Notas da Historia:
Obs. Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...
Obs. 100% Beward
Obs.Pov. Bella
Obs. Historia para maiores de 18 anos
Obs. Essa fic conterá Demônios, Anjos, gente chata e o que mais eu achar adequado a historia.
Décimo Capítulo
Essa missão idiota acaba agora!
Edward riu enquanto olhava para o celular, me diverti ficando um pouco mais confortável, estava deitada de bruços, já tinha algum tempo, mas a culpa era toda dele por ter tirado todas as minhas forças, pois mal nós entramos em casa, eu fui agarrada.
Não que eu estivesse reclamando, ainda assim, o homem tinha muito fogo, então depois de nos divertimos por algumas horas, eu desmaiei, ele ao contrário...
- Você não dorme? – falei em voz alta, ele parou de olhar o celular e se virou pra mim.
- Acordou amor, pronta pra outra? – rolei os olhos.
- Me dá um tempinho, sou humana, sabia? – ele sorriu e se deitou me olhando.
- Ok, ok humana. – ri e ergui a mão tirando o seu cabelo bagunçado da testa.
- O que estava olhando?
- Redes sociais, sabe, tipo facebook, instagram, twiter.
- Você gosta dessas coisas?
- Claro, não há nada mais demoníaco que uma rede social. – rolei os olhos e me virei para o outro lado, rapidamente ele me puxou contra ele, mordi o lábio para não sorrir como uma idiota.
- Então, eu estava pensando, o que vem agora?
- Como assim?
- Onde será que tenho que ir pra ir fechar às tais portas do inferno?
- Honestamente, eu não faço idéia.
- Mas você não vivia lá? – virei à cabeça para olhá-lo e ele beijou o meu nariz.
- Eu fui expulso, então eu por algum motivo, não me lembro como se volta. E sem contar que um demônio que se preze, não entra pela porta.
- E como vocês entram?
- Nós nos teletransportamos. Lembra? Como fiz no seu quarto. – assentiu e segurei a sua mão que estava espalmada em meu estomago.
Levei-a aos lábios a beijando.
- Obrigada Edward.
- Pelo quê?
- Por estar comigo. Por cuidar de mim, não me lembro se já tinha lhe agradecido antes.
- Hum, pensando bem, você não agradeceu mesmo. – ri.
- Então, agradecendo agora. Obrigada.
- Mas só isso?
- O que mais você quer?
- Eu não sei, um boquete talvez, acho um agradecimento mais digno. – voltei a olhá-lo por cima do ombro.
- Isso é um agradecimento digno?
- É claro. Seja honesta, você não se sentiu muito grata quando eu lambi a sua buceta. – piscou me fazendo vermelha feito um pimentão.
- Aff! – ele só sorriu e veio para cima de mim.
- O quê? Você não se sentiu? Talvez eu não tenha feito direito. – se possível eu estava mais vermelha.
- Fez sim... – ele riu e começou a passear a sua mão grande por meu corpo.
- Uhhh, acho que não, você parece meio incerta. – ofeguei quando a sua mão chegou entre as minhas pernas.
Arfei agarrando os seus ombros.
Ele riu enquanto empurrava um dedo em mim.
- Edward...
- Diga amor.
- O que... oh... – todo pensamento coerente se foi, quando ele adicionou um segundo dedo.
- O que ia dizer?
- Eu esqueci.
Ele riu e começou a deslizar para baixo, senti os seus lábios em meu estômago, em seguida sobre a minha virilha, os seus dedos se afastaram, depois a sua boca estava em mim.
No primeiro toque da sua língua eu vim, forte e ele me lambeu, chupou tudinho, até começar a me ascender de novo. Como uma fogueira.
Meu corpo era uma chama viva, queimando por ele.
Ele me lambeu e provocou até eu implorar por seu pau, voltando para cima de mim, lambendo os seus lábios, ele me deixou sentir o seu pau bem sobre a minha entrada, mas não entrou, só ficou lá provocando.
- Agora você se sente grata, amor?
- Muito.
- Bom. Agora devemos parar? – grunhi agarrando a sua nuca.
- Nem se atreva. – ele riu.
- Como se eu conseguisse resistir. – murmurou, o puxei para um beijo e assim que seus lábios bateram nos meus, ele se afundou em mim.
Gritei em sua boca e ele bebeu meu gemido com seus beijos.
Suas investidas foram urgentes, ainda bem, porque eu estava a ponto de romper, não demorou muito para eu sentir o meu segundo orgasmo se construindo. Podendo senti-lo também, ele afastou a boca da minha.
- Edward...
- Isso amor, quer mais...
- Sim... oh sim... – ele sorriu e abaixou a cabeça até meu peito, lambendo o meu mamilo.
Meu corpo se sacudiu com o choque de prazer.
Ele riu e foi para o outro mamilo, ao mesmo tempo em que levava a mão entre nós, esfregando meu clitóris, mal ele me tocou, eu vim.
Gozando enquanto gemia em abandono, agarrando o seu cabelo e meio que o puxando um pouco, mas ele não pareceu se importar, pois investiu contra mim forte e rápido, vindo em seguida, meio perdido no seu próprio prazer.
Seu corpo caiu molemente sobre o meu, seu rosto enterrado entre os meus seios. Já meio aérea, afaguei o seu cabelo, senti um beijo em meu seio e sorri.
- Isso foi incrível. – sussurrei e o senti rir, seu pau deslizou para fora de mim com o balanço e senti a perda imediatamente, gostava de senti-lo dentro de mim.
- Pode me agradecer sempre que quiser. – ri também e beijei o seu cabelo suado.
- Deixe-me sentir as minhas pernas e vou agradecer.
- Então, eu devia sair de cima de você para que se recupere mais rápido. – ele fez menção de se levantar, mas o abracei mais forte.
- Daqui a pouquinho, fica assim só mais um pouco.
Senti os seus braços me rodearem e seu rosto se afundou mais entre os meus seios.
- Não há lugar melhor. – o senti murmurar contra a minha pele e sorri.
Não havia mesmo.
[...]
Ri alto, Bob sempre contava ótimas piadas, era um dos caminhoneiros habituais, pelo menos duas vezes por semana ele aparecia e era sempre divertido.
- É sério Bella, ela disse isso na minha cara. Sei que não estou na melhor forma, mas foi maldade.
- Desculpe rir, então.
- Não tem problema, eu ri também. Machucou o meu ego na hora.
- Vai parar de comer bacon, então?
- Não foi o suficiente pra parar com o bacon. Eu quero extra nos meus ovos, a propósito. – ri enquanto assentia.
- Ok, vou deixar o cozinheiro avisado.
- Isso aí garota!
Avisei do bacon extra para Ben e fui servir café para o cara que se sentou ao balcão... Antes que eu falasse algo, Lauren bateu o cardápio no balcão assustando a mim e ao homem.
- Lauren?
- Sério, achei que agora que vocês namorassem, ele seria menos irritante.
Suspirei.
- O que ele fez agora?
- Está resmungando que você esta flertando com os clientes.
- O quê?
- Bella, pelo amor de Deus, vá lá. – choramingou Ângela se aproximando de nós, meu Deus, qual o problema daquele homem?
- Desculpe meninas.
Agarrei o cardápio de Lauren e minha jarra de café.
Ao me aproximar, ele sorriu abertamente.
- Doçura, você por aqui.
- Edward, qual o seu problema? – coloquei as coisas sobre a mesa o encarando com as mãos nos quadris.
- O que eu fiz?
- Por que está incomodando as meninas?
- Eu não fiz tal coisa.
- Fez sim. O que foi dessa vez? – ele bufou cruzando os braços.
- Você estava sorrindo demais para aquele cara.
- Quê? Quem?
- O grandão ali. – olhei para o balcão e o bacon extra de Bob tinha chegado e ele esfregava as mãos todo feliz.
- O Bob?
- Bob! Que nome idiota.
Eu não podia com aquilo.
- Edward, pelo amor de Deus, ele tem idade pra ser o meu pai.
- Isso nunca impediu ninguém.
- Você não pode estar falando sério?
- Estou sim, pare de ficar sorrindo para os caras, os seus flertes e açúcar têm que ser só pra mim.
- Edward, eu estou trabalhando, você quer que eu fique olhando feio pras pessoas.
- Sim.
Respirei fundo, em seguida me sentei na cadeira em frente a sua.
- Edward, eu estou com você, meu... uh açúcar como você gosta de chamar, é seu. Mas se você continuar sendo uma dor na bunda, eu vou fazer greve de sexo. – ele ofegou, em seguida estreitou os olhos.
- Você não pode estar falando sério. Não é?
- Me testa pra você ver. – sorrindo me levantei e servi o seu café, em seguida agarrei o meu bloquinho. – O que vai querer senhor?
- Não vai nem flertar comigo?
- Você tá de castigo, flertes suspensos até segunda ordem.
- Inacreditável! – ela parecia muito ofendido, mas nem liguei! Onde já se viu ficar dizendo que eu possa sair com caras como Bob, nada a ver, entretanto ele realmente tinha idade para ser o meu pai.
Ele resmungou que queria uma torta de morango e sorri voltando para o balcão, comecei a pegar a torta, quando vi Bob me olhando.
- O quê?
- Você está namorando Edward?
- Uh sim? – ele riu.
- Você não sabe?
- Ok, estou. – ele riu mais.
- Ah isso é ótimo.
- É?
- Sim, eu ganhei 100 dólares.
- Como assim?
- Ah tinha rolado uma aposta no restaurante.
- Como assim? – repeti e ele riu.
- A maioria apostava que você nunca lhe daria uma chance. Outros que vocês iriam transar e ele nunca mais apareceria novamente. Já eu tinha certeza que ia acabar rolando.
Ai meu Deus!
- Sério isso?
- Sim, amor e ódio andam lado a lado.
- Não isso, sério que apostaram em algo assim?
- Claro, seu chefe estava no grupo dos que iam transar e ele ia sumir.
- Inacreditável! – repeti as palavras de Edward e Bob riu da minha cara.
- Não fica assim Bella, é só que sempre foi engraçado ver Edward correndo atrás de você.
- Ele não corria atrás de mim. Corria?
- Com certeza, rolava a duvida se ele queria só te dar uns pegas, ou se era sério. Pelo jeito era sério.
Eu estava tão chocada que nem zoei Bob por dizer dar uns pegas.
- Você está na minha lista negra. – apontei a faca pra ele, mas ele só riu.
Ainda irritada, levei a torta para Edward e me sentei na sua frente, ele pareceu surpreso, mas ao ver a minha expressão, mudou para preocupado em um instante.
- O que houve? O idiota do Bob tentou roubar o meu açúcar? – ai meu Deus, ele e esse bendito açúcar.
- Claro que não!
- Então qual o problema?
- Todo mundo apostava sobre a gente, dá pra acreditar?
- Ah, isso, pois é... pena que não apostei que a gente ia namorar.
- Como é que é?
- O quê?
- Você apostou na gente? E nem apostou que a gente ia namorar?
- Lógico que eu apostei, infelizmente caí na minha própria armadilha. – ele parecia tão decepcionado consigo mesmo, queria bater nele.
- Apostou em quê?
- Noite de sexo quente e depois eu vazava.
- Você não presta! – ele sorriu abertamente.
- Seja honesta, amor, até você teria apostado nessa. – abri a boca, mas em seguida a fechei.
Pior que apostaria também.
- Você não presta! – repeti cruzando os braços, ele só riu, dando uma boa garfada em sua torta, em seguida cortou um pedaço e levou a minha boca.
Arqueei uma sobrancelha, mas ele só sorriu e insistiu, suspirando abri a boca.
Mal tinha mordido, ouvimos alguém me chamando e suspirei.
- Tenho que trabalhar.
- Ok. – ele sorriu feliz comendo a sua torta, rolando os olhos fui trabalhar.
Mal cheguei ao balcão, ouvi o sino da porta e Emmett apareceu olhando tudo como um lunático, suspirei, era hoje.
- Não se tem paz. – grunhi, bem no momento que Emmett me viu.
- Ah, aí está você.
- Oi Emmett... – comecei, mas antes que eu terminasse fui agarrada em um abraço apertado. Nem tive tempo de processar e reclamar, pois fui afastada por um Edward irritado.
- Epa, epa, epa. Eu já disse, pode olhar, mas não tocar.
- Eu só a abracei.
- Por mim você nem olhava pra ela. – ele estreitou os olhos pra Edward, que só empinou o queixo, nem se importando.
Suspirando, me afastei dos dois.
- Chega os dois. Emmett o que foi isso?
- Vai mesmo fazer isso? – perguntou e gemi.
- Sim.
Ele já veio me abraçar de novo, mas o braço de Edward já estava entre nós.
- Proibido tocar, cara. – grunhiu balançando o braço entre nós e ri. Emmett estava irritado já.
- Ok, ok, não vou tocar na sua preciosa Bella.
- Muito obrigado.
Tive que segurar o sorriso, ele não negou que eu era preciosa pra ele.
Pigarreei para afastar o sorriso e só olhei para Emmett.
- Enfim, eu vou. Mas que fique avisado que posso mudar de idéia.
- O quê?
- Eu não sei exatamente o que quer que eu faça, então esteja avisado que estou no meu direito de mudar de idéia.
Mais uma vez ele pareceu não gostar, mas nem ligava. Era eu quem ia fechar os portões, a minha vida estava em jogo e não a dele.
Então antes de dizer sim pra qualquer coisa, eu queria saber exatamente no que estava me metendo.
- Tudo bem. – ele suspirou por fim.
- OK, eu vou... – olhei para o relógio que ficava atrás do balcão. – ...pegar uma hora de descanso daqui há 20 minutos, aí falamos, tentem não se matar enquanto isso.
Ambos se mediram, mas assentiram.
- Me traga um café, então.
- Claro.
Deixei os dois sozinhos e pedi pra Jessica atendê-los, antes de ir falar com eles precisava acalmar a minha mente um pouco, para fazer as perguntas certas.
Fui pegar a conta de Bob, ele fez mais algumas piadas, o que foi bom, tirou completamente a minha mente do estresse que eu teria que enfrentar em breve.
Pouco depois que ele foi, peguei uma fatia de torta pra mim, um pouco de café, antes de avisar Ângela que estaria tirando a minha hora de descanso e parti para a sua mesa.
Ao chegar os dois estavam em algum teste estranho de encarar, ao me sentar, pigarreei e os dois me olharam, Edward claramente irritado, Emmett, entre feliz e ansioso.
- Então... o que exatamente eu preciso fazer?
- Só fechar a porta.
- Só isso? – não deveria ser só isso, não é?
Edward bufou, enquanto Emmett suspirou.
- Ok, é claro que temos alguns contratempos.
- Quais?
- Uh, alguns demônios protegerão a porta agora que sabem que há a possibilidade dela ser fechada para sempre.
É claro.
- Quer dizer que eu estou mais em perigo do que antes?
- Sim, mas não se preocupe, eu irei protegê-la e...
- Emmett você é só um guia chato, eu protejo a minha doçura.
- Como assim? – ele perguntou claramente confuso e por conseqüência, nos deixando confuso.
- Como assim o quê? – eu perguntei e Emmett me olhou.
- Edward não vai.
- Repete? – agora Edward parecia irritado.
- Ele vai sim.
- Não, eu não vou levar um demônio em uma missão para fechar as portas do inferno. – Emmett cruzou os braços negando.
- Então eu não vou! – cruzei os braços também, senti Edward colocar o braço em volta dos meus ombros e mesmo sem olhar, eu sabia que ele estava rindo todo presunçoso.
Eu mereço.
- Mas...
- Você ouviu Emmett, ou eu vou, ou ninguém vai.
- Mas... mas...
- A propósito, eu vou também. – nós três nós viramos ao som da voz feminina e Emmett gemeu.
- Oi Rosie.
- E ai Eddie. – ela piscou se sentando ao lado de Emmett, ele afastou a sua cadeira um pouquinho.
- Gente é uma missão importante, eu não posso levar dois demônios.
- Mozão, pensa assim, com a gente, tem mais chance da missão ter sucesso. Pois vamos ser honestos, você é um tesão, mas é ruim de briga. – Edward riu, enquanto Emmett grunhia.
- Primeiro de tudo, não me chame assim. Segundo eu tenho treinado.
- Dá pra ver. – ela olhou pro corpo dele, parecendo apreciar a sua forma e ele afastou a cadeira mais um pouco.
- Então, o que vai ser Emmett? – Edward perguntou, o anjo olhou entre nós e vendo que ninguém parecia ceder, ele gemeu.
- Ok, vamos todos. Por que não? Mas que fique claro, eu não estou feliz com isso.
- Eu e a doçura estamos felizes, isso é o que importa.
- Eu também estou feliz, quer que eu te deixe feliz também, mozão? – Rosie colocou a mão na coxa dele e Emmett levantou tão rápido que a cadeira caiu.
- Rosalie... – grunhiu enquanto ajeitava a cadeira e pedia desculpas para as pessoas próximas, voltou a se sentar e a olhou severamente. – Se comporte, por favor.
- Ah você é tão certinho às vezes, isso só me deixa mais excitada. – ela piscou pra ele que gemeu, resolvendo ignorá-la. Então ele se voltou para nós.
- Então já que foi decidido assim, devemos ir logo.
- Uh, ok. Vou tentar pegar uma folga de uma semana no trabalho, acha que uma semana é suficiente? – olhei para Edward que deu de ombros.
- Acredito que sim. É só chegar, fechar a porta e voltar. – ele coçou o queixo não dando muita atenção.
- Ok, uma semana.
Emmett e Rosie se olharam, eles pareciam meio na duvida.
Merda.
- Então, pra onde vamos mesmo? – Edward perguntou de repente e olhei curiosa para Emmett.
Também queria saber, afinal onde ficaria as portas do inferno?
- Las Vegas.
- Verdade. Bons tempos.
Estreitei os olhos pra Edward, mas ele só sorriu, idiota.
- Amor, vamos ter bons tempos lá, também. Vou te levar a todos os meus cantinhos escuros favoritos. – piscou e acabei por rir.
- Mozão eu também tenho cantinhos escuros favoritos, quer que eu te leve? – Rosie murmurou e Emmett só olhou irritado pra ela.
- Se aquieta mulher. – ri e ele me olhou bravo.
- Desculpe. Enfim, como as portas do inferno ficam em Las Vegas? Que lugar mais peculiar.
- É a cidade do pecado. – ele falou e sempre achei que era só um apelido.
- Há uma grande concentração de demônios lá. – começou Rosie.
- A maioria é dona dos clubes, boates e cassinos. – Continuou Edward.
Gente que doideira.
- Então as portas ficam em um clube?
- Sim, no porão de uma boate.
- E qual? – perguntou Edward distraidamente.
- Red Damon.
- Ela não vai. – ele falou de repente nos assustando com a sua mudança brusca, quando o olhei, seus olhos brilharam vermelhos.
- Edward... – ele me olhou, seu olho completamente vermelho e confesso que as suas feições estavam um pouquinho assustadora.
- Você não vai!
E de repente ele se foi.
Olhei em volta pra ver se alguém tinha notado que Edward sumira no ar, mas ninguém olhava, fitei Emmett que parecia preocupado e Rosie que fazia uma careta.
- Mas que diabos aconteceu?
N/A: olaaa povo pervoooo
Postando mais um capítulo
Dei uma sumida semana passada, mas acho que agora tô destravando e sai capítulos
Adorei os comentários
Vcs arrasam como sempre
O que estão achando da fic
E o que será que deu no Edward?
E essa viagem a Las Vegas vai dar o que falar em kkkkkk
Enfim agora me vou
Antes de ir duas coisas
Uma das pernas a Nanda disse que não consegue ler pelo face eu posto lá ao vivo mas em seguida já posto aqui ok.
Se preocupa não more sempre posto aqui ok
Outra coisa Julie
Fico feliz que gosta das fics e sim depois de finalizada eu sempre compartilho no 4shared e no onedrive. Eu tinha colocado os links no meu perfil, mas fica saindo.
Me manda mensagem no Facebook ou privada. Meu face e só escreve Paulinhahalle.
Agora me vou
Fuiii
