, Bulma fechou a cara e se virou, com os braços cruzados, para a estranheza de Krillin, Ametista e das outras Gems. - "Algum problema, Bulma? Não éramos pra encontrar o Yamcha aqui?" - Rose interrogou, confusa.

"Não gosto nada disso, Yamcha! Ela continua zangada, desde aquela vez que vocês saíram! E você não tinha o dinheiro!" - Puar murmurou, olhando para ela. - "Ah, só por isso?! Ah, qual é, Bulma? Por que vocês não fazem as pazes, e deixam tudo pra trás?" - Pérola sugeriu, com um sorriso nervoso, após ouvir o que o gato voador azul tinha falado.

"Eu também acho que não é uma boa ideia, ficar de mal por uma besteira dessas!" - Ametista comentou, com um olhar cético. - "Não, não há necessidade nenhuma de fazermos as pazes!" - "Eu só estou ajudando nisso porque... estamos numa situação muito crítica!" - respondeu ela, sem rodeios.

"Há necessidades, sim, Bulma! Pra essa vida, tudo há necessidades! Por mais difíceis que sejam, temos que perdoar as nossas falhas e a das pessoas próximas, pois é o certo a se fazer!" - comentou Garnet, ajustando seus óculos.

"Isso eu já sei! Não precisam me dizer!" - respondeu Yamcha, fazendo Ametista berrar loucamente, e deixando a Bulma mais irritada ainda. Krillin começou a ficar nervoso, enquanto olhava para os dois.

"Claro que seria diferente, se me pedisse desculpas!" - Bulma comentou, com um sorriso provocador. - "Pode esquecer! Não tenho porque me desculpar! Nenhum de vocês se preocupam com o que acontecesse comigo!" - comentou o rapaz, virando-se para trás. - "Não importa quem venha! Eu irei enfrentá-lo!"

Do nada, Krillin e Ametista começaram a se dirigir a ele, desesperadamente. - "É, tudo bem! Isso é óbvio, mas Yamcha, não valeria a pena! Kami-Sama quer que a gente vá ao templo sagrado pra treinarmos! Só isso!" - "É, vai ser bem algo do tipo 'Wooohoooo'! Vem com a gente, cara!"

"O quê?! Falam sério?!" - Yamcha os atacou, deixando-os nervosos. Tanto Krillin e a Gem menor assentiram para a pergunta dele. Com isso, o rapaz ficou entusiasmado. - "Mas não importa! Não é obrigado a ir!" - Bulma direcionou seu olhar para ele, só para perceber que ele não estava mais ali.

Ao ouvir o som da sua aeronave, ela o viu perto dela, se dirigindo a eles. - "Como é?! O que estão esperando?! Vamos, Puar! Não fique aí parado! Depressa!" - ele concluiu, entrando na nave em seguida. Com exceção de Pérola, que sorria afegadamente, todos ficaram sem dizer nada.

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No outro mundo, Goku cochilava sob o caminho da serpente. Ao virar pro lado, ele encostou seu braço em um dos espinhos, e saltou pro alto, berrando de dor. - "Uh, mas que dor! Doeu muito!" - enquanto enfatizava seu braço pra aliviar a dor, ele olhou para o resto do caminho, vendo que ainda faltava muito.

"Quantos dias já se passaram? Se eu não fizer nada, um ano vai acabar passando, num piscar de olhos!" - concluiu ele, com um olhar e num tom de voz cansado. Em seguida, ele bateu no seu próprio rosto, e começou a correr novamente pelo caminho da serpente, berrando alto aos poucos.

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Na caverna, Gohan dormia profundamente. Logo ao fundo, a criatura começava a se aproximar dele aos poucos. Ela encostou levemente nele, e sugou uma linha de frutas, e começou a comê-las.

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A luz do dia entrou na caverna, e o garoto acordou com o primeiro raio de sol em seu rosto. Ele se espreguiçou e bocejou, e esfregou os olhos enquanto tateava o chão, procurando comida. Ao invés de pegar uma fruta, ele encostou em algo, que começou a se mexer.

Ao olhar pro lado, ele viu um réptil gigante, que o encarara também. Ele gritou, e correu para o lado de fora da caverna. Ele arquejou de medo, enquanto murmurava por socorro. - "Ai, ninguém vem me ajudar!" - assim que se acalmou, ele começou a correr para alguma direção, até parar e murmurar consigo mesmo.

"Eu não devo fugir!" - com isso dito, ele se fez uma pose de ataque, enquanto olhava para a caverna. Ele lentamente ficou de frente pra caverna, e o animal começou a andar em sua direção, fazendo o chão tremer. Ao sair quase completamente de lá, o animal se revelou, sendo um Brontossauro.

Ele deu alguns passos pra frente, até rosnar e cair no chão. O garoto estranhou aquilo e começou a se aproximar dele, e percebera que ele estava ferido com um tronco fino de árvore. - "... deve tá doendo!" - Gohan murmurou, com olhar de pena em seu rosto.

Assim que ele se aproximou do local ferido, o Brontossauro ergueu sua cabeça, direcionando seu olhar para ele. - "Não tenha medo de mim!" - exclamou ele, fazendo o dinossauro mover o rosto. O garoto meio Saiyajin limpou as mãos e começou a tentar puxar o tronco de árvore, com toda a sua força.

O tronco começou a sair aos poucos, e o menino conseguiu retirá-lo, e caiu algumas vezes pra trás. Ele se sentou, sentindo muita dor, e olhou para o tronco de árvore que retirara do Brontossauro. - "Nossa, esse galho estava muito emperrado!" - no fim, ele o soltou e começou a correr na direção do animal, e começou a inspecionar o ferimento.

"Já sei!" - exclamou ele, e começou a amassar novamente a folha, para lhe extrair a dor. - "Espera só um pouco! Eu vou terminar logo!" - disse o garoto, olhando para o dinossauro, enquanto apontava para o seu próprio curativo no seu próprio braço.

Depois de terminar de moer, ele segurou uma folha com toda a seiva, e colocou sob o ferimento. O animal sentiu dor, e Gohan resolveu encorajá-lo, da mesma forma que o seu pai fazia. - "Fique bonzinho! Não vai doer nada! Seja corajoso!"

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Um tempo depois, Gohan começara a caminhar sob uma trilha, localizada nas montanhas. Em meio ao um dos desfiladeiros, ele encontrou uma pilha de cogumelos, e colheu alguns deles o os levou de volta até ao local em que o dinossauro estava.

"Olha, eu trouxe uma coisa pra você comer e... " - antes que ele pudesse abrir um saco feito de uma folha de árvore, o Brontossauro esticou a sua língua e o engoliu inteiro, deixando o garoto pasmado.

Em seguida, o garoto caminhou e saltitou entre as rochas da montanha, até chegar a uma fonte d'água. Ele bebeu um pouco daquela água, e esfregou os lábios. - "O livro que eu li, tinha toda razão! Existem dinossauros que não comem carne!"

Depois disso, ele começou a saltitar sob as pedras das quedas d'água

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Em algum lugar do deserto, uma aeronave sobrevoava no céu, seguida por um leão rosa com duas figuras em cima. Dentro dela, Bulma, Krillin, Ametista, Yamcha, Puar e Pérola estava sentados, olhando para o horizonte. - "Vou confessar! Faz um tempo que eu não me sentia assim!"

"As lutas vão recomeçar, não é?" - Puar murmurou para si mesmo, atraindo o olhar de Yamcha. - "Há poucas chances de vencerem!" - Bulma murmurou, baixando o ânimo de todos. Krillin assentiu, cabisbaixo, enquanto Ametista revirava o olhar, indignada.

"Pois eu não acho! Desta vez, Piccolo lutará com a gente! Com certeza, Goku voltará mais forte que antes!" - afirmou Yamcha, os incentivando. - "Além disso, não importa o que aconteça, não devem se preocupar, porque seremos treinados por Kami-Sama!"

"É verdade! Você tem razão! Nós ficaremos cada vez mais fortes! Dependendo do nosso treinamento, é claro!" - "Nossa, isso é que eu chamo de completo otimismo, Yamcha! Valeu mesmo!" - os dois menores exclamaram, com determinação clara em suas vozes.

"É isso aí! Lutaremos! Não me importa que sejam Saiyajins, ou Gems ou extraterrestres acabarei com eles do mesmo jeito!" - "Continue assim animado, Yamcha!" - "Sim!" - ao ver os dois se interagindo pacificamente, Puar e Pérola sorriram, enquanto Krillin e Ametista ficaram surpresos.

"Mas o que está havendo? Eu não estou entendendo! Eles estavam brigados!" - "Nem eu estou entendendo, Krillin! Nem eu!" - a pequena Gem também resmungou, com um olhar sério. - "Não sejam invejosos!" - "É, sejam otimistas! Já é um bom avanço!" - Puar e Pérola também murmuraram, com ânimo claro em suas vozes.

Tanto Krillin e Ametista rosnaram, enquanto viravam suas caras pros lados. Em seguida, Yamcha e Bulma caíram na risada, deixando os dois menores no vácuo. - "É, somos invejosos, e daí?" - "É, qual é o problema em sermos invejosos, hein?"

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Enquanto isso, o pequeno Gohan colhia algumas frutas de uma árvore, e começou a se dirigir para o céu. - "Senhor, espero que cure-me logo!" - em seguida, ele começou a imaginar coisas infantis, e começou a rir afegadamente. - "É, viva! Legal!"

Do nada, ele começou a dirigir para si mesmo. - "Eu também fiquei mais forte!" - e em seguida, ele olhou para baixo, e percebeu que o lugar se localizava em uma extensão muito longa e longínqua. O garoto meio Saiyajin começou a tremer de medo, e começou a saltar lá de cima, indo parar firmemente no chão.

Ele sentiu uma leve dor aguda sob os pés, mas fez uma expressão firme, e começou a caminhar tortamente. Ele caminhou alguns metros até ficar de frente para uma rocha grande. No fim, o garoto se posicionou, e começou a golpeá-la. Em seguida, ele recuou, com a mão brevemente dolorida.

"Eu não consigo!" - ele murmurou consigo mesmo, e recolheu as fruta do chão, e começou a se retirar. Do nada, uma rachadura se formou sob a pedra em que ele golpeara. Ele caminhou por todos os arredores, até chegar ao seu objetivo.

"Já cheguei!" - Gohan anunciou, começando a correr. - "Eu trouxe comida pra você! Mas desta vez, deixa um pouco pra mim, tá bom? Não come tudo... " - antes que pudesse terminar a frase, ele ficou horrorizado ao ver a cena, que derrubou as frutas no chão.

Um dinossauro verde atacava o Brontossauro, que partia em retirada. No fim, ele foi golpeado e derrubado, e o Tiranossauro começou a chutá-lo. O garoto ficou paralisado, até reconhecer a cicatriz naquele dinossauro, que atacava o outro dinossauro. Era o mesmo dinossauro que o atacara alguns dias atrás, no vale.

"Então é você! Deixa ele em paz! Tá machucando ele!" - gritou ele, mas o dinossauro não lhe deu ouvidos e continuou. Do nada, Gohan começou a ficar irritado, e recolheu a sua espada. - "Solta ele!"

Ao tomar um olhar dele, o Tiranossauro tentou golpeá-lo com sua cauda, mas o garoto conseguiu se esquivar e caiu no chão. Ao se levantar, ele viu o Brontossauro tentando resistir, e ele começou a avançar na direção dele. O dinossauro verde o golpeou com uma das patas, fazendo-o cair de volta no chão, e sua espada voou até se prender numa velha árvore morta.

O garoto meio Saiyajin olhou para o dinossauro grande, e começou a se afastar de medo. O animal começou a se dirigir a ele, lambendo os lábios, e se preparou para abocanhá-lo. Mas Gohan conseguiu se esquivar, e rolou pelo chão.

Ele parou entre umas raízes de árvore, e ficou cercado, enquanto o Tiranossauro avançava em sua direção. Em seguida, o menino olhou para cima, e encontrou sua espada. Antes que o dinossauro o abocanhasse, ele saltou no alto, ele se segurou em sua espada. O animal começou a derrubar a árvore, e o garoto conseguiu se soltar com a espada, e antes que pudesse enfiar sua espada nele, o Tiranossauro o golpeou com a cauda, derrubando-o entre as rochas e os arbustos.

O dinossauro olhou pros lados, procurando pelo garoto. Mas desistiu, e voltou para terminar o serviço. Embora, não desse para ver, podia-se ouvi-lo o devorando, enquanto Gohan permanecia desacordado.

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No outro mundo, Goku continuava correndo no caminho da serpente, cansativamente. Ele pensava nos dois Saiyajins e nas duas Gems de Homeworld, que estavam começando a chegar cada vez mais perto da Terra.

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Na manhã seguinte, Gohan acordou, e ficou de frente para os ossos do Brontossauro, que fora bruscamente morto pelo Tiranossauro. Lágrimas silenciosas transcorreram de seus olhos, enquanto ele lamentava pela morte do amigo. Em seguida, ele guardou sua espada, e começou a seguir em frente em sua viagem.

Pela primeira vez, Gohan aprendeu a severa lei no mundo selvagem. Porém, ele não pode ter medo,... porque os Saiyajins e Gems, não podem esperar!

Antes de mais nada pessoal, eu não entendo nada de beisebol, e com certeza, algumas breves informações na cena do jogo devem está erradas. Caso esteja, comentem e me auto corrijam para que isso não possa mais acontecer nas futuras Fanfics que ainda planejo e tal. Agradeço.