Notas da Autora:

Obs.Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...

Obs.Fic 100% Beward

Obs. Historia para maiores de 18 anos.


Capitulo Dez

- Sim, que você fosse algum tipo de adolescente incendiário, ou uma traficante, ou... – ela continuou falando coisas absurdas e olhei para Edward que riu. – Ou algum tipo de psicótica que proibia Charlie de sair.

- Sabe Sue, eu acho que podemos ser amigas. – coloquei o meu braço no dela e a levei pra dentro da casa.

Tínhamos que admitir, a mulher tem uma mente interessante.

- Amigas? Ela não era ex-presidiária Bells? – Edward falou entrando e olhei feio pra ele.

- Edward! Não fale assim, Sue pode pensar mal de mim. – ele sorriu e olhei corando para Sue, ela riu.

- Não se preocupe Bella. Eu entendo por que você pense assim. Afinal eu também pensaria algo sim, se descobrisse de repente que meu pai tem uma namorada.

- Pois é. Tipo são 10 anos de mentira. E ele dizia que ia pescar.

- Cá entre nós, ele é um péssimo pescador.

- Eu já devia imaginar. E ele sempre colocava a culpa em mim, quando me levava. Dizendo que eu falava demais.

- Ele fazia isso comigo também. – nós começamos a rir, e meu pai entrou na sala.

- Estão se dando bem? – falou bem humorado, olhamos para ele com um sorrisinho, e ele engoliu em seco. – Como vai Edward?

- Bem chefe Swan. – Edward falou nervosamente e rolei os olhos.

- Me chame de Charlie. Sou seu sogro agora. – arquei uma sobrancelha olhando para meu pai que deu um sorriso amarelo, e foi até Edward e o abraçou pelos ombros.

Edward me olhou nervosamente e dei de ombros e puxei Sue para a sala, meu pai arrastou Edward para a cozinha, e pensei ter visto seus lábios se movendo, definitivamente em um pedido de socorro, algo como "Ajude-me".

Definitivamente ele precisava de mim, já ia para a cozinha quando Sue começou a falar.

- Então, seu namorado é muito bonito. – olhei para Sue esquecendo o que ia fazer e sorri.

- E como. E é complicado namorar alguém tão bonito.

- Eu imagino. As peruas devem ficar rodeando ele.

- Nem faz idéia. Na minha escola é cheia de piranhas. Mas Edward, sempre foi meu melhor amigo, e sempre me preferiu a elas.

- Oh ele parece ser um doce.

- Ele é mesmo. – olhei para ela e fiquei séria. – Então, quais as suas intenções com meu pai? – ela sorriu.

- Eu amo Charlie.

- Sério? – ela riu assentindo.

- Seu pai é ótimo Bella. Carinhoso, e gentil, e muito viril...

- Eca. Eu não preciso saber dos detalhes sórdidos. – ela gargalhou e estremeci. Parece que isso respondia minha pergunta, Charlie dava no coro. Quem diria.

- Não seja boba. Seu pai é homem precisa dessas coisas.

- Por favor, informação demais. Você por acaso, acha que meu pai gostaria de saber que Edward e eu já fizemos sexo.

- Já?

- É já. E foi bom, muito bom.

- Nossa. Vocês fazem um casal lindo. Mas não achei que já fizessem, seu pai com certeza pensa que não.

- Ainda bem. Morreria se meu pai soubesse.

- Sim, seria muito constrangedor.

- Nem fala. Já pensou ele descobrindo que eu chupei Edward.

- Bella...

- Sério, foi horrível, o gosto é horroroso. Já disse para Edward nunca mais.

- Isabella... – ela sussurrou me olhando em pânico e franzi o cenho.

- Por que ta fazendo essa cara? Não é tão ruim assim, eu faria de novo, eu só não engoliria...

- Isabella Marie Swan. – meu rosto ficou branco, e virei para trás e vi meu pai com a cara vermelha, tentei sorrir, Edward parecia que ia ter um infarto, e por que ele estava tão perto da porta?

- Hey pai. A Sue é ótima.

- Isabella...

- É serio, sou totalmente a favor de vocês casarem.

- A gente vai casar? – Sue falou toda animada e sorri para ela.

- É meu pai tava comentando.

- Estava Charlie?

- Eu... Eu... – ele começou a olhar em pânico de mim para ela sem saber o que dizer.

- Sério pai, vocês formam um casal lindo. Eu vou ser dama de honra, Sue pode mudar pra cá. Como vocês vão dividir o quarto, não vai mudar muita coisa. Lógico que nós não sabemos se ela é boa cozinheira, então é melhor o senhor continuar cozinhando por um tempo. Mas sou totalmente a favor do casamento... – enquanto eu falava sem parar eu fazia gestos mandando Edward embora, ele pareceu ter entendido, pois fugiu enquanto meu pai parecia zonzo com minha falação.

- Eu sou ótima cozinheira. – Sue falou de repente e olhamos para ela.

- Sério?

- Sim, não é Charlie? Sempre que ele fica em minha casa eu cozinho. E cozinho muito bem modéstia a parte. Charlie nunca reclamou, e sempre elogiou. Eu posso cuidar das refeições quando nos casarmos. Oh eu posso te ensinar Bella, te passar as receitas que minha mãe me ensinou.

- Mesmo. Seria ótimo, aqui entre nós, meu pai é meio ruinzinho na cozinha. Mas só tem ele mesmo. Então melhor nem reclamar. Tia Esme me ensinou a cozinhar um dia, mas eu não sou muito boa, eu botei fogo no miojo, ai ela me proibiu de ajudá-la.

- Ah não se preocupe, eu trago o meu extintor de incêndio para cá. Assim se pegar fogo a gente apaga e começa de novo.

- Você tem um extintor de incêndio?

- Tenho, eu tive alguns pequenos acidentes algumas vezes. Mas eu não desisti, e graças a isso sou uma ótima cozinheira. Não é Charlie? – nos olhamos pra onde ele deveria estar e estávamos sozinhas na sala.

- Ué, cadê ele?

- Acho que ele foi deitar um pouquinho.

- Por quê?

- Ele faz isso quando fica lá em casa. Ainda mais quando eu começo a falar com a minha irmã.

- Você tem uma irmã? – Sue sorriu animada e se sentou e começou a falar sobre sua família.

[...]

- Pode entrar. – meu pai sussurrou e entrei em seu quarto com um pequeno sorriso.

- Sue já foi. Ela disse que estava ficando tarde. Mas ela te liga.

- Ok.

- Você está bravo comigo?

- Por quê?

- Bom... Por eu ter feito sexo com Edward?

- Bells...

- Ou talvez, por que eu monopolizei sua namorada?

- Bells...

- A gente comeu toda a comida também. – falei corando e ele sorriu e sentou na cama e bateu no colchão ao seu lado.

- Venha aqui querida. – fui rapidinho ao seu lado e sentei, ele me abraçou pelos ombros e beijou meus cabelos.

- Eu estou feliz que você se deu bem com Sue. Eu sabia que você a adoraria. Ela é tão animada quanto você.

- Ela é mesmo. – ele sorriu.

- Sim, eu só fiquei um pouco zonzo.

- Desculpe.

- Não querida. Eu fico feliz que você achou alguém para conversar. Alguém parecido com você. Eu só senti que não era necessário lá. Sem contar que eu precisa digerir essa historia, de que minha filhinha já é uma mulher. – eu corei violentamente.

- Sem chances de você esquecer o que eu disse.

- Vai ser impossível esquecer Bells. – eu corei mais ainda.

- Não mate o Edward. A culpa é minha, eu praticamente o forcei. Ok eu não forcei, mas eu que o convenci, e uma coisa levou a outra e quando vimos, já estávamos nus e...

- Chega pentelha. – eu ri.

- Desculpe pai.

- Tudo bem. Vamos evitar palavras com o Edward, você e nus na mesma frase, ok?

- Por mim tudo bem.

- Ótimo. Agora me fale, você acha mesmo que eu devia casar com Sue?

- Seria ótimo pai. Ela é muito legal. Ela disse que vai me ensinar a cozinhar. E vamos começar por miojo, ela disse que é super fácil de fazer. E vai trazer o seu extintor de incêndio...

Eu continuei a tagarelar por algum tempo, até perceber que ele havia dormido, suspirei conformada. Isso sempre acontecia quando eu me empolgava. Sai do quarto dele e fui para o meu. Já era umas onze horas e resolvi ligar para Edward.

Deitei em minha cama pegando meu celular e discando seu número. Não demorou muito ele atendeu.

- Alô?

- Oi Edward.

- Bells. Tudo bem?

- Tudo sim. E você, vai vir me buscar amanhã?

- Claro que sim. Mas tava pensando seriamente em te esperar na esquina. A umas duas quadras da sua casa para ser mais exato. – eu gargalhei.

- Não seja covarde Edward,

- Covarde. Você disse para seu pai, um homem que tem uma arma que me fez um boquete. – eu corei vermelho brilhante.

- Edward!

- Ok, eu vou estar ai amanhã.

- Está bem.

- E como foi depois que eu sai?

- Eu fiquei conversando com Sue. Ela é bem legal.

- Então aceitou que ela não é uma ex-presidiária?

- Isso ainda está em discussão. Mas como em breve ela será minha madrasta, eu vou ser gentil com ela. Não posso chegar e perguntar na cara dela né. Tem que ser sutil.

- Eu tenho até medo dessa sua sutileza.

- O que você quer dizer com isso?

- Bells, você na maior cara de pau, pediu pra pegar no meu pênis.

- Edward! – eu estava ficando vermelha.

- O que? É alguma mentira Srta. Swan.

- Idiota.

- Vai dormir, amanhã eu vou te buscar ok.

- Ok.

- Te adoro Bells. – meu coração pareceu uma escola de samba e sorri bobamente.

- Te adoro também. Beijo namorado. – ele riu baixinho.

- Beijos namorada.

Desliguei o telefone suspirando como boba. Meu coração disparado, eu estava com certeza apaixonada por Edward. Eu queria tanto que ele me amasse também.

Acordei no dia seguinte, mais animada. Depois de um banho, e fazer minha higiene matinal, prendi os cabelos em um rabo de cavalo, e cacei as minhas roupas no guarda roupa e vesti a calça jeans apertada de novo. Eu queria me sentir bonita para Edward. Busquei outra blusa de quando menor, achei uma blusa de alçinha, a vesti e meu busto ficava bem visível, e minha barriga um pouco a mostra, peguei minha jaqueta jeans e desci.

- Bom dia pai.

- Bom dia querida. Edward está te esperando lá fora. – rolei os olhos, e peguei uma torrada.

- Então eu já vou indo. – beijei sua bochecha e sai para fora, o carro dele estava estacionado em frente a viatura, sorri entrando no carro e dei um beijo rápido nele.

- Bom dia. – ele sorriu, mas ao reparar nas minhas roupas seu sorriso sumiu.

- Você vai assim?

- O que? Por quê? Eu to feia? – fiz um biquinho, e ele negou apressadamente.

- Não, não, você ta linda Bells. Mas...

- O que?

- Os outros garotos vão ficar te olhando. – rolei os olhos.

- Me poupe Edward. Eu tenho que agüentar quase a escola inteira babando em você. Mas você é meu, e eu arrebento que tentar te tirar de mim. Siga o mesmo exemplo. – ele me encarou com a boca aberta, mas acabou rindo.

- Ok. Pelo jeito vou ter que sair socando alguns caras hoje.

- Esse é o espírito. – sorri para ele o fazendo rir. Edward ligou o carro e fomos para a escola, ainda era cedo e o estacionamento estava meio vazio, olhei para os lados e quase não tinha ninguém, um sorriso malicioso se formou em meu rosto.

Edward já ia destravar as portas, mas segurei sua mão, tirei meu sinto e em seguida o dele e sentei em seu colo, ele engoliu em seco.

- Bells, o que ta fazendo?

- Sabe, a gente não teve muito tempo para nós desde o fim de semana.

- Isso é verdade. – suas mãos foram para as minhas coxas, subindo e descendo, rebolei em seu colo e senti sua ereção.

- Então estava pensando. Nós podíamos aproveitar esses minutinhos no carro. – mordi meu lábio, Edward gemeu e segurou minha nuca me puxando para um beijo, sua boca grudou na minha, e começamos a nos beijar urgentemente.

Nossas línguas brigando, minhas mãos já dentro da sua camisa arranhando sua pele. Edward gemeu contra meus lábios, afastei nossas bocas em busca de ar, ele sorriu e veio beijar meu pescoço e garganta, rebolei em seu colo já sentindo sua ereção.

- Bells...

- Hmmm?

- Quero você.

- Eu também... – gemi rebolando em seu colo. Graças a Deus os vidros eram escuros. Com alguma dificuldade sai do colo de Edward e tirei minhas calças e voltei para seu colo.

Ele sorriu e voltou a me beijar, sua boca tomando a minha possessivamente, abri sua calça apressadamente e tirei seu pau pra fora, ele gemeu e o massageei, minha mão subindo e descendo por seu cumprimento.

- Deus... – sua boca saiu da minha e foi minha vez de atacar seu pescoço, lambendo sua pele.

- Camisinha. – pedi sem tirar a boca da sua pele, ele abriu o porta luvas e me entregou a embalagem, afastei um pouco e deslizei em seu membro, Edward gemeu e voltou a me beijar.

Suas mãos indo para minha calcinha e acariciando meu clitóris, eu gemi rebolando em seu colo, ele me penetrou com um dedo, me fazendo arfar sobre ele.

- Edward... – ele riu afastando a boca da minha, suas mãos me deixando, gemi de protesto, mas ele me ergueu afastando minha calcinha e deslizou para dentro de mim.

- Oh... oh...

- Tão bom... – Edward grunhiu e ficamos alguns segundos parados, sentindo como nos preenchíamos.

Sua boca veio para minha novamente e comecei a rebolar em seu colo, seu pau entrando e saindo de dentro de mim. Eu grunhi contra sua boca, apertando seus ombros.

- Oh Deus... – gemi interrompendo o beijo jogando a cabeça para trás.

- Isso Bells... – ele mordiscou minha garganta e rebolei com força, Edward gemeu e agarrou minha bunda me fazendo subir e descer com força sobre ele.

Meu centro já pulsava loucamente, e sentia seu pau se agitando dentro de mim. Voltamos a nos beijar, quando nosso ápice explodiu, nossos gemidos sendo engolidos por nossas bocas.

Ficamos nos beijando esperando nossos corpos se acalmarem, separamos nossos lábios e encostamos as testas sorrindo como bobos.

- Oi. – ele riu e mordiscou meu lábio inferior.

- Isso que é começar bem um dia de aula. – eu ri escondendo o rosto vermelho em seu pescoço. Senti beijos no meu cabelo e levantei o rosto sorrindo, Edward afagou minha bochecha e esfregou seu nariz contra o meu, meu coração parecia que ia explodir.

- Edward, eu queria dizer uma coisa.

- Pode dizer. – respirei fundo e toquei sua bochecha.

- Eu te... – alguém bateu no vidro nos interrompendo e bufei. Me apertei contra Edward e ele gemeu.

Quem estava fora não podia nos ver, mas nós podíamos ver, e não estava nada feliz em ver Tânia vadia Denali agora, ainda mais quando eu estava preste a dizer para Edward o que eu sentia.

Sem contar que ele ainda estava dentro de mim.