N/A: Falta de tempo acaba com a inspiração de qualquer um. Mas como sou muito boazinha, emendei mais dois capítulos ok? Mas essa será a última vez que eu farei isso. Procurarei não demorar tanto com as postagens. Se eu for ficar emendando, vou me ferrar.

Obrigada pelas reviews maravilhosas: LinaFurtado, Juliana, MahRathbone, Caroline Marques, Kaarol, Isabella, Ju Martins, Tati C. Hopkins, Frieden'n, FenixMJR, Cinthia B e Joseane Souza.

Estou com uma gripe chata pra caraca, alguém me empresta o Monroe pra cuidar de mim? :)

E obrigada Carol por ter betado pra mim *-*

Espero que gostem do capítulo ;)

Capítulo 10 – Sinto Falta De Você

— Bom dia! – Alice cumprimentou enquanto entrava na cozinha. Ela estava mais animada. Apesar de ter demorado a dormir, conseguiu ter uma boa noite de sono. E lá no fundo, tinha esperança de que a atitude de Jasper foi apenas por um momento. Lucy estava terminando de preparar o café enquanto Jasper estava na mesa, comendo alguma coisa.

— Bom dia. – Os dois responderam em uníssono e Alice sentou-se à mesa.

— Está com fome? Fiz aquelas torradas que você tanto gosta. – Lucy disse enquanto colocava um prato cheio de torradas em cima da mesa. Alice sorriu.

— Obrigada. Jasper, é hoje que Rosalie tem consulta com aquele seu amigo... O Emmett, não é? – Alice perguntou tentando puxar assunto. Ela torcia incansavelmente para que ele a respondesse como antes. Que tudo não passasse de um engano.

Mas o rapaz assentiu sem dizer uma só palavra e Alice deu de ombros, sentindo-se um pouco desconfortável. Mordeu um pedaço da torrada que estava em sua mão e bebeu um gole de leite. O que diabos estava acontecendo com ele?

— Certo. – Ela murmurou. – Espero que isso dê algum resultado. Rose mudou muito depois de tudo... A vi sorrindo apenas na festa de Bella e foram raras vezes. Sendo Rosalie, ela quem estaria se esbaldando na pista, bebendo e fazendo todo mundo rir. Não vejo a hora de ter a minha amiga de volta. E que ela realmente volte a ter certeza que essa gravidez é algo bom em sua vida...

— Eu também espero... – Jasper apenas disse e levantou-se da mesa. – Amor, quer alguma ajuda? – Perguntou para Lucy que apareceu correndo pela casa. Estava atrasada e Cinthya já reclamava o fato de ter horário certo para entrar na escola.

— Quero. Me faz um favor? Leve Alice ao colégio para mim? Enquanto isso eu levo Cin... – Pediu enquanto colocava sua gargantilha. Cinthya levantou-se, pegando seu material e Jasper engoliu em seco.

— Claro. – Concordou mecanicamente e olhou para Alice; uma espécie de impaciência tingindo seu olhar. Alice desviou os olhos e levantou-se olhando para o chão. Pegou seu material e seguiu com Jasper até o carro. Nunca se amaldiçoou tanto por ainda não saber dirigir.

xxx

Por que você está assim?

O que foi que eu te fiz?

Está com algum problema? Por que não fala para mim?

Por que você mal fala comigo?

Eu estou me sentindo sufocada com isso tudo.

Eu queria que tudo voltasse a ser o que era.

Sinto falta do seu sorriso. Sinto falta da sua alegria.

Sinto falta de você.

Tudo isso era o que a mente de Alice gritava, deixando-a completamente insana. As palavras pareciam dançar uma cantiga de roda de seu cérebro, chamando sua atenção e tentando levá-la à loucura. Seu coração sentia-se apertado, tão apertado a ponto de doer. A ponto de latejar. Seus olhos ameaçavam ficar marejados, mas ela procurava de todas as formas um meio de impedi-los. Não faria isso, não na frente dele.

Entraram no carro sem dizer uma só palavra. Alice fechou a porta e colocou o cinto de segurança, segurando seu material logo em seguida. Jasper fez o mesmo e ligou o motor do carro sem nem ao menos olhar para o lado. Ele estava sério demais para ela, não era ele ali. Ela tinha certeza disso. Ele não era assim, nunca foi e não seria agora que ele iria se tornar um homem frio. Até que Jasper ligou o rádio em uma música a qual Alice não gostava. Ele sabia que ela não gostava e a mente dela gritou que fora justamente esse o motivo que o fez tocar aquela música. Mais uma confusão para sua cabeça e ela segurou a vontade de desligar o rádio naquele momento e de perguntar o que diabos ele estava fazendo. Mas respirou fundo, pegou seu iPod, colocou os fones de ouvido e ligou em um rock pesado e forte que apenas espantaria quaisquer pensamentos que ela pudesse ter.

Alice tentava disfarçar, mas observava cada movimento dele. Percebia como ele estava tenso, como os nós de seus dedos estavam brancos demais enquanto ele dirigia e como ele se mantinha ereto, olhando para frente, sem ao menos se dar o prazer de mexer um músculo qualquer a não ser para dirigir. Estaria ele fazendo isso de propósito? Estaria ele tentando ignorá-la? Por qual motivo? O que ela havia feito? Sentia tanta vontade de prensá-lo em uma parede e fazê-lo dizer tudo o que estava acontecendo. Queria olhar naqueles olhos verdes e ver a verdade que sempre viu ali e não duas pedras verdes que pareciam receosas até mesmo de brilhar.

O caminho até o colégio fora demorado. Nunca foi tão devagar chegar até aquele colégio. Alice estava ficando insana naquele pequeno espaço com ele. Com ele daquele jeito. Ela podia sentir a tensão emanando naquele lugar e gostaria muito de abrir a porta e fugir dali. Já estava ficando nervosa. Já tremia, suas mãos suavam e seu coração batia em uma velocidade absurda. O maldito colégio não chegava. Então, imediatamente, ela lembrou-se de quando ele a salvou do castigo de sua mãe, responsabilizando-se por ela, pelo fato de ela ter fugido da aula. E aquela lembrança só fez a situação piorar ainda mais. Qual era o sentido disso tudo? Qual era a razão para ele estar agindo assim? Segurou o choro na garganta e respirou fundo mais uma vez. Ela nunca pensou que um dia fosse odiar tanto alguém.

Finalmente haviam chegado ao colégio e Alice tentou a todo custo não pensar no fato de que ele não disse uma palavra se quer durante todo o trajeto. Soltou o cinto de segurança e abriu a porta do carro. Olhou para Jasper, que parecia ansioso demais para que ela saísse dali logo. Desviou os olhos. Por que está fazendo isso comigo? Ela sentiu vontade de perguntar, mas mordeu o lábio. Por motivo nenhum. Não é com você , ela queria que ele respondesse. Mas saiu daquele carro, sem que alguma palavra fosse dita por algum dos dois.

xxx

— Alice! Eu preciso lhe contar sobre a festa de ontem que eu e Edward fomos! – Bella apareceu saltitante, enquanto segurava a alça de sua bolsa que transpassava seu corpo. – E talvez te contar o que aconteceu depois e... O que houve? – Interrompeu sua afobação ao notar o semblante triste e cansado da amiga.

— Nada. – Alice respondeu com um sussurro e Bella arqueou uma sobrancelha.

— Como nada? Você está branca como um fantasma! O que houve? E por que seus olhinhos estão vermelhos e marejados? – Bella perguntou ao ver que Alice não conseguia mais segurar o choro. A morena então desviou o olhar e tentou secar as lágrimas que queriam sair dali a qualquer custo.

— Não é nada, eu... Estou apenas com alguns problemas...

— Por que não me conta? Pensei que eu fosse sua amiga. – Bella tentou mais uma vez arrancar o motivo de tanta tristeza, mas Alice negou-se mais uma vez. Bella respirou fundo e pegou na mão da amiga. – Sabe se é hoje que Rosalie vai ao médico? – Perguntou e Alice assentiu.

— Ao que tudo indica sim. Espero que ele a faça mudar de ideia... A vida dela anda tão complicada de uma hora para outra. – Respondeu séria e Bella a observou por um tempo.

— Você está bem mesmo, Alice? – Perguntou mais uma vez e a pequena desviou os olhos.

— Não... – Assumiu e antes que Bella lhe soltasse mais algum pergunta, resolveu interromper a garota. – Mas vamos para a aula, venha...

xxx

— Olá. Rosalie Hale, certo? – Emmett perguntou assim que abriu a porta do consultório. Rose assentiu timidamente e continuou prostrada a frente do rapaz que estava completamente de branco. – Entre, por favor...

— Com licença. – Ela murmurou enquanto adentrava o local. Era bonito e com um toque infantil, mas sem exageros. Era leve e transmitia calma, o que era essencial em tal fase da vida de qualquer mulher. Rose colocou as mãos pelo ventre que já estava aparente e sorriu ao estar ali. Ao sentir a paz que estava sentindo.

Sua vida estava tão ruim. As pessoas olhavam para ela julgando-a como se ela fosse uma criminosa. E isso a espantava, afinal, não esperava tal pensamento vindo das pessoas em pleno século 21. As pessoas no colégio simplesmente passaram a ignorá-la. Rose passou a estudar com professores particulares, mas mesmo assim não estava satisfeita. Os enjoos e os mal-estares estavam acabando com ela. O pensamento de ter que criar uma criança sozinha estava massacrando-a. Como ela faria? Dizer que o faria em frente à Ben era fácil, mas ela tinha muito medo do que viria a seguir.

— Tudo bem? Fique à vontade. – Emmett a tirou de seus pensamentos e ela sorriu timidamente, sentando-se de frente à grande mesa do médico à sua frente. – Me fale sobre você... Sobre a gravidez... – Emmett a instruiu e Rose respirou fundo, sentindo-se nervosa.

— Bem... Eu não sei o que dizer... Só que eu engravidei de meu namorado e... Que ele não quis assumir a criança... – Deu de ombros.

— E a gravidez?

— Vai bem... Eu tenho passado mal, mas acho que é normal. – Ela respondeu e Emmett continuou concentrado no que ela dizia. – E... Eu já pensei em aborto... Diversas vezes... Já quase tentei...

Emmett respirou fundo e olhou diretamente nos olhos da loira a sua frente.

— Rose... Não faça isso. Mesmo com as circunstâncias, seu filho é seu maior presente... Por favor, eu como médico e como pessoa, lhe peço para que nunca mais tente isso. Vai prejudicar a sua gravidez e o seu filho precisa de você... – Emmett aconselhou e Rose assentiu sem dizer mais nada. – Você sabe que não está sozinha, não sabe?

— Sei... – Ela sussurrou e ele sorriu.

Algo lhe dizia que Rosalie seria uma missão... Uma missão importante em sua vida.

xxx

Horas depois...

— Jasper? Está tudo bem? – Victoria perguntou completamente preocupada e o rapaz assentiu. Estava um pouco pensativo naquele dia, meio aéreo também, e Victoria nunca tinha o visto assim. Tão fora de si. Notava que ele parecia um pouco cansado também, como se estivesse lutando por algo. Aquele não era Jasper, ela nunca o viu tão para baixo assim.

Ele respirou fundo e colocou o rosto nas mãos.

— O que está acontecendo com você? – Victoria insistiu enquanto sentava-se. Jasper respirou fundo mais uma vez.

— Nada. Eu simplesmente não estou nos meus melhores dias... – Ele respondeu somente e ela assentiu. – Hoje à noite eu vou sair com Lucy... Eu... Preciso...

— Precisa?

— Descansar. – Ele completou olhando para ela. – Eu preciso descansar.

— Apenas descansar? Tem certeza disso? – Ela indagou e ele assentiu. Não queria que ela perguntasse sobre o que ele estava sentindo, aliás, ele não queria que ninguém perguntasse.

— Humrum. Descansar...

— Ok... – Ela murmurou. – Acho que Emmett quer conversar com você...

Jasper olhou confuso para Victoria e respirou fundo.

— Emmett? Depois eu falo com ele. – Informou enquanto procurava por algumas pastas na gaveta em sua mesa.

— Você está sério demais para o meu gosto. – Victoria observou e Jasper mordeu o lábio.

— Estou cansado. – Garantiu mais uma vez. – Você pode me dar licença? Eu tenho muita coisa para fazer... – Pediu e ela assentiu confusa. Ele estava estranho.

xxx

— Filha? – Lucy entrou no quarto de Alice sorrindo. A garota estava deitada na cama e lendo um livro. Queria tirar Jasper de sua cabeça, esquecer o modo que ele lhe tratou e esquecer que ele existia. Não era lá uma tarefa fácil, mas não custava tentar.

— Oi mãe.

— Como foi na aula? – Lucy perguntou enquanto sentava-se.

Normal. Como todos os dias. O pior foi à ida para a aula. Alguns dos piores minutos da minha vida. Nunca me senti tão sufocada, tão fora de mim e tão indefesa. Sentia-me como um gatinho com medo do cão bravo a sua frente. Queria morrer. Queria que aquele momento nunca tivesse existido...

Alice pensou em responder isso para sua mãe, mas resolveu manter sua língua. Não tinha que levar tal assunto para ninguém. E ainda por cima para a sua mãe. No fundo ela ainda ansiava o fato de tudo ser apenas impressão ou um dia ruim.

— Foi bom. – Respondeu simplesmente e Lucy sorriu.

— Eu te amo tanto, sabia? – Lucy disse sorrindo e Alice abaixou o livro, sentindo seu coração se apertar. Sua mãe a amava e ela estava ali, confusa demais com os sentimentos que ela estava sentindo pelo namorado dela. O namorado de quem mais a amava no mundo. Sentia-se suja. Por mais que não tivesse culpa. Por mais que não tivesse planejado tudo aquilo. Estar apaixonada pelo namorado de sua mãe era algo que ela considerava imperdoável.

— Eu também te amo. – Alice retribuiu sorrindo fracamente e Lucy soltou um riso baixo. Doeu como uma facada.

— Eu sei. Mas é bom ouvir isso de vez em quando... – Deu de ombros.

— Escute mãe: o que você sente por Jasper? – Alice não evitou a pergunta e Lucy franziu o cenho.

— Essa pergunta novamente?

— Não... É que eu... – Respirou fundo. – Nada.

— Está sentindo algo por alguém Alice? – Lucy perguntou desconfiada e Alice engoliu em seco.

— Acho que sim... E eu busco um pouco de referência em seu relacionamento com Jasper para... Tentar ver se... Consigo resolver os problemas do coração. – Deu de ombros e desviou os olhos. Podia sentir a palavra "mentirosa" pintada em sua testa em letras garrafais e cores em neon. Lucy inclinou-se e tocou o rosto de Alice com ternura. Por que Lucy tinha que ser tão amorosa? Isso lhe dava mais ódio ainda.

— Bem. Nenhum relacionamento é igual ao outro minha pequena. Nenhum... – Lucy iniciou a conversa.

— Eu sei, mas...

— Mas?

Alice engoliu em seco mais uma vez e abaixou os olhos. Estava odiando-se. Queria se matar de tanto ódio que sentia por si mesma.

— Eu não sei o que fazer... – Confessou.

— Faça o que você achar que é certo. – Lucy aconselhou e Alice respirou fundo. Aquela conversa já estava a irritando? Por que a começara mesmo? Ah sim, claro... Porque é uma idiota.

— E se o que eu quero fazer não for o certo? E se o certo me fizer sofrer? – Indagou sentindo seus olhos ficarem marejados. Lucy levantou-se e bagunçou os cabelos da filha.

— Faça o que seu coração mandar. Dane-se o que é certo. Não aja pela mente Alice. No final das contas, será justamente a sua mente quem não parará de pensar nele. Às vezes o errado é apenas o certo disfarçado para lhe confundir. – Aconselhou e saiu do quarto deixando a filha sozinha.

— Mas ele me rejeita... – Alice murmurou já sozinha enquanto deitava-se novamente na cama. – Eu acho que ele me rejeita... E ele te ama... E ele é mais velho do que eu... E deve me ver apenas como uma menina...

Abraçou-se ao seu travesseiro e fechou os olhos sem conseguir evitar com que as lágrimas caíssem por seu rosto devagar. Aquilo um dia iria acabar? Esperava que sim, pois já não estava suportando tanta angústia.

xxx

— Muito bom que você tenha vindo até aqui. – Emmett disse enquanto via Jasper entrando na cafeteria. O rapaz seguiu e sentou-se na mesa, ficando de frente para o amigo. Pediu a garçonete uma xícara de café forte, sem açúcar. – Precisava falar com você. – O moreno disse e Jasper assentiu.

— Sobre? – Jasper perguntou sem expressar qualquer sentimento. Sua cabeça estava explodindo, e ele pensou que não fosse mais aguentar. Precisava falar com alguém antes mesmo que enlouquecesse. Por mais que não quisesse mais nem ao menos pensar sobre.

— Rosalie. Sério... Você fez bem em ter me indicado para ela... Essa menina... Está passando por um trauma terrível! Eu espero conseguir... – Emmett começou a comentar, mas parou na metade ao observar Jasper. O rapaz não prestava atenção a nada, estava com uma expressão cansada e ao mesmo tempo, como se estivesse entrando em desespero. Nem ao menos notara a xícara de café que a garçonete colocara na mesa – Cara. O que houve? Está tudo bem? – Emmett perguntou preocupado e Jasper o encarou.

— Não. – Respondeu; a voz beirando o desespero total. Emmett acomodou-se na cadeira.

— O que houve cara? Quer falar? Você está mal! Anda! Aproveite que eu sou o seu melhor amigo!

Jasper passou a mão pelos cabelos e depois pelo rosto, respirando fundo depois. Como falar algo que nem ele mesmo aceitava? Como falar de algo a qual ele lutava para esquecer? Não conseguia imaginar.

— Eu sou um idiota...

— Por?

— Porque eu sou Emmett! Machuquei uma pessoa... Uma pessoa especial! – Desviou o olhar e engoliu em seco. Agora não havia mais volta. Emmett o odiará por todo o sempre pelo o que ele fez. Não tanto quanto ele estava se odiando, é claro.

Jasper já cogitou mudar-se de cidade, mas ele nem ao menos conseguia colocar um ponto final nessa história. Estava confuso, magoado e o pior ainda é que ele errava. Errava mais ainda ao invés de consertar o erro. Ele era um idiota mesmo.

— Machucar uma pessoa é tão comum Jasper... – Emmett respondeu e o loiro o encarou. – Não fazemos isso por mal, acontece pelo fato de agirmos de um modo diferente de cada pessoa. Mas nunca é proposital...

— Foi proposital! – Jasper o interrompeu; sua voz subiu algumas oitavas. – Foi proposital, Emmett. Eu magoei essa pessoa porque eu quis, eu não mereço que ela olhe mais para mim! Eu... Sou o cara mais idiota da face da Terra... Eu mereço ódio... Eu... Inferno! – Ele resmungou passando as mãos pelos cabelos mais uma vez. Emmett estava sem ação. Jasper sempre fora tão calmo e tão pé no chão que Emmett jamais imaginou que o veria assim um dia.

— O que houve Jasper? Quem você magoou? Lucy? – Perguntou e Jasper negou.

— Não... Alice... – Jasper respondeu sem olhar para o amigo. – Eu magoei Alice. E o pior de tudo: foi por que eu quis. – Respondeu passando a olhar nos olhos do amigo que o encarava sem palavras.

— Você o que? – Emmett perguntou assustado e Jasper finalmente bebericou um pouco do café. – Magoou Alice? Alice, amiga da Rosalie? Alice...

— Filha da Lucy... Minha namorada... Está vendo como eu sou um canalha, idiota e imbecil que não merece que ela olhe para a minha cara? Alice! Eu. Magoei Alice!

— Mas... Por quê? – O moreno indagou. Havia um motivo? Não conseguia digerir aquilo. Por que Jasper faria isso? Magoar Alice de propósito? Isso não entrava em sua mente.

— Eu estou apaixonado por ela. – Jasper declarou imediatamente, sentindo-se aliviado por ter tirado tal peso de suas costas.

Mas Emmett não conseguia digerir o que havia acabado de escutar.

Fim do Capítulo 10

N/A: É né hihi. Nem tenho muito o que dizer. Vou fazer uma propagandinha básica: Logo que eu comecei a escrever fanfics, escrevi uma chamada "Vidas Cruzadas". E hoje, insatisfeita com ela, eu resolvi reescrevê-la e repostá-la aqui no

A sinopse é essa: Uma mulher que teve a filha roubada. Um médico leal e bem humorado. Um fotógrafo canalha e confuso com seus sentimentos. E uma prostituta que luta para sobreviver. O que o destino pode fazer quando se têm todas estas vidas cruzadas? E de início os casais são trocados, mas vai ter muito Alisper no decorrer da história. Arrisco a dizer que tenha mais Alisper do que Beward, rs

Então, quem quiser dar uma olhadinha, o link da fic está no meu perfil. Espero que gostem e comentem, é claro.

LinaFurtado: Senti dó da Alice também. E o Jasper é um lindo! Meio covarde, mas lindo hahaha. Beijos

Juliana: Seja bem vinda minha flor. E que bom que gostou do capítulo! Quanto a reação da Lucy hahahaa. Não posso adiantar nada hahaha. Beijos

MahRathbone: Fico feliz que tenha gostado do modo como eu descrevi as emoções da Alice. Beeijos

Caroline Marques: hahahahaha sim, senti dó da Alice tb, mas logo tudo se ajeita. Beeijos

Kaarol: HUASHUASUHASUH é, o Jasper surpreendeu com essa atitude dele, mas fazer o que né? Beeijos Kaarol dos Doritos e do Whiskas hahaha

Isabella: Poxa, sofá? Pobre Jackson HUSAHUASHUAS. Pronto, ja tirei ele do sofá hahahaha. Beeijos!

Ju Martins: Infelizmente você errou hahahaha. Vou tentar postar com mais frequência. Beijos!

Tati C. Hopkins: Eu também estou sofrendo com eles, mas logo isso vai passar. Beeijos

Frieden'n: Também não sinto raiva do Jasper, ele pode errar como qualquer "humano". Personagens perfeitos demais são bons, mas não tão realistas assim. Beijos.

Fenix MJR: Vai gerar confusão, pode ter certeza hahaha. Beijos

Cinthia B: Melo-drama é o caramba! huahuahua. Beijos

Joseane Souza: Não fique com raiva do Jasper, sério. E quanto a sua pergunta, eu vou mostrar sim a história da Alice e do James, pode ter certeza. Beijos!

É isso. Espero que tenham gostado e que comentem, é claro!

Beijos,

Bru.