Título: Momentos de Loucura
10 – Derrubando Barreiras e Medos
Sem pensar duas vezes e já desesperado demais em conseguir tolerar mais um segundo daquela tortura psicológica ao qual estava sendo obrigado a suportar, Draco arremessou o consolo com toda força que possuía, não importava se dava de cheio no olho de seu padrinho ou não, contando que o distraísse para que empreendesse a fuga.
Porém, como sempre acontecia consigo desde os últimos dias, sua pontaria foi uma das piores na história de toda Inglaterra e o falo de silicone golpeou a mesa num ângulo muito ruim que acabou por voltar contra si, o golpeando em cheio na testa e o fazendo cair da poltrona com um grito de dor.
Tampou a área atingida sentindo-se miserável e com o pouco de força que lhe restava saiu correndo.
- Draco! – Snape tentou detê-lo, mas o afilhado não lhe deu ouvidos.
Correu sem rumo tentando controlar seu desespero, culpando todo mundo por sua desgraça. Só que sua atenção foi captada ao sentir seu chivatoscópio vibrar em sinal de perigo.
Então alguém lhe segurou pelo caminho o encostando contra a parede.
- Hei, calminha Draco... Por que está tão desesperado?
O loiro ergueu o rosto para ver que se tratava de Marcus Flint. O alto e musculoso sonserino o agarrava pelos braços e o forçava contra a parede que chegou a se alarmar. Como sempre andava com Crabbe, Goyle e Zabini, dificilmente alguém se metia a besta pro seu lado, mas ali estava sozinho num dos desertos corredores das masmorras em pleno domingo.
- Não estou desesperado – disse com raiva, sendo que no fundo estava completamente desesperado, mais pela presença de Flint do que de outra coisa.
Tentou empurrar o outro sonserino, mas este não o soltou. – Posso te distrair se quiser.
Sem esperar por resposta, o grandalhão foi direto contra sua boca. No susto, Draco meteu-lhe o joelho no meio das pernas antes que suas bocas se tocassem, mas pôde sentir claramente a respiração e o grunhido de dor de Flint de encontro a boca.
Até que os dias de penúria com Potter lhe serviram para algo!
Aproveitou para empurra-lo e correr, mas o que não esperava, era que Marcus se recuperasse tão rápido do golpe. Conseguiu apenas alcançar as escadas móveis quando o outro sonserino já o alcançava extremamente furioso.
- Desgraçado! – o moreno o agarrou pela camisa o puxando com extrema violência que chegou a rasgar parte da roupa e arrebentar alguns botões.
Potter nunca o tratou dessa forma violenta! Draco ficou imóvel pelo medo. Agora percebia porque o chivatoscópio nunca reagia à presença do grifinório, o moreno nunca teve intenções de machuca-lo como era o caso de Flint. Este sim era o retrato vivo daqueles maníacos sexuais de alta periculosidade!
- Vou te ensinar a se comportar como se deve. Bem mansinho e obediente...
Uma insistente batida na porta fez com que Snape a abrisse com mau-humor. Havia tentado ajudar ao afilhado, mas era muito para a cabeça altamente virginal do rapaz. Concordava que sua aula não era lá muito agradável, mas não sabia ser de outra forma. Agora estava se sentindo frustrado, aborrecido e levemente preocupado com Draco.
- O que quer? – resmungou para Potter, quem estivera batendo em sua porta.
- Zabini me disse que o Draco veio falar com o senhor.
Snape ergueu uma sobrancelha. Por que não pensou nisso antes? Potter era a chave!
- Ainda bem que está aqui Potter – sorriu com suficiência – Draco pedia ajuda para entender os prazeres da vida a dois e não sabia a quem recorrer. Você não seria amável como o sempre herói Harry Potter para ajuda-lo?
Harry abriu e fechou a boca sem saber o que dizer. Depois de alguns segundos tentando entender a situação, seus olhos se abriram mais, brilhando de ansiedade.
- O senhor está me dando passe livre para instruir a Draco Malfoy nos prazeres da carne?
Snape apenas segurou o pulso de Harry e colocou um consolo peniano em sua mão. – Considere que a missão está passada para suas mãos de agora em diante – na outra mão de Potter colocou a sacola com todos os instrumentos de trabalho, por assim dizer – Agora o encontre e lhe conte a novidade.
Harry poderia se considerar feliz nesse momento. E ainda sendo confiado por Severus Snape! Era surrealista!
Caminhou pelo corredor pensando como contaria a novidade a Malfoy, afinal, não tinha certeza se o loiro receberia a notícia imensamente feliz.
Foi então que viu como Malfoy era atacado por um cara alto. Sua reação foi instantânea.
- Expeliarmus! – e a varinha que o grandalhão empunhava foi arremessada.
Flint o olhou de esguelha e tentou agarrar a varinha que havia caído não muito longe de si, mas foi acertado por outro feitiço.
- Estupefaça!
Draco apenas sentiu como um raio passava rente seu corpo e se chocava contra Flint que voou numa altura impressionante antes de cair metros adiante.
Seu coração batia desesperadamente, sentia como seus olhos pinicavam pelas lágrimas e alguém o chamava com extrema preocupação.
Girou o corpo e fitou, na escadaria abaixo de onde estava, como Potter o olhava. Os olhos verdes num brilho fulgurante pela raiva, desespero e determinação.
- Draco, você está bem? Ele te fez algo? O desgraçado te machucou? – Harry maldisse que a escada havia se movido e não tinha como alcançar a Malfoy.
Viu como a camisa que o loiro vestia estava rasgada e aparecia parte de seu ombro pálido, o cabelo platinado desgrenhado, lábios entreabertos por onde escapava a respiração agitada e os olhos prateados marejados. O sonserino tremia visivelmente assustado.
Nunca viu a Malfoy nessas condições e soube, lá no fundo, que nunca o deixaria passar por isso novamente.
- Draco... – sussurrou.
Harry Potter o havia salvado...
Essa frase era a única coisa que tinha em mente. Vendo como o moreno de olhos verdes o olhava com... Devoção? Preocupação?
Percebia como o grifinório respirava pesadamente, pela mudança brusca de emoções ao qual acabara de passar. E não se importava com nada, apenas consigo, como se fosse a única coisa de valor que existia nesse momento, nesse lugar.
Por que?
Por que ele o protegeu se não precisava? Por que se importou tanto?
Seus olhos voltaram a marejar e uma solitária lágrima escapou, deslizando lentamente pelo seu rosto.
Viu como Potter procurava alguma forma de chegar até si ao notar que chorava silenciosamente. Xingando as escadas móveis por não se moverem quando necessitava.
Não chorava pelo que Flint estava a ponto de fazer consigo, nem por humilhação ou raiva. Chorava porque sentia seu coração batendo mais forte dentro do peito a cada vez que olhava para esse moreno, para Harry, era como se um calor lhe dominasse os sentidos, lhe confortasse a alma...
O que era esse sentimento?
- Draco, por favor, fique onde está. Eu irei buscar ajuda, está bem? – Potter parecia mais desesperado que nunca.
Ia descer as escadas, quando a voz do sonserino o deteve. Seu coração deu um salto dentro do peito e ergueu o rosto para o loiro.
- Harry!
Não era seu sobrenome que brincou nos lábios insolentes de Malfoy, nem nenhum tipo de apelido, foi seu nome, dito tão claramente e tão suavemente, que o imobilizou no mesmo momento em que o ouviu.
Engoliu em seco, aguardando o que o loiro queria, quando notou que ele caminhava para a beirada da escada. Arregalou os olhos pensando o pior, quando, de abraços abertos, Draco simplesmente se lançou de encontro a si.
Estendeu os braços abertos para recebe-lo, vendo como ele parecia um verdadeiro anjo descendo do céu para se afundar em seu abraço e não pôde evitar sorrir, um sorriso satisfeito.
O corpo quente e macio logo se encontrou com o seu, os fios suaves e platinados batendo em seu rosto, liberando o cheiro que tanto gostava e que passou a conhecer tão bem.
E foi como se recebesse um prêmio... Algo único!
Para em seguida se desequilibrar com o peso do loiro, que afinal, era tão alto como a si, acabando por cair de costas, ambos gritando rolaram escadaria abaixo.
A queda só não foi pior, apenas metade da escada, pois Ron deteve a queda.
- Levicorpus!
Mas como o ruivo não era bom em feitiços e Hermione ainda vinha correndo pelo corredor, os dois rapazes flutuaram o restante da escada e se chocaram contra o chão. Harry recebendo a maior pancada por estar por baixo de Draco.
- Ouch! – soltou o moreno, ficando sem ar.
Ron segurava a varinha e tremia inteiro pelo que fez. Foi um ato reflexo por sua parte e o feitiço escapou por acaso, sem realmente pensar.
Draco ergueu a cabeça e olhou assombrado para Weasley. Depois sorriu de lado com maldade.
- Finalmente resolveu demonstrar que é um mago Weasel? Devo agradecer-lhe? Afinal, salvou minha vida!
Ron piscou algumas vezes saindo do aturdimento e com raiva, a cara ficando vermelha de vergonha, retrucou.
- Cala a boca furão! Você foi um imbecil por se jogar dessa forma do segundo andar e em cima de Harry!
Hermione riu pela situação, dando palmadinhas nas costas do amigo. – Veja pelo lado bom Ron, Malfoy acaba de te agradecer por ter-lhe salvado a vida!
Blaise apareceu correndo pela escada que acabava de se mover e se juntar com a que Harry e Draco haviam acabado de cair.
O sonserino moreno estava ligeiramente pálido, mas quando viu que nada aconteceu com Draco nem com o cara-rachada, se aliviou consideravelmente.
- Que susto vocês me deram! Eu estava descendo do terceiro piso junto com Vincent e Gregory quando vi o Draco se jogando pela escada! Vínhamos correndo quando notei que Flint tentava te agredir – disse olhando para o loiro.
- E o que aconteceu com ele? – Harry perguntou, tomando um semblante frio e sério.
- Crabbe e Goyle estão dando um trato especial nele, por ter ousado a mexer com o nosso príncipe – sorriu com cinismo, olhando para o grifinório – Vejo que salvou o Draco...
Harry deu de ombros, sorrindo para o loiro que se mantinha sentado em seu colo e não parecia querer se levantar tão cedo.
- Como conseguiu atacar a Flint sem sua varinha Harry? – Hermione estava espantada. Retirou do bolso a varinha de Harry e a estendeu para mostrar o que dizia – Lembra que quando você nos encontrou no café da manhã me pediu que fosse à sua habitação para buscar a varinha que havia esquecido de pegar? Ron e eu vínhamos de lá para lhe entrega-la.
Todos ficaram impressionados olhando para Harry quem, ergueu a mão direita e olhou para o canalizador de magia que havia servido como varinha.
Ali estava o consolo peniano que Snape lhe dera. Ficou rubro de vergonha ao notar que havia atacado ao tal de Flint com um pênis de borracha!
A gargalhada foi geral, pois deveria ter sido interessante ver a Harry Potter, tão determinado e bancando o herói apontando com um troço daqueles.
- Não importa com o quê... Você me salvou Harry... – Draco lhe sussurrou com um pequeno sorriso nos lábios – O que vai querer em recompensa?
Os olhos esverdeados brilharam. – Namora comigo Draco?
O loiro ficou desconcertado. Pensava que o moreno pediria uma noite de sexo selvagem e essas coisas, mas não que o pedisse em namoro.
Dessa vez sorriu mais abertamente. – Será algo muito, muito, muito horrível pra mim, mas como você é o meu herói – debochou como se fosse uma donzela em perigo – Posso realizar o seu desejo...
Harry sorriu amplamente o abraçando pela cintura e o beijando nos lábios. Draco ficou um pouco perdido, então se afastou para fazer direito.
- Feche os olhos... – o loiro obedeceu – Agora abra um pouco a boca... – assim, encostou seus lábios de leve aos lábios de Draco. Pressionou um pouco e deslizou a língua com sensualidade. Aos poucos, foi tomando espaço dentro dessa boca e sorriu ao ouvir como o loiro gemia baixinho, se acostumando com o contado úmido de suas bocas unidas.
- Urgh! – exclamaram os demais, girando para o outro lado.
Draco se afastou rompendo o beijo e tampando a boca com as costas da mão. Suas bochechas estavam levemente coradas.
- Não gostou do beijo? – Harry ficou um pouco apreensivo. Queria continuar beijando esses lábios, mais suaves e apetitosos do que havia imaginado serem.
- Estava sem ar... – o loiro respondeu baixinho. Quando Harry riu divertido, o empurrou um pouco se aborrecendo por não saber beijar direito – Idiota...
- Tranqüilo, temos muito tempo para praticar...
Esse dia, Hogwarts inteira ficou sabendo que Marcus Flint havia sido punido com uma longa detenção por ter agredido um aluno, quem, ninguém soube ao certo, apenas especulações. O sonserino só não foi expulso por não chegar a fazer nada grave, mas agora era motivo de recriminação em sua própria Casa, incluindo Snape parecia disposto de ferrar-lhe a vida o restante do ano letivo.
E o rumor de que Harry Potter havia salvado esse aluno também se espalhou rapidamente.
Ron cuspiu suco de abóbora pelo nariz ao ouvir um grupo de Corvinais e Lufa-Lufas passarem perto da mesa da Grifinória comentando o que todos estavam dizendo.
- Potter usou sua varinha secreta, a que ninguém jamais viu! Dizem que é tão poderosa quanto a sua de pena de fênix! O poder saído dessa tal varinha foi tão grande e potente que Flint voou pelo ar e caiu a uma distância assombrosa!
- Nossa! Queria poder ver a varinha de Potter!
- Oh sim! Deve ser estupenda!
Seamus que também ouvia negou com a cabeça.
- Do jeito que estão falando da tal varinha poderosa de Harry, dá até inveja de querer uma igual...
Ron não agüentou e começou a tossir descontrolado enquanto Hermione ria dissimuladamente atrás de um livro.
- Vou descer o braço em Zabini, pois tenho certeza que foi ele quem andou espalhando o rumor da poderosa e potente varinha secreta de Harry... – o ruivo grunhiu, olhando para o sonserino moreno do outro lado do salão, que ria com gosto ao ouvir as fofocas que circulavam pelo Salão Principal.
- Falando em Harry... – Neville olhava para todos os lados – Onde ele está?
Todos olharam pela larga mesa e não o viram em lugar nenhum.
Draco se inclinou contra a boca de Harry, depositando suaves beijinhos. Então aprofundou o beijo deslizando a língua dentro da boca do moreno que o recebeu prontamente, passando a deslizar a língua contra a do loiro.
Afastou-se um pouco para poder mordiscar o lábio inferior de Draco e voltar a brincar com sua língua, dando voltas e mais voltas. Então se distanciou, para olha-lo nos olhos.
Draco tinha a respiração agitada e as faces coradas.
- Como fui?
- Você aprende rápido... – Harry sorriu com malícia – Apesar de que precisamos praticar mais um pouquinho – voltou a beija-lo, fazendo todo o ritual novamente.
Dessa vez o beijo durou mais, e quando o loiro deslizou os longos e delgados dedos pelo cabelo de Harry, se tornou um beijo mais desesperado. Assim como o moreno fez consigo, Draco deslizou a língua pela de Harry e chupou seu lábio inferior para voltar a brincar com a língua travessa que buscava a sua.
A mão do moreno deslizou pelo meio das costas do sonserino até a barra da camiseta para subir por dentro da roupa, tocando em pele pálida que se contraía com cada estímulo.
Draco gemeu e se afastou de Harry quando sentiu o polegar do grifinório comprimir um de seus mamilos. Buscava ar enquanto tinha a boca salpicada por beijos.
- Melhor irmos almoçar... – tentou dizer a cada beijo.
- Agora que está ficando tão bom? – Harry choramingou, voltando a apertar o biquinho que tinha vulnerável perto de seus dedos.
Draco o empurrou mais forte o derrubando de costas da cama. – Melhor irmos agora – levantou correndo e sumiu pela porta ajeitando a roupa.
Assim que saiu da habitação respirou fundo. Precisava tomar ar, pois o quarto de repente parecia ter ficado muito quente.
- Certo... – Harry tratava de se incorporar do chão – Não se pode avançar o sinal com ele, já entendi...
Suspirou tentando esconder sua ereção com a camiseta, mas logo sorriu ao deixar também a habitação e ver como o loiro estava encostado na parede do corredor sacudindo a cola da camiseta para se arejar.
Aproximou-se e encostando o corpo contra o corpo do sonserino sussurrou com um sorrisinho provocante.
- Muito calor amor?
- Vai se ferrar! – Draco tentou soca-lo, mas Harry desviou do golpe.
Observou como o loiro mordia o lábio inferior para esconder um sorriso o que o levou a sorrir abertamente, encostar a testa contra a testa de Draco antes de beija-lo na boca, sendo recebido com prazer.
Agradecimentos a: Srta. Kinomoto – olá, obrigada por comentar! O Harry está empenhado e quanto ao Cedric, bem, ele levou a dele, mas ainda via aparecer. Draco não agüentaria a indiferença do moreno, mas como ele é um Malfoy, vai negar até a morte XD. Em Hogsmeade não caiu nada, quase, por sorte do Draco o desastre foi evitado. Bjim; Bruh M.; St. Luana; Nyx Malfoy; Azmaria-chan; CarineCG; Condessa Oluha; Marjarie.
E bem, devo avisar que atualização só na sexta, se der eu atualizo no meio da semana, o que farei o possível para conseguir.
Harry Potter comenta:
St. Luana - agradeço sua dedicação em sempre me escrever. Te tenho como meus amigos, tenha certeza e se vc estudasse aqui em Hogwarts faríamos um quadrado dourado! Obrigado pelo apoio e por tudo! Me sinto imensamente feliz agora que consegui namorar o draco e foi da forma que jamais esperava que acontecesse... (olhinhos brilhando e sorrisinho bobo).
Condessa Oluha - nossa, essa poção deve ser ótima! Vou ver se consigo fazer o draco suar para pegar o ingrediente e sim, por favor, me envia os ingredientes difíceis de encontrar, não importa o preço, eu pagarei adiantado se for para ter um excelente resultado! Será que o Draco é metade Veela ou parte Veela? Creio que deva ser sangue cem por cento puro! Obrigado pela dica, vou pedir para a Mione fazer a poção. Agora sim, a música do dia! Essa eu aprovo!
Viram suas sádicas que me querem ver morto? Cantem junto com o Draco se puderem!
Draco Malfoy comenta:
St. Luana - fico aqui me perguntando porque nesse jogo eu tenho que sempre perder? Mas não sei... Depois do ocorrido nesse capítulo eu estou levando em consideração o presente que o Potter me deu... Talvez eu dê uma chance ao testa-rachada e deixe ele me tocar um pouquinho mais... Só um pouquinho...
Condessa Oluha - como eu ia saber que minha mãe fez algo parecido? Estou ultrajado com ela! ela não tinha o direito! E quanto ao tio Sevie, eu adoro ele, é meu padrinho e tudo mais, mas realmente, convenhamos que suas aulas assuntam e traumatizam a qualquer um! E eu nunca ficarei gordo, balofo e feio! Você está me insultando! Talvez, e ressalto, eu disse talvez, eu coloque um nome no dragãozinho de pelúcia... Gostei de Haru-chan, talvez seja esse o nome. Satisfeita? Agora... Que música é essa? P-parece até que você a criou pensando em mim me declarando ao Potter! (Draco em estado de choque).
"Tio Sev, eu não me engano... Meu coração é Potteriano! Tio Sev, eu não me engano... Meu coração é Potteriano! Eu não sabia, mais o que fazer, bati-lhe uma punheta, cansado de me conter... Tio Sev, eu não me engano... Meu coração é Potteriano! Tio Sev, eu não me engano, foi por causa disso que bati no lufaniano!"
