CAPITULO OITO

O bar do hotel em que estavam hospedados ficava cheio a essa hora, o copo de whisky estava quase vazio de novo, não devia ter mostrado as memórias, ainda mais a tortura.

Ela deve estar me odiando

Não passaria no quarto. Não queria ver o olhar dela o culpando. Não queria ver a repulsa ali.

Se levantou, já que não iria dormir por que não trabalhar?

Deixou o dinheiro no balcão e foi em direção ao ministério, antes de sair do hotel ouviu a musica agradável que tocava, reparando pela primeira vez em sua letra

...I'll be waiting for you when you're ready to love me again…

Eu estarei esperando por você quando você estiver pronto para me amar de novo, era verdade. Ele estaria esperando.

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(A parte esperada por você Jade aksaksaospo)

- Por que fugir meu amor? Você que tanto quanto eu, pense, se nos ficamos nesse estava com roupas e em uma sala no ministério, imagine como não ficaríamos sem ela e em uma cama confortável. Imagine Hermione.

Hermione ergueu os olhos, como dizer a ele? Queria aquilo, é claro que sim, mas não queria estragar sua amizade, sem contar que para ela não seria apenas diversão como para ele, para ela seria mais, sempre fora.

- Sei o que esta pensando, não vamos estragar nossa amizade querida, somos adultos, saberemos lidar com isso, com o amanhã. Uma noite não seria o suficiente, nunca! Eu tenho uma proposta para você querida. – Disse Harry tirando as mãos de dentro dela, o que rendeu um gemido de protesto – Uma Amizade Colorida, amigos com alguns benefícios, como dividir a cama, podemos criar regras, sua escolha querida, o que me diz?

Merlin!

Não daria certo, ele sabia disso, afinal ele não queria apenas alguns momentos, mas seriam nesses momentos em que ele iria conquistá-la.

- Harry... Não acho que vamos conseguir, você sabe... Todos eles, não vai dar certo...

- Querida, não precisamos contar, ficaria apenas entre nos dois, afinal, a vida é nossa. Me diga que aceita Hermione, por favor.

Hermione fechou os olhos e sentiu sua testa grudada com a dele, a respiração batendo em seu rosto, as mãos na cintura a apertando, como poderia resistir?

- Apenas me prometa que nada vai dar errado. Que nossa amizade vai continuar a mesma.

- Não confia em mim querida? Eu prometo Hermione.

- E quanto as regras?

Harry quase morreu quando a ouviu falar, a voz baixa e rouca, sua virilha já estava dolorida e vinha lhe falar de regras?

- Você as dita!

- Sem ciúmes, quando encontrarmos alguém vamos falar, sem medo. Eu posso ter outros encontros assim como você. Nada de passar uma noite inteira na casa do outro. Sem levar roupas para o meu apartamento, e sem querer me pagar tudo apenas por estar transando comigo.

- Apenas isso Hermione-certinha-Granger?

- Nunca, Nunca se apaixone!

Tarde demais querida!

Aparatou direto em seu quarto, a levando direto para sua cama, de onde ele esperava que ela demorasse bastante a sair. Aparatou em casa

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O jantar acabou, Blaise não perdeu tempo, a queria, quando estavam saindo do restaurante puxou Luna pelo braço e beijou-lhe.

Ela nada fez para interromper o beijo, e enrascados um no outro, sem descolar os lábios, aparataram na Mansão Zabine, eles foram cambaleando até a porta do quarto, que Blaise abriu com uma mão e sem olhar.

Ainda como se fossem um único ser com quatro pernas, se esgueiraram para dentro do quarto e tombaram sobre o carpete macio, beijando-se e apalpando-se. De algum modo, Blaise conseguiu fechar a porta com o pé, enquanto rolavam pelo chão, já se despindo.

Luna bateu a coxa contra algo, mas não se importou. Só sentia a pele áspera do rosto dele com a barba por fazer roçando seus mamilos. Ele lhe beijava o corpo todo, selvagem, ávido, e ela retribuía como podia. Só se ouvia sua respiração ofegante e excitada na escuridão. Não conversavam, deixavam que o desejo falasse por eles. Então, ele se posicionou e afastou-lhe os joelhos. Ela se ajeitou e agarrou-o ansiosa, e oooooh… talvez tivesse sido um erro, mas tudo bem, depois pensaria no erro, agora ela queria mais. Blaise se colocou entre suas pernas e a penetrou de uma só vez, forte, profundo, como ele sabia que ela gostava. Ela o enlaçou com as pernas, e juntos gemeram.

— Você disse voar? — sussurrou ele em seu ouvido. Ela pousara a cabeça contra o antebraço musculoso. Blaise suportava o próprio peso com o outro braço para não esmagá-la.

— Não, eu disse "não pare, Blaise Zabine." - Ele riu e depois gemeu quando ela tensionou as pernas, apertando-o contra si.

As estocadas eram fortes, rapidas, Luna arranhou as costas do Moreno assim que ele lhe chupo o pescoço, ele gemeu sentindo suas unhas, dor e prazer, a sensação única de penetrá-la de estar dentro dela que estava quase esquecida.

Ela se entregou como uma flor. Sentiu o orgasmo invadir-lhe o corpo e, então, o lento relaxamento no retorno à terra.

— Oh, Luna — sussurrou Blaise, também alcançando o clímax.

— Blaise… — incentivou ela, acariciando-lhe os cabelos.

Deixou-se cair ao lado dela na cama, a puxou para deitar em seu peito, como aquela sensação era boa, nunca tivera isso com nenhuma, a apertou mais contra si, sentiu o perfume de seus cabelos.

- Já é hora de ir embora?

- Não. Fique comigo, durma comigo, viva comigo Sonhadora, não vá embora de novo.

Luna sorriu, ouvir a voz dele sonolenta pedindo para ela ficar. Ele nunca tinha pedido.

- Você não passa a noite com uma mulher lembra? Ainda mais na sua casa.

- Você não é elas, você é A garota. A minha garota. A garota que eu quero, entenda isso Sonhadora.

- Como assim?

- Quer namorar comigo Di-Lua?

Ela arregalou os olhos, ela podia se levantar e ir embora, ignorar a felicidade que sentia. Ou podia aceitar o pedido e prolongar a felicidade por tempo indeterminado.

- Eu aceito Blaise.

Ele sorriu e a beijou, ela era sua!

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Harry colocou Hermione na cama com um único pensamento

"Darei tanto prazer a você que gritará".

Ele engatinhou o restante do caminho para seu corpo, posando nariz com nariz. Deixando suaves beijos em sua exuberante boca.

Sua boca se abriu em um ofego, possivelmente um suspiro.

-Harry, rápido!

Ao mesmo tempo em que ela pronunciava essas palavras, ele elevou uma mão e pegou um seio em sua mão. Seus olhos fechados, seus lábios ligeiramente arqueados. Um olhar de divino prazer cobriu sua expressão.

—Podemos terminá-la — disse ele—, mas, quer que seja rápido?

—Eu… eu não sei — respondeu.

—Peça-me que a deixe agora mesmo e o farei. Peça-me isso. - Ela abriu a boca, mas não disse nada. —Peça-me que vá embora, Hermione. Não a forçarei. Eu me afastarei de você.

De novo, nenhuma palavra. A satisfação o atravessou. Ele puxou seus mamilos com a ponta dos dedos. Um gemido escapou de seus lábios. Merlin, adorava ver sua face ruborizar-se de excitação.

Ela gemeu, um som tão afligido de necessidade que ele respondeu em um nível primário, seus músculos se retesando, seus ossos vibrando. Quando tirou as mãos – só por alguns poucos segundos – seu gemido se converteu em um grunhido. Ele deslizou os dedos sob sua camisa, arrastando-os sobre a suave pele de seu estômago, certamente a mais suave e doce pele que já havia conhecido. Suas feições se nublaram de êxtase, e ela tremeu.

—Isto faz você estremecer de exitação? —perguntou, tenso. As pontas de seus dedos roçaram a parte inferior de seus seios.

—Completamente — ofegou.

—A mim também. OH, a mim também.

Deveria fazê-lo parar, pensou. Deveria fazer que ele se detivesse… em apenas… alguns minutos.

Os dedos dele eram abrasadores, queimando, e em qualquer lugar que tocassem um fogo se acendia por debaixo de sua pele. Ele se afundou mais profundamente nela, fazendo-a ofegar. O corpo dele era como um cabo vivo, percebeu, e logo sua mente ficou em branco; consumida só pela paixão ao mesmo tempo em que suas mãos se fecharam sobre seus seios nus. Instintivamente, ela afastou as pernas, num convite silencioso para que ele penetrasse nela completamente. Ele não aceitou. De fato, levantou-se um pouco. Ela quase o amaldiçoou. Com sua outra mão, ele levantou a bainha de sua camisa.

—Preciso vê-la antes.

—Sim — disse ela. Ela não estava preocupada com o passado de cada um, não estava preocupada com o que aconteceria quando tudo terminasse ao mesmo tempo em que ela elevava o quadril para tornar mais fácil para ele. Sua ereção se esfregou contra ela. Prazer absoluto. Sensação total. Ele gemeu em uma pausa e ela fez o mesmo. Apesar da roupa que ela ainda vestia, sentiu como se ele tocasse seu centro.

—Mmm, sim — disse. —Eu gosto.

Seu estômago se contraiu, estremeceu. Incapaz de deter a si mesma, fez isso de novo, de propósito desta vez, e se esfregou contra seu pênis. Harry inalou em outra pausa. Tiro a blusa dela por cima de sua cabeça, liberando seus seios para seus olhos.

— Tenho que provar deles.

Hermione não deveria permitir que ele fosse mais longe. Harry fechou seus dedos ao redor do pulso dela.

—No que está pensando?

—Paixão — admitiu— Sexo.

—Olhe-me.

Não pensava em desobedecê-lo. Seu olhar caiu sobre ele, e ficou quieta, assombrada pelo que viu. Ele estava bebendo a visão de seus seios como se fossem as coisas mais belas que já tivesse contemplado. Como se sua pele e seus seios de tamanho médio encabeçassem sua lista de Natal.

—Estou pensando que nunca tive uma visão mais maravilhosa. Sua beleza me cativa — disse ele em tom reverente.

—Harry você já teve muitas mais bonitas que eu.

—Nenhuma é mais bonita que você Carinho.

Uma de suas mãos foi até sua bochecha, seu polegar acariciou um lado de seu rosto.

Como é linda

Harry estava sobre ela, seu grande e duro corpo. Músculos agrupados, ele exsudava força e excitação em ondas que davam água na boca. Seu abdomem era definido, bendito treinamento para auror. Seu pênis estirado para seu centro, tão grosso, tão duro, procurando por ela. A visão dele, daquela forma para ela, por ela, deixou-a sem fôlego.

Pouco a pouco, ele baixou a cabeça. Um ofego de antecipação se obstruiu na traquéia dela. Sua boca se fechou sobre o mamilo dela, rodeando-o com cálida umidade. Quando sua língua se arrastou para frente e para trás pelo perolado casulo, a mão dela se enredou em seus cabelos, sustentando a cabeça dele no lugar. Ele friccionava o outro seio com sua mão e a dupla sensação matinha seus quadris retorcendo-se.

—Você me faz sentir quente, como que com febre, como se minha vida inteira dependesse de você — sugou forte e ela gemeu ante o prazer/dor, logo a lambeu fazendo desaparecer a dor e gemeu ante a embriagadora felicidade.

Os últimos vestígios de sua resistência? Medo? Dúvida? De repente, tinham desaparecido, substituídos por uma necessidade de continuar com aquela deliciosa loucura.

Nesse momento ele se tornou mais importante para ela que respirar. Gemendo, envolveu suas pernas ao redor da cintura dele, enganchou seus tornozelos e o puxou para cima dela. Ela saboreou, gozou da deliciosa urgência dele.

-Hermione? — disse, com voz rouca. Ele fechou os olhos em doce rendição, sua expressão encantada, em choque, admirada.

—Harry.

Ele mordiscou sua clavícula, lambeu seu pescoço de cima a baixo. Sua mão trabalhava no cós de sua saia. Deslizou seus dedos passando-os, sob sua calcinha, e sentindo sua umidade. Ela quase gritou ao mesmo tempo em que arqueava os quadris urgindo-o a ir mais longe.

—A maioria das mulheres acredita que este é o lugar onde mais recebem prazer em seus corpos — seus dedos beliscavam seu clitóris levemente. Ele estava suando, tentando ir devagar quando ela queria que se apressasse. Com esse único toque, ela quase alcançou as portas do paraíso. Tão perto do clímax… tão perto…

—Estão certas — ela conseguiu dizer com um ofego.

—Não, estão equivocadas — deslizou um dedo através de suas dobras úmidas dentro do verdadeiro calor dela.

—Pequeno. Apertado. Quente. Maravilhoso.

Tinha pensado que antes estava perto do paraíso? Nem sequer um pouco. Suas paredes femininas se apertaram em volta dele, mantendo-o cativo. Ele se movia dentro e fora. Lentamente. Pura tortura. Ela ofegou, ofegou e ofegou.

—Algumas mulheres acreditam que o ritmo é a causa de seu desejo.

—Estão… equivocadas, também? —santo inferno, estava ardendo. Suas células estavam viajando através de sua corrente sanguínea em velocidade máxima, derrubando tudo com sua passagem.

—OH, sim. Estão equivocadas.

Continuou deslizando seus dedos dentro dela, e seu estômago estremeceu, esticou-se; os músculos de suas pernas tremeram ao redor dele. O orgasmo vacilava no doce ponto de chegada.

—Harry — suplicou.

—OH, como eu gosto de ouvir meu nome saindo gemido de seus lábios — seu polegar roçou seu clitóris. Sua cabeça girava de um lado a outro. Ardia, tão quente, perto da explosão.

—Mostre-me o lugar que recebe mais prazer do corpo de uma mulher — tinha que gozar. Ou se não… morreria… logo…

—Por um beijo — disse ele, querendo negociar inclusive agora. —Darei o mundo a você por um simples beijo.

Sem vacilar, encaixou os lábios nos dele. No momento em que sua língua se chocou com a dela, seu sabor encheu sua boca. As deliciosas sensações entre suas pernas se intensificaram. Ela desenganchou os tornozelos, deixando que seus joelhos caíssem afastados sobre a cama, deixando-a bem aberta para o que fosse que ele fizesse. Perdida na paixão, assim estava Hermione. Era exatamente o que tinha temido: uma escrava dela, desesperada por ela. Mas não se importava. O beijo foi duro, quente e só se tornou mais duro e mais quente. Os dedos de Harry continuaram bombeando-a, tão frenéticos e insaciáveis quanto os beijos. Mas então, repentinamente, deteve-se. Interrompeu o beijo, parando o movimento de seus dedos. O corpo dela vibrava e um soluço quase brotou de seus lábios.

—O que está fazendo? —gemeu. Enredou suas mãos em seus cabelos e tentou forçar sua boca a voltar para a dela.

—Agora mostrarei a você onde é mais sensível, onde ficará à beira do clímax cada vez que a toque. Hmmm. Sim.

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Eu ia escrever mais. Maaas ai percebi que deram 8 paginas no Word

Ai parei pra deixar todo mundo doido

Koaskapskaposak

Eu adoro fazer isso. Acho que é por essa razão que eu só leio fics terminadas

Kaospkapska

Jade. Não pode comer a mão não ta?

Até a proxima