Capítulo X: Lua-de-mel
Depois da festa de casamento, ela e Inuyasha, pegaram um avião para a Grécia, onde passariam sua lua-de-mel. Pegaram um jatinho particular. Ao descerem do jatinho foram recebidos por uma bela garota, Yura, assim foi como ela apresentou-se. Era muito belo, o lugar onde ficaram. Eles ficaram instalados em uma espécie de chalé, de dois andares. Com dois quartos. Cozinha ampla e luxuosa, sala refinada com móveis de última geração. Os dois quartos eram de casais, mais um era mais amplo. Com a cama tipo King-size. Em tons branco e azul-claro. As roupas já tinham sido colocadas no guarda-roupa. Inuyasha e Kagome acharam o lugar belo. Imponente. Charmoso. Depois de verem a casa. Foram dar uma volta pela sede dos chalés, que era onde ficava a recepção, o restaurante e a danceteria.
Voltaram para o chalé. Inuyasha notou que Kagome estava apreensiva. Nervosa por assim dizer. Ele abriu a porta da varanda, que dava para o mar. As estrelas brilhavam mais que nunca. Pediram o jantar no chalé. Comeram o prato principal, costelas de carneiro macias que se desmanchavam na boca e um ótimo vinho tinto. Enquanto comiam falavam de quão belo era o lugar onde estavam. Realmente era de tirar o fôlego.
Depois comeram uma espécie de sorvete caseiro delicioso com café. Filtrado para ela, preto para Inuyasha. Logo após Inuyasha tomou uma dose de conhaque.
Kagome não deixava de observar os dedos ágeis e longos, levantando o copo e gesticulando enquanto argumentava. O pescoço viril, emoldurado pelo colarinho aberto da camisa. Os traços definidos e marcantes do rosto. Os cabelos escuros. O meio sorriso no canto dos lábios. Os longos cílios deslizando pelos brilhantes e penetrantes olhos violetas.
Tomou o café, um gole por vez, feito um ritual. A conversa tinha acabado. Não tinham forças para começar um novo tópico. Do outro lado da mesa, observava Inuyasha bebendo o conhaque.
Então, percebendo que ela o olhava, descansou o copo.
- Vamos dar uma volta na beira do mar? As estrelas estão brilhando como nunca! – sugeriu ele.
Levantou-se e foi para o terraço para apagar a luz. Kagome franziu os olhos, para acostumar-se a escuridão. Levantou-se sem pressa e acompanhou-o para o alta das escadas que davam para a praia.
Ao começar a caminhada, retirou os sapatos era mais fácil e agradável andar descalça. Não estava frio, mas resolveu dar mais uma volta no xale. Olhava o céu o tempo todo, enquanto caminhava junto com Inuyasha em direção ao mar.
As estrelas estavam com um brilho especial aquela noite. A lua ainda não tinha aparecido e o céu coloria-se em nuances de negro e dourado. Quanto mais se afastavam do chalé, mais intenso se tornava o brilho delas.
À beira do mar, Inuyasha parou. Imóvel, com a cabeça erguida, contemplou o horizonte.
Por um momento, fez-se silencio entre os dois, pois parecia que estavam no paraíso.
- Não conheço bem as estrelas – disse Kagome. Inuyasha apontou para o céu.
- aquela é a ursa maior. As duas estrelas na ponta indicam a direção do norte, está vendo?
- acho que sim.
- e Cassipopéia. Você consegue ver a constelação em formato de W?
- Não sei direito. Quem foi ela? O nome parece grego.
Lá estavam eles, em sua lua-de-mel, conversando sobre constelações mitos gregos, heróis e heroínas. Sabia que Inuyasha fazia isso para tranqüilizá-la, sabia também que mostrava seu nervosismo na expressão. Tentara de todo jeito disfarça-la, mais falhara miseravelmente.
- pelo que fiquei sabendo foi a princesa que fora salvada por Perceu do monstro do mar.
- pensei que ele tivesse matado a medusa.
- também.
- Não consigo enxergar o formato de W.
- Lá.
Posicionou-se atrás dela, com as mãos um pouco acima de seu ombro, mostrando o lugar correto.
Tentou olhar para onde ele indicava, mas as estrelas pareciam embaralhadas.
Inuyasha não olhava para as estrelas, olhava para ela.
De repente foi como se uma descarga elétrica a percorresse. Ficou parada com uma estátua, como uma ninfa capturada por serafins.
Ele pôs a mão em sua nuca, embaixo dos seus cabelos. Não conseguia respirar. Os lábios entreabriram-se. Inuyasha curvou-se sobre ela. Beijo-a suavemente, devagar. Ela sentiu o gosto do conhaque e deixou o corpo abandonar-se. Ele mantinha as mãos em sua cintura, puxando-a contra seu corpo. Beijando-a incessantemente.
Os beijos eram cada vez mais intensos, carinhosos e devastadores. Kagome foi tomada pelo êxtase. Inuyasha a beijava de forma gentil e apaixonada. E com isso a sua segurança voltou. Olhou para o céu, e viu-o girar, estava sendo carregada de volta para o chalé. Entraram na escuridão, e mesmo com o escuro reinando Inuyasha não bateu em nada, nem tropeçou com Kagome nos braços. Inuyasha abriu a porta do quarto com um pontapé. Kagome sentiu suas costas encostarem-se a algo macio. O colchão afundou com seu peso e de Inuyasha. Ele não parava de beijá-la. A paixão que aflorava de seus atos era envolvente. Inuyasha começou a beijar seu pescoço e Kagome se dissolvia em suas carícias. Ele olhou em seus olhos e Kagome pode notar o desejo nos faróis violetas de seu amado. Ele a beijou carinhosamente. E Kagome soube que estava nas mãos certas.
OooOooOooOooOooOooO
Kagome acordou com algo quente em cima de seu seio nu. Seio nu? Abriu os olhos rapidamente e relaxou ao lembrar-se da noite passada. O jeito que Inuyasha fora gentil com ela. Nunca imaginara como Inuyasha era maravilhoso, ele era esplêndido isso sim.
Olhou pra o lado, e viu que Inuyasha estava deitado de lado, com a cabeça repousando no mesmo travesseiro que a dela, na curva entre o ombro e o seu pescoço, o que explicava a causa do ar quente que batia de tempo em tempo em seu pescoço, uma das mãos dele descansava em cima de seu seio contrário ao lado em que estava. Gostava da sensação da mão um pouco áspera com a suavidade de sua pele. Suas pernas estavam entrelaçadas.
O sol começou a surgir no horizonte, e podia se ver apartir da janela de vidro. O quarto começou a ser iluminado pela luz da manhã. Viu quando a beirada da cama foi tomada pela luz alaranjada. Ficou um pouco impressionada, afinal como conseguira acordar tão cedo, se fora dormir tão tarde, porque eles não fizeram amor somente uma vez. Sentiu algo se mexer do seu lado virou a cabeça lentamente, Inuyasha não tinha mudado de posição. Mas seus olhos estavam abertos. Eles ficaram se olhando por um tempo. Um clima intenso se estabelecendo. A luz que antes estava na beirada da cama, agora já iluminava os seios de Kagome por cima do lençol. Um sorrisinho começou a se formar nos lábio dele. A luz iluminou os olhos de Inuyasha deixando-os mais violetas do que normalmente. O violeta e o dourado se misturavam em seus olhos. E Kagome estava extasiada com o que via. Não tem aquele momento quando o sol está se pondo, e o céu se tinge? Você observa os mínimos detalhes, com medo de que aquela beleza se dissipe. Era daquele jeito que se sentia. Gargalhou abertamente, e pulou em cima de Inuyasha, eles se abraçaram amorosamente. E então Inuyasha a beijou. Não como se beijaram durante a noite, com paixão ardente e selvagem. Mas com ternura, sim ternura.
- que tal tomarmos um banho? – Inuyasha sugeriu.
- certo! – Kagome assentiu – quem vai primeiro?
Um sorriso travesso surgiu nos lábios de Inuyasha.
- Quando disse tomarmos, eu quis dizer juntos! – ele revelou passando a mão na coxa de Kagome. Que estava um pouco ruborizada. Mas logo o rubor de foi. Afinal, nada tinha a esconder dele. Não mais! Kagome deu um sorrisinho maroto. Saiu debaixo dos lençóis, deixando Inuyasha na mesma posição. Levantou-se, e nua começou a andar em direção ao grande banheiro, rebolando um pouco. Ao chegar perto da porta olhou por sobre o ombro com um sorrisinho sensual, e viu Inuyasha deitado ainda na cama, com a boca um pouco aberta e as sobrancelhas arqueadas.
- O que foi? Não vai vir tomar banho? – perguntou sensualmente e entrou no banheiro.
Inuyasha gemeu baixinho. Assim era demais para um homem. Ela ficara seduzindo-o com aquele bumbum durinho e pequeno, que mais parecia um pêssego, rebolando pra lá e pra cá pelo quarto, e ainda tinha as mais belas pernas que vira acompanhando o conjunto. Sentira vontade de babar com a cena. "Quando eu vi a mulher mais linda da face da terra em uma festa, não podia imaginar que ela acabaria sendo minha. Sim MINHA! Nem um pouco possessivo", pensou irônico.
Levantou-se de um pulo e se dirigiu para o banheiro. Dentro tinha uma banheira de bronze, um boxe suficientemente grande para os dois, e uma pia de mármore anexada a um espelho gigante. Kagome tinha se decidido pelo chuveiro, pois estava regulando a temperatura da água. Ele a abraçou por trás, e deu um beijo na base de seu pescoço, enterrando o peito nas pequenas costas de Kagome. Ela suspirou baixinho e o puxou para dentro do boxe com ela, ensaboaram um ao outro. Kagome amava passar a mão pelas costas largas dele, e amava mais ainda quando ele passava as mãos nas suas. Ela se virou de costas para ele, por que ele tirava o sabão de seus ombros. Sentiu quando ele beijou atrás de sua orelha. Kagome se arrepiou. Ele passou a mão por sua barriga lisa, mantendo-a junto ao corpo, ele a empurrou um pouquinho em direção a parede que estava a menos de quinze centímetros dela. Kagome sentiu seus seios comprimidos pela parede. As mãos passeavam por seu corpo, enquanto ela gemia baixinho. E era isso que Inuyasha tinha amado em Kagome, ela não tinha medo de mostrar quando sentia prazer. Kagome tinha as mãos espalmadas contra a parede, enquanto ele mantinha o corpo dela presa de costas para ele, entre ele e a parede. Inuyasha colocou a mão em cima da dela, e entrelaçou os dedos pelas costas da mão de Kagome, que continuavam espalmadas na parede.
Ele a virou de frente para ele. Agora o que comprimia seus seios era o peito largo e sem pêlos. Ela o beijou dessa vez com uma paixão invejada pelos mais apaixonados. Inuyasha desligou o chuveiro sem parar de beijá-la, e a levou nos braços de volta para a cama. Onde pretendia passar boa parte dos próximos dez dias.
OooOooOooOooOooOooO
Já era o terceiro dia que estavam naquele pequeno paraíso, os melhores três dias de sua vida. Eles precisavam de ar fresco, afinal passaram muito tempo dentro daquele chalé. Esse pensamento fez Kagome dar um risinho. Realmente Inuyasha era bom de cama, sem rodeios, era exatamente isso. Kagome acordara muito cedo naquele dia, então resolvera dar um passeio. Deixou um recado para Inuyasha. E saiu para andar.
Andou pela praia, até onde umas pedras se levantavam de dentro da terra, imponentes. Um pouco atrás dessas pedras existia um pequeno monte, onde em cima dele tinha a mais bela árvore que vira na vida. Começou a escalar esse monte. E ao chegar lá em cima surpreendeu-se com a vista, ficou tão estarrecida que simplesmente sentou-se e se encostou ao tronco da árvore, olhando a paisagem. No fundo podia-se ver o mar que nem azul era, e sim verde. O sol que já surgira. Estava um pouco acima do mar, emprestando para ele a mais perfeita luz do universo. As ondas lambiam a areia embaixo dela. Sentiu vontade de cantar. E como se sentia muito feliz ultimamente foi isso que fez. Lembrou-se de uma música que gostava muito, e começou a cantar:
Para todo mundo eu dou Psiu
Perguntando por meu bem
E tendo o coração vazio
Vivo assim a dar Psiu
Sabiá vem cá também
Para todo mundo eu dou Psiu
Perguntando por meu bem
E tendo o coração vazio
Vivo assim a dar Psiu
Sabiá vem cá também
Tu que andas pelo mundo
Tu que tanto já voou
Tu que fala os passarinhos
Alivia a minha dor
Tem pena d'eu
E diz, por favor
Tu que tanto andas no mundo
Onde anda o meu amor
Tem pena d'eu
E diz, por favor
Tu que tanto andas no mundo
A voz de Kagome era um pouco afinada, e usava dela para fazer o que quisesse com a música. E se sentia tão feliz em cantá-la que se assustou quando ouviu alguém atrás dela cantar a ultima parte:
- Onde anda o meu amor! – Inuyasha cantou atrás dela, e ela pulou para frente, e abriu um sorriso ao vê-lo.
- como você me achou aqui? – perguntou ela.
- eu estava cantando essa música – falou Inuyasha com cara de inocente – e um sabiá apareceu e me trouxe até aqui.
Kagome estreitou os olhos e sorriu. De repente ele virou-se de costas. Kagome achou que ele estava magoado com ela. Mas tão rápido como virara ele gritou:
- Sabiá! Vem aqui! – ele ficou olhando para cima, como se estivesse esperando algo.
Ele se virou para ela com um sorriso triste.
- é parece que ele me deixou sozinho nessa.
- nessa? Quem disse que você está encrencado? – falou ela, brincando. Mas ele ficou sério.
- Kagome! – ele olhou para o mar buscando forças, olhou para os olhos azuis de sua esposa e acariciou seu rosto – Você sabe quanto é difícil para eu amar alguém depois de ter sido magoado pela Kikyou, não?
- sim...
- mas não poso esconder algo que já sei há muito tempo – ele revelou olhando fundo em seus olhos.
- o que você quer dizer com isso? – ela perguntou confusa.
- que eu te amo, sua boba – falou ele rindo.
Kagome ficou parada, ele dava mostras disso. Mas nunca falara em voz alta. Depois de alguns minutos, gargalhou alto, pulou em seus braços e deu um beijo no mais carinhoso homem da terra.
- Eu também te amo – ela falou se afastando um pouco com os olhos marejados de lágrimas. Ele abriu um largo sorriso e a beijou novamente, mais dessa vez um beijo cheio de promessas.
OooOooOooOooOooOooO
- Inuyasha, vamos! – falou Kagome manhosa, enquanto Inuyasha beijava seu pescoço. Eles haviam decidido ir à danceteria. Mas com Inuyasha tentando seduzi-la nunca iriam conseguir.
- Não podemos ficar aqui? – ele perguntou com a voz abafada entre um beijo e outro.
- não! – falou Kagome não muito firme – não sei se você notou, mas faz quatro dias que praticamente não saímos desse chalé. E Inuyasha, estamos na Grécia!
- tá bem, tá bem – falou ele se afastando – vamos à danceteria antes que eu pule em cima de você! – ele falou brincando, pelo menos era o que Kagome achava. Enquanto ele ia à mesa desligar o laptop que tinha trazido, Kagome deu uma olhada nas roupas dele. Estava do jeito que ela amava, simples e elegante. Com uma calça jeans escura, uma camisa de mangas curtas, que por incrível que pareça, dava mais destaque aos ombros largos dele. Kagome estava achando a camisa colada demais, mostrando muito os músculos do abdômen, que não era em demasiados musculosos, mas eram perfeitos. Kagome riu de si mesma. Estava tendo uma crise de ciúmes. Foi até ele e lhe deu um pequeno beijo, o puxou pela mão para fora do chalé.
Enquanto ela o puxava, Inuyasha deu uma olhada nas roupas dela. Ela estava com uma calça jeans muito colada. Uma blusa dourada cavada nas costas. Uma sandália de salto alto dourada. Estava linda! E o primeiro engraçadinho que fizesse alguma coisa, iria ficar enjoado do cheiro anti-séptico dos hospitais. Apertou a mão dela. Ela apertou também. Estavam do lado de fora do chalé. O vento da noite balançava os cabelos de Kagome. Deixando-a com uma aparência serena. Caramba, o amor que sentia por Kagome, era totalmente diferente daquele que um dia pensara existir pela Kikyou. E imaginar que um dia pensara em se casar com ela. Inuyasha riu. Ainda bem que Kagome apareceu para salva-lo.
Chegaram à sede dos chalés. Era um lugar belo, e enorme. Chamavam de chalé. Mas era somente por que era lá que se alugavam os outros. O enorme restaurante ficava na ala norte, a danceteria, que eles não conheciam, ficava na ala Leste. E a recepção na entrada.
Entraram pela recepção, e seguiram de mãos dadas por um corredor que dava para a danceteria. A música alta já podia ser ouvida pelo longo corredor. Era puro Dance que se ouvia. Havia algumas pessoas na porta onde estavam alguns homens, checando identidades. Olharam para Inuyasha e estava na cara que ele não era menor de idade. Depois passaram a olhar para Kagome. Um mais atrevido olhava como se pudesse comê-la com os olhos. Inuyasha ficou se segurando.
- e você mocinha? Mostre-nos a identidade! – falou um deles.
- a mocinha é minha esposa, então se suponha que ela não seja menor de idade – falou Inuyasha, pondo-o no lugar dele. Eles liberaram a entrada. A música realmente estava alta. Ao entrarem chamaram mais atenção do que se um alienígena tivesse entrado matando todo mundo com um laser (N/A: lá vem eu de novo com minhas comparações malucas, hehe, desculpem). Kagome estava morrendo de ciúmes, que garotas atrevidas, o olhavam descaradamente. O problema que não eram algumas e sim muitas! Kagome apertou a mão de Inuyasha. Ele não estava com uma cara muito boa. Afinal, que caras mais idiotas, olhavam para SUA Kagome como se ela fosse um copo de água no deserto. Alguns deles pararam de dançar para olhá-la. Causando irritação as suas companheiras, mas que logo se recompunham ao vê-lo. Apertou a mão de Kagome quando ela apertou a dele, vira que ela não se agradava muito do olhar das mulheres. É claro tinham os casais feitos, e eram esses que saiam da lista dos "admiradores não-secretos".
Dirigiram-se para uma mesa, sentaram-se e pediram uma bebida.
- lembre-me de não ir ao toalete hoje! – falou Kagome.
- posso saber por quê? – ele perguntou com uma sobrancelha arqueada.
- vai que uma dessas maníacas apaixonadas por você me mata para tê-lo só para elas? – ela falou carinhosa, colocando a mão na coxa de Inuyasha.
- se você for subir a mão mais um pouquinho eu sugiro que voltemos para o chalé – ele disse relaxado.
- Oh, não! – falou ela mordendo os lábios – ninguém falou nada sobre namorarmos, não?
- bom, eu não sou contr...- foram interrompidos por um cara que perguntou para Kagome:
- você quer dançar comigo? – ele era muito bonito.
- que tal você pedir para mim? – pronunciou-se Inuyasha.
- por que é um pensamento machista seu achar que ela te pertence – falou ele convencido.
Inuyasha riu.
- o problema que ela me pertence – falou Inuyasha, apesar de não pensar do mesmo modo que falou – e se você chegar a menos de cinco metros de minha esposa, eu juro para você que não vai ser nada legal apanhar de mim. – o homem se retirou. E Inuyasha olhou para a Kagome, que estava com um olhar arregalado (N/A: Meu Deus, que burrice a que falei, como o "olhar" da Kagome vai estar arregalado?).
- Que foi? – perguntou ele, fingindo-se de inocente.
- isso foi uma crise de ciúmes? – perguntou ela.
- é... hum... – ele estava confuso – eu acho que sim, afinal eu te amo, e ciúmes é sintoma de amor, não?
- por que você sempre tem que dar uma entonação romântica em tudo? – perguntou ela. viu quando uma garota olhava para Inuyasha. Ela estava vindo na direção deles. Essa garota parou na frente da mesa deles. E antes que ela fizesse algo, Kagome deu um beijo ardente em Inuyasha, talvez até mesmo possessivo. Ele retribuiu ardentemente, colocando uma das mãos em sua coxa e a puxando para perto. Longos e deliciosos minutos depois eles se separaram, a garota não estava mais lá. Inuyasha nem esperou, deu outro beijo em Kagome. As bebidas estavam esquentando, eles beberam e a música que estava tocando começou os toques finais. Inuyasha arqueou uma sobrancelha.
- vamos dançar? – perguntou ele.
- é claro – eles já tinham ido para danceterias antes, e Kagome e Inuyasha pareciam somente uma pessoa na pista de dança, pois dançavam muito bem. E não era somente um estilo de dança, e sim vários.
Foram para a pista de dança com as mãos entrelaçadas. Ouviram comentários tipo "Que casal lindo" ou " parecem muito apaixonados", mas nem ligaram. Chegaram ao meio da pista. E uma nova música começou a tocar chamada Dance, Dance dos Fall Out Boys. E Inuyasha deixou Kagome começar. Deixaria aquele monte de babões verem o que ele tinha somente para ele. Os toques iniciais começaram a tocar. Kagome estava de frente para ele. Ela deu um passo para trás. Deu um sorriso, fechou os olhos, colocou a mão nos quadris e rebolou, como se estivesse com um pouco de dor. Inuyasha amava aquele passo dela. Ele ficou lá parado, quem visse acharia que ele não sabia dançar. Ela colocou a mão nos cabelos, e rebolou sensualmente de acordo com a batida. As mãos delas começaram a baixar, passando por todo corpo. Inuyasha quase sorriu ao ver alguns homens pararem para vê-la, quase. De repente a batida da musica acelerou consideravelmente. Aí que Inuyasha se mexeu foi de encontro a ela que rebolava sensualmente, colocou as mãos em cima no quadril dela, e começaram a dançar. Muita gente parou para ver, quem achara que Inuyasha não sabia dançar, quebrara a cara. Pois ele dançava muito melhor do que a maioria dos homens presentes. Kagome virou-se de costas para Inuyasha. Ele firmou a mão na barriga lisa de Kagome, e a puxou de encontro ao corpo. Quadril com quadril. Eles começaram a rebolar juntos, foram descendo aos poucos. Fazendo os quadris ir de lá para cá. Inuyasha passava as mãos ao longo do corpo de Kagome. Fazendo muitos homens o olharem com inveja. Eles se separaram e Inuyasha fez Kagome dar uma rodada, depois a puxou de novo para o corpo, ficaram parados por pouco tempo só se olhando.
- ufa, faz tempo que não faço isso! – falou Kagome se sentando.
- estou ficando velho! – falou ele.
- está realmente! – ironizou Kagome dando um beijo nele. Bom... não faria mal namorar um pouco antes de voltar para o Chalé.
OooOooOooOooOooOooO
- acorda, Bela Adormecida – Kagome ouviu alguém falar longe. Abriu os olhos devagar, e logo os retraiu por causa da luminosidade.
- hum? – falou sonolenta, a noite deles fora mais prolongada do que o esperado.
- você vive reclamando que não saímos, então resolvi fazer algo diferente hoje! – falou Inuyasha sorridente.
- posso saber o que é?
- claro...- falou ele – que não.
- 'tá brincando!
- lá vem você com seus "tá" – ele disse rindo – realmente estou brincando, eu pesquisei na recepção, e perto daqui tem um templo. Que de acordo com o povo local a própria deusa Afrodite o declarou como templo dos amantes.
- história fascinante! – declarou ela.
- vamos, vá se arrumar se não vamos ter que pegar um trânsito um pouco congestionado – ele estava de bom humor.
Meia hora depois eles estavam indo em direção do templo. Ao chegarem lá, foram abordados por alguns policiais que alertavam que não poderiam se apoiar nas pedras em ruínas ou levar algo como souvenir. Depois de liberados, entraram no templo em ruínas.
O lugar era mágico, simplesmente. Kagome podia até ver as pessoas fazendo desejos e pagando promessas para a maravilhosa Deusa que estava esculpida em pedra, no meio do salão. Kagome sentiu seus olhos marejados de lágrimas. O amor parecia pulsar das paredes em decadência.
- você deve estar se perguntando por que eu a trouxe aqui! – falou Inuyasha baixinho, o lugar era tão imponente que o silêncio parecia ser obrigado – eu trouxe aqui, para dizer que igual essa deusa defende o amor, eu irei defender o nosso!
Uma lágrima escorreu dos olhos de Kagome quando ele falou aquilo, ele a limpou com o dedo indicador dobrado.
- não chore... Por favor! – pediu Inuyasha.
- eu não consigo parar... O que você falou é verdade?
- entenda uma coisa Kagome, eu te amo, não tem quem tire isso de dentro de mim. E você pode ficar sabendo, que não vou apoiar essa coisa preciosa ao qual compartilhamos em mentiras.
- é bom saber disso – falou Kagome com um pequeno sorriso. Inuyasha pegou sua mão e saíram do templo, Kagome deu uma última olhada e suspirou, nunca esqueceria daquele lugar, onde uma deusa mostrou o amor verdadeiro para ela.
OooOooOooOooOooOooO
- Meu Deus que lugar lindo! – falou Kagome com as mãos cobrindo a boca. Faltavam um dia para voltarem. E Inuyasha disse que tinha uma surpresa para ela.
- essa é a ilha da Grécia que é menos habitada – falou Inuyasha – não tem turistas andando de lá para cá, e essa praia é particular.
- se é particular então como podemos entrar nela?
- talvez por que ela esteve à venda?
- esteve? Não está mais?
- não! – ele foi convincente.
- o novo dono não estranhou de entrarmos aqui?
- você se importa de estarmos aqui? – perguntou ele.
- não, mais o que tem haver minha opinião? – perguntou Kagome.
- por que você é a dona!
- certo mais é estran...- Kagome olhou espantada para Inuyasha – eu sou a dona?
Inuyasha assentiu e deu um papel para ela.
- meu presente de casamento!- revelou ele.
Kagome leu o papel, estava lá, a praia estava passada para o nome dela. Reconhecia isso como advogada.
Ela abriu um largo sorriso, pulou em cima dele e lhe deu um longo beijo.
- você é demais, sabia? –
- não! Mas bem que mais um beijo me deixaria satisfeito!
Ela não lhe deu somente em beijo. E sim vários! Quanto a faculdade de Kagome, ela tinha terminado a duas semanas junto com Rin e Sangô. Elas fizeram contra-turno, ou seja, estudavam de manhã e de tarde, por isso o curso delas foram reduzidos pela metade.
Depois de conhecerem a praia, voltaram para o chalé. E começaram a se preparar para viajar no outro dia. E os dois estavam tristes por terem que ir. Mas voltariam assim que possível.
OooOooOooOooOooOooOooOooOooOooOooOooOooOooOooOooOooOooOooOo Gente!!
Desculpe quem não compartilha essa opnião comigo, mas esse foi o capítulo que mais gostei de escrever até agora. Mas me digam vcs, esse cap. Foi bom ou ruim? Mandem Reviews, gente vcs não vão acreditar, criaram uma comu pra essa fic no orkut, quem gostou por favor entra lá: vou dar espaços entre os pontos para o site não apagar http // www . orkut. Com / Community . aspx ? cmm 27746432 tb está na minha página pessoal!
Agora respondendo:
Gheisinha Kinomoto:
Eu Também AMO, nossas conversas por msn, já disse que te amo? Hehe, ainda bem que vc gostou do cap, bjss
Agome Chan:
Realmente eles não agüentaram, heheh, mas fazer o que? Kk ela ficou morta d e vergonha n foi? Kkk da uma olhada nesse cap. Eu amei escrever ele.
Dani Higurashi:
Ficou legal essa cena. Como é cansativo volta as aulas! Cansativo demais... demais! Vc estuda de manhã?
Angel Love Dreams:
Não tem nada, pelo menos vc postou, ei atualiza a sua fic, to morrendo de curiosidade quanto a ginacana, heh bjss.
Kagome JuJu Assis
Oi que bom que vc tá gostando, vc é a JuJu do orkut né? Que tem uma foto com o fundo verde, eu já vi vc em algumas fics que eu li, hehe, bjss
Natsume-aya-chan
Verdade, nem pra avisar, e arainha rindo, mas na verdade era por causa do batom dela, kkkkk, eu achei essa parte legal. Bjss.
Engel-chan:
Sabe o que eu tava pensando?
Eu vou criar outro nick e colocar essa fic que nós estamos palnejando nela, assim nós duas podemos atualizar a a fic e tal.
Ana
Não se preocupa em perguntar, hu.. a kik vai atrapalhar um pouco, os filhos isso ainda n sei, e sobre dizer q se amam, ta aí nesse cap;. Heheh, bjss
NAH-CHAN:
Ta aí, demorei o minímo que consegui por causa das aulas, bjss!
Espero que tenham gostado! ;)
