N/A: Aí meu povo! Não demorei muito desta vez! Hehehe. Espero que não fique muito complicado daqui para frente! Qualquer coisa é só falar que explico mais uma vez.

Beijos

Viv

Youko Julia Yagami : Imagina! Eu nunca desistiria de continuar essa fic. Apenas tive certos probleminhas como falta de tempo, distancia do comput, um certo bloqueio (hehehe), e certas pesquisas para os próximos caps. Mas a fic vai até o fim!!! Garanto. E até lá, ainda dá pra matar muita gente! Hehehe. E muitos pares românticos para confundir vocês! :D Sobre o Dbd, eu ainda não sei se ele volta. Mas gostaria que sim. Vamos ver o que essa mente ruim e maquiavélica tem guardado pra a gente! Hehehe. O Harry está amadurecendo beeeeem devagar, mas está! Note!

Sheyla Snape : Com certeza! Será uma batalha e tanto. Voldie e Dbd juntos. E um Harry atormentado e mimado que vai crescendo aos poucos. Vamos torcer para que o bem vença o mal e toda essa coisa! Hehehe. Vamos ver se o Dbd volta!!!

Adriana Black : Que bom que gostou do cap. Eu achei que ele ficou um pouco curto. Mas tinha que dividir os assuntos. Mas o importante foi que postei logo. Hehehe. Bem, se sentiu falta do Draco. Leia esse cap. Ele volta com tudo! Hehehe. Me diga o que acha disso! Bem, parece que o Draco tem tudo e o harry nada. Mas vamos descobrir que as aparências enganam!!! Ô-ôu! Não vou contar ainda! Hehehe. Vão ter que ler!!!

N/A: Sobre a teoria do Voldie estar no Harry,. Como um fragmento, não é minha. Em um grupo eu li essa teoria e achei muito doida. Até que comecei a pensar mais nela. E enfim pareceu muito "sensato"! E resolvi que vocês deveriam saber. E então ela entrou na fic. Então qualquer coisa não foi culpa minha! Hehehe

Beijos

Viv

Capítulo 10 – Amor Verdadeiro

Era tarde e o jantar ainda demoraria. Então, Harry Potter foi para o lago. Queria encontrar equilíbrio e nenhuma resposta no momento. Apenas paz. E isso era algo que sempre conseguia quando estava diante das águas cristalinas.

-Harry, sabe que é uma pessoa muito especial, não é? – Remo dizia com sua voz mansa.

-Grande Merda! – resmungou.

Remo sorriu.

-Pare de lutar contra seu destino! Sua missão só pertence a você! Nunca recebemos algo que não sejamos capazes de suportar! A lei do universo é assim!

-Por quê, Remus? – chateado.

-Porque nós precisamos dos bons e dos maus. Dos heróis e dos bandidos. Do certo e do errado. Assim tudo se equilibra, Harry! – compreensivo.

-E onde está o equilíbrio da minha vida?! – se agitou. – Perdi minha mãe, meu pai, Sírius! Fui criado pelos Dursley! E ainda tem essa maldita profecia! – olhos verdes brilhavam de indignação.

-Não digo que seja justo, Harry. – triste. – Não foi só você que perdeu com tudo isso! Mais pessoas sofrem como você e por você. Mas deve-se ter paciência e se esforçar para entender, ou simplesmente superar! Em algum momento haverá o equilíbrio!

-Já faz bastante tempo, Remus! – falou sozinho. – E o equilíbrio parece cada vez mais distante.

Deitou-se na grama e fechou os olhos. Apenas sentindo o sol, já fraco, lambendo-lhe o rosto. Concentrou-se nessa sensação. E sentiu alguma paz. Até que algo surgiu sobre ele barrando a luz do sol. Abriu os olhos, e com muito custo conteve um grito.

-Dobly! Que horror! Já falei mil vezes para não fazer isso! – respirava rápido, pálido de susto.

-Perdão, Harry Potter, meu senhor! Mas é que o senhor parecia imóvel! – grunhiu. – Dobly temeu por harry Potter! – com olhos esbugalhados.

-Estou bem, Dobly, estava apenas descansando! – suspirou. – Aconteceu alguma coisa?

-Oh, não, meu senhor! Dobly veio para falar algo que harry Potter talvez não saiba. E é muito importante! – arregalou os olhos mais uma vez.

-E o que seria isso, Dobly? – interessado.

-Este é o nome de um livro que Dobly acredita que ajudará muito Harry Potter! 0 deu um papel muito amassado na mão dele e desapareceu.

Harry demorou alguns segundos para despertar e começar a difícil tarefa de desamassar o pequeno papel. E então pôde ler:

"A Guerra Dos Planetas"

-O que será que isso significa? – resmungou. – Vou ter que fazer mais uma visita á tentadora Srta McGriff! – sorriu de leve e rumou para a biblioteca.

No caminho, viu que malfoy vinha na sua direção. Pensou em passar direto, mas ele o encarava belicoso. Então seu lado maligno, talvez, o fez diminuir o passo até pararem um diante do outro.

-Malfoy. – falou desafiador.

-Potter. – desprezo.

Encararam-se por longos segundos.

-Vamos á sua sala! – ordenou,

-Minha sala? Malfoy, o que quer? – enfrentou sem sair do lugar.

-Apenas conversar! Em particular! – parecia se esforçar para não ordenar mais uma vez.

-Não podemos fazer isso aqui?! – não resistiu.

Draco o pegou pelo colarinho, agressivo.

-Não! Não podemos! É algo que mais ninguém deve ouvir! – entre os dentes e largou Harry que deu um passo para trás.

-Bem, parece ser algo muito importante para você, Malfoy. Ou não seria tão gentil! – sarcástico.

Draco o fuzilava. Harry queria rir. Mas sentiu que fora longe de mais. E fez sinal para irem para sua sala. Caminharam em completo silêncio. Ao entrarem, Harry aguardo que Draco parasse diante da poltrona, no canto, para fechar a porta. Conjurou outra poltrona. Acenou para que se sentassem.

-Bem?

Agora Draco parecia indeciso. Estava mais pálido que o habitual.

-Você ainda ama a Gina? – perguntou sério.

-Como? – Harry não esperava por essa.

-Você ainda ama minha noiva? – repetiu ainda sério.

-Não estou entendendo? Que tipo de pergunta é essa? – recuou.

-Uma pergunta simples! Responda, Potter! – alto.

Harry se levantou e foi em direção á janela que dava visão para o Campo de Quadribol.

-Potter! – insistiu.

-Não sei! – falou baixo.

E só então percebeu que era verdade. Realmente não sabia.

-Por que está perguntando isso? – se virou para o loiro.

-Porque é muito importante que saiba, que Tom Riddle a amava! – inexpressivo.

-Riddle? Voldemort? – estranhou.

-Sim. Ela me contou sobre a verdadeira história da Câmara Secreta.

-Verdadeira história? Que verdadeira história? – apreensivo.

Draco parecia indeciso mais uma vez. E então se aproximou do moreno na janela. Ficou lado a lado. Voltado para o Campo. Assim como Harry estava antes.

-Meu pai me contou que pretendia usar o diário. Apenas não contava que acabasse nas mãos de Gina. Esperava que de algum modo, ficasse com você. Mas ela o achou e escreveu em suas páginas. – fez uma pausa. Parecia sofre com a informação. – Ela se entregou á ele naquelas linhas. Enquanto ele tomava seu corpo para que fizesse tudo o que ele queria. Você sabe. O que não sabe, é que Gina sonhava com ele todas as noites, no primeiro ano. No início apenas como um amigo confidente. E com o tempo foi ficando mais exigente. – insinuou.

-Malfoy, o que está dizendo? – temeu.

-Que ele fez o que quis com ela! – duro. – Quando ela se apaixonou por você e não deu a mínima pra ela, foi como se desse mais forças ao maldito! – em tom de acusação. – Meu pai sabia. Então me orientou a seduzi-la. Assim poderia estar mais perto do Lord e até mesmo permitir a ele uma satisfação física! – desprezo.

-Você o quê?? – se exaltou.

-mas eu realmente me envolvi com ela. E meu pai me amaldiçoou por isso. – ignorou a explosão de Potter. – Pois fiz o que pude para livrá-la do maldito. Foi difícil tirar você do coração dela! – baixo. – Mas o fiz! E ela é minha! – firme. – Mas a cada ano, Riddle fica mais forte e tem atormentado seus sonhos novamente. – encarou Harry. – Por isso preciso saber se a ama verdadeiramente, Potter! Porque só o amor verdadeiro pode combater o maldito! – com dignidade.

-Mas... você não a ama? – estranhou

-Claro que amo! – indignação.

-Então não entendo!

-Ele está em você, Potter! E se você voltar a se aproximar delas, pode estar trazendo o maldito!

Harry deu um passo para trás incrédulo.

-Apenas se seu amor por ela for verdadeiro é que Riddle não terá chances. Caso contrário, se afaste!

-Não sabe o que está falando! – tentou negar.

-Sim, Potter! Eu sei! – sério.

-Mas se você acabou de dizer que não está conseguindo ajudá-la! Então o SEU amor não é verdadeiro! – acusou.

Draco apenas virou de costas mais uma vez.

-Malfoy, estou falando com você! – desafiou.

-Amo, Gina. – respondeu sem se virar. – Mas amo ainda mais outra pessoa. Alguém que não poderia corresponder. Então me rendi á docilidade, ao carinho e ao bem que Gina me faz. Mas você tem razão, Potter. – e se virou mais uma vez o encarando corajoso. – Não é ela que amo verdadeiramente!

Harry estava pasmado. Não sabia o que dizer. Ou mesmo o que fazer. Poderia jurar que amava Gina. Mas desde que voltara, muita coisa tinha acontecido. E seus sentimentos estavam confusos.

-O que vamos fazer? – sussurrou cansado.

-Não se aproxime dele, Potter! Fique longe! – voltando a dureza habitual.

-Farei o possível. – falou fraco.

Draco acenou concordando com a atitude e saiu. Harry mais uma vez se sentia violentado e injustiçado. Mas antes de ceder á dor e ao desespero, decidiu correr para a biblioteca. Tentaria se ocupar com algo que pudesse resolver e quem sabe até entender.

Mas já era tarde. E o jantar já seria servido. Resolveu então aguardar e fazer algo que não fazia há muito tempo. Usar a capa da invisibilidade. E ir sorrateiramente até a biblioteca. Não queria cruzar com ninguém. Nem mesmo Linda. Apenas teria que ter a sorte de achar a capa. Caso ela ainda estivesse onde a deixara pela última vez.

-Harry, aonde você vai?

-Psiu! Fique quieto, Ron! Ou alguém pode acordar!

-Mas, então me diga! Aonde você vai no meio da noite! – sussurrou.

-A capa do meu pai! Não vou levá-la comigo amanhã!

-Mas Harry, amanhã nós vamos embora! Acabou Hogwarts! A casa em Hogsmead já está alugada. Iremos para lá! Por que não levá-la? – sem entender.

-Sonhei com Sírius, Ron. – falou sério, como se apenas aquilo explicasse tudo.

-Você disse que isso tinha parado! – se assustou. – Que ele tinha ido embora!

-Eu menti. Sonho com ele de vez em quando. E ontem Sírius me disse para deixar a capa no castelo.

-Harry! Sírius está morto! – preocupado. – Não pode mandar você fazer as coisas!

-Nunca esperei que entendesse. – mentiu outra vez. – Estou indo e pronto! Se quiser me siga. Se não, volte para cama e durma bem! – irritado.

Harry agradeceu ter deixado a capa. Ou teria destruído como tantos outros artefatos mágicos que possuía. Sírius deveria saber o que o aguardava.

Foi pelos corredores escuros com sua varinha à meio-lumus. Como nada havia mudado, conhecia os caminho mesmo sem isso. Chegou ao sétimo andar. Onde deveria estar a tapeçaria dos Barrabás - O Amalucado. Nunca esqueceria a Sala Precisa. Concentrou-se no seu objetivo.

-Quero a sala onde deixei a capa da invisibilidade de meu pai. E apenas ela, a original, estará lá!

E a porta surgiu. Harry abriu e entrou e em um canto escuro, estava o tecido espelhado. Pegou e colocou sobre os ombros. Ficou com a cabeça para fora. Não poderia pedir o livro de Dobly, pois não sabia o nome do autor. Então teria que ir á biblioteca de qualquer forma. Cobriu a cabeça ficando totalmente invisível.

Foi ao destino desejado. Varinha em mãos iluminando o caminho. E a outra segurando a capa. Agora só poderia cobrir uma única pessoa, devido sua altura atual.

Chegou. Olhou atentamente e o ambiente estava deserto. Começou a procurar pelo livro.

Após duas horas, nada havia conseguido. Foi á Seção Restrita. E quando já ia desistindo, bem escondido, o livro procurado estava ali.

Harry tirou a capa, sentou-se na cadeira e se pôs a ler.

OF: CONTINUA