Anjo de Gelo
Existe um breve momento de letargia na dor.
Um momento em que acostumamos a sentir.
As cicatrizes protegem o coração, tudo é superficial.
O que são poemas se não palavras jogas com sentidos.
Por que tudo tem que ser e bonito.
E o feio nunca é apreciado.
Grite que eu tenho culpa, me condene.
Palavras são só palavras.
Eu não sinto mais.
Não
escuto mais.
Não falo.
Faça-me uma coisa que ainda não fez.
Surpreenda-me.
Quantas vezes não chorei por um sentimento ou palavras.
Não há surpresas.
Apenas um sentimento velho demais.
Tudo
que eu já conheço.
Tudo que já aconteceu antes.
Surpresa – Mais um poema meu... Está virando moda.
Por que o medo? Já não importa mais. Por que às vezes nos bloqueamos a fazer algo que gostamos tanto? Sempre vai existir algo mais, sempre haverá incompreensão e dor. Por que não podemos apreciá-la ao invés de rejeitá-la como um monstro de 7 cabeças?
Apreciar a dor parece bom. Mas e quando não a sentimos mais, quando tudo passa por nos tão superficialmente que nem podemos apreciar? Será que isso é a morte ainda com vida que alguns dizem?
Sabe, quando você morre, não precisa ser necessariamente fisicamente. Não precisa parar de respirar, ou de sentir o coração bater. Aliás, por que ele bate? Assim deviam ser os sentimentos. Sem razão, explicação ou qualquer uma dessas coisas que as pessoas usam para tornar tudo tão complexo.
Ele desceu do trem, ainda podia sentir o seu nariz quebrando em baixo do seu pé, tudo estralando. Agora, tudo o que ele tinha feito era para não ser mais perdoado. Ainda o amava. Mas que importava?
Agora ele estava destinado a matar Dumbledore. Era de rir. Matar o maior mago do mundo, parecia algo surreal. Bem, agora ele tinha sumido por todas as férias.
Analisando a situação friamente, ele tinha pisado na cara da pessoa que amava, havia dito coisas terríveis e agora ele estava longe. Como Draco queria. Por que doeu na hora, mas não doía mais.
E era isso que era mais estranho. Ele estava agindo como um pote vazio, de alguma guloseima. Era isso, ele era uma caixinha vazia de feijõezinhos de todos os sabores. Pegaram todos eles e foram consumindo. Cada pessoa, levando um bom, um ruim e agora não sobrava mais nada.
Ela podia ser rasgada, amassada ou reaproveitada, no entanto estava jogada no canto de algum lugar. Onde foi reutilizada para colocar veneno para matar alguém que nasceu para o bem e para amar.
Ele iria matar Dumbledore. Não por sua família, não, ele não queria mais colocar sentindo em nada. Não queria mais idealizar ou sentir seus sentimentos, todos foram feitos para acabar e morrer.
Ele amava Harry Potter. Mas esse devia odiá-lo. E ele estava errado? Talvez, sabe, é muito fácil julgar, e muito fácil tudo isso. Mas perdoar? Nunca.
Colocando as coisas na balança. Ele também não tinha sofrido? É, ele poderia gritar e falar que esta sendo injustiçado? Poderia sim, mas isso significaria tacar as coisas na cara. Falar coisas desagradáveis. Criar discusões que ele não queria. Por que estava cansado demais para isso.
Não era só isso. Coisas ruins acontecem, pessoas erram. Mas por que criar uma tempestade em cima de tudo. Sua família foi destruída, ele nunca soube de verdade o que era carinho, amor, orgulho e todos os sentimentos bons que as pessoas dizem existir sem estar atrelado a algo muito ruim.
Ele ficava culpando as pessoas por ai? Ele não tinha vocação para uma vitima do destino. Por isso não pedia ajuda, por isso não chorava, se desesperava ou tinha medo. Ele ainda tremia na presença do Lord, ou lembrar que ele estava em sua casa. Mas, isso realmente importava?
E naquele momento ele se perguntava o que estava acontecendo dentro dele. Por que ele não sentia mais? Por que ele estava ignorando tão bem o amor que sentia por Harry Potter. Se o garoto queria ficar dando uma de menino injustiçado a quem coisas ruins acontecem sem que ele tivesse escolha ótimo.
Draco não tinha vocação para isso. Coisas ruins aconteciam com ele também. Mas era tudo uma questão de escolha. Ele tinha escolhido fazer tudo da melhor forma. Não havia sido feito para amar. Sentimentos deixam as pessoas fracas? Como seria quando visse Harry?
Ele não queria pensar. Provavelmente o garoto jamais o perdoaria. Mas ele realmente se importava com isso. Não era tudo o que ele queria desde o começo. O outro poderia se fazer de vitima, dizer que era certo. Pela visão de alguns ele até podia ser. Para Draco ele até poderia estar certo. Mas é uma escolha, tudo questão de escolhas. Dessa vez ele seria forte. Não havia mais nada dentro dele para morrer.
O salão estava cheio. Apenas um monte de vozes falando e que ele não queria estar. Sentou ali em silêncio no começo. Todos de sua casa o olhavam de forma estranha, lá estavam Crabbe e o Goyle, como Pansy e Blaise. Cada um no seu lugar, nobres demais para sentir, superficiais demais para se deixar levar e ser natural.
E foi quando Harry entrou no salão que ele começou a contar o que havia feito no outro. Ele fez todo mundo rir como era esperado.
- Muito bom o que você fez. Teria graça se você ainda tivesse algum prestigio. – disse o garoto de pele escura como pérola. – Ah, me desculpe, não quero ferir os seus sentimentos.
Blaise disse e todos riram, típicos sonserinos. O que ele devia esperar? Aliás, se deve esperar algo das pessoas ou elas sempre vão agindo da forma como querem. Pela primeira vez ele viu ódio de verdade nos olhos de Harry Potter.
O que esperavam dele? Por que as pessoas sempre esperam algo. Ele estava cansado de viver, iria fazer as coisas por obrigação. Não havia mais nada de prazeroso. O sabor do corpo de Potter ainda estava em seus lábios o amargando por dentro como um veneno.
Ele começou a andar para fora. Ignorando chamados, ignorando tudo a sua volta e querendo ficar sozinho. Passos pesados tocando o chão, como um maldição, ele não devia estar ali. Não devia respirar ali dentro, era um traidor. Um traidor de todos.
Seus erros não foram feitos para ser compreendidos. Julgar era mais divertido, ele estava começando a gostar daquele papel de vilão da história. Não importava.
"Ainda amo Harry Potter..."
Ele não sabia para onde caminhava, apenas que queria estar longe, queria estar no escuro e quem sabe morrer. Por que ele não morria, por que até nessas horas o espírito sonserino tinha que falar mais alto?
Era covarde demais para tirar a própria vida. E ainda tem gente que chama se matar de covardia!? Eles se esquecem do istinto mais primitivo que o homem tem. O instinto de sobreviver. Bem, não importa, o instinto dele era mais forte do que das outras pessoas. Mas ele estava vazio. Estava caindo e cultuando cada vez mais sua loucura. Ela, junto com a dor, são os melhores venenos.
Ele riu bastante, depois encostou com as costas no corredor, ele olhou para um lado e para o outro. Não sabia onde estava, só que estava escuro demais. Mal conseguia ver o que tinha fora da janela. Rir é algo bom? Por fora é o que importa.
Passou os dedos pelos cabelos finos, tirando-os do rosto e voltou a caminhar, sendo atraído aos poucos pela escuridão e a solidão. Ele era um traidor, um sujo traidor se esgueirando pelos cantos tentando planejar algo para matar Dumbledore, e ele era bom nisso. Em planos, pensava demais. Talvez ele devesse agradecer ao pai quando o visse de novo.
Voltou a caminhar, passos pesados como sua alma, como seu corpo e seus pensamentos torturantes como um louco preso em um quarto escuro. Liberdade.
"E agora... Meu amor me odeia."
Ele entrou dentro de uma sala, era um dos muito banheiros que haviam na escola. Um banheiro como qualquer outro. Mas diferente. Ele andou em torno das pias, passando os dedos nas torneiras até achar uma que tinha um relevo de cobra.
- A porta da câmara secreta. – disse ele, sua voz era estranha a seus ouvidos. – Seria bom se eu pudesse abri-la para ajudar nos meus planos.
Ele tirou o dedo dali, e olhou em volta. Estava sozinho. Ele queria abraçar Harry Potter, e pedir desculpas, queria chorar abraçado a ele pedindo para que continuasse amando-o e para que o salvasse.
"Sou covarde... Ser sonserino é ser covarde."
E logo, não demorou muito. A porta se abriu e ele riu. Harry e seu grande truque de adivinhar onde ele estava. Ele não queria vê-lo isso significaria sua morte, significaria que ele iria morrer de vez por dentro. Ele precisava se controlar, e não olhar os passos que vinham na sua direção. A varinha, ele enfiou a mão nas vestes e a segurou com os dedos. Só para dar a coragem de levantar os olhos.
- Sabe, esse banheiro é um bom lugar para você se esconder de mim agora. Está com medo Malfoy?
Ele levantou o rosto, e agora o via. Sua camisa ainda suja de sangue, ele ainda estava sem o uniforme de Hogwarts. Mas estava ali, o olhando com ódio, enquanto dentro do peito de Draco só havia um amor proibido. Um câncer.
Era Harry ali, como ele se lembrava, mas os olhos fervendo de ódio. Pela primeira vez totalmente descontrolado. Ele estava irritado.
- Sabe, eu passei um inferno nessas férias. Na casa dos meus tios. Meu padrinho morreu, eu estou atolado de problemas. Estou cansado. Ai eu resolvo dar a única coisa que o meu padrinho me deu para você. Para que possamos nos comunicar, por que eu queria ter você junto de mim. Por que eu pensava que... Você me amava.
Draco continuou calado, continuou a ouvir tudo o que o outro dizia, se lembrando das cenas, se lembrando de Voldemort, andando pela sua casa, da mãe apavorada, dos gritos. E de tia Bella. Uma bruxa que dava medo de olhar. Mas o que mais doía, era a forma como Harry falava.
"Eu te amo... Amo-te... Perdoa-me."
- Por que eu queria que você estivesse comigo. Da melhor forma possível... Mas você tem que sempre ser um comensal primeiro não.
- É. – disse ele pela primeira vez. Estranhando como sua voz saia firme.
Não se importava com as conclusões que o outro chegava. Estava acostumado a ser sozinho, será que o outro nunca iria se acostumar. Ele estava morrendo por algo que não conhecia, mas no fundo ninguém se importava.
Harry o olhou, mais uma vez com raiva, condenado Draco, como todo mundo, ele devia esperar que fosse diferente? O que ele devia mesmo esperar de Potter.
- Me deixe sozinho Potter...
Mas ele não fez isso, avançou em si o puxando pelo braço ferido, puxando ali com força. Apertando os dedos, e doeu tanto, só que não mais que seu peito doía por um choro que ele segurava estava acostumado aquilo.
- Por quê? Está tramando contra quem agora? Está se escondendo de quem agora? Dói? – perguntou apertando mais forte. – Eu nunca devia ter confiado ou pensando que você teria algo de bom para me oferecer.
Nesse momento ele riu, como se toda a sua dor se transformasse naquele riso. Deixando que o outro apertasse quanto quisesse ele estava imune aquele tipo de dor, até gostava.
- Não te interessa. E eu não pedi para confiar em mim. Não pedi para esperar nada de mim. Fez isso exclusivamente por que... Por que te dá prazer. – disse quase gemendo.
Harry o soltou.
"Eu te amo..."
- É, acho que não tenho mais nada para fazer aqui. – disse o garoto saindo. – Você é um cretino. Eu te odeio, eu quero que morra, a culpa é minha, eu sei, não devia mesmo ter confiado e amado você, tem razão.
E ele explodiu, deu um chute na porta com tudo.
- Merda, estou cansado de você, estou tão cansado que um dia eu ainda te mato. – gritou ele voltando os olhos verdes para Draco. – Devia fazer isso agora antes que você faça uma merda. Eu devia matar você, por que você não significa nada além de um inimigo.
- Você tem razão.
- Mas acho que vou deixar você se ferrar sozinho, estou de saco cheio de superar, e de tentar arrumar as coisas. De aceitar você na minha vida. – e os gritos só aumentavam.
- É assim que coloca sua indignação para fora? Gritando impropérios?
- Vai se foder. – gritou o outro. – Eu estou cansado de ser Harry Potter.
- Me desculpa, mas esse é seu nome não é? – perguntou rindo um pouco.
- Você... Eu estou decepcionado com você. Estou chateado... Eu queria uma atitude certa de você, mas você só consegue me magoar mais ao invés de tomar a atitude. – disse Potter à voz abaixando.
"Mais uma vez... Só me ame... Ame pelo que eu sou e não pelo que quer que eu seja..."
- Está decepcionado? Bem, você não é o primeiro.
- Chega... Estou indo embora... E quando eu sair dessa merda de banheiro, seremos inimigos de novo.
- Que seja. Eu não agüento mais olhar para a sua cara.
E assim o outro saiu sem olhar para ele, batendo a porta. E seu corpo todo tremeu, como se fosse agora o último ponto vital sendo tomado e quebrado. Ele pensou que não poderia haver mais dor. Mas a porta foi aberta de novo.
"Consegui... Consegui... Morrer..."
E passos pesados foram ouvidos. Ele arrumou as vestes, segurava uma varinha na mão. E quando olhou quem era, sentiu-se um pouco mais apreensivo. Era Crabbe e Goyle.
Ele viu Crabbe parar um pouco longe e quem parou mais perto foi o amigo maior que era Goyle. Esse sorriu quando o viu.
- Nos ouvimos tudo o que tínhamos que ouvir. – disse Crabbe. – Não somos burros, quer dizer que tinha um caso com Potter, que acabou agora?
- Eu o usei. – disse apenas. – Tenho uma missão como sabem, vão me ajudar ou atrapalhar?
Goyle riu, e passou os dedos nos fios de cabelo loiro do outro. Descendo os dedos pela sua roupa, o olhando de uma forma que o fez tremer.
- Sabe, antes você era como uma pilastra para nos, como um arco de quadribol do qual queríamos alcançar. – Goyle disse.
A mão pesada empurrou um pouco o seu corpo de encontro a pia. E suas costas doeu um pouco.
- Sua família tinha prestigio... Seu pai era o melhor comensal do Lord... E agora você tem essa missão por que? Por que esta sendo prestigiado por uma coisa que não merece. Nunca tocamos em você... Mas...
Goyle disse tudo o que tinha para falar e acertou o rosto de Draco com a mão.
- Vamos de ajudar, mas o nosso preço vai ser caro demais para você. – disse Crabbe.
- Não me importo com isso, eu pago...
o0o
Você diz que vai embora de novo...
Eu já vi isso acontecer.
Vai voltar mais uma vez?
Não importa...
Estou
matando o que há dentro de mim.
Estou consumindo todas as minhas
esperança.
Até que não exista mais nada.
Ame-me do jeito que sou...
Então não me ame.
Deixe-me só.
Sabia que a luz embaça diante dos seus olhos quando você chora?
Sabia que quando você corta a pele, de propósito ela demora para sangrar?
E que morrer não precisa ser nada físico?
Eu sabia que iria acontecer.
Pintei meu jardim com cores mais bonitas.
Para fingir que era um sonho.
Mas no
final, as cores desbotaram se tornando cinza.
Estou acostumado.
Dê-me o que eu não espero.
Eu já conheço o seu jogo.
Mas
tudo acabou.
Os dados ainda estão rolando.
Eu estou
abandonando a mesa.
Não por que não sinto, mas por que quero.
Será que deve haver uma explicação para tudo?
Será que tudo tem que ser tão complicado?
Eu não sei como apagar um erro.
Mas posso demolir tudo e construir de novo.
Faça a realidade mais bonita que os contos.
Mostre-me que estou errado. Mas não julgue...
Será que eu não sei de tudo? Por que até agora é um enredo conhecido.
Entre
outras voltas que o mundo dá.
Todas exatamente iguais...
Surpreenda-me com uma atitude que eu não espero.
o0o
Seu corpo todo doía, tanto, mas ele estava acostumando com aquilo. Com aquela sensação de vazio que vinha depois de algo terrível. Nunca pensou que aquilo aconteceria. Mas por que a surpresa, era só o que faltava.
Ele estava deitado com o rosto no chão gelado, seus olhos estavam apagados e cinza. Era apenas o começo de uma morte, que ele tinha planejado. Tudo correndo como o plano, tudo sendo meticulosamente trabalhado por de trás dos olhos dos outros. Ninguém poderia imaginar.
Ele queria e não queria se levantar, aquele era apenas um dia, de muitos outros que aconteceriam aquele ano. No qual ele tentaria armar um plano para matar Dumbledore. Ele se levantou aos poucos, fazendo uma careta de dor.
E se encolheu abraçando o próprio corpo. Abraçou-se e deixou as lágrimas virem até seus olhos. E ali ele chorou enquanto tremia e se vestia. Enquanto ele sentia aquela dor do que estava acontecendo.
Ele vestiu suas roupas amassadas como o seu ego. Sua última lágrima. Ele não iria mais chorar, era tudo uma questão de tempo. Para aquilo passar de uma vez. E quando terminou aquilo tudo, mas alguém apareceu.
- Você está chorando? – perguntou a voz irritante de garota. - Quer que eu te ajude em algo? É ruim chorar não é? Alguém te incomodou?
- Não preciso da ajuda de uma garota sangue ruim morta. – disse ele engolindo o choro, e terminando de abotoar a roupa. Saindo de lá.
Ele precisava de um lugar para conseguir planejar, e ele sabia que lugar era aquele. E toda aquela situação só o fez se lembrar. O lugar ideal para aquilo era a sala precisa. E tudo só acontecia para deixá-lo mais forte.
Nota:
Olá
de novo. Estou me habituando a voltar a escrever a fic, por isso saiu
com poucas páginas. Mas eu gostei do resultado, o que não aconteceu
com o outro cap. Mas a vida anda bem complicada para mim, pois é...
Nada como viver. Não coloquei o Draco sendo estuprado pelo Goyle e o
Crabbe pq acho que ninguém iria querer ler, ou me enganei? Mas foi
isso que aconteceu...
OBS: Lichtgestalt é inferno em alemão.
Comentem...
Reviews:Nyx Malfoy: Sim, eu
acho que a vontade dele é realmente morrer, mas ele não tem
condições para isso, ou se morre ao acaso, como uma fatalidade, ou
se mata e ele não tem coragem para tanto. Sabe, acabar com a própria
dor.
Sim ele deu o espelho do Sirius, mas ele foi quebrado, já
era. Rs...
Obrigado por acompanhar...
...Makie...: Obrigado por esperar, eu estou demorando né, rs, escrever anjo de
gelo me gasta uma força enorme. Mas eu não vou abandonar ela, o fim
esta perto infelizmente. Por favor continue lendo... Chan J.
K.: Rs, isso foi feito de propósito... mas enfim rs... Esse acho que
ficou melhor. Na verdade eu apenas pulei o quinto ano, por que não
gosto dele. Desculpa... Vê se curti esse é o começo do sexto
ano... Beijos obrigado e continue lendo, estou tentando terminar, ela
me gasta forças rs... Thanatos: Sim, eu entendi, eu fui
tentar escrever ela num estado ruim, mas, deu merda... Rs XD sorri
estou voltando para o tom anterior dos outros caps. Estou retomando a
outra narrativa, e a fic também... Vou escreve-la só quando
estiver com espírito... rs... Beijos e continue lendo por favor.
