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Notas do Autor

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Capitulo 11

Quando penso ter atingido o limite de nervosismo a que posso chagar, me encontro numa situação pior do que a anterior. Como agora, aqui estou sob as luzes e diante das câmeras, esmagando a mão de Natsu enquanto esperamos para. Graças ás nossas notas, imagino que estamos a salvo, mas esta é a sátira de um reality show, e imagino que qualquer coisa possa acontecer.

O Salão de dança está cheio de gente e consigo ver mamãe e Ami na primeira fila da plateia, tão nervosos quanto eu .Estou tremendo e preciso travar os joelhos, mesmo sabendo que essa é a maneira mais rápida de desmaiar. Isso aconteceu com Levy durante o ensaio ,coitada. Mas ou travo os joelhos ou começo a tremer como uma bandeira hasteada em dia de ventania.

De repente, Bem empurra um microfone na minha cara.

- Bem, Lucy , os juízes ficaram impressionados.

Acha que a resposta do público ao seu quente cha-cha-chá também foi positiva?

Quente? Céus , acho que vou desmaiar. Bem está ficando embaçado e sua voz tão distante. É, travar os joelhos foi um grande erro. Sinto-me cambalear de leve...oh, vou desmaiar ao vivo, em rede nacional... Não!

Então sinto o braço firme de Natsu ao redor de minha cintura. Sua voz distante fala:

- Posso lhe dizer que eu certamente fiquei impressionado. Lucy é esperta, talentosa e esforçada, um combinação difícil de superar.

Minha visão ainda está um pouco turva, mas o sorriso radiante de Bem me traz de volta á realidade.

- Bem , Lucy, o público concorda. Você está a salvo! Sente-se ao lado dos demais, demais concorrentes.

Ainda com a ajuda de Natsu, vou até os participantes que estão "a Salvo" e me deixo cair sobre o assento, já que minhas pernas não se movem mais. Ele suspira no meu ouvido:

- Você está bem ?

Consigo assentir de leve e presto atenção ás ultimas três colocadas. Tenho muita pena delas, não imaginei que isto seria tão difícil.

Bem fica muito sério e anuncia com sua voz forte de narrador:

- Wendy, a cozinheira. Levy , a florista, e Cana, a dona de casa. Uma de vocês está a salvo. As outras duas terão de retornar suas atividades normais.

Ele faz uma pausa, enquanto as três se agarram uma as outras.

- Wendy ? – Bem pausa novamente, e Wendy arregala os olhos. – Você está...- Ele faz outra pausa, tão longa que começo a suar. A plateia fica inquieta, e até mesmo Natsu parece desconfortável em seu assento.

- Vamos logo com isso! – Alguém grita da plateia, mas Bem simplesmente o ignora, demorando ainda mais.

- Você está... a salvo!

Wendy apenas o encara, piscando os olhos rapidamente. Imagino se ela também cometeu a tolice de travar os joelhos.

- Wende, você está a salvo! – Bem repete, mais alto. Mas é seu grande sorriso que parece despertá-la. – Vá se sentar .

- Ah!

Wendy dá um forte abraço no apresentador, que dura mais do que esperado, mas ele é muito bonito, então é compreensível. Ela junta as mãos sobre o peito e vai se sentar , emocionada.

- Levy e Cana, infelizmente, sua participação em Dançando em Kyoto chegou ao fim . Há algo que gostariam de dizer ao público que não votou em vocês?

A plateia grita algumas sugestões mal-educadas.

- Sim – Cana diz e soluça, obviamente tentando segurar as lagrimas . – Bem, muito obrigada a todos. Sei que não dancei direito, mas me diverti muito. – Ela se vira em nossa direção e continua: - Boa sorte a todos vocês! – Soluça novamente e leva a mão a boca.

Levy sorri, e compreendo seu nervosismo. Tenho pena dela também. Imaginei que seu giro fora de controle talvez angariasse alguns votos de simpatia. Afinal, ela ainda está usando a bandagem na testa.

- Eu... eu me diverti como nunca antes. Não mudaria nada do que aconteceu, nem mesmo meu giro descontrolado.

- Ela toca a testa. – Acho que ficaria com uma cicatriz mas... tudo bem, assim sempre me lembrarei desta experiência.

A plateia vai á loucura, aplaudindo e assobiando.

- De que outra forma eu apareceria no telejornal e ficaria conhecida no país inteiro?

A plateia fica de pé para aplaudir.

Nós levantamos e aplaudimos. Sinto meus olhos cheios de lagrimas. Estou muito orgulhosa de todos. Até mesmo Bem parece emocionado.

Natsu aperta minha mão e , instintivamente, me inclino e beijo seu rosto.

- Obrigada por acreditar em mim – sussurro em seu ouvido.

- Não é difícil – ele devolve.

O Hálito quente em minha orelha me deixa arrepiada. Gostaria muito de me jogar em seus braços, mas apenas sorrio. Ele está prestes a dizer algo mais, mas percebemos que devemos nós juntar aos outros, num grande abraço grupal, no qual Cana e Levy são os centro. Estamos todos muito emocionados, e não consigo mais segurar as lagrimas.

Aproveito a oportunidade para me virar e abraças Natsu.

Seja por instinto, ou porque também esperava este momento, ele me abraça de volta. Aproveito o momento, adorando a sensação de estar em seus braços e me demorando ali o máximo possível, e então me afasto, antes que ele perceba a necessidade e o desejo que com certeza estão estampados em meu rosto.

Enquanto tento abrir entre a plateia para chegar até mamãe e Ami , sou surpreendida por pessoas que me pedem autógrafos!

- minha pequena estrela! – Mamãe me dá um grande abraço. –Lucy, estou tão orgulhosa! – ela me aperta tanto que sinto que vou explodir.

- E ai Maninha – Lucy me cumprimenta com um ço ela tão forte quanto mamãe me abraçou .

- Ligue quando puder. – mamãe acena e pisca rapidamente, tentando não chorar.

- Ligarei.

Aceno e me viro depressa, também segurando as lagrimas, e saio apressada pela porta antes de perder o controle. Fecho os olhos e respiro fundo, tentando me calmar. Mas é claro que caminhar de olhos fechados me leva a bater de frente com algo. Algo sólido e quente.

- Ei – Natsu diz com sua voz rouca que me deixa encantada.

Ele me segura pela cintura e sinto o calor de suas mãos através da blusa de seda estou usando. Finalmente consegui ler o dossiê, então sabia o que vestir esta noite.

Agora meus olhos estão arregalados, e o encaro. A brisa noturna me deixa sentir seu perfume, misturado com o cheiro de sua jaqueta de couro. Sinto um arrepio, causado não só pelo frio.

- Onde está seu casaco?

A voz baixa e rouca e o fato de ainda me segurar pela cintura não me deixam formular uma resposta. O melhor que consigo dizer é:

- Meu casaco?

- Sim. Não trouxe ? Está frio aqui fora.

Frio...casaco... De repente meu cérebro volta a funcionar.

- Ah, meu casaco. Deixei na limusine.- Olho para trás, em direção ao estacionamento. – Ei, onde está a limusine?

Natsu dá de ombros.

Estavam esperando por você, então disse que podiam ir, que eu levaria de volta para o acampamento.

- Ah. – Percebo que estamos completamente a sós no estacionamento dos fundos.

- Espera que não se importe.

Faço que sim com a cabeça, bastante consciente de que as mãos dele ainda estão me segurando.

- Você tem carro?

Natsu aponta um carro atrás dele.

- Está bem, foi uma pergunta idiota.

Quando ele ri, suas mãos apertam minha cintura e perco o equilíbrio, indo para frente. Foi por acidente, juro, mas de repente estou caindo sobre ele. Ele também perde o equilíbrio, dá um passo atrás e cai contra a porta do carro preto e brilhante. Então agora estou apoiada sobre ele, e imagino que vá me afastar, mas com gemido baixo, ele me beija.

O beijo é demorado e intenso. Seguro as lapelas de sua jaqueta de couro macia, e as mãos de Natsu deixam minha cintura e pressionam minhas costas, me apertando junto a seu corpo.

Ainda me beijando, ele busca abrir a porta do carro e acabamos caindo abraçados no banco traseiro, com braços e pernas entrelaçados e a respiração alterada. Minha camisa de seda desliza junto á sua jaqueta, e dobro os joelhos para que ele possa ficar deitado sobre mim. Quando ele começa a beijar meu pescoço, enterro os dedos por entre seus cabelos. Seus beijos traçam um caminho até a curva dos meus seios, e um gemido sensual, Natsu joga seu peso para trás e começa a desabotoar os pequenos botões de minha blusa, até conseguir abri-la, deixando meu sutiã á mostra.

- Ah, Lucy... o que estamos fazendo?

- Estamos nos beijando no banco de trás do seu carro.

- Sei disso. Céus , não faço isso desde os tempos de colégio.

- Bem, então está melhor do que eu, já que nunca fiz isso antes.

- Está brincando.

- Bem, houve uma vez na parte de trás de uma caminhonete, mas acabou muito mal.

- Não vou nem perguntar.

- Ainda bem.

- Isso é loucura. Deveríamos parar.

- Eu sei. Mas sempre acabamos na mesma situação, Natsu. Acho que é inevitável.

- Tem razão. Tentei não pensar em você e em como sua pele é macia. – ele desliza a mão pela minha perna.- Ou em como tem um gosto bom. – Ele passa a língua sobre a curva do meio seio. – E não consigo parar de imaginar como seria estar com você.

Olho em seus olhos e sussurro:

- Então fique comigo. Faça amor comigo.

- Mas...

Coloco um dedo sobre seus lábios.

- Não podemos negar essa atração entre nós, Natsu. Sei que me arrependerei se não fizermos nada a respeito.

- Ah, Lucy...

- Você queria que isso acontecesse?

- No fundo, sim.

Seguro seu rosto entre as mãos e digo.

- Então, isso é tudo que importa.

- Nunca conhecei uma mulher como você, Lucy heartfilia .

- Uma mulher como eu, em que sentido?

Natsu passa o dedo pelo meu lábios inferiores.

- Você tem uma doçura e uma sinceridade que me tocam o coração. A última coisa que eu quero é magoar você.

- Não se preocupe, não sou feita de cristal.

- Bem , isso eu já percebi...

- Então, o que está esperando? Um convite por escrito?

- Tento parecer ousada e seguro, mas minha voz sai fraca.

- Não, não será necessário.

- Bem, então, acho que é melhor eu falar menos agir mais.

Nossa, isso teria soado bastante ousado, não fosse pelo tremor em minha voz! Eu rio, para disfarçar o nervosismo. Dou-me conta de como desejo me entregar a esse homem, e também estou ciente do risco que estou disposta a correr. Pela primeira vez na vida, não quero me preocupar com o amanhã. Só que um pequeno detalhe me ocorre.

- Ninguém pode nos ver, não é mesmo? – Sussurro bem baixinho, como se alguém pudesse nos ouvir.

Estou disposta a arriscar meu coração, mas não a minha reputação.

- As janelas tem insulfilme, e o estacionamento está vazio. E aqui não precisamos nos preocupar com câmeras nem microfones. – Natsu me olha, subitamente sério. – Lucy, por acaso você está com segundas intenções? Porque se estiver...

Eu o faço calar-se puxando a cabeça dele para um delicioso beijo. Está mais que na hora de eu tomar a iniciativa. Desejando sentir o calor da pele de Natsu, eu começo a desabotoar a camisa dele, mas é claro que minhas mãos estão tremendo. Gentilmente, ele afasta minhas mãos e tira a jaqueta e a camisa.

- Não acredito que estou querendo isto há duas semanas, e termino no banco traseiro de um carro, com você.

- Quer voltar para o acampamento? – Pergunto, torcendo para que ele diga que não.

Natsu ergue as sobrancelhas.

- E adiar ainda mais? Não, não.

Para reforçar a suas palavras, ele inclina sobre mim para outro beijo devastador. Eu o seguro pelos ombros nus e deslizo as mãos por suas costas, adorando sentir os músculos firmes conforme ele se movimenta. Sinto vontade de agarrar o bumbum dele, mas não tenho coragem. Então penso " Que se dane! ", e espalmo uma mão em cada nadega, apertando com força.

Natsu mordisca a minha orelha e solta o fecho do meu sutiã.

- Lindos – ele murmura, afastando-se para olhar meus seios, e tenho de me força a não cobri-los com mãos, de vergonha.

Meu coração dispara quando ele se inclina sobre mim e me beija um mamilo, começando a lambe-lo com a língua quente, o que descarrega dentro de mim uma onda de tesão fazendo-me arquear o corpo instintivamente, querendo mais. Então ele começa a sugar o outro mamilo, enquanto acariciar meu seio a mão, quase me enlouquecendo de prazer.

De repente sinto o orgasmo se aproximando, e tento retardá-lo, desejando prolongar aquelas sensações. Como que adivinhando meu pensamento, Natsu começa a traçar uma linha de beijos por meu ventre abaixo, me provocando arrepios no corpo inteiro. Os cabelos dele roçam em minha pele, e eu enterro os dedos naquela maciez cabelos conseguindo acreditar que aquilo está acontecendo de verdade.

Natsu chega ao zíper da minha saia e o puxa para baixo e eu ergo os quadris para que ele tire a saia.

- Natsu... – sussurro, quando ele circula meu umbigo com a língua.

E então, quando me dou conta, os lábios dele estão entre as minhas pernas, beijando minha virilha, e eu sinto uma súbita umidade escorrer por dentro da minha calcinha. Eu ergo a cabeça para beija-lo , ele enfia a língua inteira dentro da minha boca, enquanto massageia meus seios e em seguida desliza as mãos até minha calcinha, puxando-a para baixo até os tornozelos.

- Suas pernas são maravilhosas – ele murmura, passando uma mão por minha panturrilha.

Quando a mão dele chega na parte superior da minha coxa, eu fecho os olhos, antecipando o que virá a seguir. De repente, não sinto mais o toque em minha pele e abro os olhos, para descobrir que ele está desafivelando o cinto. Eu estendo os braços para ajudá-lo a abrir o zíper da calça e quase morro do coração quando o membro salta para fora, duro, ereto, enorme.

Sem me conter, seguro aquela extensão aveludada entre os dedos , sentindo-o pulsar e mover-se dentro de minha mão, deliciando-me com toque.

- Lucy,... você me enlouquece...- ele sussurra em meu ouvido.

Eu não sabia que tinha uma zona erógena tão forte, porque quando Natsu de repente abocanha minha orelha e começa a lambe-la, tudo o eu consigo pensar é em senti-lo dentro de mim. Minhas inibições saem voando pela janela e eu abro as pernas e enlaço os braços o redor do pescoço dele.

Natsu me penetra com uma profunda e deliciosa arremetida, que me deixa sem fôlego. Ele é tão quente, poderoso e grande, mas se move vagarosamente, permitindo que eu me ajuste ás suas dimensões avantajadas. Tenho a impressão de que ele continua a crescer ainda mais dentro de mim, e de que está se segurando para prolongar o meu prazer.

Nesse momento, me apaixono ainda mais por Natsu. Começo a acompanhar os movimentos no mesmo ritmo, em perfeita sintonia, enquanto aliso delicadamente as costas dele com as pontas dos dedos.

A cada estocada, a minha excitação aumenta, até que levanto as pernas e as entrelaço ao redor da cintura de Natsu, para que ele se mova mais rápido. Ele sussurra alguma coisa em espanhol no meu ouvido, e eu não faço a menor ideia do que seja, mas não tem importância; não preciso entender nada, só preciso sentir... Sentir aquele prazer crescente, me apertando, me invadindo, me preenchendo, me saciando...

Um prazer tão intenso e exótico que chega a doer... e então arqueio as costas, colando ainda mais meu corpo, pele com pele, suor com suor, coração com coração, enquanto ele arremete cada vez mais depressa, com mais força, buscando o tão esperado clímax...

- Oh, Natsu! – Eu exclamo, quase chorando de emoção.

Ele espalma a mão sob minhas nadegas para arquear ainda mais o meu corpo, no exto instante em que um orgasmo indescritível nos sacode ao mesmo tempo, com um terremoto de prazer, uma nuvem de paixão.

- Mi Dios ( Meu deus ) – ele murmura, meio engasgado.

Ainda enterrado dentro de mim, Natsu larga todo o seu peso sobre meu corpo me beija longamente na boca, enquanto estremeço a curtos intervalos, liberando a tensão em pequenos choques me percorrem a pele, da cabeça aos pés.

Alguém finalmente abalou o meu mundo.