Saint Seiya não me pertence e sim a Kurumada além dos respectivos meios... Como sabem é uma fic sem fins lucrativos e toda aquela história que estamos cansados de ler.
Aviso: Fic pode sobre mudança como classificação ou conter tipo: Yaoi, Yuri e/ou casal hetero. Talvez palavra de baixo escalão, descrição de violência de quase todos os gêneros. Então aqueles que estão acompanhando estou a advertir. Para aqueles que não estão nem aí. Boa leitura!
Agradecimento: Primeiramente obrigada Ana, essa fic é baseada em uma história que tinha escrito de presente de aniversário para ela.
Beta: Sem
O soro
Capítulo 9
Santuário.
Paz. Calmaria. Grito... Grito? Shion havia acabado de acordar após o dia tumultuado de ontem o Mestre do Santuário dava uma volta como todos os dias fazia e ao escutar o grito vindo do alojamento não pensou duas vezes e foi ao local. Viu Amanda se contorcendo no chão sentindo muita dor, o cavaleiro ia se aproximar, mas foi detido pelos outros curados.
O Mestre do Santuário viu um grupo entrar com luvas especiais por conta da condição da americana e aplicou uma injeção na jovem. Esquecer de tomar o soro era sofrer fortes dores. Um dia sem o líquido era sentença de morte. Amanda sentiu na pele a dor, não tinha como explicar a sensação que passava em seu corpo. O alivio só veio ao receber a injeção de soro concentrado que era usado em casos extremos como aquele, mas mesmo assim era perigo usá-lo com frequência.
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Aoshi dividia o quarto com Andre, mas após a morte de Elisa o levaram para a ala médica que montaram no Santuário. O francês não ficou sozinho à noite, pois uma figura entrou no quarto e sentindo falta do amigo que fez, dormiu ao lado dele.
Aoshi se virou e sentiu algo quentinho que o abraçou...
- Nyah! – Shihyo saltou da cama segurando o lençol. – Você é louco?
- Bom dia!
- Bom dia o...
- Bom menino não fala palavrão.
- O que você faz aqui, Ângelo? E ainda por cima na minha cama e me apalpando...
- Foi você que começou.
- Ângelo!
- Desculpa amigo. – O francês viu o outro se encolher na cama. – Eu estou desorientado.
- Deve ser porque você acordou a pouco tempo.
- Deve ser.
- Procurou um médico?
- Eles têm problema demais amigo.
- Tudo bem. – Aoshi aproximou se da cômoda. – Se quiser pode dormir aqui desde que seja na sua cama. – Pegou a dose diária e colocou na pistola de pressão. – E nada de me atacar à noite. – Falou de maneira brincalhona.
- Concordo. – Sorriu Ângelo o vendo se sentar em uma cadeira. – Posso pegar as minhas coisas e me mudar para cá à tarde.
O francês concordou e ativou a pistola fazendo o fluido correr pela corrente sanguínea dele. Os dois conversaram mais um pouco até a hora do café da manhã.
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Enquanto isso, Li acordava no templo de virgem e claro que a reação do indiano foi estranha aos amigos de armas, mas tudo ainda estava de ponta cabeça desde a chegada dos curados.
Shaka não dormiu a noite revivendo aquela cena da fita azul, mas pelo que recordava era um rapaz e não uma moça que lhe deu a fita no mosteiro. Tudo estava errado na sua vida e agora tinha aquele tumulto infernal no alojamento dos cavaleiros.
Li chegou à cozinha e nada do cavaleiro, resolveu fazer algo para o velho amigo, pois ela o considerava uma pessoa muita importante na sua vida além dos monges. Fez o café da manhã, mas algo estava errado pensou o indiano porque o chá estava salgado demais e os biscoitos salgados estavam doces demais?
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Saori acordou cedo e foi falar com Suely, recebeu da ruiva a informação que o alojamento é pequeno para tantas pessoas. E escutou a ideia de Hugo sobre proteção, vigilância e equipe.
- Cada cavaleiro tomará conta de um curado.
Firme e forte. Hugo falou e logo os cavaleiros receberam uma bela visita pela manhã. Saori bem que tentou, mas se Hugo fosse um Deus, talvez seu nome fosse Zeus.
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Áries.
Mu acordou, fez a higiene pessoal, preparou o seu café da manhã e assim que terminou colocou o templo em ordem até...
- Mu. – O ariano ouviu seu nome. – Mu. – Foi à porta do seu templo.
- Bom dia Saori e convidados! – Falou o ariano vendo a comitiva de mala e cuia. – Em que posso ajudar?
- Mu. – Hugo deu um passo à frente. – Você cuidará e abrigará Shirayukl Akane.
O ariano piscou os olhos e viu a japonesa ficar na frente do grupo e pelo jeito a situação era aceitar ou aceitar. Mu fitou Atena que sorriu como se falasse tudo bem.
- Bem vinda Shirayukl! – Falou o ariano a conduzindo ao quarto de hospede.
A japonesa sorriu ao ver que o ariano a recebeu bem e quase caiu ao vê-lo ajudando a com as malas. O cavaleiro não sabia como se portar e nem o que fazer, pois pelo que sabia ela e os outros eram doentes. O ariano mostrou o quarto dela e perguntou se já comeu algo, Akane sorriu e perguntou se havia algum instrumento musical na casa. Mu lhe mostrou uma Harpa.
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Touro.
Aldebaran sorriu para sua visita que estava toda coberta, não soube se ela estava feliz ou triste. Samira não queria ficar sozinha com aquele homem e nem dormir naquele lugar. Se pudesse se mataria, mas não queria ir ao inferno ou sofrer um castigo maior por conta do seu desejo de se livrar da sua vida. Afinal seguia o alcorão.
- Aldebaran. – Apresentou se o cavaleiro. – Esse é o seu quarto e se quiser...
A porta se fechou na cara do brasileiro que não entendeu tal reação. A árabe só queria voltar para casa e viver o resto da sua vida anormal. Deba resolveu preparar algo para a sua visitante.
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Gêmeos.
Saga e Kanon iam saindo do templo quando viram Saori, Hugo e Suely e a comitiva. Kanon se animou mesmo depois da frustração com Li. Talvez arrumar uma gatinha só que...
- Mas Senhorita Saori... – Saga tentou argumentar a ideia maluca de Atena e companhia.
- Quem são as gatas? – Kanon ficou entusiasmado com as visitas na casa ou seriam as hóspedes gostosas.
- Angelina Ferazza e Bella...
- NÃO! – Exclamou Kanon interrompendo Hugo ao ver as duas, na sua visão, eram crianças ainda. – Queremos outras...
- Kanon! – Repreendeu o, Saga acolhendo as duas.
- Sa, a menina tem um gato esquelético no colo e um periquito no cabelo. A outra é anã de jardim e nem tem peidão...
- Desculpem o meu irmão. – Saga interrompeu o caçula e aceita o fato de abrigá-las. – Eu sou o Saga e aquele é o Kanon meu irmão mais novo, não liguem para ele.
- Bella. – Falou tímida a holandesa.
- Angelina Ferazza. – A canadense apontou para a ave que estava nos seus cabelos como um enfeite. – Esse é Apolo. – A ave se remexeu se acomodando melhor e a jovem mostrou o gato. – Esse é Ares.
Saga se arrepiou todo ao escutar o nome do felino de Angelina. Bella adorou os bichinhos e questionou se eles faziam caca nela. Sorridente Ferazza explicou que Apolo é educado e faz às fezes fora de casa, as duas riram, Saga fitava o gato esquelético e Kanon queria trocas as duas por uma peituda pelo menos.
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Câncer.
Donatello riu, ou melhor, gargalhou tanto que lágrimas saíram dos seus olhos. Hugo pegou a mala da francesa e deixou na frente do cavaleiro que parou de ri e viu os outros seguidos caminho.
- Beatrice Legrand e vou logo avisando que nada de ficar olhando no buraco da fechadura.
- Hã? – O canceriano a fitou.
- Onde fica o meu quarto?
- Subindo a escada segunda à esquerda. – Ele pegou a chave em cima da mesa e completou. – Só não faz bagunça.
- Mas as minhas malas...
- Se virá.
O canceriano saiu deixando a visita com a orientação do quarto assim que ela viu sua nova morada torceu o nariz. O quarto é escuro com uma pintura feia e parecia que a séculos não sabia o que era vassoura.
- Onde me meti.
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Leão.
Aioria tinha na face o sorriso mais fascinante que alguém poderia ter. Hugo olhou o leonino que só faltava cegar um com aqueles dentes brancos que refletia a luz, parecia mais comercial de creme dental.
- Iskra Zora você ficará aqui. – Hugo falou e viu a jovem para na frente do morador da casa.
- Sua cara é de quem nunca transou na vida. – Zora foi grossa e completou. – Você vai morrer virgem.
-...?
- E nem pense que vou ser a sua primeira, nanico.
O leonino parou de sorrir e até que tentou ser amigável, mas foi repreendido por palavras frias da Búlgara. Zora viu algumas meninas se dando bem e felizes já ela só contava consigo, por isso se mantém isolada.
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Virgem.
Hugo analisou de cima e abaixo a indiana de nome Li e teve certeza que a conhecia. Li saudou a todos enquanto Shaka se sentia incomodado por abrigar mais uma no seu templo.
- Mia Alves Oliveira, você ficará com os dois e vamos. – Informou Hugo seguindo com a comitiva.
Assim que todos saíram o loiro pegou as malas, ou melhor, tentou ajudar à brasileira, mas a visita foi rude e até agressiva com Li.
- Eu não preciso de ajuda ainda não fiquei invalida. – Mia não cumprimentou Li que estava de mão erguida.
Li ainda tentou, mas a única coisa que o indiano viu foi à brasileira falar algo com a indiana. Enquanto Alves seguia para o seu quarto de hospede, Li saiu do templo chorando.
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Libra.
Dohk ajudou a japonesa a se instalar no seu novo quarto. Mayumi Shinomori sentiu seu estômago revirar ao ver o chinês lhe ajudando e negou que talvez estivesse apaixonada pelo cavaleiro. Dohko tentou ser simpático, mas a cara da sua visita dava medo de tentar algo, talvez por conta do soro.
O chinês bem que tentou articular algumas palavras e ao abrir a porta e mostrar o quarto limpo e arrumado tomou um susto o cavaleiro. Shinomori pensou na reação que teria talvez sorrir ou apertar a mão dele seria bom, mas...
- Obrigada. – Falou de forma rude e fria a japonesa entrou no quarto e fechou a porta.
- Bem vinda! – O libriano sussurrou com o choque da maneira que ela se expressou.
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Escorpião.
Miro sorriu e analisou a nova moradora até que ela não era feia e agora teria uma comidinha descende para comer. O cavaleiro imaginou a cena: a casa limpa, as roupas lavadas e passadas, as louças lavadas, a comida gostosa e...
- Senhor. – Miro voltou a realidade. – Algum problema?
- Não.
- Onde é o quarto?
- Por aqui.
O escorpiano a ajudou com as malas e só, pois Dietrich fechou a porta e passou a chave. A inglesa notou que o cavaleiro a fitou e ficou olhando o nada. Era melhor prevenir e pegou uma cadeira colocando na porta, depois pensaria em algo melhor pelo menos Bella ia ter alguém por perto para defendê-la.
- Vai saber se ele é manicaco-tarado-assassino.
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Sagitário.
Aioros aceitou bem a condição de receber a jovem italiana, ofereceu lhe água. Thabata ficou na defensiva e mesmo desconfiada bebeu a água já que subiu vários degraus.
- Aioros. – Apresentou se o cavaleiro.
- Thabata Vicenzzo. – Falou a italiana.
- Vou lhe mostrar seu quarto. – Pegou as malas dela. – Siga-me, por favor. – seguiram o corredor do segundo andar. – É aqui.
O cavaleiro abriu a porta dando passagem, a italiana entrou e o viu colocar as malas em um canto e depois o viu sair. O sagitariano desceu para preparar o almoço. Vicenzzo arrumou suas coisas no guarda roupa.
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Capricórnio.
Skuld tinha no rosto o sorriso mais belo da sua vida já Shura estava morrendo de medo daquele sorriso. A islandesa queria tocar novamente o cavaleiro para ver algo a mais já que na última vez o viu sorrindo para si.
- Shu!
- Meu nome é Shura Senhorita Skuld.
- Hã? – Deu os ombros. – Como queira. – Pegou as malas e parou ao lado dele. – Shu.
O cavaleiro a olhou irritado e temia o que a jovem poderia fazer. Se o tal soro tem efeitos colaterais talvez ela atravessasse a parede ou lesse a sua mente ou pior soubesse de um segredo seu. Shuld não ia desistir do que queria e ia ver o futuro dele só mais uma vez.
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Aquário.
Kamus assim que viu a grega com as malas na sua casa pensou no pior pesadelo da sua vida. Um Miro de saias cantarolando em grego as velhas cantigas de festivais. Keity estava feliz e cantava sem parar arrumando as suas roupas, viu o dono do tempo passar algumas vezes e fitar o quarto.
- Tio. – Kamus ficou vermelho de raiva. – Ser quer ajudar entrar, mas para de ficar me vigiando.
O aquariano a viu sorrir sapeca e ela voltou a arrumar as suas coisas. O cavaleiro desceu era melhor se ocupar de algo melhor.
- Isso não pode ficar a vista. – Keity escondeu o notebook entre as roupas. – À noite descubro algo.
Tudo arrumado, a grega foi ajudar ou tentar ajudar o francês na cozinha. Enquanto Kamus pensava em uma maneira de congelar a boca dela sem querer. Keity se divertia com o rapaz mal humorado.
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Peixes.
Afrodite ia questionar aquela loucura, fitou Suely que o olhava de uma forma curiosa e a Deusa que sorriu docemente. O cavaleiro resolveu aceitar e ao escutar o nome da menina quase engasgou.
- Andrômeda você ficará com Gustavv. – Falou Hugo.
O pisciano se incomodou ao ser chamado pelo nome. Andrômeda seguiu o cavaleiro até o quarto e nada falou. Afrodite reparou que a tal Andrômeda parecia um menino e talvez o soro a tivesse deixado alienada ao mundo.
Ele saiu sem trocar uma única palavra com ela já a grega estava triste por votar a sua terra. O local não lhe trazia boas lembranças e queria estar em qualquer lugar do mundo menos na Grécia.
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Quarto dos homens no alojamento.
Aoshi esperava Ângelo sair do banheiro quando a porta se abriu do quarto e viu... Mouki entrando com suas malas. O francês o ajudou com as malas.
- Mandaram eu vim para cá. – Falou o japonês.
- Então seja bem vindo. – Saudou o francês;
- Somos nós dois?
- Pelo que entendi Andre assim que voltar vai ficar conosco e tem o...
- Shihyo você viu a minha camisa? – Ângelo sorriu só com uma bermuda azul escura e a toalha esfregando os cabelos.
- Você deixou na mina cama.
- É mesmo. – Pegou a camisa e vestiu. - Mouki você vai ficar conosco?
- Sim. – Falou tímido abaixando o rosto.
O japonês sempre ficava sem jeito, mas Nakoyama o admira pela beleza e a força que possuía e sente seu coração acelerar toda vez que o ver.
- Vamos comer. – Falou Aoshi.
- Sim. – Respondeu Ângelo.
Os três saíram e o francês ia descobrir o que deixava o japonês tão sem jeito na frente de Ângelo. O escocês sorriu e analisou Mouki de cima a baixo ia ser uma longa temporada no Santuário.
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Salão do Grande Mestre.
Shion fitou a italiana, Ana fitou o ariano, os dois se olharam e Santorini reconheceu as pintinhas e sorriu. O ariano ficou um pouco incomodado, mas a conduziu a um dos quartos.
Ana assim que recebeu instruções de onde poderia ou não circular pelo décimo terceiro templo, ela começou a arrumar as suas coisas. A italiana queria saber qual dos três era o verdadeiro rapaz das pitinhas da sua visão. Mu, Shion ou o salvador de preto.
Continua...
NOTA: Peço desculpas pela demora, mas aqui está o fechamento e todos no Santuário. Peço desculpas pela demora, mas houve um problema e a minha saúde estava meio em baixa, mas estou bem e espero um dia volta com essa fanfic. Ela vai esta com seu andamento um pouco atrasado com relação às outras, mas assim que eu tiver um ideia eu voltarei a escrevê-la. Pois não adianta fazer uma trama meia boca. Agradeço a compreensão.
Beijos e até...
Reviews:
Krika Haruno: Agradeço os elogios. E feliz. Bem a demora vai sempre vir nessa fic, mas creio que nos próximos capítulos sem muita explosão e mais Love ou seria briga? Agradeço pelos comentários e até...
