Do things I never should do

Item: abraço

Os braços dele eram confortáveis e macios ao meu redor.

Eu me sentia protegida, amada, querida. Ele sorria e sussurrava declarações de amor em meus ouvidos e tudo parecia perfeito. Eu o amava, amava seu abraço. Scorpius era meu príncipe encantado – mesmo que contos de fadas não existissem.

Eram confortáveis, os braços dele.

Macios.

Se tornaram onipresentes.

Se tornaram enjoativos.

Se tornaram grosseiros.

Se tornaram abusivos.

Se tornaram sem saída, como uma gaiola.

As marcas dos dedos dele ficavam em meus braços, arroxeadas, doloridas. Mas o que mais doía, na realidade, eram as lembranças de todos os tapas e palavras rudes que as juras de amor escondiam.