Obs: Pessoas esse capitulo contem um pouco de slash, quem não curte muito não leiam, mas se gostam espero que apreciem... * E me contam depois se fiz um bom trabalho estou insegura*
Estou amando escrever Fix you Forever cada vez mais...
Amando como nunca os reviews que recebo...
Pessoinhas muito especiais vcs que comentam minhas fics...
Bjos e bom apetite...kkkk
Ps: Perdoem pelos erros ortograficos se vinher a ter nao deu tempo de dar uma revisada... ;)
Capitulo 11 – Despertando para o amor...
A luz o segou fechou os olhos rapidamente. Sentiu um calor em suas costas. Estava sendo abraçado. Sua cabeça doía, mas sabia quem estava o abraçando. Aninhou-se mais naqueles braços com cuidado para não acorda-lo. Ele sabia estava com medo pela primeira vez de encarar aquelas esmeraldas. Tinha medo de tudo o que se foi dito ontem não passar de pena. Não suportaria ver esse sentimento tão repulsivo estampado nas íris que tanto ama. O mataria, sabia que mataria o Draco, mas seu veela não se importaria com tanto que seu companheiro esteja ao seu lado.
Harry Potter.
Suportaria tudo de você, menos sua pena.
Sentiu o corpo colado ao seu se mexer, congelou. Esperou ele se acalmar novamente, mas isso não aconteceu. Harry havia acordado. Sentiu ser observado. Sabia que não aguentaria manter-se imóvel por muito tempo. Quando ia se espreguiçar para fingir esta acordando. O moreno deu-lhe um selinho e voltou a aperta-lo. Ficou paralisado com tal atitude, quase levara as mãos, inconscientemente aos lábios, mas se manteve firme, pois a voz mais doce surgiu em seus ouvidos.
_ Dray tivera um sonho com você... – podia vê-lo sorrir. Afinal adorava ver Harry contando-lhe seus sonhos, daqueles que não tinha Voldemort e nenhuma morte. E nos últimos dias sonhos felizes, era o que ele mais vinha tendo, quase sorriu. – Só havia nós dois. Estávamos em uma campina, cheia de flores, de todos os tipos. Estávamos deitados embaixo de uma arvore, você sorria... O meu sorriso, aquele que faz seus olhos brilharem e sorrir. – sentiu a voz de seu moreno falhar e continuar bem mais baixa, como se tivesse lhe confidenciando algo. – Eu te abraçava como estou fazendo agora, bem apertado. Você me disse que tudo ia ficar bem. Que eu não precisava ter medo, pois você jamais me deixaria. Eu acreditei. Beijei-lhe a face assim... – sentiu lábios úmidos lhe beijar a bochecha, seu rosto esquentou, mas o moreno pareceu não notar e continuou. – Com bastante carinho, pois estava feliz como nunca me sentir, pensei que se Voldemort aparece o venceria, pois me sentia forte. Você...
Assustou-se ao sentir algo pingar em seu pescoço, por varias vezes. Lagrimas. Harry chorava. Seu veela se comprimiu e quase perdera a controle e o abraçaria. Mas seu veela não precisava ouvir aquilo, mas Draco sim.
_ Você disse que me amava. E pela primeira vez não vi aquele brilho que sempre vejo nos olhos de todos que me diz isso, um brilho de piedade. Ai você me beijou e ali me encontrei. – Sentiu o outro fungar e dar uma risadinha. – Mas devo lhe dizer que não passou disso, viu.
Que pena! – sorriu por dentro. Afinal aquele beijo valera, mais que uma transa rápida isso Draco tinha certeza. "E pela primeira vez não vi aquele brilho que sempre vejo nos olhos de todos que me diz isso, um brilho de piedade." – Piedade... Ele também tinha medo desse sentimento.
_ Eu jamais sentiria piedade de você...
_s2_
Harry ao ouvir aquelas seis palavras, foi como ouvir os cânticos dos anjos. Apertou o corpo menor contra seu peito e chorou como uma criança que acaba de receber a melhor noticia de todas. Daquelas que não tem palavras para se expressar e o choro vem e toma conta de cada célula de seu corpo e ali em suas lagrimas você conta seus maiores temores. O medo de nunca mais vê-lo ou ouvi-lo.
_ Harry está me ensopando. – reclamou o outro com seu jeitinho arrastado de reclamar das coisas, mas sem nenhuma malicia, como se também tivesse feliz em vê-lo também. Riu e chorou.
_ Eu não ligo, pois essas foram as piores horas da minha vida. – disse em meio aos soluços.
_ Fazer o que precisava descansar. – deu um beliscão no outro que se afastou indignado. – Harry Potter você me beliscou? – Harry se deixou empurrar pelo o outro, mas o trouxe junto no que resultou em um loiro esparramado em cima de seu corpo. Olho com olho, boca com boca.
Pela primeira vez encarou aqueles olhos e não viu raiva nem e indignação, apenas viu naquela face seu sorriso. Sabia que estava fazendo cara de abestalhado, mas não ligava, tinha que marcar na memoria aquela imagem da perfeição. Um rosto antes tão frio e aristocrático, agora estava ali com bochechas coradas, lábios rosados, quase carmim, cabelos desarrumados e com a franja caindo-lhe sobre seus olhos... E era ali que estava à magia da perfeição, nas íris de um azul tão claro que chegava a ser prateados e que naquele momento brilhava mais que diamantes no sol. Soltou o ar que nem sabia que havia prendido e fez a única coisa que se poderia fazer...
Beijou-o.
DM
Draco o empurrou querendo parecer ultrajado, mas o moreno o pujou com ele e perdendo o equilíbrio acabou por cair em cima do outro cobrindo o corpo moreno com o seu. Seus olhos se chocaram com os dele e ali se perdeu.
Naquele momento não havia divisão dentro de si mesmo, ali seu 'eu' e seu veela se fundiram para simplesmente mergulhar naquele mar verde temperado de desejo e sentimentos que Draco não conseguia separar ou ler com tamanha rapidez. Não se importava em esconder suas bochechas coradas ou o desejo que também estava em seu olhar. Se Harry queria ver sua alma, a estamparia para ele em suas íris. Pois no final da conta ele era o único dono dela por toda a sua existência. Harry suspirou...
E Draco naquele instante soube que seja lá o que ele procurava o moreno havia encontrado. E recebeu a única coisa que queria em troca...
Harry o beijou.
HP
Beijar Draco era bem mais que isso, sabia que ali não era só um momento, sentia em seu intimo que estava dando um pedaço de sua alma em troca da dele. Harry o abraçou mais de encontro ao seu corpo e sentiu mãos tremulas segurar seu rosto com devoção.
Sentia seu corpo inteiro em puro êxtase, cada célula respondia ao contato do loiro. Não tinha mais controle, entregou-se no beijo, no abraço, nos toques, entregou seu coração. Algo gritava em seu intimo que estava indo rápido, que o próximo passo selaria tudo que estava sendo compartilhado ali. Mas naquele momento não se pensa se sente, pois tinha certeza de uma coisa não se arrependeria de nada.
DM
Assim que os lábios quentes de Harry tocaram os seus, soube só no apenas roçar de seus lábios que estava perdido. Quando tomou a boca com desespero de mais contato, descobriu que depois não conseguiria mais viver sem seu Harry. Levou as mãos aquele rosto de pele macia e quente. Não só amava Harry, naquele momento Harry Potter estava se tornando sua vida. O controle de sua vida já não lhe pertencia e pela primeira vez não se importou. Uma lagrima rolou pelo seu rosto. Não era de felicidade e muito menos de tristeza, mas simplesmente de devoção.
Harry o apertou ainda mais contra seu corpo e Draco tremeu. Se aquele beijo continuasse perderia o controle e uma vozinha dizia para afastar o moreno, mas nessas horas não se pensa, apenas se sente e se permitiu sentir.
Sentir a língua do moreno, abandonar sua boca e descer para seu pescoço. Sentir seu corpo ser posto na cama e um corpo se colar em cima do seu. Perdeu-se nas sensações de mãos quentes correrem por seu corpo como se estivesse decorando cada parte de seu corpo. Sentiu o desejo, não luxuria, mas o puro desejo de ter algo que ama.
HP
Harry beijava, explorava com suas mãos, tatuava em sua mente cada canto daquele corpo tao perfeito. Seus corpos se encaixavam como se fossem para serem um do outro. O desejo pulsava abaixo do seu ventre, mas não o tomaria, não ali e agora. Tinham coisas ainda para serem ditas, decisões para serem repensadas. Dray estava entregue abaixo de seu corpo. Harry se separou o suficiente para arrancar-lhe a blusa do pijama.
Tatuou em sua mente cada pedaço, cada reação, cada lugar sensível aos seus toques. Harry descobrira que se chupasse os mamilos rosados do loiro sua pele se arrepiaria e em seguida um gemido hipnotizaria seus sentidos. Seus lábios e língua trabalhavam para cobrir cada espaço de pele exposta. Seu corpo estava em chama viva, mas não era hora de lhe dar prazer e sim a seu Draco. Subiu para seus lábios e o tomou para solta-lo em seguida e percorrer seu pescoço para chegar a sua orelha ondem chupou e mordeu.
_ Harry... – a voz era doce, cheia de desejo. Harry sorriu, mas não parou seguiu para a outra e fez a mesma coisa e um gemido recebeu como resposta. Suas mãos desceram devagar provocando dos mamilos até o cós da calça do pijama do loiro, que tremeu.
_ Não vamos fazer amor agora, mas quero te conhecer inteiro. Você me permite? – perguntou com a respiração alterada e sua voz saiu sedutora.
_ Sou seu Harry.
Foi como jogar fogo em gasolina, aquelas palavras fizeram com seu controle e finalmente se perdeu por inteiro. Tomou-lhe os lábios já avermelhados e desceu. Beijou, sugou cada pedaço de pele. Draco tinha gosto de cobiça. Harry cobiçava e se dava só para ouvir aqueles gemidos de descontrole e tão humano. Retirou a calça e retirou a ultima peça de roupa do loiro e sua ereção pulsou ao ver a dolorosa e tao deliciosa ereção do outro, mas não se prendeu nela. Marcou em sua mente aquele corpo de pele pálida, marcado em alguns pontos por seus lábios. Como um ser poderia ser tao perfeito. Harry sabia que estava dando tudo de si para não toma-lo para si ali mesmo. E seus olhos se encontraram e poder de receber e dar era tao grande que chegava a ser palpável. Brilhava como sol de primavera depois de um inverno rigoroso. E se até aquele instante tinha duvida de algo, as matou. Três palavras saíram de seus lábios com tamanha sinceridade.
_ Eu te amo. – Beijou-o.
Não precisa ouvir um eu também te amo, não naquele instante. Seus lábios se perdia nos do outro. Separou-se e ajoelhou ao lado do outro e começou a tirar sua roupa, Draco fez que ia se levantar, mas o impediu.
_ Agora sou eu que vou te dar prazer, serei apenas um instrumento.
Draco não disse nada apenas se deitou com seus olhos em chama.
Harry se pôs de pé e tirou a calça e sua boxe preta. Aproximou-se do corpo do loiro que o puxou para um beijo. Harry sorriu. Encaixou-se em cima do corpo de Draco e quando suas ereções pulsantes se encontraram perdeu o folego soltando os lábios do loiro que também gemia. Esfregou-se, maltratou a ambos. Instigou a ereção do outro com a sua. Estava disposto a ficar ali apenas se esfregando e beijando até o outro lhe pedir por alivio. Não demorou quando segurou a própria ereção com uma mao e com a outra abriu as pernas do outro e começou a desenhar os contornos que se formava desde seu ponto de êxtase até sua entrada. Olhou Draco e seu rosto estava afogueado.
_ Harry acabe com isso ou eu mesmo... – disse o loiro levando uma mao a sua ereção e outra a sua entrada onde Harry brincava sem misericórdia, mas o impediu de chegar em ambos seus destinos.
_ Eu jamais te diria não a nada que me pediste. – disse com a voz rouca.
Largou sua brincadeira e deu-lhe um beijo rápido nos lábios antes de começar a desenhar com a própria língua os contornos que acabou de desenhar. E sem demora o tomou com sua boca com gula. Mexeu no vai e vem, lambeu, até que veio...
_ Harryyyyy... – o seu Dray gozou. Continuou até o ultimo resquício de desejo e depois lhe mostrou o próprio gosto com um beijo terno e cheio de sentimentos, o abraçou. – Te amo! – sussurrou-lhe em seu ouvido.
_ Eu sei. Agora eu sei.
Draco riu.
_ Acho que vou ficar inconsciente mais vezes para receber depois um tratamento desses. – Harry riu.
_ Nem pense nisso. – e beijou-lhe o abraçando em seguida. – Nunca mais faça isso. – disse sentido.
_ Não farei, mas acho que deveria fazer algo a respeito desse meninão entre nós. – falou o outro sorrindo e Harry negou.
_ Deixa, eu cuido disso no banho, pois se nos demorar mais aqui Mi vai entrar para ver se ainda estamos dormindo. – disse Harry se levantando e se enrolando no lençol, enquanto o loiro se cobria com outro.
_ Creio que com o barulho que fizemos, ela não vai nem ir até o quarto dela, deve que foi lá para fora. – Draco lhe olhou com olhos famintos e Harry riu ao vê-lo se levantar e se aproximar. – Já que ela está nos dando tamanha privacidade porque não vamos para o segundo dose.
Draco começou a lhe beijar o pescoço enquanto falava.
_ E eu poço cuidar desse seu problemin... – TOC TOC TOC...
_ Harry? Posso entrar? – veio à voz abafada de Hermione.
_ Vai para o inferno. – bravejou em sussurro o loiro empurrando um moreno que ria.
_ Se esta rindo, então volto depois, não quero nenhum loiro raivoso comigo. – disse ela fazendo Harry rir mais.
_ Esquece castanha já tem minha raiva eterna. – falou o loiro alto suficiente para ser ouvido enquanto pegava a varinha e se limpava. – te amaldiçoarei a vida toda Hermione Granger.
_ Ande logo os dois, Firbby esta colocando a mesa do café da manhã. – Draco bufou alto.
_ Anda logo Harry vai tomar seu banho, não quero mais cuidar do seu problema tomarei o meu em outro banheiro. – disse o loiro saindo e batendo a porta e Harry riu indo tomar seu banho e aliviar certas tensões.
DM
Draco saiu do banheiro e ouviu vozes vindas da sala. Encontrou Harry e Granger rindo. Harry estava esparramado no sofá, parecia o sinônimo da felicidade, Draco sabia que tinha contribuído para aquele sorriso e algo dentro de si se aqueceu. Encostou-se à parede e ficou olhando-o. O terceiro estágio estava quase completo e sabia que não demoraria a ser consumado. Seu veela se sentia pronto. Mas Draco sabia que precisava tomar uma decisão o mais rápido possível. Pois a qualquer hora seu companheiro poderia estar indo para a batalha que sempre o esperou, como um mal pressagio.
Hermione sorriu para ele e segundos depois Harry o encarou e corou levemente. Draco sorriu afetado. Simplesmente adorava aquela coloração.
Aproximou dos dois pensando se Harry conseguiria ficar ainda mais corado, beijo-o nos lábios e o grifinorio ficou vermelho berrante, Draco riu baixinho. Hermione revirou os olhos e Harry abaixou a cabeça. Um silêncio se estalou com Draco comendo seu companheiro com os olhos, não tinha como evitar com o moreno tão irresistível daquele jeito. Hermione pigarreou e Draco a fuzilou. Às vezes se esquecia como ela poderia ser uma chata irritante.
_ Sim Granger. – perguntou ríspido e Harry finalmente o olhou, mas não da maneira que queria.
_ Draco não fale assim...
_ Harry tudo bem. – disse a castanha sorrindo e Draco olhou feio para Harry. – Por que não vamos tomar nosso café rapidamente, antes que os professores Dumbledore e Snape cheguem, para falar com o Draco.
Harry suspirou e Draco encolheu os ombros em total desolação.
_ Estou me sentindo um experimento... – disse cansado o que chamou a atenção do moreno que foi até ele, que estava encostado na parede mais próxima.
_ Eles só estão preocupados com você, bobinho. – Draco deu de ombros. – Você nos deu um grande susto seu pateta.
_ Você esta tentando me animar? Ou criar uma lista de insultos a minha pessoa? – Harry riu pelo melodrama e deu-lhe um beijo na bochecha.
_ Não bobinho, estou tentando fazer você enxergar que nem todos querem usa-lo ou examina-lo ou até...
_ Eu já entendi. – Draco o puxou para colar seus corpos ainda mais e com a voz rouca sussurrou alto o suficiente para Hermione ouvi-lo. – Por que não vamos para o nosso quarto terminar aquilo que sua amiga interrompeu?
Harry ficou vermelho e afastou-se balançando o dedo indicador com a cara seria. E com voz de um pai que explica algo ao filho falou:
_ Não. Não terminaremos nada. Hermione tem toda razão, agora me solta e vamos tomar café da manha já que faz mais de sei lá quantas horas que não se alimenta. – Assim que Harry terminou de falar sua barriga roncou e Draco olhou feio para ela dando-lhe um tapa.
_ Menina má, de que lado você esta? – perguntou fazendo Harry e Hermione rirem.
_ Muito fácil, do lado que tem comida, vem logo Dray. – chamou seu moreno já abrindo a porta da cozinha e Hermione se sentava à mesa de jantar, pronta para o café da manhã. Juntou-se a ela carrancudo.
_ Não fala nada. – Hermione riu.
Tomaram café em silencio. Draco nem tinha terminado seu prato de cereais, quando bateram a porta. Respirou resignado. Bom, antes cedo do que nunca – pelo amor de Merlim Draco Malfoy da onde tirou isso – pensou com raiva. Bufou com raiva. Hermione se levantou e Harry segurou sua mão e sorriu.
_ Não fique assim, mesmo achando que Snape não tem um coração, tenho que admitir que ele tem algo no peito, que o faz se importar unicamente por você. Dumbledore pode ser um tanto quanto...
_ Esquisito? – tentou Draco sorrindo afetado e Harry revirou os olhos.
_ Sim ele pode ser isso, mas por que é o jeito dele de demonstrar suas preocupações, assim como seu padrinho que faz aquela cara de peixe morto. – Draco beliscou sua mão.
_ Não fale assim dele.
_ não fale assim do meu mentor também.
Ambos sorriram.
_ Meninos porque ambos não vêm aqui cumprimentar nossos convidados. – disse Hermione sorrindo malignamente. Hermione poderia enganar qualquer um com sua carinha de anjo, mas Draco sabia que no fundo ela era bem masoquista. Fuzilou-a e a megerinha sorriu. Harry levantou e estendeu-lhe a mão.
_ Vamos? – Draco segurou sua mão e enquanto caminhavam até onde os outros estavam, sussurrou para Harry.
_ Se eu ficar entediado largo todos lá e vou para outro lugar, ou azaro o primeiro que comentar como o dia está bonito. – Harry riu.
_ E eu pensando que ficaria o dia inteiro de bom humor depois da manhã maravilhosa que tivemos. – disse o moreno com um brilho malicioso no olhar e Draco sorriu abertamente.
_ Traiçoeiro. E eu pensando que eram as minhas boas vindas, mas era só um plano maléfico para me tornar sociável. – Harry ia comentar algo, mas não pode já que ambos estavam parados de frente a seus mentores.
_ Senhores. – cumprimentou Harry sorrindo e soltando sua mão para apertar a de Dumbledore. Draco sorriu para seu padrinho e apertou a mão estendida do velho.
_ Draco, vejo que está bem melhor. – comentou Dumbledore com seu tom de eu estou falando bem mais do que isso. – nossa querida Hermione nos informou de sua recuperação. – o sádico piscou para Harry que corou e Draco e Severo reviraram os olhos.
_ Obrigado senhor por se preocupar. – disse Draco sem emoção e Harry lhe lançou um olhar de reprovação.
_ Por que não nos sentamos, para conversarmos mais relaxados. – convidou Hermione e Draco a olhou feio, em que parte ninguém entendeu que ele não queria estar ali. Sentiu uma mão o puxar para o sofá. Olhou seu padrinho sentar na poltrona ao seu lado. Pelo menos alguém ali o entendia e compreendia e parecia tão resignado quanto ele.
_ Então Diretor como anda as coisas lá fora? – perguntou a castanha seria.
_ Não muito diferente da ultima vez que conversamos sobre isso. A ordem está conseguindo manter tudo sobre controle. Voldemort esta tendo grandes rebaixa, capturamos boa parte de seus maiores seguidores. – Harry respirou fundo e Draco olhou para ele e pela primeira vez viu o cansaço em seu rosto.
_ Senhor e Voldemort, ele não deu o ar de sua graça? – perguntou o moreno.
_ Por enquanto não, Harry meu querido. – Dumbledore sorriu docemente para seu menino predileto. – Duvido muito que ele venha a dar as caras por um bom tempo. Com a captura de quase metade dos seus melhores homens, conseguimos tomar o controle do Ministério.
_ O que não significa muita coisa, com tanto idiota naquele lugar. – disse Severo seco. Draco acenou concordando.
_ Ora Severo meu caro não nos esquecemos do nosso grande e competente ministro Kingsley Shacklebolt e amigo. – disse o velho sorrindo.
Severo revirou os olhos e Draco riu baixinho recebendo um olhar feio de Harry que o fez bufar.
_ Mas senhor, não deveríamos estar em seu rastro, afinal se ele está tão fraco é uma oportunidade perfeita de ataque. – disse a castanha e Draco e Harry concordaram com ela.
_ Não subestimemos o poder do Lord das Trevas. Acha que por ele estar perdendo seus seguidores, ficaria dando sopa em uma esquina qualquer? – falou Snape perdendo a paciência. – Suas defesas agora são mais do que indestrutíveis e sua localização impossível de se achar.
_ Calma Severo, meu caro. Hermione não se preocupe estamos todos atentos para o mínimo movimento que ele fizer.
_ Então isso só quer dizer que minha vida continua na expectativa e eu tenho que esperar pela graça dele de dar as caras para saber se vou viver ou morrer? – disse o moreno se pondo de pé de repente e Draco o acompanhou. – Estou cansado, já perdi um belo pedaço de minha vida desde que sai de Hogwarts, não vou mais esperar. Quero sair para caça-lo. Não é a mim que ele quer, então se a montanha não vem a Maomé, Maomé vai até a montanha.
Draco agiu instintamente e deu-lhe um tapa na cara e o fitou com olhos raivosos e temerosos. Não ligou para todos que os assistiam. Continuou a encarar o moreno. Viu Hermione se levantar e com apenas um aceno de mão a fez se sentar novamente.
_ O que pensa que está fazendo Malfoy?
Draco tirou sua varinha do bolso e apontou para seu Harry.
Continua...
_ S2_
Nota: Então gostaram? Espero que o pouco slash que teve tenha colocado em palavras e contextos corretos, escrevi esse capitulo 3 vezes, espero ter saído pelo menos aceitável...
Não se preocupem que esses dois estão próximo para firmar o elo e Dray ficar gravidíssimo...
Gente que tapa foi esse sera que eles vao brigar de novo? XO
Bom isso vocês vao saber no próximo capitulo, mas que o Harry esta nervoso com o Draco isso sem duvidas. Kkkkk
Bjos e comentem não vai ter aperitivo, pois o capitulo 12 esta em andamento, mas não esquentem a cabecinhas que antes de segunda capitulo novo fresquinho...
Bjos e adoro todos os comentários dou altas risadas com eles, mandem sempre mais...
Adolu vcs... s2
Nao esqueçam dessas duas palavrinhas antes de me xingarem pela demora ;)
Adolu vcs... S2
