Disclaimer: Harry Potter, personagens e lugares, são propriedade de J.K. Rowling, Warner Bros. Esta história não tem fins lucrativos.

Ps: Sarah, a Kelly, a Meliane (Mel) e a Gaya Ayshila, e todos os filhos e esposas que não são mencionados no livro são personagens meus... Se usar, dê credito. =p

Legenda: - Fala \ "Pensamento"

Por favor, deixem Review! Preciso saber se estão gostando das mudanças.


- Abre, pois queremos te ler, livro velho. - dizia indiferente.

- Você não é a dona. - Diz. Sarah se aproxima do livro, cruzando os braços.

- Ainda tem coragem de revidar, estupido?

- Estupido? Humpf... - Ele ia tentar falar algo e sara pisava nele de tal forma que realmente o machucava.

- Ainda vai ficar falando, ou terei que te arrebentar novamente para te abrir na marra? - Dizia em forma letal.

"Mas que droga! desde quando essa menina tá com a personalidade do Lucius Malfoy?!" - 'pensava' o livro.

- O que uma trouxa como você poderia fazer? - Disse, mesmo sabendo que ela não era.

- Trouxa?!...

- São trouxas! Vocês são...Muito insuportáveis! Nunca ninguém...Contou a vocês que é feio...Ficar bisbilhotando a vida...Dos outros? - Dizia o diário, mais sua voz falhava muito.

Sarah escutava as palavras vinda do livro, era bem perceptível seu ódio emanando de tal forma que os vidros ao redor começaram a quebrar. Mas ela parecia que ficava mais fria que gelo.

- Trouxas, você diz... Será que um livro de meia tigela, fedorento e podre que nem você não sabe diferenciar quem é trouxa aqui? Estamos no meu mundo, e no meu mundo, o único trouxa aqui é você... - Sua voz era bem firme. Ela chuta o livro com tal força fazendo-o atingir a parede com toda velocidade sobre-humana quase. - Se não quiser ser queimado, cortado, destroçado e fuzilado, é melhor começar a se abrir e ir desembuchando tudo o que sabe...

"Tio Fred! Faz alguma coisa!" - começa Kelly na mente de Fred. "É capaz dela rasgar o diário todinho nessa fúria que ela está!"

- Você não vai conseguir fazer nem metade do que ta ameaçando! - Solta o livro, deixando seu gênio aparecer, mas no mesmo segundo que ele fala Sarah o acerta com um soco muito bem dado novamente.

- Frase errada... Ultima chance... Ou você se abre, ou você queima... Qual é o melhor?

- Sarah! - Começa Kelly - Se você queimar o livro, como saberemos do passado da mamãe?

- Arrancaremos da Gaya... - Dizia indiferente, sem se virar para Kelly.

- Você não é a Sarah! Quem é você? - Começa o diário e Sarah da um sorriso de desdem que muito lembrava Lucius.

- Agora me conhece? E ainda me chamou de trouxa? Tem certeza que me conhece? Pois eu vou te dizer, você não me conhece nem um pingo. Nem a mim, nem a minhas irmãs! A unica que você pode conhecer, é a Gaya... Então, você que era o amigo paparazzi da Gaya? Você que dizia que tinha outros bruxos na casa? Ou tem mais alguém? Quem é ela? De verdade? Quem é Gaya Ayshila? Por que a Gaya que eu conheci a que eu chamava de tia, não é mais! Uma tia não esconde a verdade! Nem foge de um passado sem ter uma boa razão!

- Sarah! - começou de novo Kelly. - Para! Você tá assustando todo mundo!

- Quem é, Hum? Qual seria a desculpa? Hum?

- SARAH!

Sarah Olha pra Kelly, e eles podiam ver o olhar dela completamente Cinza sem emoção alguma, além de por todo o ódio e rancor naquele olhar. Os olhos dela estavam cinzentos, iguais aos de Gina, quando começou a ameaçar todo mundo. Era por isso que o diário parecia tremer, vendo de forma trincada, aquele olhar.

"Este olhar! Não é normal! Não mesmo!"

Fred estático, vendo Sarah não ter medo nenhum do livro, e emanando tais sentimentos tão fortes, não sabia o que fazer.

"Tio Fred! A Sarah esta possuída de ódio! Faz algo antes que ela destrua o livro e nunca mais possamos saber o que aconteceu pra mamãe não querer mais lembrar de tudo!". - Começava novamente Kelly mentalmente.

Por conta desta pausa, o diário conseguiu arrumar força o suficiente para arremessar Sarah longe dele e Fred a segura para não se machucar. Por conta disso, Sarah parecia agora querer voar em cima do livro, só que desta vez mais em seu porte de Sarah, do que com seu porte de Lucius.

- ME LARGA QUE EU ARRANCO AS PAGINAS DESTE LIVRO UMA POR UMA E LEIO TUDINHO E JOGO A CAPA NO FOGO!.

O diário, Kelly, Mel, Fred, Jorge e Gui, por um instante, vendo-a 'sair do transe' de assassina fria, respiraram mais tranquilos. Fred agora reunia toda sua força, para segurar uma Sarah super violenta, que tentava se soltar de todas as formas. jorge jogou um feitiço de silencio, onde não era possível mais ouvi os gritos de Sarah

- Eu acho que eu estive errado sobre o interior das filhas de Gina. O interior Malfoy também veio forte.

- E por que nos chamou de trouxa? - começou Mel.

- Você, até agora, mesmo sendo filha de Gaya, ainda é, pois ela é trouxa também, mas as duas eu sei que não. Era a unica coisa que me vinha a mente. Pra tentar tira-la de perto de mim. Só nunca imaginei que ela teria o sangue de Lucius Malfoy mais forte do que o de Draco Malfoy. Será que ela vai ser a primeira Weasley a ir pra Sonserina?

- Quem é Lucius Malfoy? - Começa Kelly.

- Seu avô. - Diz o diário. - Um comensal da morte, servo do Lord das trevas, que no primeiro ano de escola de Gina, quase a matou.

Kelly olhou pra jorge e guilherme, ainda choramingando baixinho. O diário se abriu um pouco, apenas pra ver quem estava lá, arrumando a câmera pra ficar olhando a eles, sem quer que abrir mais nenhuma pagina.

- Uma câmera? - começou Gui.

- Tenho outros apetrechos que você não conheceu, Sr. Guilherme. Ouros colocados por Gaya, quando foi com Gina no bairro bruxo, outros colocados por Gina, alem de vários feitiços. Sim, eu sou o 'amigo paparazzi' da Gaya, que a alertava quando aparecia outros bruxos perto o suficiente para sentir as proteções, ou distinguir se alguém do passado de Gina apareceria.

- Precisamos saber de tudo. - Começou Gui. - Por que dela querer tanto fugir...

- Se eu disser, É provável que ela vá pra Azkaban e Gaya perca toda a memoria, e eu não quero isso.

- Azkaban? - Diz os Weasley's juntos.

- O que tão errado nossa mana fez pra ir pra Azkaban?

- Além de ter fingido a morte... - Diz Mel que se lembrou.

- Eu sinceramente não posso abri. Mesmo sendo o meu comprador, Sr Guilherme, tenho agora uma nova dona, realmente. E por lealdade, eu não posso. Pois se disser, Não terá outro meio a não ser o pior.

Sarah a esta altura do campeonato tinha se acalmado e Fred havia retirado o feitiço.

- Mas o que de tão errado ela fez? Se for assim, como diabos podemos ir pra Hogwarts, livro fedorento!

- Vocês irem para Hogwarts seria tranquilo. O ruim seria o ministério aparatando na casa de vocês, apagando a memoria de sua tia, e levando sua mãe pra prisão bruxa, que nem se compara a prisão trouxa.

- Ok, 14 anos longe do mundo magico é difícil saber das novidade, mas agora nosso pai é o ministro da magia. Gina não seria jogada em Azkaban tão facilmente. - Diz Gui.

- O Sr Weasley é ministro? Hum. Bem, mesmo assim, ele não teria como amenizar a pena. Seria pena máxima, e eu sinceramente não posso.

- Conta o que pode, então? -começa Kelly.

- Não posso. Há coisas que se contadas aqui, podem desencadear a fúria dela que já se mostrou raivosa.

- Diga o que é e eu digo se fico com raiva!Se for sobre o testa rachada, nem se preocupe! Depois eu desconto nele! – Diz Sarah

Gui a olhou friamente e a mesma deu o mesmo olhar, sem se desviar. Gui ri, ela realmente tinha uma diferença, ela não baixava a cabeça facilmente nem por medo, como se ela tivesse puxado a parte do sangue que o próprio Draco que o mesmo não tinha puxado.

- Mas esse era o temor de Gina...

- Por que mamãe iria temer que eu quebrasse o testa rachada?

- Por que ela percebeu que você iria puxar o lado mais frio do sangue Malfoy.

- E eu com isso? Se quisermos descobrir sobre o passado de mãe e fazê-la lembrar, temos que passar por isso! Meu ódio pelo testa rachada já é antigo.

- Era o que Gina temia. Coitada! Mesmo assim, não posso.

- Para de ficar de blá, blá, blá? Ou quer ganhar outro murro?

- Sarah... - Diz Gui em tom de aviso, o diário se treme, e Sarah da os ombros, ignorando. Ainda estava com picos de fúria.

Gui suspirou e se sentou na cama, puxando Sarah pra perto, retirando a varinha.

- Melhor cuidarmos destes ferimentos

- Epa, epa, epa! Minhas feridas de batalha ninguém toca.

Gui arqueia a sobrancelha sem entender.

- Se não curar, vai infeccionar. - Diz Gui. - Não seja teimosa.

- Não. Já disse, é minhas feridas de batalha. Se não ficar a cicatriz, não ficarei feliz.

- Masoquista? - Diz Fred.

- Eu não sinto dor.- Termina Sarah

- Aceitando ou não, fique quietinha. Uma menina linda como você não pode ficar cheia de cicatrizes. - Diz Gui, e desarma Sarah totalmente. O mesmo conjura retira um frasco de poção para tratar das feridas e conjura depois bandagens. - Ponto.

- Se tia Gaya vir, vai achar estranho.

- De qualquer forma hoje estamos aqui para por um fim nestas fugas dela e de Gina.

- Eu bem que disse pra ela fugir. - Começa o diário. - Vocês não vão parar de procurar até descobrirem tudo. depois não se arrependam de verem Gina em Azkaban.

- Ela não irá.

O diário suspira e desiste, abrindo uma das páginas.

- Vou começar quando Gina começou a mudar! No dia da briga com Potter.

O livro se destranca, e abre bem no meio... A voz de Gina pode ser ouvida...


"Final do ano, quatro meses antes das férias de verão. Foi o dia em que eu comecei a odiar o Potter!"

Uma frase solta no meio de uma página branca, sendo virada instantaneamente pelo próprio livro. Agora imagens apareciam, e as vozes também.

- Harry... – Começava Gina. – Eu tenho uma coisa a te dizer...

- Melhor não dizer. – Diz Harry

- Por quê?

- Sei o que vai falar.

- Como sabe?

- Já percebi há muito tempo que você gostava de mim...

- Mas...

- Gi, desculpe, mas não posso.

- E então por quê? – Dizia Gina chorando...

- O quê?

- Não se faça de desentendido... Por que você me iludiu? Me deu carinho, conversou comigo, velou meu sono muitas vezes? Me acalmou quando eu sonhava com você-sabe-quem. Quando tinha pesadelos da câmara. Quando... Droga, Harry, por que você me iludiu?

- Eu não iludi! Eu apenas tive receio que ele tivesse te possuído novamente. Ou que tivesse fugido novamente e agora tivesse te atacando! Uma vez já bastava. E você ficou diferente depois que Voldemort foi finalmente destruído! Seu irmão que pedia, junto com Mione, que eu olhasse melhor você. Já que agora sou seu professor de DCAT. E como professor, eu teria que cuidar disso. Agora Gi, tire isso da cabeça. Você é uma ótima amiga, e qualquer um gostaria te ter por perto...

- Qualquer um menos você, né?

- Não fale assim!

- Por que não? – Lágrimas grossas já inundavam o rosto da pequena jovem. – Eu estou, aqui feito uma idiota, que foi iludida pelo verão inteiro, e agora sabe que Rony e Mione ajudaram nessa ilusão... Caramba, eu não sou mais criança, será que não dá pra ver?

- Dá sim. Mas mesmo assim, você ainda é irmã do Rony!

- Que se dane o Rony! Eu to falando de mim. Não to pedindo para que você fique com ele! Estou pedindo para que você me enxergue! É pedir muito?

- Gina, por favor! Não vamos chegar...

Mas nem sequer Harry pode acabar com o que ia dizer, Gina quase o pega desprevenido, indo arrancar dele um beijo, mas este percebendo a empurra, não muito forte para que ela não caísse, para longe dele.

- Está doida? – Começa Harry.

- Sim. Doida por você! Porra, Harry! Será que você não vê? Eu te amo... E aposto que você sente algo por mim!

- Não sinto! Você, pra mim, é a irmã do Rony.

- Se eu começar a ficar com você não deixarei de ser a irmã dele!

- Não quero ficar com você! Nem lhe tocar! Você é uma criança com uma paixonite, só!

- Harry, me da uma chance!

- Não...

- Se você tentasse você não iria se arrepender...

- Não...

- Por que você tem medo? É covarde! Uma chance mais nada que eu peço!

- NÃO! - Grita Harry.

- Nem isso você pode me dizer calmo! Já ta nervoso, mas se quer saber, também tenho orgulho! Só falo mais uma vez, me dê uma chance!

- Gina, para! Chega! É impossível!E eu não posso! Você é a irmã caçula de Rony! E ainda é minha aluna!

- O que isso tem haver com meus sentimentos? Eu já lhe disse! Eu te amo, não nego... Agora se você quer me dar um fora desta maneira tudo bem... Já suportei coisas piores antes, e pode ter certeza Harry Potter, eu vou sobreviver!"

Foi o que o livro começou a narrar. As vozes de Gina e de Harry eram ouvidas. Em alto e bom som. A página se vira, dando continuidade à narrativa. Agora era apenas a voz de Gina que era ouvida.

- Nunca pensei que fosse odiar tanto o Potter na minha vida! Por que ele finge que não me vê? Que serei sempre a caçula irmã do melhor amigo dele?Eu cresci, caramba! Posso não ser bela, mas mudei! Droga! Eu o odeio! Como pode ter feito isso comigo! Agora se ele pensa que eu vou ficar parada, ele tá enganado! Ah! Falta pouco pra eu terminar o ano! Acabando, vou embora daqui e nunca mais quero ver nenhum deles! Nem mesmo meus pais! Esquecerei completamente! Uma poção e tudo resolvido! Já tenho um pouco de dinheiro em um banco trouxa. É pouco, mas creio que dará pro gasto! Já tenho até onde morar! Nova York! Vou para longe da Inglaterra! Vou viver outra vida! Bem longe de todos! O Weasley e a Granger tem culpa nisso! Eles fizeram o Potter me iludir! Malditos!"

Novamente o livro volta a ter varias vozes

- Gina... – Diz Hermione entrando no quarto. – Gi, você esta bem?

- Ficaria melhor se ficasse sozinha!

- Mas, você precisa comer!

- Me deixe em paz!

- Gi, Harry me contou o que aconteceu...

- Contou foi? – Gina se levanta e olha para cara de Hermione – Contou mesmo?

- Gi, desculpe. Não tenho culpa em você pensar que ele estava te iludindo! Mas depois da morte do Lord das Trevas você começou a ficar estranha.

- É uma pena o Lord não ter me levado junto com ele!

Hermione arregala os olhos.

- O que disse?

- Exatamente o que você ouviu, sua sangue-ruim nojenta! És surda? Como ousas a me chamar pelo nome de batismo! Não te dei confiança para fazê-lo! Nem nunca vou dar! Sangues-ruins como você só fazem merda!

A cada palavra que Gina dava, Hermione se assustava.

- Não fale assim, Gina.

E com um riso cínico brota no rosto de Gina

- Falo como quiser, a boca é minha. Agora, saia do meu lençol! Ainda vou dormir nele e não quero ficar cheirando a merda!

Hermione nada falava mais e já começava a querer chorar.

- Ué. Mas tão cedo, Granger maldita. Já vai chorar? Não és a professora? Acho que nem autoritarismo para isso você tem! Como Snape diria, você não passa de uma sabe-tudo nojenta e irritante! Tão sabe-tudo que com medo colocou o Potter na minha aba para ver se o Voldemort não me influenciava ainda! Mesmo morto. Pobre do Riddle! Tenho mais pena dele do que de vocês juntos!

Ploft!

- Não acredito que você fale essa atrocidade! Você não é a Gina que conheci!

- Não mesmo, mané... A Gina que você conheceu morreu no dia que vocês começaram a fazer com que ela se iludisse... Morreu no dia que o testa rachada maldito veio dizer que não queria nada com ela! Morreu exatamente por culpa sua e daquele outro cabelo de fogo pobretão imundo! Vocês são da mesma laia! Vocês se merecem! Se você não sair daqui agora não me responsabilizo pelos meus atos! Sangue-ruim, sabe-tudo metida, arrogante, idiota e nojenta! É isso o que és! Sangue-ruim, sabe-tudo metida, arrogante, idiota e nojenta!

Não agüentando mais estar ali, Hermione sai... O livro mostra novamente o rosto de Gina, narrando a historia... Com a marca vermelha no rosto!

- E já não era sem tempo! Sangue ruim nojenta! Se atreveu a me dar um tapa! Ah! Mas eu feri o orgulho dela! Isso eu fiz! Humpf! O ódio que tenho, eu poderia ter matado-a! Mataria até o Potter! Ele que não se atreva a vir trocar uma palavra comigo!

A pagina novamente torna a se virar. Dentro do livro se via as cenas, como se o livro tivesse filmado tudo.

- Gi, eu exijo que você me diga por que xingou a Mione! Caramba Gi, você não tem o direito!

Gina o olha. A fúria estava em seus olhos, e ela vermelha assim como o irmão estava...

- Exijo que você peça desculpas, Virginia Weasley!

- Pois exija, por que a única coisa que faria era cuspir na cara dela!

PLOFT!

- Deixe de ser criança! Você não é mais nenhuma criança pra ficar dessa forma!

- E você não é doido de meter a mão na minha cara novamente! Seu pobretão! Larga do meu pé, chiclete!

PLOFT

- Como você ousas a me chamar desse nome! – Começa Rony indignado.Na porta muitos estavam vendo a cena. Gina mantinha a mão no rosto...

- Pobretão... Imundo... Ridículo... - Ela se vira e o encara. - Amantes de trouxas! Amantes de sangues-ruins! Amante DA sangue-ruim sabe tudo, irritante e nojenta!

PLOFT

- NÃO FALE DELA ASSIM!

- A BOCA É MINHA E EU FALO COMO QUISER, DE QUEM EU QUISER! Amantes de trouxas! POBRETÃO!

PLAFT

- IDIOTA! NOJENTO! VOCÊ ME DÁ NOJO! EU TENHO PENA DO LORD DAS TREVAS! MORRER POR QUE VOCÊS O ENGANARAM!

PLOFT!

- VOCÊ TAMBÉM O ENGANOU, SE FOR ASSIM!

- EU NÃO! ESTAVA BEM LOGE QUANDO ISSO ACONTECEU! VOCÊS MATARAM O RIDDLE! ASSASSINOS! PREFERIA QUE VOCÊS TIVESSEM MORRIDO DO QUE ELE!

PLOFT!

- VOCÊ... Não... É... A Gina que... Eu conheço! – Falava entrecortado e eram visíveis as lágrimas...

- Expelliarmus! – A varinha de Rony e jogada pra longe. – Accio varinha! – A varinha de Rony vem parar na mão de Gina e esta a joga pela janela...

- Acci... – Começa Harry que tinha sido chamado e chegou no segundo que Gina jogou a varinha pela janela.

- PORTA SELAR! – A porta se fecha num estrondo na cara de todos! Principalmente de Harry.

- E agora, maninho! O que vai fazer? – Diz com a voz quase mortal. – Eu tenho uma varinha, e você não... Eu posso lhe matar aqui mesmo, e você já era!

A voz de Gina era mortal. do lado de fora da narrativa Sarah gritava "mata ele!" como se visse um filme, torcendo para que sua mãe, mais nova, matasse seu proprio tio, que ela odiava.

- Você não teria coragem!

- E quem disse que eu não teria? Eu posso muito bem ter virado seguidora de Voldemort sem ninguém saber! Por que então meu instinto de querer protegê-lo é maior do que proteger a qualquer um de vocês? Poderia matar o próprio Potter! Sem nenhuma pena na consciência!

Rony se levanta e corre para a porta. Trancada.

- Everte Statum - Rony e jogado com toda força direto para a parede. – Imobillus!

Rony fica parado... Era presa fácil.

- GINA! PÁRA COM ISSO! – Gritava Harry do lado de fora. – VOCÊ NÃO É ASSASSINA!

- ABRE ESSA PORTA GINA! – Gritava Hermione totalmente assustada e chorosa com o que acontecia.

Harry e Hermione tentavam arrombar a porta, mas o feitiço e comando de Gina tinham sido muito mais fortes.

- 50 pontos a menos para Grifinoria! – Diz Rony no intuito de conseguir alguma atenção. – E se continuar com isso, será 100 pontos!

- Tire todos os pontos! Pouco me importa... Sabe por quê? Por que você é um idiota! Humpf. Não passa de um medroso...

Gina se senta em Rony, pega à varinha e aponta para porta

- Silentiare - E nada era escutado do lado de fora! Tudo ficara mudo! Ela começa a esmurrar ele com todas as forças...

- FOI VOCÊ E AQUELA SANGUE RUIM, NOJENTA QUE FIZERAM O QUE FIZERAM! AGORA SE CONTENTE COM QUE GANHARAM!

Socos fortes eram dados pelas mãos de Gina.

– Pouco me importa se for expulsa! Ou ganhar uma detenção, ou várias! Eu precisava muito fazer isso com você ou com aquela sangue ruim. Eu os odeio.

Ela pára e pega a gola do irmão colando bem a face dela com a sua.

– Guarde essas palavras, se eu continuar aqui, é melhor vocês nunca mais dirigirem a palavra a minha pessoa! Por que se fizerem é capaz de que eu mate vocês! Preste bastante atenção nisso, Ronald, vocês não me verão por muito tempo! Logo, logo vocês darão adeus à minha pessoa!

- Então... – Começa Rony com a voz meio morta. – Você desistiu... De viver... Por uma besteira? Se... For assim... Você não é mais... Minha irmã! Escutou-me?

Gina se levanta... Olha para as mãos. Lágrimas... Ela pega a varinha dela...

- A...va...da...AVADA

BUMMMMMMM! A porta explodia.

- Everte Statum! – Gina é arremessada na parede, quase caindo janela a fora.

- Rony! Você esta bem? – Dizia Hermione entrando no quarto! Fora Harry quem jogara Gina na parede.

- Você bem que poderia ter me jogado para fora da janela... – Diz Gina, já se levantando. Com um pouco de forças que ela tinha ela ainda levanta a varinha...

- Expelliar…

- EXPELLIARMUS! – A varinha dela é jogada pra longe. E ela cai no chão. A voz de Harry foi mais ativa, o que fez com que ela fosse arremessada com força na parede novamente.

- Eu te odeio... Potter... – E com isso Gina apaga...

Era a vez de Sarah se levantar gritando do lado de fora das lembranças, parando a narrativa.

- Eu... Odeio... Esse... POTTER ! EU VOU MATAR ESSE IDIOTA DE TESTA RACHADA! – Diz Sarah ficando com ódio, pronta pra sair pegar qualquer coisa e amaldiçoar Harry. – SE EU TE VEJO NA MINHA FRENTE DE NOVO... EU MESMA O MATO! É MELHOR VOCÊ NUNCA SE METER COM MINHA MÃE NOVAMENTE, SEU FILHO DA MÃE, DESGRAÇADO!

- Segura o Bicho! - Diz Fred e Gui segura Sarah.

- EU MATO ESSE POTTER! DESGRAÇADO! COMO ELE OUSOU!– Gritava Sarah o mais alto que podia. Gui a segurava novamente, pois a mesma parecia que ia sair correndo daqui até A'Toca pra arrancar a cabeça de Harry.

- Como ele pode ter feito isso com mamãe... – Dizia Kelly chorando!

- Gente... Vamos acalmar os nervos! – Diz Mel.

- Concordo com a Mel, - Diz Fred. – Se acalmem.

- Se ela já ta furiosa só com isso, imagina o resto! – Diz o próprio.

- Me mostra logo o resto! Ah! Esse Potter me paga! Se ele ousar encostar na mamãe!

O livro suspira,e continua mais à frente a historia. Muitas partes ele não dizia, pois daria mais problema para Gina.

- vou dar um resumo apenas.- Começa o Livro. - Gina cumpriu as detenções de cabeça erguida. Snape, o professor de poções, "conversou" com ela, e até deu pontos para Grifinória, mas isso não foi tudo... Gina novamente teve outras brigas.

- Por quê? – Pergunta Kelly

- Pra voltar à realidade! Dados muitas vezes por alunos da própria Grifinória.

- Se eu cair na Grifinória, juro que me mato! – Diz Sarah.

- Com seu gênio, é mais fácil você cair na Sonserina do que na Grifinória. – Diz Jorge.- Vai ser a primeira Weasley na sonserina...

- Tomara... – Diz.

- Pois bem... Gina bem que espancou cada um que a machucou... E eles nunca mais ousaram nem falar com Gina novamente... Agora ela era a mais temida... Exceto pelos alunos da Sonserina, é claro... Bem... No dia desses pontos que ela recebeu, Potter e os outros foram tirar novamente satisfações com Gina, e essa recebeu o décimo tapa, dado desta vez por Potter. Bastou isso para que a Grifinória inteira tivesse medo do olhar de Gina. Granger escreveu uma carta, e a professora Minerva também, falando com os pais de Gina... Ela recebe um berrador de casa, que o incendeia, e Minerva dá uma detenção para a floresta proibida! Falando por cima novamente, ela encontra Malfoy, que a impede de entrar na floresta e chega bem a tempo de salvar a cabeça dela, e ele acaba por se machucar muito. Quando ela concerta a perna quebrada, ele dá um beijo nela e Gina se entrega a ele. De uma certa forma ele conseguiu destruir o gelo que envolvia Gina, e a fez se entregar. Malfoy estava disposto a tudo, até mesmo enfrentar os irmãos dela... Até que ela morre depois de tudo. Mas ela não morre realmente. Ela forjou a própria morte.

- E como ela fez isso?

- Não posso dizer... - Começa o diário.

- Por que? - recomeça Sarah.

- Ok, vou lhe mostrar por que...- Ele abre em uma folha e mostra o que era Azkaban. Kelly grita, Sarah gela e Mel treme nas bases. - Isso é a prisão bruxa. Onde se Gina for, ela com certeza, morrerá.

- Se algum dia você abrir a boca sobre alguma coisa que comprometa mamãe, eu mesmo acabo com sua raça... -Diz Sarah.

- Ninguém pode arrancar isso de mim. O que me foi confinado de secreto de minha dona, ninguém saberá. A menos que ela mesma queria se lembrar.

- Não pode dizer por que ela quis se esquecer tanto assim de nos? - Começou Jorge.

- Por conta do Malfoy. - Diz o diário.

- Como assim? -Pergunta Sarah.

Novamente as páginas se viram sozinhas, e a voz de Gina e ela própria aparecem.

- Por que é que o Malfoy tinha que ter aparecido! Tudo iria tão bem... Mas ele foi aparecer e me dizer aquilo... E eu fui me entregar a ele. Mas, eu devia ter notado logo, de uma certa forma eu já gostava dele. Mas era muito teimosa pra admitir. Agora, estou indo para Nova York, e nunca mais vou encontrá-lo. Principalmente agora, que ele pensa que eu realmente morri. Ah! Malfoy... No meio do pandemônio, você me deu a mão... Por causa de você agora eu temo! Temo em te esquecer...

O diário conta que Gina foi até eles, Molly e Draco, em sonhos e viu a precariedade dos dois, mas não poderia ir e vir, por conta do que fez para forjar a morte dela. contou que toda vez que ela ia e vinha, voltava pior, até descobrirem estar grávida de gêmeos.

- O motivo foi mesmo só o Malfoy?

- Ela fez a promessa de desaparecer do mundo magico. Ela apenas quis cumprir esta promessa que fez pra si mesma. No dia que as pequenas nasceram, ela quase quebra este protocolo pra mandar uma coruja pro Malfoy, mandando ele largar tudo e vir até ela, logico que ela não fez. Mas um dos motivos é justamente este, por que ela não queria ficar lembrando sempre dele, sem nunca mais poder ter-lo.

O diário continua, mostrando tudo o que podia, para que os gêmeos e as gêmeas, Gui e Mel soubessem o que precisavam saber. Eles acompanharam o período de gestação de Gina, o nascimento, a entrega das historias de Amanda, até antes do período que Gina foi presa, pois ela conseguiu falar com o diário antes de ir para cadeia... A assessora ficou com o diário, e mesmo abrindo, não havia nada escrito nele.

No alto da pagina aparecia a data: 13 de outubro de 2004... No relógio da parede se via que passava das vinte e duas horas e de repente as luzes se apagaram.

- Ué? – Começa Gina. – Faltou luz?

- Não deveria. – Diz Sr Aykin.

- MANHEEEEEE Grita KellyTEM UNS CARAS QUE VÃO ARROMBAR A PORTA!

- CORRE MÃE. Grita Sarah.

Sr e a Sra Aykin foram pra perto das duas e tiraram elas da porta. Um estrondo de vidraça se quebrando foi escutado, e então quatro tiros. Sr e a Sra Aykin foram atingidos. Gina foi pega de surpresa e recebeu um tapa que caiu em cima de uma das mesas de vidro, quebrando-a.

- Amarre-a! – Grita um dos homens para o que está próximo a Gina.

- Cadê as pequenas? – Pergunta outro.

- Não é melhor pegarmos a Gina aqui e tratar dela, não?

- O que vocês querem? – Diz Gina.

- Ora, meu bem! Vim pegar o resto que você quase arrancou! Vai pagar e levar bomba, meu bem.

Os caras já estavam quase tirando a roupa toda, até que os dois caem no chão.

- Gerard! David! O que ouve? – Pergunta um dos homens.

Gerard ainda se contorcendo retira do pescoço uma agulha.

- As filhas dela... - E com isso desfalece.

- Pirralhas! Apareçam ou sua mãe morre! – Ameaça o que estava com arma.

- Por que vocês não mexem com alguém do tamanho de vocês? – Diz Kelly.

De repente eles começam a se sentir atraídos... para o teto. Ao que parece um imã gigante estava no teto puxando tudo o que fosse de metal, tudo o que estivesse no centro onde os caras estavam.

- Para o alto e avante! – Falam as duas.

Anéis, cintos, botões, e as armas e balas foram sugadas para o teto. Com uma força tremenda que eles não puderam segurar e atirar. Agora eles estavam sem as armas.

- Você não é tão machão quando está sem armas! – Diz Sarah.

Eles procuram no escuro e vêem dois vultos pequenos, mas extremamente ágeis, indo de um lado a outro.

- Vocês não me escapam!- E os três ainda acordados vão pra cima das correm, e quando eles vão atrás, cadê que se mexiam. Estavam "grudados" no chão.

- FEDELHAS! VOLTEM AQUI!

- Andrew, ilumina aqui.

A luz da lanterna clareou o local. Se eles tirassem a bota e pulassem dos a três centímetros eles estavam livres.

- Essas pestinhas assistiram muito "esqueceram de mim"! – Diz ao que parece ser Andrew. Eles tiram a bota e pulam. E agora iam olhando para o chão, para não ter outra surpresa. Pena que não olharam pra cima...

BUM!

- AI MINHA CABEÇA! -Ele havia sido acertado por alguma coisa.

- Lero, lero! – Diziam as duas pequenas.

- VOLTEM AQUI!E nisso o cabeça da gangue corre atrás delas.

Pisando em cacos de vidro, se cortando, se machucando pra valer... Estavam dando a volta, mas elas já estavam perto da mãe.

- MÃE... – Diz Kelly. – Vou lhe soltar.

- Corre Kelly, lá vêm eles! Vamos abater logo eles, para pararem de correr atrás de nós. – Diz Sarah.

Elas sobem as escadas e acerta os três, com mais alguns dardos, e com isso eles caem. Elas voltam para perto de Gina.

- Da onde vocês pegaram isso tudo?

- Por ai, mamãe. – Diz Sarah.

- Tranquilizantes, dardos, cola tudo... Vocês tinham um arsenal e eu não sabia? – Perguntava incrédula.

"Não acredito que o sangue Weasley e Malfoy fez isso tudo! Elas puxaram os gêmeos completamente! Ahh se eles tivessem aqui..."

As pequenas coravam, como toda Weasley!

- Vocês puxaram s gêmeos mesmo...

- Quem? – pergunta Kelly.

- Ah? Quem o que?

- Quem nós puxamos?

Percebendo que falara alto, Gina desconversava.

- Não falei nada... Agora vamos logo. Chamaremos a ambulância e os policiais.

- Tá... - Diz Kelly.

- Sarah? Cadê você?

Quando elas olham para o lado, um dos caras havia acordado, e estava colocando Sarah no balcão, e quase estuprando-a. Gina vira uma leoa... Branca, com os olhos cinzas novamente, ela olha para o lado, já perto de onde o cara estava e vê... Sua salvaçã pega uma das espadas da coleção do senhor Aykin.

- SOLTA MINHA FILHA, DESGRAÇADO!

E com isso ela retalha ao que parecia ser o David. Os outros acordam aos pouquinhos, mas Gina já estava com a fúria a mil. Quem eles eram pra tentar estrupar uma criança... E logo quem, a filha dela com aquele que ela nunca mais veria...Draco Malfoy! Ela olha para os corpos do Sr e a Sra Aykin. Furado com balas. E sua fúria cresce mais ainda. Sem pensar, ela mata um a um.

- MANHEEEE! PÁRAAAAAAA!Gritava Kelly. Sarah estava atordoada pelo que ia passando. – Já chega! PÁRA, MÃE! MATÁ-LOS NÃO VAI TRAZER NOSSOS AVÓS DE VOLTA!

Mas Gina não escutava... Só depois com o sangue deles no corpo, Gina percebeu realmente o que havia feito.A espada cai de sua mão e ela olha para elas.

"Ah! Como isso foi acontecer?... o que faço agora?"

Quando ela olha para o corpo de sua mãe Pâmela, percebe que ela ainda estava viva. Mesmo manchada com o sangue dos homens que entraram, ela segura Pâmela nos braços. Agora, o sangue da senhora também lhe lavava o corpo.

- Kelly chame a ambulância! Rápido! Mãe... Pâmela! Vai ficar tudo bem... Calma...

- Nicky... minha... peque..na... Conti...nue sua... vida... Cuide das... crianças...

- Mãe, calma... A ambulância já esta chegando...

Lágrimas... Será que era o fim de sua nova vida? Nas costas agora Nicky levaria o peso de ter matado, mesmo que fosse para proteger suas filhas, mas ela havia matado.

- Eu vou olhar você... Do céu... Querida... Eu... nunca tive... filhas...

- Mãe! Por favor, não fale... Você vai resistir...

- Você ..será s...emp...re minha fil...ha, cri...ança... V...ocê e s..uas filhas... M...uito obrigad...a por nó...s prop...orcion...ar... alegrias, Pe...quena... Nicky...

- Mãe? Mãe! Por favor... Não...

- Shii... Querido?

Nicky olha para onde Pâmela olhava e viu o Sr Aykin, sorrindo... Viu a alma dele e uma luz muito branca...Kelly e Sarah se abraçavam pois também podiam ver...O amor que elas tinham por eles era muito mais forte do que a poção. Sr Aykin estende o braço esquerdo e toca o ombro de Nicky, depois, com esta mesma mão, estende para que Sra Pâmela o toque.

- Nicky... Querida... Faça-me... um favor...

- Qualquer um...

- Não suje... Suas mãos... De sangue... Nunca mais...

Nicole não conseguiu responder, apenas grossas lágrimas desciam de seus olhos. Ela sorri para Sra Pâmela e esta, sorri de volta, olha para o marido e toca-lhe a mão... No mesmo instante a alma dela se solta e o corpo desfalece nos braços de Nicole que fica olhando para ela e o Sr Aykin, indo em direção a luz... E em seguida sumindo.

"Agora os trouxas que decidam. Só quero ficar com minhas filhas"


- CARAMBA! Se ela não tivesse matado eles, eu mesmo iria atrás deles para matá-los!– começa Jorge. – Como pode? Com crianças!

- Iria junto! Pode ter certeza - Dizia Gui, os três estavam vermelhos de fúria.

- Mas a maninha acabou com eles... – Disse Fred. – Bem feito!

- Nossa, tinha coisa que o livro narrou que nem eu mesmo me lembrava. – Diz Kelly.

- E vocês como fizeram aquilo tudo? – Diz Jorge.

- Ué... Coisas de trouxas. É simples! Um furinho aqui, outro lá e pronto! Armadilha feita. – Diz Sarah.

- Muito interessante. - Diziam os dois.

O telefone toca e o diário para de narrar novamente a historia. Sarah desce e vai atender, sendo seguida por todos.

- Alo? Sim... Quê? Mas! Mas mãe!Tá... Ta bom! Beijos... Cuidado... – Desliga.

- Quem era? – Pergunta Gui.

- Mamãe. Ela esta voltando agora para casa. E pediu para que nos três fizéssemos as malas. e eu não to gostando disso! - Diz Sarah

- Elas vão querer fugir de novo?

Eles olham pro diário.

- Não sei, mas é bem capaz de sumirem. - Diz o diário.

- e só não entendi por que ela pediu que colocasse roupas pretas também.

- Meus pais! - Diz Mel com lágrima nos olhos.

- Não sei. Mamãe só disse isso. E ela parecia bastante assustada.

- Mas sua mãe não é a Gaya?

Kelly faz um resumo básico do que aconteceu, e o que elas descobriram e Fred e Jorge entenderam.

- Pode ser que eles tenham... - Começa Fred, mas para no meio. - Melhor obedecerem. Qualquer coisa, se fugirem, temos como encontra-las. Vocês levam escondido minha coruja e pronto.

elas suspiram, e sobem pra começarem a arrumar a mala.