Título: Seis Anos E Uma Noite
Autora: Lab Girl
Categoria: Bones, B&B, 6ª temporada, POV Booth, cena perdida, sexo, romance
Advertências: Spoilers dos episódios 6x22 (The Hole in the Heart), 6x23 (The Change in the Game) e... sexo!
Classificação: NC-17
Capítulos: 11/?
Status: Em andamento
Resumo: Eles levaram seis anos avançando e recuando... e apenas uma noite para romper as barreiras que construíram.
Notas da Autora: E a esta altura só os deuses das fanfics sabem pra onde esta história ta caminhando!
* Linha do tempo: Este décimo primeiro capítulo se passa alguns dias após o anterior... lembram da consulta pré-natal que a Bren mencionou para o Booth? Pois é, here we go ;)
~ 11 ~
Expectativa
"Com licença" eu educadamente retiro a revista aberta e abandonada no assento ao lado de uma senhora que aparenta estar com alguns meses de gravidez.
Ela sorri para mim, o que eu retribuo, sentando ao lado de Bones no sofá da sala de espera do consultório de ginecologia e obstetrícia.
Eu sou o único homem por aqui, mas não me sinto incomodado. Pelo contrário. Nunca estive tão à vontade.
"É o primeiro filho de vocês?" a mulher ao nosso lado me pergunta.
Antes que eu abra a boca para responder, Bones é mais rápida.
"Por que presume que eu esteja esperando um filho?"
"Bom, geralmente quando vemos um homem por aqui é porque ele está acompanhando a esposa nos exames pré-natais" a mulher sorri gentilmente.
"Não somos casados" Bones diz, direta e simplesmente.
Sinto meu rosto queimar.
"Oh!" a mulher ao nosso lado parece ficar sem graça.
Pigarreio, lançando um rápido olhar a Bones. Então me volto para a mulher e tento amenizar a situação com um sorriso. "Já sabe se o seu é menino ou menina?"
A expressão no rosto da mulher se fecha completamente. "Eu não estou grávida!"
Ai!
Abro a boca para tentar dizer alguma coisa – nem eu sei bem o que, uma desculpa? – mas para minha sorte a secretária chama um nome neste exato momento e é justamente o nome da mulher que se levanta bufando para entrar no consultório.
"Que alívio" eu sussurro baixinho assim que a dona gorda some de vista.
E escuto uma risadinha.
Olho para o meu lado e flagro Bones com a mão sobre a boca, tentando disfarçar. Sem sucesso algum, claro!
"Isto não é legal, Bones" murmuro, sério.
"Desculpe... mas..." ela torna a rir, mesmo tentando se conter. "Mas foi engraçado!"
"Há há!" eu murmuro, sem o menor humor.
Mas em seguida não consigo aguentar... acabo rindo de verdade. E Bones me acompanha.
Depois do pequeno acesso de risos dela eu tenho que acabar confessando... foi engraçado. Constrangedoramente engraçado.
Acabo dando um sorriso para ela, que retribui lindamente. Meu coração salta uma rápida batida e então levo a atenção a um cesto de revistas ao lado do sofá onde esperamos sentados. Pego um exemplar para dar uma olhada enquanto não somos chamados.
Mas fecho a revista, deixando de lado assim que a secretária se levanta e se aproxima de nós com um sorriso.
"Temperance Brennan."
Sinto o coração pular um instante. A mão de Bones, para minha surpresa, procura a minha antes que a minha procure a dela.
Dou uma olhada rápida para a minha parceira, agora mãe do meu filho mais novo, e ofereço um pequeno sorriso. Ela meneia a cabeça apontando na direção que eu devo seguir.
A secretária vai na nossa frente e nos leva por um corredor tão branco quanto a recepção e a sala de espera. Então ela para diante de uma porta imaculadamente branca e gira a maçaneta, sorrindo de novo e fazendo sinal para nós dois entrarmos.
Dou um sorriso de agradecimento para a simpática secretária, entrando logo atrás de Bones.
"Olá, Temperance!" uma mulher de cabelos pretos presos no alto da cabeça e com óculos de armação refinada cumprimenta Bones com um sorriso.
"Olá, doutora Taylor!"
Vejo uma placa com o nome Margareth Taylor e vários títulos e diplomas diversos pendurados na parede atrás da mesa da doutora.
"E esse deve ser o seu..." a médica começa a dizer.
"Ele é o Booth. É o pai da criança que estou esperando" Bones a interrompe antes que ela tenha a chance de terminar a pergunta.
Olho rapidamente para Bones, assustado com a rapidez que ela teve para responder.
Ela me olha de volta e eu vejo o silencioso 'O que foi?' no olhar dela.
"Oh... ah, sim. Claro" a médica murmura, percebendo o clima de constrangimento.
"Seeley Booth" eu me apresento, ainda sentindo a pequena pontada de desapontamento na boca do estômago.
Eu já esperava por algo assim, mas não imaginava que me sentiria tão desconfortável... o pai da criança... então para Bones eu sou apenas o pai... sequer um companheiro?
Não posso evitar a sensação desconfortável que se instala no meu estômago. Mas sei que estamos aqui por algo mais importante do que o status do nosso relacionamento. Assim, eu volto o olhar novamente para a médica diante de nós.
Nos sentamos nas poltronas na frente da mesa da doutora Taylor. E os próximos minutos passam numa espécie de aula sobre o fenômeno da gravidez e os cuidados com a saúde da gestante. Confesso que acompanho tudo mecanicamente, no fundo minha atenção completa não está aqui. De alguma forma eu me sinto meio... estranho.
"Imagino que estejam ansiosos para verem o bebê de vocês" a doutora Taylor finalmente diz.
E são estas palavras que me fazem focar completamente no meu entorno. Na minha realidade.
Eu apenas meneio a cabeça, empolgado demais com a mera ideia de ver nosso bebê para conseguir dizer qualquer coisa.
Bones também está excitada com a ideia, vejo na carinha dela, os olhos brilhando de expectativa.
"Temperance, pode ir se trocando enquanto eu preparo o equipamento."
Bones se levanta e sorri para mim antes de ir se trocar.
Eu espero ansioso, com as mãos começando a suar.
"Antes da ultrassonografia vou fazer um exame na Temperance" a doutora Taylor fala, olhando para mim. "Se ficar incomodado e quiser se retirar, eu mando chamá-lo no momento do ultrasom."
"Não, está tudo bem pra mim" eu me apresso em dizer.
"Ok" a médica sorri e volta a se concentrar na mesa de exame.
Fico sentado na poltrona, esperando e ansiando cada segundo mais pelo momento. Bones sai do banheiro do consultório já vestida na camisola própria para a consulta.
"Venha, Temperance. Vou fazer um exame clínico em você antes da ultra" a doutora Taylor a chama para a maca.
Bones olha para mim e eu sinto um repentino nó na garganta. Será que ela vai me pedir para sair agora?
Mas por sorte, e para o meu imenso alívio, ela me oferece um leve sorriso e então se dirige para a maca, para ser examinada.
Continuo sentado enquanto a médica faz o exame clínico, sem querer atrapalhar ali em cima delas. Mas estou me roendo por dentro de ansiedade.
"Bem, vamos então ao procedimento da ultrassonografia" a doutora exibe um breve sorriso, olhando para mim. "Pode vir, senhor Booth."
Eu me levanto e me aproximo da maca onde Bones está deitada, o coração batendo às pressas.
Assim que chego perto o suficiente, ela olha para mim e pega minha mão na sua. Eu só posso sorrir diante do gesto. Aperto de leve os dedos dela na minha palma, sentindo como eles estão gelados. Ela está nervosa, como eu.
"Então vamos finalmente dar uma olhada no bebê de vocês..." a doutora Taylor passa o gel sobre a barriga de Bones, que ri diante da sensação.
"É gelado!"
"Pronto" a médica pega então o aparelho para fazer o ultrassom.
Assim que a doutora desliza o equipamento sobre a barriga ainda pouquíssimo volumosa de Bones, eu sinto o coração bater mais depressa – se é que isso é possível!
Quando uma imagem cinza e distorcida começa a aparecer no visor, o som de batidas ritmadas enchem a sala, como num eco do meu próprio coração apressado... tomado pela emoção indescritível de ouvir pela primeira vez um som que atesta a existência do meu filho... do nosso filho.
Desvio os olhos da imagem por um instante para Bones. Ela está emocionada... um brilho molhado nos grandes olhos azuis que não desgrudam da tela onde o bebê aparece.
"O bebê está muito bem. Os batimentos estão normais, o tamanho e o desenvolvimento dentro do esperado para as 14 semanas" a voz da doutora Taylor se faz ouvir.
E as palavras da médica fazem meu coração bater mais forte. Não resisto... pego a mão de Bones que seguro na minha e aperto com carinho, trazendo-a aos lábios num beijo. Ela olha para mim. Nós dois sorrimos. Sei que estamos sorrindo como bobos, mas isto não importa! Somos pais e estamos vivendo esta experiência juntos. É tão maior do que tudo e pouco interessa o resto do mundo!
E o meu sonho é real. Hoje mais do que antes...
A imagem no visor do aparelho de ultrasonografia me confirma isso. E eu só posso agradecer aos Céus por terem tornado meu sonho possível.
"Vocês querem saber o sexo do bebê?" a voz da doutora me arranca dos pensamentos.
Olho para a média e em seguida para Bones – estou mais do que ansioso para saber se vamos ter um menino ou uma menina, mas vou respeitar a decisão dela caso não queira saber agora.
"Claro que sim!" Bones dá um sorriso enorme e aperta minha mão que ainda segura a sua.
Beijo-lhe de novo os dedos antes de voltar a atenção à imagem do nosso bebê crescendo dentro dela. Sinto a ansiedade vibrando no peito. Respiro fundo.
"Bom, acho que não vai ser possível..." a médica fala, de repente.
"Por que não?" me ouço perguntando. "Algum problema?"
"O bebê está com as pernas cruzadas. Vejam" a doutora aponta para a tela. "E não descruza por nada."
"Vamos lá, bebê... tira essa perninha daí" eu falo para a imagem.
"Booth, o feto não pode te ouvir..."
"Quem disse que não?" pergunto, indignado. "Eles escutam, não escutam, doutora?" peço um apoio profissional lançando um olhar na direção da médica.
"Bem, existem estudos que comprovam que em determinada altura os bebês podem escutar os sons do ambiente externo e até reconhecer vozes."
"Ouviu só, Bones?" olho para ela com ar de vitorioso, então desço os olhos para a barriga onde o aparelho de ultrasonografia está, murmurando. "Vamos lá, bebê! O papai quer saber se você é um garotão ou uma menininha... vamos lá, tira a perninha da frente..."
"Eu acho que vamos ter que esperar mais um pouco para descobrir o sexo" a médica informa, sorrindo. "Ele ou ela não quer nem saber de mudar de posição."
"Que pena..." ouço Bones murmurar; olha para ela e a vejo enrugar de leve a testa, desapontada.
"Eu também queria saber o sexo do nosso bebê, Bones" murmuro para ela. "Mas acho que vai ser bom esperar mais um pouco... a ansiedade vai fazer tudo valer mais a pena."
"Acho que sim" ela me oferece um pequeno sorriso. "Antigamente os pais só ficavam sabendo o sexo da criança no momento do nascimento. Então acho que vai ser um pouco como voltar no tempo."
"E isto para uma antropóloga deve ser bem excitante, hein?" eu brinco, cutucando o ombro dela com um dedo.
"Temperance, já pode se vestir" a médica anuncia, quebrando nosso momento.
"Certo" Bones murmura, preparando-se para se levantar da maca e recolocar as roupas.
~.~
Passo a mão pelo cabelo molhado, saindo do vapor quente do banheiro. Assim que paro no batente da porta meus olhos a avistam, lendo concentradamente um livro sentada sobre a minha cama.
Onde tudo começou. Três meses e meio atrás.
Uma batida mais rápida me atinge o peito involuntariamente diante das lembranças.
Brennan ergue para mim os olhos que estavam concentrados na leitura. Ela sorri de leve.
Eu suspiro, passando mais uma vez as mãos pelos cabelos molhados do banho e entro de vez no quarto, caminhando até o armário, onde escolho uma velha calça de moletom para vestir.
"Está tudo bem?" a voz dela me chega pelas costas.
"Sim, por que a pergunta?" questiono sem me virar, enquanto visto a calça por baixo da toalha amarrada na cintura.
"Não sei... você está tão calado desde que chegou do FBI. Costuma ser mais falante toda vez que chega em casa e nos encontramos. Esperava que estivesse assim, especialmente hoje."
Sinto uma fisgada no peito. Jogo a toalha sobre uma cadeira do quarto e me volta para ela, me aproximando da cama.
"Bones, não é que eu não esteja feliz... hoje foi um dia muito especial para mim. Para nós" eu me sento na cama ao lado dela. "O simples fato de você ter me deixado estar lá... ira a consulta com você... significa muito."
"Mas tem alguma coisa incomodando você, não tem? Eu consigo perceber, Booth."
Eu dou um sorriso cansado, abraçando-a e beijando-lhe a cabeça.
"Você me conhece, não é?"
"Já conheço o suficiente para perceber as pequenas alterações de humor, suas expressões, sua postura..."
Eu sorrio. Desta vez pra valer. É incrivelmente bom escutar isto. Realmente ela me conhece melhor do que ninguém.
Por isto mesmo eu preciso ser sincero com ela. O mais sincero possível.
Solto um suspiro, aconchegando-a melhor ao meu peito.
"Bones, eu estou feliz pela nossa primeira consulta, mas... aquilo que você disse... a forma como disse... me incomodou."
"O que foi que eu disse?" ela se vira em meus braços para me encarar melhor.
Vejo nos olhos dela uma nítida preocupação, aquela expressão de quem busca entender o que está acontecendo.
"Sobre eu ser o pai da criança" finalmente confesso o que me aborrece.
"Mas você é o pai, Booth" ela se apressa em dizer, os olhos azuis adquirindo um tom de surpresa e dor.
"Eu sei, eu não quis ofender, Bones" trago o rosto dela com as mãos para perto do meu e beijo suavemente uma das bochechas. "Me desculpe, eu preciso me explicar melhor."
"Por favor" ela murmura.
"O que acontece é que me surpreendi com a sua rapidez em responder quando aquela paciente gorda achou que fôssemos casados, e também quando a médica começou a comentar que eu devia ser o seu companheiro. Você a cortou tão rápido fazendo questão de me colocar apenas como o pai do bebê."
"Mas eu disse a verdade" ela protesta.
Sim, e quem diz a verdade não merece castigo, a minha consciência ecoa.
"Eu sei, não foi isso o que me incomodou."
"Booth, eu não entendo. O que queria que eu dissesse? Você é o pai do bebê, mas não somos casados e nem vivemos juntos..."
"E o que temos, então?" a pergunta sai da minha boca sem que eu tenha planejado ou sem que eu tenha o menor controle sobre ela.
E é a primeira vez que eu verbalizo isso. Desde que começamos a compartilhar esse algo novo que temos juntos decidi que não apressaria nem planejaria nada, apenas que deixaria tudo acontecer. Pra mim já era o bastante tê-la comigo, poder amá-la sem restrições... mas parece que no fundo não é mais assim...
"Desculpe. Me desculpe, Bones" me apresso em dizer "Eu não quero cobrar nada de você, não estou pedindo nada além do que já temos, mas é que... droga, às vezes você me confunde!" suspiro, correndo uma das mãos pelos cabelos ainda molhados.
Ela me olha, parecendo ela a confusa agora.
Suspiro outra vez, tentando controlar minhas emoções. "O que eu quero dizer é que nós temos alguma coisa... tem algo aqui entre nós, e eu não estou falando em termos científicos, Bones. Eu quero dizer que nós temos partilhado alguma coisa há meses já... e eu não sei... a verdade é que eu não sei o que isso que temos significa pra você. Mas eu sei o que significa pra mim."
Ela me olha. "Booth..."
"Me deixa terminar" eu peço, já com a voz mais controlada, erguendo uma das mãos. "Para mim nós temos um compromisso. Um vínculo. Alguma coisa que, embora ninguém saiba ainda, significa que você ocupa um lugar importante demais na minha vida. Eu só não sei o que eu significo na sua."
Um momento de silêncio. Um suspiro escapa dela enquanto abaixa os olhos por um instante antes de voltar a me encarar.
"Booth, você é o meu melhor amigo. O pai do filho que eu espero. O homem que eu escolhi para compartilhar esse elo. Para mim isso é muito. Muito mais do que eu já tive com qualquer outra pessoa. Pensei que soubesse."
Burro! Estúpido. É assim que eu me sinto bem agora.
Eu a puxo novamente num abraço.
"Perdão" sussurro contra os cabelos dela. "Perdão, eu devia saber melhor."
Ela desliza as mãos sobre as minhas costas.
Sinto a pele arrepiar e meu coração se aperta um pouco.
"Eu só não consegui lidar muito bem com a insegurança que a sua reação no consultório me causou, Bones. Por um momento eu me senti deslocado nessa história toda de nós dois."
"Booth... quando começamos a... quando aprofundamos nosso relacionamento eu disse a você que eu não conhecia muito bem esse território. É algo novo pra mim. Embora eu já tenha me relacionado com outras pessoas, cheguei até mesmo a dividir o meu antigo apartamento com um namorado por um breve período, não acho que aquela experiência sirva de parâmetro para o que nós temos."
Esfrego o braço dela com a mão e lhe beijo a testa.
Ela desliza o rosto contra o meu ombro. "Para mim o que nós temos é novo... é bom e me satisfaz. Para ser sincera até hoje nunca me preocupei pensando em como a sociedade vê a nossa relação. Muito embora eu saiba que necessariamente todo e qualquer relacionamento cobra uma posição perante os outros membros da sociedade e..."
"E blablabla" eu a interrompo, rindo e ajeitando uma mecha de cabelo atrás da orelha dela. "Não me importa. Esquece o que eu disse, Bones. Eu repito: não quero que isto pareça nenhum tipo de cobrança. Eu estou feliz com o que temos, você está feliz... é o que basta."
Sorrio para ela, afastando-lhe o rosto do meu corpo o bastante para fitá-la.
E nos beijamos.
Um beijo doce, suave. Reconfortante.
Quando nos afastamos, ela suspira, apoiando as mãos no meu peito nu.
"Eu queria muito saber se é um menino ou uma menina" Bones solta.
Eu sorrio.
"Eu também. Mas acho, no fundo, que vai ser emocionante a espera" digo, sentindo o coração bater forte abaixo das mãos dela, como numa confirmação das minhas palavras.
Depois de uma eternidade... eis aqui mais um capítulo!
Bom, não sei se ficou bom o bastante para compensar a longa espera de vocês, mas torço para que pelo menos alguma coisinha nele tenha valido a leitura.
Preciso aproveitar para agradecer muito pelos comentários de vocês! Podem ter certeza que eles são um incentivo e tanto pra mim. Agradeço os elogios e vou continuar me esforçando para escrever sempre a altura dos comentários de todas as leitoras que têm acompanhado esta história e comentado - saibam que assim vocês não apenas me incentivam como também me ajudam a tentar melhorar sempre :)
Beijos,
Lab
