Capítulo 9 – Copa Mundial de Quadribol
Harry rodopiou cada vez mais veloz, apertando os cotovelos junto ao corpo, lareiras difusas passaram como relâmpagos por ele, até que começou a se sentir nauseado e fechou os olhos. Depois, ao sentir finalmente que estava desacelerando, esticou as mãos para frente e fez força para parar em tempo de evitar cair de cara na lareira da cozinha da casa dos Weasley.
- Ele comeu? - Perguntou Fred excitado, estendendo a mão para ajudar Harry a se levantar.
- Comeu - Disse Harry se endireitando. - O que era?
- Caramelo Incha-Língua - Informou-lhe Fred, animado. - Foi Jorge e eu que inventamos, passamos o verão todo procurando alguém para experimentar...
A pequena cozinha explodiu de risadas; Harry olhou para os lados e viu que Gina tinha acabado de chegar ao seu lado, Rony e Jorge estavam sentados à mesa da cozinha com dois rapazes ruivos que ele nunca vira antes, embora soubesse na hora quem deviam ser: Gui e Carlinhos, os dois irmãos Weasley mais velhos.
- Como vai, Harry? É um prazer conhecer o homem aproveitador da irmã alheia - disse o que estava mais próximo, sorrindo para ele e estendendo a mão enorme, que Harry apertou sentindo calos e bolhas sob os dedos. Tinha que ser Carlinhos, que trabalhava com dragões na România. O rapaz tinha o mesmo físico dos gêmeos, mais baixo e mais forte do que Percy e Rony, que eram compridos e magros. Seu rosto era largo e bem-humorado, castigado pelo sol e tão sardento que quase parecia bronzeado; os braços eram musculosos; e em um deles havia uma grande e reluzente queimadura.
- Carlinhos! – Ralhou Gina com o irmão.
- Qual é Gina, não é todo dia que eu encontro seu namorado e ainda tenho a oportunidade de zoar com a cara dele!
Gui se levantou, sorrindo, e também apertou a mão de Harry. O rapaz foi uma surpresa. Harry sabia que ele trabalhava para o banco dos bruxos, o Gringots, e que fora monitor-chefe em Hogwarts, e sempre imaginara que Gui fosse uma versão mais velha de Percy; preocupado com as infrações dos regulamentos e chegado a mandar em todo mundo.
No entanto, Gui era - não havia outra palavra - descolado. Alto, os cabelos compridos presos em um rabo-de-cavalo. Usava um brinco de argola com um berloque pendurado que parecia um dente canino. Suas roupas não estariam deslocadas em um concerto de rock, exceto pelo detalhe de que as botas não eram feitas de couro de boi, mas de couro de dragão.
Antes que alguém pudesse dizer alguma coisa, ouviu-se um leve estalo e o Sr. Weasley apareceu de repente junto ao ombro de Jorge. Parecia mais zangado do que Harry jamais o vira.
- Não teve graça alguma, Fred! - gritou ele. - Que diabo foi que você deu àquele garoto trouxa?
- Eu não dei nada a ele - disse Fred, com outro sorriso malvado. - Só deixei cair um caramelo... Foi culpa dele se o apanhou e comeu, não o mandei fazer isso.
- Você deixou cair de propósito! - berrou o Sr. Weasley. - Sabia que ele ia comer, sabia que ele estava fazendo regime...
Os três começaram a discutir enquanto o resto que estava presente começava a gargalhar. A Sra. Weasley chegou quando seu marido ameaçava contar algo a ela.
- Ah, olá, Harry querido - disse ela, sorrindo, ao vê-lo. Então seus olhos se voltaram para o marido. - Contar o quê, Arthur?
O Sr. Weasley hesitou. Harry percebeu que, por mais zangado que estivesse com Fred e Jorge, ele não pretendera realmente contar a Sra. Weasley o que tinha acontecido. Fez-se silêncio, enquanto o Sr.
Weasley encarava a esposa, nervoso. Então uma menina apareceu à porta da cozinha atrás da Sra.
Weasley. De cabelos castanhos muito fofos e os dentes da frente um tanto grandes, era a amiga de Harry e Rony, Hermione Granger.
- Contar o quê, Arthur? - repetiu a Sra. Weasley, num tom de voz perigoso.
- Não é nada, Molly - resmungou o marido. - Fred e Jorge... Mas eu já tive uma conversa com eles...
- Que foi que eles fizeram desta vez? - perguntou a Sra. Weasley. - Se foi alguma coisa relacionada com as "Gemialidades" Weasley...
- Por que você não mostra ao Harry aonde ele vai dormir, Rony? – Sugeriu Hermione da porta.
- Ele já sabe aonde vai dormir - Respondeu Rony. - No meu quarto, foi lá que dormiu da última...
- Então todos podemos ir - Disse Hermione, sublinhando as palavras.
- Ah - Fez Rony, entendendo. - Certo.
- É, nós também vamos - Disse Jorge.
- Vocês ficam onde estão!- Vociferou a Sra. Weasley.
Harry e Rony saíram de fininho da cozinha e seguiram com as meninas pelo corredor estreito, subiram a escada desconjuntada e saíram ziguezagueando pela casa até os últimos andares.
Pichitinho voava alegremente pela gaiola, piando em tom agudo. Harry conhecia Rony muito bem para levá-lo a sério. Tinha reclamado o tempo todo do seu velho rato Perebas, mas ficara aborrecidíssimo quando pareceu que o gato de Hermione, Bichento, o comera.
- Por onde anda o Bichento? - Perguntou Harry a Hermione nessa hora.
- No jardim, espero. Ele gosta de caçar gnomos, nunca tinha visto nenhum.
- Então o Percy está gostando do trabalho? - Perguntou Harry se sentando em uma das camas e se pondo a observar os Chudley Cannons entrando e saindo velozes dos pôsteres no teto.
- Gostando? - Disse Rony misterioso. - Acho que nem voltaria para casa se papai não obrigasse.
Está obcecado.
- Nem puxe conversa sobre o chefe dele. O Sr. Crouch diz... Como eu ia dizendo ao Sr. Crouch...
O Sr. Crouch é de opinião... O Sr. Crouch esteve me dizendo... Qualquer dia desses vão anunciar o noivado dos dois.
- Como foi o seu verão, Harry, bom? - Perguntou Hermione.
- Recebeu os pacotes de comida que mandamos e tudo o mais?
- Recebi, muito obrigado. Salvaram minha vida, aqueles bolos.
- E você teve notícias de Sirius? – Questionou Rony.
- Tenho - Disse Harry baixinho -, duas vezes. Dá a impressão de que está bem. Escrevi para ele anteontem. Talvez receba resposta enquanto estou aqui.
De repente ele se lembrou do motivo por que escrevera a Sirius e, por um instante, esteve prestes a contar aos três que a cicatriz voltara a doer e que um sonho o acordara... Mas na realidade não queria preocupá-los naquele momento, não quando ele próprio estava se sentindo tão feliz e tranqüilo.
Depois de um tempo desceram as escadas e foram para os jardins ajudar Gui e Carlinhos a arrumarem a mesa, já que dentro da Toca não caberiam onze pessoas na mesa.
Viram Gui e Carlinhos, de varinhas em punho, fazendo duas mesas velhas voarem alto pelo gramado e colidirem, cada qual tentando derrubar a outra no chão. Fred e Jorge aplaudiam; Gina ria e Hermione estava parada junto à sebe, pelo jeito dividida entre o riso e a aflição.
A mesa de Gui bateu na de Carlinhos com estrondo e perdeu uma das pernas. Eles ouviram um barulho no alto, todos ergueram os olhos e viram a cabeça de Percy aparecer à janela do segundo andar.
- Dá para vocês maneirarem? - Berrou ele.
- Desculpe, Percy - Disse Gui rindo. - Como é que vão os fundos dos caldeirões?
- Muito mal - Disse Percy irritado e tornou a fechar a janela com uma pancada.
Rindo, Gui e Carlinhos devolveram as mesas em segurança ao chão, juntaram-nas pelas extremidades e, então, com um golpe de varinha, Gui colou de volta a perna da mesa e conjurou toalhas do nada.
Às sete horas, as duas mesas rangiam sob o peso de travessas e mais travessas da excelente comida da Sra. Weasley, e os nove Weasley, Harry e Hermione se sentaram para jantar sob um céu azul escuro e limpo. Para alguém que andara sobrevivendo com refeições de bolos cada vez mais secos o verão inteiro, aquilo era o paraíso e, no primeiro momento, Harry escutou mais do que falou, se servindo de empadão de galinha e presunto, batatas cozidas e salada.
Na ponta da mesa, Percy contava ao pai todos os detalhes do seu relatório sobre os fundos dos caldeirões.
Fred, Jorge e Carlinhos discutiram animadamente sobre a Copa Mundial.
- Gente, olhe as horas! - Exclamou subitamente a Sra. Weasley, consultando o relógio de pulso. -
Vocês deviam estar na cama, todos vocês, vão ter que acordar quase de madrugada para ir à Copa. Harry, se você deixar a sua lista de material escolar, eu compro tudo para você amanhã, no Beco Diagonal. Vou comprar o dos meus meninos. Talvez não haja tempo depois da Copa Mundial, da última vez o jogo durou cinco dias.
- Uáu... Espero que aconteça o mesmo desta vez! - Exclamou Harry entusiasmado.
- Eu espero que não - Disse Percy, virtuosamente. - Estremeço só de pensar no estado da minha caixa de entrada se eu me ausentar cinco dias do trabalho.
- Hum, alguém poderia deixar bosta de dragão nela outra vez, hein, Percy? - Comentou Fred.
- Aquilo foi uma amostra de fertilizante da Noruega! - Protestou Percy, corando. - Não foi nada
- Foi - Cochichou Fred para Harry, quando eles se levantavam da mesa. – Fomos nós que mandamos.
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Harry teve a sensação de que acabara de se deitar para dormir no quarto de Rony quando foi acordado pela Sra. Weasley.
- Hora de levantar, Harry, querido - Sussurrou ela, se afastando para acordar Rony.
Aos poucos, todos na casa foram acordando, menos Gui, Carlinhos e Percy, que iriam aparatar para a Copa.
Nos caminho, encontraram Amos e Cedrico Diggory. Amus era pai de Cedrico que era um estudante do sétimo ano de Hogwarts, da Lufa-lufa e havia ganhado uma partida de Quadribol no ano letivo anterior contra a Grifinória, já que Harry caira da vassoura.
Todos fizeram um pequeno círculo em volta de uma bota velha de pano e quando o Sr. Weasley deu o sinal, todos tocaram a bota. Aconteceu instantaneamente. Harry teve a sensação de que um gancho dentro do seu umbigo fora irresistivelmente puxado para frente. Seus pés deixaram o chão; ele sentiu Rony e Hermione de cada lado, os ombros se tocando; todos avançavam vertiginosamente em meio ao uivo do vento e ao rodopio de cores; seu dedo indicador estava grudado na bota como se esta o atraísse magneticamente para frente, e então...
Seus pés bateram no chão; Rony deu um encontrão nele e caiu; a Chave do Portal despencou no chão do lado da cabeça dele com um baque forte.
Harry ergueu os olhos. O Sr. Weasley, o Sr. Diggory e Cedrico continuavam parados, embora com a aparência de terem sido varridos pelo vento; os demais estavam caídos no chão.
Arthur se dirigiu ao homem que alugava as barracas, que era trouxa. Depois de um pouco de confusão com o dinheiro trouxa, eles se dirigiram para sua barraca. Cada um foi fazer uma coisa, como por exemplo, Harry, Rony e Hermione foram buscar água.
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Depois de um tempo, os Weasley junto com Harry e Hermione se dirigiram para seus lugares. No caminho encontraram os Malfoy e o ambiente ficou muito tenso por causa disso, pois a outra família sempre menosprezava os ruivos e também Hermione, por ela ser nascida trouxa.
Ludo Bagman, chefe da sessão de esportes do Ministério, puxou a varinha, apontou-a para a própria garganta, disse "Sonorus!" E então, sobrepondo-se à zoeira que agora enchia o estádio lotado falou; sua voz reboou, ecoando em cada canto das arquibancadas:
- Senhoras e senhores... Bem-vindos! Bem-vindos à final da quadricentésima vigésima segunda
Copa Mundial de Quadribol!
Os espectadores gritaram e bateram palmas. Milhares de bandeiras se agitaram, somando seus desafinados hinos nacionais à barulheira geral. O grande quadro-negro defronte apagou a mensagem
(Feijõezinhos de todos os sabores Beto Botts - um risco cada dentada!) e passou a informar BULGÁRIA: ZERO. IRLANDA: ZERO.
- E agora, sem mais demora, vamos apresentar... Os mascotes do time búlgaro!
O lado direito das arquibancadas, que era uma massa compacta e vermelha, berrou manifestando sua aprovação.
- Que será que eles trouxeram? - comentou o Sr. Weasley curvando-se para frente na cadeira. -
Ah-ha! - Ele de repente tirou os óculos e limpou-os depressa nas vestes. - Veela!
- Que são Veela...? – Começou Harry.
Mas cem veela deslizaram pelo campo e a pergunta do menino ficou respondida. Veela eram mulheres... As mulheres mais belas que Harry já vira... Só que não eram - não podiam ser - humanas
Isto deixou Harry intrigado por alguns momentos, tentando adivinhar o que poderiam ser exatamente; que é que faria a pele dela refulgir como o luar ou os cabelos louro-prateados se abrirem em leque para trás sem haver vento... Mas então a música começou tocar e Harry parou de se preocupar se elas seriam ou não humanas. Na realidade, parou de se preocupar com tudo.
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Gina exclamava inutilmente:
- Harry! Harry! Hello-ou! Acorda!
Precisava fazer alguma coisa... Cutucou Jorge que estava do seu lado, fazendo-o quase cair.
- Hey, Gina, qual é? – Reclamou o irmão.
- Jorge, você tem algum doce, bala, ou qualquer coisa do tipo para ver se eu acordo o Harry pra vida?
- Hum... Agora o seu cutucão foi válido... Tome – O ruivo pegou do seu bolso um pacote de bala em formato esférico da cor vermelha – Se chama "Bala Gritante", foi à única coisa que consegui pegar escondido da mamãe. Ponha na boca e morda o suficiente para poder engoli-la, quando a engolir, fale o nome do Harry e ele a ouvirá como se você tivesse usado um sonorus só que só ele irá ouvir. Use com sabedoria...
- Usarei, maninho, usarei – Afirmou a caçula, com um sorriso malicioso no rosto.
A ruiva pôs a bala na boca.
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As veela começaram a dançar e a cabeça de Harry ficou completa e bem-aventuradamente vazia.
Tudo que importava no mundo era continuar a assistir as veela, porque se elas parassem de dançar coisas terríveis iriam acontecer...
E enquanto as veela dançavam cada vez mais rapidamente, pensamentos incompletos e delirantes começaram a se formar na mente atordoada de Harry. Ele queria fazer uma coisa bem impressionante naquele momento. Foi tirado do seu transe por alguém o chamando, ou melhor, berrando:
- HARRY TIAGO POTTER! PODE FAZER O FAVOR DE ME OLHAR?!
O moreno olhou com os olhos esbugalhados para a namorada.
- BEM MELHOR! AGORA POR FAVOR, PODE PARAR DE FICAR OLHANDO ESSA BISCATES? SEU IDIOTA, SAFADO, BESTA, INSENSIVEL, CACHO...
Harry tascou um beijo "desentupidor de pia" nela.
Gina se esqueceu completamente por que estava brava com o namorado, só queria saber da boca dele na sua.
Gritos indignados começaram a encher o estádio. A multidão não queria que as veela se retirassem. Harry há alguns minutos concordaria, mas agora não tinha mais importância, estava com a sua ruiva nos braços e não havia nada que se comparasse aquela sensação. (N/A: ainda *sorriso malicioso*).
- E agora - trovejou Ludo Bagman - por favor, levantem as varinhas bem alto... Para receber os mascotes do time nacional da Irlanda!
No instante seguinte, algo que lembrava um imenso cometa verde e ouro entrou velozmente no estádio. Deu uma volta completa, depois se subdividiu em dois cometas menores, que se projetavam em direção às balizas. De repente, um arco-íris atravessou o céu do campo unindo as duas esferas luminosas.
A multidão fazia "aaaaah" e "ooooh", como se presenciasse um espetáculo de fogos de artifício. Depois o arco-íris foi-se dissolvendo e as esferas se aproximaram e se fundiram; tinham formado um grande trevo refulgente, que subiu em direção ao céu e ficou pairando sobre as arquibancadas.
Parecia estar deixando cair uma espécie de chuva dourada...
O maior dos trevos se dissolveu e os leprechauns, que são duendes irlandeses, foram descendo no lado do campo oposto ao das veela, e se sentaram de pernas cruzadas para assistir à partida.
- E agora, senhoras e senhores, vamos dar as boas-vindas... Ao time nacional de quadribol da
Bulgária! Apresentando, por ordem de entrada... Dimitrov!
Um vulto vermelho montado em uma vassoura, que voava tão veloz que parecia um borrão, disparou pelo campo, vindo de uma entrada lá embaixo, sob o aplauso frenético dos torcedores da Bulgária.
- Ivanova! .
Um segundo jogador de vermelho passou zunindo.
- Zografi Levski! Vulchanov! Volkov! Eeeeeeeee... Krum!
- É ele, é ele! - Berrou Rony, acompanhando Krum com o onióculo; Harry focalizou rapidamente o dele.
Vítor Krum era magro, moreno, de pele macilenta, com um narigão adunco e sobrancelhas muito espessas e negras. Lembrava uma ave de rapina grande demais. Era difícil acreditar que tivesse apenas dezoito anos.
- E agora vamos saudar... O time nacional de quadribol da Irlanda! - Berrou Bagman. -Apresentando... Connolly! Ryan! Troy! Mullet! Moran! Quigley! Eeeeeee... Lynch".
Sete borrões entraram velozes no campo; Harry girou um pequeno botão lateral no onióculo e reduziu a velocidade da imagem o suficiente para ler "Firebolt" em cada uma das vassouras, e ver os nomes, bordados em prata, nas costas dos jogadores.
- Cooooooooooomeçou a partida! - berrou Bagman - É Muíler! Troy! Moran! Dimitrov! De volta a Muíler! Troy! Levski! Moran!
A partida fora emocionante, com direito a tempo, pois o apanhador da Irlanda se machucou. O jogo terminou com Krum pegando o pomo, mas a Bulgária acabou perdendo por dez pontos de diferença.
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Logo os Weasley, Harry e Hermione foram engolfados pela multidão que saía do estádio e regressava aos acampamentos. O ar da noite trazia aos seus ouvidos cantorias desafinadas quando retomavam o caminho iluminado por lanternas, os leprechauns continuavam a sobrevoar a área em alta velocidade, rindo, tagarelando, sacudindo as lanternas. Quando os garotos chegaram finalmente às barracas, ninguém estava com vontade de dormir e, dado o nível da barulheira, a toda volta, o Sr. Weasley concordou que podiam tomar, juntos, uma última xícara de chocolate, antes de se deitar. Logo estavam discutindo prazerosamente a partida; o Sr. Weasley se deixou envolver por Carlinhos em uma polêmica sobre jogo bruto, e somente quando Gina caiu no sono em cima da mesinha e derramou chocolate quente pelo chão que o pai deu um basta nas retrospectivas verbais e insistiu que todos fossem se deitar. Hermione e Gina se transferiram para a barraca vizinha e Harry e os Weasley vestiram os pijamas e subiram nos beliches.
Do outro lado do acampamento eles ainda ouviam muita cantoria e uma batida que ecoava estranhamente.
- Ah, fico feliz de não estar de serviço - murmurou o Sr. Weasley cheio de sono. - Eu não iria gostar nem um pouco de ter que dizer aos irlandeses que eles precisam parar de comemorar.
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Harry jamais chegou a saber se adormecera ou não, só sabia que, de repente ouviu o Sr. Weasley gritar.
- Levantem! Rony, Harry, vamos logo, levantem, é urgente!
Harry se sentou depressa e seu cocuruto bateu na lona do teto.
- Que foi? - perguntou.
Vagamente ele percebeu que alguma coisa não estava bem. O barulho no acampamento tinha mudado. A cantoria parara. Ele ouvia gritos e um tropel de gente correndo.
Harry desceu do beliche e apanhou suas roupas, mas o Sr. Weasley, que vestira a jeans por cima do pijama, falou:
- Não temos tempo, Harry, apanhe uma jaqueta e saia, depressa!
Harry obedeceu e saiu correndo da barraca, com Rony nos seus calcanhares. A luz das poucas fogueiras que ainda ardiam, viu gente correndo para a floresta, fugindo de alguma coisa que avançava pelo acampamento em sua direção, alguma coisa que emitia estranhos lampejos e ruídos que lembravam tiros. Caçoadas em voz alta, risadas e berros de bêbedos se aproximavam; depois uma forte explosão de luz verde, que iluminou a cena.
Um grupo compacto de bruxos, que se moviam ao mesmo tempo e apontavam as varinhas para o alto, vinha marchando pelo acampamento. Harry apertou os olhos para enxergá-los... Não pareciam ter rostos... Então ele percebeu que tinham as cabeças encapuzadas e os rostos mascarados. No alto, pairando sobre eles no ar, quatro figuras se debatiam, forçadas a assumir formas grotescas. Era como se os bruxos mascarados no chão fossem titereiros e as pessoas no alto, marionetes movidas por cordões invisíveis que subiam das varinhas erguidas. Duas das figuras eram muito pequenas.
Mais bruxos foram se reunindo ao grupo que marchava, riam e apontavam para os corpos no ar. Barracas se fechavam e desabavam a medida que a multidão engrossava. Uma ou duas vezes Harry viu um bruxo explodir uma barraca com a varinha para desimpedir o caminho. Outras tantas pegaram fogo. A gritaria foi se avolumando. As pessoas no ar foram repentinamente iluminadas ao passarem sobre uma barraca em chamas, e Harry reconheceu uma delas - o Sr. Roberts, o gerente do acampamento. As outras três, pelo jeito, deviam ser sua mulher e seus filhos. Um dos arruaceiros virou a Sra. Roberts de cabeça para baixo com a varinha; a camisola dela caiu deixando à mostra suas enormes calças; ela tentava se cobrir enquanto a multidão embaixo dava guinchos e vaias de alegria.
- Que coisa doentia - Murmurou Rony, observando a menor das crianças trouxas, que começara a rodopiar feito um pião, quase vinte metros acima do chão, a cabeça sacudindo molemente de um lado para outro. - Que coisa realmente doentia...
Hermione e Gina vieram correndo ao encontro dos garotos, vestindo casacos por cima das camisolas, seguidas de perto pelo Sr. Weasley. No mesmo momento, Gui, Carlinhos e Percy saíram da barraca dos garotos inteiramente vestidos, com as mangas enroladas e as varinhas em punho.
- Vamos ajudar o pessoal do Ministério - Gritou o Sr. Weasley para ser ouvido com aquele barulho, enrolando as próprias mangas. - Vocês... Vão para a floresta e fiquem juntos. Irei apanhá-los quando resolvermos este problema aqui!
Gui, Carlinhos e Percy já estavam correndo em direção aos baderneiros que se aproximavam; o Sr. Weasley saiu depressa atrás dos filhos. Bruxos do Ministério convergiam de todas as direções para o foco do problema. A multidão sob a família Roberts se aproximava sempre mais.
- Anda - Disse Fred, agarrando a mão de Gina e começando a puxá-la para a floresta. Harry,
Rony, Hermione e Jorge os acompanharam.
Harry, Rony e Hermione acabaram se perdendo dos outros três porque o ruivo tropeçou em uma árvore. Vendo que estavam perdidos e no caminho encontraram Draco Malfoy, depois de uma pequena discussão foram embora. Uma menina francesa se direcionou a eles, mas logo viu que eles não falavam sua língua e se retirou. Harry percebeu que tinha perdido sua varinha, mas se distraiu quando viu Winky, a elfo doméstico de Bartô Crouch, chefe de Percy, correndo atrapalhadamente. Ron e Mione começaram a brigar por causa dos direitos elfos, ela dizendo que eles deveriam receber pelo trabalho e ele dizendo que eles gostavam de viver assim.
Seguiram andando e viram uns idiotas discutindo. O tumulto parecia ter acabado, tudo estava muito silencioso.
- Espero que os outros estejam bem – Disse Hermione depois de algum tempo.
- Estão - Disse Rony;
- Imagine se o seu pai apanhar o Lúcio Malfoy - Disse Harry sentando-se ao lado de Rony - Ele vive dizendo que gostaria de ter alguma coisa contra o Malfoy.
- Isso ia apagar aquele risinho na cara do nosso amigo Draco, ah, ia - Disse Rony.
- Mas, e os coitados daqueles trouxas - Lamentou Hermione nervosa. - E se não conseguirem trazer eles de volta ao chão?
- Vão conseguir - Rony tranqüilizou a amiga -, vão arranjar um jeito.
- Mas é uma loucura fazer uma coisa daquelas com o Ministério da Magia em peso aqui hoje!
Quero dizer, como é que eles esperam se safar? Vocês acham que eles andaram bebendo ou só...
Mas Hermione parou de falar abruptamente e espiou por cima do ombro. Harry e Rony também se viraram depressa. Parecia que alguém estava cambaleando em direção à clareira em que se encontravam. Eles esperaram, prestando atenção ao ruído dos passos desiguais por trás das árvores escuras. Mas os passos pararam repentinamente.
- Alôô? - Chamou Harry.
Silêncio. Harry se levantou e espiou atrás da árvore. Estava escuro para ver muito longe, mas ele sentia que havia alguém logo além do seu campo de visão.
- Quem está aí? - Perguntou.
E então, sem aviso, o silêncio foi rompido por uma voz diferente de todas que tinham ouvido antes; e ela não soltou um grito, mas algo que lembrava um feitiço.
- Morsmodre!
E uma coisa enorme, verde e brilhante, irrompeu do lugar escuro que os olhos de Harry se esforçaram para penetrar e voou para o topo das árvores e para o céu.
- Quem...? - Exclamou Rony, ficando em pé de um salto e arregalando os olhos para a coisa que aparecera.
Por uma fração de segundo, Harry pensou que fosse outra formação de duendes irlandeses. Depois percebeu que era um crânio colossal, aparentemente composto por estrelas de esmeralda e uma cobra saindo da boca como uma língua. Enquanto olhavam, o crânio foi subindo cada vez mais alto, envolto em uma névoa de fumaça esverdeada, recortando-se contra o céu noturno como uma nova constelação.
De repente, toda a floresta ao redor deles explodiu em gritos. Harry não entendeu o motivo, mas o único possível era a súbita aparição do crânio, que agora estava alto o suficiente para iluminar toda a floresta, como um letreiro macabro de néon.
Ele esquadrinhou a escuridão à procura da pessoa que conjurara o crânio, mas não conseguiu ver ninguém.
- Quem está aí? - Chamou ele mais uma vez.
- Harry, vamos, anda! - Hermione agarrou-o pelas costas da jaqueta e o puxou para trás.
- Que foi? - Perguntou Harry, espantado de ver a cara da amiga tão branca e aterrorizada.
- É a Marca Negra, Harry! - Gemeu Hermione, puxando-o com toda a força que podia. - O sinal do Você-Sabe-Quem!
- Do Voldemort...?
- Harry, anda logo!
Harry se virou, os três começaram a atravessar a clareira - mas antes que conseguissem dar mais de cem passos, uma série de estalos anunciaram a chegada de vinte bruxos, saídos do nada, a toda volta.
Harry se virou e numa fração de segundo registrou um fato: cada um dos bruxos puxara a varinha, e cada varinha estava apontada para ele, Rony e Hermione. Sem parar para pensar, berrou:
- ABAIXA! - Ele agarrou os dois amigos e puxou-os para o chão.
- Estupefaça! - Berraram vinte vozes desencadeando uma série de lampejos, e Harry sentiu seus cabelos ondularem como se um vento poderoso tivesse varrido a clareira. Ao erguer a cabeça um centimetrozinho, ele viu jorros de luz flamejante saírem das varinhas dos bruxos e sobrevoarem seus corpos, entrecruzando-se, ricocheteando nos troncos das árvores, saltando para a escuridão...
- Parem! - Berrou uma voz que ele reconheceu. - PAREM! É o meu filho!
Os cabelos de Harry pararam de voar para todos os lados. Ele levantou a cabeça mais um pouquinho. O bruxo diante dele baixara a varinha. O garoto rolou o corpo e viu o Sr. Weasley vindo em direção ao ajuntamento, com uma expressão aterrorizada no rosto.
- Rony, Harry... - Sua voz tremia -... Hermione, vocês estão bem?
- Saia do caminho, Arthur - Disse uma voz fria e ríspida.
Era o Sr. Crouch. Ele e os outros bruxos do Ministério fechavam o cerco em torno dos garotos.
Harry levantou-se para encara-los. O rosto do Sr. Crouch estava tenso de cólera.
- Qual de vocês fez aquilo? - Perguntou aborrecido, seus olhos penetrantes indo de um garoto para o outro. - Qual de vocês conjurou a Marca Negra?
- Nós não conjuramos aquilo! - Respondeu Harry apontando o crânio.
- Nós não conjuramos nada! - Disse Rony, que esfregava o cotovelo e olhava cheio de indignação para o pai. - Por que vocês quiseram nos atacar?
Uma longa discussão se seguiu, incluindo o fato de que Winky estava com a varinha de Harry. Ficou provado também que o ultimo feitiço feito pela varinha do menino foi a Marca Negra, feita por alguma pessoa antes de Winky encontra-la. A elfo foi demitida porque desobedeceu a ordem do Sr. Crouch de não sair de onde estava. O Sr. Weasley tirou o trio dali e os levou para a barraca, no caminho, Hermione falou indignada do jeito que trataram a elfo.
Quando chegaram na barraca, Gui estava sentado à pequena mesa da cozinha, apertando um braço com um lençol, que sangrava profusamente. Carlinhos tinha um rasgão na camisa e Percy ostentava um nariz ensangüentado. Fred, Jorge e Gina pareciam ilesos, embora abalados.
- Tudo bem? – Perguntou Gina, preocupada.
O menino deu um sorriso fraco.
- Na medida do possível... É muito estranho esse ataque do nada sabe?
Eles foram para um canto da sala, um pouco distanciados de onde Rony e Hermione ajudavam o Sr. Weasley a contar o ocorrido para os filhos.
- É, realmente não é todo dia que se vê a Marca Negra. Fazia treze anos que ela não aparecia... – Disse Gina, pensativa.
- O mais estranho de tudo, é que há três dias eu tive um sonho com Voldemort e minha cicatriz doeu muito. E o pior, no fim do ano passado a professora Trelawney entrou em transe, de verdade. E disse que o Lord das Trevas se reergueria... Maior e mais terrível que nunca... E que teria sucesso porque seu servo ia voltar para ele... E naquela noite Rabicho fugiu.
- Vo-você a-a-acha po-possível, Harry? Você acha que-que Tom po-pode voltar? – Ele começou a ficar ligeiramente pálida.
- Eu sinceramente não sei, Gin. E isso é o que mais me preocupa.
- Olha, eu vou estar do seu lado pro que der e vier. Eu sei que no meu estado agora eu não gero muita confiança, mas é que Tom não é um dos meus melhores amigos...
- Obrigado, é bom saber que eu não vou estar sozinho – Sorriu, dessa vez um sorriso sincero e em seguida a abraçou.
Gina chegou perto do ouvido do namorado e murmurou:
- Eu te amo.
- Eu também.
E com isso deu um beijo terno dela. Ficaram assim por um bom tempo, mas perceberam que o olhar dos irmãos Weasley pesava sobre eles.
Gui falou para todos:
- Acho melhor irmos dormir – Se direcionou para seu quarto, mas parou na porta – E vocês dois, - Apontou para Harry e Gina – em camas separadas – E adentrou no quarto.
Gina estava escalarte, Gui sabia como deixa-la envergonhada.
- Boa noite – Disse Harry e depois foi para o beliche onde dormiria.
- Boa noite – Respondeu Gina.
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N/A: Oiêeee! Que saudades! Eu sei que foi eu que demorei mais do que o normal, então é minha culpa... Wherever. O capítulo teve uns probleminhas básicos no início sabe, uma autora sem criatividade Hehe Também no sábado meus pais chegaram na casa da minha vó e não me deixaram entrar no PC até domingo. Segunda eu fiquei o dia inteiro em frente ao Word e escrevi só um pouco, o negócio tava complicado. Graças a Deus terça-feira saiu alguma coisa e o resultado ta aí, nove paginas do Word (muita empolgação sabe?)
Agradecimentos: Lah Coleman, muito obrigado mesmo viu? Porque se você não tivesse me falado das veela na Copa Mundial eu num ia consultar o livro e fazer o "discurso" da Gina, como você mesmo disse.
As pessoas que adicionaram a história como favorita ou no Alert. Valeu também quem me adicionou como autora favorita ou no Author Alert. Aos que comentaram também, e quem não fez isso, torne uma autora feliz e mande!
N/B: Galera, por favor, façam uma beta feliz (desculpa o trocadilho, mas num tinha otro jeito de flar) e VOTEM!!! (abaixo da resposta das reviews, leiam o aviso) Desculpem a demora, mas uma princesa/rainha nunca esta atrasada os q esperam é q estao adiantados! huahsuhushu VOTEM, hein? E uma propaganda pra finalizar:
Quem gosta do Robert Pattinson e qr trazê-lo para o Brasil na estreia de "Lua Nova" (previsto para dia 20 de novembro), mandem uma foto ou um video para convencê-lo!!! é só entrar no site a seguir, ler as regras e enviar:
http : / / robertpattinson. com. br/ luanova/ (é só juntar os espaços)
Bom, votem e mandem as fotos/videos!!!
Bjokasss perfumadas com o cheiro do Edward,
Isa Granger
Maria Lua: Eu vou pensar com muito carinho em o que fazer com a Chorona *esfrega as mãos* Ela merece um ridículos básico mesmo, só preciso saber onde, como, por que... Suhasuhasuhas Que bom que você gostou do capítulo anterior :) O Fred e o Jorge são demais, eu amo eles! Bjss e continue comentando
Pat. Cullen: Eu também amo os marotos, pena que o Pontas morreu e o Rabicho virou do mal, senão eu colocava eles, mas juro que o Sirius quando aparecer vai fazer uma participação mais que especial! Que bom que você gostou da cena com o Duda, eu tinha ela programada na cabeça à séculos! Somos duas que amamos os gêmeos :D Bjss e continua comentando
Priscila Louredo: Fase boa, aham, eu odeio estudar, mas sei que é necessário passar de ano e talz, então eu colo auhsausha zuera, eu sou CDF até, as aulas mal começaram e o povo vai toda hora na minha carteira para eu explicar o exercício de matemática... Valeu pelo "boa volta às aulas", boas nunca são, mas não custa nada tentar uhsuhsaauhsh Ah! Que personagens ficaram diferentes da personalidade? Que atitudes que você achou que não combinou? Você não foi chata não, só fez o que as pessoas devem fazer: dar sua opinião. Bjss e continua comentando
Arasuk: Que bom que você achou que ficou bom :D A atitude do Harry em relação ao Duda foi igual a de qualquer garoto apaixonado: ciúmes. Se ele tivesse dezessete anos, com certeza ele mandava um furunculus nele, mas como menores de idade são proibidos de fazer magia fora da escola, o que nos resta é um gesto ameaçador dizendo "não chega perto não, mané, ela é minha!" Suhsuhaauhs Eu fiz o capítulo 8 num surto de criatividade, por isso que foi rápido e segundo você, foi bom. Bjss e continua comentando (ps: me add no msn, o endereço ta no fim da N/A. Como vc ñ é cadastrada, fica mais fácil da gent se cominicá).
Lah Coleman: A "Ele é meu afilhado!" me fez rir sozinha aqui (eu sei, é meio estranho rir do que você mesmo fez) Os gêmeos dão a pitada de humor que eu acho que é necessário, porque com o Harry sendo cunhado deles, os três ficam mais próximos, causando mais brincadeiras e confusões. Bjss e continua comentando
Reêe ': Fico feliz que você tenha gostado e rido com o capítulo 8! Coitada de mim mesmo, escola ninguém merece, sorte sua que as suas começam dia 11 neah? Eu demorei muito? Se sim, maus, escola + lição de casa + professores + menos tempo no PC = demora em postar o capítulo. Juro que vou tentar ir mais rápido, viu? Bjss e continua comentando (ps: me add no msn, o endereço ta no fim da N/A. Como vc ñ é cadastrada, fica mais fácil da gent se cominicá).
Lilian Castro: que bom que gostou :D Bjss e continua comentando (ps: me add no msn, o endereço ta no fim da N/A. Como vc ñ é cadastrada, fica mais fácil da gent se cominicá).
danda jabur: a parte do escândalo foi MARA, eu tinha que por a Sra. Weasley pra mandar um berrador para a Gina, era questão de honra suhasuhasuhsauh O "eu te amo" foi fofis *-* OMG, eu amo H/G! asuhasuhashu rimou, quem rima sem querer, é burro sem saber (?). Muito safadinhos eles neah? Auhsasuuhs Bjss e continua comentando. Ah, isso me lembra:
Aviso: povão, o Harry e a Gina vão completar um ano de namoro e talz e os anos vão passar e eles um dia vão ter que ir até o "fim". Gostaria que vocês votassem em duas coisas, por comentário mesmo:
1 – Vai ter NC?
a) Sim
b) Não
2 – Com que idade?
a) Harry com 14, Gina com 13
b) Harry com 15, Gina com 14
c) Harry com 16, Gina com 15
É isso, e se for ter N/A, gostaria que alguém se disponibilizasse a fazer ou indicasse alguém. Eu e a Isa temos 13 anos, não temos idade nem maturidade para isso :D Ah, não votem em não pela NC só por nós sermos novas, antes de tudo somos escritoras e queremos que os nossos leitores leiam o que preferem!
Aviso²: Meu msn: marina(underline)anderi(arroba)hotmail(ponto)com.
Aviso³: Quem não é cadastrado ou tem preguiça de fazer login pra comentar: NÃO HÁ MAIS PROBLEMA! Agora você poder mandar review de boa, porque eu aceito comentários anônimos!
Votem, pessoal!
Bjss,
Marininha Potter
