Lemon é o que há! /o/
Disclaimer: Você tem visto Inuyasha ultimamente? Takahashi Rumiko está provando a genialidade que possui a cada episódio. Eu seria louca de dizer que o trabalho dela é meu!
Fukai Mori
Um plano de vingança contra Sesshoumaru envolveu o seqüestro de Rin. Quase um ano depois, ele a encontra na Floresta Profunda (Fukai Mori), uma floresta onde mentes jovens e frágeis são facilmente corrompidas. O verdadeiro plano do inimigo é revelado e Sesshoumaru deve fazer uma escolha: matar Rin ou ser morto.
Por: RabidAnimeGurl
Tradução: Shampoo Sakai
Capítulo 11: Possuir.
Rin cheirava a rosas frescas e tinha o gosto dos céus. Ela tinha acabado de sair do banho, ele sabia porque tinha passado perto do local, satisfeito consigo mesmo por ela estar com raiva. Ela queria ser mulher dele, e ele faria isso por ela. Mas ele precisava de algo dela em retorno. Ela recuperaria a memória ou a perderia para sempre para Fukai Mori? Ela algo que ele se perguntava depois de começar a pensar apenas nela. Precisava da antiga Rin de volta. Tê-la de volta ao normal era tudo o que ele queria.
Possuí-la... Era o que ele precisava.
Sesshoumaru lembrou-se da vez em que ela caiu na água gelada, lembrando-se de como a segurou nua no colo. Ele resistiu em provar, permitindo-se apenas ao prazer do toque. Mas naquela noite seria diferente. Logo as mãos exploravam-lhe o corpo e depois os lábios seguiam o mesmo caminho delas. Beijou-lhe o pescoço gentilmente, trilhando com alguns beijos até o centro do peito. Quando ele moveu-se pelo corpo dela, deixou uma trilha molhada com a língua.
Rin ficou quieta até aquele momento, sem saber como agir ao comportamento de Sesshoumaru. Mas quanto mais ele a tocava e a beijava, mais excitada ficava. Um gemido escapou-lhe dos lábios, as mãos deslizavam pela costa dele e entrelaçou depois os dedos nos cabelos prateados, arqueando o corpo quando ele começou a sugar um dos seios, sentindo a mão dele provocar-lhe mais gemidos quando começou a brincar por entre as pernas dela. Ela só conseguia pensar nele naquele momento. Era apenas esse o pensamento que passava-lhe pela cabeça.
Possuí-lo... Ele e somente ele.
Sesshoumaru estava faminto, faminto pelo gosto dela. Ele moveu-se mais abaixo, provou o fogo entre as pernas dela e bebeu a lava da erupção dali. O corpo dela estremeceu de prazer por baixo do dele, fazendo-o estremecer também ante aquela reação dela. Ele não podia mais esperar, tinha que possuí-la... Tinha que estar dentro dela. Mas depois que ele tirou o hakama, ela o puxou para baixo e sentou-se no estômago dele. Ele rosnou uma resposta, triste por ela ter interrompido o que planejava fazer.
Rin ignorou os protestos dele e inclinou-se sobre ele para beijá-lo, lutando com ele quando Sesshoumaru tentou puxá-la para baixo de novo. Ele finalmente relaxou e se entregou ao beijo, mas logo ela interrompeu e começou a beijá-lo pelo peito, enquanto ele soltava o cabelo dela, desmanchando o penteado até cobrir-lhe o rosto. Ela moveu-se mais abaixo, as mãos dele agarrando-lhe os cabelos, e depois com a língua lambendo a ponta de seu membro masculino, fazendo-o rosnar de novo. Quando ela o cobriu com a boca, ele ficou em silêncio.
Os olhos dele ficaram vermelhos com desejo, forçando-o a lutar contra o esmagador instinto de possuí-la. Se ele não relaxasse, poderia machucá-la ao usar mais força que o necessário. Só quando ela parou para respirar um pouco, ele moveu-se rápido e a deitou de novo, e já estava dentro dela antes que ela tivesse tempo de processar a ação dele. Os corpos se uniram e os olhos se encontraram e fecharam. Devagar, os olhos dele voltaram ao normal e depois que ela abriu os dela, percebeu que os de Rin também.
"...Sesshoumaru-sama..."
E depois a cor vermelha estava de volta e a Rin dele tinha ido embora. Sesshoumaru enterrou a face contra a pele do pescoço e começou a mover-se dentro dela lentamente depois de escutar o pedido de Rin. Ela gemeu e cruzou as pernas na cintura dele. Sesshoumaru perdeu a noção do que aconteceu a partir daquele momento. A inocência dela era dele. E sabendo disso, ele a penetrava com mais força e poder quando lembrou-se de que ela não sabia que era a primeira vez dela.
E com uma dor no peito que não chegou a entender, ele liberou sêmen dentro dela.
Rin estava deitada de lado, com os joelhos quase tocando o peito. Sesshoumaru estava deitado estendido próximo dela, de costas na cama. O quarto estava silencioso, mas, na mente dela, perguntas zuniam alto enquanto procurava por respostas. Era verdade o que Sesshoumaru disse: não existia outro youkai que ela desejasse tanto. Era como se o coração dela pertencesse a apenas um e só poderia entregá-lo à pessoa certa. Quando Sesshoumaru chegou ali, já sabia que era ele. Ela não sabia o porquê, e continuava sem saber.
Rin tinha esperanças de que, depois de se entregarem um ao outro, conseguiria encontrar respostas, mas nenhuma veio, embora tivesse alguns flashes no momento, como aqueles dos sonhos, de um passado que ela não entendia. Se aquilo eram memórias, então ela e Sesshoumaru estavam nelas, embora não pudesse ver o rosto dele por estar borrado, mas no fundo sabia que era ele. Por que ela tinha tanta certeza de tais coisas? Ela ainda achava difícil de acreditar que tivera um passado com Sesshoumaru. Talvez... Talvez o que via nos sonhos eram lampejos do futuro.
Sesshoumaru interrompeu os pensamentos dela: "Você está quieta, Rin. Não era isso que queria?"
"Sim... Não... Eu não sei. Eu sinto como se isso fosse o que eu sempre quis. E pensei que se tivéssemos essa noite, eu poderia entender o porquê de sentir isso. Mas ainda não tenho respostas."
Sesshoumaru deitou de lado e a puxou para perto de si. Os olhos dela haviam voltado ao normal e ela o havia chamado de "Sesshoumaru-sama". Por um momento, a antiga Rin retornara e depois foi embora. Machucava, isso ele entendia agora, porque parecia que ela foi tirada do lado dele novamente. Parte da teoria de ambos estava correta: quando ela pensava no amor dela por ele, Rin lembrava do passado. Entretanto, ela não entendia e ele percebeu que tinha que explicar-lhe algumas coisas.
"Como você cresceu ao meu lado, você começou a desenvolver uma profunda atração por mim. Eu acredito que seja por isso que não sinta nada por outros youkai. É por isso que sente que sempre quis ser minha mulher."
"Cresci a seu lado?" A cabeça começou a doer um pouco, mas ela estava desesperada para saber e lutou contra a dor.
"Hai. Eu cuido de você desde que tinha seis anos."
Rin franziu as sobrancelhas, duvidando da prova. "Eu estou em Fukai Mori desde os seis anos. Se o que diz é verdade, então como cheguei aqui em primeiro lugar?"
Sesshoumaru sabia que aquela pergunta viria. "Meus inimigos sequestraram você e a trouxeram para cá. Eu procurei pelo seu paradeiro por um ano."
"Um ano?" Rin virou-se e olhou Sesshoumaru. "E você me desejou tanto quanto agora?"
Encarou-a por um momento, pensando na melhor resposta. "Quando tiraram você de mim, eu percebi que você deveria ser minha mulher. E quando a encontrei, eu percebi que a estimava mais do que pensava. Todos esses sentimentos são estranhos para este Sesshoumaru. Você deve dar um tempo para eu me acostumar."
Rin o abraçou e o beijou. "Posso ajudar você a se acostumar?" Ela precisava dele de novo.
Rin bocejou preguiçosamente, esticando os membros cansados. Desde que ela e Sesshoumaru começaram passar a noite juntos, ela não dormia com freqüência, cochilando por algum momento antes dele acordá-la com um beijo e começassem a se entregar de novo novo, olhando-a tão profundamente nos olhos como se procurasse por algo. Ela não entendia, mas as raras emoções que via nos olhos dele naqueles momentos a envolviam.
O coração se enchia com amor e ela literalmente se perdia neles. Quando se encontrava de novo, percebia que estava num mundo de sonhos, mundo esse que não entendia, mas presumiu serem partes do tão falado passado, ou o futuro, o que ela mais gostava de acreditar. Não, ela não entendia, mas algo, além disso, a aborrecia.
Sesshoumaru não a marcou.
Quase uma semana se passou e ainda assim não fora marcada pelo youkai que passava todas as noites com ela. Por alguma razão, aquilo a magoava, pois sentia como se ele não gostasse realmente dela e que simplesmente desejava-lhe o corpo. Rin queria saber, precisava saber o motivo de ele hesitar tanto. Ela pretendia descobrir, e ele sofreria até ela encontrar as respostas.
A lua estava cheia naquela noite, mas Sesshoumaru meramente a encarava com uma carranca. Rin havia saído e estava fora o dia inteiro, não dizendo a ninguém para onde ia. Já era tarde e hora dos dois estarem dormindo nos braços um dos outro. Ele queria ficar bravo por ela ter saído sem dizer-lhe nada, mas a vontade de tê-la por perto era mais forte que possibilidade de ter aqueles pensamentos. Quando foi que ele aprendeu a gostar... a amar tão profundamente?
Ah Un apareceu nos céus com Rin nas costas. Ela saltou rapidamente e o mandou embora, ficando surpresa ao ver Sesshoumaru do lado de fora como se estivesse esperando por ela. Ele caminhou até Rin com os olhos nublando pelo desejo a medida que se aproximava. Logo ela estava nos braços dele, sendo beijada com tanta paixão que fazia as pernas dela fraquejarem. Respostas, ela disse a si mesma e afastou-se dele.
"Daijoubu, Rin?"
Rin queria respostas. Agora. "Por que você não me marcou?"
"Isso importa?"
"Importa porque dói que durma comigo todas as noites e não me torne verdadeiramente sua. Eu não entendo o porquê de doer ou importar, mas dói."
"Eu tenho meus motivos."
"Bem, até que esteja disposto a dizer quais são, você não deve me tocar. Boa noite, Sesshoumaru."
Quando passou por ele, Sesshoumaru fez um gesto para agarrar-lhe o braço, mas bateu na mão e virou-se para lançar-lhe um olhar estreito.
"Eu falei sério."
Sesshoumaru avançou em direção dela e a fez recuar. "Isso é um jogo divertido. Eu consigo ver nos seus olhos que você está excitada pela caçada que está prestes a acontecer. Você pode tentar me negar, Rin, mas não vai conseguir. Posso provar a você o porquê?"
Antes que ela pudesse reagir, Sesshoumaru pressionou Rin na parede mais próxima, rapidamente tirando a armadura enquanto ela se debatia. Beijando-a com tanta ânsia e paixão, ficou satisfeito ao ver que os esforços dela começaram a diminuir. Ela prendeu os dedos nos cabelos dele e mordeu-lhe os lábios, mostrando a ele ânsia e paixão tanto quanto ele tinha. Não querendo mais esperar, Sesshoumaru levantou Rin e o quimono ao mesmo tempo, enlaçando as pernas dela na cintura dele. Baixou o hakama e a penetrou rapidamente.
Respostas, ela ainda queria respostas. Não, ela não podia negá-lo, desejava-o demais. Mas queria realmente ser dele e queria que todo mundo soubesse. Movendo o cabelo ao redor do pescoço, afastou o quimono e expôs a pele, puxando a cabeça de Sesshoumaru para o local e arrepiando-se ao sentir os lábios dele sobre a pele, lambendo e mordiscando a pele, embora não fizesse menção de marcá-la.
"Sesshoumaru... Por favor... Torne-me sua... Eu quero pertencer a você, somente a você..."
As garras de Sesshoumaru enterraram-se na pele da cintura enquanto a mantinha na parede, concentrando-se apenas no movimento de entrada e saída e tentando ignorar aquele pedido. Mas aquelas palavras afetaram-no. O sentimento de posse fez com que ele a penetrasse com tanta força que com certeza ela sentiria dor no outro dia. Os caninos roçaram na pele e a feriam um pouco ao dar-lhe um pouco do sangue dela. A marca provaria que ela era dele e que ninguém poderia ousar tocá-la. E ele queria aquilo, queria que ela pertencesse a ele mais do que queria tirá-la de Fukai Mori.
E saber onde estavam fez com que ele parasse.
Sesshoumaru saiu de Rin e a colocou em pé, abraçando-a gentilmente, sentindo o peito pressionado ao dela enquanto os dois tentavam tomar fôlego. Aspirou o doce perfume dela e roçou os lábios pelo pescoço, afastando-se um pouco dela para vestir o hakama. Eles olharam um para o outro por um longo tempo antes que ele falasse:
"Eu não posso marcar você, Rin. Eu nem ao menos casei com você." Ele ficou calado por um momento e pôs uma das mãos no rosto dela quando ela virou o rosto para olhar o chão com uma expressão magoada. "Aishiteiru. Mas eu não posso marcá-la porque neste lugar, em Fukai Mori, você não é a mulher que eu amo. Você é outra pessoa. Quando você retornar para mim, eu a farei minha. Somente quando isso acontecer, eu irei marcar você."
