Yo, pessoal, aqui estou eu com mais um capítulo xD é uma longa fan-fic, então peço compreensão de todos vocês :p

Espero sinceramente que gostem deste capítulo e que, no geral, estejam vidrados na história Já sabem o que podem e devem fazer ;) Reviews são altamente bem vindas

Obrigado Mari, pelas reviews feitas, ainda bem que está(s) a gostar, fico mesmo contente Namasté!

Como sempre, Naruto não me pertence, senão esses dois já estariam procriando xDDD


Ali estava ela… Linda como sempre… Olhou para o relógio, um pouco atrasado, para não variar muito da sua imagem de marca, e acelerou o passo. Viu a rapariga encostada num dos portões tirar o leque das costas e decidiu correr até ela. Sabe-se lá que ideia lhe estava a passar pela mente…

- Desculpa-me pelo atraso, Temari – a voz dele soava-lhe bastante sincera e, numa rara ocasião, ela não se zangou nem perdeu a cabeça. Em vez disso, sorriu-lhe e voltou a colocar a sua arma nas costas, dizendo apenas:

- Não faz mal, preguiçoso… Então, onde queres ir?

- Bem… - atrapalhou-se um bocado, não sabendo bem como expor a sua ideia – eu pensei, na verdade já tinha pensado isto há muito tempo, mas nunca tinha havido oportunidade…

- Diz logo, trapalhão… - impressionante como a voz dela soava agora autoritária e ao mesmo tempo reconfortante, dando-lhe coragem para prosseguir com o plano.

- Eu prefiro não te dizer até chegarmos ao local – disse isto olhando-a profundamente nos olhos verdes e sem esperar pela réplica, prosseguiu a caminhada até fora de Konoha. Ela acompanhou-o de perto, fazendo um esforço tremendo para não questionar o rapaz sobre o destino que os esperava. Afinal, que raio de encontro estava a ser aquele?

Cortando à esquerda mal saíam da vila, existia um pequeno carreiro que passaria despercebido à maioria das pessoas. Foi por ele que os dois enfiaram, penetrando na densa floresta criada pelo jutsu do Primeiro Hokage, Hashirama Senju. As árvores eram bastante velhas e pareciam envolvê-los com uma essência especial, quase mística e a loira não pôde evitar de se juntar mais ao ninja, que parecia decidido a ir ainda mais longe naquele caminho. Com um reflexo quase instintivo pegou-lhe na mão, sem, no entanto, dizer uma palavra. Continuou a andar e ele, percebendo aquela inquietação toda, apertou carinhosamente a mão dela, dizendo apenas:

- Estamos quase a chegar, relaxa…

Seguiram assim cerca de cinco minutos e a kunoichi vislumbrou algo semelhante a uma clareira, onde o carreiro por onde seguiam terminava abruptamente. Aproximaram-se mais e ela sentiu uma presença estranha a dirigir-se rapidamente para eles. Ia retirar o leque, mas a mão de Shikamaru impediu-a. Segundos depois apareceu um veado e, ao ver que era um dos Nara, inclinou-se suavemente, fazendo uma pequena vénia, a qual o rapaz retribuiu. Ela estava estupefacta, mas também se inclinou perante o majestoso animal, que se retirou de imediato pelo mesmo sítio de onde viera. Quando finalmente ganhou coragem para falar, ela perguntou:

- Onde estamos, Shikamaru?

- Desculpa lá aquilo do veado… Aqui na floresta do meu clã só entram Nara e a quem for dada permissão para tal, o que acontece raríssimas vezes e com causas justificativas.

Então era isso. Estavam na entrada da floresta do clã que controla as sombras. Largando a mão do moreno, a loira questionou, visivelmente surpreendida:

- Mas, Shikamaru, se esta é uma zona tão restrita e especial para vocês, porquê que me trouxeste aqui?

A resposta surgiu suave, como uma gota de chuva a cair tranquilamente numa folha de árvore e a esbater-se por toda a superfície da mesma…