Desculpem a demora, gente. Eu atualizei a fic no NYAH! mas esqueci de atualizar aqui. Mil perdões mesmo :/

Peço desculpas também pelo tamanho. Acho que ficou pequeno, mas se eu tivesse postado junto com o capítulo 9 ia ficar grande demais e acabar muito rápido.

Espero que vocês gostem.


- Chegamos.

Mercedes disse triste enquanto terminava de estacionar seu carro. Eles estavam no grande e descoberto estacionamento do hotel e conseguiam enxergar o professor Schue e seus alunos. Sam os olhou e, em seguida, voltou seu olhar para Mercedes.

- Eles não parecem sentir a minha falta. – Disse abrindo um sorriso sugestivo na tentativa de convencê-la a deixá-lo ficar.

- Sam, não... – Ela o interrompeu com uma voz triste. Então ele percebeu, finalmente, que aquilo era real. Eles iriam se separar mais uma vez.

- Eu só... Não queria ficar longe de você. – Suspirou. – De novo. – Lamentou e a observou suspirar. – Eu não sei quando nós vamos estar juntos, ou nos falar, ou nos olhar de novo. Eu não quero isso de novo. – Ele pegou sua mão lamentou ao se referir às duas vezes em que tiveram de se separar e o quão complicado fora lidar com aquilo.

- Sam... – Mais uma vez ela o interrompeu. – Não torne tudo mais difícil, ok ? – O encarou, finalmente e viu lágrimas esconderem aquele par de olhos verdes. Suspirou. – Não vai ser como antes. Eu prometo. – Ele não pareceu acreditar. – Por favor, confia em mim – suplicou. – Eu não sei como vai ser daqui para frente, mas não estou pronta para estragar qualquer nova chance que eu tenha de estar com você. – Disse ainda com os olhos fixados nos dele. Depois encarou sua boca e o viu aproximar seu rosto. Selaram os lábios. – Vamos. – Ela pediu enquanto enxugava as lágrimas de Sam. – Eles devem estar cansados de nos esperar. – Tentou sorrir.

Mercedes abriu a porta enquanto Sam destravava o cinto e saía logo em seguida. Eles entrelaçaram os braços depois que Mercedes trancou o carro e andaram, despreocupadamente, até o grupo.

- Oh, Sam... – O professor o saudou querendo transmitir um tom autoritário, mas só conseguiu mostrar o quão aliviado estava. O abraçou. – Onde você estava ? Ligamos como loucos para você... Para vocês dois, na verdade. – Disse, agora, olhando para Mercedes e esperando uma explicação.

- Bom dia para você também, senhor Schue. – Mercedes revirou os olhos e sorriu divertida. – Nós... hm... – Ela olhou para Sam que a encarava esperando uma resposta. Mercedes gaguejou mais um pouco e ele sorriu nervoso para o professor.

- Tudo bem, vocês precisam se explicar. – O professor lançou a mão no ar mostrando que não precisaria de detalhes. – Deixem-me terminar com isso. – Disse-lhes pegando outra mala e colocando-a no espaço apropriado. – Ah, Sam, agradeça ao Blaine. Foi ele quem arrumou todas as suas coisas e as trouxe para cá. – Alertou-o.

- Está tudo bem, senhor Schue. Ele me deve uma. – Blaine passou por trás de Sam e deixou uma de suas mãos pousarem, brutalmente, em um dos ombros do loiro. – E eu espero que ele me pague com todos os detalhes desse fim de semana. – Agora ele estava atrás de Sam, mas de Mercedes também, e sussurrou ao pé de suas respectivas orelhas.

Mercedes sentiu as bochechas queimarem e Sam sorriu sem jeito.

- Eu vou sentir sua falta. De novo. – Era Tina quem aparecera ao lado de Mercedes depois de Blaine ter entrado no ônibus. Ela formava um pequeno bico enquanto inclinava seu corpo para abraçar Mercedes.

- Oh, Tina... Eu também. – A morena lamentou, mas tentou sorrir. Quando se separaram, ela pôde perceber uma Tina extremamente chorosa e emotiva. – Oh, meu Deus... – Soltou sem saber o que fazer ou falar.

- Tina, não... – Sam a parou e a abraçou. A asiática se recompôs e o encarou com raiva.

- Oh Sam, você é tão insensível. – Reclamou e entrou no ônibus. Mercedes riu junto a Sam, quem não entendera nada do que tinha acabado de acontecer.

- Oh, Deus, vocês dois estão cheirando a sexo. – Era Kitty que aparecera pela lateral do casal. Sua última opção era parecer indignada ou ofendida. Ela queria provocar o casal e deixá-los sem graça. Era típico de sua personalidade.

Mercedes, mais uma vez, sentiu as bochechas queimarem enquanto todos a encaravam, pela janela, com sorrisos maliciosos. Sam revirou os olhos e riu nervosamente. Kitty, então, deu de ombros e se juntou aos demais dentro do ônibus..

William soltou um suspiro de alívio enquanto fechava o porta-malas. Olhou para o longe e admirou a beleza da cidade envolta dele. Mercedes e Sam o encararam com dois sorrisos satisfeitos e enquanto os outros se distraíam dentro do ônibus.

- Sam, te espero dentro do ônibus. – Ele se dirigiu ao loiro enquanto fazia seu caminho. – E, Mercedes. – Eles se olharam e a morena sorriu timidamente. – Obrigada por ter nos dado apoio. – A abraçou.

- Vocês são a minha família, senhor Schue. – Ela o deixou entrar e, pela visão periférica, viu que seus amigos encaravam Sam e ela pela janela.

- Então... – Sam a mirou. Seus olhos transmitiam tristeza, assim como os dela. Ele estava hesitante. – Acho que chegou a hora. – Mercedes apertou os lábios e afagou um de seus braços musculosos.

- Eu prometo fazer dar certo desta vez. – Ela sussurrou enquanto aproximava seu rosto e o beijava ternamente.

Sam recebeu os lábios de Mercedes delicadamente e os tomou com os seus de uma forma singela. Depois de alguns instantes ele fez com que Mercedes desgrudasse um pouco seus lábios um do outro e adentrou-lhe boca com a ponta de sua língua. O corpo da jovem amoleceu com o toque e sua boca se tornou cada vez mais receptiva. No primeiro choque entre suas línguas ela sorriu e segurou mais o ar, até que ele lhe faltou completamente.

Mercedes e Sam cortaram o beijo e permaneceram de olhos fechados enquanto descansavam suas testas uma na outra. Ouviram os assobios e as pequenas risadas que vinham do ônibus e não puderam evitar sorrir. Mercedes sentiu, mais uma vez, a respiração do rapaz e abriu os olhos. Havia lágrimas no rosto dele.

- Por favor... – Ela suplicou em um sussurro. Sua voz estava embargada, ela odiava vê-lo chorar. – Não chore. – Secou suas lágrimas.

- Eu vou sentir sua falta. – Ele disse depois de se recompor e se afastar, para, então, segurar suas duas pequenas mãos e lhe encarar os olhos.

- Eu também. – Ela tentou sorrir.

Então, dessa vez, Sam se aproximou e selou seus lábios com força. Agarrou sua cintura e distribuiu beijos pelo seu maxilar até chegar em seu pescoço. Finalmente a abraçou com força.

- Sam ? – Will apareceu na porta do ônibus. – Nós precisamos ir agora. – Disse sem jeito.

- Eu te amo. – Ele sussurrou ao pé do ouvido de Mercedes para que só ela ouvisse. A morena, então, afagou seus cabelos. Separaram-se e, desta vez, quem tinha o rosto repleto de lágrimas era a própria Mercedes. Ela as secou rapidamente e sorriu para ele, quem caminhou e subiu as escadas do ônibus.

- Sam ? – Ela o fez parar. Ele olhou para trás e sorriu. – Eu também te amo. – Disse por fim. – Muito. – Sorriu ao ver os olhos do amado marearem e sustentou seus olhares.

Enfim ele criou forças para continuar seu caminho até a parte interior do ônibus. Sentou em algum lugar longe da janela – para evitar ver Mercedes e soltar mais lágrimas, mas ainda assim pôde vê-la acenando para seus amigos.

Em apenas um fim de semana Sam conseguiu descobrir que aquele verão tinha sido impossível de esquecer para os dois. Tinha certeza, mais do que nunca, de Mercedes sentia o mesmo por ele e de que, agora nem a distância faria com que todo esse amor desse errado.


É isso ! Desculpem se ficou corrido ou com pouca emoção, ou triste demais, ou sei lá hahahaha.

Obrigada a todos que leram e às meninas que me deixaram alguns comentários. De verdade :)

Vou dar um pequeno tempo nas fanfics, pois acabei de começar a faculdade e já estou mega enrolada. Não fiquem tristes, já estou com outro projeto em andamento ! É mais uma fanfic Rileystreet que estou tentando fazer em forma de one-shot, mas talvez fique um pouquinho maior.

É isso gente. Obrigada mais uma vez