N/A: leiam ouvindo You – Switchfoot *---------* (.com/watch?v=rzSl27pKj6k ). Mesmo esqueminha de sempre, digita w w w . y o u t u b e . (cole o link acima) e emocione-se *-*
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OITO — LOST
(Perdida)
— ANNA! — chamei pelo seu nome com a angustia subindo a garganta.
Eu tinha plena ciência de que eu estava gritando, que as pessoas que olhavam torto e que eu andava desesperada, com lágrimas quase escorrendo pelo rosto. Mas eu não dava a mínima. Minha sobrinha, desaparecida. Quem sabe o que aconteceu? Quantas vezes já falamos para ela nunca sair de perto de nós, quantas?
— Anna! — gritei mais uma vez, agora mais alta. A festa já ficava para trás, a musica era quase inaudível, e eu continuava a andar pela gramas atrás da pequena monstrinha em um vestido cor-de-rosa que ela odiava.
Caminhei mais alguns passos e pude ver não uma, mas duas crianças brincando perto do estacionamento. Uma era a minha criança, e a outra, de cabelos cacheados e cor de bronze só podia ser a criança de Bella.
Acelerei meu passo para alcançá-las mais rápido, mas Bella apareceu em um rompante, pegando a menina ruiva nos braços e apertando-a.
— Nunca mais faça isso com a mamãe, Reneesme. Eu estava louca atrás de você! — ela protestava enquanto mantinha a criança colada em seu corpo. Edward estava logo ao seu lado.
— Anna! — gritei seu nome quando ela fez menção de sair dali. Ela me olhou com sua melhor cara de anjo e sorriu. Bufei irritada.
Me abaixei a sua frente e segurei seus bracinhos em minhas mãos, apalpando-os para ter certeza de que não estava machucada. Quando tive certeza de que isso não havia acontecido, tomei-a nos braços.
— O que você estava pensando? Quantas vezes já falamos para você não sair de perto de mim ou da sua mãe? Cynthia está quase chamando o FBI, a Scotland Yeard, a Interpol e a SWAT para procurarem por você! — ela simplesmente riu e eu rolei os olhos. — Não estou brincando, seu monstrinho! — abracei-a fortemente. — Ficamos com medo de que algo pudesse acontecer com você. — agora minha voz soava mais dramática. É claro que soava, eu estava quase chorando.
— Só estava brincando. — ela se defendeu, quase sufocada no abraço, e apontou para a menina ruivinha.
— São apenas crianças. — Edward murmurou, com desagrado.
— Mas a minha criança parece ter 50 anos de idade, devia saber dos perigos de andar sozinha. — retruque olhando Anna.
— Ainda sim são só crianças. — Bella continuou. Os dois olhavam admirados para a filha.
— Uma criança linda, aliás. — falei sem pensar. Era incrível como todos daquela família eram extremamente bonitos.
— Obrigada. — ambos sorriram, e eu retribui o sorriso.
Anna sussurrou que estava com cede ao meu ouvido, e eu me lembrei de Cynthia, ligando para a Interpol.
— Er, acho melhor encontrar minha irmã antes que ela chama de fato, a Interpol. — sorri amarelo.
— É, acho melhor avisar aos outros que a achamos. — Bella comentou.
Me despedi com aceno e comecei a andar de volta par a festa com Anna no colo. Ela colocou as mãozinhas em volta do meu pescoço e começou um mantra chamado "suco de laranja" e só parou quando interceptei um garçom e peguei um copo para ela. Parei em uma mesa vazia e puxei a cadeira, me sentando e colocando-a no meu colo. Entreguei-lhe o copo e ela começou a beber com vontade.
— Fugir da sede, né? — ri, e ela parou uns segundos para rir, até terminar todo o copo. Admiro a criança pelo tamanho do seu estomago!
— Anna! — ouvi a voz de minha irmã gritar, correndo em nossa direção. Ela pegou Anna no colo e disse, toda enrolada, tudo que eu já havia lhe dito.
Eu ri das duas, enquanto Anna, enrolada como toda criança, tentava explicar seu paradeiro e sua nova companheira de travessuras para sua mãe. Eu apenas concordava com as coisas que ela falava, quando ela pedia.
— Você vai ficar aqui? — Cynthia perguntou, já largando o casaco e a bolsa na mesa. É, acho que agora era ali o nosso lugar.
Cruzei as pernas e apoiei o cotovelo nelas, observando toda a festa. Na verdade, eu ignorei toda a festa e só prestei atenção em uma mesa. A mesa onde ele estava sentado. Eu me perdi em sonhos de novo. O leilão beneficente passou, o jantar passou, e algumas taças de champagne se passaram por mim também. Mas não, eu lhes garanto que não estou bêbada.
Não havia jeito de Cynthia convencer Anna a dormir, e eu agradeci por isso. Minha primeira idéia era fazê-la dormir assim que chegássemos aqui, e ter uma desculpa muito plausível e altruísta para sair de cena. Mas agora que descobri quem está na festa, não consigo me dar ao luxo de ir embora. Agora, enquanto eu observo a mesa vazia onde eles estavam sentados, eu não quero ir embora. Eu quero poder falar com ele, nem que por mais um minuto. Mesmo que quando eu estiver com ele eu queria que sejam horas.
Anna havia simplesmente adorado o dr. Connor. Claro, quem não gostaria de alguém que aparentava ter a mesma idade? Os três estavam na pista de dança, e cruzavam quase sempre com o casal majestoso dos Cullen, a garota de cabelos platinados, e o garoto grande. Dr. Cullen e sua esposa, muito sociáveis com uma taça de champagne intocada nas mãos, conversavam com muitas pessoas. A festa parecia ser deles. Bella e Edward eram os únicos que continuavam sentados a mesa. Velavam o sono da pequenina de cabelos cor de fogo, seus olhos tinham um brilho que eu jamais vira antes. Amor absoluto, admiração, instinto protetor. Eles me lembravam leões. Leões com seus filhotes.
Ri da comparação idiota que havia feito e baixei a cabeça. Talvez a bebida já estivesse me subindo, ou estivesse com muito sono. Ou os dois juntos. Olhei minha taça pela metade, e vi as luzes do lugar se refletirem no liquido borbulhante. Suspirei. O único que eu não achava ali era Jasper. Isso me deixava um tanto quanto frustrada. Continuei a observar a taça e comecei a desenhar sua borda com o indicador, mas não durou muito. Senti um bafo gélido contra minha orelha, e tão rápido quanto um pensamento, sua voz invadiu meus pensamentos.
— Frustrada ou entediada? — ele perguntou de trás de mim. Senti uma de suas mãos se apoiarem na minha cadeira, e a outra na mesa a meu lado esquerdo. Sua boca estava bem ao pé do meu ouvido, e isso fez meu coração parar.
Fiquei gelada, arrepiada. Um susto, muito bom, mas ainda sim um susto. Virei-me abruptamente para ele, e nossos rostos ficaram, por meros cinco segundos, a apenas alguns centímetros de distancia.
Ela afastou seu rosto limpando a garganta, em tom de desculpas, e eu tornei a me virar para frente. Olhei minha taça pela metade, peguei-a e entornei tudo de uma vez só. O liquido desceu efervescente por minha garganta.
— Então? — ele tornou a perguntar, e eu vasculhei meu cérebro a procura de sua pergunta anterior, até lembrá-la.
— Um pouco dos dois. — tentei responder com indiferença, mas não era fácil fingir perto dele.
— O tédio eu entendo, mas e a frustração? — ele tornou a perguntar, seus olhos curiosos buscavam os meus, que eu fazia questão de desviar. Seus olhos eram uma armadilha mortal.
—Havia perdido minha irmã de vista. — menti, encarando minhas mãos. Pelo menos dessa vez, eu julgava que havia sido convincente.
— Você fica frustrada muito fácil. — ele riu, e eu soltei uma risada envergonhada. Ele surtia um efeito engraçado sobre mim.
Me permiti cair em sua armadilha, e olhar em seus olhos. Eles eram de um mel tão lindo, que me sentia idiota por me privar daquilo. O bom de ficar com Jasper era memorizar cada detalhe dele. Ninguém sabe quando eu o veria de novo.
— Muito cansada, ou aceitaria mais uma dança? — ele pediu, com os olhos mais apelativos do que nunca. Como eu poderia dizer não aqueles olhos?
Jasper's point of view
Ela sorriu o mais belo sorriso que eu já vi em toda a minha vida e estendeu a mão, a qual eu segurei com prontidão, se pondo em pé em um pulo. Ela riu uma risada de sinos maravilhosa, que simplesmente me hipnotizou e olhou a pista.
— Então, vamos lá, cowboy? — perguntou ainda risonha, e eu acenti com a cabeça.
Abestalhado, esse deveria ser o meu sorriso para. Ela estava tão linda em um vestido rosa pálido, delicado no decote, e ousado nas pernas, já que não passava muito da metade das coxas. Seu cheiro essa noite, estava especialmente delicioso. Ou será que era a aproximação de seu corpo que a deixava ainda mais apelativa?
Assim que chegamos na pista de dança a musica, que parecia uma mistura inteligente de valsa e tango, mudou para uma muito mais calma, parada e romântica. Ela me olhou assustada, e senti a indecisão dentro dela.
— Ainda quer dançar? — perguntei cauteloso, desejando para que ela quisesse. Eu queria muito ficar próximo a ela. Queria muito ser capaz de resistir a ela.
— Só se você quiser. — Alice mordeu o fino lábio inferior, em um tom de timidez, a esperança estava dentro dela.
Sorri envolvendo sua cintura com meus braços, e ela sorriu abertamente. Certamente era isso que ela queria, eu só não entendia o por que. Alice espalmou as mãos em meu peito e subiu em um movimento lento e delicado, com medo de fazer algo que não agradasse, provavelmente. Parou as mãos ao atingir meus ombros, mas não me encarou. Acho que ela encarava o espaço entre nós. Menos de dez centímetros agora. Uma grande diferença entre a primeira musica.
— Sentimentalismo idiota. — a ouvi murmurar tão baixo, que deveria ser somente para ela, mas não contive o riso.
— Sentimentos não são idiotas. — falei a encarando divertido, e seus olhos cor de esmeralda encontraram os meus, com um brilho de timidez e vergonha.
— Sentimentos não, mas o sentimentalismo é. Totalmente dispensável. Alias, musica romântica não me ajudar em nada a dispensá-lo. — ela ficava ainda mais linda irritada.
Suas bochechas tinham um tom rosado, e não era de vergonha, apenas ira. Seus lábios curvados em um pequeno biquinho lindo e irresistível. Me peguei a olhando abobalhado.
— O que foi? — ela perguntou. Oh, claro que ela havia notado minha expressão.
— Apreciando sua beleza. Você tem os olhos mais lindos que eu já vi. E acredite, já vi muitos. — e a maioria clamava por misericórdia, antes de perder o brilho e às vezes, até mesmo a cor.
Ela corou levemente e encostou a testa em meu peito, dessa vez sem medo de atravessar linha que não deveria.
— Não diga isso. Quer me matar, é? — ela me olhou e deu uma risada nervosa. E eu não achei graça nenhuma. Era exatamente o que eu desejava, mas não o que queria.
— Não diga besteira! — protestei com um certo tom de rispidez. Alice voltou a morder o lábio inferior com pesar.
— Sinto muito. Foi apenas uma brincadeira. — tornou a baixar a cabeça, me fazendo sentir culpado.
— Não, eu que peço desculpas. Foi apenas uma brincadeira. — sussurrei e sem pensar, beije-lhe o topo da cabeça. Um erro típico de um principiante. O queimar desceu a minha garganta, aquele cheiro maravilhoso brincando com o meu autocontrole.
Alice me olhou, suas feições demonstravam que ela ficou assustada e ao mesmo tempo contente com o gesto. A musica lenta continuava a criar um clima sobre nós. A euforia e excitação corriam o corpo dela, e seus sentimentos afetaram gravemente os meus.
"I hope to lose myself for good. I hope to find it in the end, not in me in you"
(Espero me perder de mim mesmo para sempre. Espero encontrar isso no final... Não em mim, em você)
Seu rosto estava tão próximo ao meu. Sua pela tão chamativa, apelativa. O vento jogava seu cheiro em minha direção, o ardor em minha garganta continuava ali. Só mais um pouco. E eu tentava reprimir esse pensamento, logo após criá-lo. Meu nariz roçava em sua pele quente, fazendo o caminho de seu maxilar, da orelha até o queixo, e eu a ouvi arfar. Errado Jasper, você não deveria fazer isso. Meu consciente gritava comigo, mas o subconsciente falava mais alto, era ele que controlava tudo agora. Deixei que meus lábios tocassem o seu queixo, que deslizassem pelo seu pescoço. Aquele aroma maravilhoso. Aquele cheiro.
Eu precisava dela. Eu teria ela. Senti seu corpo estremecer e suas mãos se fecharem em volta da lapela de meu fraque quando meus lábios gelados tocaram seu pescoço quente. A pulsação ali era perfeita. Rápida, ágil. Aos poucos permiti que minha boca se abrisse e minha língua tocasse seu pescoço, e ela soltasse um gemido, apesar de muito baixo, perfeitamente audível para mim. Eu estava tão perto, minha garganta ardia ainda mais agora. Eu queria, mas eu não devia. Desejo contra vontade, necessidade contra consciência, natureza contra mentira.
— Jasper... — as vozes eram tão distantes. Eu quis poder gritar "Só um minuto" ou "Pausa para o lanche". Mas eles continuaram a gritar meu nome. — Jasper... — agora foi uma voz feminina que gritou meu nome.
E mais uma vez.
— Jasper! — um protesto me forçando a voltar a terra, aos meus princípios, aquilo que eu acreditava.
Afastei- me de Alice com nojo de mim mesmo. Como eu podia fazer aquilo? Eu não queria ser um monstro. Eu lutava há anos contra a minha natureza, para fraquejar agora? O que eu estava pensando? Na frente de todos? Destruir tudo que Carlisle levou anos para construir para nós? Destruir toda a minha família por uma birra?
A ouvi arfar em desaprovação quando afastei meu rosto de seu pescoço, e em seguida seus olhos cor de esmeralda me lançaram um olhar confuso, quando em afastei por completo dela.
— Eu... Preciso.. Eu preciso ir. Está na hora. — disse desconcertado, tentando não soar tão grosseiro.
Ela suspirou e me olhou com dor. Um pânico tão grande percorreu seu corpo, e eu me perguntei se somente agora ela havia entendido o que eu poderia ter feito. Ela olhou o chão e exitou a mão em punho duas vezes antes de acenar.
— Até... Qualquer dia desses. — ela sorriu amarelo, esperando que eu me afastasse.
O que eu fiz tão logo ela terminasse de falar. Sai em disparada em direção ao estacionamento e pude ouvir as vozes atrás de mim novamente.
— O que você pensou que estivesse fazendo? — Rosalie ordenou com uma grande ira na voz.
— Foi você que disse para eu acabar com isso de uma vez! — protestei ainda andando rapidamente, sem olhar para trás.
— Eu também lhe mandei ser homem e ser forte. Isso você não acata? — ela falou revoltada, e agora já estava quase ao meu lado.
— A primeira ordem me pareceu mais chamativa. —não me permitia olhá-la.
— Graças a Deus Edward estava na sua cabeça! — Emmett falou lançando seu braço enorme em volta dos meus ombros.
— Como se ele tivesse escolha. — arrisquei olhar para trás e não pude deixar de notar o olhar serio que Edward me lançava, e a careta de dor de Esme.
Edward ainda ouvia meus pensamentos, e sei que em segredo, Esme se sentia culpa por me empurrar a algo como isso. Qualquer coisa que me faça feliz. Eu não poderia pedir uma mãe melhor.
— Você disse que se sentiu triste! — a voz de Bella era cortante e audaciosa. — Você disse!
— Eu não estava pensando, Bella. — lhe lancei um olhar maligno e ele retribuiu. — Mas é claro, você não entende! — falei com ironia. — Quantos diferentes planos e esquemas você acha que Edward fez para matá-la?! Você sabe? E você sabe o que Emmett fez quando se deparou com cheiros tão apelativos? — ela estava me deixando irritado. Usou Reneesme para me fazer ficar, e quando tenho uma recaída é a primeira a me acusar. Ela tem algum problema, ou não entende o que nós somos? Qual a nossa natureza?
— Não seja tão maldoso Jasper. — Edward repreendeu.
Qual é Edward, você sabe muito bem que ela deveria entender. Nem todos tem o autocontrole magnífico que ela tem!
Ele não disse nada, apenas me olhou vazio.
— Eu avisei que era uma péssima idéia ficar.
— E nós avisamos para você evitá-la. — Bella falou ainda com raiva. Acho que agora eu entendia o "melhores amigas" que Rosalie havia citado.
Ri sarcástico. Eu tinha vontade de me atirar em frente a um caminhão, se isso tivesse o poder de me matar. Como eu estava com raiva nesse instante.
— Como se eu soubesse que ela iria estar aqui. Já ouviu falar de destino, Bella? — ela fez uma careta e tornou a olhar para Reneesme. Acho que ela entendeu o que eu quis dizer, mas com exceção de Edward, ninguém mais entendeu. — Isso vai acabar, prometo. Não a verei mais. Farei com que me odeie, se for necessário. — prometi, mas nenhum deles deu um sorriso encorajador ou se sentiu confiante com a promessa.
Pro inferno! Eu vou fazer isso. Não vou matá-la. Posso ser tão forte quanto Carlisle, para sobreviver sem seu sangue, e posso ser mais forte que Edward, para viver sem ela. Meu recém descoberto "objeto" de desejo.
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N/A: eu adoro tanto parar em partes boas. :D cara, eu to super sem tempo pra escrever, essa semana ta tão difícil e estressante! , além do que eu to com dois novos projetos de fic :D fora as duas que eu já posto e mais duas que eu posto sobre fics do Simple Plan. *se mata*. Então, eu realmente espero que tenham gostado, eu escrevo com uma peninha do Jazz. .-. vou levar ele pra casa e consolar (6)
Obrigada as reviews, Jully, Thay Cris, Loveblack Cullen, Maän Masen, Milla Mansen Cullen, Deisok-chan, Becca Donnely, Karolz.
Saibam que o cap só veio hoje porque eu tive o comentario da Karolz. Eu já tava quase saindo G_G ai terminei de escrever ele e betar \o/
Thay Cris, então, a Alice ta meio "presa" porque é o começo, ela ta conhecendo ele e ta com medo de sei lá, assustar ele (eu sou assim, meu personagens me refletem) mas pode deixar que ela vai se soltar sim *-* e Jully eu adoro fazer inconvenientes, como a Anna desaparecer no meio da festa.
E Karolz, por roubar sim. Eu sempre faço isso nas minhas fics (em todas praticamente, um vicio que pegou quando eu comecei a escrever fics de bandas G_G), tipo, é uma maneira a mais de envolver as leitoras.
Anyway, venham sentir peninha do Jazz comigo e comentem. o/
Vamos lá, mais 8 reviews no mínimo, para o próximo cap. :D
xo . xo
Bih.
