Ice: 11 chapter, can you believe it? OMG Time goes soooo fast when we do something we love :)


Pois é, cpt novo :)

(Mas então, bonecas, espero que aquelas cenas desse cpt tenham deixado vcs curiosas ;D)

Postei ainda hoje só porque vocês merecem um presente de natal sasusaku :D

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(E sim. Eu não ia postar hoje... Porque, gente, tem ocorrido um problema - òó - no fandom Naruto de um indivíduo - òó - inundá-lo com msgs ofensivas e depreciativas a todas nós (leitoras/autoras/tradutoras).

Enfim... isso deixa qualquer um desgostoso não é mesmo...

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Ai ai ainda assim vocês merecem cpt novo e eu vou presenteá-las com isso (mesmo com esse 'empecilho' òó no meio do caminho...)

E sim, próxima postagem só em janeiro (e valerá super a pena ;D) - mesmo mesmo

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( e milhares de ARIGATOU pelos recadinhos mega lindos/fofos/revoltz/engraçados/etc. Ah sim, muitas de vocês que não tem conta no ffnet e tentam enviar o EMAIL mas não conseguem. Bem, pessoas, lembro que vcs devem colocar o link entre espacinhos, assim: fulaninho da silva arrouba mail . com;

assim o link irá aparecer e eu poderei me comunicar com as senhoritas e enviar as cenas do cpt seguinte ;)

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Agora, gente:

Itadakimasu!


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No Capítulo Anterior:

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Ele não olhou para trás para onde Sakura estava, em vez disso falou ainda de costas, fitando em sua frente pedras agora esmigalhadas.

O solo negro.

As flores queimadas.

Eu não fiz isso.

- Saia.

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A kunai caiu de sua mão, de forma inconsciente.

Por que você não acredita em mim?

- Eu não... - Sakura murmurou baixinho. - Sasuke-kun, eu não...

- Saia. Eu não quero te ver novamente.

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Algo rachou dentro do corpo feminino.

- Arrume suas malas. E não volte nunca mais aqui.

Houve outra grande rachadura.

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- Acabou ... Haruno.

E depois ... de repente, ele começou a se afastar.

E ela não podia evitar, não conseguia parar a sensação de entorpecimento que a tomava agora. Seus joelhos enfraqueceram.

Seu coração estava se partindo dolorosamente, em pequenos cacos.

Quebrando…

Não.

Não quebre.

Não se atreva a quebrar!

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Ela não sabia o que a fizera dizer as palavras que se seguiram.

- Você é um monstro.

Ele endureceu e parou.

- Você é um monstro, Uchiha Sasuke. - Sakura disse baixinho, o pulso acelerado.

Em seguida, se firmando.

Então ... tentando catar os cacos.

- E você está certo. Nós nunca fomos amigos. E eu não me importo. Eu te odeio.

Mentirosa.

- Eu te odeio tanto, tanto. - sussurrou, sua voz ainda firme. - Eu vou odiar você pro resto da minha vida.

- Eu não me importo. - respondeu ele.

Eu me importo.

Mas não havia mais nada a dizer, na verdade. Não havia nada mais a se fazer. Então, Sakura ficou em silêncio, observando enquanto Sasuke levava Karin em seus braços e ainda não olhava de volta para ela.

Antes que ele pudesse desaparecer completamente (eu não quero olhar pra você nunca mais, Sasuke-kun), ela se virou.

Eu não estou apaixonada por você.

Então ela saiu andando devagar (assim como ele fizera, Sakura assim o fez. E Assim como ele sempre o fará).

Eu não quero estar apaixonada.

E ela não olhou para trás.

Eu nunca mais vou me apaixonar por você.

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Ele não tinha nenhuma razão para duvidar de Karin.

Porque durante todos esses anos juntos como companheira de equipe, ela nunca o traíra. Nunca, jamais mentiu para ele.

Nunca foi outra coisa senão uma fangirl, mas também uma boa amiga.

Então o que isso fazia de Sakura?

Ele não queria mais pensar. Não sobre isso.

Não sobre ela.

Ele não se importava com ela.

Não mesmo.

Então por que não podia acreditar em suas próprias palavras?

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Ele estava tão irritado. Tão irado. Consigo mesmo. Por causa dessas emoções. Por causa dessa sua fraqueza.

Por causa dela.

Por que você fez isso, Sakura?

Por quê?

- Sasuke-kun ... - Karin sussurrou, enterrando a cabeça em seu ombro. As mãos dele apertaram. Ela estava segurando um soluço. E estava sofrendo.

- Hn.

- Sasuke-kun ...

Sakura ...

Por quê?

- O que, Karin?

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As mãos sobre ele apertaram ainda mais. O corpo feminino tremia.

E sua voz tremia. E o que ela havia dito em seguida foi o suficiente para que os pensamentos de Sasuke desaparecessem completamente.

Os pensamentos e toda aquela raiva.

Dormência assumiu o controle.

-... Sinto muito. Sinto muito. Não foi ela. Ela não fez nada.

Em um instante, Karin ficou histérica em seus braços.

E Sasuke estava entorpecido demais para ligar, a ficha começou a cair. Muito rápido. E Muito profundamente.

Mas já era tarde demais.

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Você é um monstro, Uchiha Sasuke.

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Ele era.

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Eu te odeio tanto, tanto.

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E Sakura tinha todo o direito de odiá-lo por isso.

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Para Bela21

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Sexto Dia

Depois da tempestade

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Era meia-noite.

E estava chovendo.

O tamborilar das gotas d'água contra o chão era quase como um padrão, destinado a acalmar e a fazer qualquer um com uma mente sã querer apenas ir para casa e se enroscar no sofá e ler um bom livro. Tomar uma xícara de chocolate quente ou aconchegar-se debaixo de um cobertor grosso e morninho. E sonhar a noite inteira.

Mas nem todo mundo tinha uma mente sã, no entanto.

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Crack.

Uma kunai foi lançada violentamente a um boneco de treinamento.

Crack.

Uma shuriken a seguiu.

Crack.

Crack.

Crack.

Logo, o boneco ficou praticamente irreconhecível, inúmeras lâminas cobriam por toda sua superfície. A cabeça estava caindo aos pedaços, as lâminas tinham, de fato, já caído.

A chuva não parava.

Nem seu treinamento.

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Poucos minutos depois, um chakra familiar pairou acima de alguns ramos de árvores, observando a garota de cabelos rosa que liberava toda sua frustração no pobre boneco. Sakura não dera nenhuma indicação de que ouvira ou sentira sua presença, ela simplesmente continuou o que estava fazendo, botando tudo para fora, deixando a chuva cair sobre si.

Estava úmida e ficando cada vez mais úmida.

Mas não se importava com isso.

Quando parecia que o chakra presente não iria a lugar algum, ela aproveitou a ocasião para lançar mais uma shuriken, certificando-se que atingiria furtivamente bem no meio de seu alvo.

Crack.

E atingiu. Certeira.

Ela parou de lançar e voltou sua cabeça em direção àquela presença.

- Sensei?

A presença se manteve quieta por um momento.

Então, de repente, num movimento ligeiro, Kakashi pousou no campo de treinamento, sua postura indiferente e o rosto sério.

- Yo.

- Por favor, me deixa sozinha. - disse baixinho. Esperando que ele a deixaria ficar sozinha no seu canto.

Naturalmente, o ninja copiador não estava ali para seguir ordens.

Nem a pedidos.

- O que ele fez? - Kakashi simplesmente perguntou, inclinando sua cabeça.

- Nada. - Sakura respondeu sem deixar a voz vacilar. Ela não estava certa porque ele estava lhe perguntando isso ou como descobrira (não pense, não pense nisso!) ... Isso não importa. Ele sempre foi bom em descobrir coisas, de qualquer maneira, então não havia porquê falar sobre o assunto.

E continuou lançando as shurikens.

Houve uma sugestão de pausa antes que ele fizesse outra pergunta.

- Ele machucou você?

Sim.

- Não.

Talvez o coração da kunoichi houvesse quebrado, por uma fração de segundo. Rachado, por um período curto de tempo. Ela teve um momento de fraqueza, um momento de baque emocional, numa explosão de emoções que eram indescritíveis, irracionais.

O coração da moça havia quebrado, momentaneamente.

Mas Haruno Sakura ainda não tinha quebrado.

Eu não vou.

Eu não vou. Nunca.

- Não, sensei, - repetiu, sacudindo a cabeça para provar sua convicção. Sua voz era firme, cheia de certeza. Quase sem emoção. - Eu não vou quebrar tão facilmente. Nunca mais.

- Eu sei.

Crack.

Ele olhou para ela com algo semelhante a tristeza em seu único olho exposto.

- Mas você tem que fazê-lo em algum momento, Sakura.

Crack.

Crack.

CRACK.

Eu não vou.

Eu não preciso.

Em vez de responder a isso, Sakura simplesmente repetiu o que tinha solicitado (ordenado) anteriormente.

- Por favor, vá embora. Agora.

Ele olhou para ela mais uma vez.

Então, com um suspiro e uma série de selos de mão, Kakashi desapareceu com um poof.

Crack.

E ela ficou sozinha novamente.

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Horas mais tarde, a chuva tornou-se algo semelhante a uma tempestade.

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Sua burra, vagabunda egoísta! Sabe a merda que acabou de fazer abrindo essa sua boca grande desse jeito?

- Cale-se! Não é da sua conta, cara de tubarão!

- Bem, quatro olhos, se você apenas tivesse se comportado e deixado Sakura lidar com isso...

- Ela não podia lidar com isso! A Pinky estava quase sendo sufocada e ...

- E é tudo por sua causa! Sua Egoísta! E você por favor pare de chamá-la de Pinky! Você está apenas com ciúmes porque ela é mais gostosa que você!

- ... Ela não é mais sexy do que eu!

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A discussão continuou, mas Juugo descobriu que estava cansado demais para ouvir ou intervir no momento. Silenciosamente, simplesmente deixou-se sentar na cozinha do apartamento do Uchiha e esperar até que tudo acabasse. Eventualmente, sabia que um deles calaria a boca porque ficariam roucos ou coisa assim (provavelmente Karin, é claro, considerando que Suigetsu estava particularmente com um mal humor e provavelmente ainda o estaria até o dia seguinte).

Ele gentilmente pegou uma manga, circundando-a em sua mão enquanto a observava. Curiosamente, colocou-a perto de seu nariz e a cheirou.

Sakura estava certa. Mangas cheiram bem.

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E quando pareceu que Karin estava finalmente começando a ficar muito frustrada por estar discutindo mais alto (e seus ferimentos não estavam exatamente devidamente suturados, no entanto, apenas levemente curados, desde que se recusou a ir para o hospital), Juugo colocou a manga de volta no cesto de plástico que já estava um pouco empilhado.

Então ele se virou para a kunoichi de cabelos vermelhos e fez uma pergunta muito simples.

- Por quê?

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Karin parou seus lábios antes que eles fizessem outro de seus comentários desagradáveis a Suigetsu e se voltou para fitar Juugo, uma expressão assustada no rosto. Ela fechou a boca. Olhou mais um pouco.

Hesitou por um momento.

Então finalmente piscou e virou o rosto (deliberadamente) para o outro lado.

- Eu não sei do que você está falando. - disse simplesmente, sua voz desprovida de qualquer sinal de culpa.

Juugo não se deu por vencido.

- Você sabe que nós nunca mentimos pra ele. - disse Juugo, a voz tão uniforme. - Exceto talvez Suigetsu... - Então Suigetsu fez uma careta e protestou com voz alta e indignada num "hey!". E Juugo ignorou e continuou falando. - que fez isso há muito tempo. Quando nós não éramos um time ainda. Mas agora, ele confia na gente, Karin.

Karin ficou muito silenciosa.

- Por quê? - Juugo repetiu.

Como se tivesse entrando no clima, Suigetsu abriu a boca, pronto para disparar (ou gritar, ou algo assim) a mesma pergunta a Karin. Mas Juugo deu-lhe um olhar de advertência, fazendo-o fechar a boca imediatamente.

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Silêncio.

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Após alguns momentos, Karin finalmente falou.

- É... é complicado. - murmurou baixinho.

Suigetsu bufou. - Ah, fala sério! Você já complica tudo a maior parte do tempo, por isso duvido que isso faria qualquer diferença agor...

- Cala a boca! - Karin rosnou.

Suigetsu olhou feio. – Tá vendo só, está complicando tudo de novo! Porque você não pode simplesmente botar na sua cabeça que Sasuke tem uma namorada e que você não é ela...

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Ao ouvir a palavra namorada, Karin saltou de sua cadeira em um instante, derrubando-a para trás até que a mesma caiu no chão.

CALA A BOCA! CALA A BOCA E MORRA! VOCE NÃO ENTENDE, NUNCA VAI ENTENDER!

Suigetsu, para não ser espancado, esbofeteado ou coisas do tipo, acabou derrubando também sua cadeira no processo.

SOMOS AMIGOS! O QUE TE FAZ PENSAR QUE NÃO SOMOS SEUS AMIGOS?

PORQUE VOCE NÃO SABE O QUE É GOSTAR DE ALGUÉM E NÃO SER CORRESPOND...

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De repente, Karin parou de falar, e seu rosto empalideceu com o que estava prestes a dizer.

Então, antes que Suigetsu pudesse retaliar, ela já estava olhando feio em sua direção e de seus olhos saiam faíscas, e então ela começou a sair da sala (mancando) até a porta da direita, em direção à chuva e onde o vento soprava muito forte.

E fechou a porta com um definitivo 'Slam'.

E deixou para trás um Suigetsu xingando alto feito um louco.

- Merda, Merda! Aquela garota sabe quanto tempo demorou pra eu limpar seus ferimentos? Teimosa! Droga de cabeça dura, teimosa! E o que diabos foi aquilo? - Suigetsu continuou vociferando.

Juugo suspirou.

E manteve-se simplesmente e discretamente em silêncio.

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Horas mais tarde.

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Trovões sooavam tão alto, o vento abafando todos os sons, exceto ele. Ela estava encharcada até a alma, sua respiração vacilante e os músculos exaustos. Seu coração batendo lentamente e suas feridas da emboscada de mais cedo estavam começando a doer um pouco.

Apesar de tudo, ela ainda podia sentir o fio de chakra que se aproximava.

E foi quando ele parou bem na sua frente.

- Sakura-chan, onde diabos você esteve?

Sakura suspirou.

- Naruto, se você veio aqui pra me dar algum sermão sobre eu ficar doente pode parand...

- Sakura.

A segunda voz, ela não esperava.

- Shizune?

- Não há tempo para sermões. Temos uma emergência no hospital.

- De que tipo?

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Uma pausa.

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A kunoichi abriu os olhos.

E a expressão nos rosto de Shizune e Naruto foram o suficiente como resposta.

Suficiente para fazer seu coração bater horrivelmente mais rápido.

- Tudo bem. Vamos.

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- Dobe. Onde est…

- Por que eu deveria dizer a você?

A resposta o surpreendeu, mas é claro, seu rosto permaneceu estóico.

- Diga onde ela está agora - disse calmamente.

Naruto olhou feio. Tentou intimidar (sem efeito). Então fez uma careta e respondeu a contragosto. - No hospital.

Com não mais que um breve aceno de cabeça, Sasuke fez um movimento para sair. Mas o loiro falastrão o parou segurando fortemente seu braço.

Sasuke deu-lhe um olhar frio.

Dobe. – disse o rapaz de cabelos negros.

- Teme.- o loiro respondeu friamente.

- Eu preciso falar...

- O que diabos você fez! - Naruto gritou. - Ela está doente e esgotada e adivinha só, de alguma maneira eu tenho a sensação de que tudo isso é culpa sua! O que você fez com ela desta vez, seu desgraçado?

- Nada.

NADA É O CASSETE! HEI VOCE NÃO PODE IR ATÉ LÁ! ELES ESTÃO FAZENDO UMA CIRURGIA DE EMERGENCIA, HEI TEMEEEEEEE!

Mas Sasuke já estava fora do alcance de sua voz.

E marchou para fora da vista de Naruto, com um único objetivo em mente.

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Você está esgotada ...

Ela não estava.

Ela não deveria.

Sakura ... ele está morto ...

Não. Não!

Pare com isso ... ele se foi ... eles se foram ...

Não. Eles não morreram ainda.

Sim. Eles morreram.

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Seu peito doía. O coração dela estava rachando novamente. Mas ainda assim ela continuou. Arduamente.

Ela não ia quebrar.

Sakura ... não há nada que você possa fazer ...

Mas ela continuou.

Como uma mulher louca, Sakura bombeou e bombeou chakra, como que em um movimento involuntário. Ela precisava conseguir algo, uma pulsação pequena. Mesmo que isso já estivesse muito longe de acontecer. Mesmo quando tudo já estava muito frio. Muito quieto.

Muito morto.

Ainda assim...

Ela continuava bombeado e bombeado.

Olhava naqueles olhos sem vida.

E tentava a todo custo não quebrar.

Ela estava exausta.

Mas tentou não estar.

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A tempestade havia chegado à plena ascensão quando Sakura finalmente voltou para casa, para o seu apartamento, um lugar onde não tinha estado fazia vários dias. Estava escuro lá dentro e havia, no momento, apenas sombras e silhuetas do vazio. Mas para ela, estava tudo bem.

Ela precisava do escuro.

Precisava tanto disso...

O frio penetrando em sua pele tal como a umidade, mas a moça estava entorpecida, muito entorpecida com toda essa situação. Entorpecimento era sua salvação, porque ela sabia que sem isso sua vida seria um puro caos de emoções. Sem isso, estaria perdida.

E Sakura nunca mais queria se sentir perdida novamente.

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Seu coração estava doendo tanto (eles estão mortos, eles estão todos mortos). Tanta tristeza, muita tristeza (minha culpa, tudo minha culpa). Inner Sakura já estava chorando, deixando sua dor fluir em ondas. Muitas ondas.

Mas Sakura não podia deixá-la controlar.

Isso seria fraqueza.

Inútil.

Seus pensamentos não queriam deixá-la sozinha.

- Sakura.

Não.

Por favor, não.

Contra sua vontade, as luzes foram acesas.

E de pé no meio da sala estava ninguém menos que a única pessoa que não queria ver nem em um milhão de anos.

Agora não.

Por favor, agora não.

- Vá embora. - Disse com o mesmo tom de voz que usara com Kakashi - frio e sem emoção. Mas não fizera efeito.

- Não.

Ela não podia lidar com isso agora.

Simplesmente não podia.

- Nós precisamos conv…

- Não há nada pra falar - interrompeu, saindo pela porta mais próxima.

Preparado para ir (até mesmo perseguir) até o quarto dela, ele bloqueou o caminho e a fez olhar em seus olhos de ônix.

O entorpecimento foi desaparecendo. As emoções foram se infiltrando em seu interior.

- Você vai voltar comigo. - disse ele.

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Em primeiro lugar, veio o desprezo.

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- Vá pro inferno. - ela respondeu.

Mas deveria saber que aquela não era a resposta certa.

Em um instante, ele estava de repente em sua frente, muito próximo de si, com as mãos estendidas, quase tocando sua pele.

Ela golpeou violentamente as mãos do shinobi antes que pudessem tocá-la (não me toque, por favor, não), e lhe deu o olhar mais frio que já lhe dera em toda sua vida.

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Em seguida, veio a raiva.

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- Você é surdo ou algo assim! - retrucou, afastando-se dele. - Eu disse pra ir pro inferno! Se não está claro o suficiente, então deixe-me tornar claro pra você : me deixe em paz...

Ele parou suas palavras, chegando bem próximo dela e finalmente pegando-a pelos braços.

Ela deu um tapa nas mãos do rapaz como se tivesse sido picada por uma abelha ou algo do tipo.

Não toque em mim.

Por favor.

Eu poderia desmoronar.

Poderia ficar fraca.


E a raiva foi desaparecendo, substituída pelo frio.

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– Saia! - ordenou - Eu não posso lidar com você agora. Foda-se e saia da minha vista. Volte pra sua família estúpida e saia daqui!

Os olhos dele (eu odeio seus olhos! Não olhe pra mim com esses olhos!) brilharam perigosamente.

- Não fale sobre…

- Eu não me importo. - caçoou de forma convincente. Zombou novamente. - Eu não dou a mínima.

Eu me importo.

Eu me importo muito.

...

(- Eles se foram, Sakura. Eles se foram.

Um garotinho.

Olhos de ônix completamente sem vida.

Oh, Kami. Ela se importava tanto.)

...

– Volte atrás com suas palavras. - O Uchiha sussurrou com raiva.

- Eu não me importo. - repetiu, a voz firme. Voz quase rachando, mas se segurando para não quebrar. – Eu não me importo.

Me importo sim.

A frieza foi desaparecendo. O entorpecimento passara. As emoções estavam quebrando, quebrando ... todas e cada uma delas. Inner Sakura estava magoda e ferida ... e ela também.

Merda, ela também!

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...

(- Não há nada que você possa fazer.

Não pode salvá-los a tempo)

- Pare de se enfiar onde você não é bem vinda.

Ela não poderia amá-lo.

(– Senhorita S-sakura-san ... p-por favor ... Eu n-não q-quero m-morrer ... Eu não quero o-nde está a m-mamãe e o –pa-pai ... não d-deixe eles m-orrerem ...

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O garotinho chorando. Implorando.

Morrendo.)

...

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- Eu não preciso de você. Fico feliz pelo que aconteceu. Eu não...

- Fica feliz pela minha família estar morta?

Eles estão mortos. Estão todos mortos.

- Eu não me importo.

- Você nunca vai se importar, vai?

Eu não vou.

... Eu vou tentar não fazer isso.

- Claro que não.

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Uma pausa.

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Tão frios... aquele olhar de ônix completamente frio.

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- Então, você é que é um monstro, Sakura.

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Seu coração estava protestando. Sua mente gritando. Suas emoções foram quebrando, uma sobre a outra, ofuscando os pensamentos, bagunçando tudo, prolongando o sofrimento.

Enfraquecendo seu coração.

Não quebre.

Por favor, não quebre.

- Se você diz ... Sasuke.

Então ela o empurrou o mais forte que pôde e saiu tão rápida como um raio.

- Eu não quero te ver nunca mais - sussurrou Sakura com frieza.

Eu sou uma mentirosa.

Você não vê que eu sou uma grande mentirosa?

- Acabou ... Uchiha.

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Antes que ele pudesse reagir, Sakura começou a correr para o quarto, batendo a porta o mais forte que pôde.

Ela não quebrou.

Mas quando chegou ao banheiro e olhou para o espelho e viu seu reflexo, nesse instante... percebeu que não isso importava mais.

Porque aqueles olhos sem vida que não conseguiu salvar, sempre, sempre a assombraria em seus piores pesadelos a partir de agora.

Não quebre.

Não quebre.

Por favor ... não quebre.

E Haruno Sakura rachou muito, muito lentamente.

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Raios riscavam o céu, iluminando a escuridão sombria.

Trovões terríveis.

A chuva caía quase violentamente.

Ela estava tão fria.

Estava tão, tão fria.

Era como se não se importasse com mais nada.

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A raiva ardia dentro dele, lentamente, corroendo-o.

Sasuke não sabia por que havia vindo aqui agora, quando apenas alguns minutos antes, ela havia sido muito clara sobre o que ele precisava fazer. O que ele tinha de fazer.

Para se desculpar.

Para convencê-la a voltar.

Para certificar-se que as pessoas que profanaram a sepultura de sua família receberiam o que mereciam, ele iria descobrir, mesmo que Karin se recusasse a dizer quem eram (mesmo ao ponto de recusar-se a olhar em seus olhos de Sharingan).

Mas Sakura o havia profanado também.

Com suas palavras.

Com suas malditas palavras egoístas.

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Eu não me importo.

Isso não importa.

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Ele devia sair. Devia apenas sair e esquecer tudo. Esquecer suas palavras, esquecer sobre se desculpar com ela ... e esquecer que um dia Haruno Sakura havia existido. Não importa. Não importa mais.

Ele quase, quase rosnou.

Pro inferno!

Sem mais delongas, Sasuke começou a se mover.

Ele se moveu e caminhou até o quarto da moça, que ficava no outro extremo do corredor. Sasuke não tinha um plano, não tinha idéia do que fazer. Tudo o que sabia era que estava em ebulição, prestes a explodir.

Ela não tinha o direito.

Absolutamente nenhum direito.

Ele abriu a porta. Não estava trancada, como havia assumido, mas o quarto estava vazio. Sasuke viu que a porta do banheiro estava aberta e ouviu água correr livremente, então ele entrou, sem nenhum plano sobre o que faria ou sem se preocupar com o que ela pensaria.

E, bom...

Ele encontrou Sakura, ok, tudo bem.

Mas o que viu o fez parar seus passos.

Completamente.

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O chuveiro estava ligado enchendo a banheira tal como a torneira. A banheira estava transbordando, apesar da atmosfera parecer tão vazia. Haruno estava de pé no meio do banheiro, só ficou lá, imóvel, em frente ao espelho, agarrando seus braços firmemente em volta de si mesma. Suas unhas praticamente cravando a pele alva. Sua cabeça estava abaixada, e ela estava piscando, piscando, piscando, como se quisesse mandar algo invisível para bem longe de si.

Estava tentando não chorar.

E estava tremendo.

E respirando, sugando o ar com tanta dificuldade... Aquela imagem transmitia tanta... tanta dor.

Que a raiva do Uchiha o deixou, pouco a pouco. Ele olhou para ela. Ela estava pálida e em seu rosto havia aquele olhar que demonstrava um profundo pesar e tristeza.

Foi ele quem provocou isso?

Sasuke chegou mais perto. E hesitou.

E então estendeu a mão.

- Sakura.

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A cabeça da moça levantou tão depressa como se ainda estivesse em estado de choque, a dor e a tristeza desaparecendo de imediato. Só quando a mão dele estava prestes a tocá-la, que ela recuou e deu-lhe um olhar mortal, e ficou ereta, com uma postura orgulhosa.

Ela ainda estava tremendo.

Ele não pensou duas vezes. E simplesmente esticou a mão um pouco mais para tocar nos pulsos da kunoichi.

Sakura debateu-se descontroladamente.

- Saia! - gritou, furiosa. - Eu disse pra você me deixar em paz!

A kunoichi forçou-o com toda sua força, na intenção de que ele fosse deixá-la ir. No entanto, o rapaz não se moveu. Em vez disso, Sasuke a puxou para mais perto intencionando que suas mãos fizessem mais contato com a pele feminina.

- Não me toque! Eu te odeio. Eu odeio você, lembra? Eu te odeio tanto!

Ela começou a bater no peito dele com força. Ele permaneceu lá, levando seus socos e tentou não recuar em vista a sua enorme força. – Sakura...

- Me deixa sozinha! Vá embora! Eu te odeio!

- Sakura. - Ele deslizou as mãos de seus pulsos até os cotovelos da moça, para mantê-la no lugar.

- Eu te odeio.

Seus insultos foram enfraquecendo.

- Eu te odeio.

A expressão de seus olhos estavam mudando.

- Eu te odeio...

Sua voz foi ficando pausada e quebrantada.

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Não havia mais raiva agora, apenas pânico.

Ela repetiu as palavras mais e mais vezes, como se estivesse desesperada para se agarrar a elas. Uma lágrima estava escapando, uma única lágrima. Algo dentro do Uchiha abalou-se...

- Sakura.

- Não é sobre você. Nem tudo é sobre você. Então vai embora. Vá embora, Sasuke. Eu te odeio. Eu odeio...

- Não me odeie. - disse ele de volta.

Ela parou de falar. Sakura ainda estava lutando.

- Eu não quero que você me odeie. - continuou baixinho. - Eu ...

Sinto muito.

Sinto muito.

Sinto tanto...

- ... O que quer que tenha acontecido no hospital...

A respiração da moça engatou. O corpo congelou. Ela parou de lutar e então olhou para ele, suas mãos fechadas fortemente em punhos segurando a camisa masculina, os olhos verdes tentando mascarar algo.

- Sakura ... está tudo bem. Vai dar tudo certo.

E essa foi a última gota.

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Sasuke observou, com uma intensa dor interior, como a expressão dela se acalmou. Como se desintegrou.

Como suas defesas caíram e em vez de empurrá-lo para longe ... ela começou a se aproximar. A agarrá-lo com toda a força que podia encontrar dentro de si.

- Eles estão mortos. - sussurrou ela, com veemência. Com raiva. Com tristeza. - Estão todos mortos.

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E ela finalmente quebrou.

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.

Sasuke observava enquanto Sakura, pela primeira vez em muito tempo, começou a chorar. Muito.

Ele estava muito atordoado. Nunca tinha visto Sakura fazer isso, sempre soube, desde que tinha voltado, que ela era forte o suficiente para não chorar (por mais que seu orgulho e ego tentassem negar o fato). Ela nunca tinha perdido o controle, exceto nas vezes que seu temperamento explosivo de fato explodia, mas nunca desta forma.

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Incapaz de confortá-la com palavras por mais tempo (porque ele nunca tinha sido bom com as palavras desde que nasceu), o Uchiha fez a única coisa que podia pensar.

Passou os braços ao redor dela, bem apertados. Então começou a tomá-la no colo e levar seu corpo frágil consigo. Ele caminhou de volta para o quarto, sentou-se no chão áspero. Colocou-a em seu colo e enlaçou seus braços em volta dela para confortá-la.

Ela não lutou contra ele.

Estava tremendo muito agora.

E estava segurando na camisa masculina como se sua vida dependesse disso. Agarrava-se muito forte e estava tão perto que Sasuke podia sentir sua pele ainda molhada pela chuva contra a sua própria, e também pôde sentir sua temperatura elevada, indicando que ela estava com febre.

Sakura estava chorando, como se seu coração estivesse quebrando. Como se sua alma estivesse morrendo. Como se o sofrimento fosse demais para agüentar.

Ele estava errado. Ela não era fria.

Ela estava muito longe de ser fria.

Porém, estava quase congelando agora.

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- O que aconteceu, Sakura? - Ele a abraçou mais apertado, deixando a cabeça da kunoichi descansar na curva de seu pescoço. Uma de suas mãos estava em suas costas, acarinhando em um vai e vem rítmico. A outra estava sob os joelhos dela, puxando-os para mais perto, puxando-a o mais próximo possível de si (o que ele estava fazendo? Por que estava fazendo isso?)

- Diz pra mim o que aconteceu.

Ela permaneceu em silêncio, com suas lágrimas angustiadas.

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Então, tentou perguntar de maneira diferente. - Quantos? - O moço sussurrou.

Quantos morreram?

- ... Todos eles . - ela sussurrou de volta, sua voz tão, tão suave. Tão baixinha. - Todos eles se foram.

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Como se fosse um gatilho, as comportas se abriram.

Ela tremia mais violentamente enquanto as lágrimas desesperadas desciam, sua respiração entrecortada, era tão difícil respirar. E como uma tempestade ... ela irrompeu.

Ele não perguntou mais nada. Em vez disso, começou a acalmá-la, acariciando sua pele, correndo as mãos para cima e para baixo nas costas da moça, tentando fazê-la parar de tremer.

Era diferente.

O moço havia feito a mesma com a outra amiga de equipe poucas horas antes, tentou acalmá-la e confortá-la. Com seus braços a embalando fortemente. Mas Sasuke não sentia que fosse a mesma coisa. Não era a mesma coisa.

O que ele estava pensando?

O que diabos havia de errado com ele?

Deixe de ser bobo.

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Poderia ter sido alguns minutos ou até mesmo horas, mas eventualmente, os soluços Sakura cessaram e seus tremores finalmente cederam. Ele continuou a acalmá-la, continuou esfregando e acariciando suas costas... Continuou...

E ela o segurou firme.

Essa pele macia...

Mas ainda estava muito quente.

- Sakura.

Ela permaneceu em silêncio.

- Você está com febre. - disse ele.

- Eu...

- Garota tola, - interrompeu. Embora não houvesse certeza em sua voz.

Ela enterrou a cabeça mais fundo em seu pescoço.

- Sasuke-kun ...? - murmurou cansada.

- Hn.

- … Você ainda é muito rude.

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Ela suspirou. E tão logo, Sasuke podia sentir a respiração da moça se acalmar e seus punhos soltarem de sua camisa. A cabeça da kunoichi relaxou. Seus ombros retraíram. Ele olhou para baixo e deixou-se fitar como os olhos verdes e inchados começaram a finalmente ceder ao sono e fechar-se lentamente. Ele não a soltou.

E percebeu como lá fora a chuva começava a abrandar gradualmente.

E que aqui dentro, Sakura lentamente, muito lentamente, começava a dormir em seus braços.

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A tempestade finalmente passou.

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Várias horas depois, a lua apareceu clara no céu.

- Ne ... Kakashi-sensei?

Um longo suspiro.

- Quantas vezes eu tenho que dizer que eu não sou mais seu sensei?

- ... Mas você é velho.

SMACK!

- OW! VOCÊ É UM SÁDICO!

Um olho apenas plissou numa expressão de puro divertimento.

Sai sorriu junto com ele.

- ... E VOCÊ TAMBÉM É OUTRO SÁDICO, SAI! POR QUE NÃO O PAROU SE SABIA QUE ELE IA ME BATER?

- Mas, Sem pinto ... interromper as pessoas não é um comportamento rude?

- Não é rude quando alguém está torturando... Heey! VOCE ACABOU DE ME CHAMAR DE …

Antes que o loiro falastrão pudesse terminar seu discurso (longo), o ninja de cabelos grisalhos deu-lhe um pescotapa (muito casualmente) em sua cabeça. De novo.

Sai sorriu mais uma vez.

- SENSEI! O QUE…

- Fique quieto. A porta está abrindo.

- O QUE!

Fechou a boca assim que a porta começou a abrir, a que estava a vários metros de distância de onde eles estavam (escondidos atrás de galhos de árvores), de fato, bem escondidos.

O rapaz de cabelos negros saiu, segurando uma figura familiar.

Em seus braços, enrolada em um cobertor grosso, estava a outra figura, embora apenas os cabelos cor de rosa estivessem visíveis no momento.

Sem mais do que apenas olhar ao redor, Sasuke preparou-se. Então, silenciosamente desapareceu na noite, na direção de seu apartamento.

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Naruto fitava tudo com olhos contemplativos (embora ainda estivesse esfregando a cabeça com as duas mãos).

- Ne ... Kakashi-sensei?

Outro suspiro longo (mais longo dessa vez).

Nenhuma resposta.

- Você acha que eles ainda estão fingindo? - Naruto perguntou.

Silêncio.

Finalmente, Kakashi arqueou uma sobrancelha.

- Talvez. Por que estamos espionando, afinal?

Naruto fez beicinho com a falta de uma resposta certeira. - Eu só queria ter certeza que ela estaria segura com aquele cretino, só isso! Porque aquele idiota sempre a machuca!

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Houve um tom de hesitação na voz de Kakashi quando disse as palavras seguintes.

- ... O que aconteceu no hospital, Naruto?

Os olhos de Naruto se abateram um pouco. E então o loiro suspirou alto. - Muita coisa. Eu não quero falar sobre isso agora.

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O loiro ainda podia lembrar dos corpos estilhaçados que tinham sido trazidos até os portões da Vila, exatamente na hora em estava comendo ramen no Ichiraku, e aquilo não era exatamente algo bonito de se ver. Os adultos pareciam com pessoas comuns, quase como os pais de Sakura.

E o garotinho tinha olhos de ônix estranhamente familiares.

E agora, eles estão todos mortos.

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Ladrões estúpidos. - VOCES VÃO PAGAR POR ISSO! UM DIAS EU SEREI HOKAGE E VOU ACABAR COM A RAÇA DE VOCES COM MINHAS PROPRIAS MÃOS...

- Eram shinobi? - Kakashi interrompeu seu discurso interior.

- Não, civis. - Balançando a cabeça (não querendo pensar sobre aquelas coisas horríveis), Naruto voltou sua atenção impacientemente para a casa que agora estava escura. - Mas não quero lembrar disso! Eu estava dizendo que o teme vai pagar caro se machucá-la outra vez!

Sai lhe deu um olhar pensativo. - Eu li sobre isso em um livro ... dizia que era uma necessidade de inflar o ego e...

– VOCE SEMPRE LÊ AS COISAS EM UM LIVRO! PARE DE LER! E ESSA NÃO É A QUESTÃO. A QUESTÃO É...

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Um farfalhar de folhas. E Passos...

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- Quem está fingindo?

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Naruto gelou.

Kakashi semi-congelou.

Sai sorriu.

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Em seguida, todos se viraram para olhar para trás, na direção de uma voz alegre (definitivamente não era a de ninguém de sua equipe) que falou (gritou) novamente.

- Olá, meus jovens companheiros da primavera! Quem é que está fingindo?

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Continua.

Postagem do próximo Capítulo: Prevista para Janeiro.

Cenas do Próximo Capítulo: Envio por PM/email para os leitores que deixarem reviews ;D

(Como no cpt anterior. A prévia do cpt 12 está muitoooo legal!) ;)

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Na minha opinião, esse é um dos cpts mais bonitos de toda a história. (concordam?)

O que vocês acharam da 'reconciliação' dos dois? E de tudo pelo que Saku-chan passou nesses últimos cpts?

*ai ai gente, Uchiha Sasuke sabe confortar em situações complicadas...quem diria! Ne, digam, gostaram da forma como essa cena foi abordada? Ai ai de deixar qualquer um suspirante...*

Tipo, ele tem seus momentos ne. ;D

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Ahhh perceberam que o 'jogo' deles foi descoberto por mais alguém. E essa pessoa não é nem um pouquinho discreta. Tipooooooooo

Nossos heróis terão que enfrentar a fúria das fangirls com esse novo burburinho ou será que Sasuke-kun e Sakura-chan irão admitir de uma vez que se gostam e parar de ...er... 'fingir'?

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O que vocês acham que vai acontecer?

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Façam suas apostas ;D

E

Amores, por favor, antes de ir deixem um review pra fic ;D

Eles trazem cpts (muitos) novos, motivam pra caramba e me deixam saber sobre suas expectativas em relação à história :)

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Ai ai o próximo cpt está... muito bom&fofo.

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Nos vemos, flores,

e se eu não aparecer essa semana por aqui, já deixo registrado um Bom Natal pra vocês ;D (recheado de presentes/comidinhas gostosas cercado pelas pessoas queridas e tudo o que há de melhor :D).

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Beijinhos de monte,

Hime.


PS: Ah sim, se houver qualquer REpostagem do cpt 11 essa semana, por favor gomen ne, mas foi necessário como intermédio para driblar essas atitudes infantis desse indivíduo que está molestando o site ffnet nessas últimas semanas.