E, finalmente, estávamos na sala precisa mais uma vez. Estava ficando cada vez mais difícil ficar longe dela, então assim que entramos puxei-a pra perto de mim e a beijei. Definitivamente, não tem jeito de eu me cansar disso. Do jeito como nossas línguas brincam, de como ela morde meu lábio inferior e dá um risinho quando terminamos o beijo. Principalmente não vou esquecer da sensação de faze-la arrepiar quando, precisando de fôlego, desviava meus beijos pra o seu pescoço. Enquanto a beijava sentia suas mãos em todo o lugar. Ora estava puxando meu cabelo, ora deslizando pelas minhas costas. Até que parou por um momento no meu peito, mas logo depois voltou a se mexer, trabalhando, pra minha surpresa, nos botões da minha camisa. Tão logo ela conseguiu abri-la passou as unhas levemente por todo o meu torso, antes de empurra-la pra fora do meu corpo. Soltei uma lufada de ar com essa, ela riu. Como se fosse bonito ficar me provocando desse jeito! Então meus beijos foram descendo para o seu pescoço enquanto minhas mãos iam de sua cintura para as coxas, e depois subindo para as nádegas onde dei um aperto, fazendo com que ela se colasse a mim. Comecei a andar com ela ainda grudada em mim, até que batemos em alguma coisa, e ao abrir os olhos, percebi que era uma cama, onde rapidamente a joguei e, ficando por cima, comecei a tirar a blusa dela também, tirando a bem rápido. Depois distribui beijos por todo aquele espaço inexplorado, me deliciando com cada suspiro que ela dava. Passei minhas mãos por sua perna, indo para o fim delas e tirando seus sapatos, tirando os meus logo depois, e voltando por sua ela enquanto dava pequenos beijos em toda a extensão. Quando voltei a beijar sua boca, subi minha mão, tocando em sua intimidade com a ponta dos dedos, quando ela disse meu nome em uma lufada de ar – "Draco!"- Tirei minha mão dali enquanto dizia - Me desculpe. Passei dos limites, não é?- Ao que ela respondeu –"Não. Continua."- Eu realmente devo amar essa garota, porque no meio da minha felicidade com aquela resposta, consegui ainda perguntar –Tem certeza?- E o "sim" que ela disse foi ótimo de se ouvir. Voltei a beija-la enquanto a tocava, sentindo-a molhada. Escorreguei sal calcinha para o lado, sentindo ela gemer no beijo, e enquanto deslizava sua saia para baixo perguntei se era a primeira vez dela. Como imaginei, era sim. E me senti a pessoa mais feliz do mundo em ter a responsabilidade de ser o seu primeiro. –Vou fazer do melhor jeito possível para você não sentir dor- eu disse. –"Eu sei que você vai"- ela respondeu. E eu fiz.
