Notas da Autora:

Obs. Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...

Obs.Fic 100% Beward

Obs. Historia para maiores de 18 anos


Capitulo Dez

Edward afagou os cabelos dela e sorriu quando a ouviu ronronar em cima de seu peito.

Parecia um sonho tê-la em seus braços. Aonde ela pertencera. Sua Bella, ela era a sua Bella tinha certeza.

Sentia em seu coração que era ela. Beijou os cabelos dela uma vez mais e se levantou.

Saiu da cama e a cobriu com a colcha e foi para o convés. Deu um longo suspiro ao ver todos esperando por ele.

-Beijou muito Edward? – Emmett perguntou divertido

-Para falar a verdade beijei – os outros riram alto

-Ela é uma beleza – James falou animado fazendo Edward bufar

-James cuidado para não mexer com a mulher do capitão.

– Emmett riu e deu um soco no ombro de Edward

-Então capitão o que faremos agora? – Jasper perguntou

-Bem vamos terminar logo nosso trabalho e voltar para casa.

Todos assentiram e cada um foi fazer suas tarefas. Edward estava sentado ao lado de Jasper que olhava os mapas que eles estavam fazendo da ilha.

Eles pararam o que fazia ao ver Alice com o braço entrelaçado no de Roy.

Jasper bufou irritado, Edward olhou confuso. Alice sussurrava algo no ouvido de Roy que sorria baixo.

-O que foi Jasper?

-Não gosto desse Roy.

-Você não acha que ele e a Alice... – Jasper bufou

-Desde ontem que eles não se separam, vivem cochichando pelo navio. Ficaram assim o dia inteiro.

-Bem parece que Emmett se enganou sobre Roy. – Jasper olhou feio para Edward. Ele riu sem graça

-Desculpa amigo. Mais a Alice é doida por você. Ela nunca te trocaria por outro – Jasper deu um longo suspiro

-Eu sei mais ele pode estar forçando a barra. Você sabe como é – Edward rolou os olhos

-Você esta louco. Roy mal saiu das fraldas. É um fedelho

-Não sei, vai ver ele se finge de bobo. – Edward riu e colocou uma mão no ombro do amigo

-Você quer ver coisa aonde não tem. – Jasper respirou fundo e assentiu

-Acho que tem razão. – ele sorriu e voltou a olhar os mapas.

Alice e Roy estavam olhando o mar e cochichando baixinho.

-O que você vai fazer se seu pai te encontrar. – Rose colocou as mãos na cabeça frustrada

-Eu não sei Alice, mais não me caso com aquele velho. Prefiro morrer.

-Não fale assim. – Alice a abraçou pelos ombros

-Sabe Emmett falou que me protegia. – Alice sorriu

-Ele parece gostar de você. – Rose riu baixinho

-Eu estou louca por ele. Ele é tão bonito e forte – Alice riu alto

-Sim ele é. Mais eu prefiro meu Jasper. o homem bom. – Rose riu e assentiu

-Jasper é fofo.

-Ele é.

-Vocês vão se casar? – Alice deu um suspiro

-Acho que não. Ele nunca me pediu e acho que nem pretende.

-Mais você se entregou a ele. – Alice corou levemente

-Bem sim. E você? – Rose ficou vermelha como um pimentão

-Eu sou virgem – Alice soltou uma risadinha.

-Emmett vai mudar isso?

-Ele quer. Mais eu não tenho certeza.

-Se você não tem não faça. Faça só quando tiver certeza, ou se arrependera

-Eu sei. Eu quero, mais tenho medo do que pode acontecer depois.

-Como assim?

-Eu me entrego para ele. Ele me deixa de lado depois que eu não for mais interessante e eu tenho que voltar para meu destino triste.

-Entendo. Mais eu acho que as coisas não vão ser assim.

-Mesmo, você viu algo em sua bola? – Alice riu

-Eu não sou vidente querida, mais eu sinto. E posso sentir que o que Emmett sente por você não é passageiro.

Rose deu um grande sorriso e sem pensar deu um abraço em Alice. Ouviram um pigarro e se soltaram.

-Ola Jasper. – Alice o cumprimentou sorridente

-Alice podemos conversar? – ela assentiu e deu um beijo na bochecha de Roy

Jasper bufou e se afastou de Roy e Alice. Ela correu ate ele e segurou a mão dele.

Ele deu um longo suspiro e a abraçou colando seus lábios logo em seguida.

A beijou com paixão a tocando com volúpia. Assim que se separaram estavam ofegantes

-Nossa, que beijão – ela falou sorrindo, ele riu e roçou os lábios de leve nós dela

-Quer outro? – ela assentiu.

Ele a puxou para a cabine dele enquanto piscava divertido.

Pov. Bella

Abri meus olhos e olhei confusa a minha volta. Estava naquele lugar estranho e sozinha. Levantei-me para procurar meu Edward.

Sim já sentia que ele era meu, desde a primeira vez que o vi. Eram sensações confusas, mais que pareciam certa quando estava em seus braços, ou quando seus lábios tocavam os meus.

Ou só de olhar para seus olhos eu me sentia bem e protegida. Levantei da cama fofa e olhei em volta. Havia tantas coisas naquele lugar.

Muitos livros como o que Edward me mostrou, e tinha um espelho grande, me olhei e estava diferente, da outra vez que olhei no espelho.

Meu rosto estava limpo e meu cabelo não estava bagunçado, estava olhando quando eu vi a parede de madeira abrir e meu Edward entrar.

Sorri e corri para ele. Ele me abraçou assim que nossos corpos se chocaram.

-Descansou bastante? – sorri para ele e toquei meus lábios no queixo dele. Ele suspirou e me abraçou com força.

Ele se afastou de mim e esticou a mão para mim. Eu a peguei ele foi ate a cama e sentou depois me puxou para sentar no colo dele.

-Eu quero conversar com você.

-Tudo... Bem – ele sorriu

-Você esta mais falante – sorri sim eu estava a cada minuto as palavras vinham a minha mente

-Isso é bom. Eu queria te fazer algumas perguntas

-Tudo bem – ele sorriu e afagou meus cabelos

-Vamos ver. Há quanto tempo esta sozinha aqui?

-Muito – ele sorriu

-Tudo bem. Você sempre esteve só – neguei com a cabeça

-Não, e quem estava com você? – ele perguntou animado

Pensei algum tempo, tentando lembrar dela. Fazia tanto tempo

-Mulher, ela cuidava – ele sorriu

-Me diga Bella como ela era? – pensei nisso fechei meus olhos para ver como ela era

Toquei os dedos nos meus cabelos.

-Da cor do sol.

-Os cabelos dela eram da cor do sol

-Isso.

-E os olhos? – ele toucou seus olhos

-Como o céu – ele sorriu

-E a pele – ele tocou no meu braço

-Igual – toquei no meu braço

-Nome dela, você lembra? – me esforcei mais só vinha uma palavra em minha mente

-Mãe. É nome?

-Não linda. Mais era o que ela era sua. Era sua mãe. – toquei meu coração e sorri... mãe. Não tinha certeza do que era mais eu gostava

-E o que aconteceu com ela? – senti a água salgada saindo dos meus olhos

-Ela fechou os olhos e não abriu mais. – ele engoliu em seco

-Isso é morrer.

-Morrer – repeti a palavra estranha e o abracei com força. Ele me beijou na bochecha e se levantou comigo.

-Deve estar com fome.

-Sim

-Bom. Venha vamos comer – ele segurou minha mão e me levou para fora da parede de madeira.

Descemos uma escada e entramos em um lugar parecido com o quarto de Edward. Mais nesse tinha uma madeira cumprida e vários pequenos troncos em volta.

Edward sentou em um tronco e me puxou para o colo dele. O homem com um pano estranho na cabeça saiu de trás de uma parede de madeira e sorriu para mim.

-Bella esse é Roy, eu te apresentei mais cedo lembra. – sorri

-Oi Roy

-Ola Bella

-Roy prepare algo para Bella. Ela esta faminta – ele sorriu e foi para um objeto grande e estranho.

Edward brincava com meu cabelo enquanto eu olhava para o Roy que usava objetos afiados para cortar e colocava em uma vasilha que borbulhava.

Um cheiro gostoso invadiu o lugar e minha barriga fez um barulhão. Edward riu baixinho e beijou meu ombro.

Depois de mais algum tempo o Roy colocou um prato na minha frente. Parecia água mais era da cor de folhas mais, mas fraco e tinha um cheiro gostoso

-O que é. Como eu como? – perguntei para Edward, ele sorriu e pegou um objeto estranho e mergulhou no liquido.

-Isso é sopa, e isso é colher – ele assoprou a sopa que estava na colher e levou a minha boca. – sorri satisfeita o gosto era muito bom.

Edward continuou me ajudando e logo os outros vieram para a baixo e começaram a comer a sopa.

Podia vê-los me olhando e sentia meu rosto quente. Sempre estava sozinha na ilha e tantas pessoas juntas eram confuso.

Terminei a sopa e Edward subiu comigo para seu quarto.

Assim que entramos eu me joguei na cama fofa. Edward sorriu e tirou a camisa e deitou ao meu lado.

O abracei colando meu corpo ao dele e beijei o seu peito. Ele suspirou e puxou meu rosto para cima e colou nossos lábios.

Outro beijo que me deixou sem fôlego, sorri e me aconcheguei mais a ele. Era tão bom ficar em seus braços.

Olhei para ele que me olhava de um jeito que fazia meu coração bater forte. Beijei o queixo dele e depois o nariz dele ele riu e tocou de leve nossos lábios.

-Se continuar vamos passar a noite inteira beijando ao invés de dormir – eu sorri e o beijei na bochecha

-Mais eu quero beijo – ele rolou os olhos e me beijou de tirar o fôlego de novo.

Não sei quando dormi, só sei que o gosto dele estava em meus lábios.