Capítulo 11: Na cama com ele (parte 2)
- E o que seria?
-Venha comigo, vou lhe mostrar.
Sem mais palavras ele puxou-a pelo braço e os trancou no quarto.
Ela poderia ter dito non, merci. Ou simplesmente ter fincado os pés no chão.
Ele guardou a arma na gaveta e encarou-a com desejo. Por alguns instantes ele ficou apenas apreciando-a com os olhos, até que ergueu uma das mãos e contornou os lábios de Kagome.
De súbito, sentiu uma das mãos de Inu Yasha envolvendo lhe a cintura e a outra deslizando da boca pro pescoço para acariciar a nuca.
Então os lábios se encontraram. Houve uma mistura de desejo e gentileza.
As mãos a tocavam com muita doçura e mesmo assim elas emanavam uma forte onda de desejo.
Inu Yasha se continha para não desrespeitá-la, mas ao mesmo tempo queria excitá-la. Ele a puxou para perto, encostando-se nela. Os seios pressionaram tórax musculoso dele. O membro rijo roçou-lhe o ventre.
A pele dele exalava o perfume do sabonete que estava no banheiro e o cabelo estava com o cheiro do shampoo de ervas que ela secretamente abriu e cheirou por uma curiosidade repentina.
Escutou-o suspirar e ela mesma gemeu palavras que não eram nem francês e nem inglês.
Kagome deslizou uma das mãos pelo tórax dele, brincando com os pêlos e depois pôs a mão por dentro do short e da cueca e...
Era maravilhoso sentir que era desejada por um homem. Brincou com o membro de Inu Yasha enquanto ele só apertava sua bunda. Ele soltou um gemido e não agüentou mais, tirou a camisola dela.
Um arrepio de expectativa percorreu o corpo de Kagome. O que será que ele gostava de fazer? Como seria prová-lo por inteiro?
Ele tocava o corpo dela enquanto a beijava intensamente. Mas a diferença de altura começou a frustrá-lo então ele a agarrou e a deitou na cama.
-Você é tão pequena
Ele beijou o pescoço dela dando alguns chupões. A cada vez que ele encostava a boca no pescoço dela ela se arrepiava.
Ela então começou a pensar se conseguiria acomodá-lo dentro de si. Mas foi um pensamento ligeiro, afinal de contas ela era uma francesa! E as francesas eram as melhores amantes da história.
Inu Yasha se acomodou entre as pernas dela que estavam entreabertas para ele.
Kagome submeteu-se a ele, e ele penetrou-a devagar como se quisesse que ela fizesse daquele momento uma lembrança áurea.
Alguns raios de Sol entraram pelo quarto e Kagome pôde ver com mais clareza o rosto de Inu Yasha... Os olhos dele cintilavam.
Então ele começou a se mover. O início foi lento, para que a paixão evoluísse até o ponto em que Kagome precisaria de mais velocidade. Ela o agarrou pelo quadril e pressionou-o contra si, fazendo-o aumentar o ritmo. Em pouco tempo ambos ficaram sôfregos e as gotas de suor foram surgindo pelos corpos.
-Mon Diéu!
Várias ondas de tremor dominaram Inu Yasha ele estava se contendo para não gozar nela. Ela percebeu com um pouco de raciocínio que lhe restava.
Ele deu um grito e em seguida ela sentiu um líquido dentro de si.
Ele se retirou dela e deram um longo beijo.
Quando o dia amanheceu totalmente eles adormeceram.
