Sabe XD Voltei! Ehhh... Chegamos ao capítulo 10! Que emoção! Bem, como eu disse antes, eu vou tentar fazer um hentai mais quente, se vocês quiserem mesmo, só que mais pra frente, ok?

Reviews:

Lhyl: XD Entrar na net pra ver e-mails á 7AM? Que dureza XDD Espero que a viajem tenha sido boa X3 Obrigada pelo os elogios! Nha... Eu sei que a Milena é uma baka... Pois é, eu fiz de tudo pra que pelo menos essa vilã fosse odiada por todos. TODOS MESMO! Será que eu exagerei? Não... Espero que você goste desse capítulo tanto quanto você gostou do capítulo anterior - Boa leitura, miguinha!

Capítulo 10

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Rafael começou a acordar. Olhou para cima e viu Sakuya, sorrindo para ele; estava com a cabeça deitada no colo dela.

-Por quanto tempo dormi? –Ele perguntou, enquanto sentava-se ao lado dela.

-Por quase três horas. Acho que já deve ser de manhã...

Ele observou-a enquanto ela olhava para uma tocha na parede. Sabia que ela estava pensando em Kurama; não podia culpá-la se ela o amava. Suspirou suavemente e voltou á olhar para sua frente, mais precisamente para uma outra tocha.

-Está pensando nele, não é? –Ele acabou perguntando sem perceber na hora.

-Na verdade estou... Tenho certeza de que ele virá. –Ela respondeu enquanto abraçava ambas as pernas. –Só temos que esperar. Enquanto eu estava meio acordada e meio desmaiada, ouvi Milena dizer que eles teriam que vir ás seis da noite. Calculando o tempo que eu dormi, mais o tempo que você dormiu e o tempo que eu acabei cochilando, deve ser mesmo de manhã.

-... Está certa. Deve ser de manhã mesmo.

A pedra que fechava a entrada se moveu, revelando Milena, Jéssica e Vanessa.

-Olá! –Jéssica e Vanessa os cumprimentaram alegremente. –Bom dia!

-Vai se ferrar. –Sakuya disse friamente. Vanessa sorriu de um jeito sarcástico.

-Pelo menos você respondeu. –Ela disse e Sakuya a encarou com ódio.

-Bem... –Milena chamou a atenção de todos. –Só viemos ver o seu estado, Sakuya. Está se sentindo bem.

-Não é da sua conta.

-Hn. Yola?

-Sim. –Yola respondeu e olhou fixamente para Sakuya.

-Ahhh! Filha da mãe! –Sakuya gritou. Vanessa sorriu e esticou seu braço direito, segurando um leque branco. Assim que o apontou para Sakuya, a morena recebeu uma descarga elétrica e gritou novamente.

-Parem com isso! –Rafael gritou. Vanessa parou e Sakuya começou a cair. Rafael a amparou.

-Vocês verão... –Sakuya murmurou. –Irão morrer...

-Você não está em condições nem de fazer ameaças! Cale essa boca! –Milena gritou com um sorriso e riu. Sakuya se levantou, ignorando os pedidos de Rafael para que ficasse sentada. Seu olhar estava extremamente sério e mortal, o que fez com que Milena recuasse um passo.

-Sua covarde. –Ela disse friamente. –Você não tem poder o suficiente para me matar. Sabe disso tanto quanto eu e por isso colocou essa pulseira em mim. Mas quando eu me livrar dela... Você irá pagar com a sua vida! –Ela apontou para Milena, com um sorriso maldoso. –Eu juro que eu te mandarei pro inferno! Irei fazer com que sua alma sofra pela a eternidade! –Ela riu de um jeito maldoso, fazendo com que todos ali ficassem um pouco assustados. Seus olhos ficaram prateados e sem foco e ela parou de rir, ficando séria novamente. –E isso não é uma ameaça; é uma promessa.

Milena rosnou e saiu, enquanto Jéssica, Vanessa e Yola empurraram a pedra para tampar a entrada da caverna novamente. Sakuya fechou os olhos e começou a cair. Rafael a amparou e a deitou no chão, apoiando sua cabeça em seu colo. Logo, ela abriu os olhos; voltaram á cor normal.

-Mas... O que houve? -Ela perguntou, enquanto sentava-se.

-Não se lembra?

-Não... Espera... -ela pensou um pouco. -Ah... Agora me lembrei. Acho que se eu não estivesse com essa pulseira, teria me transformado.

-Transformado?

-Isso mesmo. Teria me transformado em Ayame.

-o-o-o-o-o-o-

-Kurama... Você está bem?

Kurama olhou para trás. Era Cibele. Voltou a olhar para a fonte do jardim.

-Estou. –Ele respondeu. Ela suspirou e se aproximou dele.

-Não. Não está. Olha... Eu sei que a Sakuya está bem. Não se preocupe; eu e você a conhecemos o bastante para afirmar de que ela vai escapar dessa. Então, por favor, mostre um pouco mais de confiança e felicidade porque essas suas más energias estão acabando com o meu humor! –Ele abaixou a cabeça e riu um pouco. –Eu to falando sério! –Ela disse meio indignada. –Agora, eu vou deixar você sozinho.

Ela sorriu e saiu. Ele se sentou em um dos bancos do jardim e ficou olhando fixamente para a fonte, enquanto pensava.

-Parece que agora ele está melhor. –Cibele murmurou, observando o ruivo não muito longe dali.

-Hn. Eu disse que ele não estava bem. –Hiei deu de ombros.

-E por que eu tive que ir lá? Você que é o melhor amigo dele.

-Humpf! –Ele virou o rosto.

-Bobo. –Ela murmurou, com um sorriso doce. Ele se virou para encará-la.

-Quem você chamou de bobo?

-Você mesmo. –Ela o puxou para beijá-lo.

-o-o-o-o-o-o-

Sakuya olhava fixamente para uma tocha.

-Kurama está pensando em mim... Eu sinto isso. –Ela suspirou e se deitou, olhando para o teto de pedra. –Vou dormir... Minha cabeça está me matando.

-Você está se sentindo bem? –Ela ouviu a voz de Rafael.

-Não. Sim, estou. Só vou dormir um pouco.

-Ok. Qualquer coisa, me avise.

-Certo.

-o-o-o-o-o-o-

Dois dias haviam se passado desde que Ayame juntou-se ao grupo de Kurama. Ainda estava conhecendo todos do grupo e geralmente, ficava um pouco afastada dos outros. Já era noite e ela estava sentada encostada em uma árvore, de costas para o grupo, que estava um pouco longe, sentado em volta de uma fogueira, conversando e rindo alto.

-Por que está tão afastada do grupo?

-Porque eu não conheço muito bem todos ali e também porque não estou muito acostumada com reuniões alegres daquele tipo.

-Então... Está acostumada com o que? –Kurama perguntou enquanto se sentava ao lado dela.

-Estou acostumada á treinos, conversas com a minha mãe e encontros com o meu pai de noite pra contar as novidades. –Ela suspirou e abraçou suas pernas, apoiando seu queixo em seus joelhos. –Você sabe... O 'normal'.

Ele olhou para ela. Seu olhar estava triste. Melhor desviar o assunto.

-Hey... –Ele a chamou.

-Hum?

-Quer treinar amanhã? "Ela precisa se distrair de alguma forma.".

Ela olhou para ele, meio surpresa com o convite. Depois, assentiu positivamente com a cabeça.

-ótimo! –Ele exclamou. –Preciso ver se você é mesmo forte. –Ela sorriu.

-Você vai se arrepender desse convite.

-o-o-o-o-o-o-

Ele realmente se arrependeu de ter feito o convite...

-Vamos parar por enquanto! –Ele disse, meio surpreso. –Desisto! –Ele declarou, enquanto massageava seu joelho machucado. Sua roupa estava meio rasgada e ensangüentada, sem contar que havia algumas marcas roxas pelo seu ombro e braços. –É mesmo filha de Raizen. –Ele murmurou.

-Acho que exagerei. –Ela sorriu e desfez a bola de gelo em sua mão direita. Correu até ele. –Sinto muito! Eu dou um jeito em seus ferimentos depois, ok?

-Não precisa. –Ele se levantou e ela também. Sorriu. –Eu me viro.

-Você quem sabe. Tem certeza?

-Tenho.

Ele pediu licença e se virou para ir embora. Assim que deu três passos, ela o chamou. Olhou para ela.

-Obrigada. - Ela agradeceu e sorriu.

-Pelo o que?

-Eu sei que você fez isso para que eu me sentisse melhor. Estou apenas agradecendo.

-Não precisa agradecer. –Ele sorriu e saiu. Ayame ficou olhando ele sumir dentro da floresta e suspirou. Levou sua mão esquerda ao seu peito, sentindo seu batimento cardíaco; estava acelerado. Corou.

-Ai, meu Deus... Será que eu...? –Ela murmurou. –Bem... Finalmente aconteceu...

-o-o-o-o-o-o-

-Pessoinhas! Bora! –Cibele os chamou. –Vamos lá! São cinco horas!

-Dá pra ter calma! Já ta todo mundo aqui!

-Não ta, não, Hiei. Falta o YUSUKE!

-Que foi, muié! –Ouviram Yusuke responder.

-VENHA LOGO! –Cibele já estava com uma veia saltando em sua testa. –SÓ FALTA VOCÊ, CARAMBA! Mas que irresponsável... –Murmurou a última parte.

-Pronto! Cheguei! Desculpem o atraso! –Yusuke saiu de dentro da casa.

-Não vou nem perguntar. Vamos. Kuwabara! David! Cuide das meninas!

-Ok! –Eles responderam de dentro da casa.

Despediram-se e começaram a andar.

-Hey, onde fica essa floresta que a Milena falou? –Yusuke perguntou e olhou para Cibele.

-Fica logo após a cidade, no lado norte. É uma floresta enorme, onde o carvalho predomina. E a idade das árvores variam de 15 á 50 anos. E a caverna onde eles estão fica bem no centro da floresta. –Ela fez uma pausa. -E é uma caverna incrivelmente escura. Por isso o nome de Dark Cavern.

-Então, tudo o que temos que fazer é atravessar a cidade e metade da floresta? –Kurama disse mais para si mesmo do que para os outros. Cibele respondeu:

-Isso. Até que não vai demorar muito pra atravessar a cidade, já que ela é pequena. Acho que chegaremos á caverna em uma hora. Até lá, a única coisa que poderemos fazer é ficar em alerta e, quem sabe, conversar.

-Agüente firme, Sakuya. –Kurama pensou enquanto suspirava.

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Quarenta minutos depois...

-Caramba! Essa floresta é mesmo enorme! –Reclamou Yusuke, enquanto tirava um galhinho enroscado em seu cabelo.

-Não se preocupe; já estamos quase chegando. Em dez ou vinte minutos, estaremos em frente á Dark Cavern. –Cibele comentou. –Cuidado! –Ela gritou e empurrou Yusuke. Um raio o teria acertado se Cibele não o tivesse empurrado. –Vanessa!

-Que pensa que você conseguiu sentir meu ataque antes que ele atingisse Yusuke. Senão, teria sido uma pessoa á menos para enfrentarmos.

-Cala a boca e saia de onde estiver! –Ela berrou.

-Nossa... Ela realmente odeia essa garota... –Yusuke murmurou pros outros.

-É... Ela é mesmo bem ciumenta... –Kurama completou sem perceber. –Hiei, você tem muita sorte, se olhar pro lado bom disso.

-Você quer morrer? –Ele respondeu, ríspido.

Vanessa pulou de uma das árvores e pousou em frente ao grupo.

-Pessoal... –Começou Cibele, com uma voz meio baixa e nervosa. –Vão seguindo a trilha. Encontro vocês assim que eu acabar com essa garota aqui.

-Certo. Vamos indo. –Kurama. Os três continuaram o caminho. Cibele respirou fundo e fez um bastão de fogo surgir em sua mão direita.

-Putz... –Murmurou ela. –Que bom que a Sakuya me ensinou á criar espadas e bastões usando os elementos que controlo... –Eu controlo o ar e o fogo. Sakuya sempre me treinou e fez com que eu me tornasse uma ótima detetive sobrenatural por isso devo muito á ela. E é por isso que eu tenho que resgatá-la. E nenhuma vaca como a Vanessa vai me impedir.

-Vamos começar! –Vanessa exclamou e partiu para o ataque.

Os garotos puderam ouvir um grito de raiva vindo de Cibele.

-Começaram. –Yusuke afirmou.

Ouviram uma explosão e ficaram com uma gota.

-Com certeza começaram. –Kurama disse com a voz com certo tom de deboche.

"-É só isso que você sabe fazer?" Ouviram Cibele gritar.

"-Ah! Cala essa boca!" Vanessa respondeu.

-Precisa comentar algo? –Yusuke brincou.

-Acho melhor não. –Respondeu a raposa.

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-Droga! Não consigo! –Sakuya disse entre dentes. –Não consigo falar com Kurama por telepatia!

-Claro que não! Seu youki está selado, esqueceu?

-Mas eu queria pelo menos tentar...! –Ela bufou e se sentou, nervosa.

-Sakuya, você precisa ter calma! Tenho certeza de que eles estão vindo.

-Tem razão... –Ela suspirou e encostou-se na parede da caverna. –Apenas temos que esperar.

-Isso.

Ficaram em silêncio. Ela olhando um ponto qualquer e ele sentindo-se inconfortável por causa do silêncio.

-Hey... –Ele finalmente a chamou e ela apenas olhou para ele. –Fala uma coisa que eu to curioso: por que você se apaixonou pelo o Kurama? Só quero saber mesmo. –Ele sorriu. Ela olhou para uma tocha á sua frente e sorriu também.

-Eu amo ele porque... Ele é gentil, inteligente, calmo, paciente e sempre me faz rir e sorrir. Ele sempre teve um enorme respeito e uma enorme admiração por mim. Acho que é só por isso. –Ela suspirou e abraçou suas pernas, com um sorriso meio bobo; estava pensando no ruivo. E Rafael notou isso.

-Me fale mais sobre ele. –Ele pediu ainda mantendo o sorriso. Ela olhou para ele meio preocupada.

-Não acho que isso seja certo com você...

-Pode falar; eu quero ouvir.

Ela suspirou e desfez seu abraço em suas pernas. Esticou-as e olhou para seu amigo.

-Eu me lembro de uma vez, depois de três semanas que nos conhecemos, que estávamos sozinhos em uma caverna. Tínhamos ficado presos lá por causa do temporal que caía e ele decidiu esperar a chuva passar para continuarmos... Ele me disse que se eu pegasse um resfriado, ele iria se odiar pra sempre. –ela riu antes de continuar.

-Kurama... Tem certeza? –Eu insisti. Ele apenas balançou a cabeça positivamente e me levou pra dentro da caverna. Confesso que fiquei meio assustada com o barulho alto dos trovões, mas se ficássemos dentro da caverna esperando a chuva passar, o grupo ia ficar preocupado. Mas ele não me ouviu; já estávamos dentro da tal caverna, que nem era muito grande. No máximo, tinha apenas dez metros e era circular.

Ele se adiantou e plantou um tipo de planta cuja flor é branca e brilha; sua luz é mais forte que a luz de três velas juntas. E era uma planta rasteira que cobriu as paredes quase por inteiro e iluminou bem o lugar. Sentamos no final da caverna e ele me abraçou.

-Você está com medo, não está? –Ele perguntou.

-Um pouco.

-Não se preocupe... Eu vou te proteger.

Por alguns segundos, meu coração bateu mais forte. Apenas minha mãe e meu pai me falaram aquela frase. Mas com ele, teve um efeito tão especial... Não sei te explicar, Rafael. Lembro-me de que eu ia perguntar uma coisa, mas ele me interrompeu com um beijo. Mas um trovão me assustou e eu parei o beijo. Abracei-o bem forte e fechei meus olhos com força; não dava muito para confiar nos raios e trovões do Makai, pois eles caem em qualquer lugar. Ele me abraçou de volta. Ficamos daquele jeito por um tempo.

Depois, ele se deitou e me puxou junto. Deitei minha cabeça no tórax dele e ficamos assim.

-Ayame. –Ouvi ele me chamar e murmurei um 'hn' –Você comunicou ao seu pai de que você se juntou ao meu grupo quando você o visitou?

-Hai. Disse isso e disse que eu te amo.

-E o que ele disse?

-Disse que estava tudo bem contanto que eu tome cuidado. –Eu ri depois que repeti a frase dele.

-Seu pai é bem liberal. E você é bem educada. Acho que é por isso que ele não se preocupou muito quando você disse que ia ficar comigo.

Eu ri mais ainda e me sentei, limpando as minhas lágrimas causadas pelo o riso.

-Ah... Kurama... Ele disse, também, que se você me beijar do queixo pra baixo, ele te manda pro inferno. –Eu ri mais ainda. Ele se sentou, com um sorriso.

-Só irei fazer isso quando você estiver pronta. Ele disse mais alguma coisa?

-Não... Não disse. –Vi que ele me olhava com um sorriso doce. –O que foi?

-O seu sorriso... É lindo.

Aí eu me lembrei que eu não havia sorriso verdadeiramente desde eu o encontrei. Ainda estava muito triste com a morte da minha mãe.

-Obrigada. –Sorri, meio sem jeito e meu rosto ardia.

-E você fica mais linda ainda quando fica corada.

-Pára! –Virei meu rosto, com um sorriso envergonhado. Ele colocou uma das mãos dele em meu rosto e me fez encará-lo. Logo, ele estava afagando meu cabelo e brincando com as minhas orelhas.

-Linda. –Ele murmurou e passou suas mãos pelas minhas duas mechas prateadas. Ele me beijou e me abraçou. –Quero que o tempo pare.

Eu sorri, meio surpresa.

-Eu... Também quero isso.

-Espera.

Depois disso, me lembro de ele tirar uma rosa branca de seu cabelo e colocá-la no meu cabelo, de um jeito que a minha mecha prateada cobrisse ela com alguns fios.

-Agora... Eu quero que o tempo pare. –Ele completou. Foi um dos dias mais... Bonitos que eu já tive ao lado dele.

-Mas eu não entendo: por que você quis ouvir isso?

-É que agora eu tenho a chance de ouvir seu passado. –Ele sorriu e ela também. –E por que você cortou o cabelo?

-Por causa de uma promessa... Que eu fiz á mim mesma. Eu prometi que se eu encontrasse uma vaca que me atormentou no passado, eu cortaria e queimaria meu próprio cabelo com meu youki na frente ela.

Ela sorriu.

-Isso foi... Corajoso.

-Ahhhhh! –Ela gritou e levou ambas as mãos á cabeça. –A Yola ta brincando comigo! Aquela desgraçada!

-Sakuya! Droga! –Ele a segurou antes que caísse.

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Cibele fez uma bola de fogo e controlou o ar para que ela pudesse chegar mais rápido. E conseguiu. Acertou Vanessa em sua perna direita.

-Ahhh! -Vanessa gritou de dor. Cibele esticou seu braço esquerdo e apontou para ela. Vanessa começou a flutuar.

-Ahh... Como é bom controlar o ar. –Pensou Cibele enquanto jogava Vanessa contra uma árvore fortemente. Ela cuspiu um pouco de sangue. Caiu de joelhos no chão, tossindo. Cibele se aproximou dela, segurou-a pelo o pescoço e a ergueu.

-Isso é por ser insolente. –Ela deu um soco em Vanessa, fazendo-a voar novamente. Cibele pegou-a pelo o pescoço de novo. –Isso é por estar do lado errado. –Ela deu um soco mais forte nela. –E isso é por ter cumprimentado o Hiei. –Ela fez uma espada de fogo aparecer em sua mão direita. –Adeus. –E com isso, perfurou a barriga de sua inimiga com a espada, fazendo com que o corpo todo dela pegasse fogo.

Cibele ouviu um grito de agonia vindo de Vanessa e sorriu, vitoriosa. Virou-se e continuou seu caminho para a Dark Cavern, com sua mão esquerda em seu ombro direito.

-Agora que ta doendo! –Seu robe branco de luta estava meio rasgado e tinha alguns ferimentos em seus braços, pernas, um corte em sua bochecha esquerda e dois cortes em sua barriga não muito profundos. Começou a correr, ignorando os protestos de seu corpo. Tinha que alcançar os garotos. –Hiei! –Ela gritou. Não tinha muita certeza se ele a ouviria, mas ele é um youkai. Por que não arriscar? –Hiei! HIEI! HIEI!

Um vulto negro parou em sua frente e ela freou com um derrapão no chão. Por sorte não caiu.

-Sabia que ia ganhar. –Hiei disse com um sorriso.

-Hn. Eu tinha certeza disso. –Ela sorriu e se ajoelhou, com a respiração ofegante. –Meu corpo está me matando! –Ela riu. Ele se abaixou e deu um selinho nela.

-Vai melhorar. Quer descansar aí ou vai continuar?

-Eu vou continuar... –Ela se levantou. Começaram a andar meio devagar. –Eu saiba que você ia me escutar...

Ele sorriu.

-Baka... Claro que eu ia te escutar.

-Hum...

-Não estávamos muito longe. Apenas á uns 600 metros de onde você estava.

-Vocês são devagar, hein!

-Não; é que fomos andando devagar porque sabíamos que você ia terminar com ela logo, onna.

Ela corou.

-Seus fofinhos! –Ela o parou por um braço e se aproximou. Beijou-o e depois continuaram a caminhada. Não estavam muito longe dos outros e havia se passado apenas dez minutos desde que Cibele começou a luta contra Vanessa. Não demoraria muito até chegarem na Dark Cavern.

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Ai, ai, ai... Mais um capítulo! Gostaram? Bem, num tenho muito que comentar n.n''

Deixem reviews! XD

Kissus! X3