Notas da Autora
Cell descobre que...
Raditz e Vegeta desconfiam que...
Os chikyuujins ficam alarmados, quando...
Yo!
Peço desculpas pela demora. Foram duas semanas tumultuadas, principalmente no trabalho.
Também quero avisar que mudei a capa. ^ ^
Tenham uma boa leitura
Capítulo 10 - Herança guerreira
- Ele é um androide e se chama Cell. Além disso, tem uma bomba no corpo que pode destruir a vida na Terra!
Bulma exclama, ao se lembrar de um androide especial, sendo que alguns dados vieram graças a um espião. Inclusive, uma foto do protótipo.
- Isso mesmo! – Tights exclama.
- Bomba? – Tenshinhan e Kuririn perguntam, estarrecidos, ao mesmo tempo.
As meia saiyajin ficaram estarrecidas, também, para depois ficarem deprimidas, pois, essa informação alterava o plano que tinham para ele.
- Isso mesmo! Eu sou o grande Cell! A maior invenção do Doutor Gero e irei destruí-las!
- Que pena... Tem mesmo uma bomba? – Bra pergunta desanimada.
- Sim. Por que a pergunta, fedelha?
- Isso muda os nossos planos. – Natsuki fala, desanimada.
- É uma pena mesmo. – Natsuko fala tristemente.
- Planos? – ele pergunta confuso.
Então, em um piscar de olhos, elas somem da vista de Cell, até que ele sente um forte chute no abdômen, pois Bra o chutou, o atirando para o alto, para em seguida Natsuki e Natsuko o chutarem no abdômen e na cabeça, o jogando mais para o alto.
Quando o bioandroíde consegue se recuperar, sendo que está estarrecido, fica embasbacado ao ver que as três concentravam o seu poder ao mesmo tempo, um no lado da outra, exclamando:
- Kame... hame... ha!
Nisso, três rajadas azuis de poder avançam contra Cell, o desintegrando, sendo que o poder ia em direção ao espaço, pois, as crianças nunca iriam mirar na Terra, porque sentiam que os seus poderes, mesmo individualmente, podia destruir o planeta.
O motivo de atacarem juntas é porque elas não chegaram a um consenso quem iria destruí-lo e temiam a bomba no corpo dele, pois, não adianta vencer, se a Terra fosse destruída. Era preferível destruí-lo, rapidamente, para depois lidarem com o sentimento de tristeza por não poder lutar contra ele, sem ter uma margem mínima de segurança.
Afinal, a segurança de sua família era essencial a elas.
Então, após ele ser desintegrado, elas tomam uma decisão e ao pousarem, cada uma delas fala:
- Não aguentamos mais ver tanta crueldade e sofrimento.
- A Red Ribbon não pode continuar fazendo atrocidades.
- Isso tem que parar e será agora.
- Não me digam, que... – Bulma fala angustiada, temendo o que elas queriam falar.
- Se você diz, kaa-chan, atacar a Red Ribbon e destruí-los, sim. É a única forma de termos paz. – Bra fala seriamente.
- Eles são monstros! Podem fazer algo com vocês, se pegarem uma de vocês. – Tights fala angustiada.
- Eu duvido Tights. Elas são absurdamente poderosas. Cell representava o maior poder da Red Ribbon e foi destruído em um piscar de olhos. – Kuririn comenta seriamente - Além disso, vi balas sendo amassadas, apenas pelo contato com a pele delas, como se tivessem se chocado contra algo duro.
- Mas... – Bulma fala angustiada.
- Sei que estou me intrometendo, mas, já fui da Red Ribbon e acreditem quando eu falo que eles não terão a mínima chance contra elas. – Tenshinhan fala, seriamente.
O doutor Brief se aproxima e fala:
- Mesmo que não aprecie a ideia das minhas netas de se exporem ao perigo, pode surgir outro androide como Cell, mais aprimorado e capaz de destruí-las. Senão atacarmos agora pode ser tarde demais no futuro, sendo que não existirá lugar completamente seguro para nos escondermos.
Eles não sabiam que Cell havia destruído a base principal da Red Ribbon, embora existissem, ainda, generais que iriam continuar liderando as tropas, podendo surgir um novo comandante, sendo que havia cientistas que sobreviveram e outros que foram capturados, quando a capital real foi tomada.
As irmãs ficaram cabisbaixas, enquanto que as suas filhas se aproximavam, com uma delas falando:
- Por acaso, não confiam em nós?
Bulma e Tights se surpreendem com a pergunta, até que abraçam as suas filhas, com a mais velha falando:
- Não é questão de confiar e sim, de temer. Temos medo que se machuquem ou que sejam capturadas.
- Mas, nós somos poderosas, kaa-chan. – Natsuko fala confusa.
- Mesmo assim...
- Eu vou junto delas. Imagino que os espiões conseguiram a localização de todas as bases da Red Ribbon. – Kuririn fala.
- Sim. Um pouco antes do ataque maciço, conseguimos a localização das bases. – o doutor Brief entrega um papel ao guerreiro careca.
- Eu vou também. Quero me redimir, de alguma forma. – o mittsumeijin fala, envergonhado – Eu machuquei e matei muitos inocentes.
- Eu também vou. – Chaouz fala.
- Você deve ficar aqui, em segurança. Isso se permitirem.
O ex-assassino olha para os Briefs, sendo que Kuririn sente pelo ki deles, que eles estavam sendo sinceros e fala:
- Eu sinto que eles estão falando a verdade. O ki não mente.
Os Briefs se entreolham e suspiram, falando:
- Tudo bem. Acreditamos no julgamento de Kuririn. – Bulma fala.
Tenshinhan e Chaouz agradecem, enquanto que o guerreiro careca pegava uma bussola com o doutor Brief.
- Vamos voltar em breve, kaa-chan. Eu sinto que posso controlar essa transformação. – Bra fala, sorrindo.
- Eu também. – Natsuki fala com um sorriso.
- Por conseguimos controlar, poderemos salvar o mundo! – Natsuko fala animada.
Nisso, as três partem dali, dosando a sua velocidade para que Kuririn e Tenshinhan as seguissem, sendo que no ar, o guerreiro careca entregou metade de uma senzu a Tenshinhan, que estranha.
- Kame-sennin me deu algumas senzus, há algum tempo atrás. Ele pegou na Torre de Karin, senão me engano. Há um eremita que mora no alto nessa torre. – ele fala mostrando um saquinho.
- Eu já ouvi alguns boatos. – ele fala, pondo a metade da senzu na boca, mastigando, percebendo que recuperava o seu poder.
- Incrível, né? – Kuririn mastiga a outra metade, também – É a primeira vez que como. Mas, o meu mestre contou os efeitos. Inclusive o fato que equivale a uma refeição.
- Verdade.
Então, eles voam ao lado delas, orientando qual caminho elas deviam seguir e quais bases iriam atacar primeiro, para depois partirem para as demais bases, com o chikyuujin e o mittsumeijin sabendo que não conseguiriam segui-las, pois, elas eram poderosas demais, sendo que antes decidiram matar os Cells juniors que estavam espalhados pelo planeta.
Na nave principal de Bejiita, Vegeta olhava para os gráficos, sendo que ocorriam leituras de níveis de poder incríveis, ficando estarrecido ao constatar que de fato, eram níveis de super saiyajins, sendo que havia pelo menos três no planeta.
Raditz estava olhando para o monitor, preocupado com a chikyuujin, assim como Vegeta estava preocupado, até que tem uma ideia e pergunta:
- Podemos conversar em particular, Vegeta-sama?
Ele arqueia o cenho, mas, concorda:
- Sim.
Nisso, eles saem dali e em uma sala, após Vegeta entrar, Raditz entra e tranca a porta através de seu scouter.
- Por que isso?
- Algo que passou pela minha mente há algum tempo.
- O quê?
- O cheiro daquela humana era adocicado. Praticamente tentador, sendo diferente do cheiro dos outros humanos. Mexeu com a minha libido de forma intensa. Para você foi o mesmo?
Vegeta analisa o que ele disse e fala:
- Sim. Foi a mesma coisa... – nisso, ele arregala os olhos e fala – Não me diga que...
- Sim. E se elas estavam férteis? Se elas estavam no seu período fértil, nos podemos ter engravidado elas, sendo que os humanos eram semelhantes a nos com exceção da força, velocidade e resistência, assim como metamorfose.
- Isso seria surpreendente. Nunca encontramos uma raça compatível conosco. – Vegeta comenta – Mas, seria estranho. Os chikyuujins são absurdamente fracos. Não tem como termos uma cria poderosa para justificar os níveis de poder. Além disso, se tivéssemos crias, elas seriam filhotes, ainda.
- Pode ser uma espécie de mutação, que faz com que as crias sejam poderosas. Até porque, apesar de filhotes, já são poderosas. Seria uma explicação plausível para os níveis de poder que detectamos e que continuarmos detectando, com oscilações, considerando o nível de poder dos chikyuujins.
O imperador fica pensativo, até que fala:
- De fato, é uma hipótese plausível e se for mesmo verdade, poderemos ter uma raça de super guerreiros, quando nos unimos aos humanos. Ainda bem que não existe escravidão em Bejiita. Acredito que os mestiços serão bem aceitos.
- E se souberem de tal nível de poder, muitos irão procurar se envolver com fêmeas humanas ou machos humanos. Temos poucas saiyajins puras. O bastardo do Freeza conseguiu reduzir bem a nossa raça. – Raditz chicoteia a cauda.
- Isso é bom. Se elevar essa chikyuujin a minha companheira, eles terão uma rainha chikyuujin e um príncipe meio saiyajin. É importante continuarmos a não ter escravidão no planeta, usando apenas robôs e androides para nos servirem.
- Sim. Mas, acho que não vão querer ter nada conosco, após o que fizemos. – Raditz fala pensativo.
Vegeta suspira e fala:
Vegeta suspira e fala:
- Verdade. Precisamos de um plano.
Após alguns minutos, o imperador fala:
- Os chikyuujins vivem em um planeta bem distante e não tem naves espaciais. Não sabem como nós somos. E se ameaçarmos de escravizar o planeta, se elas não ficarem conosco? – Vegeta comenta com um sorriso.
Raditz fica surpreso, para depois falar:
- Seria interessante. Elas não saberiam que nós não escravizamos raças. Claro que um dia podem descobrir. Mas, até aí, poderemos ter conquistado elas. Só espero que não sejam demasiadamente emotivas e sentimentais.
- Também espero. – Vegeta comenta, olhando para o espaço, pensativo.
- Se bem, que a nossa aparência muda na forma super saiyajin 4. Elas podem não nos reconhecer. Acho que isso facilitaria. – Raditz comenta.
- Verdade. Isso poderia ser usado ao nosso favor. – o imperador comenta pensativo - Vou orientar os soldados a não conversarem com os chikyuujins, pois, podem chegar aos ouvidos dela, o fato de estamos blefando, pois, não escravizamos nenhuma raça. No máximo monstros e feras para treino. Há coisas, que um androide não pode simular, mesmo que coloquemos vários gráficos de comportamento e batalha, para serem imprevisíveis.
- Concordo.
- Bem, vou avisar os soldados e quanto a sua irmã, você deve contar o nosso plano. Acredito que ela vai nos ajudar.
- Provavelmente. Ela é uma cópia da minha mãe. Tanto em aparência, quanto em relação ao coração.
- Isso é bom.
Nisso, ele se retira, sendo o mesmo para Raditz, que anda pela nave, até encontrar a cabine de sua irmã, sendo que a porta identifica e informa a jovem, que permite a passagem dele.
Ele encontra a sua imouto lendo revistas cientificas, se lembrando de que é um hobby, compartilhado por toda a família, inclusive por ele, até que senta na frente dela, que nota a face série dele, decidindo pausar a leitura da revista virtual, para depois perguntar:
- O que houve, nii-san?
- Eu e o imperador precisamos de sua ajuda. No caso, em relação a discrição e uma espécie de teatro.
Ela arqueia o cenho, para depois perguntar:
- Como assim?
Nisso, ele conta o plano dele e do imperador, deixando-a estarrecida, após revelarem o que fizeram, arrancando um olhar de desaprovação dela.
Nove meses depois, na Terra, graças a ação de Bra, Natsuki e Natsuko, a Red Ribbon foi abafada, sendo que Pilaf e seus subordinados foram mortos na invasão e ascendeu a frente do império, o general do planeta, Aslan, sendo uma espécie de leão humanoide que levava o reino a mão de ferro, sendo implacável e muitas vezes cruel.
As meia saiyajins não aceitaram e por isso, foram condenadas como inimigas da Terra, mesmo com muitos humanos as idolatrando, achando repulsivo tal tratamento as heroínas que salvaram a Terra da Red Ribbon e de Cell, sendo que foram rapidamente silenciados pelo rei Aslan.
A família Briefs, assim como Kuririn e Tenshinhan viviam isolados no Monte Paouz e por mais que as crianças odiassem o novo rei da Terra, ele não era um androide ou um soldado cruel da Red Ribbon para matarem.
Porém, isso mudou, quando eles descobriram, após vários meses, através de um jornal, que os humanos começaram a ser caçados pelas feras humanoides e dinossauros, assim como feras, pois, o rei queria um planeta em que as feras e bestas reinavam.
Inclusive, ele modificou as leis, garantindo que o assassinato de humanos era um mal necessário e que ninguém seria condenado por isso, assim como outras para expurgarem os humanos e as poucas bestas que protegiam os humanos, eram mortos sumariamente.
Como eles viviam isolados, tais atos demoraram em chegar aos ouvidos deles, sendo que o primeiro alarme para eles foram os ki´s desaparecendo por todo o planeta.
Quando Kuririn e Tenshinhan voltaram da investigação, eles contaram as leis novas de Aslan.
Tais leis deixaram as meia saiyajins enfurecidas, fazendo as mesmas voarem em direção as cidades, destruindo qualquer besta ou fera que ousasse ferir um humano. Kuririn e Tenshinhan se juntaram a elas.
Após várias semanas, as feras foram detidas e o rei foi derrotado por elas, que o jogaram na prisão, enquanto que os sobreviventes as aplaudiam, até que todos param, quando naves estranhas surgem nos céus, com elas ficando alarmadas com os níveis de ki que sentem.
Rapidamente, ficam, protetoramente, na frente de suas mães, enquanto se transformavam em super saiyajins.
