Notas da Historia:

Obs. Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...

Obs. 100% Beward

Obs.Pov. Bella

Obs. Historia para maiores de 18 anos

Obs. Essa fic conterá Demônios, Anjos, gente chata e o que mais eu achar adequado a historia.


Nono Capítulo

As coisas que eu fazia por causa do seu açúcar... Ok eu fazia também pelos seus lindos olhos.


Saímos do elevador sem deixar de nós encararmos. A viagem toda havia sido cheia de tensão sexual. Cada toque nos levando mais e mais próximo do inevitável.

Contudo nenhum dos dois parecendo muito preocupado por isso.

Queríamos isso.

Muito.

- Doçura, você tem que parar de me olhar assim.

- Assim como? – me recostei na porta e ele se aproximou mais de mim.

- Como se quisesse me devorar? – moveu as sobrancelhas e sorri, enquanto mordia o lábio.

- Talvez eu queira.

- Hummm vou ganhar meu açúcar, afinal?

- Sério que vai continuar com as piadas de açúcar?

- Doçura, eu nunca vou parar. – rindo agarrei um punhado da sua camiseta o puxando para mais perto.

- Ok, te darei um pouco de açúcar. – ele sorriu abertamente.

- Isso doçura... – ele abaixou a cabeça, os seus lábios pairando sobre os meus, o seu hálito em minha boca, fiquei na ponta dos pés para chegar mais perto, mais...

- Sério, até quando vocês vão me ignorar? – me afastei de Edward batendo as costas contra a porta com o pulo que dei.

- Que merda! – ofeguei enquanto olhava para Emmett.

Ele também não parecia feliz, mas quem se importava com a felicidade dele. O que diabos ele fazia ali?

- Você tá aí ainda? – Edward resmungou e o olhei atônita, assim como Emmett.

- Você sabia que eu estava aqui? – o anjo resmungou cruzando os braços e olhei irritada para Edward.

Não cria naquilo!

- Sim, mas esperava que você pegasse a dica e fosse embora.

- Edward! – guinchei e ele me olhou preocupado.

- Que foi?

- Não acredito que ia, que estávamos quase... com ele ali e você sabia.

- Amor, levou muito tempo pra eu conseguir meter a minha colher no seu açúcar, eu não vou me fazer de rogado logo agora.

- Sério que tem que fazer piada de açúcar nesse momento?

- Elas nunca perdem a graça, amor. – riu pra si mesmo, contive a vontade de rolar os olhos, ou bater nele, ou nos dois.

Respira Bella. Respira fundo.

- Então, a que devemos a honra de sua ilustre visita Emmett. – Edward resmungou finalmente saindo de perto da porta e se jogando no sofá.

- Obviamente vim falar com Bella, sobre... bem, sobre o nosso assunto. – ele me olhou ansiosamente e gemi.

Ainda isso?

Com um suspiro fui me sentar, antes que eu chegasse ao sofá, Edward se levantou.

- Sabe do que precisamos?

- Que você saia da sala? – Emmett resmungou, o que fez Edward rir.

- Vai sonhando. Bebida. Servida, doçura?

- Claro. – finalmente me sentei. Emmett veio para o meu lado agarrando a minha mão, do nada a mão de Edward se infiltrou entre nós, batendo na mão de Emmett até ele soltar a minha.

- Pode olhar, mas não tocar. – Emmett o olhou irritado.

- Não ia beber?

- Eu vou. Servido?

- Não.

- E você doçura, algo em especial, ou eu posso te surpreender.

- Pode escolher.

- Essa é a minha garota. – ele piscou e foi para o seu bar.

Ri, mas parei ao ver que o anjo me encarava, ele não parecia feliz.

- Que foi?

- Uh, você parece mais próxima de Edward desde a última vez que nós vimos.

- Bem nós... bem estamos. – murmurei, porque o que mais iria dizer.

Ele era o meu namorado?

Honestamente, eu nem sabia o que éramos, só que eu gostava dele, de estar com ele, que possivelmente o amava. Já ele...

- Entendo. Escute Isabella, Bella, você precisa fazer isso. – olhei pra ele receosa.

- Eu sou obrigada?

- Claro que não, mas é importante para a segurança do mundo e a sua, é claro.

- A minha?

- É claro, não sabemos quando os demônios virão a sua procura.

- Por que eles me procurariam?

- Eles se sentem atraídos por anjos, para corrompê-los. – olhei para Edward de esguelha e pude vê-lo sorrindo.

Eu meio que fui corrompida muitas vezes por ele noite passada, ele com certeza pensava nisso, será que Emmett também?

- Honestamente, estou meio surpreso que não aconteceu até agora.

- Na verdade, já aconteceu.

- Já?

- Sim, algumas vezes. – murmurei tentando afastar os pensamentos de todos os ataques e fugas. Estremeci, mas em seguida senti braços sobre os meus ombros e Edward estava ali.

- Aqui doçura. – ele me entregou um copo e o olhei com desconfiança.

- O que é?

- Conhaque.

- É bom?

- Eu gosto, você provavelmente não, mas vai queimar até os seus ossos. – piscou e acabei por rir, depois bebi de uma vez fazendo uma careta.

- É forte. – realmente estava aquecendo tudo por dentro.

- Essa é a idéia amor. Então sobre o que falávamos?

- Sobre os demônios atrás de Bella.

- Isso não é problema.

- Não? – ambos falamos e Edward sorriu.

- Claro que não, eu vou proteger a minha doçura. – mordi o lábio para esconder o sorriso.

- Edward não seja idiota, não vai conseguir protegê-la 24 horas por dia.

- Por que não?

- Ela teria que viver colada a você?

- E isso é ruim, por quê?

- Acha que é isso o que ela quer?

- Ela me quer, e eu a ela. O que mais importa? – já estava era olhando de um para o outro, vendo a discussão como se fosse uma partida de ping-pong, até a última frase, isso me fez olhar para Edward mais atentamente.

Ele me queria. Mas como?

Por que ele não era mais especifico?

E por que eu era tão covarde para perguntar?

- Você prefere que ela morra como Marie?

- Quem?

Marie? Quem era essa?

E por que Edward parecia que ia arrancar a cabeça de Emmett?

- Emmett, cale a boca. – Edward rosnou, os seus olhos brilhando vermelhos, o que fez o anjo suspirar se levantado.

- Desculpe. Eu só... isso é importante Edward. Ela não é o seu brinquedo. Ela é a escolhida.

- Não Emmett, ela é só Bella e ela não vai a uma missão suicida só pra você ganhar uma medalha, ou um tapinha nas costas do seu Deus.

- Então vai deixá-la ficar a própria sorte?

- Eu vou estar com ela, todo o tempo.

- Não todo o tempo, uma hora, em algum momento você não estará lá e eles a acharam. – ele me olhou preocupado pela primeira vez.

De repente o rosto de Phil me veio à mente, e o efeito do conhaque passou e me abracei, sentindo o frio percorrer as minhas veias. Ele podia estar à espreita por mim?

Ele viria, eu sabia. Ele nunca me deixaria em paz.

- Isabella... – Edward esticou a mão para mim e pela primeira vez neguei, então corri para o meu quarto.

Eu precisava... precisava pensar.

Entrei no quarto o fechando, tirei os sapatos, meu vestido, ficando só de calcinha e sutiã. Subi na cama me enrolando nos cobertores, tentando alcançar algum calor, mas sabia que era impossível, esse frio vinha de dentro e parecia se espalhar cada vez mais e mais, eu sabia que mais cedo ou mais tarde ia me dominar. Iria dominar tudo.

[...]

Sorri com a nuvem de calor que me percorreu, aquilo era bom. Virei-me para chegar mais perto, quanto mais perto melhor.

A corrente começou a seguir por meus braços e estomago, de repente parou na minha bunda. Espera bunda?

Abri os olhos e Edward estava deitado comigo, a sua mão na minha bunda.

- Hmmm só de calcinha, é um convite? – queria sorrir, mas eu ainda estava preocupada sobre mais cedo.

Ele suspirou e de repente me puxou para os seus braços, a sua mão aberta descansando nas minhas costas, fazendo o calor dele passar pra mim, espalmei o seu peito nu e agora o calor estava me rodeando, se infiltrando em cada parte de mim, nos ossos, coração, na minha alma.

Ergui a mão tocando o seu rosto, será que ele podia sentir, como eu me sentia, como eu o queria? Que ele era tudo pra mim.

Que ele me deu esperança de novo.

Será que ele sentia?

Eu sentia, mas e ele?

- Então, tem rolado um boato meio nada a ver de que eu fui expulso do inferno... – agora eu o olhava de verdade e ele bufou. – Isso faz você me olhar, né? – finalmente sorri e só olhei pra ele.

Ele soltou outro bufo, mandando mais calor pra mim.

- Enfim, meio que não é um boato, eu posso ter causado um pouco de confusão no inferno.

- Um pouco?

- Um cadinho de nada. Dizem as más línguas que eu possa ter mandado o chefão se fuder.

- Você mandou?

- Meio que mandei.

- Por quê?

- Ele não quis me dar o que eu queria.

- E o que você queria?

- Marie.

- Quem é ela?

- O amor da minha vida. – por algum motivo as suas palavras partiram um pouco o meu coração, talvez porque eu quisesse ser o amor da vida dele?

Mas eu ainda tinha chance. Eu estava ali, não ela.

- Onde ela está?

- Honestamente, eu não sei. No inferno é certeza, eu fiz uma pequena bagunça por lá procurando.

Uau...

- Ela é um anjo?

- Bem, ela não era um quando eu a conheci. Ela me lembra você.

- Eu?

- É, ela gostava muito de brigar comigo.

- Eu não gosto de brigar com você. – resmunguei, ele riu baixinho.

- Gosta sim, amor.

- Hunf! – grunhi e ele só me abraçou mais forte.

- Então, Marie era importante, mas ela se meteu nessas brigas de anjos com demônios e não acabou bem pra ela, então eu a perdi.

- Não vai me perder.

- Não?

- Claro que não. – ele tirou a sua mão das minhas costas tocando o meu rosto, afastando o cabelo, o empurrando para trás enquanto me olhava atentamente.

- Você é linda Isabella e minha.

- Eu sou? – ele assentiu, mas em seguida suspirou.

- Quer fazer essa loucura?

Eu queria?

Quem poderia saber?

Mas eu não queria ter medo. Medo de viver e isso eu tinha.

- Não sei, eu deveria, eu estou com medo, mas eu tenho mais medo dele.

- Ele nunca te tocaria.

- Você não pode prometer isso.

Ambos sabíamos que ele não podia estar comigo o tempo todo. Emmett tinha razão, uma hora ele viria por mim, se não ele, outros.

- Não posso mesmo. – isso não o deixava feliz, nenhum de nós, na verdade.

Ambos suspiramos.

Eu ia mesmo fechar as portas do inferno.

Isso parecia um filme daqueles ruins que nem vai pro cinema, vai direto pra locadora, ou pior um filme do Scifi.

Joguei a cabeça para trás gemendo.

- Essa é uma idéia tão ruim.

- Nem me fale.

Ambos suspiramos pesadamente.

- Quando vamos contar a Emmett?

- Vamos deixá-lo sofrer por uns dias. – ri e o empurrei para me soltar e o montei, ele colocou as mãos atrás da cabeça enquanto me encarava.

Hora de melhorar o clima.

Emmett, portões do Inferno, demônios, quero me esquecer de tudo, por algumas horas.

- Então, nós somos namorados?

- Sério amor? Namorados? Isso é tão clichê e sem graça.

- Pode até ser, mas se alguém perguntar, tipo, um cara bem gato, eu não posso dizer, ele é o meu demônio.

- Na verdade, ia ser bom se você dizer, na verdade acho melhor você dizer, aquele é o seu pior pesadelo. – ri.

- Eu não vou dizer isso.

- Que seja, diz namorado então. – estremeceu um pouco e comecei a abrir meu sutiã.

- Sabe, namorados ganham privilégios especiais. – joguei meu sutiã longe e ele lambeu os lábios encarando os meus peitos.

- Hmmm, está ficando interessante. Continue...

Ainda sorrindo comecei a deslizar por seu corpo ficando entre as suas pernas, abrindo as suas calças, então ele ergueu os quadris para que eu pudesse tirá-la dele.

- Namorados, sempre ganham beijos especiais.

- Sabe, eu estou começando a me aquecer para a palavra namorado.

- Pois é, é uma boa palavra.

- Uma ótima. O que mais namorados ganham?

- O que eles quiserem.

- Açúcar?

- De novo o açúcar? – finalmente tirei as suas calças e a joguei para o mesmo lugar que o meu sutiã.

- Doçura, quando eu parar de querer o seu açúcar, você devia se preocupar.

Ri e acariciei as suas coxas, me inclinando, as beijei, ele grunhiu.

- Doçura.

- O quê?

- Cadê o meu beijo?

- Ah você vai me dar o seu açúcar agora? – ele riu alto.

- Eu sempre soube que você era uma pervertida.

Ainda rindo o agarrei, ele gemeu alto e praticamente gritou quando o chupei.

- Puta merda, essa boquinha.

Lambi o seu pau o deixando bem molhado, o massageei enquanto chupava a ponta.

Ele gemeu, grunhiu, rosnou, em algum momento agarrou o meu cabelo e fudeu a minha boca, sério mesmo, ele usou a minha boca, me mandando a abrir bem e meteu o seu pau nela.

Quase me engasgando algumas vezes, quando me afastei o olhando brava, ele pediu desculpas, mas pelo seu olhar safado, ele nem se importava.

Respirando fundo, ele me afastou do seu pau.

- Amor, senta aqui. – ele mandou massageando seu membro, assenti me arrastando por seu corpo.

- Ah, tenho que tirar... – ia tirar a calcinha, mas ele não deixou.

- Fica, só empurra pro lado e senta no meu pau doçura. – assentindo fiz o que ele mandou.

Ambos gememos, conforme ele se afundava em mim.

Tão profundamente...

- Edward...

- Foda-se... essa buceta...

- Oh meu...

Ele agarrou os meus quadris e guiou o meu corpo, eu era uma boneca em suas mãos habilidosas, ele me fudeu, forte e rápido.

Seu pau batendo no lugar certo para que eu visse estrelas, eu estava cada vez mais próxima, assim como ele, os nossos gemidos eram cada vez mais altos.

- Amor... porra, esses peitos.

- Ah meu... sim, sim...

De repente, ele se sentou e ofeguei, pois ele pareceu ir mais fundo.

O abracei, pois parecia que eu ia cair, ele riu ofegante enterrando o rosto em meu pescoço e chupou forte a minha garganta. A combinação dos meus mamilos se esfregando contra o seu peito e a sua boca fizeram o meu centro se contorcer, depois de mais algumas estocadas eu vim, forte.

Gemendo alto e sem vergonha, ele me seguiu logo depois me abraçando forte.

Ao terminarmos ficamos abraçados ofegantes, sem falar nada por alguns minutos, senti os seus lábios em meu ombro e finalmente o olhei, ele sorriu.

- Sabe, ser um namorado é até que legal.

- Eu te disse, é muito vantajoso.

Ambos rimos, ele deu mais alguns beijos em meu ombro e pescoço, em seguida se levantou me assustando, guinchei, o agarrando com as pernas, ele espalmou a minha bunda para me firmar.

- Agora um banho e vamos pra segunda rodada.

- Segunda?

- Amor, eu mal provei o açúcar, não seja muquirana.

- Você vai ficar diabético desse jeito.

- Eu não me importo. – me deu uma mordidinha enquanto me levava para o banheiro, me fazendo esquecer-me de tudo, exceto dele.

[...]

Estava sentada com as meninas rindo, elas me falando dos seus últimos casos, namorados, ficantes, noites de loucuras, era uma daquelas horas em que não entrava ninguém e ficávamos de bobeira, o cozinheiro estava fumando no fundo, Carlisle no balcão fazendo contas e nós meninas, fofocando.

Claro que a conversa acabou indo para o sexo, as meninas contavam cada história que me fazia ficar cada vez mais vermelha.

- Vamos lá Bella, vai dizer que o namoradinho não dá no coro? – provocou Lauren, as outras riram.

- Lauren, olha a cara de alegria dela, ultimamente, é claro, que ele dá. – murmurou Jessica piscando pra mim.

- E seria um crime se não desse. – sentenciou Ângela e só fiquei mais vermelha.

- Gente que é isso! – falei abanando o meu rosto quente, elas só riram.

Elas eram terríveis.

Felizmente tiveram misericórdia de mim e passaram a falar do último caso de Lauren, um cara mais velho e sexy. Esse eu não tinha visto ainda.

Pelo menos ela largou o cara da bicicleta.

Elas continuaram brincando e me mantive mais quieta. Elas não precisavam saber das taradisses do meu demônio.

Ele dava no coro até demais, mas eu não tinha a intenção de compartilhar com ninguém as minhas intimidades, se fosse Edward contava até quantas vezes foram, mas eu era mais reservada. Ninguém precisava saber o que acontecia no quarto, ou sala, ou cozinha, ou banheiro, caramba, eu estava mais vermelha.

A sineta da porta soou e Carlisle pigarreou para chamar a nossa atenção, eu me levantei dizendo que atenderia, mas travei ao ver a bruxa do outro dia.

- Uh?

- Ah querida, que bom te ver.

- Ah... ? – olhei para trás, mas as meninas ainda estavam entretidas no papo, assim como Carlisle, ela me olhou ansiosamente e indiquei uma das mesas de trás.

Andamos em silêncio e ao me sentar, ela me seguiu e ambas nos encaramos por um tempo.

- Então... por que está aqui? – falei ao ver que ela só ficava em silêncio, ela finalmente suspirou.

- Eu vi que decidiu ser a escolhida de Emmett.

- Viu?

- Eu tenho os meus meios. Vai mesmo fazer isso?

- Acho que sim. Por quê? Eu não deveria?

- Na verdade, deveria. Isso é bom. Mas você entende o que isso implica?

- Como assim?

- Já vi que não.

- Do que está falando?

Que conversa mais estranha.

- Bem, como sabe essa decisão pode ter uma grande repercussão.

- Alice, você faz cada vez menos sentido.

- Eu sei. Mas... – antes que ela falasse a porta se abriu e Edward entrou afobado.

Ele olhou para todos os lados como se procurasse alguém, as meninas o encaravam da sua mesa, em seguida apontaram para mim no fundo.

- Edward? – murmurei confusa e ele suspirou aliviado.

- Ah, aí estão vocês.

De repente era como se ele fosse o de sempre, veio até a nossa mesa se sentando ao meu lado, jogando o seu braço por cima do meu ombro.

- Olá Alice.

- Eddie, como vai?

- Bem e você? Causando problemas?

- Sempre, e você?

- Eu existir é um problema. – ela riu.

- Com certeza que é. – ela olhou entre nós, eu estava cada vez mais confusa.

- Uh, Alice veio dizer algo? – falei tentando voltar ao assunto de antes, Edward a olhou cauteloso e ela suspirou.

- Sim, mas acho que não devo mais dizer.

- Hein?

- Enfim, só vou dar um aviso.

- Diga?

- O boato já começou a correr.

Olhei para Edward e ele parecia irritado.

- Sabem quem ela é?

- Não. Mas já sabem que ela existe, tomem cuidado.

- Nós vamos.

Ela sorriu e pegou a minha mão a apertando gentilmente.

- Querida, estou torcendo por você.

- Ah, ok.

Assentindo ela saiu e o olhei para Edward, ele sorriu.

- Olá doçura.

- Você tá aprontando alguma?

- Amor, eu sou um doce de pessoa.

- É um demônio.

- Só na cama.

Acabei por rir, então ele se inclinou para me beijar.

Por que estava com a sensação de que Alice viera para me dizer algo importante e de que o meu demônio estava tentando me distrair de todo o resto?

E maldição, estava funcionando...