Disclaimer: esta fanfiction é uma tradução de "Sí,amo" então nada aqui me pertence, os personagens pertencem a Stephenie Meyer e a história pertence a Janelle Mindfreak.
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Disclaimer:este fanfiction es una traducción de "Sí,amo" entonces nada aquí pertenece a mí, los personajes pertenecen a Stephenie Meyer y la trama pertenece a Janelle Mindfreak.
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Sim, mestre...
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"Era uma vez em um punho um lobinho de madeira..."
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10.- Ciúmes de madeira – Primeira parte.
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Lábios. Ele.
Sim, essas eram as únicas palavras das quais eu conseguia pensar.
Minha mente se recusava a procurar algum outro tema com o qual eu pudesse me distrair; em parte graças a ele. O calor que emanava do seu corpo, tão perto do meu, era quase viciante. E para que falar do seu odor e do seu hálito? E fluidos que eu simplesmente não podia ignorar. Que desnorteavam meus pensamentos ou qualquer coisa que eu pudesse ter uma idéia em chegar a pensar.
E, é claro, eu esperei.
Esperei como uma tonta que a sua pele fizesse contato com a minha. Para que mentir? Eu queria isso. Sim, eu queria. E quem não queria? Ele era um garoto muito bem, ele era desses que já não se tem muitos hoje em dia, ele era muito bonito. Ele era uma moeda brilhante que me atraia como se eu fosse uma menina que gosta muito de coisas brilhantes.
Uma moeda. Da qual eu só conhecia um lado. E, droga, era verdade! Eu desejava muito conhecer mais.
Isso me ajudaria a conhecê-lo? Bastaria um beijo para eu poder conhecê-lo melhor? Será que com esse nosso contato, seria algo que podíamos construir? Não, não seria. E ainda assim Edward me teria aqui, parada no meu quarto, com os olhos fechados e esperando.
Esperando por ele.
E, querem saber mais?
Ele nunca chegou.
A aura de inconsciência que cobria a minha mente pouco a pouco foi se desfazendo a medida que eu me dava conta de que eu estava atuando sozinha em um papel feito para duas pessoas. O silêncio do meu quarto me atingiu ao mesmo tempo em que a vergonha absoluta. Será que eu estava fazendo um papel ridículo na frente dele outra vez?
Será que eu tinha interpretado mal as coisas?
Bom, ele ordenou que eu fechasse os olhos, e enquanto eu os fechava eu vi ele se aproximar. Que outra prova mais era preciso para saber que ele ia me beijar?
Um beijo não é uma coisa que se de para planejar, eu acho. Mas ele não podia me deixar pronta e simplesmente pedir que eu...
- Bella, abra os olhos – ele ordenou em um sussurro.
Eu me dei conta, no momento em que seu hálito tocou minhas pálpebras, que seus lábios não estavam tão abaixo como eu havia pensado.
Lentamente eu comecei a abrir os meus olhos, para me encontrar primeiramente com seu lábios – tão malditamente tentadores e que eu nunca admitiria – muito perto do meu rosto, e formando um sorriso torto que eu secretamente adorava. Oh, genial, que bonita primeira visão depois de que te chutaram o seu traseiro quebrando uma ilusão. Eu neguei, mentalmente, não era uma ilusão, era uma idéia absurda que minha mente retorcida havia criado no momento em que eu perdi toda a coerência e moralidade que me restava.
Subi meu olhar. Seu nariz, com uma perfeita simetria, podia quase tocar minhas sobrancelhas e o inicio da minha testa. Definitivamente, ele estavamuito perto.
E então, para o final – porem não menos importante –, os olhos dele. Essas duas esmeraldas me olhavam com um brilho esquisito do qual eu não soube determinar o motivo. Ele brilhava na parte verde...felicidade? O que será que ele havia visto em mim para que com um simples olhar ele irradiasse uma alegria tão magnética? E de um momento para outro eu senti desejo de sorrir assim como ele estava fazendo agora.
Meu coração bateu acelerado, como nunca. Em uma corrida frenética que eu nunca ganharia, porque eles nunca parariam.
Foi quando eu senti, mais suave e leve que a asa da borboleta mais bonita, as pontas dos dedos de Edward percorrer a pele da minha bochecha. Me acariciando. Me sentindo.
Eu, da minha parte, fechei meus olhos, desfrutando mudamente do sentimento que crescia em meu interior cada vez que ele me tocava. Era...estranho. Tudo era tão confuso. Haviam tantas coisas novas que eu não havia experimentado muito.
E, será que Jacob tinha razão? Eu realmente gostava de Edward Masen?
Eu revi a minha memória, relembrando os momentos que eu passei ao lado dele. As escassas duas semanas. Haviam acontecido tantas coisas.
E foi como se eu tivesse recebido um golpe no estomago, quando eu me dei conta do meu erro.
Não.
Eu não podia. Eu nãopodia gostar dele. Não, simplesmente não. Edward era um idiota, um...egocêntrico, um bipolar. Um....idiota que eu não conseguia conhecer ou saber nada sobre a vida, por mais que eu quisesse.
Neguei com a cabeça, antes de afastar a sua mão do meu rosto. Eu devia me acostumar com a ausência da sua aproximação se eu quisesse continuar sendo eu. Se eu quisesse continuar sendo consciente.
- Edward, para – eu disse, sem olhar diretamente para os olhos dele –. Por...por que...?
Eu desviei o olhar. Simplesmente não podia olhar nos olhos dele. As coisas estavam saindo do meu controle.
- Amanhã...Amanhã você vai ir na escola? – ele perguntou.
Amanhã era sexta-feira, será que ai adiantar alguma coisa eu ir à aula? Eu iria querer falar com ele? Eu estava preparada para receber a resposta afirmativa que eu tanto temia por algum motivo incoerente?
Acho que sim, eu pensei.
Eu assenti, ainda sem olhar para ele. Alguma coisa no meu interior se revolveria se eu o fizesse, eu tinha certeza disso.
- Eu posso passar aqui para te pegar amanhã?
- Agora você se faz de cavalheiro? – eu disse sem me dar conta. Minha mente era um monte de idéias que eu não podia esclarecer.
- Eu posso ser sempre que você quiser. Você tem uma idéia de mim que não é totalmente correta – ele sussurrou –. É como se você não quisesse me conhecer.
O que? Eu que não quero conhecer ele? Esse cara estava hiper-mega louco!
Que estúpida que eu sou, não consegui falar nada antes que ele voltasse a falar.
- Então eu passo aqui amanhã pra pegar você.
- Eu posso ir sozinha.
- Eu passareiaqui as sete e meia – isso foi claramente uma ordem e eu não teria outra opção.
Ele se inclinou sobre si mesmo, para se aproximar de mim. E aconteceu. Seus lábios me tocaram. Eles roçaram suavemente a pele da minha testa antes que ele desaparecesse pela porta do meu quarto, a passos lentos e seguros. E com uma expressão em seu rosto que eu não consegui decifrar.
- Até amanhã, Bella! – ele gritou. E então eu ouvi a porta batendo.
E, o que vocês acham? A tal da «amanhã» cegou muito antes do que eu desejava.
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21 de setembro, 2007.
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Eu acordei naquela manhã com os músculos tensos e doloridos. Obviamente eu devia ter dormido em uma posição que não favorecia nada para o meu pobre corpo.
Tenho que agradecer que pelo menos eu consegui pregar os olhos essa noite.
Charlie já havia saído, de novo.
À tarde de ontem foi relativamente normal. E chata. Eu não fiz nada de bom e tentei não pensar no que havia acontecido de manhã. Por sorte Alice não havia vindo aqui para me arrastar pelo traseiro para me levar na escola; e isso, eu suponho, que seja um alivio para minha anatomia.
Quando eu larguei os pratos do meu almoço, ontem, o telefone tocou, e acabou que era o Jake. Ele disse que, se eu não me importasse, ele iria me pegar na escola quando as aulas acabassem. Eu não tinha certeza do que exatamente responder para ele, será que eu teria que ir para a casa do Edward depois da escola, outra vez? Será que ele ficaria tão bravo se eu faltasse um dia?
Franzi a testa quando respondi a Jacob, e disse a ele que podia ir e que não haveria problemas – ao que parece a sua escola ainda estava parada –; ele respondeu que viria com seu carro e com a Leah. E que, talvez, me levasse a La Push se eu dissesse a ele o quanto eu havia gostado do meu presente. E claro que eu agradeci a ele!
Eu fiquei falando com o Jake até que eu ouvi o carro de Charlie chegando em frente a minha casa.
Eu me levantei da minha cama rapidamente, e sem prestar atenção na hora em que o relógio que estava na minha cabeceira mostrava. Eu estava grogue, parecia que eu estava bêbada ou algo parecido. Eu devia estar muito engraçada com o cabelo todo embolado e o pijama todo amassado.
Fui para banheiro a passos muito lentos – o dia em si parecia mais lento que o normal – e ao entrar no chuveiro deixei a água correr suavemente pelo meu corpo. Fechei os olhos e deixei a sensação de calor me inundar por completo. Que se dane se eu me sufocasse com o vapor. Hoje, por alguma razão, eu me sentia totalmente sozinha.
Talvez eu estivesse desanimada. Será que hoje seria um diadaqueles?
Uma buzina tocou lá fora, uma inconfundível buzina, - quando eu havia acabado de colocar meu jeans – e eu tive certeza que sim.
Ah, não. Não, não, não, não. Não! Não!
Eu procurei o relógio que ficava na mesinha da minha cabeceira com o olhar. E arregalei os olhos quando vi as horas. 7:35 a.m.! Tão, mais tão lento era o andar do meu mundo que eu não me dei conta da velocidade com que o tempo corria? E agora eu teria um Edward me esperando lá em baixo enquanto eu estava semi-nua, sem ter tomado o café da manhã e sem escovar os dentes. Um caos total!
Outra bozinha foi ouvida, só que essa mais impaciente do que a primeira. Será que ele não podia esperar uns minutinhos?
Peguei minha camiseta azul depois de colocar meu sutiã e a coloquei enquanto ia descendo as escadas, com a mochila pendurada no meu cotovelo. Era um verdadeiro desastre. Por sorte eu havia pegado a escova de cabelo antes de me vestir.
Na quinta buzinada eu sai de casa um pouco descente, com o estomago roncando, pedindo por um pouco de comida.
E, como o esperado, ali estava o lindíssimo Volvo prateado brilhando com a pouca luz que as nuvens deixavam transpassar. Com ele dentro do carro, no banco do motorista; com um sorriso complicado de mais pro meu gosto. Parecia que ele havia recebido uma boa noticia ou alguma coisa parecida, porque o rosto de Edward Masen estava realmente radiante através da janela do carro.
Mesmo que não fosse aquele sorriso o que eu tanto gostava, ainda assim me contagiou um pouco a alegria que o seu rosto sereno – e lindo – transmitia. Quase. Quase. Que eu começo a sorrir antes de entrar no carro.
- Como que você está Bella? Você dormiu bem?
Seu comportamento amável me fez sentir calafrios.
- Bem...eu acho...e você?
- Foi uma noite muito agradável para mim.
- Oh, posso perguntar o por quê? – uma enorme curiosidade me corroia.
- Claro – e quando disse isso pisou no acelerador e nos encaminhamos até a escola.
Apesar da sua resposta afirmativa ele se manteve calado no começo do trajeto, e eu me remexia no meu interior teorias sobre a sua alegria excessiva. O que o havia deixado assim? Alguma noticia boa? Algum telefonema? Uma carta? Uma garota?
Ugh, meu estomago se revirou quando eu pensei nisso.
- Então, você ainda está usando essa pulseira bonita – Edward observou na metade do caminho.
Eu olhei para o meu pulso. E realmente, ali estava a pulseira que Jake havia me dado de aniversário, com o lindo lobinho de madeira mudamente pendurado. Eu sorri pensando em como a voz de Jacob havia soado arrogante na ligação de ontem. Sim não era nem um pouco modesto o meu melhor amigo. Não sei de onde Leah tira tanta paciência.
Quando pensei neles eu me lembrei de que eles iriam vir me buscar no final da aula. Será que eu devia contar para Edward? Será que ele se importaria? A sua reação havia me incomodado um pouco. Será que Edward ainda pensava que eu gostava de Jacob? Ou tinha conseguido convencer ele do contrario? A pura verdade é que ele não ficou muito satisfeito quando eu disse que não tinha nada com Jake.
Eu tinha curiosidade. O que será que Edward pensava de mim?
Sendo estúpido ou não, isso me preocupava. Eu não queria que ele tivesse uma visão errada de mim.
E outra vez as lembranças vinham a minha mente. A semana passada, no pátio da escola. Eu não havia agradecido Edward por me defender do Mike! Eu não havia chutado o traseiro do Newton por ter me insultado pelas costas! Definitivamente eu tinha muitas coisas na cabeça que não me deixavam pensar com a claridade necessária que nesses momentos eu precisava.
- Sim. Eu gosto muito dessa pulseira, adoro as coisas que são feitas a mão.
- E o que você acha dos objetos usados? – ele perguntou de repente, tão rápido que eu não tive certeza se havia ouvido direito.
Por isso me virei um pouco para olhar para o rosto dele. Seu semblante, antes alegre, agora se mantia sereno e pensativo. Droga! Eu tinha tanta, tanta vontade de saber o que estava passando pela sua cabeça agora.
- O que? – eu perguntei, em uma silencioso convite para que ele repetisse o que ele havia falado.
- Nada – ele sussurrou –, esquece – e deu um sorriso torto, aquele do jeito eu gostava.
As musicas continuavam tocando no radio, sem pressa. Acho que eu consegui reconhecer Open Arms. Eu me sentia muito estranha ouvindo essa música romântica junto com Edward. Meu coração palpitava um pouco apressado, mas não tão gritante como ele costumava ficar. Será que ele estava se acostumando com a sua carreira solitária em que se encontrava na presença de Edward?
- Então... – eu disse, um pouco insegura. Quando as minhas bochechas começaram a arder? Engoli com dificuldade antes de continuar falando, tentando fazer com que minha voz não saísse patética –, hum....p-posso mudar a estação?
Edward sorriu.
- Você não gosta de Jouney? – ele me perguntou. Apesar de conhecer muito pouco dele, eu pude perceber facilmente que ele estava se divertindo por baixo da sua pergunta.
- Sim, sim eu gosto. Mas não estou com....vontade de e-escutar essa música agora- eu disse, olhando para a paisagem que a minha janela mostrava.
- Você tem algum problema com as músicas clássicas? Eu estou sentindo que agora você vai me dizer que November Rainé uma porcaria.
Agora ele iria se fazer de conhecedor especialista em música ou alguma coisa do gênero?
- A verdade é que existem músicas melhores queNovember Rain – eu respondi, mesmo sem olhar para ele.
- Claro.
O que? O que, que ele havia falado? Ele havia concordado comigo? Até aí ele iria deixar nosso pequeno debate de lado?
Admito que me surpreendeu um pouco que ele não tivesse continuado com a discussão. Será que tinha alguma coisa errada com o Edward? Quando eu me virei para olhar para ele de novo, ele tinha um sorriso alegre em seu rosto. Parecia que ele havia se lembrado daquela coisa que o fez curvar os lábios dessa maneira hoje mais cedo. E a minha curiosidade voltou a me corroer.
Eu pensei tanto nisso e acabei por esquecer de pedir para ele, de novo, para ele mudar a estação.
- Então...- eu comecei, ainda olhando para ele –, por que a sua noite foi boa?
- Foi...eu estive pensando em algumas coisas – ele respondeu enquanto virava para entrar no estacionamento da escola. Nós já havíamos chegado?
Edward estacionou seu Volvo distraidamente e sem dificuldade nenhuma. Ainda faltavam muitos minutos, eu supus, já que não haviam muitos carros no estacionamento. Mas é claro, que os irmãos de Edward já estavam ali; e os Hale também. Eu consegui identificar o Porsche de Alice e a moto de Jasper – eu a havia visto estacionada na garagem dos Cullen no dia da minha festa –.
Quando eu ia perguntar em que coisas que ele havia pensado ele já estava começando a falar primeiro.
- Eu não vou mentir para você – Edward voltou ao assunto da nossa conversa quando desligou o motor e me olhou diretamente nos olhos –, você estava entre uma daquelas coisas – e sorriu.
Meu coração começou a bater rapidamente quando eu escutei ele dizer isso. Soava tão irreal que ele confessasse que havia pensado em mim! Em nenhum momento nem sequer cheguei a pensar que eu poderia chegar a ocupar nem sequer um pequeno espaço da sua mente.
Eu havia me enganado. Ele havia pensado em mi, ontem a noite? A pergunta solitária soava tão fantasiosa!
Tão clichê!
Tive que desviar do olhar, esconder meu rosto, para que ele não se desse conta de que minhas bochechas começava a corar. Por sorte que o som do carro havia parado de tocar. Eu não poderia suportar essa cena escutando músicas românticas.
-Eu pensei... – sussurrou com a sua voz aveludada – em sua ausência. Tentei adivinhar o que podia ter acontecido com você – pegue na barra da minha blusa com as mãos, apertando –. Pensei em como você sumiu da minha casa na terça-feira....
Minha mente continuava sem processar toda a informação para poder compreender o que ele estava dizendo. Tudo era tão malditamente confuso, irreal, fantasioso.
Então ele soltou uma risadinha baixa quando sua mão acariciou minha cabeça, como se estivesse me felicitando por alguma coisa. Esse gesto fez com que eu me sentisse bem pequena. E me fez corar mais. Por que somente quando ele me tocava eu sentia uma corrente elétrica passando pelo meu interior?
- E eu tenho uma coisa para te falar – ele sentenciou.
- Q-Que coisa? – eu gaguejei. Ugh, que patético!
- Eu vou te dizer hoje na saída, tudo bem? Agora é melhor entrarmos na escola.
Eu assenti automaticamente. E sai dali praticamente como um carro de corrida, na ultima corrida do ano. Escutei Edward me chamando quando eu ia entrar na escola. Eu não parei de correr e nem me virei, eu não ia deixar que ele me visse nesse estado de desordem hormonal em que eu estava e não podia controlar.
Com a mochila apoiada no meu ombro entrei no prédio, deixando Edward para trás e me fechando no meu mundo pessoal. Do qual eu não sai até o almoço.
As aulas passaram normalmente, chatas, sem sentido. Eu pude me concentrar melhor que antes e no primeiro intervalo uma pessoa se aproximou de mim, uma pessoa, que eu não tinha muita vontade de encontrar no momento. Angela me perguntou sobre a minha ausência, e eu não encontrei nada melhor para responder do que eu tive problemas pessoais. Aquilo não era uma mentira, então eu não devia me preocupar em me sentir culpada em não dizer cem por cento a da verdade.
Alguma coisa me dizia que Angela não tinha conhecimento dos sentimentos de Edward; e isso, de certa forma, era um alivio para mim.
Alice alcançou meu braço entre as pessoas no refeitório para me chamar para sentar com eles. Eu não me opus nem um pouco depois de ver Mike sentado na mesa dos meus amigos. Eu lhe mandei um olhar frio e ele me olhou confuso. Talvez Newton não soubesse que eu já havia me interado de todos os seus comentários asquerosos sobre mim.
- Bella! – gritou Alice quando eu me sentei ao lado de Rosalie –. O que aconteceu com você?
Eu me remexi um pouco incomodada no banco.
- Problemas.
- Dos quais eu chegarei a saber? – perguntou a fadinha.
- Eu duvido. Ou talvez mais pra frente.
Emmet levantou o olhar do livro que estava lendo, será que o pré-vestibular era tão puxado assim?
Os lábios do mais velho dos Cullen se elevaram, me mostrando um sorriso cúmplice.
- Algum garoto? – ele disse em um tom cômico.
E as cores do meu rosto aumentaram, me deixando em evidencia.
- É isso, ta na cara - apoiou Rosalie antes de dar uma mordida na sua maça bem vermelha.
- Não! Claro que não! – eu exclamei.
- Oh, oh, oh! Quem é ele? – Alice me perguntou aplaudindo e sorrindo como uma criança pequena que acabava de ganhar um doce.
Eu mesma ficava surpreendida comigo, as vezes, como eu podia ser tão transparente.
- Não é um garoto – eu disse severamente, evitando o olhar deles.
Foi quando eu percebi que na mesa dos Cullen, onde sempre tinham cinco pessoas, havia quatro. Eu o procurei com o olhar disfarçadamente enquanto abria meu refrigerante. Por sorte Alice estava falando com Rosalie e Jasper comentava sobre alguma coisa com Emmet; eu passei despercebida mas a curiosidade, com certeza, era pintada no meu rosto.
Onde estava Edward?
- Oh, Bella, que pulseira linda! – Alice disse.
Ela pegou meu pulso para observar o lobinho que estava de pendurado na correntinha de prata. Alice tinha os olhos iluminados. Eu nunca pensei que ela gostasse desse tipo de coisas.
- Quem te deu? – perguntou Jasper, calmamente.
- Um amigo da reserva, o meu melhor amigo – para que mentir sobre isso? –. É um presente de aniversário atrasado, ele me entregou na quarta.
- Oh – Alice sussurrou com os olhos meio fechados. Tinha alguma coisa de ruim nisso?
- Ah, é claro, obrigada pelo celular, Jasper, ele é um luxo.
- E você gostou do meu presente, pequena Bella? – Emmet perguntou com um sorriso estúpido em seu rosto. Agora que eu me lembrava, ainda tinha alguns presentes que eu tinha que abrir, e entre eles o de Emmet.
- De nada Bella – Jasper disse sorrindo.
- Então....eu ainda não vi o seu presente, Emmet.
Rosalie soltou uma risada baixa, e Emmet a acompanhou depois de um tempo. Será que eu estaria perdendo alguma piada interna? Mesmo que conhecendo Emmet, era melhor não conhecer a piada por um todo.
- Você vai gostar muito – disse Emmet entre pequenas risadas.
Eu olhei para ele com uma sobrancelha levantada. Talvez eu escondesse esse pacote por algum tempo até que eu tivesse a saúde mental e a preparação para poder lidar com o que quer que seja que o Cullen tivesse me dado.
E pela primeira vez a curiosidade não me corroeu nem um pouquinho.
Talvez porque eu estivesse concentrada em outra coisa, ou em outra pessoa.
Eu ia perguntar onde que o Edward estava – mesmo que eu me debatesse internamente se eu devia fazer isso ou não, os irmãos Cullen e Hale tirariam conclusões precipitadas, em especial Alice –, mas antes que eu pudesse falar alguma coisa uma voz a uma certa distancia me chamou.
- Bella!
Eu me virei para dar de cara com os castanhos olhos de Jessica Stanley. Ela tinha um sorriso estranho, como se desfrutasse de alguma coisa da qual eu não sabia e essa coisa interessava a mim. Ela vinha andando com as mãos para trás, nas costas, em uma posição inocente.
- Tem um garoto que está te procurando lá fora, Bella. Um tal de Jacob.
Meus olhos se arregalaram de surpresa. Jacob? Mas ele me disse que iria vir na só na hora da saída da escola!
Oh, e Edward ainda não tinha chegado.
Quando eu comecei a me levantar da mesa ouvi um assobio baixo. E eu disse "Emmet" o repreendendo em voz baixa antes de sair com Jessica do refeitório e caminhar em direção ao estacionamento. Chegando lá eu vi um carro preto estacionado no meio da rua, despreocupado, e uma figura masculina, alta e igualmente despreocupada apoiada sobre o capo do carro.
Foi fácil reconhecê-lo.
- Então me diz, Bella...Ele é seu namorado? – perguntou Jessica.
Eu pensei que ela já tinha ido embora. Ela tinha ficado para tirar conclusões e espalhar fofocas?
- Não, um amigo. E, se não se importa... eu gostaria de falar sozinha com ele.
- Oh – ela riu e deu alguns passos para trás –, claro. Divirta-se.
Eu rolei os olhos. Era obvio que ela não ia ir embora.
Sem me importar se Jessica havia ido ou não eu caminhei até Jacob com passos rápidos. Quando eu cheguei suficientemente perto ele me envolveu com seus enormes braços e me deu um beijo na cabeça. E eu me senti muito, muito menor que ele.
- Oi baixinha, como você está?
- Surpreendida, e muito. O que você está fazendo aqui? Pensei que iria vir para me buscar depois das aulas.
Jacob se inclinou para sussurrar para mim.
- Pois eu vim te raptar, já que a minha Leah está nos esperando na praia de La Push agora – a forma com que ele falava dela fazia com que eu sentisse certa inveja.
- Por que ela não veio? – eu perguntei.
- Ela tinha ido com Harry ao medico – ele explicou –, ao que parece o velho não se sentia muito bem.
- Oh, eu devia dizer ao Charlie – eu disse, mais para mim do que para ele.
Ele assentiu.
- E aí, você vem?
- Jake, eu tenho aula.
- E...? – ele encolheu os ombros -. Vamos, Bella! Assim você passará mais tempo com agente. Rebecca está de visita e ela tem muita vontade de ver você.
Franzi os lábios, não muito segura.
- Eu não sei, Jake – Jacob rolou os olhos e deu uma palmadinha nas minhas costas -. Oh, está bem. Mas deixa eu ir lá dentro para pegar minhas coisas.
Meu melhor amigo soltou uma pequena gargalhada de vitoria enquanto me dava um abraço forte, mexendo-me de um lado para o outro. E eu ri com ele como quando éramos pequenos.
E de repente Jacob parou e franziu a testa.
- E esse aí quem é? – ele perguntou no meu ouvido, indicando com um movimento do seu queixo.
Eu virei meu olhar para me encontrar com os olhos verde esmeralda de Edward, que me olhava a distância com as costas apoiadas em uma árvore, de braços cruzados sobre o peito e com a testa franzida.
Quando olhou para Jacob, o verde parecia ter se tingido de vermelho, E eu temi o pior.
Ah, não.
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N/A(autora verdadeira): Aloha! Mais de uma irá querer me matar, eu sei; esperavam pelo beijo. Mesmo que eu já havia dito que ainda ia demorar um pouco para isso acontecer. De qualquer forma houve mais ou menos um beijo. E, acreditem em mim, um beijo mais na frente pode produzir MUITAS coisas, digo por experiência própria. Mas well...os ciúmes começaram a fluir, e não pensem que a Bella não irá passar por isso também! Em um par de capítulos eles caíram nas mãos do ciúme. Por hora, é a vez de Edward.
Eu dei muita risada ao ler algumas das reviews que pensavam que Bella havia desmaiado. xD Acho que eu causei a impressão errada com "E tudo se tornou preto.".Quando fechamos os olhos, que cor vemos? Preto, é claro! xD Acho que não irei usar mais essa expressão quando Bella desmaiar, para que não se confundam.
Muito obrigado por todas suas maravilhosas reviews! Cada vez me surpreendem mais. Me alegra que cada vez mais gente leia a fic, eu fico muito, muito feliz e com vontade de escrever mais. E este capitulo ficou bem grande, tenho que admitir. Espero que tenham gostado, eu o dedico as minhas queridas leitoras! E espero seus comentários sobre esse capitulo.
Se cuidem muito minhas vampirinhas! E nos vemos em breve. Bites!
+ Janelle M.
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N/T (minha): oii meus amores...e aí como vcs estão?
Viu não demorei quase nd pra postar...vim deixar meu presente de natal para vcs...hehehehhehehe...gostaram?! ;p
Bom e tbm pretendo não demorar pra postar o outro não ok?! Mas dependo das reviews d vcs tbm né?!
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Rafinhaa: hehehehehe..ainda bem q vc é boazinha e não brigou comigo...pq eu sei q mereci... ;/
Aaaah não ela não desmaiou, mas vc já deve ter percebido...hehehheheheh...mas seria tipico dela msm....
Obrigada pela review amouur eu amei...e um feliz natal pra vc e pra td sua família!!!!
Bjinhos.
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Dani Marjorie: hehehehhehehe...acho q td mundo pensou isso né?!
Mas ela não desmaiou não... ;p ....mas isso vc já deve ter percebido... ;p
Obrigada pela review amouur....e um feliz natal pra vc e pra td sua família,
Bjinhos.
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HMSanches: aahhhh amouur brigada... *.*
Pode deixar q eu vou postar mais...e eu amei sua review..muito obrigada viu?!
E um feliz natal pra vc e pra td sua família!!!
Bjinhos.
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CullenB: hehehehhehehhehe...eu tbm queria isso d presente de natal, se eu pedir pro meu pai será q ele me dá ou será q ele me mata?! :o hehehehhehehehehhehehe....
Sim foi mals a demora....mas tava MT enrolada minha vida....aaah e MT obrigada pela review amouur eu amei!!!
E um feliz natal pra vc e para td sua família,
Bjinhos.
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Rosalinasecret: hehehehehhehe...sim, sim, sim, sim.... vou postar mais sim amouur fica tranqüila....
Brigadinha pela review...um feliz natal pra vc e pra td sua família!!!!
Bjinhos.
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-TT Cullen Black-: oii amouur seja muito bem vinda!!!!
Q bom q gostou da fic...eu tbm amei vc ter mandado sua review...mt obrigada!!!
Um feliz natal pra vc e pra sua família,
Bjinhos.
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aneishon-chan: q bom q vc gostou amouur...
eu tbm amei vc ter mandado uma review...mt obrigada...
um feliz natal pra vc e pra toda sua família ok?!
Bjinhos.
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nanamaia: juro q não é minha culpa... ;p
hehhehehehhehehe....q bom q vc gosta da fic amouur...
aaah e obrigada pela review eu amei...
e um feliz natal pra vc e pra sua família,
bjinhos.
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Vivi LeBeau: fiquei td boba agora uma das mais legais?! Serio?!
Aaah amouuur q bom q vc gostou....mt obrigada pela review ok? Eu amei...
E um feliz natal pra vc e pra sua família!!!!
Bjinhos.
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Gibeluh: q bom q gostou amouur...
Obrigada pela review...
Um feliz natal pra vc e pra td sua família,
Bjinhos.
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Gabriela Albano: hehehehehehe...q bom q gostou amouur...
Viu nem demorei tanto né?! Serio?! Eu acho espanhol super fácil...hehehehehe... ;p
Obrigada pela review amouur...eu amei....
Um feliz natal pra vc e pra sua família ok?!
Bjinhos.
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Todas: entao amoures é isso vejo vcs antes do ano novo ok?!
amo mt tds,
bjinhos.
Kris Minnie.
