Sempre achei estranho como o tempo é relativo. Acho que, na verdade, ele nem mesmo existe. Nunca pararam para pensar como minutos viram horas no trânsito, mas anos mal parecem ser alguns dias? Eu não me lembrava de quanto tempo havia passado desde que Edward e eu ficamos juntos. Talvez dias, talvez semanas. Anos. Eu não me importaria. Era setembro agora. Mais especificamente dia 14 de setembro. Meu aniversário. 23 anos.
- Quando foi que você deixou de ser uma garotinha, hein? - Charlie balançou a cabeça, indignado com o que via, enquanto colocava nosso café da manhã na mesa. Numa família comum, ele cozinharia para mim naquele dia especial. Mas meu pai sempre foi péssimo com o fogão, e eu gostava de comer algo decente (não só naquele dia, mas em todos). Sentamos um a frente do outro, aproveitando a comida sem pressa. Nunca tinhamos muito assunto na mesa, e aquilo estava começando a me cansar.
- Você se lembra de Edward, não é? - Perguntei sem olhar para seu rosto.
- Cullen? Filho de Carlisle?
- Ele, sim.
- É claro que me lembro. Ótimo garoto, o Edward.
Fez-se silêncio por alguns segundos enquanto ele passava manteiga em seu pão.
- O que tem ele? - Perguntou, dando uma mordida em seguida.
- Ele quer te conhecer.
Uma ruga se formou entre suas sobrancelhas, e várias em sua testa.
- Eu já o conheço, Bella. - Disse, de boca cheia.
- Como meu namorado.
Joguei o corpo para trás na cadeira quando Charlie cuspiu o que estava mastigando, tossindo sem parar em seguida. Arregalei os olhos e fiquei em pé, batendo em suas costas. Ele parou e ergueu uma mão, me pedindo para sentar de novo. Hesitei, mas finalmente obedeci, olhando divertida para seus olhos cheios de lágrimas. Ele pigarreou, e então conseguiu falar novamente.
- Péssimo garoto, o Edward.
- Sem drama, pai.
- Era só o que me faltava! Aquele marmanjo se engraçando com a minha filha!
Ele bateu os punhos na mesa, praticamente soltando fogo pelas narinas.
- Ele... Tem dois anos a mais que eu.
Charlie bufou, levantando e balançando a cabeça enquanto andava até a pia.
- É impossivel criar uma filha hoje em dia.
Apoiei o cotovelo na mesa e então o rosto na mão, respirando fundo. Era só o que me faltava. Ele provavelmente estava pensando que Edward iria tirar minha pureza ou algo do tipo.
- Pai, esse não é o meu primeiro namorado!
Ele continuou de costas, lavando a tigela em que comera cereal. E o cuspira, tambem. Todas as vezes que eu conhecia um cara era a mesma coisa.
- Está bem. Argh! - Ele revirou os olhos, parando atrás da cadeira que estava antes para me olhar, apoiando as mãos no encosto dela. - Eu vou falar com ele ou qualquer coisa do tipo. Mas eu espero, Bella, que você se mantenha como está até... Você sabe. Tem que ter respeito por si mesma. Assim.
Cerrei os olhos, inclinando o tronco para frente.
- Assim... Como?
Silêncio.
- Assim... Virgem?
Ele corou, pegando o casaco perto dali antes de sair pela porta com um 'vejo vocês a noite'. Virgem. Passei uma mão pela nuca, soltando uma gargalhada enquanto ia em direção ao meu quarto.

Ao mesmo tempo que Edward se tornou uma benção em minha vida, Lauren ocupou seu lugar para fazer meu trabalho no restaurante ser um inferno particular. A diferença era que, como gerente, ele não ficava o tempo todo na cozinha. Já ela...
- Eu vou lhe dizer isso mais uma vez! - Eu me virei para a garota, sem mais me preocupar em controlar a raiva. - Seu trabalho é ser sub chef. Sub! Eu dou as ordens aqui e, enquanto eu estiver no comando, você ajuda os outros funcionários. Estamos entendidas?
- Eu fiz a mesma faculdade que você, já trabalhei como chef em muitos lugares e, se bobear, fui muito melhor que você em tudo. Eu não vou ficar picando legumes como os outros, eu vou cozinhar pra valer. Eu tomo conta do fogão, tambem.
Cerrei os olhos, ficando na frente das panelas ferventes para impedi-la de chegar até elas. Lauren bateu os pés, quase colando a testa na minha.
- Sai da minha frente!
- Sai da minha cozinha!
Nossos olhos estavam grudados, ambas bufando como touros enraivecidos. Estava tão absorta, tão feliz imaginando como seria apertar meus dedos em volta de seu pescoço, que nem percebi Edward entrar.
- O que está acontecendo aqui?
- Lauren está tendo dificuldades para aprender qual é o seu lugar.
Cruzei os braços, sorrindo ao ver que, já que era Edward resolvendo isso, eu levaria a melhor. Nós combinamos de não nos agarrar ou qualquer coisa parecida no trabalho - mesmo porque, se o fizéssemos, isso daria cartão verde para Lauren reclamar que eu estava sendo protegida. Mesmo que ninguem soubesse que estávamos juntos, eu tinha certos benefícios.
- Bella é a cozinheira chef. - Ele estava sério. Era bom vê-lo brigar com os outros. - Quando ela não estiver, então você assume. É isso que ser 'sub' significa. Quer que eu desenhe?
Edward mostrou a pequena lousa ao lado da pia com a cabeça, e a garota bufou, batendo os pés enquanto andava para longe de nós. Nossos olhos se encontraram, e sorrimos.
- Você. Minha casa. Oito horas. - Sussurrei, virando novamente para o meu fogão. Ele olhou para os dois lados e, percebendo que não havia ninguem, apertou discretamente minha bunda. Assim que saiu, voltei ao trabalho. O restaurante estava lotado, como sempre. E isso, apesar de às vezes ser cansativo, era ótimo. O forno apitou, e eu o abri com um pano de prato, tirando de lá de dentro uma lasanha que poucos conseguiam fazer com tanta perfeição. Modéstia à parte. Salpiquei um pouco mais de queijo ralado por cima do molho de tomate, e respirei fundo com o cheiro maravilhoso que saia dali. Arrumei tudo com cuidado em um prato, e deixei que Mike levasse embora antes que eu mesma atacasse.
O dia continuou na mesma rotina. Não estava calma, mas estava ótima. Sem atrasos, sem reclamações, e o mais importante: Sem Lauren. Ela estava calada agora, ajudando em qualquer coisa que precisasse. Jacob vira e mexe entrava na cozinha para conversar comigo, assim como Alice. Eu estava animada como nunca. O dia tinha tudo para acabar perfeitamente normal.
Até aquele momento.
Ouvi a voz de Esme no escritório. Alta, nervosa. A calmaria que ela sempre passava havia ido embora. Eu estava ocupada com meu trabalho, mas não pude deixar de me erguer nas pontas dos pés para olhar através da janelinha na porta dupla. Uma multidão se aglomerava perto do balcão para ver algo caído. Cada vez mais pessoas. Vi Emmett abrir caminho por elas, gigantesco, e se abaixar para o que quer que fosse. Esme ainda falava alto, provavelmente no celular. Larguei tudo o que estava fazendo, e fui para o salão. Poucas mesas estavam ocupadas. As outras estavam somente com os pratos - ainda cheios de comida - enquanto os clientes tentavam ver alguma coisa no chão. Tentei de várias maneiras me encaixar. Pulei, agachei, mas não me davam passagem. Olhei em volta, então.
Onde estava Edward para controlar a situação, como sempre fazia?
- Licença, por favor. - Era Carlisle. Calmo como sempre. As pessoas lhe deixaram passar ao ver a roupa de médico. Ele agachou, e pude ver Alice aparecer saída do escritório, levando uma mãozinha a boca.
Então, o vi. Era Edward. Deitado no chão enquanto seu pai examinava algo próximo as suas têmporas. Meu Edward. Desmaiado.
Antes que meu corpo pudesse chegar ao chão, Jasper me segurou, colocando suas mãos embaixo de minhas axilas. Eu ofeguei, e ele me reergueu. Não sei como consegui, mas andei para o escritório de Esme. Rosalie estava lá dentro, e ouvi Jasper resmungar alguma coisa sobre água. Fez com que eu sentasse em uma das cadeiras. Poucos minutos depois sua irmã estava de volta com um copo e um líquido um pouco esbranquiçado. Água com açucar.
- Beba. - Ela ordenou, e eu não pude fazer nada a não ser obedecer.
Aos poucos meus sentidos voltaram ao normal. Eu ouvia claramente agora. Esme entrou no escritório tambem, pálida, e fechou a porta.
- O que aconteceu? - Obriguei minha boca a se mexer, tentando controlar a respiração.
- Ele já está na ambulância.
- O que ele tem? - Minha voz estava mais alta agora.
- Ele vai ficar bem, Bella. Sempre fica...
Ela se sentou na cadeira ao meu lado, visivelmente aflita, tambem. Fez-se silêncio por alguns minutos antes que ela continuasse.
- Alice e Emmett estão com ele. Está tudo bem, querida. Carlisle foi tambem. Vai cuidar dele.
Rosalie e Jasper ficaram em silêncio. Talvez por não saber o que dizer, ou porque não deveriam dizer o que sabiam.
- Eu vou tambem. - Fiquei em pé. E então, cambaleei. Meus primos me seguraram, um em cada braço, fazendo com que eu novamente sentasse.
- Vai, sim. Mas não agora. Acalme-se.
Apoiei os braços na mesa, e então o rosto no meio deles. Parecia que alguma coisa me puxava para baixo. Meus pés estavam pesados, mas só a ponta deles alcançavam o chão. Algumas lágrimas escorreram por meu rosto, sem um motivo aparente.
- Eu te levo. - Jasper disse, baixo. Eu fiquei em pé no mesmo segundo, ainda um pouco mole, mas conseguindo apoio suficiente em meu primo. Esme falou algo sobre 'esperar', mas nós já estávamos lá fora. Lauren teria tempo de sobra com o fogão.

O hospital de Forks era perto. Tudo era perto naquela cidade. Desci do carro, e não esperei para ver se Jasper iria me acompanhar. Fui direto para a recepção.
- Edward Cullen.
- Nome?
- Isabella Swan.
- Receio que agora ele só poderá receber parentes.
- Parentes? - Fiquei na ponta dos pés, encarando a mulher enquanto me debruçava sobre o balcão, pronta para puxá-la pela gola da blusa. - Eu tenho mais direito de estar com ele agora do que qualquer pessoa com o mesmo sangue! ME DÁ O NÚMERO DO QUARTO!
- Senhorita Swan, se não se acalmar, eu terei que...
- Argh, eu acho.
Dei as costas para o balcão, pronta para procurar pelo pai dele. Antes que pudesse andar, a mulher gritou a resposta. Sorri comigo mesma, pegando o elevador sem agradecer. Estava vazio. Desci no quarto andar, olhando para os dois lados antes de escolher o correto. Quando percebi, eu já estava correndo, passando pelos médicos e por algumas pessoas com aparência doentia que via pelo caminho. Carlisle tentou segurar meu braço ao me ver, mas eu ignorei, abrindo a porta de onde ele estava. O quarto não conseguia ser tão branco quando os três jovens parados ali; Edward parecia não ter mais sangue nas veias, tal era sua apatia. Alice me encarou com a mão no ombro do irmão, e eu nunca vira Emmett tão sério. Me aproximei da poltrona em que meu namorado estava. Alice se afastou no mesmo instante, e eu me agachei, encarando seus olhos de esmeralda com seriedade.
- O que aconteceu? - Perguntei, ignorando os outros dois presentes ali.
Ele balançou a cabeça negativamente, tentando evitar meu olhar.
- Não foi a primeira vez... - Murmurou.
- Ah, não? - Ergui a voz, abismada com a maneira que ele parecia agir normalmente, com o que quer que fosse aquilo. Fez silêncio por um longo momento, e somente durante metade desse tempo ele sustentou meu olhar.
- O que você tem? - Perguntei, carinhosa. Silêncio. - Está doente?
Ele virou ainda mais a cabeça para longe de mim, mas eu a puxei, acariciando sua bochecha. Pude ouvir a porta atrás de nós se abrir mas, antes que alguem saísse ou entrasse, Alice chamou meu nome.
- Há uma coisa que precisamos lhe contar. Estaria disposta a ouvir?
Ergui a cabeça, tentando compreender seu tom. Fiquei em pé, e assenti rapidamente, beijando a testa de Edward antes de me aproximar de sua irmã. Ela segurou minha mão e me guiou para uma espécie de sofá que havia no canto. Não estávamos exatamente no corredor, era mais uma sala de espera. Vazia. Eu me sentei, olhando em volta com nervosismo. Alice e Emmett pararam em pé ao meu lado, e se entreolharam. Era estranho que o grandalhão ainda não tivesse feito nenhuma piada.
- É melhor eu ficar com ele. - Disse, baixo. Alice assentiu, e sentou ao meu lado enquanto seu irmão voltava para o quarto.
A garota segurou minhas mãos, respirando fundo enquanto olhava para elas.
- Alice, o quê... O que ele tem? - Ela ergueu os olhos castanhos para os meus. Percebi seus lábios se abrirem algumas vezes, tentando encontrar as palavras certas. Por fim, acabou indo direto ao assunto.
- Edward é soro-positivo.
O silêncio permaneceu por longos segundos. Meu coração se acelerou, minha pele esquentou - ao mesmo tempo que estava arrepiada - e eu dei graças a Deus por não estar em pé. O olhar de Alice era cuidadoso em meu rosto.
- Soro-positivo. - Repeti, como se isso fosse fazer a palavra não ter um peso tão ruim.
- Desculpe se... Preferia ouvir isso dele, Bella. Mas é normal as pessoas reagirem com pena. E eu pensei que seria melhor estar preparada e entender tudo isso antes de vê-lo novamente.
Onde estava o chão? Ele escapara de mim. Assim como o ar. Assim como tudo. Eu parecia estar num imenso vazio, e tudo o que saia da boca de Alice eram somente palavras sem significado. Não havia coerência em suas frases.
- Bella? Bella, você está me ouvindo?
Suas mãos apertaram as minhas, e mesmo que as cortasse eu não me importaria com a dor. Eu não ouvia, não sentia, e as lágrimas que despencavam por meus olhos não me deixavam vê-la, tambem.
- Bella...
- Ele vai morrer, Alice! - Gritei no meio de um soluço.
- Não, não vai! Fique calma, por favor!
Olhei para a porta do quarto onde estava, desejando poder ver atrás dela. Tentei engolir o choro, mas só consegui diminui-lo um pouco.
Meu namorado. Com Aids.
O que isso significava?
Tudo encaixava perfeitamente. A maneira como me repelia de sua vida, o sangue, a linha da vida absurdamente curta, o desmaio. Ele odiava sua vida. Por isso começara a fumar. Ele tinha noção de que iria morrer. Mas e quanto a mim? Ele estava certo. Eu já estava em sua vida, era tarde demais. Mas o que aconteceria conosco? Eu poderia pegar o vírus enquanto o beijava? Usar camisinha seria suficiente para me proteger? Talvez não. Se fosse, nós já teríamos feito isso. Mas ele parecia ter receio até mesmo de encostar em mim.
Meus soluços ficaram mais altos, e Alice quase gritou.
- BELLA! Bella, olha pra mim! - Ela segurou meu rosto entre as mãos. - Ele precisa de você. Ele precisa de todos nós!
Uma última lágrima caiu enquanto eu olhava para seus olhos sérios. A garota suspirou, e endireitou o corpo antes de continuar.
- Ele tinha uma namorada. E ela... Não sabia que tinha HIV. O vírus demora algum tempo para se manifestar no organismo. O fato é que, quando estavam juntos, ela descobriu. E ele não a abandonou por causa disso. Até que percebeu que tambem estava infectado.
Nos olhamos em silêncio por mais algum tempo. Ela deu os ombros.
- Já fazem dois anos, desde então. Insistíamos muito para que ele se tratasse. Mas... Quando você apareceu... Tudo mudou. Ele ficou mais confiante, mais pra cima - mesmo que sua relação não passasse de brigas, no começo. Quando ficaram realmente juntos, então! Ele está sempre aqui, fazendo exames e tomando os remédios cuidadosamente.
Ela olhou para a porta fechada, soltando um longo suspiro.
- Não sei porque teve essa recaída hoje... Deve ter pego uma gripe ou algo do tipo.
Olhei para a porta, tambem, demorando para perceber meus lábios entreabertos. Tentei respirar normalmente, só voltando a olhar para Alice quando ela novamente apertou meus dedos.
- Você não pode abandoná-lo agora. Entende? Ele precisa de você mais do que qualquer um de nós. Não seja... Egoísta. Converse com ele, e entenda como ele enxerga sua própria vida.
Eu não sabia mais como se falava.
- Você não corre nenhum risco quando o beija. E... Se tomarem as devidas precauções, podem ter uma vida sexual normal. Quero dizer... Não o abandone.
- Eu não faria isso, Alice. - Sussurrei.
- Eu preciso ter certeza. Se você partir, ele tambem irá.
A porta se abriu, dando um fim definitivo a conversa. Emmett apareceu, ainda sério, e suspirou antes de se dirigir a mim.
- Ele quer vê-la.
Assenti, ficando em pé com certa ajuda. Alice me guiou até a porta, e então saiu com seu irmão, nos deixando a sós. Ele estava frágil. Não havia palavra melhor. Se não o conhecesse, pensaria que nunca mais conseguiria levantar. Obriguei meus pés a se moverem um pouco, dando passos lentos em sua direção. "Eu quero que você morra!", eu disse, certa vez. Fechei os olhos e respirei fundo, deixando mais lágrimas rolarem por meu rosto enquanto me aproximava da cadeira e do paciente que repousava nela.

N/A.: Bom...hoje eu não tenho muito o que falar. Agradeço de mais os comentários mas hoje gostaria de terminar a fic com uma nota que a Carol escreveu...:

"Eu fico muito feliz quando vejo mais pessoas dizendo que vão acompanhar todos os capítulos. Não somente por lerem a nossa história, sobre a qual pensamos com tanto carinho, mas porque mais leitores significam mais pessoas informadas. E espero que esse número só aumente. Espero, acima de tudo, que a partir de agora vocês leiam não somente com olhos de fãs, mas também de quem entende a gravidade do que estamos tratando. Algumas pessoas talvez encarem a Aids como um assunto chato, ou talvez pensem que já sabem o suficiente. Mas é uma doença que está aí. E, apesar de ter tratamento, não tem cura. Pode acontecer com qualquer pessoa. Num mundo onde meninos e meninas estão iniciando sua vida sexual cada vez mais cedo, me sinto (de certa forma) responsável. Eu sempre foi do tipo sonhadora. Sempre preferi colocar minha mente em histórias do que na minha realidade. Mas, mesmo assim, não foi por isso que estive sempre absorta a ela. Espero que esta história fique na cabeça de vocês. Espero que, quando forem mais velhos e se lembrarem da saga que tanto amavam, também lembrem que levaram dela muito mais do que personagens inesquecíveis e fanfics divertidas, mas também informações preciosas sobre sua própria saúde. As coisas ficarão ainda mais emocionantes agora. São os comentários que me motivam a escrever mais e mais. Eu adoro ver a animação dos leitores - em todos os lugares que postamos! Finalmente descobriram o segredo do Edward, hm? Mas ainda vem muito mais por aí. Ainda tem muuuuita coisa pra acontecer! *-*"

Bom...por hoje é só pessoal. Não desistam da fic por que ainda tem muita coisa mesmo pra acontecer. Prometo responder a todos os comentários no próximo capítulo ok¿
Beijos e até mais ;)