Título: Confuso Amore
Anime: Katekyo Hitman Reborn!
Gênero: Ação/Romance/Suspense
Casal: Yamamoto Takeshi e Miura Haru
Disclaimer:
Katekyo Hitman Reborn e seus personagens infelizmente não me pertencem, eles são obras exclusivas de Amano Akira. Se me pertencesse, o Yamamoto e a Haru seriam o casal principal, e o Hibari seria só meu, sem empréstimos. :}
Confuso Amore
(Betado por Purikon)
-
~~x~~
Sangue. A pequena garotinha via apenas aquele liquido rubro e viscoso se esparramando pelo chão. Nem ao menos viu a mesma arma metálica que ferira sua mãe, apontada para sua cabeça. Seus joelhos cederam, olhava estática o corpo desfalecido de sua mãe. O pavor começou a tomar conta de seu ser, e a pobre garotinha finalmente percebeu o que havia acontecido.
Sua mãe estava morta.
Lágrimas começaram a escorrer inconscientemente pelo seu rosto. Ficou paralisada.
- O-okaa-san... – sua voz soava embargada.
- Idiota! – alguém gritou, mas ela não se preocupou em ver quem tinha sido. Sentiu um par de braços a agarraram por trás, e foi levada em alta velocidade para fora dali; poucos segundos depois, ouviu um barulho de tiro indo na direção onde estava sentada.
- Pirralha, você é uma idiota mesmo! – berrou o homem que corria com a garota nos braços, tentando desviar das balas que vinham em sua direção. "E eu sou mais idiota ainda por concordar em salvar essa garota."
A menina não respondeu, apenas mantinha um olhar assustado no rosto. Acabara de ver algo que realmente não queria. E tudo era sua culpa.
"Merda, vai ser difícil fugir daqui..." o homem pensava enquanto corria, olhando em volta. "Eu prometi para aquela mulher que iria tirar essa garota desse lugar de qualquer jeito..."
- Peguem-nos! – ordenava o homem, abaixando a arma de sua mão. – Mas não matem a garota! – disse sorrindo, se divertindo com a situação.
O assassino se abaixou e admirou o cadáver da mulher de cabelos castanhos caída em sua frente. O sorriso desapareceu de seu rosto, e a observava com olhos frívolos; não deveria se importar com que tinha feito, já havia mandado muitas pessoas para outra vida, não deveria ser diferente dessa vez. Mas era.
- Você pediu por isso, Akino. – disse com uma pontada de arrependimento. – Eu realmente te... – murmurou para si mesmo, com medo de completar a frase. Abaixou os olhos e se levantou. Não queria mais ver aquele corpo na sua frente.
O homem que levava a garotinha nos braços corria para a saída, tentando escapar de todos os antigos companheiros na tentativa de fugir dali. Vez ou outra olhava a menina em seu colo, começou a ficar preocupado com ela quando percebeu que a criança continuava em estado de choque.
"Droga, isso é ruim..." pensou mordendo o lábio inferior. – Ei pirralha! – tentava chamar a atenção da garota.
Ela continuava a não responder, fitava as manchas vermelhas espalhadas por sua roupa esfarrapada; era o sangue de sua mãe. Suas mãos tremiam, e ela só podia recordar a imagem do corpo da pessoa que tanto amava coberto de sangue.
- Pirralha! To falando com você! – berrou já sem paciência. A menina se assustou e focou o olhar no homem que a segurava; percebeu que era aquele mesmo homem misterioso que tomou conta dela há alguns dias atrás.
Com lágrimas nos olhos, tentou balbuciar alguma coisa, mas não conseguiu; as palavras não queriam sair. Voltou a concentrar os olhos nas manchas de sangue em suas roupas, lembrando-se novamente do que havia acontecido há minutos atrás. Ela não conseguia acreditar nos próprios olhos.
O homem encontrou um canto para se esconder por algum tempo. O mais importante agora era pensar em algum jeito de tirar aquela garota dali. Colocou a menina no chão e ficou de olho para não ser pego. O esconderijo era vantajoso, tinha bastante lugar para se esconder, mas seria questão de tempo até serem encontrados. Olhou em volta e notou algo que lhe chamou a atenção.
"Merda, se for assim, eu não vou conseguir proteger a nós dois..." pensou analisando a possível forma de fuga. Olhou novamente para a garota que estava sentada no chão.
- Tsk! – disse em som de desagrado, e pegou a garota em seus braços dirigindo-se a uma grade que levava ao encanamento do lugar. Retirou a grade com uma das mãos e pulou, espirrando a água ao redor.
– Pirralha, é bom você me agradecer por isso depois. – disse andando em meio a água suja, mais uma vez sem resposta. "Essa pirralha continua a não responder..." pensou irritado por ser ignorado.
Viu uma luminosidade logo á frente, estavam chegando a saída. Notou barulhos se aproximando. "Eles estão chegando." Se alarmou, apressando ainda mais o passo. Chegou à uma tubulação que desaguava em um dos rios da cidade. Os barulhos se aproximavam cada vez mais, não conseguiria escapar se tivesse que cuidar daquela menina. Ou era ela, ou ele. Ele fez sua escolha.
Largou a menina na margem do rio e voltou pela mesma tubulação de antes. Ele seria a isca.
A pequena garota observava o homem voltando pelo mesmo lugar que haviam saído. Mantinha um olhar sem vida, e sua visão começou a ficar embaçada. A anemia de tantos dias em péssimas condições começou a afetar o seu pequenino corpo. Foi estreitando os olhos cada vez mais, não tinha nem mais forças para se manter acordada. Pediu que tudo aquilo fosse um pesadelo e que ela pudesse acordar logo dele. Ouviu um barulho estridente ressoar pela tubulação, e antes que pudesse distinguir o que era, adormeceu.
Haru ouvia atentamente o que os dois conversavam, não entendendo direito onde aquela conversa iria chegar. O senhor que há muito tempo havia lhe salvado, estava disposto a ajudar novamente, mas com qual propósito? Ela nem mesmo sabia o porquê dele a ter salvado naquela época.
- Vocês não deveriam ter se envolvido com pessoas tão perigosas. – comentou o senhor de meia idade. - Vocês poderiam ter evitado se envolver com essa Família. Mas acho que no seu caso, não poderia mesmo. – completou referindo-se a garota.
- Hahi? A Haru? – perguntou surpresa.
- Sim, aquele cara tem motivos suficientes para querer te envolver nisso tudo. – respondeu. "Afinal, você é filha daquela mulher." Completou em pensamento.
- Eh? – a menina continuava confusa.
- Hahaha, Haru, você fez algo que o irritasse? – brincou o amigo.
- Hahi! A Haru não fez nada, Yamamoto-kun! – se apressou em negar e o rapaz riu.
- Ah, a Haru já ia se esquecendo de perguntar: Qual é o nome do Oji-san? – Mesmo depois de tudo o que ele tinha feito, ela não tinha a mínima idéia de qual era o nome do senhor.
- Maximiano. – deu de ombros.
- Maxu, Maxumia, Maximino... – tentou pronunciar - Hahi... Yamamoto-kun, a Haru não consegue falar o nome do Oji-san... – disse chorosa.
- Hahaha. – riu o Guardião da Chuva. – Algum dia você consegue Haru. – tentou animar. – Não é, Maximiano-san?
- Hahi! Yamamoto-kun é incrível! Conseguiu falar perfeitamente. – disse a menina com os olhos brilhando, e o rapaz apenas riu. – Como o Yamamoto-san faz? – perguntou esperançosa.
- Hahaha, é só fazer Gyu Gyu com a boca, depois Gan Gan, e então Pyun Pyun... – explicou fazendo gestos aleatórios com as mãos. – Daí você fala certinho. – sorriu.
- Hahi! A Haru não entendeu muito bem, mas a Haru vai tentar! – disse animada.
– É... Esses dois se merecem... – murmurou observando incrédulo o casal meio estranho. – Mas de qualquer maneira, vocês não conseguiram sair daqui tão facilmente. – disse, interrompendo a conversa animada dos dois.
- Hahi... É verdade... – a garota disse meio deprimida.
- Nós sempre damos um jeito! – o rapaz teimava em ser positivo como sempre.
- Hm, isso é o que iremos ver. – desafiou o homem. Dito isso, a porta se abriu.
Todos estavam reunidos, agora era momento de agir.
- As ordens são bem claras. Vai ser da mesma forma que aconteceu com o Rokudo Mukuro. – Reborn disse.
- Mukuro-sama? – Chrome perguntou curiosa. Ao ouvir aquele nome, Hibari ficou irritado e ameaçou a menina com suas tonfas, fazendo-a recuar assustada.
- Sim aquele lá... Aconteceram muitas coisas no passado. – Gokudera respondeu sem se importar com a ameaça do Guardião da Nuvem, lembrando-se do que aquele cara havia feito aos seus amigos, embora tenha achado bem feito o que ele fez com a sua irmã.
- Reborn, isso quer dizer que aqueles caras vão aparecer também? – Tsuna perguntou preocupado.
- Provavelmente a Vindice irá cuidar disso depois. – o arcobaleno deu de ombros. Chrome estremeceu ao ouvir esse nome; era o grupo que havia prendido Mukuro e os seus amigos.
Tsuna também não gostava daqueles caras. Eram muitos assustadores para o seu gosto.
- 10°, se você for pensar bem, acho que seriam as mesmas condições do que aconteceu no centro Kokuyo. – O Guardião da Tempestade disse pensativo. – Tem os reféns, não temos muitas informações a respeito e a invasão do esconderijo inimigo... – refletiu, e o jovem Vongola apenas assentiu com a cabeça.
- Eu não sei o que tá acontecendo, mas estou excitado ao extremo! – Ryohei gritou animado. – É só ir chutar a bunda desses caras de preto, certo Mestre Pao Pao?! – disse em seu tom de voz nada baixo.
- Isso mesmo. – concordou Reborn vestido com o cosplay do lutador de boxe, com aquele chapéu em formato de elefante, que Ryohei tanto admirava.
"Quando ele colocou essa fantasia?!" Tsuna se perguntou olhando abismado para o seu professor particular.
- Ah, Tsuna. – chamou o arcobaleno vestido com sua roupa usual novamente.
"Ele já se trocou? Então para que ele tinha colocado aquela fantasia?!" Tsuna se questionou. Já deveria ter se acostumado com as singularidades de seu tutor, mas era um pouco difícil, levando em consideração que eram muitas.
– Dino mandou isso também. – o bebê disse entregando um pedaço de papel ao aluno.
Tsuna pegou o papel e começou a ler. Arregalou os olhos com o que estava escrito.
- R-Reborn... Isso é sério...? – gaguejou olhando assustado para o papel em suas mãos.
- O que é isso 10°? – Gokudera perguntou preocupado, se aproximando para ver o conteúdo também.
- C-como isso é possível?! Isso é maior que Namimori! – exasperou o Vongola. Gokudera pegou o papel da mão de Sawada.
- Como isso foi feito embaixo dos nossos narizes?! – esbravejou incrédulo.
- Eu não sei como fizeram, mas isso é tudo o que temos por enquanto. – disse Reborn.
- Boss, o que aconteceu? – Chrome perguntou timidamente.
- Isso! – O Guardião da Tempestade falou rispidamente, entregando o pedaço de papel á garota.
- Hã? Eu também quero ver ao extremo! – disse o Guardião do Sol se aproximando da menina.
- Gahahaha, Lambo-san também vai ver! – disse o bebê vaca se juntado aos outros dois Guardiões.
- M-mas isso... – Chrome disse nervosamente.
- Isso é incrível ao extremo! – Ryohei gritou.
- Hm... O que é esse desenho? - Lambo disse enfiando o dedo no nariz, sem entender o motivo de tanto alarde.
- Não acredito que isso sempre esteve aqui... Corríamos perigo mesmo sem saber... – Tsuna disse chocado. – Essa base é inacreditável!
- Foi uma das informações que o espião deixou para trás antes de fugir, então provavelmente está correta. – Reborn afirmou. – Esse mapa irá ajudar bastante.
- Não pode ser... Como pode existir um lugar desses? – Chrome disse baixinho.
- Se entrarmos ai, talvez não consigamos sair depois. – Gokudera pensava nas probabilidades.
- Il Labirinto, um nome um tanto extremo não acha? – comentou o Guardião do Sol.
- Esse lugar tem acesso a toda Namimori... É como se não pudéssemos nem mais nos sentir seguros dentro de nossa própria cidade. – Tsuna estremeceu, não gostava da idéia de que alguém pudesse ser atacado a qualquer momento.
- Usar os canais de água foi uma estratégia inteligente. – concluiu o Guardião da Tempestade.
Tsuna olhava cabisbaixo, pensando que todos corriam perigo por sua culpa. Reborn percebeu a aflição do garoto.
- Não pense em coisas desnecessárias, bom-em-nada Tsuna. – disse chutando a cabeça do garoto, fazendo-o cair para trás.
- 10°! – exclamou Gokudera.
- Reborn... – disse colocando a mão sobre o local atingido, fitando o arcobaleno.
Reborn apenas deu um sorriso de canto de boca.
- Entendi. – disse se levantando. – Então tudo o que precisamos fazer é destruir esse lugar. – concluiu.
- Isso mesmo. – concordou o bebê abaixando a aba de seu chapéu.
- Então vamos. – ordenou Tsuna.
Os Guardiões assentiram. Exceto um.
- Não tente me dar ordens, mero herbívoro. – Hibari disse ameaçadoramente. - Ou eu vou te morder até a morte. – Tsuna engoliu em seco com a ameaça do líder do Comitê Disciplinar.
O Guardião da Nuvem se afastou do grupo, se aproximando da barragem de concreto onde havia um encanamento.
- Ei, maldito, aonde você vai? – disse Gokudera rangendo os dentes. Hibari apenas enviou-lhe um olhar maligno.
- Eu vou sozinho, não me misturo com herbívoros. – disse voltando-se para a parede e, sem se importar de se molhar, entrou pelo cano.
- Vamos também. – Tsuna disse depois de algum tempo.
Entrou pela mesma passagem, sendo seguido pelos outros.
Hibari seguia em frente, nem se deu o trabalho de ver o mapa; não precisava, sabia se virar sozinho. Também não queria saber o motivo por trás desse ataque. Quem perturbasse a paz de Namimori merecia ser punido. E o rapaz gostava da idéia de ser o carrasco.
Seguiu o caminho tortuoso, afastando os musgos e as teias de aranha com as suas tonfas. Ao passo que caminhava, a água sob seus pés começava a acabar, e logo o rapaz encontrou um declínio onde havia uma escada. Não hesitou em descer. Deparou-se com um salão enorme, mal-iluminado, e rapidamente notou uma silhueta logo à frente.
- Quem está ai? – disse o garoto colocando-se em posição de combate.
- Que rude. Pessoas normalmente falam o seu nome primeiro. – disse a pessoa. – Por isso que eu odeio os japoneses. – completou se aproximando.
- Uma mulher? Não importa. Eu vou morder até a morte qualquer um que entrar no meu caminho. – Hibari esboçou um sorriso de excitamento. – E essa cor de cabelo não é permitida na minha escola. – completou referindo-se ao cabelo roxo escuro da garota.
A moça fitou o rapaz com seus olhos azul claro.
- Como se eu fosse levar em consideração algo que um japonês dissesse. – desdenhou jogando o cabelo para trás. – Mas você está começando a me irritar. – o encarou liberando uma aura assassina.
Kyoya reconheceu aquela aura, era bem parecida com a de seu irmão.
- Eu vou te morder até a morte. – disse, e uma chama arroxeada consideravelmente grande surgiu de seu anel; estava irritado.
- Se você for capaz. – desafiou a moça, tirando algo de baixo da saia preta que vestia.
Tsuna seguia na frente, sendo seguido bem de perto por Gokudera. Os outros os seguiam logo atrás. O caminho era bem úmido, a água suja batia em seus tornozelos, e o jovem Vongola tentava não ficar prestando atenção no cheiro horrível do lugar.
Nunca imaginara que iria entrar em um esgoto em toda a sua vida. Como também nunca imaginara que viajaria para o futuro, ou até mesmo que conseguiria falar com a garota que gostava. E tudo isso depois de conhecer Reborn e saber que seria o próximo líder de uma das melhores famílias da máfia italiana.
E por causa disso estava metendo os seus amigos em problemas freqüentemente. Suspirou.
- Ei 10°. – chamou o Guardião da Tempestade. – Por que estamos subindo? – indagou apontando para o caminho que seguia para cima.
- Eh? É verdade... Já que estamos no esgoto, não deveríamos estar descendo? – perguntou o jovem Vongola usando seu senso comum.
- Muito estranho... – disse Gokudera analisando o mapa em sua mão.
- Tsuna, já chegamos? – Lambo perguntou, andando ao lado de Gokudera. – Lambo-san está com fome.
- Não Lambo, vai demorar um pouc... – disse virando para trás. – Eh?! Cadê todo mundo?! – perguntou alarmado quando não viu ninguém ali. – Gokudera-kun? – voltou-se a virar para frente, não encontrando ninguém.
- Eles sumiram. – concluiu Reborn aparecendo do lado do garoto.
- O que vamos fazer?! – Tsuna perguntou desesperado.
- Seguir em frente. – disse o arcobaleno. – Depois nos encontramos com eles, temos que dar prioridade a nossa missão agora. Eles darão um jeito.
- Vaca estúpida! Larga do meu pé! – berrou Gokudera chacoalhando seu pé.
- Mas o Lambo-san está cansado! Cabeça-de-Polvo deve carregar o Lambo-san! – gritava o bebê vaca.
- Por sua culpa nós nos separamos do 10°! Agora larga do meu pé! – chacoalhou mais forte ainda, fazendo com que o garotinho caísse de cara no chão.
- To-le-re... – choramingou com o nariz escorrendo após se levantar.
- Agora, onde estamos? – perguntou o Guardião da Tempestade olhando em volta.
Encontravam-se em um lugar onde os canais de rios desaguavam em um mesmo canal da largura de uma avenida; algum tipo de conexão das vias. Gokudera e Lambo se mantinham na margem para evitar serem levados pela forte correnteza. O rapaz estava nervoso, tinha se perdido de seu chefe e ainda por cima tinha que ficar com aquela vaca estúpida. Que azar.
- Tsk! – exclamou com raiva. – Até quando vai chorar, vaca estúpida? – perguntou rispidamente.
- L-Lambo-san n-não está c-chorando... – disse o Guardião do Trovão segurando as lágrimas.
- Nya, já tem gente aqui. – ouviram uma voz ecoar por um dos canos.
- Vaca estúpida! Se levanta! – Gokudera disse colocando um cigarro aceso na boca e preparando algumas dinamites. – São os inimigos.
- Gahahaha, não se preocupe Cabeça-de-Polvo, Lambo-san está aqui! Lambo-san é invencível! – vangloriou-se o garotinho.
- Nya, eu não disse? – falou uma garota de cabelos vermelhos, presos por duas marias-chiquinhas, e olhos dourados aparecendo por um dos canos.
"Crianças...?" Gokudera se perguntou ao ver a garota; não deveria ter mais que dez anos.
Outro garoto de cabelos brancos também apareceu pelo mesmo cano. Parte de seu rosto estava coberto por um lenço preto, destacando o verde de seus olhos. Era um pouco mais alto que a menina, mas qualquer um que os visse, poderia dizer que eram irmãos.
- Nya! Vamos nos divertir hoje! – exclamou a menina pegando um bastão vermelho¹. O garoto não respondeu, apenas pegou um Nunchaku² que estava preso em sua cintura.
- Droga, então é contra crianças que vamos lutar? – Gokudera perguntou mal-humorado. – Só pode ser brincadeira!
- Gahahaha, Lambo-san vai acabar com eles! – riu o Guardião do Trovão.
Gokudera ignorou o menino vaca e se colocou em posição de ataque.
- Hm... Onde estamos? – perguntou a garota timidamente. – E o Boss?
- Eu não sei ao extremo. – disse Ryohei olhando ao redor.
"Mukuro-sama? Mukuro-sama?" Tentava em vão entrar em comunicação com o outro Guardião da Névoa. Apertou o cajado que segurava com as duas mãos em sinal de frustração.
Ryohei continuava olhando ao redor em busca de algum sinal de seu chefe desaparecido ou do Guardião da Tempestade, que há minutos estavam a sua frente. Notou a poucos metros de distância uma pequena claridade.
- Ei, vamos por ali ao extremo! – gritou indo em direção a fonte de luz.
- Hã? S-sim. – disse a ilusionista seguindo o rapaz.
Ao passo que andavam naquela direção, o caminho ia se estreitando até uma porta. Chrome e Ryohei adentraram, e foram obrigados a fechar os olhos, ofuscados pelo brilho do lugar. Quando voltaram a abrir-los, depararam-se com um lugar tropical, ensolarado, e com cheiro de maresia. Um pequeno rio cortava o lugar. Chrome sentiu os traços de ilusões.
- Que lugar extremo! – gritou Ryohei impressionado, adentrando mais ainda o lugar.
- Isso é uma ilusã... – tentou alertar, parada a poucos metros da porta. Sentiu alguém vindo atrás de si e virou-se rapidamente.
Nesse movimento, algo segurou o queixo da menina. Um rosto a encarava.
- Hm, você é bem bonitinha. – disse um rapaz de cabelos alaranjados, usando óculos escuros. Chrome podia notar os olhos azuis escuros escondidos atrás daqueles óculos de tão próximos que estavam.
A Guardiã corou levemente pelo contato, mas logo se apressou em se afastar do inimigo. Ryohei viu que havia algo errado com a companheira e virou-se para ela.
- Aprovada. – disse o rapaz, deveria ser alguns anos mais velho que ela.
- Eh? – disse não entendendo o significado daquilo.
- Você está aprovada. Só preciso derrotar você e te tornar minha escrava amorosa. – sorriu partindo para cima da menina.
Chrome se esforçava em esquivar dos ataques do inimigo. Parecia que ele era o ilusionista, mas era estranho que um ilusionista possuísse um poder ofensivo tão grande. O Guardião do Sol estava pronto para ir ajudá-la, mas pressentiu um ataque vindo em sua direção e desviou habilmente. Olhou para a fonte do ataque.
- Parece que você é o meu oponente. – disse um rapaz loiro de olhos vermelhos que apontava o seu punho para o pugilista.
- Hm, você tem um bom soco ao extremo. – afirmou o garoto.
- Hump, como se lutar contra você fosse alguma coisa. – desdenhou o loiro com um sorriso de excitação no rosto.
- Hahaha, isso foi engraçado ao extremo! – riu o Sasagawa. – Por que não resolvemos isso com os punhos?
- Hump, parece interessante. – disse o inimigo. – Mas já aviso que não irei perder. – completou confiante.
- Eu digo o mesmo. – Ryohei respondeu excitado. - Ao extremo. – disse levantando os punhos em pose de combate.
O outro rapaz fez o mesmo; iriam lutar como homens.
O homem permanecia sentando em sua grande poltrona com alguns papéis jogados encima da mesa a sua frente. Um dos papéis em questão chamava-lhe a atenção. Lia e relia o papel, observando minuciosamente todos os detalhes ali contidos. Ficava longos minutos admirando a foto que estava anexada ao documento.
"Ela realmente cresceu." Pensou o homem segurando a foto de uma garota de cabelos castanhos, um tanto quanto familiar. "Ficou bastante parecida com você, Akino."
Colocou o documento de volta na mesa quando ouviu alguém bater na porta.
- Chefe, temos novas informações. – disse Yamaguchi entrando no recinto.
- Hm, relate. – ordenou o homem de cicatriz.
- Sim. – assentiu folheando o bloco de notas que segurava com uma das mãos. – Hibari Kyoya está lutando contra Cherie na sala de treinamento effe-5; Gokudera Hayato e Bovino Lambo estão lutando contras os gêmeos Byakko e Suzako na ala ci-24; E Vincenzo e Giuliano estão cuidando de Sasawaga Ryohei e Chrome Dokuro, respectivamente, no setor acca-18. – conclui o careca.
- E o Vongola? – perguntou o chefe com um sorriso sarcástico no rosto.
- Ele está se encaminhado pelo corredor principal em direção do setor zeta-29 como o senhor previu. – informou virando mais algumas páginas dos papéis em sua mão.
- Então logo logo ele vai se encontrar com algumas surpresinhas. – comentou deleitado com a situação. – Mas imagino que aquele arcobaleno não irá deixar que a nossa presa morra facilmente.
- Sim. – concordou o subordinado. – E mais uma coisa... – disse suando frio.
- O que? – perguntou o homem ainda sorrindo.
- Parece que algumas câmeras de vigilância perto da área de confinamento em que estão os prisioneiros foram danificadas... E os homens que enviamos para checar não voltaram... – disse temeroso da reação do chefe. – Tudo indica que temos outro intruso fora dos planos.
O sorriso do homem sumiu rapidamente.
Todos se viraram assustados para a porta que se abria com um estrondo. Yamamoto notou a maçaneta derretida do outro lado da porta e identificou a pessoa parada ali.
- Haru! – gritou a pessoa indo abraçar a menina.
Apesar do escuro, Haru reconheceu rapidamente a moça que vinha em sua direção.
- Hahi! Bianchi-san! – disse a menina abraçando-a com lágrimas nos olhos. Era um alivio ver a pessoa que sempre tomava conta dela como se fosse uma irmã mais velha.
- Que bom que você está bem... – disse afagando a cabeça da menina.
Maximiano olhava incrédulo para a maçaneta derretida. Como alguma pessoa normal poderia ter feito aquilo? Mas era fato que naquele lugar não havia ninguém normal; nem mesmo ele.
- Hahaha, o que você está fazendo aqui? – Yamamoto perguntou rindo, agradecido por não ser um dos inimigos.
Bianchi pareceu lembrar-se de algo e desvencilhou do abraço de Haru, seguindo em direção ao Guardião da Chuva. A Escorpiã Venenosa fechou os olhos por um momento, e voltou a abri-los com raiva, preparando algumas porções de comida venenosa em suas mãos.
- Eh? – o rapaz suava frio. – O-o que você vai fazer com isso?
Ela não teve o trabalho de responder, apenas começou a atacar a comida venenosa no garoto, que desviava como podia para salvar sua vida.
- B-Bianchi-san! – Haru gritou tentando fazer a mafiosa parar não entendendo o motivo de tal ato.
Yamamoto se distraiu, e no momento em que desviava da comida venenosa, não percebeu a mulher vindo em sua direção. O som do tapa que Bianchi deu ecoou pelo recinto.
- Era o seu dever protegê-la. – disse seriamente.
- Me desculpe. – desculpou-se cabisbaixo, sabendo exatamente o que ela queria dizer com aquilo.
Haru estranhou a reação de Yamamoto, seu coração apertou ao ver o rapaz.
- Deixando essas melosidades de lado... Como você encontrou esse lugar? – Maximiano perguntou já sem paciência com todo aquele melodrama bizarro.
- Hahi! É verdade. Tsuna-san e os outros sabem que a Bianchi-san está aqui? – Haru perguntou curiosa.
- Provavelmente não sabem. – respondeu a mulher. – Mas a Kyoko me pediu para vir te ajudar.
- Kyoko-chan pediu? – a garota perguntou surpresa.
- Sim. – respondeu a moça. – E Haru... Quem é esse?
- Hahi! A Haru já ia esquecendo. Esse é o Maximiano-san. O Maximiano-san ajudou muito a Haru. – disse. – Hahi! A Haru conseguiu falar o nome do Oji-san! – exclamou alegremente após perceber seu feito.
- Hahaha, eu disse que você conseguiria! – riu o Guardião da Chuva.
- Sim! Tudo graças ao Yamamoto-san! – continuou conversando alegremente com o rapaz.
Bianchi ficou pensativa, onde já havia ouvido esse nome antes? Olhou para o homem e se lembrou.
– Maximiano... O sobrevivente da chacina da Famiglia Cordopatri? – perguntou calmamente.
- Hã? – o rapaz se perguntou voltando a atenção para a conversa dos dois adultos.
- Isso mesmo. – assentiu o senhor. – É por esse motivo que eu estou aqui.
- Faz sentido. – Bianchi disse cruzando os braços. – Depois do que aconteceu naquela família, seria razão o suficiente para você se juntar com aquele cara.
- Eu também não gosto daquele homem. – disse o homem irritado. – Mas foi algo que eu não pude evitar.
Yamamoto já não entendia mais nada. Em primeiro lugar, por que a Haru estava envolvida nisso tudo? Ele não gostaria de ver a garota machucada, tinha que protegê-la a todo custo. E as pessoas envolvidas nisso também eram suspeitas; Quem ou o que é essa tal Famiglia Vendetta? E por que escolheram justo eles para seqüestrar? Perguntas sem respostas. O rapaz estava ficando cada vez mais confuso.
Haru Haru Interview Dangerous
-x-
- Aqui é a Haru no Haru Haru Interview Dangerous! – a garota disse alegremente.
- Ciaossu. Parece que hoje teremos alguns convidados problemáticos. – comentou o arcobaleno.
- Hahi! Eles são perigosos Reborn-chan? – Haru perguntou assustada.
- Digamos que sim... – respondeu o bebê.
- H-Hahi... – estremeceu a menina. – A Haru tem a impressão de que tem algo estranho no programa de hoje... – disse pensativa.
- Provavelmente é porque a autora não apareceu ainda. – Reborn disse se sentando em uma poltrona em um dos cantos do palco.
- É verdade! A autora-san ainda não apareceu... Será que ela está doente? – perguntou preocupada.
- Não acho que seja isso. – disse o arcobaleno. – Ela deve aparecer se precisar.
- Hahi. É verdade. – concordou. – Por que não prosseguimos com o programa então?
- É uma boa idéia. – disse esboçando um pequeno sorriso de canto de boca.
- Certo. A convidada de hoje é a Cherie-san! – Haru apresentou.
Uma garota de cabelos roxos escuros, parecendo ter uns 16 ou 17 anos, desceu pelo elevador no meio do palco.
- O que eu estou fazendo aqui? – perguntou a moça jogando o cabelo para trás. Voltou a prestar atenção ao seu redor e fitou com seus orbes azuis claros as pessoas presentes no lugar. – E ainda por cima com uma japonesa e um italiano? – estreitou os olhos em forma de censura.
- H-Hahi... – disse nervosa. – Parece que a Cherie-san não gosta muito de Italianos e Japoneses... – suou frio.
- É porque ela tem origem francesa. – Reborn explicou. – Ela ainda deve guardar rancor da 2ª Guerra Mundial.
- Japoneses e Italianos são a escória da humanidade. – disse com nojo.
- Hahi! Não fale assim, por favor! – exclamou a menina. Reborn mirou a moça com o Leon.
- Hum... Por que não atira arcobaleno? – desafiou arrogantemente.
- Se eu atirar, depois vou ter que lidar com um cara mais problemático que você. – sorriu maliciosamente abaixando a arma.
- Hahi... Por que não continuamos a entrevista? – tentou desviar o assunto.
- Hump. Eu não me importo. – disse a moça.
- Cherie-nee-san! – gritou uma menina entrando no palco apressada, sendo seguida por um garoto de cabelos brancos.
- Hm? Suzako? – perguntou ao reconhecer a menina de cabelos vermelhos. – O que você está fazendo aqui?
- Nya! Que injusto! A nee-san vem fazer uma entrevista e nem chamou a Suzako ou o Byakko! – exclamou a menina.
Cherie foi em direção da menina e lhe deu um cascudo.
- Nya! Por que fez isso? – perguntou colocando as mãos no local atingido.
- Quantas vezes terei que mandar você parar de me chamar de nee-san? – perguntou irritada. – Em primeiro lugar, eu não sou sua irmã. Em segundo, não se refira a mim com alguma palavra de um país tão sujo como esse.
- N-nya... – se assustou a menina. – B-Byakko... – olhou para o irmão na tentativa de ele a ajudar.
O menino fechou os olhos e balançou a cabeça em censura.
- Traidor! – Suzako gritou com lágrimas nos olhos. – É assim que você trata a sua irmã mais velha?!
Byakko se apressou a abrir os olhos, e afagou a cabeça da irmã.
- Isso tá começando a parecer novela do SBT³. – Reborn comentou impaciente.
- Hahi. Vocês são os gêmeos Suzako e Byakko, né? – Haru perguntou tentando voltar a entrevista.
- Nya, somos sim... – Suzako respondeu secando as lágrimas dos olhos.
- Suzako-chan, você e o Byakko-chan são chineses, não são? – a apresentadora perguntou com os olhos brilhando.
- Nya. – assentiu a menina. Byakko e Suzako demonstraram um olhar triste.
- Hahi? – Haru perguntou não entendendo o porquê da tristeza dos irmãos.
- Já que eles estão aqui, eu vou embora. – pronunciou Cherie. – Não agüento ficar mais um minuto com escórias feito vocês. – completou com nojo saindo do palco.
- Hahi! Espera ai, Cherie-san! – tentou.
- Nya! Cherie-nee-san, espere pela gente! – gritou a menina de vestes chinesas, seguindo a moça. Seu irmão foi logo atrás.
- Suzako-chan! Byakko-chan! – gritou a apresentadora, em vão. – Eles foram embora...
- Espero que o Hibari cuide direitinho dela. – Reborn murmurou apertando sua arma nas mãos, sem deixar a raiva transparecer em seu rosto.
- Hahi? Disse alguma coisa Reborn-chan? – perguntou a garota.
- Não foi nada. – afirmou o bebê. – Acabou o tempo, Haru.
- Hahi! É verdade! – se surpreendeu. – Bem, por hoje é só. A tradução do capitulo dessa semana é Confuso Amor.
- Acho que não havia necessidade de dizer. – comentou.
- Mas a autora-san pediu para a Haru falar a tradução em todos os programas. – justificou a menina.
- E ela acabou não aparecendo hoje. – disse o arcobaleno.
- Ah, é porque eu acho que o Reborn não tava aparecendo muito no programa, por isso não apareci antes. – disse a autora entrando no palco.
- Hahi! Autora-san! – exclamou.
- Oh. Yo! – cumprimentou a garota.
- Você chegou meio tarde não acha? – perguntou Reborn.
- Hm, sério? Mas pelo menos apareci. – sorriu. – E também, hoje você apareceu mais, não concorda?
O arcobaleno não disse nada, apenas sorriu discretamente.
- Hahi! Mesmo que a autora-san tenha chegado agora, a Haru precisa terminar o programa. – disse tristemente.
- Então termine! – ordenou firmemente.
- Sim! – concordou. – E a Haru fica por aqui. Não se esqueçam de deixar reviews! Até o próximo Haru Haru Interviews Dangerous! See you again desu~!
___________________________________________________________
¹: Bastão, também conhecido como Bo, que é basicamente um pedaço de pau usado como arma em artes marciais. Lembram do Bastão Mágico do Goku do DBZ? Basicamente isso.
²: Nunchaku, também conhecido por nunchucks, nunchuks ou matracas, é uma arma composta por dois pedaços de paus interligados por uma corrente em suas extremidades. Sabem aquela arma que alguns caras ficam rodando e fazendo movimentos "artísticos" para se mostrarem em filmes e que acabam acertando a parte íntima? Esse mesmo.
³: SBT (Sistema Brasileiro de Televisão), é uma emissora brasileira, famosa por programas de auditório(a maioria do Silvio Santos) e novelas mexicanas.
___________________________________________________________
~~x~~
.: Notas da Autora :.
~ Hello people! Mais um chapter para vocês! ;D
Sorry pela demora.
Tá meio difícil aqui ;_;
Mas em compensação, olha quantos personagens novinhos em folha ai *-*
Hahaha.
~ Como eu já havia dito, o Byakko, a Suzako, o Vincenzo, o Giuliano, a Cherie e o tiozinho-já-não-mais-sem-nome [que o nome, eu fiz questão de roubar do sobrenome de uma amiga minha] são todos da minha total autoria. Eles são importantes, então lembrem-se deles :9
Ah, já ia me esquecendo...
Eu fiz uma imagenzinha para suporte de como eles seriam na minha cabeça [certo, feito por 'Face Your Manga', mas serve xD]
Dêem uma olhada no meu perfil que vai estar lá o link. [O pior é que na imagem tem um certo spoilerzinho xP], e no caso da Cherie, tem um desenho que eu fiz no DA ;D
[Não garanto a qualidade, já que foi eu que fiz ^-^"]
~ Arigatou Gozaimasu Fabi! Anata ga daisuki desu! *-*
Sempre tá ai me dando uma força e betando as minhas fics *-*
Merece um prêmio! xD
~ Ao reviews...:
Purikon
Puri-nee *-*
Você sempre ai me ajudando também, né?
Que bom que você gostou! É muito bom ouvir, ops, digo, ler isso xD
O irmãozinho do Kyo-kun é tdb, né? Nya, pena que é inventado por mim ;_;
Queria ver-lo no mangá *-*
Mas algum dia, a Amano Akira-sama vai ler minha fic e tirar idéias dela *-*
Hahaha, como se isso fosse acontecer... Buuuut, não faz mal ter esperanças :9
-x-
Lune-sama Forever
Nyaa, eu também amo muito o Hibari! *-*
Eu também achava que o Tsuna iria dar um 'jeitinho' e conseguiria contornar a situação xD
E o Ryohei... hihihi, até eu acho que depois do que ele descobriu no futuro ele não voltaria a ser 'normal' [coisa que ele já não é] quando estivesse com a Hana
E a baka aqui sempre aproveita para dar um jeitinho e colocar na fic :9
E aqui está o cap! Espero muito que goste! ;D
-x-
Shinaiko
E viva as pessoas bakas XD [2]! \o/
Hahaha.
Eu também nunca tinha pensado nesse par, mas depois de ler uma fic YamaHaru, eu simplesmente xonei *-*
Antes eu também apoiava completamente TsunaHaru, mas começou a dar uma peninha da Kyoko ;_;
Tudo que eu sei sobre beisebol, ou é tirado da Wikipédia ou do tantos de animes sobre o esporte que eu vi :P [leia-se Major, One Outs, H2, Cross Game.....]
Ah, o negócio do 'Mochi Mochi' eu já havia arrumado, mas só postei o capitulo Kai depois ;_;
Mas mesmo assim, muito obrigada por avisar :D
Please, continua a ler a fic *-*
-x-
Anonymously Anonymous
Hello! It's good that you liked my fic. *-*
I agree, in the internet, don't have much fics 8086
It's really hard to find it D:
Thank you, but I don't have the confidence to write in English yet ;_;
Maybe in the future ;D
I hope you like this chapter
-x-
AriellaxCastral
Hihihi, here is the begin of the fight :9
Touya knows everything what happen to Kyoya, and he was the first choice for the Cloud's Guardian [of course, only in the fic xD], so, he knows Reborn and the Mafia's thing. [He isn't like Hibari, he listen everything the others says to him xD]
Hm, I think you can guess what is the relationship of the Haru's mother and that man after read this chapter ;D
I hope you like this chapter too
~ Bem, reviews respondidos, acho que era só isso que eu tinha que avisar. Ah, e não se esqueçam dos reviews. É o mesmo processo de sempre: clique no botãozinho escrito "Review this Story/Chapter" e deixe um comentário. Rápido, fácil e eficiente! ;D
~ Eu percebi uma coisa faz um bom tempo... O design da fic ficar melhor no Word do que no FF D:
Isso é muito palha ;_;
~ Até o próximo capitulo!
Kisu's ;*, Amandy-san.
Jaa ne.
