Capítulo 11 – Mindinho… na pele nua

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EPOV

"Apresentando seus filhos!" Ele exclamou e começou a distribuir os sacos de farinha, um por mesa.

Isto era ruim.

Eu odiava essas experiências.

Eu matei meu animal de estimação virtual.

Quero dizer, isto era só um saco de farinha, mas ainda assim.

Mike Newton tinha imediatamente deixado cair o dele, a farinha se espalhando em todo lugar. O Sr. Banner olhou para ele e balançou sua cabeça antes de continuar.

"Como a experiência do ovo, você terão que cuidar do seu pequeno pacote. Mas como essa é uma aula de Biologia Avançada, vocês também vão ter que lidar com algumas outras coisas que vocês não lidam na aula de Saúde," Ele disse e retornou para a sua mesa, puxando uma pilha de envelopes.

Eu podia sentir meu peito se apertando. O quão perto precisaríamos ficar?

Perto, eu esperava... e temia.

"Cada dupla vai ter algo especial em seu pacote. Algo que precisam pesquisar com o objetivo de cuidar de seus filhos. Eu também adicionei uma pequena coisa extra a isso. Vocês verão que cada um de vocês tem um perfil em particular anexado também," Ele disse, sorrindo enquanto entregava os envelopes para cada um de nós.

Bella segurou o nosso, um olhar assustadoramente maníaco em seu rosto enquanto ela olhava do saco para mim e depois para o envelope misterioso. Como se estivesse animada para fazer esta coisa doente e retorcida comigo.

Como é que isso aconteceu? Eu fui abençoado ou condenado.

Eu consegui ficar perto dela.

Mas isso significava que eu poderia estar ao redor dela.

Eu não duraria cinco minutos.

Nós teríamos que ter mais sacos de bebês de farinha para o que eu queria fazer com a minha parceira.

Eu quero dizer, isso era Biologia.

E eu queria nada mais do que começar o biológico com ela.

Profundamente.

Eu acho que fui abençoado então. Pelo menos eu não era o Newton.

"Mike e eu não podemos ser uma dupla!" Eric Yorkie disse, olhando para o seu saco de farinha estourado.

"Pense nisso como 2 pais e 1/2, Eric," Sr, Banner respondeu. "Ou nesse caso, ½ pai."

"Eu acho que é fofo! Vocês parecem como um casal gay simbólico!" Lauren exclamou, apenas para perceber que ela era par com Jessica.

"Eu aposto que dois pais são melhores que duas mães!" Mike replicou e cumprimentou Eric com a mão, que se retraiu levemente.

"Independentemente," Sr. Banner continuou. "Este é um projeto ao longo do semestre. Vocês tem que descobrir por que seu filho teria os problemas que lhes foram dados, como é cuidar do seu filho especial, e separar seu tempo e dinheiro, baseado no perfil dele. E no final do semestre, vocês farão um relatório oral de suas descobertas de como cuidar de uma criança com necessidades especiais neste mundo! Então conheçam seus parceiros, e decidam que fica com os primeiros direitos!"

Isso era insano.

Eu não tinha nenhuma chance no inferno de passar por isso com ela. Eu já queria nomear a coisa de Junior e perguntar se ela gostava deles por dúzia. Porque eu poderia praticar isso com ela pelo menos uma dúzia de vezes se ela deixasse.

Eu olhei para Bella, que estava subitamente corada e mordendo o lábio.

"Hm. Você quer ler sobre o perfil agora?" Bella perguntou, sussurrando tranquilamente. "Ou talvez mais tarde, depois da escola?"

Eu tirei os olhos do saco para ver seu rosto corado num tom um pouco mais escuro.

Ela estava... me chamando para sair?

"Uh," Eu gaguejei.

Eu era brilhante.

E todo o meu sangue estava na minha calça.

Esta não era a distração que eu precisava!

"Quero dizer, podemos fazer isso aqui," Ela disse, corando mais e empurrando seu cabelo atrás da orelha.

Suas orelhas estavam escarlates. Perguntei-me se elas poderiam queimar meus lábios se eu as beijasse.

Ela olhou sem jeito para mim e percebi que eu não tinha dito nada.

"Certo. Hm. Nós podemos conversar aqui," Eu disse, lambendo meus lábios. "Ou em algum lugar. Também."

Ela acenou nervosamente e olhou para o relógio, mordendo aquele lábio novamente.

Ela tinha um dente muito bom. Bom para morder.

Droga, isto não estava indo bem. Eu estava com dor agora.

"Bem, o sinal vai tocar em um minuto, então talvez possamos nos encontrar na biblioteca ou em algum lugar depois da escola?" Ela perguntou, seus olhos tímidos capturando os meus.

"Um, sim, ok."

"Ok, bem. Você quer isso primeiro?" Ela perguntou, corando um pouco mais profundamente.

Droga, eu sempre quis. É claro que eu poderia ser egoísta e apenas fazer isso e explodir antes que ela sequer tivesse a chance de ter o seu primeiro ofego excitante.

"Quero dizer, eu posso levá-lo primeiro," Ela continuou e alcançou o saco de farinha.

Oh, certo... filho falso.

"Sim, claro. As damas primeiro," Eu disse assim que o sinal bateu. Levantei-me rapidamente, minha mesa empurrando o saco de farinha, nós dois saltamos para pegá-lo.

Boca, perigosamente perto.

Ela cheirava a bananas. Merda.

Como ela segurou aquilo.

Suas mãos, nas minhas.

Quente. Muito, muito quente. E apertando.

E seu peito estava pressionado no meu braço.

Eu podia sentir seu coração acelerado. Ou era o meu?

E bem contra o meu bíceps nu... eu podia sentir até mesmo através se sua camiseta, cutucando.

"Eu tenho que ir!" Eu respirei e passei por ela, sabendo que ela tinha um aperto firme no saco.

Oh merda, eu ia explodir na minha calça. Eu sabia.

Meu problema anterior de não ser capaz de gozar era definitivamente nenhum problema neste momento.

Em segundos.

Pensando em seu aperto e eu estava feito.

Eu esperei na minha cabine usual até o sinal de alerta, sabendo que com o último período, poderia ter gente procrastinando no banheiro. Quando eu tinha certeza que todos tinham saído, me limpei e cheguei na aula de História quando o sinal final tocou.

Eu não sei por que me incomodei em vir para aula. Minha mente não estava nem perto da Guerra Civil.

Mais como a Batalha do Bulge.

Eu franzi o cenho pelos meus pensamentos e invés disso me concentrei no relógio.

Quarenta e cinco minutos até que eu pudesse ver seus seios atrevidos se escondendo atrás daquela camiseta solta.

O ponteiro dos minutos se arrastava.

Trinta e sete minutos até que eu pudesse dar uma espiadinha e ver qual era a cor do seu sutiã hoje.

Tentei ignorar o latejar no meu jeans.

Trinta e dois minutos até ver sua bunda bem torneada.

Vinte e quatro minutos até eu talvez, acidentalmente, tirar o cabelo de seu ombro, apenas para ver como ele parecia.

Dezenove minutos até que eu pudesse ver seus olhos escuros olhando nos meus, esperançosamente pedindo.

Quatorze até ver o seu sorriso, eu esperava.

Nove para perceber que eu nunca poderia tocá-la ou fazê-la sorrir porque eu não seria capaz de me impedir de fazer mais.

Três antes de eu voltar para o banheiro novamente, minha força de vontade abalada.

Cinco minutos atrasado porque o lubrificante maldito que Emmett me deu simplesmente não saía.

Dez minutos atrasado porque tive que virar minha camiseta do avesso e fechar o zíper da minha blusa.

Então não foi surpresa nenhuma quando eu finalmente entrei na biblioteca e ela não estava lá.

Olhei ao redor, minha alta antecipação de estar perto dela sozinho morrendo com a visão de todas as mesas vazias. Por que ela esperaria por mim? Eu tinha certeza que ela tinha coisas melhores para fazer.

Virei-me para sair, mas não antes de pegar um movimento perto da parte traseira da seção de referência. Estiquei o pescoço para olhar o caminho ao longo do corredor. Perto do final, parada em uma daquelas velhas escadas de madeira, estava o traseiro que eu tinha sonhado em golpear por cinco dias.

Eu sorri maliciosamente com a ideia de aprontar com ela, assustando-a de modo que eu poderia, apenas por acaso, pegá-la nos meus braços.

Quem iria saber que ela se assustava tão fácil.

Eu só abri minha boca e respirei fundo.

Ela soltou um grito agudo e caiu da escada, pegando-a de forma menos galante do que eu imaginava.

Eu a tinha impedido de cair, mas talvez tenha sido pior do que deixar ela bater a bunda no chão.

Porque sua bunda estava pressionada apertadamente contra mim, quando me senti endurecer novamente. Tenho certeza que ela sentiu a agitação contra a parte baixa da sua costa. Minha mão se apertou em torno do seu quadril por reflexo, pressionando-a para mais perto.

E a minha outra mão estava espalhada em toda a sua frente.

A palma da mão em seu estômago trêmulo.

Mindinho... na pele nua.

Polegar... aninhado entre seus seios.

Dedo indicador... firmemente colocado em sua pele contraída.

Meus quadris flexionaram por instinto.

Talvez eu pudesse ter me recuperado disto, apenas movendo minha mão ligeiramente para pontos mais seguros. Até mesmo deixando-a ir.

Se ela não tivesse soltado um ruído estrangulado e se inclinado contra mim um pouco mais.

Porra, aquele ruído soava bem. E instou meu corpo a se excitar.

Com o movimento dela, meus dedos deslizaram, esfregando-a levemente e sentindo seu mamilo se enrijecendo mais por isso. Eu podia sentir a maciez dos seus seios sob meus dedos, mais complacentes do que lhes dei crédito.

O ruído suave vibrou por ela novamente, forçando seu caminho por mim. Isso me fez agarrá-la com um pouco mais de força, me esfregando. Meu nariz enterrou-se na seda do seu cabelo ao lado do seu pescoço e respirei em sua doçura. Era mais forte na base do pescoço dela, como se ela estivesse suada mais cedo.

Eu queria fazê-la suar.

E depois eu queria lambê-la.

Minha língua estava deslizando para fora da minha boca quando a percepção doente finalmente me atingiu.

Eu estava apalpando a garota nova.

Esfregando-me nela em êxtase irracional.

Na biblioteca.

Acabei de assustá-la.

Eu fiz a única coisa que meu cérebro parecia permitir.

"Eu tenho que ir."

E eu a deixei ir tropeçando e se virar para me assistir enquanto eu fugia. Eu não me arrisquei em olhar para trás.

Eu não queria ver a raiva nos olhos dela por ter sido violada.

Mas eu ainda podia sentir seu corpo contra o meu, até mesmo no caminho para casa. Meus dedos formigavam onde eu senti seus seios. Eu podia sentir o cheiro dela no meu lábio superior, e no meu nariz.

E seu ruído dançando na minha cabeça, implorando para ser questionado.

Foi pelo prazer ou terror?

Merda.

Carlisle vai me matar se descobrir.


N/T: Bom dia! Como prometido, o capítulo está aqui haha

O que acharam desse encontro na biblioteca e dos pensamentos do Edward no fim? Será que é fácil lidar com toda essa questão da sexualidade nessa idade?

Deixem suas reviews, semana que vem eu volto!

Beijos, Gui.