Eu estou tão triste neste momento que vocês não fazem ideia, ontem a tarde o chefe do meu chefe me DEMITIU a minha raiva não foi assim por ser demitida, mas sim por que na segunda feira dia 28/02 eu completaria os 3 meses de experiencia, parece que a empresa iria extinguir o cargo que eu ocupava e não como eu ainda não tinha completado por um dia a expêriencia fui demitida.
O que vai acontecer que eu vou fazer concurso na minha cidade ,(o que é ótimo já que são poucas concorrentes) e vou procurar emprego.não sei se será possivel postar todos os dias, mas á noite eu vou tentar postae.
Beijos e por favor não abandonei está autora Du Mal ;)
Capitulo Nove
Bella o olhava, incrédula. Aquilo a tinha pego de surpresa. Fechou os olhos para não ver os do homem e se permitiu a si mesmo desfrutar, embora fosse durante um segundo, da emoção de que Edward Cullen queria casar-se com ela.
Não havia nada que desejasse mais no mundo, apesar de tudo o que tinha ocorrido entre eles, mas não podia lhe dizer que sim... a menos que dissesse as palavras adequadas. E Bella sabia que Edward jamais pronunciaria essas palavras.
O seu era um amor impossível. E assim devia aceitá-lo.
— Por que? —perguntou-lhe. — Por que quer te casar comigo?
Ele enrugou o cenho.
— Não é óbvio?
— É pelo bebê, claro.
— É obvio. Nenhum Cullen nasceu jamais fora do matrimônio — respondeu Edward, com expressão altiva.
Suas razões para lhe pedir em casamento estavam claras: a primeira, porque ia ter um filho, a segunda, por respeito às convenções.
— Só faz dois dias me disse que nunca te casaria comigo.
Edward fez um gesto de desespero.
— Mas então eu acreditava que me tinha sido infiel —disse, sem indigestão algum. — Poderíamos fazer uma cerimônia íntima e logo uma grande festa. O que te parece?
Bella tirou sua mão.
— Parece-me que não vai gostar de minha resposta.
Ele não a entendeu.
— Se preferir um casamento mais tradicional, não me importa. Pode fazer o que quiser.
Como façamos não é importante, enquanto o façamos antes de que nasça o bebê.
Bella tentou incorporar-se, embora o peso de seu abdômen representava um problema.
— Temo que a resposta é não.
— Não? —exclamou Edward, incrédulo.
— Eu adorei a casa, encantou-me o almoço... mas não vou me casar contigo.
— Por que não?
— Se não souber, não tem sentido que eu lhe diga isso.
— Segue decidida a viver sua vida, a manter suas opções abertas? Ou quer me castigar por ter acreditado em minha irmã? —exclamou ele, furioso.
Bella o estudou com dolorosa intensidade.
— Não quero te castigar, quero comprovar que não é esse homem... esse ser cruel que me tratou com desprezo, que me insultou, que se negou a me escutar —disse por fim.
— Mas nossa relação era estupenda...
— Sim, claro. Mas quando cometi o engano de te recordar que levávamos dois anos juntos, não gostou de celebrá-lo recordou ela. — Então não queria nenhum compromisso comigo...
— Tudo mudou depois! — exclamou Edward, com os dentes apertados.
— Sim, claro que mudou. Mudou o que penso de ti. Além disso, não tem de te casar comigo porque estou grávida.
— E como vais subsistir sem mim?
— Levo muito tempo subsistindo sem ti —respondeu Bella.
— Pensa criar sozinha o meu filho?
— Quer dizer que, se não me casar contigo, não fará frente a suas obrigações como pai?
Edward deixou escapar um suspiro.
— Só um canalha faria isso —murmurou, tomando sua mão. — Uma vez te fiz feliz, Bella... posso fazê-lo outra vez.
— Provavelmente, mas...
Impaciente, Edward tomou pelos ombros.
— Tenta encontrar este fogo com outro homem! —exclamou, inclinando sua arrogante cabeça para procurar seus lábios. Mas não a beijou com violência, a não ser com ternura, com uma ternura contida e trêmula que quase a emocionou.
Quando se afastou, Bella estava tremendo. Conhecia as qualidades daquele homem, e tinha muitas, mas também conhecia seus defeitos. E antes de comprometer-se a uma vida com ele devia estar muito segura de que ia mudar.
— Não vou casar me contigo, Edward. Não até que me demonstre o que deve demonstrar.
Ele franziu o cenho, inseguro. Seus planos se vieram abaixo. sentia-se desorientado, vazio, fracassado.
Teria ido muito às pressas? Ele sempre ia depressa, tomando decisões à velocidade de um raio... mas Bella não era assim. Ela era muito mais reflexiva. E uma vez confiou em seu bom julgamento... uma vez, antes de que se convertesse em um energúmeno.
Pela primeira vez, Edward entendeu o dano que lhe tinha feito. Era lógico que Bella não queria confiar nele.
Tinha posto mais esforço no marketing daquela casa que no de si mesmo. Mas, depois de reconhecer o problema, viu a solução e desenhou uma nova estratégia.
A sensação de estar desorientado desapareceu. Só tinha que lhe demonstrar que seria um marido perfeito e um pai fantástico.
— Comprarei a casa esta mesma tarde —lhe disse com um de seus carismáticos sorrisos. — Pode viver aqui se quiser. Eu seguirei em meu duplex de Londres.
— O que?
— Proponho-te um trato... como amigos. Você pode viver aqui, com nosso filho. E eu prometo não exigir nada em troca.
Bella o pensou um momento.
— Por que?
— Porque vais ter meu filho, pethi mou. Quero saber que está bem, que é feliz... e sei que esta casa te faria feliz.
Vou postar o segundo capitulo hoje ou amanhã. A fic é bem curta e eu acho que até quarta ela acabe.
