106 reviews? olhinhos brilhando de alegria... Então anciosas pra ver o trem pegar fogo? rsrs
ps: sou Goiana então falo trem mesmo... srrsrsrs
CAPÍTULO DEZ
Já estava começando a escurecer lá fora quando Edward despertou do sono mais relaxante que tivera em meses, junto com a ainda adormecida Isabella em seus braços.
Seu cabelo havia se soltado mais uma vez da prisão de sua trança, e estava espalhado como uma cortina de seda de ouro e fogo pelo seu peito e ombros. Seus cílios longos e escuros roçavam as suas bochechas alvas. Seus lábios estavam levemente entreabertos, enquanto ela respirava suavemente.
Edward podia sentir o calor da mão dela contra o seu peito, assim como o da sua perna levemente enrascada na dele. Um calor que foi se infiltrando no corpo dele à medida que foi percebendo que estava ficando excitado com a proximidade de Isabella.
Ele se virou cuidadosamente de lado, tentando não acordá-la, sabendo que, se isso acontecesse, Isabella provavelmente insistiria em que não poderia haver nada de pessoal entre eles.
Como, por exemplo, Edward deslizar a sua mão lentamente pela sua coluna, ou permitir que aquela mesma mão traçasse o caminho da sua cintura e quadril. Como tomar as nádegas dela em suas mãos e encaixar o seu corpo perfeitamente ao dele. Como pousar a sua boca junto à têmpora dela antes de explorar a curva suave da sua bochecha quente e seguir diretamente para os seus lábios que ele tanto ansiava por tomar com os seus...
Isabella teve certeza de que ainda estava sonhando ao despertar em meio a penumbra do quarto, pressionada contra um corpo másculo e firme.
Ela sentiu as mãos quentes e seguras de Edward explorando-a, a carícia quente dos seus lábios junto à sua testa, têmpora, bochecha e... ,
Quando os lábios de Edward tomaram os seus, Isabella soube que não estava sonhando. Ela estava realmente deitada na cama com Edward Cullen, seminu!
Ela afastou a sua boca da dele e empurrou o seu peito firme tão intensamente pressionado contra os seus seios.
— Não, Edward!
— Oh, sim, Isabella — murmurou ele, com a voz rouca, com suas mãos pressionadas contra as suas nádegas e seus lábios se movendo agora pela extensão do seu pescoço.
Ela sabia que não seria uma boa ideia dormir com Edward. Fora por isso que lutara tanto contra a mesma. Ela não tinha defesas contra aquele homem. Os sentimentos que havia descoberto nutrir por ele impediam-na de se resguardar.
— Meu Deus, como você é gostosa! — gemeu Edward quando os seus lábios voltaram a procurar os dela.
Ele era ainda melhor.
Edward entreabriu os lábios dela sob os seus e Isabella sentiu o seu corpo se arquear contra o dele, suas mãos seguirem até o seu peito e depois se enterrarem em seu cabelo.
Eles se beijaram apaixonadamente, famintos, um pelo outro. Lábios, dentes e línguas explorando, mordendo, possuindo, à medida que sua avidez ia crescendo loucamente, saindo do controle.
Aquilo não era o suficiente. Edward queria mais.
— Eu preciso vê-la, tocá-la!
Edward rapidamente tirou o jeans e a calcinha dela, antes de tirar a sua camiseta, a fim de expor aqueles seios perfeitos, deleitando-se com a sua delgada nudez. Depois, baixou lentamente a cabeça para tomar um daqueles bicos túrgidos no calor de sua boca, acariciando-o com a sua língua, enquanto sua mão traçava um caminho em direção aos pelos úmidos entre as coxas de Isabella.
Incapaz de pensar, ela se entregou por inteiro ao deleite de fazer amor com Edward. Suas costas se arquearam para pressionar o seu seio contra o calor da boca dele, enquanto suas coxas se moviam ritmadamente contra a carícia dos seus dedos.
Aquilo não era suficiente. Isabella queria mais.
Ela se afastou para se sentar e arrancar a camiseta de Edward, expondo o seu torso desnudo à exploração de seus lábios e língua, ávidos.
Isabella começou a beijar a sua pele aquecida, e lambendo-o, desceu pelo seu peito, até chegar ao umbigo, detendo-se ali para mergulhar a sua língua naquele poço raso, sentindo o calor entre as suas coxas se intensificar ainda mais ao ouvir o gemido de prazer de Edward.
Ela se ajoelhou ao lado dele, vendo toda a extensão de sua ereção pressionar com urgência o tecido de sua cueca, e levou os seus dedos até o seu cós, baixando-a pelas coxas dele e então ao longo de suas pernas, ate removê-la completamente, libertando o seu membro rijo e expondo-o ao seu olhar excitado.
Ele era lindo, tão longo e grosso que Isabella se ajoelhou entre as pernas afastadas de Edward e enroscou os seus dedos em torno daquela pele aveludada e pulsante, passando a outra mão por baixo dele.
— Meu Deus!
As costas de Edward se arquearam com a primeira lambida da língua quente de Isabella sobre a sua carne intumescida. Ele agarrou a colcha com mais força ao senti-la deslizar a ponta de sua língua lentamente por toda a extensão de sua ereção, da base até a ponta, demorando-se em torno da sua ponta sensível, enquanto suas mãos continuavam a acariciar todo o seu membro.
Ela repetiu aqueles movimentos diversas vezes, fazendo a tensão dentro de Edward crescer cada vez mais, até alcançar um grau insuportável. Não tão insuportável, porém, a ponto de ele querer que ela parasse!
— Isabella...
Ele gemeu avidamente quando ela finalmente o tomou em sua boca quente, levando Edward à beira da loucura. Se ela persistisse muito naquilo, ele acabaria perdendo completamente o controle!
Isabella parecia inebriada quando Edward se sentou para pousar as mãos sobre os ombros dela e afastá-la suavemente.
— Não me olhe desse jeito — murmurou ele, ao acomodá-la sobre si, de modo que os seus joelhos ficassem um de cada lado de suas coxas.
Ele se deitou novamente, sentindo sua ereção tocar o centro úmido dela.
— Eu quero entrar em você, Isabella — implorou ele, com a voz rouca. — Quero entrar fundo dentro de você.
Ele manteve o seu olhar fixo no dela, ao penetrá-la, centímetro por centímetro, prazerosamente.
Isabella arfou ao acomodá-lo dentro de si. Sua carne pulsava ao descer sobre ele, enquanto ela se equilibrava com as mãos em seus ombros, até ele entrar todo dentro dela, da ponta até a base.
— Como isso é bom... — Os olhos verdes de Edward brilharam em meio à escuridão, quando ele levou as mãos até os quadris dela. — Mas acho que você vai ter que fazer todo o trabalho duro agora, Isabella.
O rosto dela estava afogueado e sua respiração irregular quando ela começou a se mover, lentamente no início, e então cada vez mais rápido e com mais força. Edward tomou os seios dela em suas mãos e capturou os seus bicos entre os seus polegares e indicadores. Ele os girou e apertou, intensificando as pulsações no fundo do seu ventre até o prazer atingir um nível quase insuportável.
Isabella começou a se mover com ainda mais força e rapidez e sentiu Edward ficar ainda mais duro dentro dela, ao se aproximar do orgasmo. Ela arfou quando ele levou uma de suas mãos até o seu clitóris intumescido, aninhado entre os seus cachos, fazendo-a transpor o limite do prazer. Ouviu-o gritar no mesmo momento, cavalgando-o sem parar, enquanto o prazer intenso e pulsante consumia a ambos.
Finalmente, Isabella desabou contra o peito de Edward, com o pulso ainda acelerado, e a respiração irregular. Os braços de Edward a envolveram, e ela o sentiu ajeitando suavemente as madeixas cor de fogo de seu cabelo que pendia liberto sobre suas costas.
— Obrigado.
Isabella olhou para ele, confusa.
— Não era eu quem deveria dizer isso? Ele sorriu.
— O prazer foi mútuo?
O prazer... Oh, meu Deus, o prazer!
Isabella jamais sentira qualquer coisa parecida antes. Aquelas poucas experiências na época da faculdade não se comparavam ao que era fazer amor com Edward, à maravilha do que era ainda tê-lo dentro de si.
Só que aquilo nunca deveria ter acontecido.
Ela era a fisioterapeuta que Jasper Cullen havia contratado, na esperança de que ela ajudasse Edward a recuperar a mobilidade de sua perna ferida; e não com a função de ir para a cama com o seu irmão!
Porque, agora, ela havia efetivamente ido para a cama com ele. Dormido com ele. Feito amor com ele.
— Pare com isso! — disse Edward, ao adivinhar o motivo da expressão subitamente assustada de Isabella.
— Eu não posso — gemeu ela.
— Isabella...
— Eu preciso ir ao banheiro.
Ela evitou o olhar dele ao se levantar suavemente para libertá-lo antes de se virar para o lado e se levantar, a fim de pegar as suas roupas espalhadas pelo chão, que ela segurou à frente do seu corpo, protetoramente.
— Acho que seria... que seria melhor para nós dois se você já tiver ido para o seu próprio quarto quando eu voltar.
Ela não fazia ideia do quão absolutamente linda estava, coberta apenas por algumas peças de roupa em frente a si, para esconder a sua nudez. Seu cabelo era um emaranhado de vermelho caindo por sobre os seus ombros delgados, seus olhos ainda lânguidos devido ao prazer experimentado e seus lábios ainda inchados devido ao calor dos beijos que eles haviam compartilhado.
Apesar disso, Edward pôde perceber que ela havia se arrependido do que acabara de acontecer entre eles. Seria por causa de Mike?
Ele se sentou na cama, sentindo apenas um leve desconforto em sua perna ao fazê-lo.
— Nós precisamos conversar sobre isso, Isabella...
— Isso não deveria ter acontecido, Edward — disse ela, segurando as suas roupas ainda mais junto de si.
Ele fez uma careta.
— Imagino que a sua próxima frase seja: Isso foi um erro.
— Exatamente!
Edward suspirou.
— Eu sei que você está aborrecida...
— Aborrecida? Eu estou devastada!
— Nós podemos conversar a respeito...
— Não podemos, não — disse ela. — Eu não posso continuar aqui. Tenho que ir embora. Eu sinto muito, mas não poderei ajudá-lo, afinal...
— Você já me ajudou, Isabella — disse ele. — E de uma maneira que você nem sequer imagina.
Ela ficou imóvel.
— Indo para a cama com você?
Edward se contorceu.
— Sim.
Isabella deu um passo para trás, olhando para ele, desconfiada. O súbito brilho naqueles profundos olhos azuis diziam que ela não estava gostando nada do que estava vendo!
— Você tinha dúvidas a respeito da sua capacidade de fazer amor com uma mulher depois do acidente — percebeu ela, incrédula.
— Eu não colocaria as coisas dessa maneira...
— Mas eu sim! — disse ela, cerrando os dentes. — Mas que sorte eu tenho! Não fazia ideia de que estava ajudando a restaurar a confiança sexual do lendário amante Edward Masen!
— Droga, era o interesse que me faltava ... não a confiança!
Era evidente que ele não tinha esperado querer fazer amor com quem quer que fosse imediatamente depois do acidente. Sentia tanta dor, na época, que não havia espaço para mais nada. Assim que se recuperou suficientemente para obter alta do hospital, porém, e poder receber suas amigas em sua casa, em Malibu, Edward pensou que poderia retomar o seu relacionamento com Kate.
Depois de apenas alguns poucos minutos na companhia dela, porém, ele soubera que não a queria mais, nem em sua cama, nem em sua vida.
A medida que os dias e semanas foram passando, Edward foi se dando conta de que não queria nenhuma das belas modelos, atrizes e amigas que haviam ido visitá-lo em sua casa, deixando mais do que claro que ficariam felicíssimas em preencher o lugar que Kate outrora ocupara em sua vida.
Ele não quisera nenhuma delas.
Até Isabella Swan adentrar em sua vida, como uma brisa refrescante. Reagindo a ele. Desafiando-o. Excitando-o...
Ela balançou a cabeça com impaciência.
— Tenho certeza de que você ficará muito feliz em saber que não perdeu nem um pouco do seu taco! Agora, se me der licença...
— Não, eu não vou lhe dar licença! — Edward levantou subitamente e agarrou o braço dela para forçá-la a encará-lo. — Você está desviando do assunto deliberadamente por causa do seu relacionamento com um certo Mike...
— Eu não tenho relacionamento algum com um certo Mike!
— Não mais — admitiu Edward. — Achei que era esse o problema — disse ele. — Mas você não vê que o fato de reagir a mim dessa maneira prova que os seus sentimentos por esse outro homem não são tão fortes como você imagina? Você não reagiria a mim dessa forma se estivesse apaixonada por outra pessoa.
Ela o olhou, emudecida.
— Eu me recuso a falar mais sobre esse assunto, Edward.
Edward franziu a testa, frustrado. Parte dele queria beijá-la novamente, e a outra queria enxotá-la de lá. Qualquer uma das duas soluções, porém, certamente a deixaria ainda mais irada do que ela já estava.
— Talvez possamos, voltar a esse assunto depois que você tiver se acalmado — sugeriu ele por entre os dentes.
Aqueles olhos azuis brilharam ameaçadoramente antes de ela se desvencilhar dele.
— Eu não vou me acalmar tão cedo — disse ela. —Agora, por favor, vá emboral
Isabella foi até o banheiro contíguo e bateu a porta com força.
Não sem antes proporcionar a Edward uma visão tentadora de suas nádegas desnudas e perfeitas!
Ele ouviu o barulho do chuveiro e compreendeu que aquela era uma maneira de Isabella lhe dizer que não tinha a menor intenção de sair do banheiro até que ele tivesse ido embora.
Com movimentos lentos, ele recolheu as suas roupas antes de se apoiar em sua bengala para se levantar e olhar para a porta fechada do banheiro.
Isabella podia não querer falar com ele, mas teria que ouvir o que ele tinha a dizer. E logo!
Ele se deteve abruptamente ao entrar na sala de estar contígua e encontrar Emmett relaxado no sofá, folheando uma revista.
— Há quanto tempo está aqui? — perguntou Edward, desconfiado.
Emmett olhou ironicamente para ele ao baixar a revista, antes de se levantar.
— Lendário amante? — disse ele especulativamente.
— Ora, vá para o inferno, Emm! — disse Edward, para então seguir mancando até o seu quarto, batendo a porta com a mesma força com que Isabella o fizera, minutos atrás.
Isabella levou apenas dez minutos para terminar o seu banho e se trocar, evitando, deliberadamente, olhar para aquelas cobertas reviradas quando voltou para o quarto, a fim de pegar o seu casaco e a bolsa.
Depois saiu de lá apressada, como se estivesse sendo perseguida por um demônio, ou pelas lembranças eróticas de Edward e ela, nus, na cama, fazendo amor!
— Vai nos deixar assim, tão cedo, Isabella...?
Ela se virou abruptamente, depois de fechar a porta, e viu Emmett Cullen apoiado casualmente na parede do lado de fora dos aposentos de Edward.
Isabella ergueu o queixo defensivamente diante do olhar dele.
— É evidente que todos vocês estarão muito ocupados com a sua mãe, nos próximos dias, de modo que achei que seria melhor eu voltar para o meu próprio apartamento.
Emmett lhe lançou um olhar direto.
— Sei muito bem que Edward pode ser um completo imbecil, por vezes.
Isabella sentiu o seu rosto enrubescer.
— Minha mãe gostaria muito de conhecê-la. Isabella sentiu um aperto no peito ao pensar em ser apresentada à matriarca da família Cullen depois de ter acabado de fazer amor com o seu filho mais novo.
— Não acho que essa seja uma boa ideia.
— Por que não?
— Bem... Porque... — Ela endireitou os ombros e o encarou. — Porque eu não vou voltar mais aqui depois de hoje, Emmett.
As sobrancelhas louras dele se arquearam.
— E isso a impede de ser apresentada à minha mãe?
— Isso faz com que essa apresentação se torne... uma complicação desnecessária — disse Isabella, lançando-lhe um olhar que implorava que ele compreendesse o que ela não estava dizendo.
Emmett sorriu sombriamente.
—Acha que as coisas entre você e Edward poderiam ficar ainda mais complicadas do que já estão?
Isabella sentiu a cor fugir de seu rosto tão rapidamente quanto o havia tingido. Aquele homem sabia exatamente o que havia acontecido no quarto de Isabella, há pouco.
— Obviamente, não.
Ela não conseguiu mais sustentar aquele olhar irônico.
— E você vai fugir, assim, sem mais nem menos? — perguntou Emmett.
Isabella franziu os lábios.
— Jasper me contratou para ser a fisioterapeuta de Edward, e é óbvio que isso não é mais possível. Não há mais nada que eu possa fazer por aqui — acrescentou ela, com determinação.
— Você já fez mais por Edward do que qualquer outra pessoa foi capaz, desde o acidente.
— Eu sei muito bem disso.
— Eu estava me referindo a qualquer tipo de relacionamento pessoal que vocês possam ou não estar tendo.
— Ao contrário do que você possa ter pensado, ou suposto, eu não tenho um relacionamento pessoal com o seu irmão. Eu realmente tenho que ir agora...
Ela se deteve quando Emmett a segurou levemente pelo braço.
— Edward havia se fechado para tudo e para todos até você chegar a Gloucestershire. Ele tinha se tornado um recluso completo. — Emmett balançou a cabeça, ao soltá-la. — A coisa chegou a tal ponto que nós começamos a achar que ele nunca mais sairia daquela situação. Ele mudou muito depois da sua chegada, Isabella. — A expressão dele se suavizou. — Eu percebi a diferença assim que cheguei em Mulberry Hall, ontem.
— Eu não fiz nada...
— Você não precisou fazer nada além de ser você mesma — assegurou-lhe Emmett. — Assim que vi vocês dois juntos, eu me dei conta de que é a sua personalidade o que o provoca, o que o desafia.
— Não creio que seja muito lisonjeiro de sua parte me dizer que eu sou capaz de irritar Edward a ponto de provocá-lo a sair de sua inércia...
— Você não está querendo compreender o que eu estou dizendo — disse Emmett.
— Não estou, não, Emmett. — Ela suspirou e apertou levemente o braço dele, numa espécie de pedido de desculpas, sabendo que a sua preocupação com o irmão gêmeo era absolutamente genuína. — Fico-lhe grata, mas a minha decisão de partir está baseada única e exclusivamente nas minhas próprias necessidades. Eu não posso continuar aqui depois... Bem, simplesmente não posso continuar aqui — disse ela, emocionada.
— Acha que Edward vai deixar você sair assim da vida dele?
Ela arregalou os olhos.
— Você acha que não?
Ele lhe lançou um sorriso malicioso, idêntico ao de seu irmão gêmeo.
— Conhecendo Edward como o conheço, eu duvido muito. As pernas de Isabella fraquejaram.
— Tenho certeza de que você está enganado.
Pelo menos era o que ela esperava. Não havia futuro algum para ambos. Ainda que ela conseguisse convencê-lo de que não tinha nada com Mike Newton, Edward continuava a ser um ator mundialmente famoso, enquanto ela não passava de uma simples fisioterapeuta. Edward morava e trabalhava nos Estados Unidos, e ela, na Inglaterra.
Aquela casa, o helicóptero particular, a opulência de Mulberry Hall eram indicativos mais do que suficientes do abismo que existia entre eles, tanto social, quanto financeiro.
O pior de tudo era que Isabella sabia que não havia passado de uma mera distração para Edward. Assim que recuperasse a sua saúde e voltasse a trabalhar e a morar em Los Angeles, ele se esqueceria completamente que Isabella Swan sequer havia existido!
Será? Acho que não heim... rsrsrsr
bjusss
Spoiler do prox. cap.
— Mais um, Isabella? — disse a mulher, insultando-a.
— Eu...
— Mais um o quê? — perguntou Edward, com uma voz de aço.
— Talvez não esteja ciente disso, mas Isabella costuma ter casos com seus pacientes — disse a mulher. — Primeiro com meu marido, e agora com você!
