If that's the way you love
(Se esse é o jeito que você ama)
You've got to learn so much
(Você ainda tem que aprender muito)
If that's the way you say goodbye
(Se esse é o jeito que você diz adeus)
Já havia se passado cerca de três dias e Jensen ainda não sabia se deveria procurar Jared ou não. Entendia que ele precisava de um tempo, mas estava acostumado com a presença do padre e realmente não queria ficar longe. Não mesmo. Podia ser até egoísta da sua parte, mas queria muito poder dizer a ele todas as coisas que tinha em seu coração e mostrar que não era apenas uma paixão de última hora, uma coisa inusitada. Era a primeira vez que se sentia tão bem.
E, bem, Jared também não o havia procurado. E telefone toca dos dois lados.
Ele acordou naquela manhã mais decidido que nos outros dias. Iria procurar Jared, não queria pressionar, mas precisava muito vê-lo. Nem que fosse de longe. Bem, poderia ir à missa. Sentaria bem atrás e Jared talvez não o visse.
Eram quase oito horas da manhã e a missa logo começaria. Ficou pronto em instantes e ouviu sua mãe bater a porta da sala, provavelmente já estava de saída pra dar aulas. Tomou um gole de café, estava ansioso demais.
Os passos pela rua eram quase uma corrida, ele desacelerava sempre que se lembrava do conselho de seus dois médicos: nada de se esforçar demais. O sol não estava muito alto, mas tudo indicava que seria um belo dia. As pessoas seguindo apressadas para seus trabalhos, mas Jensen não estava prestando atenção em nada.
A igreja estava cheia, ele até achou melhor que fosse assim, dessa forma ele poderia ficar entre a multidão sem ser visto. Ele entrou, sentou-se no último banco observando o altar. A qualquer momento Jared entraria.
x.x.x
Jared perdeu as contas da 'ave-maria' em que estava. Ele não havia deixado a paróquia desde que vira Jensen pela última vez. Passou os dias rezando e fazendo todas as tarefas possíveis que mantivessem sua mente ocupada. Dava certo por algumas horas de seu dia, mas ele não dormia mais direito. Era impossível deitar na cama e não pensar em Jensen.
Ele pedia todos os dias a Deus e todos os santos que conhecia pra parar de pensar em Ackles e continuar sua vida, focado no que se propôs a fazer: servir a Deus e à Igreja.
Estava pronto para presidir a missa com o Sacerdote Jeffrey Dean Morgan aquela manhã e entrou calmo, concentrado naquilo e procurando passar essa sensação aos fiéis. Estava sério, o que era de se estranhar, já que Jared sempre entrava com a maior boa vontade do mundo. Discretamente Jeffrey percebeu que Jared parecia querer estar em qualquer lugar do mundo naquele momento, menos ali.
Enquanto os fiéis chegavam e iam se acomodando, Jeffrey chamou Jared num canto do altar e lhe entregou uma parte do Livro da Sabedoria para que ele lesse durante a missa. A princípio, Jared não entendeu, já que quem fazia as liturgias da missa eram os ministros da igreja, mas não questionou, apenas concordou que leria.
Then this is how it ends
(Então é assim que acaba)
And I'm alright with it
(E por mim tudo bem)
Never going to see me cry
(Nunca vai me ver chorar)
Cause I've cried
(Porque eu chorei)
A missa seguia normalmente e, como Ackles imaginava, Jared não o viu lá. Ele estaria mentindo se dissesse que estava prestando atenção no sermão de Jeffrey, já que ele mal ouvira uma palavra. Talvez devesse, mas Jared lá sentado ao lado dos ministros lhe chamava mais atenção. Não tirou os olhos dele, apenas tentando adivinhar em que aquele moreno alto estava pensando. Se pensava nele.
Jensen não entendia muito bem de rituais de missas, mas ele realmente iria prestar atenção no que Jared estava prestes a dizer quando se encaminhou para o púlpito e, franziu o cenho de leve antes de começar a ler. Como se estivesse sendo a primeira vez que ele havia se dado conta do que realmente aquilo significava, mesmo depois de ter lido muitas vezes antes.
- Liturgia do livro da Sabedoria. – Jared anunciou com a voz um pouco insegura. Ele pigarreou e Jensen definitivamente agora estava prestando atenção. – "Entretanto de tudo tens compaixão, porque tudo podes. Fecha os olhos aos pecados dos homens, para que se arrependam. Sim, amas tudo que existe e não despreza nada do que fizeste; porque, se odiasses alguma coisa, não a terias criado. Da mesma forma, como poderia alguma coisa existir, se não a tivesses querido? Ou como poderia ser mantida, se por ti não fosse chamada? A todos, porém, tu tratas com bondade, porque tudo é teu, senhor, amigo da vida." – O jovem padre fez uma pausa antes de finalizar. Respirou fundo, concluindo com o maior respeito que conseguia. – Palavra do Senhor.
Murmúrios de "graças a Deus" entre os fiéis, mas Jensen não respondeu. Entendeu de onde veio a perturbação de Jared, como se ele se desse conta de algo muito importante apenas naquele momento. Jensen direcionou o olhar para Jeffrey que sorriu quase imperceptivelmente ao olhar Jared à distância em que estavam.
O jovem padre voltou ao seu lugar e lá permaneceu. Estático, até o fim da missa. Jensen não segurou o sorriso.
x.x.x
A missa havia terminado e Jensen não se moveu de seu lugar, as pessoas iam saindo, mas ele permaneceu apenas olhando aonde Jared iria para segui-lo depois que todos saíssem. Conforme a igreja ia esvaziando, ele percebeu que o jovem trocou algumas breves palavras com Jeffrey e entrou na sacristia. Algumas beatas faziam fila perto do confessionário e, quando Jared voltou, com outra batina, dirigiu-se para o local onde as mulheres já esperavam para confessar seus pecados. Jensen sorriu como se tivesse tido a melhor ideia de todas.
Discretamente foi para o final da fila e, todas que apareciam depois dele, ele fazia a gentileza de deixarem passar na frente, de modo que ficasse por último. Não que a fila estivesse longa, mas certamente levaria um tempo. Ackles chegou a ficar com ciúmes quando pensou que algumas talvez não tivessem nada a confessar, só queriam conversar com ele.
Depois pensou que estava ciumento demais e riu.
- Algum problema? – A moça que estava na frente dele perguntou ao ver ele rindo.
- Não, nada. – Ele respondeu um pouco sem graça. – Estava apenas... me lembrando de algo engraçado.
- Entendo. – Ela respondeu um pouco desconfiada. – Como tem passado, Jensen? – A moça tinha cabelos negros na altura dos ombros, lisos.
- Bem. – Jensen estranhou ela saber seu nome. Ele não tinha nem a mais vaga noção de quem ela era. – E você?
- Bem também. – Ela respondeu sorrindo tímida enquanto ele olhava curioso para ela. Ela baixou os olhos e continuou. – Não faz ideia de quem eu seja não é?
Jensen sorriu sem graça agora encarando os próprios pés. Não tinha como sair daquela situação. Se ele dissesse que sim, estaria mentindo e ela claramente perceberia, mas se dissesse não, iria parecer indelicadeza. No entanto, ele preferiu ser sincero.
- Não, me desculpe. – Ele riu e ela o acompanhou. – Tive passando por uma fase complicada então...
- Genevieve. – Ela respondeu compreensiva. – Estudamos juntos no ensino médio.
- E fomos ao baile de formatura juntos! – Ele imediatamente lembrou-se dela. – Claro, como pude esquecer de você! – Definitivamente agora ele estava envergonhado.
- Não se preocupe, faz muitos anos. – Ela continuou sorrindo simpática. – Mas... como está? O que tem feito? Ainda toca piano?
- Sim. – Ele respondeu inseguro. – Parei uns tempos, agora estou recomeçando.
- Você mencionou uma fase difícil... – Ela disse curiosa, mas Jensen apenas se calou. Parecia que ele realmente não queria falar naquilo e ela percebeu. – Bem, se precisar de algo...
- Claro, obrigado. – Ele apressou-se em responder com um sorriso apagado. – E você? Como está sua vida?
- Sou casada, tenho uma menina. – Ela respondeu alegre. – Há cinco anos, Isabella acabou de fazer três.
- Nossa, meus parabéns! – Jensen respondeu tocando gentilmente o ombro dela.
- E você? Continua com Chris? – Ela tentou soar natural, mas sem muito sucesso.
- Christian? Não. – Jensen estava acostumado com aquilo. – Não o vejo há anos. Estou solteiro.
- Oh. – Ela disse concordando com a cabeça. – Mas vai encontrar alguém logo, Jensen, tenho certeza. – Ela sorriu acariciando o ombro do loiro alto.
Quem dera ele pudesse contar a ela que já havia encontrado. Certamente ela entraria em choque se Jensen contasse quem era. Continuou conversando animadamente com ela enquanto a fila andava. Falavam dos velhos tempos, dos antigos colegas, dos tempos de rei e rainha da escola, dos professores, do que tinham feito em determinadas épocas de sua vida. Não viram o tempo passar e, inclusive, nem se deram conta de que a fila já havia acabado.
So go on, go on and break my heart
(Então vá em frente, vá em frente e parta meu coração)
I'll be okay
(Eu ficarei bem)
There's nothing you can do to me
(Não há nada que você possa fazer por mim)
That's ever going to burn me
(Isso nunca vai me queimar)
Jared, dentro do confessionário não aguentava mais aquele calor, esperava que já estivesse acabando. Esperou alguns segundos, mas ninguém viera. Julgou que já haviam acabado, quando ouviu alguns risos femininos vindos de ali perto. Ele saiu do confessionário e, para sua surpresa, Jensen estava ali conversando e rindo com uma moça que ele apenas conhecia porque vinha muito à igreja.
- Posso ajudar? – Ele fechou a cara. Sério. Extremamente sério.
Jensen ficou sem graça e Genevieve sorriu também constrangida.
- Padre, mil perdões! – Ela disse andando alguns passos na direção de Jared que encarava Jensen como se não tivesse gostado nenhum pouco do que havia visto. Jensen o encarava de volta sem expressão definida. – Não vi que já era a minha vez! Se já deu a hora, eu posso voltar amanhã.
- É, eu acho que seria melhor. – Jared respondeu sem olhar diretamente para a moça. Ela percebeu que ele parecia enfezado, mas não entendeu.
- Ok, certo. – Ela sorriu sem graça, talvez não devesse ter demorado tanto. – Bom dia, padre. A missa foi excelente. – Ele apenas sorriu sem mostrar os dentes e ela virou e saiu. Tocou o ombro de Jensen enquanto andava pra se despedir. Ele sorriu simpático em resposta.
Jared olhou Jensen e deu as costas a ele imediatamente. O loiro riu e encostou-se na bonita parede da catedral onde havia uma pintura da Santa Ceia.
Jared imediatamente parou de andar ao ouvir a risada não muito alta de Jensen.
Ele virou-se, sério, e encarou o loiro a uma certa distância.
- O que quer aqui, senhor Ackles?
- Senhor Ackles? – Jensen continuou rindo. – Não está falando sério né? – Jensen andou na direção do padre, ficando muito perto dele. Jared ergueu o queixo respirando fundo como se lutasse contra algo dentro de si.
- Essa é a casa do Senhor, Jensen. – Ele não se atreveu dizer isso olhando para o loiro.
- O que não impediu você de sentir ciúmes de mim. – A voz de Ackles era agora um sussurro.
- O que? Enlouqueceu? – Jared estava surpreso na verdade por Jensen ter percebido, e não porque realmente tinha sentido aquilo.
- Tá escrito em neon verde fluorescente no meio da sua cara. – Jensen falou sério dessa vez, fazendo o padre olhar pra ele.
- Pare com isso. – Jared agora pareceu agora querer se manter firme, mas não conseguia. – Olhe bem onde estamos! Na...
- Casa de Deus, ok. – Jensen interrompeu Jared completando a frase. – Eu já entendi.
- Você disse... – Jared não conseguia nem falar direito. Estava nervoso, desconfortável, sentia-se invadido e suas mãos suavam. – Você disse que estava apaixonado por mim, por que estava flertando com ela?
- Flertando? – Jensen segurou o riso. Não sabia se era do ciúme sem sentido de Jared ou do fato dele usar a palavra 'flertando'. – Ela é casada!
- Eu sei!
- Tem uma filha pequena, somos velhos amigos, estávamos apenas conversando velharias! – Jensen dizia sincero. – E eu sou gay, pelo amor de Deus.
- Jensen!
- O que? – Jensen respondeu incrédulo quando Jared pareceu repreendê-lo. – Não podemos dizer isso na "casa do Senhor"? Se ele não me aprovasse, não teria me criado, você mesmo disse isso.
- Eu sei. – Jared falou baixo suspirando.
Fez-se um breve silêncio entre ambos e Jared ainda não conseguia olhar para Jensen novamente. Ele simplesmente fechou os olhos e Ackles teve certeza que ele estava rezando ou algo do tipo, ocupando sua mente com outra coisa, ou travando uma batalha digna de céu e inferno interior.
So go on, go on and leave my love
(Então vá em frente, vá em frente e deixe o meu amor)
Out on the street
(No meio da rua)
I'm fearless
(Sou corajoso)
Better believe I'm fearless, fearless
(Melhor acreditar que sou corajoso, corajoso)
- Jensen, por favor, vá embora. – Jared engoliu a seco e não tinha segurança na voz.
- Não. – Jensen, ao contrário, foi firme. – Você vai conversar comigo.
- Jensen... Vá, por favor.
- Não vou a porra de lugar nenhum.
- Jensen...
- O que? – Ele desafiou e viu que Jared se desestabilizava cada vez mais. – Não quer que eu vá, está apaixonado por mim, morrendo de ciúmes. Parabéns Jared. – O loiro sorriu sem achar graça. – Agora você não é mais um robô, bem vindo a vida real.
- Jensen... Pare com isso. – O padre deu alguns passos para trás. Em vão, Jensen o seguiu e continuou perto.
- Não consegue nem mais se controlar na minha presença... Não se sente mais o mesmo não é? Não para de pensar, não para de pensar no beijo, seu corpo agora reage diferente, sente uma culpa imensa que mal cabe dentro de você... Especialmente porque quer fazer de novo e... fazer muito mais do que dar só um beijo.
- Pare! – Jared tremia dos pés a cabeça e o suor escorria por sua nuca devido ao calor interior, aos seus cabelos fartos e a batina sufocante.
- Se quer que eu vá embora, vai ter que olhar nos meus olhos e me fazer acreditar que quer que eu vá... – Jensen dizia e finalmente o moreno alto olhou nos olhos dele. – Porque eu vim aqui mesmo pra te ver, achei que pudéssemos conversar e resolver... – Ele sorriu. – Mas não temos nada o que resolver... Eu vi tudo que tinha pra ver, Jay... – A voz dele passou a ser mais suave enquanto falava. – E você sabe que estou certo, está apaixonado e, acredite, não há nada que você possa fazer, portanto... Pare de lutar contra isso, cara...
- Não podemos... falar disso outra hora? – Jared disse enquanto o cheiro de Jensen ia invadindo seu espaço pessoal.
- Não. – Jensen sussurrou.
Jared percebeu que não teria saída, o loiro era mais determinado do que ele pensava e, a julgar pela forma como ele olhava, seus olhos verdes claramente diziam que ele não iria mesmo a lugar nenhum.
Ele segurou o braço de Jared de um jeito não muito gentil, mas também não muito agressivo, e o levou até perto do confessionário de onde ele havia acabado de sair. Era um canto mal iluminado e tinha um cheiro forte de vela derretida.
Jensen via luxúria absoluta nos olhos do padre e ele tinha que admitir que era extremamente excitante. Jared sentiu o frio da parede bater nas suas costas e agora ele não tinha mais pra onde fugir. Mal podia crer na audácia de Ackles de fazer aquilo bem ali.
Then that's the way it is
(Então é assim que é)
We live with what we miss
(Vivemos com o que perdemos)
We learn to build another wall
(Aprendemos a construir outra parede)
Till it falls
(Até que ela cai)
- Jensen, pare, vamos pra minha casa, não podemos... – Ele não conseguiu nem terminar a frase e sentiu a língua de Jensen passar queimando eu seu pescoço, como se fosse feita de fogo. Uma serpente...
Jensen não estava mais ouvindo uma palavra, apenas a respiração pesada do padre e o calor vindo do corpo dele por baixo daquela batina preta. Sem nem se dar conta, Jared pôs uma das mãos no quadril do loiro e involuntariamente o puxou pra mais perto. Jensen continuava beijando e lambendo todo o pescoço do moreno alto até chegar no queixo e por fim morder os lábios molhados do padre.
Jared correspondeu o beijo do outro com fome, desejo, misturado com um monte de sentimentos que até então ele nem sabia que existiam. Passou as duas mãos pelos cabelos loiros de Ackles e achou que ia morrer ali. Ele não estava aguentando ter aquele corpo tão perto, especialmente porque Jensen não estava parado, ele estava escandalosamente roçando seu quadril contra o de Jared e ele podia jurar que sentiu o membro dele bem...
- Jensen! – Jared parou completamente desesperado quando percebeu que o outro estava completamente duro. Ackles sorriu.
Passou a língua pelos lábios e percebeu do que aquilo se tratava. Tudo bem, ele assustou o padre, ele imaginou que isso fosse acontecer, afinal, Jared era inteiro... literalmente virgem.
- Tudo bem, certo? – Jensen tentou amenizar e segurou nas mãos do moreno.
- Eu não sei... Jensen nada está bem, eu não posso fazer isso. – Jared dizia de olhos fechados enquanto descobria que também não conseguia controlar seu próprio corpo.
- Já está fazendo. – Ackles sussurrou no ouvido dele. – Calma, certo? Eu sei que você quer...
- Não... Jensen... – Jared achava que aquela sensação era a típica "entre a vida e a morte", um "divisor de águas" na sua vida. Ele não conseguiu mais lutar no momento em que Jensen por uma das mãos dele por cima de seu jeans.
- Está sentindo isso? – Jensen perguntou e percebeu Jared tremendo, mas não tirou a mão.
Aos poucos, o loiro soltou a mão dele e, parte de si ficou surpreso pelo fato de Jared não ter tirado a mão por livre e espontânea vontade. Pelo contrário, ele olhou e continuou acariciando um pouco sem jeito o membro rígido de Jensen por cima do jeans.
O êxtase era tão grande, a situação, a pessoa, o lugar, a hora... era tão excitante que Jensen poderia gozar naquele segundo.
Seus olhos voltaram a encontrar os de Jared e ele pegou em uma das mãos de Jensen, como se definitivamente tivesse tomado uma decisão. Ele não precisou dizer nada, apenas puxou Jensen alguns passos para o lado e abriu a porta do confessionário. A igreja estava vazia e, apesar de ser um lugar apertado, teria que servir.
Foi a certeza que Jensen precisava pra saber que Deus havia perdido sua primeira batalha.
And if I end up lonely
(E se eu acabar sozinho)
At least I will be there knowing
(Pelo menos eu vou saber)
I believe in love
(Que acredito no amor)
