Recadinho Básico: InuYasha não me pertence, ele é da Rumiko-sensei [soquinho no ar]

Este Fanfic é dedicado a todos os leitores que me acompanham em mais uma saga de InuYasha e Kagome. Agradeço a Diinda que me aconselhou a por as traduções dos títulos de fics e capítulos.

Agradecimento especial a Gabby que me animou a continuar esse capítulo.

Boa leitura.

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Shin Seikatsu

(Uma Nova Vida)

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Capítulo X: Yume (Sonhar)

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Sinopse: O casamento de Kagome está se deteriorando, maltratada pelo marido, Naraku, tenta permanecer o maior tempo possível fora de casa com sua filha. Numa situação embaraçosa conhece InuYasha, um galante e simpático investidor da bolsa de valores que, aos poucos, conquista seu coração. Mas o que será que acontecerá à mulher quando seu marido descobrir o que está havendo?

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A porta num único baque fechou-se atrás da 'família' que havia entrado. A casa estava silenciosa e deveras bagunçada na análise de Kagome. A mulher cruzou os braços ao ficar de frente para Naraku e encará-lo, a filha, bem a observou, estava atrás da mulher, assim como uma boa mãe iria protegê-la.

Esfregando as mãos, Naraku a observa atentamente dando um meio sorriso ao ver a postura defensiva que ela tomava em sua frente, estreitou os olhos em seguida e estufou seu peito.

- Aproveitou os dias de férias? – perguntou, notando um leve tremor percorrer o braço da mulher.

- Quem era aquele homem que estava no carro? – Kagome rebateu se referindo a Hakudoushi.

Dentro do silêncio repentino ele serpenteou até Kagome com seu olhar felino, lendo todas as expressões e gestos que a mulher fazia com a aproximação de Naraku.

- Isso não é de sua conta. – respondeu, olhos nos olhos, nariz a centímetros do outro.

Kagome sentiu o coração acelerar com o marido tão próximo, não era por felicidade de vê-lo ou algo assim e sim por simples receio do que poderia fazer. Engoliu em seco e deu um passo para trás virando-se para a filha. Tocou o ombro da pequena criança e pediu-lhe para subir para o quarto. Seguiu-a com os olhos, enquanto tão pequenino ser subia as escadas olhando para trás, com medo de que algo pudesse acontecer a mãe.

- Quem é Sesshoumaru? – Naraku chamou a atenção da mulher para si ao pronunciar o nome de Sesshoumaru.

- ... – com a testa levemente enrugada, devido a surpresa, Kagome tentou descobrir, em pensamentos, como ele sabia o nome de Sesshoumaru, mas ignorou a pergunta e imitou o gesto dele, estufando o peito para falar – Quero o divórcio Naraku.

Os segundos iam se passando, enquanto Naraku ouvia a mulher lhe pedir o divórcio, inicialmente parecia que não passava de uma piada, até conseguir absorver por completo o que realmente o pedido queria dizer e que era verdadeiro.

- O que você disse? – sibilou entre os dentes.

- Não me obrigará a mais nada. – ela respirou fundo, era a primeira vez que se impusera frente ao marido – Você não pode me forçar.

Ela se aproximou sorrateiramente, parecia um caçador analisando sua presa, que estava descuidada no campo. Kagome continuava encarando-a, mas era tão difícil manter-se firma quando se tem a impressão de que algo ruim irá acontecer.

- Se tocar em mim o denunciarei para a polícia, Naraku. – ela deu um passo para trás oscilante, quando ele estreitou os olhos na direção dela.

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Os cães estavam deitados no piso da cozinha, vez ou outra abanavam seus rabinhos quando Rin os provocava. Enquanto lavava a louça, o marido abstinha-se em ficar, apenas, observando e tomando seu café.

- Kagome-chan reagiu tão estranhamente. – Rin olhou para o marido enquanto o outro fazia o mesmo gesto.

- Estava com medo. – completou o marido voltando a atenção para o café.

- Mas... – ela virou-se, deixando seu corpo se apoiar na pia. Cruzou os braços e continuou a olhar o marido, intrigada - ... porque?

A única resposta vinda do marido foi apenas o seu silêncio, dentro de tamanha discrição.

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Nem mesmo o sol daquela tarde poderia iluminar aquele beco escurecido. Jakotsu observava o homem a sua frente inquieto, olhava para um lado e depois olhava para o outro, evitando, ao máximo, o contato visual com seu 'superior'. O subordinado engoliu em seco e pigarreou, estava totalmente inquieto.

- Você está em minhas mãos. – Jakotsu se pronunciou deixando seu braço direito se apoiar no punhal da espada, não havia uma única pessoa naquele estranho lugar isolado.

O homem olhou, novamente, para os lados e deu um passo para trás, deixando suas costas pressionarem a parede pichada atrás de si.

– E dependendo do que escolher poderá ser a decisão errada. – deu seu sorriso afeminado, enquanto, que com a mão livre, arrumava seus cabelos amarrados em um coque

- Não tem como eu fazer isso, Jakotsu. Naraku me mataria. – o homem esfregou as mãos uma na outra, demonstrando seu nervosismo.

O sorriso de Jakotsu tornou-se uma linha tênue em seus lábios de desagrado. O integrante da Shichininta-i suspirou e firmou seu olhar em uma expressão séria, não havia sido a resposta que queria ouvir.

- Escolha errada. – desembainhou a espada e prolongou seu movimento passando sua lâmina pela pele do suposto subordinado. Peito e garganta cortaram-se e o sangue espirrou fortemente formando uma funda poça quando o corpo, sem vida, caíra em um baque no chão.

Em um segundo movimento, em diagonal, o sangue incrustado, da lâmina, manchou a parede limpando seu fio quase completamente. Se Naraku poderia matá-lo, o Exército do Sete também poderia o fazer, como também, poderia fazer coisa pior. Vingariam a morte de um dos integrantes da máfia.

- Inútil. – Jakotsu terminou, falando com sua voz afinada – E agora? – perguntou para a escuridão que havia ao seu lado.

Quase que imediatamente, duas pessoas apareceram das sombras, deixando seus rosto encobertos bob a penumbra produzida entre a escuridão e a luz daquele final do dia. Era claro que ambos faziam parte do Exército dos Sete.

- Vamos ao próximo informante. – um dos dois falou imperativo, virando-se e andou em direção ao carro, movimento repetido pelos companheiros.

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O ambiente parecia obscuro, Kagome não sabia ao menos como reagir, diante de um marido perigosamente em silêncio. Naraku deixou sua língua umedecer seus lábios, seu olhar fixo no alvo fazia com que a mulher tivesse fracos espasmos de medo. O homem deu alguns passos a frente até chegar próximo ao ouvido da mulher, notava que as narinas da outra estava infladas pela respiração agitada.

- Não há como escapar de mim, Kagome. – seu sussurro foi ouvido pela mulher, que manteve a postura firme, embora quisesse sair correndo e chorando, para pedir ajuda – A partir de agora, haverá regras nesta casa e se não as obedecer... – ele fez um gesto de positivo com a mão, deixando o polegar em pé, contudo aos poucos foi virando sua mão até seu dedo ficar completamente voltado para o chão.

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Não sabia o que dizer. Seu rosto aflito em dúvidas deixava sua cabeça ponderar cada palavra que ele disse. Miroku parecia tão sincero quando disse tudo, porém, ela havia visto, sofrera tanto desde aquela época e agora a mulher se encontrava naquela situação duvidosa. Ela mordeu o lábio inferior, baixando seu olhar para a papelada, que havia na mesa, e tentou de todas as formas não deixar seus olhos lacrimejarem.

Todas as palavras do rapaz passaram em sua lembrança e Sango realmente pensou, por um momento estar errada, seu dedo indicador passava superficialmente pelos papéis de documentos importantes e vez ou outra se deparava com algum tipo de barreira, como uma borracha, ou lápis, que existiam como barreira.

Inspirou profundamente e soltou, aos poucos, o ar quente de dentro de seus pulmões. Deixara de passar tantas coisas importantes na vida por não ter lhe dado a oportunidade de se explicar e agora estava naquela situação, em que o remorso lhe apertava o coração como uma mão aperta a outra.

Olhava-o, estava tão atento a cada gesto dela, a cada suspirar, que nem ao menos piscar ele o fazia, estava ansioso para a resposta dela. Miroku mantinha a expressão tão gentil, tão amável, simplesmente, independente do que ela fosse falar, o rapaz iria manter aquele mesmo olhar de paz, amizade, de... amor. Era isto, ele a amava e Sango, por orgulho, estragou tudo uma outra vez. Agora, ela simplesmente ficava sem ações.

- Eu sei o quão orgulhosa é, Sangozinha, mas só dessa vez. – ele inclinou o rosto para o lado numa súplica sussurrada.

Deu um passo na direção dela e depois dera outro até chegar na frente da mulher e apreciar cada traço de beleza, cada delinear de seus lábios, cada fechar e abrir de olhos naquele gracioso piscar. Tocou-lhe a pele macia vendo-a fechar seus olhos negros.

- E então, Sangozinha? – ele perguntou baixinho deixando-se, mais uma vez, sussurrar.

- Eu... – ela colocou a mão dela sobre a dele e permaneceu com seus olhos fechados - ... perdoe-me, Miroku. Eu...

Aproximara seus lábios do dela, sentindo o hálito fresco que ela exalava a cada palavra, o simples agir de tomar-lhe a boca num beijo apaixonado, naquele momento o fizera lembrar-se de cada bom momento junto a ela.

Sango também não se segurou, esperara experimentar àquele beijo mais uma vez desde a última vez, porque o amara desde o início. Colocara a mão atrás da nuca do rapaz deixando seus dedos enroscarem-se no cabelo dele, aos poucos os fios de Miroku soltaram-se de seu singelo "rabo-de-cavalo" e caíram uniformemente, indo para seus devidos lugares.

Naquele momento de felicidade e euforia ele deixou-se caminhar até a parede pressionar as costas dela, suas mãos másculas e firmes segurara o corpo curvilíneo entre seus dedos. Suas línguas brincavam e reexploravam o gosto um do outro e apenas descobriram, que tudo, ainda, continuava muito bom. Em poucos segundos, o terninho de Sango já estava no chão e a camisa social do rapaz desabotoada até o meio do abdômen, deixando a mostra parte do corpo do mesmo e mesmo que não fosse extremamente musculoso, possuía uma definição genuína permitindo que a mão dela rastreasse cada ondulação de seus 'gominhos'.

Mesmo por cima da regata ele passou a mão por seus seios volumosos, notando a forma que a mulher prendia a respiração. Deixou sua mão descer até encontrar o fim da peça e aos poucos a subir, para que pudesse tirá-la completamente, deixando a chefe apenas com a peça íntima do sutiã.

Aquela pele sedosa passava por seus dedos, seus beijos deixaram a boca da mulher e, agora, fazia trilhar de selinhos descendo pelo pescoço dela até estagnar entre a curva do pescoço e do ombro. Teve que tirar as mãos do corpo dela por alguns segundos, no momento em que Sango tirava-lhe, por completo, a camisa.

O calor do corpo dela enlaçava-se ao seu, deixou suas mãos na cintura dela e foi descendo seus dedos, passando pelo quadril da mulher e ir até ao bumbum excitante de Sango. E mesmo que ambos, ainda, estivessem de calça a mulher notava a protuberância que se formou na calça do rapaz.

- Parece que está gostando. – ela falou ofegante, em um sorriso gostoso, deixando-se morder e segurar o lábio inferior do rapaz.

- Mais do que imagina. – respondeu deixando suas mãos impulsionarem o bumbum dela para cima, fazendo-a enlaçar as pernas na cintura dele.

Caminhou, entre beijos e mordiscadas até o sofá, que ela tinha na sala e lá a deitou, ficando por cima daquele corpo que lhe tirava o fôlego. O cinto de Miroku já estava aberto pronto para ser retirado, enquanto o botão da calça de Sango quase foi arrancado. Por mais um momento aproveitaram o sabor dos lábios um do outro, mas o que não esperavam era que a porta fosse, repentinamente aberta.

- Sango-sa... – uma das funcionárias, da relojoaria, estagnou na porta, olhando a cabulosa cena.

O casal ergueu-se rapidamente, Miroku virou-se de costas ajeitando o cinto e fechando o zíper da calça preta social, enquanto Sango não possuía reação a não ser permanecer com os lábios entreabertos na surpresa.

- Desculpe-me eu deveria ter batido. – a garota simplesmente fechara a porta atrás de si o mais rápido que pôde.

Os dois se olharam por alguns segundos, como se perguntassem o que houve e, do nada, começaram a gargalhar e assim permaneceram por vários minutos.

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Na madrugada do dia seguinte Rin mexeu-se na cama virando-se de um lado para o outro, inquieta. Seus olhos abriram-se e ela suspirou, ainda era cedo demais para levantar, só que não sabia o motivo de acordar, já que ainda estava com sono. Moveu-se, mais uma vez, na cama e ficou observando o marido. Havia algo de errado naquela expressão normalmente pacífica.

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Depois de um dia cansativo ele dirigia para a casa da mãe. Sua farda estava impecavelmente arrumada, mesmo que em sua manga esquerda tivesse um corte, onde uma bala de raspão havia passado por sua pele. Ele estava perfeitamente bem, mas havia perdido um de seus subordinados em uma ação contra a máfia.

Ligou o pisca para virar a esquerda e girou o volante levemente para entrar na vaga da garagem da casa da mãe. Uma de suas sobrancelhas arqueou-se ao ver que uma das luzes, ainda estava acesa. Era estranho já que a mãe normalmente dormia cedo.

Desligou o veículo e retirou o cinto de segurança. Saiu do carro, colocando devidamente o alarme e deu uma ajeitada na arma, que carregava consigo. Foi andando normalmente buscando suas chaves em um de seus bolsos. Não morava com a mãe, mas como já estava tarde e cansado, decidira que a casa dela, mais perto que o apartamento do policial, era a melhor opção.

Fora colocar a chave na fechadura, mas ao fazê-lo a porta se abriu, havia sido arrombada. O coração do homem deu uma forte batida, retirou a arma do coldre, destravando a trava de segurança, e cautelosamente entrou na casa.

Empunhou devidamente a arma e começou a dar calmos passos, estava um silêncio absurdo no ambiente, que o fazia ter um mau pressentimento.

- Izayou? – chamou pela mulher no corredor.

Vasculhou a sala e nada havia, tudo estava em seu devido lugar, depois a sala de jantar, não havia nada. A mesma coisa na cozinha, nada. Subira a escada apontando a arma para cima.

- Izayou? – chamou-a mais uma vez, só que mais alto, mas nenhuma resposta vinha.

No segundo andar havia vários quartos, fora um a um e nada encontrara. Faltavam um cômodo para chegar ao quarto da mãe, mas a voz fraca da mulher chamou-lhe a atenção, fazendo-o correr na direção do som. Entrara no quarto e vira sua mãe, de camisola, estirada no chão. Correra até ela deixando a arma ao seu lado, enquanto olhava o estado de sua progenitora.

A peça de dormir azul claro, estava completamente encharcada de sangue, a respiração era descompassada e pesada.

- Sesshoumaru. – chamara o nome do filho ao abrir os olhos, as pupilas da mulher estavam perigosamente dilatadas e parecia que falar o nome do filho era uma dor insuportável.

- Izayou. – ele segurou a mãe entre os braços, colocando-a em seu colo, com uma das mãos livres buscou o celular e ligou para a emergência. Ao terminar a ligação voltara seu olhar para a mulher – A ambulância logo cheg...

- Não há tempo, meu filho. – falara com alguma dificuldade, dando um pequeno sorriso ao filho.

- Não diga isso, Izayou. – observara que em sua camisola havia vários rasgos, como se houvesse levado várias facadas – Poupe sua energia.

- Você sempre foi um orgulho, meu bem. – ela gemeu em dor, mas não possuía força suficiente para erguer a mão e colocar onde doía – Sempre sério e calmo. – deu um pequeno sorriso e uma lágrima escorreu dos olhos de sua mãe.

- Não fale essas coisas Izayou, isso não é uma despedida. – ele tentou estancar os lugares onde o sangue escorria mais.

- Por favor, meu bem. InuYasha é descuidado e um pouco atrapalhado, por isso não fale de meu estado e... – parara de falar por ter a necessidade de tossir, sentindo o gosto de sangue - ... cuide dele, por favor. – suplicou em sua voz fraca.

- Fique comigo mãe. – Sesshoumaru pediu a mulher, mas ela apenas moveu os lábios em um "Te amo" e fechou seus olhos, deixando sua vida esvair-se por completo – Mãe! Mãe! – o rapaz tentou utilizar seus conhecimentos de primeiros socorros, mas de nada adiantava, a vida de sua mãe havia terminado por completo.

Socara o chão fazendo um baque forte e olhara para a parede, seus olhos dourados arregalaram-se ao observar uma grande aranha desenhada a sangue. O sangue de sua mãe.

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Os olhos de seu marido abrira-se abruptamente. Seus orbes direcionaram-se para uma Rin assustada, que provavelmente estava tentando acordá-lo. O suor, que escorria de seu corpo, encharcara o lençol fino do colchão, ele suspirara e passara a mão na testa sentindo as gotículas que estavam no local.

- Acabou amor. – Rin passava a mão pelo cabelo prateado de seu marido, tentando acalmá-lo – Tudo já acabou, Sesshy. – tentou consolá-lo da forma que poderia.

... Continua...

Epaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa... XD

Mais um capítulo para vocês.

Um pouquinho menor que o normal, mas ainda assim emocionante, eu pelo menos acho.

Estamos entrando na reta final do fanfic.

Demorei a postar esse capítulo por diversos motivos, um deles é que eu tinha feito um roteiro para os capítulos até o nono, então, agora, estou meio perdida para ajeitar as cenas.

Tentarei postar o amis rápido possível na próxima vez.

Agradecimentos à:

Ayame Gawaine: Agora temos que esperar que Inu faça algo para salvar K-chan ne? . sabe-se lá o que o Naraku vai fazer x_x

E agora? Gostou de Sango e Miroku? Que bom que ela pensou bem sobre o assunto não é mesmo? Achei engraçado escrever essa cena caliente e cômica ao mesmo tempo.

OMG! Sesshy fardado todo gostoso , ótimo por demais tchê! Sonho de consumo em série _

Mas foi triste o que aconteceu com Izayou-sama i.i

Tadinha dela, e do Sesshy né, que disse pro Inu que ela morreu sem sofrer.

A Kikyou nesse fanfic está tão inocente, estou adorando mesmo escrever sobre ela dessa forma.

Poooooooooowwww exílio-labirinto ... isso é legal hein O_O'''

Bom tema para um fanfic não? XD

Desculpa a super-hiper-mega-ultra-power-demora _

Estou sem o roteiro dos próximos capítulos, por isso essa semana vou aproveitar para ver se consigo fazer os roteiros para não me perder na história.

Espero que ainda tenha paciência para ler minhas doideras XD

Obrigada pelo reviewn, flor.

Beijos.

BChibi: Wowwwwww espero que tenha gostado desse também.

Miroku e Sango e seus casos amorosos [entre amassos e beijos né?]

O Sesshy e o trauma de ver sua mãe morrer. E agora descobriu-se a grande aranha de sangue na parede x.x

Vamos ter que esperar e ver o que acontece coma K-chan x.x

Inuuuuuuuu tem que salvar K-chan não é mesmo? XD

Obrigada pelo reviewn, flor.

Espero que conitnue tendo paciÊncia para ler o fanfic, mesmo nessa minha suprema demora.

Beijos.

Trisk-chan: Sesshy sabe lidar com crianças ne?

Mesmo com sua cara séria ele consegue agir bem com elas *-*

Não teve Inu e K-chan hoje, mas teve bastante Miroku e Sango. O que achou?

Espero que continue lendo o fanfic e peço desuclpas pela demora, flor. i.i

Beijos e até a próxima.

~HimeRin.