9 Cap º. - "Apenas uma vez"

Lyra andava apresada, perdida em seus pensamentos, pelos corredores do castelo, como ela pode se deixar levar? Ela tinha de se encontrar com Paul as quatro e já era mais de quatro! Será que o menino estava achando que ela tinha esquecido e ido embora? Não o Paul não faria isso, bom pelo menos ela esperava que ele não fizesse.

Quando estava quase chegando à saída para o jardim, a menina escutou um miado, num corredor ao seu lado esquerdo, merda, era só que faltava pensou a loirinha que se colocou a correr, parecia que o mundo tinha se colocado a disposição, para dificultar o encontro dela com Paul nos jardins. Primeiro elas esqueceu da hora, depois veio Demetri querendo acompanhá-la, e agora a gata múmia era só o que faltava. A menina parou e se encostou numa pilastra no corredor, na esperança da gata passar sem notar a presença dela, mas quando o miado se repetiu, se repetiu distante, então ela se desencostou e seguiu o seu caminho até o jardins, enquanto fazia uma nota mental de comprar um relógio. Para não se atrasar mais.

Quando chegou à saída para os jardins ela avistou o garoto sentado em uma pedra um pouco distante do salgueiro lutador, observando o lago, ou o horizonte era difícil distinguir o que ele olhava de onde ela estava, mas ele parecia bem entretido. Ela desceu lentamente e silenciosa o caminho de pedra que dava até onde o garoto estava, mas tranqüila sabendo que ele ainda estava ali esperando por ela. Ly se aproximou por trás do menino com um sorriso sapeca nos lábios e com as duas mãos foi tampando os olhos do garoto, que se virou assustado, mas sem conseguir ver quem era.

- Quem é? - Paul perguntou assustado, tentando tirar as delicadas mãos que tampavam seus olhos dos mesmos.

- Não sei, adivinhe. – Ly respondeu ao menino.

- Ly é você? - Paul perguntou um pouco incerto, ele nunca que havia imaginado que as mãos da garota fossem tão frias, macias e delicadas.

- Você está esperando outra pessoa senhor Zambini? - Perguntou a garota tirando as mãos dos olhos do menino e colocando na cintura, fazendo cara de má enquanto o garoto se virava e levantava para eu a garota pudesse passar por ele e sentar-se.

- Claro que não Ly, só que suas mãos estão frias e eu não te ouvi chegar. – O menino respondeu sorrindo enquanto ela passava por ele.

- É que o clima esta frio o inverno sabe. Principalmente depois da tempestade que caiu ontem à tarde. – A menina respondeu sorrindo enquanto se sentava.

- É realmente esfriou, você não tem idéia do trabalho que deu enxugar essa pedra pra poder sentar. - O menino disse se sentando e fazendo uma careta. – Agora me responda como a senhorita pretende se proteger desse frio e não congelar só com essa camiseta de manga comprida e malha fina, uma calça Jens e um cachecol, em? - Ele perguntou analisando a garota, ela estava um pouco branca.

Sinceramente Ly não havia pensado nisso quando saiu do dormitório, lá ela tinha as lareiras pra se esquentar, mas e ali? A única coisa que passava pela cabeça da loira era chegar antes que Paul cansasse de esperar e fosse embora, ela não havia pego nenhum casaco ou sobretudo, já estava ficando com frio e dentro de alguns minutos ia começar a congelar, mas não daria o braço a torcer.

- Eu não estou com frio. – Ela respondeu com um leve sorriso, ainda não estou com frio! Completou mentalmente, a garota.

- Hum, vamos ver por quanto tempo. – O menino falou debochado. Levando um tapa no braço dado pela garota.

- Eu não estou com frio. – Repetiu à menina, ela não daria o braço a torcer.

- Ok, não precisa parti pra agressão. – O garoto falou sorrindo. – Agora vai me dizer por que demorou? - Ele perguntou.

- Eu me entretive e não vi o tempo passar. – Respondeu a menina sorrindo, olhando para o lago, onde a lula gigante parecia muito irritada batendo os tentáculos na água.

- Ela ta assim faz um tempo. – Disse o menino, notando que a garota olhava a lula gigante. – Acho que o frio não a agrada. Mas no que você tinha se entretido, a ponto de esquecer-se de mim posso saber? – Perguntou fazendo cara de indignação.

- Me entretive com o mesmo motivo que está deixando a lula irritada provavelmente. – A menina falou pensativa.

- Como? – O menino perguntou confuso.

- Hoje é sábado... Desculpa hoje é domingo, mas de todo jeito, todo final de semana tem festa na Sonserina. A música alta só é permitida a partir das duas da manhã, acho que o movimento dos dormitórios, e o volume da música deve ter acordado a lula, e agora ela esta irritada. – A menina falou esclarecendo as coisa para o garoto.

- Festa na sonserina? Por que a festa estaria incomodando a Lula? – ele perguntou mais confuso ainda.

- É verdadeiro o boato de ter festa na sonserina todo final de semana. – A menina respondeu, esfregando a mão no braço a mão dela já estava congelando. – E os dormitórios da sonserina são nas masmorras e todo o dormitório especificamente, fica embaixo do lago. – Concluiu a menina.

- Ah, Legal, mas como vocês tem janelas e recebem cartas? – O menino perguntou confuso.

- Hogwarts é mágica Paul, nós não sabemos como, mas sabemos que temos chaminés e janelas e delas temos lindas vistas, a vista do meu quarto e do das garotas dá pra esse jardim. – Ly respondeu.

- Hum, interessante. – Ele comentou olhando o salgueiro.

- O Salgueiro ou o Dormitório? – Perguntou a menina risonha, o encarando.

- Os dois. – Respondeu o garoto passando a mão pelos cabelos negros, arrancando gargalhadas da menina.

- Você não tem jeito mesmo Paul. – A menina disse rindo.

- Obrigada, Obrigada. – O menino disse se levantando e fazendo reverencias, tirando mais risadas da pequena. Ele não se sentou na pedra novamente, dessa vez ele se sentou no chão encostando as costas na pedra.

- Vai me abandonar aqui em cima é? – A menina perguntou o olhando e fazendo bico.

- Talvez. – Ele disse pensativo. – Eu acho que não, a probabilidade de mim levar outro tapa é grande. Desce ai e senta aqui. – O menino falou batendo no chão ao lado dele.

- Há, há, há. Muito engraçado. – Ela falou se sentando no chão ao lado do pequeno garoto.

- Ly, Eu não queria tocar, no assunto, mas... – Começou incerto o garoto foi interrompido.

- Mas já tocando você quer saber o porquê de eu e minha irmã nos mudarmos para a França. Não é? – A menina perguntou passando a mão na relva molhada.

- Sim, é isso. – O menino disse de cabeça baixa, ele não queria que ela fosse embora, só não sabia o porquê de não querer isso.

- Bem, nossa mãe e nossa avó materna queriam que nós fôssemos estudar em Beauxtons. Mas meu pai queria que viéssemos para Hogwarts, e nós bem viemos para Hogwarts. – Explicou a menina, parando para pegar um ar. - Isso não agradou muito as duas então pra ter o que queria minha mãe ameaçou sair de casa, nosso pai a ama e nós não achamos justo, ficar em Hogwarts se isso fosse estragar o casamento deles. Então reconsideramos a idéia de ir para Beauxtons, e nosso pai veio ontem pedir a transferência. – A menina concluiu.

- Você não parece muito fã da sua mãe e dá sua avó. – O menino comentou expressando a sua opinião.

- Não sou. – A menina disse simplesmente.

- Posso saber o porquê ou seria me intrometer demais? - Ele perguntou sorrindo, o sorriso do garoto era caloroso, um misto de tranqüilidade e calor, que fez com que a menina arrepia-se.

- Minha mãe faz tudo que minha avó que. E minha vó é uma megera. – A menina disse simplesmente. Olhando para a relva molhada um pouco triste, a mascara de frieza dela sempre caia quando ela estava com Paul, assim como muitas vezes caia com as amigas.

- Posso saber o nome da sua avó Ly? - O menino perguntou pegando na mão da garota pra tentar passar algum tipo de conforto estava na cara que aquele assunto era delicado para a garota.

- Esperanza, Esperanza Vilk. – A menina disse seca, ela não gostava de pronunciar esse nome, não lhe trazia boas recordações.

- Vilk, eu já ouvi esse nome, não é um família dinamarquesa que venera o purismo do sangue, a arte das trevas, odeia trouxas e tortura pra castigar. – O menino disse pensativo, ele tinha certeza de que os Vilk´s eram esse tipo de família.

- Sim, é essa família sim. – Ela confirmou, sem olhar nos olhos dos garotos.

- Espera um instante. Sua avó não tortura vocês ou tortura? – O menino perguntou se virando para a garota.

- O que você acha? - Perguntou ela sarcástica.

- Merda. – Foi só o que o garoto disse se encostando na pedra novamente e olhando para o horizonte. – Sabe eu sei como é meu avó fazia isso comigo, mas ele morreu. – Ele comentou baixo.

- Que bom pra você, presumo. – Ly disse olhando para o lago.

- É foi bom mesmo quando ele morreu, sinto muito pela sua avó. – Ele disse sincero.

- Tudo bem eu já me acostumei. – Ela disse sorrido. – Minha avó só quer que vamos para a França porque fica mais perto para ela poder nos torturar com mais freqüência.

- Você quer que eu vá com você para a frança? - O menino perguntou.

- Não precisa Paul. A Dak e a Angel, já estão indo, mas peço que guarde segredo. Elas querem assim, como eu e minha gêmea também preferimos. – Ela falou sorrindo doce para o garoto. Soltando a mão do mesmo para cruzar os braços já estava morrendo de frio.

- Toma. – O garoto falou tirando o casaco e passando para a menina.

- Não precisa Paul você vai ficar com frio. – Ela disse recusando o casaco.

- Não vou, e mesmo que eu ficasse, antes eu que você Ly. Agora pega logo, ou você quer que eu te vista? – Ele perguntou sorrindo maroto.

- Tá tudo bem, eu pego. – Ela falou dando o braço a torcer. – Mas por que você queria que eu te encontra-se aqui e a essa hora? – Ela fez a pergunta que a estava deixando curiosa.

- Por causa disso. – Disse o menino apontando o horizonte, de onde uma linda bola de fogo subia. – O nascer do sol nessa parte do castelo é lindo.

- É realmente, o nascer do sol aqui é lindo. – Ly falou deslumbrada com a beleza e a imponência que aquela bola de fogo transmitia ao céu. O casaco que o menino havia lhe emprestado, amenizava o frio, mas não o exterminava. O que fez com que a garota inconscientemente se encostasse no ombro do menino, na tentativa de se esquentar.

- Eu gosto de velo nascer de vez em quando. Utilizo o sol como meta. – O menino disse observando sol, mas não deixando de notar a menina, logo entendeu que ela ainda estava com frio, então passou o braço sobre o ombro da garota a trazendo mais pra perto, Ly nada fez apenas se deixou levar.

- Meta? Você quer se torna uma bola de fogo para iluminar o céu? – A menina perguntou risonha.

- Não, claro que não isso estragaria a minha beleza. – O menino falou convencido, sendo empurrado pela menina que fazia uma cara de falsa decepção. – Eu o uso como meta porque um dia eu quero ser um grande executivo como meu pai é, e quero ter a imponência que o sol demonstra ter. – Ele disse se perdendo nos olhos da loirinha.

- O que foi? - A menina perguntou incomodada com os olhos do garoto em si.

- Você me lembra o nascer do sol depois de uma noite de chuva. – Ele disse analisando ainda mais a garota, Paul poderia citar inúmeras coisa que a menina o fazia lembrar.

- Como? O que em mim te faz lembrar o nascer do sol depois que chove? - A menina perguntou curiosa, encarando o garoto.

- Você tem a beleza e a imponência do sol, seus olhos quando brilham me lembram a relva molhada iluminada pelo sol, quer que eu cite mas coisas que fazem você me lembrar o sol? – Ele perguntou para a loira que o olhava abobalhada era a primeira vez que ela ouvia isso de alguém. - O sol quando nasce parece que traz um felicidade e uma iluminação a vida dos seres que o assistem nascer, a mesma felicidade e iluminação que o seu sorriso me traz. – O menino disse tirando um mecha do cabelo de Ly, dos olhos da mesma, e deixando sua mão ali afagando o rosto da garota, que o olhava, eles se encararam, pelo que pareceu horas, sem saber o que fazer, o que dizer como agir.

Paul não sabia o que o havia motivado a falar aquelas coisas e Ly não sabia como reagir, após ouvir aquelas coisas todas, ela podia levar na esportiva, ela podia reagir violenta, ela podia ignorar, ela podia aceitar que o garoto havia acabado de se declarar, ela podia negar a declaração. Mas ela não sabia como reagir.

Ly não fez muita coisa já que Paul caiu em si e percebeu o que havia acabado de acontecer, ele havia acabado de se declarar inocentemente, para a garota, por que ele havia feito isso ele não sabia, só sabia que não podia deixar ela ir embora sem aproveitar o pouco de tempo que ainda tinha com a garota, nem que depois eles só fossem amigos, ou que a garota o odiasse. Mas ele tinha que tentar tela.

Então lentamente ele foi se aproximando da menina, com a mão ainda afagando o rosto da mesma, ele roçou os lábios no da menina, se afastou um pouco encostando a testa na da menina e colocando a mão na nuca da mesma, que já tinha a mão no peito do garoto, eles se olharam por um tempo, até que Ly fechou os olhos devagar decidida a se entregar a sensação de ter os lábios de Paul juntos aos seus, Paul se aproximou novamente da menina agora decidido a beijá-la, no inicio o beijo foi lento e atrapalhado por falta de experiência de ambos, mas logo os dois se entenderam e o beijo se tornou um pouco mais exigente, Paul levou a outra mão ao rosto da garota para poder telo entre as mão. Ly levou a mão a nuca do garoto, e começou a brincar com o cabelo do mesmo. As coisas começaram a fluir naturalmente como se os dois já tivessem nascido sabendo beijar.

Paul não esperava que a sensação de ter os delicados lábios da loira nos seus fosse tão boa, era como se o estomago dele começa-se a pular, em uma hora ele estava bem, na outra estava totalmente arrepiado, ele não queria parar, ele queria tela mais a cada segundo que se passava.

Para Ly a sensação era a mesma se não melhor. Os lábios do garoto eram delicados e hesitantes sobre os dela, as suas línguas brincavam juntas, a menina não sabia como definir o momento, que com certeza era único, só sabia que tinha de aproveitá-lo ao máximo já que não sabia se ele ia ou não se repetir.

O primeiro beijo só se dava apenas uma vez e os dois sabiam disso, então mesmo sem experiência nenhuma sobre o assunto se deixaram levar, mas uma hora o momento mágico dos dois teria de acabar.

E acabou, Ly se afastou ofegante devagar do garoto que se encontrava na mesma situação, mas que logo começou a depositar pequenos beijos na boca da menina e por todo o rosto da mesma, até que chegou na testa onde deu um leve beijo. Ly encostou a cabeça entre o ombro e o pescoço do garoto, os dois pequenos pré-adolescentes ficaram ali sentados abraçados olhando o sol nascer, cada um digerindo o que havia acabado de acontecer.

- Ly isso não vai estragar a nossa amizade vai? – O menino perguntou preocupado. – Quer dizer você não vai ficar com raiva de mim, pelo o que eu fiz vai? – Ele não suportava a idéia de ficar longe da menina.

- Não vai, Paul. Você não fez nada só. - A menina disse se mexendo, tentando achar uma posição mais agradável nos braços do garoto.

- Ly eu...eu não sei o que deu em mim, eu não queria fazer nada que te magoasse. – O menino falou um pouco desesperado. Fazendo Ly rir, e se virar para o menino. O sorriso que a menina tinha no rosto era tão lindo que Paul sentiu um arrepio percorrer todo o seu corpo.

- Ta tudo bem Paul você não me magoou. – A menina disse, se inclinando e depositando um beijo nos lábios do garoto atônico. Ela tinha acabado de beijá-lo. Depois Ly se virou e continuou a ver o sol nascer, agora ele estava quase todo acima do horizonte.

Os dois ficaram lá abraçados por mais um hora talvez, eles não sabiam ao certo só não queriam quebrar o momento que pra eles estava significando tanto.

- O sol já nasceu daqui a pouco todo o castelo já vai ter despertado. – Paul disse soando um pouco triste.

- É realmente, temos de ir se não quisermos pegar um detenção. – Ly disse sem nem se mexer.

- Se você não quiser pegar uma detenção eu já tenho tantas que não tem nem diferença. – O menino flou despreocupado, tirando um sorriso da menina.

- Desculpe senhor Zambini, mas tenho que manter minha ficha escolar limpa, o senhor já é má influência de mais pra mim. – A menina disse se levantando e tirando a grama que havia se acumulado na calça.

- Eu sou uma má influencia é? – Ele perguntou segurando a menina pela cintura. Fazendo a mesma olhá-lo e seus rostos ficarem a poucos centímetros, um do outro.

- Você é muita má influência. - A menina disse sorrindo e colocando uma mão no pescoço do garoto, enquanto a outra segurava unidas as duas pontas do cachecol do menino.

- E isso é bom? – Ele perguntou colocando uma mão no rosto da menina.

- Depende o ponto de vista. – Ly falou inclinando a cabeça e puxando o menino pra si. Logo os dois iniciarão um novo beijo, só se separando por que precisavam de ar.

- Do meu ponto de vista é ótimo ser uma má influência. – Paul falou no ouvido da garota quando recuperou o ar.

- Do meu é ótimo ser mal influenciada por você, porque pelo menos, eu tenho alguém em que jogar a culpa. – A menina respondeu sorrindo sapeca. Tirando risos do garoto.

- Sem duvidas que és uma sonserina. – O menino falou sorrindo.

- Com muito orgulho, obrigada. – A menina falou sorrindo e pondo a mão sobre o coração. Mas soltando um bocejo, ela estava morrendo de sono.

- Venha é melhor irmos você esta morrendo de sono. – O garoto disse a arrastando para dentro do castelo.

- Não estou, não. – A menina teimou, fazendo bico.

- Por que você sempre teima comigo? – O garoto perguntou, frustrado.

- Por que você fica lindo, quando eu nego. Tentando me convencer do obvio. – A menina disse o olhando.

- Eu sou lindo de todo jeito. – O menino falou convencido.

- Alguém já lhe disse que o senhor é muito convencido? – A menina perguntou debochada.

- Hoje ainda não. – Respondeu o menino rindo.

- Você é muito convencido. – Cantarolou a menina. – Paul, eu tenho de ir para as masmorras. – Ly disse não muito animada.

- E eu tenho de ir para a torre da grifinoria. – O menino disse igualmente pouco animado. – Nós vamos nos ver mais tarde? No almoço talvez? – Ele perguntou já mais animado com a idéia.

- Mais tarde com certeza, no almoço eu já não sei, se eu acorda a tempo... – A menina disse um pouco pensativa. – Até mais tarde. – Ly disse se virando, para ir embora quando sentiu a mão do garoto se fechando ao redor do seu punho, e a puxando.

- Você está mesmo achando que vai embora assim? – O garoto perguntou, com um sorriso maroto brincando nos lábios.

- Assim como? – Ly perguntou se fazendo de desentendida.

- Sem me dar nem um beijinho.- O menino falou com um falso tom de tristeza na voz.

- Ah, isso. – Ela falou maliciosa.

- É isso. – Paul disse puxando a loira pra si e a beijando pela quarta vez naquele dia.

A menina prontamente correspondeu ao beijo do menino, mas o quebrando rapidamente, para não acontecer de se perde nos lábios quentes e macios do menino.

- Até mais tarde. – Ela disse dando um beijo na bochecha do garoto e sumindo pelo corredor que levava as masmorras. Deixando para trás, o menino a observando fascinado.

- Até mais tarde minha princesa. – Murmurou o garoto ao vento. Se virando e seguindo para o dormitório da grifinoria.

Chegando lá Paul encontrou os outros marotos esparramados em suas camas, num sono profundo, ele trocou de roupa e se deitou pensando numa certa loira, que havia movimentado a sua madrugada.

Ly quando entrou no salão comunal da sonserina, encontrou um monte de alunos dormindo pelos cantos da sala, mais alguns super bêbados cantando musiquetas natalinas, a menina seguiu para o próprio dormitório, lá Ly viu as amigas perdidas nós próprios sonhos, unicórnios vermelhos que cospem fogo murmurava Ang de cabelos verdes esmeraldas, enquanto dormia, Dak chutava o vento e Lah dormia tranqüila encolhidinha no meio da cama.

Ly tirou o casaco de Paul, que havia esquecido de devolver, e o soltou do lado da cama, entre a cama e a parede, já que assua era a do canto, pegou o pijama trocou de roupa escovou os dentes e foi dormir, melhor foi tentar dormir, já que Paul e a desculpa que teria de inventar para as amigas não saiam de sua cabeça.
No dia seguinte ela teria muito o que explicar.

Já era meio dia quando Lah despertou e encontrou o quarto no maior silêncio, quando ela foi dormir, não havia encontrado a irmã ainda, pelo que Demetri contou a menina havia saído para fazer alguma coisa, ela não havia dito o que era ao garoto, Lah de inicio havia se preocupado com a irmã mas depois chegou a conclusão de que Ly sabia se virar sozinha então reuniu as garotas que estavam procurando pela mesma, e foram dormir. Agora olhando ao redor, encontrou a irmã desmaiada de sono na própria cama, então uma idéia passou pela cabeça de Lah.

Ly estava devendo uma explicação convincente pelo motivo de ter sumido, então por que não acorda as meninas e Ly também assim elas contavam que haviam feito na noite anterior e obrigavam Ly a contar pra onde foi e o que fez.

- Dak, acorda. – Lah disse baixinho despertando a loira.

- O que foi Lah? – Dak perguntou a menina, que apontou para a irmã que dormia tranquilamente, na ultima cama do quarto.

- Minha gêmea chegou. – Lah disse baixo pra Dak que se virou e observou a menina ela dormia com um leve sorriso nos lábios.

- De que horas ela chegou? – Dak perguntou, se levantando.

- Eu não sei, vamos acorda a Ang. – A menina disse indo até a cama da amiga que estava com os cabelos verdes.

- Ang, acorda. – Dak disse baixo balançando o ombro da amiga.

- O que é Dak? – Perguntou a menina sonolenta.

- A minha Gêmea chegou ta dormindo, mas a gente não sabe a hora que ela chegou nem o que estava fazendo. Estamos curiosas. – Lah falou rápido e baixo.

- E vocês pretendem tirar isso dela como? – Ang perguntou se sentando na cama.

- Não sei. – Dak respondeu sincera, ela ainda não havia pensado em como tirar a informação da menina. Mas Lah tinha a resposta.

- É fácil. Nós contamos a ela o que fizemos ontem, tecnicamente obrigando ela a nos contar o que fez. – Lah disse como se a coisa toda fosse obvia.

- É talvez de certo. – Ang disse pensativa. – Agora ela chegou já era mais de seis da manhã, eu acordei de seis pra ir no banheiro e ela não tinha chegado ainda.

- A Ly tem muito que nos explicar. Acorda ela Lah. – Dak disse olhando para a amiga, que se levantou e foi até a cama da irmã.

- Gêmea, acorda meio dia e quarenta. – Lah disse cutucando a irmã minutos mais velha.

- Oi, gêmea. – A menina disse sonolenta, mas sorrindo.

- Oi, to te acordando por que as meninas querem contar um coisa enquanto tomam banho pra agilizar, porque se não perdemos o almoço e já perdemos o café. – A menina falou dando a dica para as outras duas contarem enquanto tomavam banho.

Ang e Dak entenderam o recado e entraram no banheiro para tomar banho deixando a porta aberta para que pudessem ouvir tudo que estava sendo dito.

- Deixa eu contar primeiro. – Ang disso do banheiro.

- Ta conta. – Ly disse ainda sonolenta, ela já havia sacado qual era a das meninas elas iriam contar o que aconteceu na noite anterior, só para depois pressioná-la a contar o que havia acontecido com ela na noite anterior.

- Bom quando todo mundo se mandou, Dak saiu com Sam, Lah foi dançar com Lucas e só ficou eu, De, Ly que se mandou quando eu não tava olhando e Deme. – Ang começou.

- Você não tava olhando ou estava entretida com a língua do Dean na sua garganta. – Ly falou sarcástica.

- Bom eu estava um pouco entretida com isso sim, - Ang falou arrancando risada das amigas, com exceção de Lyra que só revirou os olhos. – Mas bom quando a Ly sumiu e o Deme saiu deixando eu e o Dean sozinhos, nós conversamos, um pouco, dançamos e beijamos muito. - A menina falou saindo para se vestir no quarto dando cedendo o banheiro a Lah que já estava de prontidão para tomar banho.

- Que interessante. Mas nada revelador, só isso? – Dak perguntou se enxugando do outro banheiro.

- Só isso. – Ang respondeu se vestindo. – Sua vez Dak.

- Bom, deixa eu ver o que tenho pra contar, quando o Sam me puxou pra conversar ele queria saber se eu queria ficar com ele, e tipo assim foi muito fofo o que ele fez, ele ficou todo confuso pra me pedir. – Dak falou com um sorriso de criança que acabou de ganhar um sapo de chocolate, ou uma varinha de alcaçuz. – A depois a gente se beijou algumas vezes, dançamos muito e fomos procurar a Ly que tinha sumido sem falar nada pra ninguém, - Essa parte ela falou lançando um olhar curioso para Ly que o ignorou. – Bom pra todos os efeitos e defeitos minha noite foi basicamente isso. – Concluiu a menina.

- Minha vez. – Lah disse animada terminando de tomar banho.

A essa altura, Ang estava pronta, Dak quase e Lah ia começar a se arrumar, enquanto Ly estava deitada na cama com a cara no travesseiro só esperando a sua vez de falar, o problema é que ela não sabia o falar.

- Bom eu e o Luh, dançamos muito, eu ri muito ele tem muita história louca pra contar da família. Depois eu conto umas pra vocês. – A menina falou se enxugando. – Depois ele me beijou, e a gente dançou mais, conversou mais, e claro beijamos mais, quando eu cansei e fui procurar vocês no lugar que estávamos só encontrei a Ang e o Dean, então eu fui procurar a minha Gêmea pela festa mas não achei. Então eu vi o Demetri e perguntei se ele tinha te visto Ly, e ele me disse que você saiu apressada dizendo que tinha compromisso. – Lah terminou olhando para a irmã. Que não havia se movido um milímetro que seja.

- Tas acordada Ly? – Ang perguntou, a menina que não respondeu, apenas se levantou pegou uma muda de roupa e entrou no banheiro fechando a porta.

- Hey, você vai nos contar sem termos de perguntar, ou nós vamos ter de pergunta o que você estava fazendo a madrugada inteira pra só voltar depois das seis da manhã? – Dak perguntou curiosa.

- Como você sabe que eu só voltei depois das seis? – Ly perguntou do banheiro.

- Eu levantei de seis horas pra ir no banheiro e você não tinha chegado ainda. – Ang respondeu, ela e Dakota ambas com o moletons da sonserina um branco e o outro cinza, e calça Jens e tênis já estavam prontas, Lah já estava quase pronta ela estava de bota calça Jens preta e um moletom verde também da sonserina.

- Hum, eu estava vendo o sol nascer. – A menina respondeu do banheiro.

- Sozinha? – Ang perguntou a amiga.

- Não. – Ly estava se divertindo com isso.

- Com quem? – Dak perguntou curiosa, como sempre.

- Com um amigo. – Ly respondeu prendendo a gargalhada, ela já estava terminando de tomar banho.

- Para de dar repostas evasivas gêmea, que amigo era? – Lah perguntou ela estava curiosa.

- Com o Paul. – Ly respondeu quando terminou de tomar banho.

- Você estava vendo o sol nascer com o Paul? Por que em? – Dak perguntou maliciosa.

- Sim eu estava vendo o sol nascer com o Paul, e estava vendo por que ele sabe que vamos sair do colégio e queria saber o motivo, eu não vi porque não contar, então quando ele me perguntou eu disse que contava depois, ele me pediu para encontrar com ele no jardim as quatro da manhã eu não sabia que era pra ver o sol nascer só fiquei sabendo quando cheguei lá. – A menina falou saindo do banheiro escovando os dentes, ela estava com uma bota preta, uma calça jeans clara, um moletom preto colado gola alta, tinha um cachecol branco enrolado no pescoço, o cabelo estava preso num rabo de cavalo.

- Você está linda maninha. – Lah disse olhando a irmã. – agora me diga você demorou aquele tempo todo para explicar o nosso motivo?

- Obrigada, e não eu não levei o tempo todo para explicar isso, como eu disse ficamos vendo o sol nascer. – A menina respondeu quando terminou de escovar os dentes.

- Não rolou nada, que você esteja esquecendo de contar? – Ang perguntou maliciosa.

- Talvez, não tenho certeza. – Ly respondeu com um sorriso sapeca. Indo até a cama e pegando o casaco do garoto, e só agora percebendo como o perfume do menino é bom.

- O casaco é dele? – Dak perguntou.

- O que você está fazendo com o casaco do Paul, gêmea? – Lah perguntou sorrindo com malicia.

- Nada. – Ela respondeu vestindo o casaco branco do menino por cima do moletom que estava vestindo. – Ele me emprestou e eu esqueci de devolver, to pegando por que se eu o ver agora lembro de devolver, agora vamos almoçar. – A menina disse indo em direção a porta, mas foi segurada por Ang.

- Vocês ficaram ontem? – Ang perguntou a amiga, que a olhou avaliando a situação.

- Defina ficar. – Ly pediu a amiga, comum sorriso sapeca.

- Ora vamos Ly não se faça de idiota, ficar, se agarrar, se beijar, dar um amasso e variáveis. – Dak disse rápido ela estava ficando curiosa de mais e isso não é muito bom.

- Se dizer que eu lembro, a ele o nascer do sol depois da chuva, justificando que eu tenho a beleza e a imponência do sol, que meus olhos quando brilham lembram a relva molhada iluminada pelo sol da manhã, e que eu quando sorrio para ele, meu sorriso tem o mesmo efeito de quando o sol nasce trazendo felicidade e tranqüilidade as pessoas. E depois me beijar. Se qualificar em FICAR, sim eu fiquei com ele, se não se qualifica em FICAR não eu, não fiquei com ele. – Ela falou como se isso tudo fosse comum e ocorresse com uma grande freqüência, que assustou as garotas que ainda estavam digerindo a história.

- Ai que fofo! – Dak exclamou.

- Que bonitinho! – Lah disse sorrindo.

- Acho que temos um apaixonado, ou talvez um casal. – Ang, disse sorrindo para a amiga.

- Vamos logo eu estou com fome. – Ly disse chamando as outras três.

- Hey, Ly você acha que pode ta rolando contigo aquela historia do sonho, do anjo? - Dak perguntou curiosa e um pouco confusa.

- Não sei.- Ela não havia pensado nisso, mas o sonho dizia que elas podiam se apaixonar várias vezes, antes de amar uma única pessoa, a questão era o podia, poder não significava que ela fosse se apaixonar, a que tudo isso vá para o inferno, ela que não ia gastar os neurônios pensando nisso. Ela ia viver o momento.

Quando as meninas entraram no salão principal ele estava cheio, podia se ver os marotos na mesa da grifinoria, acompanhados pelas quatro vagabas de hogwarts, haviam poucos alunos na mesa da sonserina, já que boa parte deles estava tentando se livrar da ressaca da noite anterior. Mas mesmo assim elas conseguiram enxergar Sam, Lucas, Demetri e Dean na mesa.

Seguiram para a mesa da sonserina as meninas se sentaram perto do garotos, e se sentou perto também mas com a cabeça em out lugar, num certo moreno de cabelos desarrumados, que não era James.

Na mesa da grifinoria os garotos viram quando as meninas entraram no salão. Mas nada fizeram para chamar a atenção das mesmas. Ficaram sabendo por Paul que elas viram o que aconteceu em hogsmeade.

- Pow-Pow aquele não é o seu casaco, o que a Ly ta vestindo? – Hector perguntou ao amigo.

- Sim, é eu o emprestei a ela hoje de madrugada. – O menino disse terminando o café da manhã, ele não havia contado nada aos amigos, sobre o que ocorrera de madruga, e não ia contar agora não perto daquelas garotas que ele não gostava. – Vou indo me encontrem lá fora, sem elas. – O menino foi curto e grosso.

Saio do salão e foi para o lago sentando-se na relva, para passar o tempo.

- Meninas eu to no lago, quando terminarem me encontrem lá. – Ly disse se levantando e saindo do salão.

Assim que Ly saio as duas corvinais e as duas lufanas que estavam com os marotos saíram do salão, também.

A menina não precisou andar muito para achar o garoto sentado de frente para o lago, tão submerso em seus pensamentos, que nem notou quando a menina sentou-se ao seu lado.

- Eu não sabia que estava ficando invisível. – Ly comentou chamando a atenção do garoto pra si.

- Ly a quanto tempo estais ai? – O menino perguntou assustado.

- Um minuto e meio acho. – Ela falou sorrindo para o garoto e passando a mão pelos cabelos bagunçados do mesmo.

- Desculpa estava entretido. – O menino falou se inclinando e dando um beijo na sonserina.

Não muito longe dali dois casais entravam no castelo, eles queriam achar as filhas mas não queriam dizer quem eram por ai, as meninas queriam descrição qual seria descrição se vaza-se por ai que Harry Potter e a esposa estão em Hogwarts, acompanhados por Draco Malfoy e a esposa. Bem nenhuma.

- Potter por que não perguntamos a qualquer garoto onde encontras as meninas da sonserina do primeiro ano. É difícil não notar as nossas filhas, elas são lindas. Tudo seria mais fácil. – Draco falou mal humorado, o castelo era enorme se eles fossem sair procurando pelo castelo talvez nunca encontrassem.

- Por que as garotas querem descrição Malfoy. - Harry respondeu a Draco que só bufou.

- Porque não entramos, pela entrada dos jardins, o dia está lindo, um pena que frio, mas lindo, se tivermos sorte, encontramos algum dos garotas, ou até mesmo elas. – Ginny falou ao outros, e logo sua proposta obteve aprovação de Luna sua melhor amiga, casada com Draco e do marido.

Assim os quatro seguiram andando pelos jardins até que Draco avistou um garoto.

- Ei ali não é o Paul? – Draco perguntou.

- É sim, vamos lá. – Luna disse puxando o marido.

- Quem é aquela garota que se sentou ao lado dele? – Ginny perguntou.

- Não sei. – Harry respondeu a esposa.

- Seja quem for é uma menina linda. – Draco falou.

- Tenho de concorda Malfoy a garota é linda. – Harry disse enquanto se aproximavam.

- E o Paul ta pegando. – Draco disse rindo levando um tapa da mulher no braço.

- O garoto tem bom gosto. – Ginny disse.

- Olá, Paul. – Draco disse atrapalhando beijo do menino.

Paul reconheceu a voz do padrinho chamando seu nome, então se separou de Ly muito contra a vontade. Mas quando se virou que quem o chamara fora o padrinho, e que ele estava acompanhado, por Luna sua esposa e madrinha do menino, mais os pais de James, Harry e Gina Potter o garoto ficou vermelho do pé a cabeça.

Ly por sua vez quando se virou para olhar as pessoas que haviam atrapalhado seu beijo, não reconheceu nenhuma, mas as achou familiar.

- Olá, Paul querido como vai? – Luna perguntou doce ao menino.

- Muito bem, madrinha, padrinho como vai o senhor? Senhor e senhora Potter espero que estejam bem. – O garoto falou assim que recuperou a voz, ainda vermelho.

- Eu estou ótimo! –Draco disse sorrindo, estava orgulhoso o afilhado estava pegando uma gatinha diria ele no seu tempo de escola.

- Estamos bem querido, sua amiga? – Ginny perguntou.

- Ehh...- O garoto não sabia o que dizer, olhou para Ly em busca de apoio mas a menina não estava prestando atenção nele e sim nos dois casais que estavam ali em pé, sabe de uma coisa se ela não quiser ou quiser ser sua namorada problema dela, ele a queria como namorada. – A Ly é minha namorada senhora Potter, - Ele falou pegado a mão da menina.

- É um prazer conhecê-los senhor, senhora Potter, senhora Malfoy e senhor Malfoy conhecê-lo é um prazer maior ainda, afinal é sempre bom conhecer um sonserino. – A menina falou estendendo a mão ao homem de meia idade.

- Sonserina garota? – Draco com um sorriso enorme no rosto.

- Sim, senhor. – Ela falou confirmando.

- Sempre sobe que tinha com gosto Paul, eu estou orgulhoso e tenho certeza que seu pai também vai ficar orgulhoso. O prazer de conhecê-la é meu senhorita...? – Draco perguntou.

- Winchester, Lyra Winchester. – A menina falou.

- Conheço seu pai um bom homem, é de família tradicional senhorita Winchester, como vai o grupo de empresas da família espero que bem. – Draco falou Cortez.

- Da ultima vez que tive noticia iam muito bem senhor Malfoy. – Ly respondeu no mesmo tom formal do homem, Ela fora criada na alta casse social, foi treinada pra saber responder perguntas difíceis, e saber falar na presença dos mais velhos.

- Senhorita Winchester é colega de nossas filhas na soncerina? – Luna perguntou a menina.

- Sim, senhora Malfoy. – Ly deu uma resposta direta a senhora loira que estava a sua frente.

- Então você é uma das amigas das meninas que vão para Beauxtons. – Gina perguntou.

- Sim, senhora Potter, a outra é minha irmã Gêmea, Lara. As meninas devem esta na entrada do salão principal, ou almoçando no mesmo, se as estiverem procurando. – Ela respondeu a senhora Potter.

- Obrigada Lyra, nós vamos nó encontrar com elas, mande minhas lembranças ao Arthur, Paul algum recado para o seu pai? – Draco perguntou ao afilhado.

- De sua descrição padrinho, e diga a mamãe que ela conhece a nora no Natal. – Paul disse ao padrinho, fazendo Lyra corar.

- Tchau crianças. - Os adultos disseram, e se foram.

- Sua namorada? – A menina perguntou sorrindo ao garoto.

- Você quer um pedido formal? – Ele perguntou brincando com o cabelo da menina.

- Não, quero um beijo. – A firmou a menina o puxando para perto e selando seus lábios.

Fim do capitulo "Apenas uma vez"


Resposta de reviews:

Percy Potter Cullen: Você tem bom gosto pra livros, essas são as três melhores sagas lançadas na atualidade.!
Bem vindo, ou bem vinda eu não sei...
É elas vão sim para beauxtons, (mas eu ACHO que voltam...)
Se eu responder as outras duas perguntas perde a graça, não?
Espero que tenha gostado desse cap. ele foi um pouco meloso de mais...

Beijos. Nane!