E ai pessoal, como vocês estão? Então chegamos ao cap. 11. Eu havia dito que postaria uma vez na semana, pois é mudei de ideia, ao invés de uma vez, vou tentar postar duas. Bom é isso, esse cap. é beeeeem especial, por isso queria fazer um agradecimento:

Queria deixar BEM claro que este capítulo não foi feito por mim, e sim pela minha amiga Giovanna Abrantes, a qual vem me ajudando muito em relação à fanfic, mas exclusivamente este capítulo foi feito inteiramente por ela, por isso Gi, muito obrigada, a fanfic sempre foi algo que eu tinha vontade de fazer, e agora que comecei é mais que perfeito ter uma amiga twilighter como beta que é algo que não é pra qualquer uma, então muito obrigada, você realmente tem talento, te amo s2

Bom curtam o capitulo ;*


Capítulo 11 – Noite Perfeita

(PDV – Reneesme)

A noite havia sido extremamente cansativa; o desfile foi um sucesso, e a conversa com Jasper e Alice havia sido igualmente bem sucedida. A reação de ambos me surpreendeu bastante; o fato de terem aceitado eu e Jake como se fosse algo mais natural do que respirar me deixou extremamente feliz.

Alice havia deixado um bilhete para nós:

" Curtam a noite de vocês, nos vemos amanhã a tarde na corretora de Jasper para falarmos sobre o assunto Forks.

Beijos, Alice e Jasper"

Duvido que aproveitaríamos algo, estávamos cansados demais. Jake nos dirigiu até em casa e Jasper e Alice saíram sozinhos – provavelmente procurando um pouco de privacidade. Chegando no nosso apartamento, pedi a Jacob uns momentos sozinha, afinal, além de precisar tomar um banho e me trocar, necessitava assimilar tudo que havia acontecido hoje – minha cabeça estava explodindo. Jake não se importou em me ceder esse tempo, e aproveitou o mesmo para banhar-se e trocar-se também.

Tomei um banho longo, extremamente demorado. Sentir a água morna percorrer meu corpo me acalmava bastante. Quando fechei a torneira, o banheiro encontrava-se cheio de vapor. Troquei-me rapidamente, colocando primeiro a roupa íntima. Só ao terminar de prender o sutiã que dei-me conta que havia esquecido o resto da roupa no quarto. Abri a porta do banheiro sem hesitação, e um grito escapou quando vi Jake sentado na beira da minha cama.

- Nessie – Ele disse, levantando-se, com os olhos arregalados e um sorriso malicioso.

- Jake, o que está fazendo? Esqueci minha roupa aqui, se você me der licença... – Eu estava realmente envergonhada.

- Aqui, tome – Ele disse, tirando a camisa e entregando-a à mim.

- Mas... vai ficar enorme em mim.

- E qual é o problema nisso? Ponha logo. – Proferiu, mandão como sempre.

Vesti a camiseta, e como previsto, ficou gigante em mim. Apesar de se ajustar muito bem ao corpo dele, eu parecia desengonçada nela. Alcançava até a metade das minhas coxas.

- Ficou bonito em você. – Ele abriu aquele sorriso caloroso, tão lindo, tão meu. – Gosto de te ver usando algo meu.

- E eu gosto de usar algo seu, igualmente.

Ele começou a se virar para ir embora, quando em um impulso segurei a sua mão.

- Não vá. Fique aqui hoje à noite... – Pedi, com o meu habitual beicinho.

- Nessie, já conversamos sobre isso. Eu vou te respeitar, não podemos fazer nada agora, quero dizer, ia ser muito complicado e essa seria a sua primeira v –

- Jake, pare de falar agora. – Elevei o tom de voz, o interrompendo – Não precisa acontecer nada. Eu sei que você me respeita, e admiro isso. Só não quero dormir sozinha hoje.

- Hmm, tudo bem. – Concordou, hesitante. – Isso é claro, se você resistir a mim...

- Mas que convencido! – Exclamei.

- Realista apenas, minha pequena. – Deu uma piscadela, extremamente cheio de si.

Empurrei-o em direção a cama, o jogando com toda a minha força.

- Não parece tão gostosão agora, não é mesmo? – Soltei uma risada.

Enquanto eu ria que nem uma criança, ele me puxou para a cama e bateu com o travesseiro em mim, de uma forma carinhosa, rindo também.

- E você não parece tão autoritária. – Ele apagou as luzes pelo controle, puxou as cobertas, nos cobrindo. Deitei minha cabeça em seu peito, e ele me abraçou, encaixando seu corpo no meu.

- Boa noite, minha pequena. – Disse, beijando minha testa.

- Boa noite, meu lobo mau. – Levantei meu rosto, alcançando seus lábios, depositando nos mesmos um breve beijo.

Nunca dormi tão bem em toda a minha vida.

xXx

Havia se passado dois dias desde que a decisão de retornar a Forks fora tomada. Entristecia-me um pouco a ideia de não voltar a ver os amigos que eu tinha feito aqui em São Paulo, mas o retorno à cidadezinha chuvosa era mais do que necessário. A idade de Alice e Jasper já não mais passava despercebida, e de maneira alguma eu queria esconder meu relacionamento com Jake... Ah Jake. Desde o momento em que seus lábios tocaram os meus, eu senti que estava verdadeiramente feliz pela primeira vez desde que meus pais haviam falecido.

Jasper e Alice haviam partido mais cedo – ontem - para ajeitar a casa em Forks para melhor conforto. Imaginei que eu e Jake iríamos junto com eles, mas nosso rumo foi diferente. Jake simplesmente me vendou, me enfiou em um avião e me disse para não tirar a venda até chegarmos ao destino. Foi, no total, uma viagem de avião, horas de carro e agora nos encontrávamos em uma lancha – o cheiro do mar era inconfundível. Quando a lancha finalmente parou, Jake sussurrou à alguém algumas palavras em português que não consegui decifrar muito bem, e me pegou no colo, a venda ainda impossibilitando que eu visse alguma a coisa. Estava quente, MUITO quente. A brisa do mar tornava tudo mais refrescante.

Jake estendeu a perna – creio que para abrir uma porta – e depois que entramos, o calor diminuiu um pouquinho. Ele me colocou em pé no chão – o piso era de madeira – e lentamente ele retirou a venda.

- Abra os olhos, pequena. – Sussurrou no meu ouvido, causando arrepios na minha espinha.

Ao abrir os olhos fiquei mais surpresa do que eu deveria. Ele tinha me levado pra Ilha de Esme, novamente, na casa em que vivemos juntos por três anos. Pulei nele, o abraçando com toda a minha força híbrida.

- Jake, isso é maravilhoso, eu nem tenho palavras pra agradecer.. – Proferi, eufórica.

- Eu achei que você precisava se despedir do Brasil de uma forma apropriada. Queria que aproveitasse o sol antes de retornar a Forks. Chove demais lá. – Disse ele, risonho.

- Bom, vamos aproveitar o dia! O que vamos fazer hoje? – Perguntei.

- Ah, você verá pequena. Vá se trocar. Vamos fazer muitas coisas!

Corri para o quarto branco, que sempre fora meu enquanto morei ali, e me troquei o mais rápido que pude. Livrei-me das roupas que estava, tomei um rápido banho e vesti um biquíni vermelho. Coloquei um mini shorts jeans por cima e chinelos havaianas. Retornei a sala e lá estava Jake, sem camisa, só com a bermuda e havaianas igualmente.

- Me alcance se puder. – Disse ele, saindo correndo em disparada a porta, e praia à fora...

O dia foi incrível. Caminhamos pela praia, fizemos uma pequena trilhas nas matas – me alimentei de um leão – fizemos mergulho no mar, escalamos árvores, fora tudo tão perfeito. O sol já estava se pondo, o crepúsculo evidente. Jake segurou a minha mão suavemente, e disse:

- Venha, Nessie, tem mais um lugar que eu quero te levar antes desse dia acabar.

Sorri em resposta. Caminhamos durante uns 10 minutos, conversando durante todo o trajeto. Jake além de ser o meu amor, sempre fora meu melhor amigo. Não tinha vergonha ao seu lado, e assunto nunca faltava. Ele parou subitamente.

- Que tal um mergulho? – Proferiu, me pegando no colo. Eu nem havia reparado que tinha uma cachoeira ali, estava focada demais na conversa, por isso que não pude evitar um grito quando ele se jogou, atirando a nós dois no rio.

Foi incrível, pular da cachoeira fora simplesmente uma experiência deliciosa. Não tão perigosa, considerando que somos seres sobrenaturais, mas radical, de qualquer modo.

- Você deveria esperar eu responder! – Gritei, fingindo estar brava, contendo o riso.

- Você demora demais pra responder... – Respondeu, com um sorriso malicioso nos lábios.

Ele sabia como mexer comigo. - Olha aqui, e se eu tivesse me machucado? Poderia, considerando as rochas que tem aqui. Além do mais, não estou acostumada a esses passeios radicais Jake, você tem que entender que-

- Nessie, com todo respeito, cala a boca. – Disse me interrompendo.

Ele me puxou pela cintura e colou seus lábios nos meus. Eu mal tive tempo de reagir, senti meu coração simplesmente parar. Sua língua pediu passagem, e eu cedi, explorando cada canto da boca dele, provando do sabor que eu já tão bem conhecia. Coloquei uma das minhas mãos em sua nuca, acariciando seus cabelos, enquanto a outra arranhava suavemente um dos ombros.

Jake me pressionou contra uma das rochas, enquanto sua boca abandonava a minha, e deslocava-se para o meu pescoço. No começo, ele apenas depositou leves beijos, observando a minha reação. Eu estava completamente ofegante. Ele rapidamente encostou a língua, e não pude conter um gemido que escapou pela minha garganta. Ele segurou meus pulsos contra a rocha, me imobilizando, e dessa vez começou a chupar meu pescoço com força, dando leves mordidas, e pressionando sua cintura na minha, permitindo que eu sentisse o membro duro entre as suas pernas.

- Você vai me fazer gritar se não parar de provocar desse jeito, Jacob.. – Eu disse, com a voz meio sufocada, tentando conter os gemidos.

- Essa é a intenção. – Ele respondeu, e voltou a atenção para o meu pescoço.

Quando sentiu que já havia explorado bastante aquela área, ele começou a descer um pouco mais com a língua e eu já estava achando que ia explodir. Suavemente, ele libertou meus pulsos e me puxou para mais perto, mas apenas para poder desamarrar meu biquíni atrás. Quando a parte de cima do biquíni já estava no chão, ele me colou de volta na parede, e sua língua retornou ao contado com a minha pele. Tão suave, tão quente, tão provocadora. Aquele garoto ainda ia me matar. Eu deveria sentir vergonha, mas não senti. Com uma das mão, ele agarrou um dos meus seios, apertando-o suavemente, a outra ele deixou na minha cintura.

Ele era um grande provocador. Seus lábios subiam e desciam, sua língua alternava entre movimentos rápidos e lentos em minha pele, até que ele desceu a ponto de alcançar o bico do meu outro seio. Eu gemi alto, a sensação fora tão boa. Ele parou no mesmo instante, apreciando a minha reação.

- Não para... – Pedi.

Ele não parou. Começou a lamber lentamente meu seio, provocando e mordiscando levemente, chupando até ficar vermelho, e depois repetiu o processo o outro, enquanto sua mão tocava entre as minhas pernas, por cima do shorts. Eu seriamente ia explodir.

- Sua vez. – Com toda a minha força híbrida, o empurrei, trocando nossas posições, o encostando na parede. Eu não sabia muito bem o que fazer. Havia visto alguns filmes e lido alguns livros, mas nunca havia feito nada com ninguém.

Deixando que meus instintos me guiassem, comecei a chupar seu pescoço, espalmando o definido peitoral, só para depois passar a língua pelo mesmo. Ele puxou meus quadris e eu senti algo duro na minha barriga, por debaixo da bermuda jeans. Respirei fundo algumas vezes, e tomei coragem para experimentar algo;

Abaixei a bermuda, deixando-a caída nos seus tornozelos. Como de esperado, ele não estava usando cueca. Ajoelhei-me no chão e ele soltou um grito de surpresa antes de eu simplesmente abocanhar o membro rígido.

- Nessie... - Ele mesmo se interrompeu, fechando os olhos com força.

Era grande demais, não cabia inteiro na boca, não sem me dar ânsias. Fui até onde aguentei, fazendo movimentos de vai e volta – como havia visto em alguns filmes – procurando evitar o contato com os meus dentes. O gosto era diferente, um tanto quanto salgado . Ele enterrou os dedos em meus cabelos, sua expressão de puro êxtase. Isso não durou muito tempo. Alguns poucos minutos depois, quando eu senti que ele ia explodir ali mesmo, ele me levantou e me segurou pelos ombros, tomando fôlego. Ele subiu a bermuda, e pegou a parte de cima do meu biquíni no chão.

- Vista – Disse, autoritário. – Vou te levar pra casa agora.

Senti meus olhos encherem de lágrimas. Eu devia ter feito algo errado para ele estar tão sério daquele jeito. Ele nem queria chegar perto de mim. Vesti o biquíni, sentindo mais vergonha do que nunca. A volta para casa foi silenciosa, ninguém disse absolutamente nada. Ao chegar lá, não proferi uma só palavra. Me dirigi para o banheiro, onde busquei conforto na agua quente. Após escovar os dentes, caminhei de toalha pro quarto e vesti as primeiras coisas que encontrei na gaveta – Uma lingerie rendada vermelha e preta e um camisetão. Jake apareceu no quarto com uma expressão indecifrável em suas feições.

- Boa noite, pequena. – Ele disse e veio me dar um beijo na testa.

Me afastei de seu beijo, encarando-o com demasiada raiva nos olhos.

- Me deixa em paz. – Disse, séria.

- Nessie, o que aconteceu? – Ele disse, vindo me puxar para um abraço.

- Não me toca! – Gritei – Já não basta ter me humilhado na cachoeira, precisa fazer de novo?

- Humilhado? Eu não te humilhei. – Respondeu, incrédulo.

- Humilhou sim. "Vista, vou te levar pra casa agora". Como se não tivesse acontecido nada, Jacob.

- Nessie, teve um motivo para eu dizer aquilo, não é o que você esta pens-

- Não interessa. Palavras magoam, sabiam disso? – Droga, eu ia chorar – Pensei que você fosse gostar. Mas nunca imaginei que você odiaria tanto.

- Escuta aqui – ele disse, me segurando forte pelos ombros – Eu só queria te respeitar. E não queria perder o controle, cheguei perto demais de...

- Escuta aqui – respondi, cética – Já provou seu respeito. Sou bem grandinha, não preciso que você tome decisões por mim. Mas se você não quer, Jake – disse, com raiva – não tem problema, tem quem queira. – E dei costas pra ele, caminhando para a cama.

Eu realmente não deveria ter dito isso. Ele simplesmente me empurrou contra a parede, tão forte que ela chegou a rachar, e colou seu corpo no meu. – Escuta aqui, mocinha. – Ele disse no meu ouvido, sua voz rouca e séria – você é só minha. – E dito isso, seus lábios tocaram o meu tão rudemente e tão possessivamente que eu não pude fazer nada senão retribuir.

Ele me puxou para cima e eu enlacei sua cintura com as pernas. Ele beijou meu pescoço como fizera antes, só que dessa vez de uma forma muito mais intensa. Sua língua percorreu cada centímetro até o meu decote, mordiscando, chupando, lambendo, me fazendo delirar cada vez mais. Jake me levou até a cama, me beijando durante todo o trajeto. Seu corpo encaixava-se perfeitamente no meu. A cada toque, sentia mais urgência dele, ansiava mais. Nunca pensei que poderia ser assim.

Lentamente, eu puxei a barra da camiseta dele, pedindo silenciosamente que levantasse os braços para que eu tirasse. Ele levantou, e eu contemplei aquele abdômen definido e o peitoral perfeito. Jake fez a mesma coisa com o camisetão, o tirando bem devagar, não tirando os olhos de mim enquanto o fazia.

- Caramba Nessie.. – Ele disse, olhando a lingerie.

- Gostou? – Perguntei, inocente.

Um tipo de rosnado escapou pela garganta dele, e ele em um impulso rasgou o meu sutiã com os dentes, sua boca percorrendo meus seios, demorando-se nos mesmos. De repente, ele começou a desce com sua língua, mais e mais, passando pelas costelas, pelo umbigo, até alcançar a barra da calcinha. Toda vez que ele chegava ali, ele subia repentinamente, o que me enlouquecia. Devagar, ele começou a me acariciar por cima da pequena peça, fazendo movimentos circulares com os dedos, de modo que eu me contorcia de prazer debaixo dele.

- Pare de provocar, Jake... – Implorei, entre gemidos.

- Mas pequena – Ele proferiu em um sussurro – eu nem comecei ainda.

E dito isto, sua boca desceu de vez, rasgando também a calcinha com os dentes, atirando a minúscula peça para longe. Ele olhou para mim como se eu fosse a coisa mais linda que ele já havia visto na vida. Eu estava lá, toda estirada na cama, aberta e sem vergonha, e ele me admirava como se fosse uma jóia rara. Meu coração se encheu de alegria.

E quando menos me dei conta, sua língua estava lá, em movimentos circulares, fazendo com que todo o meu corpo se arrepiasse, fazendo eu gritar de prazer. Eu o puxei pelos ombros para cima, mordendo com força seu pescoço, e chupando depois, e em seguida, o virei na cama, trocando de posição de modo que eu ficasse por cima.

Comecei a beijar seu abdômen – perfeito. Ele era o meu deus grego. Seu cheiro era inebriante e parecia que meu sangue estava queimando naquele momento. Puxei a bermuda para baixo, libertando o membro que já estava rígido, e com a mão, fiz movimentos de vai e vem. Isso pareceu o enlouquecer.

Ele me virou de volta, ficando por cima, e se afastou por um momento, pegando algo no bolso da bermuda que eu demorei para entender o que era. Ele cobriu o membro com o preservativo e voltou para a cama. Segurou meus pulsos acima da cabeça com um braço só. Com o outro, afastou umas madeixas do meu rosto.

- Tem certeza disso, minha pequena? – Ele perguntou, a voz firme.

- Nunca tive tanta certeza de algo. – Respondi sem hesitar. – Eu te amo.

Lentamente, ele introduziu o membro em mim, tomando cuidado para não doer muito. Eu já estava totalmente lubrificada, mas ainda sim, o tamanho dele era demasiado. Não doeu tanto como eu imaginava. Jake apesar de rude em alguns momentos, foi extremamente delicado naquele, preocupando-se comigo. Sangrou um pouco, o que já era esperado.

Depois disso, ele começou devagar movimentos de vai e vem, lentos demais. Cada estocada, só aumentando o desejo dentro de mim. Arranhei seu peitoral com tanta força que chegou a sangrar um pouco, enquanto meu gemidos preenchiam o ambiente.

Virei-me novamente, trocando de posições, e sem muita experiência, continuei os movimentos em cima dele. Agarrei-me na cabeceira da cama enquanto Jake apertava minha cintura. Sem perceber, acabei quebrando a cabeceira de tão forte que apertei. A sensação era boa demais. Eu me senti inteiramente completa.

Jake puxou um dos meus braços, fazendo com que eu caísse praticamente em cima dele, perdendo o equilíbrio, e beijou um dos meus seios enquanto acariciava o outro. Parecendo não aguentar de tanto prazer, ele ficou por cima de novo e colocou minhas pernas sobre seus ombros, segurando nas mesmas. Agarrei um dos travesseiros na minha volta, e acidentalmente acabei rasgando o pobre coitado com as unhas, de tanto que apertei. Isso se repetiu com mais 6 travesseiros. Tinha pena de ganso para tudo quando é lugar.

Depois de um certo tempo, Jake me puxou e me virou de costas, e continuou os movimentos, mas desta vez, enquanto fazia, começou a mordiscar e lamber minhas costas, subindo em direção a nuca. Quando ele fez isso, eu não aguentei, gritei tão alto ao chegar lá que eu acho que a ilha inteira deveria ter ouvido, e ele chegou lá na mesma hora que eu, soltando um grito rouco e arfante seguido de um rosnado.

Caímos, exaustos na cama. Ele me puxou, e me beijou na testa.

- Isso foi.. perfeito Jake. – Exclamei, quase sem voz.

- Você é perfeita. – Ele disse. – Eu te amo mais do que tudo.

- Mas eu amo mais. – Respondi, com um sorriso estampado no rosto.

- Está muito cansada? – Jake perguntou, sério.

- Não.

- Ainda bem. – Respondeu com a voz séria.

- Por que?

- Por que a noite acabou de começar. – Sussurrou com a voz rouca, sua língua voltando para o meu pescoço.

A noite seria muito longa, pelo visto...

xXx

Acordei com o sol em meu rosto e com o ronco de Jake. Ri da cena. Ele estava tão lindo daquele jeito, dormindo com a carinha de bebê. Continuei deitada em seu peito, ouvindo o som de sua respiração e não conseguindo evitar alguns risinhos – o que o acordou.

- Fizemos um estrago e tanto, não é mesmo? – Ele disse, com a voz sonada.

- Do que esta falando, Jake? – Perguntei.

- Nessie, dê uma olhada a sua volta.

Eu o fiz e me assutei. Penas dos travesseiros por todas as partes, a maioria no meu cabelo ainda. Toda a cama jazia quebrada, assim como o resto da mobília. Marcas de arranhões pelas paredes e algumas rachaduras. Até mesmo o colchão estava um pouco rasgado.

- Oh. Meu. Deus. – Eu disse.

- Pois é. – Jake soltou uma risada empolgada, divertindo-se.

- Teremos que comprar móveis novos...

- E teremos que os estragar depois – Ele sussurrou no meu ouvido, fazendo com que eu me arrepiasse. – Vou chamar Kaure e Gustavo para arrumar o estrago, e você mocinha, já para o banho, vá tirar essas penas.

Soltei uma risada, e vesti um robe antes de ir pro banho. Tomei café e quando passei pelo quarto branco para pegar minhas roupas, Kaure e Gustavo já estavam já arrumando tudo.

- Dejavú.. – Proferiu Gustavo.


OOOOW, que cap. quente Jesus! O que acharam? Mandem reviews por favoooor! Até segunda-feira Beijos, Katherine M. Cullen