N/A: Eu esqueci de novo de atualizar no dia certo, então esperei dar mais uma semana para terminar com a história de vez, postando inclusive o epílogo. É o último capítulo, espero que gostem! E que a solução do mistério faça algum sentido também. x.x

Disclaimer: Weiß Kreuz não me pertence.


Staub und Aschen
Capítulo 10


- Fujimiya está vindo para cá.
- O quê? - Schuldig perguntou, virando-se para Crawford que acabava de desligar seu celular e inseri-lo de volta no bolso onde ele costumava ficar - O quê aquele ruivo imbecil quer aqui?
- Schuldig... - o coronel caminhou até seu subordinado, ajustando o colete à prova de balas que ele vestia - A informação que vazamos foi captada por Fujimiya, e Ken ligou para ele avisando que é uma armadilha. Mas o próprio primeiro-secretário disse que ele acredita estar sendo seguido pelo assassino, então concordou em dar mais veracidade para a nossa história.
-...Aquele cara está nos ajudando?
- Ja.
- Imagino o que ele quer em troca.
- Eu acho que você deveria pensar em prender o homem que está tentando matar seu protegido, tenente. - a voz fria e profissional do americano despertou o outro dos seus delírios que se aproximavam de assassinos e que envolviam a figura atraente do diplomata - Vamos. Todos já estão em posição e o carro de Fujimiya não está longe daqui.
- Nagi está...
- Exato. E ele notou que um veículo vem seguido o carro de Fujimiya há alguns bons minutos, já. Ele conseguiu identificar a placa utilizando as câmeras de alguns semáforos, mas ele é...
- Um carro alugado.
Crawford balançou a cabeça, confirmando.
- Brilhante. Vamos. Boa sorte, Brad. - o tenente sorriu, sentando-se sobre a cama; ele iria ficar no quarto onde supostamente ele e Ken estavam.
- Não vamos precisar de sorte hoje à noite. Eu sei como isso vai terminar.
Fazendo uma saudação oficial, o coronel se retirou e desceu as escadas, transmitindo comandos pelo rádio. Schuldig, sentado na cama, esperava que as previsões sempre corretas do seu chefe não o desapontassem. Andando até a janela, ele abriu a cortina e observou o movimento nas ruas por alguns minutos, surpreso ao avistar o carro da embaixada japonesa entrando no estacionamento. Logo depois, um carro popular azul escuro fazia o mesmo percurso, e com a ajuda do binóculo que estava com ele, identificou a chapa como sendo a do carro que vinha seguindo Fujimiya.
- Ele está aqui. Preparem-se.
A voz de Crawford chegou até os seus ouvidos, ligeiramente cortada pela estática, mas compreensível na sua totalidade. O tenente se afastou da janela, andando até os abajures do quarto e acendendo ambos; a luz não seria suficiente para cegá-lo mas dava a sensação de que alguém realmente ocupava o quarto. Ele foi até a televisão em seguida, ligando o aparelho e deixando o som baixo, suficiente para que ele conseguisse ouvir qualquer coisa do lado de fora. As imagens coloridas da tela, no entanto, produziam um efeito único no chão acarpetado do quarto, algo que era visível do lado de fora no corredor também.
A voz do comandante da unidade continuava instruindo seus oficiais, passando os comandos necessários. Fujimiya já havia estacionado e estava na recepção, onde um policial a paisana havia assumido as funções de recepcionista. O diálogo chegou aos ouvidos de Schuldig pelos comunicadores:
- Boa noite, senhor. Em que posso ajudá-lo?
- Eu gostaria de fazer uma visita aos hóspedes do quarto 2312.
- Muito bem. Qual seu nome, senhor?
- Ran Fujimiya.
O policial pegou o telefone e fez a ligação falsa, esperando por alguns momentos para encenar um monólogo que fora convincente como um diálogo. O homem que havia seguido Ran de carro ainda não havia descido do veículo, provavelmente esperando por alguma coisa que Schuldig não sabia o que era.
O tenente ouviu um de seus colegas autorizar a subida do diplomata, que se encaminhou para um dos elevadores e apertou o botão de dois andares: o primeiro e o vigésimo terceiro. Assim que parou no primeiro andar, ele encontrou um oficial fardado que o conduziu rapidamente para a escada de incêndio em segurança. O elevador, então, continuou sua jornada para o último andar, porém vazio.
- Atenção, ele saiu do carro. - Crawford falava novamente - Homem, alto, por volta de um metro e setenta e cinco. Cabelos castanhos, definitivamente japonês. Está de terno, cor bege.
Schuldig omitiu um comentário sarcástico sobre a velocidade em que Crawford ia passando os detalhes, como se fosse um comentarista em um desfile de moda; o tenente sabia que tendia a ficar muito ácido e inconveniente quando ansioso, e aquela não era uma hora para nervosismo. Sem saber o que acontecia lá embaixo porque toda a comunicação havia silenciado, o alemão voltou a prestar atenção quando a voz do estranho e do policial-recepcionista foi ouvida novamente, o diálogo se passando em um inglês sofrível.
- É a voz que gravamos?
- Não sabemos ainda. - Schuldig respondeu antes mesmo de Crawford a pergunta feita por outro oficial - A voz que temos gravada foi em japonês, e o timbre pode se alterar um pouco quando mudamos de idioma.
- Ah...
- Quietos.
A voz de Crawford interrompeu qualquer conversa, todos novamente prestando atenção na recepção:
- Você teria como dizer para onde aquele senhor ruivo foi? - o suspeito do assassinato de Nakamura falou.
- O senhor é parente dele ou precisa falar com ele? - o recepcionista perguntou, fazendo uma leve cara de desconfiança; o outro balançou a cabeça.
- Não, não. Mas ele derrubou alguns papéis no estacionamento, gostaria de devolvê-los.
- Ah, entendo. Nesse caso, eu acho que o senhor pode falar com ele... - o policial respondeu, fingindo consultar alguns arquivos - É o quarto 2312. Eu vou...
- Não precisa me anunciar. - o outro respondeu - Eu vou passar as folhas por debaixo da porta e só. Obrigado.
Os comunicadores ficaram em silêncio mais uma vez, até a voz do oficial que fazia as vezes de recepcionista voltar:
- Ele subiu pelo elevador. Não sei para onde está indo, mas... Ele deve ter parado no vigésimo terceiro.
- Schuldig, é com você.
- Nem precisava falar.
O alemão então se retirou para o banheiro, observando pelo espelho a porta do quarto. A luz comandada por sensores de movimento havia acendido do lado de fora e duas manchas pretas no espaço entre a porta e o chão indicavam que havia uma pessoa parada ali. O som da televisão não estava alto suficiente para encobrir batidas na porta, e o tenente não ouviu nenhuma.
- O quê está acontecendo, tenente?
- Ele está parado do lado de fora, mas não tocou a campainha ou bateu na porta. - foi a resposta sussurrada do alemão, empunhando o seu revólver carregado e pronto para atirar no intruso.
De repente, a porta andou alguns centímetros para a frente. Se os ocupantes estivessem efetivamente distraídos com a televisão, tal movimento não teria sido nem remotamente notado. Schuldig pensou em comentar aquele fato, mas sua idéia morreu na hora em que a porta se escancarou e vários tiros foram disparados, todos na direção da cama.
O assassino então entrou no quarto, segurando a sua arma com as duas mãos, os braços estendidos. Seu semblante era de nervoso e confusão, provavelmente por não encontrar ninguém ali dentro. Ele pensou em sair do quarto, mas um tiro certeiro vindo do banheiro do quarto fez a sua arma voar para um dos cantos da suíte, enquanto um policial treinado vinha ao seu encontro, armado e com um olhar de fúria:
- Você está preso! - Schuldig gritou ao encostar a sua arma na garganta do outro homem, saboreando o olhar de terror no rosto do assassino. Passos rápidos pelo corredor indicavam a chegada do resto dos policiais - Você está preso... - ele repetiu, agora em japonês - Pelo assassinato de Nakamura Hiroki e pela tentativa de homicídio de Hidaka Ken. Você tem o direito de permanecer em silêncio ou qualquer coisa que dis...
A frase clássica nunca foi terminada pelo tenente, que sentiu uma lâmina afiada ser enfiada contra a sua carne, logo abaixo da linha do seu colete. O assassino ainda girou a faca que tinha escondida dentro do corpo do alemão, aumentando a dor e o tamanho do corte, fazendo com que o mesmo caísse no chão.
Ele até tentou correr para a sua arma, caída próxima à cama, mas àquela hora os reforços já tinham chegado e imobilizado o moreno, além de providenciarem uma detalhada revista para evitar surpresas como a que havia atingido Schuldig. Um oficial estava ajoelhado ao lado do tenente, chamando uma ambulância pelo celular enquanto alguns gritos ecoavam pelo quarto.
Mas nenhum grito foi tão alto quanto o de Ken, na sede da polícia, depois de ver o golpe dado no seu protetor pela câmera de segurança instalada no corredor e em frente à porta escancarada da suíte.

As paredes brancas do cômodo acolheram um preocupado jornalista, que mordia o lábio inferior em um gesto inconsciente de nervosismo. Na sua mão direita, uma caixa retangular embrulhada em um papel de presente estava quase sendo massacrada pela força dos seus dedos, impacientes.
A figura de Schuldig deitada sobre a cama do hospital era um contraste trágico; seu cabelo, longo e chamativo, estava espalhado contra o travesseiro da mesma cor das paredes, fazendo um contraponto digno de uma pintura. Seu corpo, menos bronzeado do que o de Ken mais ainda sim longe de ser pálido, também se destacava do lençol alvo e da roupa em que ele havia sido colocado após a sua chegada ao hospital.
A porta atrás do moreno foi fechada por um policial que montava guarda do lado de fora, quase sem fazer barulho. Perto do leito de Schuldig, vasos de flores, cartões e outras coisas enviadas por pessoas da sua unidade enfeitavam o quarto, dando um toque pessoal a um ambiente que ninguém gosta de ficar por longos períodos de tempo. Ken se perguntou sobre o quê a família do tenente sabia sobre aquilo, ou se sabia de alguma coisa.
Colocando a caixa sobre uma mesinha quadrada que ficava imediatamente ao lado do policial, Ken deixou que seus lábios se curvassem em um sorriso sereno ao usar sua mão direita para acariciar as mechas longas e flamejantes do seu protetor, seus movimentos tão suaves que não foram sentidos inicialmente pelo outro; somente após retirar alguns fios de cabelo da testa de Schuldig é que o mesmo abriu os olhos, turquesas agradavelmente surpresas com a visão que lhes havia sido apresentada.
- Ken...
- Hey, Schu. Como está se sentindo? - o outro perguntou em voz baixa, utilizando a mão esquerda para entrelaçar seus dedos com os do outro homem, sua mão direita ainda ocupada com os carinhos.
- Bem... Exceto pelo local do corte. - ele respondeu com um sorriso mais vivo, utilizando o fato de que os dedos deles estavam interligados para puxar o moreno para mais perto - Não vai me cumprimentar com um beijo? Eu salvei a sua vida, afinal.
Rindo e curiosamente sem corar dessa vez, o jornalista inclinou seu próprio corpo de bom grado, tocando os lábios do outro homem com os seus, afastando-se quando o policial deu mostras de querer intensificar o contato:
- Não, Schu. Você ainda não está bom.
- É um cortezinho no lado esquerdo! - o outro protestou de um jeito quase infantil, arregalando os olhos como se fosse começar a chorar, fazendo o moreno rir calorosamente.
- Se fosse só isso, não estaria aqui.
- Crawford é um sacana exagerado.
- Crawford é o seu superior e deve saber o que é melhor para você. - o moreno replicou com um olhar mais severo, erguendo uma sobrancelha. Schuldig virou a cabeça para o outro lado, suspirando.
- Maravilha. Já não basta Nagi que repete mecanicamente as ordens do Brad, agora vem você também. Eu tenho três superiores! Ninguém merece três chefes com o meu salário e aparência.
O jovem japonês riu de novo, com mais gosto dessa vez. Seu protetor parecia bem, se já conseguia fazer aquelas gracinhas.
- Modesto, você.
- Honesto, isso sim!
- Você me lembra Yohji, agindo desse jeito. - o jornalista comentou, vendo que o outro tentava lembrar quando já havia escutado aquele nome - Kudou Yohji, mora comigo.
- Deve ser um bom sujeito.
- E é. Menos quando se acha um presente dos céus para a humanidade. Ah! Falando em presentes... - o moreno sorriu, parecendo encabulado enquanto virava o corpo para pegar a caixa embrulhada que depositara sobre a mesinha antes - Eu trouxe isso para você.
- Oh? - o tenente pegou o pequeno retângulo nas mãos e sacudiu o mesmo, tentando adivinhar o que era mas deu de ombros, rasgando o papel e sorrindo quando viu o conteúdo - Meu Deus, trufas de café. Esconda isso, vou comer quando a enfermeira não estiver olhando. A comida daqui é terrível.
- Eu sei. Hospitais têm essa fama. Quando você sair daqui, vamos comemorar em um restaurante chique. Da sua escolha. Só não sei como vou pagar. - o moreno sorriu, puxando um banco que estava por perto e sentando no mesmo - Mas eu quero agradecê-lo por tudo.
- Eu consigo pensar em agradecimentos mais interessantes que um jantar. E que nem envolvem dinheiro. - o tenente piscou um olho para o homem mais novo, rindo quando notou o embaraço de Ken - Desculpe. É que saber que tudo isso terminou... Me deixou de bom humor. É bom vê-lo despreocupado também. - o policial ergueu uma das suas mãos para acariciar o rosto do seu protegido depois, seus lábios curvados em um sorriso genuíno que desapareceu quando ele se lembrou de algo importante - E o assassino? O quê aconteceu?
- Bom, ele confessou. Todos os crimes, incluindo os cometidos no Japão. - o moreno contou - Eu e Ran... Fomos fazer o reconhecimento. Ele se chama Koichiro Kase, era meu amigo no colegial. - o outro sorriu de uma forma amarga - Era até o dia em que nos enfrentamos no campo de futebol e ganhamos. Bom, o resto da história você já sabe.
- Ele que causou o incêndio?
Um aceno de cabeça veio por parte do jornalista.
- Sim, foi ele. Não só ele, mas ele também admitiu isso. Vão procurar os outros envolvidos no Japão para impedir futuros absurdos ou que eles tentem terminar a missão do Kase.
- Entendo. Bom... - Schuldig apertou as mãos do outro homem - Você é um sobrevivente. De novo.
- E você também! - o homem mais novo sorriu, se levantando - Me disseram para não demorar muito aqui dentro porque você ainda precisa descansar. Amanhã eu volto, está bem?
- Claro. - o policial sorriu, parecendo honestamente feliz apesar das suas condições. Ele avidamente acolheu o beijo quente e prazeroso do moreno, que dessa vez permitiu que o tenente fosse um pouco mais longe; eles só pararam quando Schuldig deslizou uma mão habilidosa por baixo da camisa folgada que o outro utilizava.
Quando Ken saiu do quarto, o tenente então se pôs a pensar no inevitável: a partida daquele que ele tinha começado a amar.

Até mesmo Crawford estava no aeroporto no dia da despedida de Ken; o estóico coronel tinha um raro sorriso no rosto quando trocou um enérgico aperto de mão com o japonês, satisfação reluzindo nos seus olhos depois de um caso bem resolvido. Nagi, sempre reservado, parecia mais contente que o normal e optou por um abraço para dizer adeus sem palavras. Logo depois, entregou um papel com seu e-mail e nomes de usuário de todos os comunicadores em atividade do planeta, pedindo que o outro não deixasse de dar notícias.
Ken passou por vários outros oficiais que se despediram dele com variáveis proporções de entusiasmo, chegando finalmente em um belo tenente, fardado, que não escondia as emoções misturadas no seu rosto. Os olhos azuis de Schuldig brilhavam intensamente naquela manhã, mas o motivo eram as lágrimas que haviam se acumulado ali; poucas, é verdade, mas ainda sim, difíceis de serem vistas no rosto usualmente brincalhão do alemão.
Qualquer embaraço que Ken sentia foi dissolvido quando o policial puxou o corpo do jornalista para perto do seu, enlaçando-o firmemente pela cintura. Os braços do japonês foram parar no pescoço do tenente, repousando ali e aplicando considerável pressão quando o beijo ficou mais ousado. Os gritos e assobios dos policiais presentes naquela despedida foram completamente ignorados pelo casal, que parecia ter sido transportado para um mundo a parte.
No entanto, o chamado em alemão e inglês da partida do avião de Ken trouxe ambos de volta à realidade de uma forma um tanto quanto brusca. Os dois se separaram por fim, o cabelo de Schuldig levemente desarrumado e a respiração do moreno pouco mais acelerada do que seria normal. O tenente se abaixou e entregou para o outro homem a mochila do mesmo, que reunia os pertences de Ken que haviam escapado do fogo, mais as coisas que ele havia utilizado enquanto ficara em solo alemão.
- Ah. Eu quero que fique com algo... - o moreno se lembrou de repente, retirando algo que estivera por dentro da sua camisa. Passando uma fita pelo pescoço, ele entregou as credenciais de membro da imprensa que ele havia utilizado na Alemanha, com seu nome e foto.
- Eu não vou esquecer de você, Ken. - o outro respondeu, apertando o objeto na mão antes de abraçá-lo mais uma vez, o chamado para o vôo do moreno ecoando no saguão do aeroporto. O jornalista também abraçou o policial pela cintura:
- Cuide-se, Schu. Não faça nada de...
- Perigoso, eu sei. Vou tentar.
Os dois riram baixinho.
- Schu... Eu...
A frase do moreno nunca foi terminada, o tenente suspirando uma única palavra contra o ouvido de Ken que fez o outro tremer por completo, um arrepio delicioso descendo por toda a sua espinha. Com um olhar de surpresa, ele se afastou do outro homem o suficiente para ver o semblante honesto e também triste do oficial, seus lábios abrindo e fechando como se ele quisesse dizer algo mas sem conseguir.
Ele deu alguns passos para trás na direção da área do embarque, enquanto Schuldig se manteve parado. Ainda em choque, o jornalista viu uma lágrima solitária correr pelo rosto do outro, não combinando em nada com o atraente sorriso que ele exibia no momento. Sentindo a mão de Ran que havia fechado no seu braço, pedindo silenciosamente para que ele se apressasse, o moreno por fim murmurou a mesma palavra de volta para aquele que havia sido seu protetor e muito mais.
O diplomata e os policiais trocaram cumprimentos formais ao longe e a dupla de cidadãos japoneses se foi na direção do avião, Ken virando para trás por várias vezes até quando não era mais possível ver o rosto daquele que ele também havia vindo a amar.

Continua...


N/A²: Yep, era o Kase. Ninguém gosta do Kase! u.u Merecido ele ser o vilão da história toda. E tem uma cena que eu gosto bastante nesse capítulo também: o Schu no hospital. 8D Por alguma razão eu imagino ele sendo sarcástico na maioria do tempo dele, e acho que ele não se comportaria de forma diferente, mesmo se hospitalizado. Anywayz, espero que tenham gostado!

Obrigada pela atenção e até o epílogo,
Mari-chan.