Sebastian trancou a porta atrás de si e respirou fundo, era o fim do seu controle, ele havia esperado tempo demais e agora Ian estava pronto para ser dele, totalmente dele. O garoto estava no banheiro se "aprontando" o que o deixava mais impaciente, não havia o que se aprontar, ele simplesmente deveria vir e ser seu.
- Pronto mordomo? – perguntou uma voz no fim do quarto fazendo Sebastian se virar, a visão era desconcertante. Ian estava de pé, com blusa negra aberta, ele havia removido a calça e suas roupas debaixo, deixando seu corpo nu amostra entre a fenda da camisa, no entanto, tinha algo que capturou a atenção de Sebastian.
As botas de cano alto, que iam até o final da coxa, que ele usará quando era um demônio recém criado, e rebelde estavam lá, roçando no membro semi ereto do rapaz. Ele deixou todo o ar sair de seus pulmões enquanto observava o rapaz, Ian percebeu que os olhos do demônio estavam em suas coxas e sorriu.
- Eu mantive elas – explicou – eu gosto como elas apertam minhas coxas, me dá a sensação de restrição – ele brincou com a boca da bota a puxando mais próxima da virilha – ela vive caindo você quer me ajudar?
Sem dizer uma palavra Sebastian caminhou pelo quarto em direção ao menor parando a dois centímetros dele. Ele ainda resistiu alguns segundos antes de agarrar a coxa do menor e o erguer, em reflexo Ian envolveu suas pernas na cintura de Sebastian que o manteve seguro agarrando suas nádegas para mantê-lo firme.
- E agora senhor Michaelis? – provocou Ian sorrindo para a expressão séria de Sebastian – o que vem agora?
Sem pensar duas vezes Sebastian rompeu os lábios do menor com um beijo avassalador, Ian agarrou-se a ele com força sentindo o prazer de ter a língua do seu amado explorando sua boca, o beijo rompeu apenas para Sebastian chupar seu pescoço enquanto roçava o membro do rapaz junto ao seu que estava duro dentro da calça.
- TIRE – mandou Ian sobre as roupas. Sebastian jogou o rapaz na cama desfazendo-se de suas vestes com agilidade, quando ele livrou-se da última peça ele se preparou para pular no garoto, mas Ian o deteve – se transforme – pediu surpreendendo o amado – eu sei que não pode ser nessa forma, então se transforme logo, eu quero fazer isso com você na sua verdadeira forma, sem máscaras.
Sebastian pareceu relutante, mas logo se afastou e fechou os olhos. Demorou dois segundos quando as penas negras começaram a surgir dando forma a enormes asas negras, seu cabelo tornou-se mais comprido e os pés tornaram-se pontudos como se tivessem saltos, os olhos se tornaram completamente vermelhos e as presas surgiram em sua boca, as unhas cresceram que não havia como distinguir os dedos de garras, seu corpo inteiro tornou-se mais pálido do que antes, maior, mais forte, mas demoníaco.
Ian assistiu quando a criatura de mais de dois metros de altura se aproximou dele, completamente nua exibindo uma ereção completamente ereta. Ele conhecia aquilo, era tão grosso e grande como ele lembrava. Tentando afastar qualquer incerteza de sua mente, ele sentou-se na cama, ficando na beirada enquanto a criatura se aproximava. Sebastian era tão grande agora que ao se aproximar da cama, o menor conseguia segurar seu pênis sem precisar curvar-se.
E foi exatamente o que ele fez, ele envolveu o enorme pau e sua mão, o massageando, o demônio fez um som de satisfação quando menino começou a sua massagem, ele era grande e ousado, mas Ian era bem mais que isso.
Sem pensar duas vezes, o rapaz abocanhou o que conseguiu colocando a cabeça do pau de Sebastian em sua boca, chupando-a. Ian não conhecia esse gosto, nem a técnica, ele apenas queria sentir isso, sentir aquele membro enorme na sua garganta. Ele começou a lamber a ponta e todo o comprimento, ele queria abocanhar tudo de uma vez, mas era impossível, a coisa era enorme e sua boca era muito pequena.
Determinado a ir mais fundo possível, ele voltou a abocanhar o membro e fazendo movimentos com a língua para lhe dar mais ação. Ele sabia se masturbar, sabia quais eram as áreas mais sensíveis, ele só precisava relaxar.
Os gemidos de Sebastian agora eram altos, a mão com dedos de garra agora estavam na nuca do menor massageando-o, como se o encorajasse a continuar. Ian liberou o membro mais uma vez de sua boca, mas manteve os movimentos com a mão constante, ele queria fazer aquilo, levar Sebastian a loucura e só tinha um jeito.
Atrevido, ele relaxou a garganta e voltou a abocanhar o membro o levando o mais fundo que conseguiu, o grito de prazer do demônio foi imediato, quando o membro foi empurrando dentro pequena e quente garganta de Ian, era tão apertado, não gostoso.
O próprio Ian sentiu seu pênis latejar quando a pressão do pau de Sebastian na sua garganta ficou mais forte, a garra agora mantinha sua cabeça quieta enquanto ele fodia sua boca.
- Meu pequeno – gemeu Sebastian sentindo seu pênis aquecido – que buraco quente... – antes que Ian protestasse, ele começou a empurrar a coisa mais fundo. O menor levou a mão a garganta para sentir aquela monstruosidade pelo pescoço, ele estava sendo aberto e isso só fazia seu pênis ficar mais duro.
Sem aviso, antes que ele ficasse sem ar, Sebastian agarrou o seus cabelos e o libertou. Ian puxou o ar exasperado, tossindo no processo, quando sua face foi coberta pelo esperma de Sebastian que havia gozado em si.
- Ora, Ora – riu o demônio com a visão do menor completamente coberto do seu gozo – alguém aprendeu a seduzir – Ian ainda tossia levemente esfregando a garganta, ele não tinha tempo para reclamar do incomodo que estava lá, ele tinha algo mais urgente para resolver, pois mesmo já tendo gozado, Sebastian ainda estava duro, e ele também.
- Por que não cala essa boca e faz algo de útil – disse o menor rindo limpando um pouco de sêmen da sua face, por curiosidade ele pegou um pouco do liquido e lambeu para sentir o gosto – é melhor do que eu pensei, meio salgado, meio doce.
- O que quer que eu faça agora pequeno? – provocou Sebastian se inclinando para encurralar o menor na cama, mas Ian não estava intimidado, nem um pouco, ele queria uma coisa naquele quarto e ele iria conseguir. Sem pudor ele agarrou os cabelos do demônios pela nuca do trazendo para mais perto dele.
- Eu quero que você me foda seu demônio maldito – vociferou ainda em voz rouca. E foi só o que Sebastian queria, ele abocanhou os lábios do menor novamente o empurrando para cama. Ian nem conseguiu reagir quando foi empurrado para o centro da cama e suas pernas sendo abertas, o corpo grande e forte de Sebastian se encaixou entre elas sem romper o beijo.
Aquela língua demoníaca era muito habilidosa e o garoto estava tendo dificuldade para acompanhar, mas Sebastian não ligava, ele havia jogado o controle pela janela, ele precisava de Ian, precisava preenche-lo.
Ignorando qualquer preliminar a garra passeou pela sua coxa se aproximando de sua entrada, foi quando o pânico tomou conta de si, não tinha nada, nenhum óleo, nada que aliviasse a entrada, em um ato de desespero ele rompeu o beijo e levou dois dedos a boca os umedecendo e o empurrou dentro de si, rezando para ser o suficiente.
Percebendo a reação rápida do menor Sebastian riu uma risada irônica.
- Com medo?
- Eu pretendo andar depois disso – rebateu o rapaz ainda se massageando, mas o sorriso do demônio não se abalou, ele apenas largou o pescoço do menino descendo na cama. Ian retirou os dedos de si, quando Sebastian agarrou cada uma de suas coxas, o abrindo totalmente e de forma surreal ergueu o menino de ponta a cabeça.
Ian levou um susto quando foi arrastado pela cama e colocado naquela posição, sendo manuseado como uma boneca. O rapaz estava pronto para brigar, quando sentiu a língua áspera e longa do demônio entrar em si.
Nada em sua vida o preparou para aquele momento, ser fodido pela língua de Sebastian naquele ângulo quase o matou.
- Céus... Sebastian... isso... é tão bom... – tentava dizer, mas ele não conseguia completar uma frase, a língua era rápida, habilidosa e tão úmida, ela ia tão fundo. O garoto sabia que estava gemendo como uma puta, sabia que podiam ouvir ele há quilômetros, mas tudo o que ele queria naquele momento era que aquela língua nunca saísse de dentro dele. Sem pênis pingava no ar intocável, o pré-gozo escorrendo pela ponta, ele não ia durar muito, ele ia gozar – Seb.. s.. mais... seb... – ele estava pronto para gozar, quando acabou.
A língua saiu de dentro de si e Sebastian o jogou na cama na posição anterior. Ian queria gritar de frustração, mas o corpo enorme caiu sobre si novamente chupando seus mamilos, fazendo o menor voltar a se preocupar com o prazer.
- Isso – gemeu Ian revirando os olhos, a maldita língua áspera agora provocava seus mamilos enquanto ele sentia as prezas do demônios roçarem na sua pele. O garoto deixou um sorriso pairar em seus lábios quando sentiu as garras do demônio finalmente entrando nele e pressionando seu ponto de prazer – nesse lugar, mais forte... mais forte – pediu o rapaz agarrando os lençóis, Sebastian tinha largado seus mamilos agora o demônio pairava em cima de si, praticamente babando com os gemidos do menor – Sebastian mais dois, eu aguento... mais dois... – implorou mordendo os lábios quando quatro dedos entraram nele – dois não são quatro idiota... aghh... tão bom, mais fundo – implorava sentindo o seu anus sem aberto, mais e mais. Ele começou a acariciar o próprio membro tentando fechar ao clímax, ele já estava vazando desde o primeiro dedo, não ia aguentar muito tempo.
- Boochan... – disse Sebastian em sua voz totalmente demoníaca – não goze agora... pare de se tocar – frustrado, Ian largou seu pênis, mas não antes de envolver o polegar na ponta, pegar um pouco e pré-cum e passar nos lábios de Sebastian, o demônio chupou o dedo sem romper o contato visual com o menor que ainda gemia com os dedos dentro dele.
- Então pare de brincar e me foda logo – mandou o rapaz, e antes que ele conseguisse processar, os dedos saíram e Sebastian se instalou na sua entrada. Ian gemeu com a perda do contato, ele queria se sentir cheio, preenchido, empalado, a cabeça do pau de Sebastian fez um movimento leve testando sua abertura deixando o menino louco.
- É isso que você quer?
- Sim – confirmou o menino movendo os quadris para aumentar o contato – por favor, me leve, me faça seu – e antes que ele protestasse Sebastian empurrou seu pau, sem nenhuma resistência o pau de Sebastian entrou, Ian revirou os olhos quando sentiu o tronco grosso entrar em si, o preenchendo por completo, indo cada vez mais fundo como se não tivesse fim, quando ele finalmente sentiu o contato com as bolas de Sebastian ele percebeu que havia entrado tudo.
O maldito era grande e grosso, o rapaz respirou fundo, sabendo que não teria nem um segundo para se adaptar, quando o demônio agarrou suas pernas e começou a retirar o mastro de dentro dele, saindo quase completamente para só então empurra-lo de novo.
Ian agarrou-se na cama sentindo o impacto da coisa dentro dele, não era ruim, mas também não era a melhor das situações, ele trancou dos dentes quando sentiu o demônio criar ritmo, aumento a velocidade dos movimentos, fazendo aquela coisa entrar e sair de si com mais rapidez e menos cuidado.
A essa altura, Sebastian urrava de prazer mantendo o menino preso embaixo de si, seus olhos eram puro vermelho e satisfação. Embaixo Ian tentava de todas as formas disfarçar o desconforto, sua próstata era pressionada com muita violência para lhe dar prazer e a velocidade com que a coisa entrava e saia de si não era agradável, começava a incomodar, mas ele não iria reclamar, se ele chorasse Sebastian ia entender que era estupro e pararia imediatamente, ele havia sido avisado, não haveria prazer na primeira ligação, o demônio apenas ia fode-lo, sem piedade.
O ritmo do demônio continuou implacável, até o ponto que Ian teve de agarrar as costas de Sebastian para esconder a sua face do demônio, a coisa agora entrava e saia sem resistência, um liquido que ele temia que fosse sangue agora facilitava o movimento.
"por favor não seja sangue, por favor não seja sangue" – implorava mentalmente, ele não queria ver a expressão de dor na face de Sebastian quando visse a cama suja de sangue. Ian já não tinha mais forças para manter-se segurando no demônio, ele próprio estava quase desmaiando de exaustão, quando sentiu o ritmo aumentar e algo dentro de si agradeceu, pois era o indicativo que estava acabando.
Foi quando Sebastian o agarrou mais junto de si e então enfiou seu membro o mais fundo que conseguiu, mantendo o rapaz no lugar. Ian prendeu a respiração esperando o liquido quente ser esvaziado dentro de si e pôr um fim naquilo, mas não aconteceu.
Lentamente a coisa começou a crescer dentro de Ian, e o rapaz se viu desesperado, não era possível, ele não ia fazer isso com ele, se aquilo crescer demais ele iria rasgar. Em um ato de desespero ele tentou escapar do aperto de morte de Sebastian, tentando tirá-lo de dentro dele, mas o demônio estava implacável o mantendo embaixo de si. Ele cresceu tanto que Ian jurava que iria rasgar, ele tinha certeza.
- Tire – pediu próximo da histeria sentindo algo estalar em si, mas Sebastian apenas plantou os lábios entre seus cabelos murmurando.
- Está acabando meu amor – pediu em uma voz profunda e demoníaca – respire para mim – Sebastian fez um movimento com os quadris, fazendo aquela monstruosidade me mexer dentro dele, e o rapaz não conseguiu mais se segurar, o grito de Ian foi ouvido por todo o castelo, ele estava em pânico e desesperado para aquilo sair dele.
- TIRE ESSA COISA DE MIM SEU MALDITO – mandou furioso, ele nem estava mais raciocinando, sua unhas arrancavam as costas de Sebastian tentando afastá-lo – SAIA DE MIM – berrou novamente, mas a coisa que estava dentro dele começou a se mover o fazendo calar. Não, Sebastian não se atreveria a empurra aquela coisa mais fundo – NÃO, FIQUE PARADO... NÃO – gritou o outro e a coisa aprofundou mais o esticando completamente, Ian fechou os olhos tentando aplacar a dor, aquilo doía tanto, ardia tanto e Sebastian não parecia se importar que estava mantando ele.
- Boochan – chamou o outro plantando beijos em sua face tentando acalmá-lo – eu preciso que se concentre agora – falou em voz demoníaca, mas firme. As unhas do menor ainda encravadas em suas costas escorrendo sangue de tão fundas que estava presas a carne – Eu, Astaroth te reclamo como meu, Soleil Phantomhive, você será meu para sempre? – Ian cerrou os dentes de ódio puro pela dor que sentia e com um súbito de raiva ele abriu os olhos furioso.
- SIM SEU DESGRAÇADO, AGORA SAIA DE MIM – rosnou furioso, Sebastian sorriu e com um empurrão forte ele finalmente gozou saindo de Ian, seu membro desinchou aliviando aquela pressão horrível. Ele largou Ian na cama, quando o rapaz exausto sentiu o aliviou da liberação e finalmente se deixou desmaiar.
