Obrigação para Amar
Disclaimer:
. Aqui novamente para afirmar a triste realidade... Bleach pertence ao mestre Kubo, não a mim...
. AU, e a confusão continua! Pois abaixo tem mais um capítulo. Mas espero que com o tempo tudo seja esclarecido.
. Para suas dúvidas, respostas nos capítulos seguintes. Se houverem perguntas...
. Boa leitura. -
( Kimisa Hanagiri)
Capítulo 10
Sangue. Muito sangue. Escorrendo pela...e manchando...lençóis. Manchas vermelhas por toda a extensão do quarto...estão embaçadas, mas...quê ?...Lágrimas, sinto minha...ainda mais...como...quase chorando?...escorrem por meu rosto, assim como...pelas paredes...meu coração apertar...algo que nunca...antes...isso faz mais...caírem...cortinas...com o vento, a janela...Depois de...imóvel...finalmente...até ele...lábios estão manchados...como os...com...sangue...abre os olhos...vejo...sobre seu rosto...eu...sobre a...e ele...Mesmo...tudo que dissera...eu não...contra o...seu calor...e...Não o deixarei...ainda que pensasse...meu maior desejo...não o era.
Um som muito alto, parecendo um grito. Percebe-se não ser humano. Pouco a pouco se aproximam, as árvores farfalham.
Ainda estavam distantes do castelo, não conseguiriam chegar. Rukia manda seu protegido correr, ele a puxa junto. Escapam por apenas alguns minutos, pois logo se vêem cercados daqueles monstros.
- Jinta, Ururu... Vamos!
Os três saem apressados da loja, encerrando o expediente e fechando-a. O pequeno garoto carrega consigo um taco, a menina, algo similar a uma arma.
Cruzam a cidade, buscando uma de suas entradas, a mais próxima da floresta.
O cocheiro se apressa a pedido do rapaz, mesmo sem entender o motivo. Seus cavalos corriam pela estrada, fazendo a carruagem balançar. Podia ser desconfortável, mas isso não importava naquela situação.
Os quatro passageiros permaneciam em silêncio, envoltos em seus pensamentos. Mesmo o shinigami mais iniciante notaria algo de errado. Temiam chegar tarde demais.
Buscara o rei, procurando explicações. Mas a seu pedido agora voltava pelos corredores, dirigindo-se ao quarto delas. Aquele não era seu verdadeiro trabalho, porém naquele momento sentia ser necessário.
Receava não chegar a tempo, mesmo que agora corresse pelos corredores. Chegou, arfando, ao quarto das gêmeas. Entrou com pressa, empurrando a porta com força.
- Está tudo bem? – Matsumoto pergunta, preocupada.
- Sim, não houve nada, Matsumoto-san. A Karin apenas saiu para buscar mais biscoitos. – a pequena garotinha loira falava, alheia aos acontecimentos.
" Karin pode correr perigo, ela têm maior poder espiritual que a irmã..."
A tenente do 10º esquadrão tentava encontrar uma solução, pois não podia deixar uma delas para buscar a outra. Levar Yuzu junto também não era possível, ela estaria arriscando demais.
Assim que Tatsuki entra no quarto, vê a garota adormecida sobre a cama. O castelo estava alvoroçado, mas ela ainda não descobrira o motivo. Por precaução viera cuidar da princesa.
Outra coisa a incomodava também. Uma sensação muito estranha, além de alguns rugidos que nunca ouvira antes. Mesmo um pouco assustada, seria forte para cumprir sua tarefa. Gostaria da presença de seus companheiros com ela, porém eles haviam sumido.
A menina de cabelos pretos senta na beirada da cama. Olhando apreensiva para a porta.
O garoto avançava, seu arco já preparado. Pelas janelas via a confusão do lado de fora. Muitos hollows tentavam passar pelo portão e muros, enquanto os guardas fracassavam, gradativamente, em impedi-los.
Nenhum daqueles monstros chegara ao castelo ainda. E dependendo dele, não chegariam. Protegeria aquele lugar e evitaria mais mortes desnecessárias, pois sabia que essa seria a atitude de seu avô.
- Nee-san! – acenava, enquanto corria na direção das mulheres.
- Ganjyu! Não fique aqui! Nós podemos dar conta! Vá ajudar os guardas no portão, JÁ! – Kuukaku gritou, entre um corte e outro, enquanto destruía alguns hollows.
- Está bem! – dando meia volta o caçula da família Shiba correu para o portão. Teria maior utilidade lá.
- Kuukaku, abaixe! – Yoruchi gritou, enquanto lançava um kidou.
A magia atravessou duas máscaras brancas de uma vez. A amiga sorriu para ela, mas logo em seguida seus olhos arregalaram-se.
- YORUICHI! – Kuukaku sabia que não seria o suficiente para alerta-la, ainda tentou correr, mas nunca chegaria a tempo.
A mulher estava lutando contra um Hollow, mas três outros a atacariam pelas costas. O grito de sua amiga a fez virar, mas não pôde reagir. Fechou os olhos por instinto.
No segundo seguinte estava acabado. Kuukaku suspirou aliviada, parando de correr. Ela abriu os olhos cautelosamente, conseguindo enxerga-lo. De costas para ela, segurando o chapéu com uma mão e a espada com a outra, Urahara destruía o terceiro Hollow.
- Muito bem, Urahara! – a resposta de Shiba, enquanto defendia vários ataques.
- Oh! Obrigado, Kuukaku-san! – ele sorria bobo.
- Te devo essa.
- Me paga depois... – ele sussurrou para a amante. Ela sorriu, maliciosamente.
A batalha continuou. Os Hollows acabaram desistindo e pararam de atacar, fugindo para a floresta. Os três, mesmo cansados, correram para a entrada do castelo. Muitos guardas estavam feridos, mas poucos mortos. Ganjyu tinha alguns cortes, nada grave. Também receberam ajuda de Ishida, que por não conseguir chegar à porta, atirara suas flechas de uma janela.
- Nee-san... – ofegava ele. – Precisamos ajudar os sobreviventes.
- Nós iremos, mas tem algo mais urgente que precisa ser feito. – a mulher olha para os dois que a acompanhavam, eles acenam com a cabeça. – A barreira está quase sumindo por completo. Em vários pontos ela já não tem efeito.
- Começaremos os preparativos agora! Temos que aproveitar esta chance, pois não sabemos quando será o próximo ataque. – Kisuke disse.
Com outro aceno os três seguiram para pontos diferentes do terreno, usando shunpo. A única proteção que restara intacta era a barreira que envolvia somente o castelo.
- . . . . . – as palavras finais. Finalmente quebrara aquele selo, fora difícil, mas já não importava mais. Sorria, pois terminara aquela tarefa. Ainda assim, contra sua vontade, estava preocupado. Não resistindo, sai da sala.
Acertou um. E outro, outro, outro... eles não paravam de atacar. Não recuavam nem após tantas derrotas. A shinigami fazia de tudo para proteger o garoto. Desta vez não o deixaria lutar, cumpriria seu dever sozinha. Para isto continuava cortando aquelas máscaras brancas, incansavelmente.
Seus braços pesavam e sua roupa já estava encharcada de sangue, pois nem todos os hollows morriam em apenas um golpe.
- Kon! Vá na frente! – uma ordem direta. A voz dela estava tão séria que o bichinho não ousou contestar.
A garota atacou os dois hollows á sua frente, abrindo passagem. Kon pulou do ombro de Ichigo e correu pela fresta.
- Vá buscar ajuda. – Ichigo gritou, ainda atrás da menina.
- Você é o próximo... – ela sussurrou para o herdeiro.
- Não seja tão teimosa. Eu vou ajuda-la, custe o que custar. – dizendo isto, Ichigo desembainha a espada.
- Sem discussões, Ichigo. Você está se arriscando demais. Aqui não há ninguém além de nós dois e acredito que esteja acontecendo algo no castelo também. É melhor que você vá!
As palavras dela estavam corretas. Deveria obedece-la, mas não queria. Deixar aquela garota tão frágil sozinha daquele modo, não lhe agradava nem um pouco. Temia por ela e estava muito preocupado.
- Mas... Rukia... - ela volta a atenção para ele, uma brecha. É atingida na perna por um tentáculo. Dor.
- VAI! – ela grita.
Do mesmo modo que fizera com Kon, Rukia lança um kidou, matando alguns hollows que impediam o caminho. Após Ichigo passar, aqueles monstros seguem. Rukia pula na frente deles, ficando na passagem. Sua perna sangrava.
Sua agilidade diminuíra e estava difícil esquivar dos ataques. O de um deles em especial, que parecia mais evoluído que os outros. A atacava somente quando havia dois ou mais hollows na sua frente.
Rukia não defendeu o último golpe, ganhando um corte em seu braço. A ferida ardia, provavelmente algum veneno na garra daquele ser. Ichigo virara para ver como a garota estava, então assistiu a cena inteira. Não hesitou em correr de volta para o lado dela.
Sua visão turvara, não enxergava mais nitidamente. Seu corpo todo pesava e era difícil respirar. Consegue dividir apenas mais uma máscara, em seguida outros quatro a derrubam, ferindo-a. A shinigami não têm mais força para evitar aquilo.
- RUKIA!
Ichigo desembainha sua espada, com raiva. Seu poder espiritual aumentando ém quando se aproxima os hollows olham em sua direção e se dispersam, voltando para a floresta. O garoto corre para ela.
Todas as pessoas esconderam-se em casa. Trancaram as portas e fecharam janelas. Mas nada daquilo fora necessário, pois aqueles três protegeram a cidade. Nenhuma daquelas criaturas passara pelas duas crianças e pelo grande homem. E as que haviam sobrado, estranhamente, de um minuto para outro, viraram-se e correram.
A vista de cima era assustadora, do lado de fora do muro, por toda a volta, escuridão. O pouco que se podia diferenciar eram pontos brancos, máscaras. O castelo estava cercado por aqueles seres.
Uma estranha luz azulada pôde ser vista em torno do castelo, como uma cúpula. Aos poucos ela foi enfraquecendo até desmanchar por completo. Era o sinal que eles aguardavam, pois quando sumiu todos os hollows avançaram.
Apesar do susto que levaram com a queda da barreira, eles conseguiram concluir o encanto. Poucas criaturas entraram no terreno, pois logo em seguida ergueu-se outra barreira, envolvendo os muros do castelo. Agora, os hollows que tentavam passar eram repelidos, os mais fracos sumiam.
Yoruichi, Kisuke e Kuukaku corriam para derrotar aqueles que haviam entrado no terreno. Seria preocupante se qualquer hollow entrasse na construção. Passados alguns minutos eles retornaram para a entrada. Haviam liquidado todo os invasores, Ganyu também ajudara. Enfim poderiam cuidar dos feridos, pelo menos era o que pensavam.
A princesa acordou, por um instante sentiu diversas presenças estranhas. Tatsuki permanecera sentada ao seu lado. Ela virou-se ao sentir movimento na cama.
- Orihime, acordou. – ela sorriu para a amiga. Inoue arregalou os olhos.
No instante seguinte, Arisawa fora arremessada longe, por um tapa. Caiu inconsciente no chão do quarto. Um vulto preto estava no canto do cômodo, ele parecia sorrir também.
- Você parece mais forte que ela... Deve ser mais gostosa também... Huhu... – a princesa espantou-se, aquele ser falava.
- Eu não deixarei você machucar mais a Tatsuki! – ela estava decidida.
Como aquela criatura a queria, resolveu afastar-se de sua amiga, para protege-la. Desviando do ataque seguinte, correu para a porta. Foi perseguida, mas continuou fugindo até estar distante do quarto. Ao perceber que o lugar estava vazio, a garota pára, surpreendendo o hollow.
Ele andava pelo castelo. Fora dispensado e não tinha o que fazer. Momentos atrás sentira algo estranho, mas imaginou ser apenas impressão. Ainda relembrava os ensinamentos que recebera há pouco tempo, precisaria treinar. Ocupado com seus pensamentos, quase não nota a garota que corre, passando por ele.
- Tio! Não fique parado aí, corra! – ela gritara, virando somente a cabeça. Pelo tom de voz, não era brincadeira.
Apesar do aviso, o rapaz continuou no mesmo lugar, confuso.
- Cuidado! – a menina parara, apontando para trás.
O rapaz de cabelos castanhos nem precisou virar para defender-se. Seu braço bloqueou o avanço do hollow, chocando-se com a garra dele.
- O-o quê? – as garras estilhaçaram com o contato.
O braço daquele humano era diferente do comum. Mas não seria derrotado por algo tão simples. Agora enfurecido, o hollow toma impulso e, de punhos fechados, mira a cabeça do homem. Temendo o resultado, a menina fecha os olhos com força.
Aos poucos cuidavam dos guardas feridos, mas param ao sentir aquelas reiatsus.
- Estão lutando no castelo... Isso significa que... – Yoruichi não precisou completar a frase, era óbvio que haviam se enganado. Algum hollow continuara vivo.
- Kuukaku-san, por favor, fique aqui com seu irmão. Yoruichi, vamos? – Urahara perguntou, já de pé.
- Sim. – eles dirigiram-se ao castelo, com pressa.
- Não esqueçam de chamar alguém para os feridos! Eu não sou boa em cura, lembram? – a mulher Shiba gritou, pouco antes deles cruzarem a porta.
Ele adorava aquilo. Sangue manchando sua roupa e espada. Ria da situação. Aquele hollow matara alguns serviçais antes da chegada do garoto. Ele deu passagem para que os outros fugissem, não queria ninguém para atrapalhar sua brincadeira.
- Você deixou eles fugirem! – o ser enfureceu-se.
- Ahh... Que pena, poucos de vocês entraram no castelo... – ele falava para si próprio, ignorando o hollow. – Você é o último que posso matar... Espero que ao menos valha a pena.
O garoto sorriu. A grande criatura, mais irritada que antes, avançou. Iria acertar o rapaz na perna esquerda, mas este desviou para o lado. E, sem permitir reação, a espada dele separou a mão do pulso do agressor. A criatura urrou. Sangue pingava.
Outro corte, aproveitando a distração. Desta vez o resto do braço direito caiu. O menino passou a língua sobre os lábios.
- Mate-me de uma vez! – berrava o ser, apoiado no braço que lhe restava.
- Não. Assim perde a graça. E eu sei que você não desistiria tão facilmente, Hollow. – um grande sorriso ocupou sua face.
O grande ser de máscara levantou-se.
- Certo, eu não deixaria você me matar mesmo. Agora, ainda que eu morra... Você virá comigo.
Com muita raiva, correu rapidamente para o garoto. Mostrava garras e dentes e iria atingi-lo, mas Kagerou era esperto. Desviando no último segundo, desequilibrou o hollow, que caiu novamente. Para terminar, fincou sua espada nas costas da criatura. Sangue espirrou, um grito e o fim. Desapareceu.
- Deveria ter aproveitado mais... – falou, consigo mesmo, apoiando a espada no ombro. O sangue escorrendo da lâmina e sujando o chão.
- Desistiu de correr... Assim fica mais fácil! – ele prepara para atacar, a garota vira em sua direção. Sua franja cobrindo os olhos.
- Hinagiku, Baigon, Lilly... Santen Kesshun! Eu recuso!
Três pontos de luz surgiram dos cabelos dela. Um escudo, de formato triangular, foi criado à frente da princesa, bloqueando a investida do hollow. Ele fica irritado, e tenta uma segunda vez, pulando em direção a ela.
- Tsubaki... Koten Zanshun! Eu recuso!
Um quarto ponto brilhante aparece. Com grande velocidade ele voa para o monstro e, um segundo depois, ele é dividido ao meio, desaparecendo. Inoue sorri, orgulhosa de seus atos.
Pararam na cidade. Não havia nada errado, mesmo com o ataque simultâneo de todos aqueles hollows. Este fato surpreendeu até mesmo o capitão. Perguntaram a alguns moradores, mas nenhum deles sabia ao certo o que acontecera. Todos apenas haviam se escondido. Decidiram continuar pela estrada, rumo ao seu objetivo.
- Rukia... – ele a balançava, esperando uma reação. Estranhamente, sentiu algo apertando em seu peito. Acalmando-se, percebeu que ela ainda respirava.
- Ichigo? – tossiu, sangue escorreu por seus lábios. – Onde estão os hollows?
- Já foram... Rukia, espera... Tenho que encontrar alguém para te ajudar. – o garoto ia levantar, mas ela impede, segurando sua manga.
- Não precisa, eu estou bem. Não vá embora, por favor. – ela fechou os olhos, ofegando. Respirou fundo e fez força para levantar. O máximo que conseguiu foi sentar, pois seu corpo todo doía.
- Você não deve se mover! – preocupou-se, havia uma poça de sangue sob a menina. Ela perdeu a consciência momentaneamente, mas o herdeiro a abraçou, evitando que atingisse o chão. A roupa dele começando a manchar.
- Shinigami! Não desista agora. Acorde! – ajoelhado ao seu lado, aproximou-a mais no abraço.
- Já disse que estou bem. – ela sorriu, fracamente. – Eu posso ir andando.
Apoiando-se no rapaz ela ficou de pé. Seus ferimentos continuavam sangrando. Ele passa seu braço pela cintura dela. Dão alguns passos, lentamente. A garota faz um grande esforço para respirar.
- Você não vai agüentar deste modo! – ele fica na frente dela, de costas. – Sobe.
Rukia o olha, interrogativa. Ele acena com a mão, mandando-a vir. Os braços dela em torno do seu pescoço, cabeça apoiada nas costas. Respirando baixa e fracamente, olhos cerrados. O herdeiro a segurando pelas pernas.
" Rukia, agüente... Fique bem... " seus pensamentos permaneciam os mesmos, preocupado com a saúde de sua protetora.
.Tsudzuku.
. Continua!
. Agradeço as reviews... E que elas continuem! XD
. Obrigada a quem acompanhou até aqui. Até o próximo!
Hyuuga Mitha: Admito, tem algumas "cenas" que ainda não revelarei as personagens, devido à isto, peço paciência. Das partes em que não identifico as personagens – pelo menos diretamente – em torno de cinco, há duas que eu esperava que descobrissem... Mas acho que pela minha escrita está difícil. Desculpe-me. E muito obrigada por comentar. Se quiser perguntar de qualquer parte específica, por favor, o faça!
Xia Matsuyama: Certo, segunda dúvida em relação à identificação das personagens. Preciso melhorar isso... u.u Ah! Mas me alegra sabre que identificou alguém! E, por favor, não precisa agradecer o comentário! Eu o escrevi porque realmente gostei da fanfic, do contrário não o faria.
Claudia: Me assustei ao ler seu último comentário. o.o Eu tenho alguns capítulos adiantados, e num deles eu já tinha começado a escrever sobre um certo baile... Mas não posso dizer nada mais. Em relação a Ichigo e Rukia, não garanto nada. Espero que goste do que escrevi, mas ainda demorará um pouco, sim. Desculpe, mas do contrário não teria nenhuma garantia do tempo. Prefiro assim, que pelo menos eu pretendo entregar um capítulo novo a cada duas semanas, sem falta! (Lê-se novamente: pretendo, não posso prometer... ). Obrigada pelos comentários e pela curiosidade! Espero superar suas expectativas.
