Gentneys! Bem em tempo s2
Eu adoeci esses dias e não tinha certeza se conseguiria postar hoje, mas finalizei o capítulo e aqui está :3
Agradecimentos Felícia Malfoy e LadyHakuraS2 pelos comentários anteriores s2
Um pequeno adendo: este capítulo pode pegar fogo logo mais, aguardem. Portanto, ele é totalmente +18, não digam que não avisei 3:)
Apreciem a leitura!
When you call my name it's like a little prayer
I'm down on my knees, I wanna take you there
Rodolfo ainda sentia a mão doer por ter socado Amico Carrow. Já tinham se passado quatro dias e estava mais próximo de visitar Hermione em Hogsmeade. A última visita antes da formatura dela, precisaria arranjar um presente decente e a altura dela para isso.
Estava sentado na varanda do seu quarto bebericando o chá que Alef tinha feito e estava com a cabeça de Leaf aos seus pés. Talvez a falta de criatividade para nomes seja realmente a marca da sua família. Riu todas as vezes em que a sua mãe disse a ele que ele só se chamara Rodolfo porque o seu pai já era Radolfo.
Não era uma tarde particularmente quente, mas estava agradável de ficar do lado de fora da Mansão sem tantos casacos. Ainda estava matutando se deveria ou não rastrear os feitiços que Hermione andava fazendo na escola. Vendo-a no beco e guardando a varinha havia sido muito suspeito. Não seria muito diferente de vasculhar a bolsa dela e a sua curiosidade estava matando-o para fazê-lo. Mais uma vez sozinho naquela casa enorme, fez o caminho até o quarto do irmão com a xícara de chá cheia nas mãos.
Se sentou no chão e lembrou de todas memórias felizes da sua infância e adolescência com ele. Rodolfo tinha nove anos quando Rabby nasceu. Ele era uma coisinha pequena e chorona, não o deixou dormir por semanas. Ele tinha herdado os olhos e os cabelos castanhos do seu pai. Depois veio a aprender que olhos verdes eram muito mais difíceis de serem herdados que azuis, algo do corpo e os seus mistérios. Coisas que sabia que nunca entenderia pois achava as ciências trouxas algo sem sentido. Depois de semanas sem poder dormir direito, foi ao quarto do irmão e subiu em um banquinho para olhá-lo dentro do berço. Então ele parou de chorar. Viu como o bebezinho se sentiu seguro com ele lá e parou. Rodolfo tinha dormido lá naquela noite e Rabastan não acordou até o amanhecer.
Depois ele cresceu, começou a andar, a falar, a comer comidas que não fossem só do peito de sua mãe. Viu tudo isso acontecer e sabia que um dia ele não seria o seu amigo ou algo assim. Ele já era o seu irmão, isso dizia muito mais. Dois anos após o nascimento dele a sua carta de Hogwarts chegou no final de junho e sabia que teria que se separar de Rabastan. Não podia confiar em mais ninguém que não fosse a família para cuidar dele. Já havia se transformado em um protetor para o pequeno.
Os seus anos em Hogwarts foram... esquisitos. Só via Rabastan nos verões e nas breves férias de Natal e Páscoa. Foi Rabby quem descobriu que Rodolfo estava noivo de Belatriz Black antes mesmo dele. Concluiu a escola no tempo certo enquanto Bela demorou três anos a mais por causa de Poções e Transfiguração, assuntos que a família Black tomava por extremamente importantes ao lado das Artes das Trevas. Depois foi a vez de Rabby estudar e mais uma vez ficaram longe um do outro. Passou a visita-lo nos fins de semana quando iam a Hogsmeade. Já havia se casado com Belatriz a essa altura e não demorou muito para que tomasse a Marca Negra junto dela, isso fazia jus a tudo aquilo que esperavam que ele fizesse. O seu pai era um seguidor leal e era esperado que ele fizesse isso assim como foi esperado que Lúcio o fizesse.
Passou as mãos por debaixo da cama de Rabastan e sentiu uma caixa ali. Se lembrava dela, eram as lembranças dele de Hogwarts, caixa que nem chegou a completar direito já que foi preso meses após a sua formatura. Abriu e viu lá pergaminhos, fotografias, o broche dele de Monitor da Corvinal e depois de Monitor-Chefe. O seu pai tinha feito um escândalo tão grande quanto o de Walburga Black quando ela soube que Sirius havia ido para a Grifinória. Pelo menos a sua mãe havia ficado orgulhosa em saber que o legado dos Selwyn corvinos não terminaria nela. Riu ao ver que ele guardou o pergaminho do berrador do pai nas cores da Sonserina. Haviam papeis de doces, pergaminhos assinados por moças, uma fotografia dele sorrindo ao segurar a Taça das Casas... até uma calcinha antiga e rendada. Riu mais alto ainda porque o seu irmão não fazia o tipo que aceitava esses presentinhos, era muito sonserino da parte dele.
Ao continuar remexendo, viu uma foto antiga do seu irmão dançando com uma moça de cabelos negros e cacheados vestida em vestes douradas e rubras da Grifinória, pareciam felizes. Virou e viu o nome dela, Adalinda Mayfair. Se lembrava dos Mayfair, uma família de sangue puro que não estava no Sagrado Vinte e Oito não por terem um sobrenome comum, mas porque os trouxas tinham criado uma franquia de lojas com aquele nome na América. O seu pai tinha dito que ela era aceitável. Depois de lembrou que ela se casou com um Shafiq, partindo o coração do seu irmão em Azkaban.
Colocou tudo de volta na caixa e a guardou aonde estava, se o seu irmão queria que ela permanecesse lá, ele deixaria que as lembranças dele continuassem lá.
Se deitou no chão e olhou para o teto, imaginando o que o seu pai falaria por ter se casado com Hermione mesmo que a mando do Lorde das Trevas. Ele faria um escândalo muito maior do que o que fez quando Rabby foi para a Corvinal, tinha certeza. Ele estaria se revirando no seu túmulo? A sua mãe talvez não, ela sempre tinha sido mais tolerante com nascidos trouxa. Você vai aprender a amá-la, Roddy, querido, dê tempo ao tempo, Amélia Selwyn disse quando ele se casou com Belatriz, ou não, tudo depende apenas das vontades dela.
Não sabia se era apenas o seu eu ferido e enlutado fazendo isso, mas realmente estava sentindo falta de Hermione. Com ela pela casa não se sentia tão sozinho, sabia que existia pelo menos alguém entre aqueles cômodos no mesmo estado de espírito que o dele. Ansiava pelos lábios dela novamente, tinha sido tão bom da última vez. Também percebeu que tinha uma coisa que tinha feito com que esquecesse um pouco da situação em que estavam e fez parecer que eram apenas um casal normal sem uma enorme diferença de idade e uma maldita guerra no meio deles.
Decidiu se deitar na cama do irmão e dormir um pouco antes do jantar. Precisava descansar para que a poção para dores fizesse efeito. Afofou um travesseiro e desafivelou o cinto para ficar mais confortável, assim como desabotoou a camisa de punho.
Queria entrar no mundo dos sonhos seguro, sem medos, sem sentir que a presença de Belatriz lhe afetaria como na maioria das noites. Tinha muito tempo ainda e a morte dela era apenas o começo dessa sua nova liberdade por mais que a sua mãe lhe tivesse ensinado a não pensar assim.
Era a sua cama. Ao seu lado estava alguém de cabelos muito cacheados e esvoaçantes, percebia pelo vento que entrava pela porta da varanda. Estava frio e o corpo dela parecia tão quente debaixo daqueles lençóis. Tocou a fina peça que cobria o corpo feminino ao seu lado e a retirou em uma parte, percebendo um corpo nu e sereno dormindo. Pelo jeito como ela estava, as roupas jogadas de qualquer jeito no chão do cômodo e o vaso de flores quebrado no chão, a noite dele havia sido muito mais que fogosa. Sorriu um pouco e traçou um caminho pelo rosto dela com o seu dedo indicador, sem empregar muita força para não acordá-la. Ela parecia feliz ali, com ele na cama. Chegou mais perto até encostar o seu nariz no dela. Tocou o rosto de Hermione delicadamente e a beijou, sentindo que ela começava a despertar tentando trazê-lo para mais perto, para entre as suas pernas.
Acordou ofegante com o sonho que havia acabado de ter. Se sentiu frustrado por ter acordado justo na parte que sabia que pegariam fogo. Pela primeira vez naquele tempo todo se sentiu tentado, sexualmente tentado, a tomar alguma providência quanto a consumação do seu casamento. Já fazia um bom tempo desde a última vez e só fazia tanto tempo assim por causa do seu orgulho em ver Belatriz incomodada com o fato de ele não ser infiel pois sabia que aquilo a enfurecia.
Bom, o Três Vassouras tinha uma hospedaria no piso superior. Poderia ser que fizesse algumas coisinhas com Hermione em algum dos quartos pois tinha tomado a decisão de que ela seria dele definitivamente.
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Era sábado, finalmente. Poderia relaxar nesse último sábado antes dos seus NIEMs já que Minerva a aconselhou a tomar uma cerveja amanteigada ou duas para que tivesse uma boa noite de sono para que repusesse um pouco das energias que tinha consumido estudando até bem mais tarde no Salão Comunal. Fora isso, a semana tinha passado estranhamente calma. Os irmãos Carrow não fizeram nenhum movimento e isso era estranho. Esperava algum tipo de represália ou mais tormentos.
Tomou o seu banho demoradamente, escovou os dentes e escolheu uma roupa para que descesse para Hogsmeade decentemente. Pensou em não usá-lo, mas deu mais uma chance para o cachecol sonserino que ganhou de Rodolfo somente para perturbar o juízo de Ron depois da última vez que conversaram. Ele parecia ainda mais próximo de Pansy e achava que tinha a sua resposta para o que estava acontecendo.
Desceu para o Salão Principal e, assim como todos os outros dias da semana que passou, Theo Nott se sentou com Luna na mesa da Grifinória. Eles também pareciam mais próximos só que, diferente de Ron e Pansy, eles pareciam funcionar bem de algum modo. Não podia deixar de olhar estranho, mas Nott e Lovegood tinham mesmo sido feitos um para o outro.
Comeu as suas torradas, bebeu o seu chá, terminou a sua refeição o mais preguiçosamente que conseguia devido ao fato de estar com bastante sono. Bocejou e se levantou, subindo para buscar o resto das suas coisas e escovar os dentes. Ninguém teceu comentários sobre o seu cachecol sonserino.
Quando desceu a rua em direção a Hogsmeade, sentiu alguns pares de olhos nas suas costas. Se virou e viu Ron com Pansy andando. Ele estava com cara de poucos amigos e orelhas vermelhas, já Pansy olhava num misto de superioridade e vergonha, era quase engraçado de olhar. Já sabia que Neville tinha sido proibido de deixar o castelo sob as ordens de Helena Bulstrode, Luna e Theo iriam depois e ficaria sozinha até lá. Não tinha muitas esperanças de ficar acompanhada neste dia até que viu uma silhueta vestida em negro.
Rodolfo a aguardava em pé, um pouco longe. Viu quando ele acenou levemente e começou a andar até um pouco mais perto dela. Tirando o fato de que tinha passado os últimos dias realmente se questionando se ele viria (nisso implicava um pouco o fato de que queria ser beijada tão apaixonadamente de novo), poderia inflamar ainda mais o ego de Ron Weasley e as suas necessidades já se era assim, ela também tinha as suas.
Andou até ele e se jogou em cima do homem alto, sentindo-o tropeçar para trás no susto para só depois sentir a sua cintura ser enlaçada pelos braços dele com força moderada. Quando foi colocada de volta no chão, ele acarinhou os seus cabelos e beijou a sua testa. Tocou o rosto de Rodolfo com as duas mãos e se pôs na ponta dos pés, beijando os lábios dele com a mesma delicadeza da primeira vez. Mas Rodolfo era mais possessivo e não demorou muito para que ele transformasse aquele contato em algo mais íntimo e voraz. A beijou com tanta intensidade que pensou que não fosse mais conseguir respirar.
Ele riu quando a soltou e trouxe de volta para perto. "Eu não pensei que tivesse gostado do cachecol", ele falou lhe oferecendo o braço. Viu Ron andando mais à frente com Pansy e sendo repreendido por ela quando olhou para trás. "Aonde quer ir? Não temos muito o que fazer por aqui. Se eu pudesse, levaria você para casa", ouviu quando ele disse a última frase em um tom mais baixo.
"Não sei. Não tem mais muito o que ver em Hogsmeade", disse num tom que não era de censura ou nada.
"Vamos ao Três Vassouras. Querendo ou não, Rosmerta ainda precisa lucrar", ouviu ele dizer.
Andaram até a porta do bar sentindo os olhares de todos. Se sentaram em uma mesa no canto e pediram cervejas amanteigadas. Também não havia muito o que conversar com Rodolfo, não eram íntimos nem nada. Aos poucos, o bar começou a se encher de bruxos e bruxas, inclusive o professor Slughorn foi até lá. Ele parecia um tanto deslocado no meio daquelas pessoas.
"Ah, srta. Grang-... Lestrange. Agora é Lestrange, perdoe a cabeça desse velho homem. A formatura, sim, vamos nos reunir antes da formatura. Você está convidada, como sempre. Ah, olá, Rodolfo, o convite se estende a você também", notou o desconforto do homem quando falou com Rodolfo. Deveria se acostumar, seria assim para sempre.
Beberam um pouco e depois mais até notar que Rodolfo a olhava de modo estranho. Se sentiu desconfortável pois o flagrava olhando para ela quando ele percebia que não estava olhando. Não demorou muito para que Rodolfo roubasse um beijo. Depois dois, três. No final, percebeu que estavam se beijando com tanta fúria que sentiu uma das mãos de Rodolfo deslizar para baixo da mesa, indo na direção do botão da sua calça. Sentiu que ele tinha aberto a sua roupa e acariciava a sua pele. O calor subiu para o seu rosto e ele pareceu notar quando se separaram.
"Você fica bonita assim, toda corada", ele disse trazendo a sua caneca de cerveja amanteigada para perto. "Parece que ninguém nunca beijou você com vontade".
"E nunca beijaram. Harry e Ron só perceberam que eu era uma garota quando estávamos no quarto ano, antes do Baile de Inverno, e só porque tinham ficado sem pares. Ron disse que era deprimente uma garota ir sozinha ao baile", disse rindo minimamente da lembrança. Não por Ron, mas por Harry. Tudo mudou naquela época.
"E você foi sozinha?", o ouviu perguntar. Às vezes se esquecia de que ele tinha passado anos em Azkaban.
Se remexeu desconfortável na cadeira com a lembrança de quem ele era e respondeu. "Não, fui com um aluno de Durmstrang, Vítor Krum. Ele tinha me convidado antes dos garotos e Ron não levou muito bem isso".
"Esse Ron parece ser um idiota. Um idiota cego, ainda por cima", ele riu.
"Um idiota cego", repetiu rindo.
Rodolfo chegou mais perto do seu rosto e beijou os seus lábios. Foi um beijo mais respeitador, se pudesse diria que era assim. Depois a volúpia tomou conta do momento e sentia mais e mais Rodolfo com segundas intenções naquilo. Pelo modo como o seu corpo esquentava e parecia querer aquilo, Hermione parecia estar concordando com o seu corpo sobre aquilo ser bom. Estaria mentindo para si mesma se dissesse que nunca tinha sentindo isso, mas agora era diferente. Parecia tão... normal, certo. Mais uma vez as mãos dele faziam caminhos que eram perigosos para ambos. Foram interrompidos pelo pigarro do garçom, com ele colocando uma chave discretamente em cima da mesa. Fred e Jorge teriam rido e dito para eles arranjarem um quarto. Bom, o homem foi o mais discreto que conseguiu enquanto a maioria se sentia incomodada por essa demonstração pública de afeto. Afeto?
Rodolfo pegou a chave e lhe estendeu a mão, percebendo que teria que se recompor para poder se levantar. O fez e o acompanhou discretamente até a escada do bar que dava para o piso superior. Não se lembrava que ali tinha algumas salas que abrigavam bruxos depois da bebedeira. Rodolfo abriu uma porta e o seguiu para dentro do cômodo, ouvindo a porta ser trancada logo depois.
Não demorou muito para que fosse agarrada pela cintura furiosamente por Rodolfo, sentindo que ele tinha mais mãos que um arapucoso tinha tentáculos. Não podia dizer que dessa vez não estava gostando do contato, pareciam um casal loucamente apaixonado do que um par que sequer poderia ser considerado um casal. Mas que droga, Rodolfo Lestrange! Ele conseguia fazer o seu corpo realmente querer mais, sentir mais porque isso tudo, a partir de certo ponto, era realmente novidade. Sentiu as suas pernas encostarem no que seria um sofá. Se sentou calmamente ainda sentindo os beijos de Rodolfo descendo pelo seu pescoço.
Quando ele parou, lhe deu um meio sorriso e se ajoelhou no chão, sentando sobre os calcanhares. Ele tirou as suas sapatilhas delicadamente e acariciou os seus pés. Depois começou a subir as mãos grandes pelas suas pernas cobertas pelo jeans e chegou no cós, roçando os dedos no botão para depois soltá-lo e começar a sentir a peça deslizar para baixo, deixando o seu corpo seminu.
"Rodolfo, o qu-", ia falar, mas foi interrompida.
"Eu só não aguentava essa tensão toda entre nós", ele disse enquanto acariciava o tecido liso da sua calcinha como se estivesse desapontado. "Uma rendada na próxima vez?"
Sabia de que tensão ele falava. Seria uma mentirosa se dissesse não se sentia atraída por ele, era um homem bonito e poucas haviam sido as suas experiências e tinha pensado nisso um pouco mais nos últimos dias também. Chegaria um dia que teria esse tipo de contato com ele. Respirou fundo quando sentiu a sua peça fina de algodão claro deslizar pelas suas pernas tal como havia sido com o seu jeans. Estava mais nua ainda e se sentia mais vulnerável também.
"Feche os olhos", Rodolfo falou imperativo, mas não num tom rude.
Fechou os olhos e sentiu os lábios dele traçando caminhos pelas suas coxas, por dentro delas ele acarinhava com a ponta dos dedos. Se o objetivo dele era que fosse levada apenas pelas sensações, estava sendo extremamente bem-sucedido. O ouvia dizer coisas em um tom baixo em francês. A medida que os lábios dele se aproximavam de onde imaginava que ele chegaria, sentia ansiedade. Nunca havia passado de um beijo com Ron e Rodolfo era um homem, era natural que se sentisse ansiosa.
Não custou muito para que sentisse a língua dele passeando por lugares que nem sabia que era possível. Só haviam estado ali os seus dedos e apenas duas vezes por curiosidade durante o banho. Era diferente e novo, ele fazia isso com reverência e maestria, como se tivesse nascido para essas coisas.
"Rodolfo...", gemeu baixo o nome dele e isso pareceu motivá-lo mais um pouco já que notou que ele se esforçava um pouco mais. Realmente se deixou levar pelo que estava sentindo e murmurou o nome dele mais algumas vezes notando como ele a segurava possessivamente pela cintura. Demorou um pouco, mas sentiu o seu corpo ter pequenos espasmos até finalmente sentir o seu coração acelerar falando alto o nome dele. "Rodolfo!", disse antes de relaxar por completo naquele sofá, acolhendo o homem entre as suas pernas para que a cabeça dele pudesse descansar entre os seus seios.
"Foi uma pequena amostra do que faremos pelo resto da vida", ele disse ao brincar com a sua mão que estava a aliança.
(Like a Prayer – Madonna)
Quando você chama o meu nome é como uma pequena prece
I fico de joelhos, eu quero fazer você chegar até lá
Reviews
Felícia Malfoy: então, a narrativa do livro também é assim, confusa. Como são as impressões do narrador, o Nael, ele conta a partir da ordem que foi contado para ele somando ao que ele viu acontecer. Já a relação da Zana com o Omar, isso tudo veio porque ele adoeceu demais quando bebê, então ela cercou o garoto de mimos e cuidados. Acabou que escolheu incoscientemente esse filho, pelo menos é isso que transparece no livro. Mas, no livro, eles (Zana e Halim) realmente pegam fogo. O negócio é tão intenso que eles assustam a Domingas quando ela ainda é criancinha kkkkkkkk (o próprio Nael pergunta pro leitor como uma mulher tão devota se entrega com tanta fúria ao marido :v) / Apenas pergunto se gostou dessa cena aí de cima :) porque teremos mais, muito mais muahahahahahha / Fico feliz em saber que queira tantos capítulos quanto eu :D
Que calor! Se bem que Like a Prayer combinou mesmo com esse momento. Impossível de ouvir e não imaginar coisinhas assim XD
Gostaram?
