CAPITULO 11 – MINHAS FANTASIAS? ERAM AS FANTASIAS DELE.
Assim que eu cheguei à garagem da minha casa, percebi o quanto estava satisfeita. Edward estava se transformando em um amante maravilhoso. A surpresa na casa do Jazz tinha se tornando outra das fodas perfeitas na minha lista de melhores lembranças. E essa agora do carro? Sua boca fez eu ter um orgasmo perfeito e, melhor ainda, insaciável do jeito que eu estava ainda gozei de novo em cima dele. Isso, lógico, me fez lembrar a consulta ao ginecologista. Após as seqüências de sexo sem camisinha no final de semana, eu corri para a farmácia antes de ir pra casa. Comprei um remédio e liguei para a secretaria do meu médico, marcando uma consulta urgente. Ontem quando resolvi fazer sexo com Edward sem aquele látex, como presente para a noite perfeita que ele preparou na casa do Jazz, tinha sido perfeito pra mim também, pois senti-lo sem barreiras não tinha palavras para descrever. Mas precisava me precaver, até porque eu sabia que a partir do momento que eu abolisse o preservativo, Edward nunca mais iria usá-lo. Pois o sexo ficava mesmo mais íntimo, mais poderoso, mais intenso. Eu iria colocar um DIU.
Quando entrei em casa, recordei sobre a nossa conversa pela manhã. Edward era perfeito, mesmo dormindo.
Lembrei de como estava seus cabelos mais bagunçados do que o normal com uma pequena mecha sobre seus olhos. Seu corpo, perfeitamente moldado balançava ligeiramente com sua respiração profunda e seus braços possessivos me abraçavam mesmo eu tendo virado de frente para ele. Sua perna laçava a minha como uma forma inconsciente de não me deixar ir. Fiquei admirando meu primo, ele era lindo. Resolvi acordá-lo. Minhas lembranças me fizeram sorrir, pois quando ele acordava com um olhar desnorteado e biquinho nos lábios, eu percebia o quanto ele ainda era um menino.
Estava deitada de frente pra ele e resolvi naquele momento que deveríamos estabelecer nossas regras daqui pra frente. Eu não queria que ele entrasse no grande grupo de homens que se tornavam chatos e repetitivos na hora do sexo, como foram quase todos os anteriores a ele e que por isso eu enjoava. Eu ia prepará-lo para me dar mais prazer e lógico para se tornar o amante ideal de qualquer mulher. Sem repetições, sem rotina, só prazer. Porque me preocupei? Nem eu mesmo sei...
- Bom dia meu lindo, dormiu bem?
- Hum, Isa... Bom dia, linda. Você me chamou de lindo? Então, melhor impossível - Disse, tentado ajustar sua visão em mim.
- Estava só esperando você acordar. Tenho que ir para casa, já são quase 8 da manhã e sua irmã vai aparecer lá em casa para almoçarmos, lembra?
- Sim eu sei disso. Mas está muito cedo, poxa deixa eu dormir mais um pouco - Fechou novamente seus olhos com um sorriso.
- Nada disso Edward, acorda, por favor, quero conversar primeiro.
- Sobre o que Isa?
- Sobre o que? Sobre "nós".
- E existe "nós"? - Ele falou mais com um sorriso irônico agora. Percebi que estava mais desperto. Resolvi ignorar sua ironia.
- Você sabe o que eu quis dizer. Bom, nossos encontros estão ficando cada vez mais intensos e resolvi sobre uma coisa, não quero que isso que estamos vivendo caia na rotina. Presta atenção Ed, por favor?
- Como assim? - Olhou para mim com um olhar confuso.
- Primo lindo. Visualiza o seguinte: Nunca me prendi a alguém e sabe por quê? Todos os homens são chatos e previsíveis, orgulhosos e pensam que são conhecedores dos prazeres que dão a nós, mulheres. A novidade sexual se extingue a velocidade que um relacionamento avança. Todos, sem exceção, são machistas e egocêntricos e com isso a maioria dos relacionamentos é fadada a rotina e eu não tenho a menor paciência para monotonia. Então eu não quero isso com você, por isso resolvi estabelecer um jogo erótico para nós. Nossa "regra" sexual por assim dizer.
- Nossa quase fiquei zonzo com esse discurso todo a essa hora da manhã. Mas vamos lá priminha, o que você sugere?
- Bom, estava pensando o seguinte: Vamos fazer uma pequena regra mesmo. Cada encontro nosso será a realização da fantasia do outro, de verdade. Por exemplo, você quis duas ao mesmo tempo. Ok, eu aceitei, e agora na próxima vez, eu vou escolher meu sonho erótico. O que eu quiser.
- Mas já não estamos fazendo isso Isa?
- Sim, mas estávamos meio de sacanagem, sem levar a sério Edward. E a noite de ontem foi perfeita, mas até quando vamos ser novidades um para o outro? Se colocarmos como regra que o próximo encontro será a fantasia de um ou de outro, vai ficar mais excitante. Vamos colocar como regra assim vai manter acessa a novidade.
- E se a fantasia não agradar? Tipo: Se eu quiser algo e você não gostar Isa?
- Simples. Um avisa para o outro que não gosta disso, e fazemos sexo normalmente e você tem direito a realizar outra fantasia novamente. Eu só não quero terminar com isso agora Edward. Sabe que sou avessa a qualquer tipo de relacionamento. Mas você, não posso simplesmente te cortar dos meus contatos. Você é meu primo, sempre vou te ver e te encontrar, então, se estabelecermos assim, sempre vai ser novidade e eu não vou me cansar de você. Tudo bem?
Ele sorriu e balançou a cabeça concordando lentamente. Pude ver no seu consentimento a quantidade de coisas que um menino que não tinha 20 anos ainda tinha vontade de fazer. Seu olhar, agora totalmente sedento, varreu meu corpo nu e só mediante a esse pensamento eu já tinha ficado excitada. Resolvi ir embora. Mas assim que levantei percebi que ele já estava excitado também. A imaginação de Edward era tão poderosa quanto a minha. Eu sorri. Depois da noite maravilhosa que ele me proporcionou resolvi fazer um agrado. Mais um agrado. Me aproximei lentamente dele e junto ao seu ouvido sussurrei:
- Sua imaginação vai longe hein... Por isso, como forma de agradecimento, vou te dar um presentinho.
Não deixei nem ele responder e já caí de boca no seu membro. Edward gemeu e jogou a cabeça para trás. Ajoelhei-me na sua frente e ele estava extremamente excitado, pois já estava bem duro. Forcei a entrada na minha boca, sugando, lambendo, toda sua extensão. Edward agarrou meus cabelos forçando ainda mais o contato. Aumentei o rítmo, segurando na base. Ele começou a gemer meu nome, me chamando, implorando. Arranhei um pouco a pele com meus dentes e ele urrou. Comecei a bombeá-lo ainda mais, para que alcançasse logo a sua libertação. Seu corpo começou a ficar rígido e percebi que seu clímax estava chegando, suguei ainda mais forte, para não perder nada. Com um grito profundo, ele gozou lindamente, agarrado aos meus cabelos.
Voltei a realidade da minha sala suspirando. Ainda bem que ele não reclamou das minhas condições, eu não estava nem um pouco a fim de relacionamentos, mas não estava preparada para me separar de Edward. Ele estava se transformando em um amante perfeito e com uma rapidez assombrosa. Na verdade, me preocupava o quanto Edward estava se tornando importante na minha vida. Eu não precisava desse tipo de complicação, mas estava cada vez mais difícil de resistir aos encantos dele. Mas eu precisava me focar sempre, pois ele TINHA 19 e eu 29. E ELE ERA MEU PRIMO!
Percebi que estava com fome, pois não comia nada desde a hora do almoço. Sorri novamente, já que me lembrei de Alice. Minha família era mesmo louca e engraçada. Praticamente todos os assuntos que conversarmos sempre trazia o tema sexo para a pauta. Quando cheguei em casa por volta das 10h da manhã, resolvi fazer uma lasanha na hora do almoço, pois sei que a baixinha da minha prima amava minha comida. E por mais que ela insistisse em uma dieta estúpida, já que era mais seca que um graveto voando em meio à tempestade, quando eu fazia comida, ela se deleitava.
Cheguei à cozinha, abri a geladeira e peguei um pedaço. Coloquei no micro-ondas. Enquanto o prato girava olhei para a mesa e lembrei-me do monólogo da Alice mais cedo.
- Ai prima. Que bom que você está em casa hoje, e disponível para conversar comigo. Estou com tantas dúvidas. Olha, comecei a sair com o Sam. Você sabe. Então, ele me pediu em namoro, mas ainda tenho tesão no Jazz... Ops... Não é esse o foco do assunto. Nós, eu e o Sam, já saímos 4 vezes, fizemos sexo. Ele é gostoso, mas prima, ele não varia as posições sabe. Ei me dá um copo d'água?
Gargalhei, Alice era uma pessoa ímpar. Como ela conseguia mudar de assunto tão rápido? Pelas minhas contas ela já tinha mudado de assunto 2 vezes, ou seria 3 vezes?
- Respira Alice. Assim você vai ficar sufocada. Bebe água e respira.
Ela pegou o copo e bebeu longos goles, mas sua expressão me dizia que ainda teria muito assunto.
-Continuando... Prima, ele é legal. Meu pai gosta dele, Edward gosta dele. Todos gostamos. O sexo é bom... Um pouco chato, mas bom. Enquanto estávamos transando antes dele gozar, falou que eu era perfeita pra ele. Logo depois ele falou que me queria para ele, achei legal mais não entendi. Como ele percebeu que eu estava confusa ele falou logo, que queria namorar comigo e eu aceitei. Fiz bem em aceitar o namoro?
Travei. Ela ia perguntar isso pra mim? A única pessoa da família que odiava essa coisa de relacionamentos? E pior, falar de um cara que eu já tinha saído e que logicamente não tinha me agradado, pois já tinha sido riscado do meu caderno. E pelo mesmo motivo. Monótono. Ainda bem que eu não estava sendo cruel...
- Alice, tem certeza que você está me perguntando isso? Sério? Se você me perguntasse quantas vezes já gozei em um dia, quantas posições sexuais eu conheço, ou até com quantos caras já transei, eu poderia até responder, mas me perguntar se você fez bem em aceitar um namorado? Isso está fora da minha compreensão.
Alice ficou estática, me observando. Sorriu e depois gargalhou. Por isso que eu amava minha prima.
O microondas apitou me trazendo para a realidade. Comi rapidamente, pois eu já estava morta de cansada depois do final de semana intenso com meu primo. O nosso joguinho erótico ia ser perfeito. Principalmente o próximo, que era a minha vez de ter o controle. Sorri vitoriosa, pois eu já sabia exatamente o que iria fazer...
Durante a semana, não aconteceu nada de interessante. Recordei-me que já estava próximo do aniversario do meu pai, no início de maio, que sempre ocorria na casa do meu tio Carlisle, o que marcaria a primeira festa na casa do meu primo depois do nosso envolvimento. Isso me excitava e me amedrontava. Sei que Edward, mesmo com a pouca idade, não cometeria o absurdo de fazer algo que não chamasse a atenção. Não mesmo. Na verdade o problema estava na minha cabeça. Será que eu conseguiria resistir a olhar para ele sem o desejo estampado no meu rosto?
Chegou a sexta-feira e os compromissos profissionais, meu e de Edward, dominaram nossas agendas. Eu tive que participar de um coquetel oferecido por um grande cliente da minha empresa e Edward teve que fazer uma pequena viagem de 7 dias, para regularizar o sistema de comunicação de redes de uma grande companhia. Isso me deixou orgulhosa. Meu primo, que nem 20 anos tinha, já tinha conquistado grandes clientes com a pequena empresa que meu tio abriu para ele, após sua especialização na Europa.
Meus planos foram adiados, por dois longos finais de semana. Mas isso não me incomodou na verdade. Ainda estava preocupada com os rumos do meu trabalho, assim como Edward estava com o tempo tomado de projetos. Sei que eu não conseguia ficar sem sexo por muito tempo, mas acrescenta-se a carga de clientes para atender, um período menstrual ingrato, e a visita ao ginecologista para colocar um DIU*. Essa é minha vida.
*Basicamente, o mecanismo anticoncepcional dos DIUs modernos (DIUs com cobre) é a liberação de sais de cobre pelo filamento que reveste a haste principal ou lateral. Após a colocação do DIU no útero, estes sais são normalmente liberados e possuem uma ação espermaticida muito importante. Em outras palavras, eles matam os espermatozóides, impedindo a subida dos mesmos pelas trompas, não havendo, portanto, a fecundação do óvulo. Dependendo da quantidade de cobre existente no DIU, ele vai ser mais eficaz e seu tempo de uso (permanência no útero) poderá ser mais prolongado, de acordo com a orientação do fabricante. Mais informações sobre o DIU Aqui: .
Na semana próxima ao seu aniversário, meu pai chegou de viagem. Ele poderia ter vários defeitos, inclusive ser frio às vezes, mas nada o afastava da família no seu aniversário e nas comemorações natalinas. Isso eu admirava nele. Alice como sempre, havia me informado que faria um grande almoço e seguida de uma noite de coquetel para o aniversário do meu pai no próximo sábado. Sorri feliz. Iria encontrar Edward.
Na sexta-feira anterior a grande festa, Alice me enviou um mensagem, me informando que precisaria insanamente de mim. Sim insanamente, com ênfase nessa palavra. Pediu que eu chegasse a sua casa no sábado pela manhã bem cedo, pois eu tinha que ajudá-la nos preparativos da festa do meu pai. Nunca fiquei tão feliz em ser braço direito nas organizações festivas da minha prima. Por conta disso, fui dormir na sexta-feira completamente acessa. Na verdade, cogitei a possibilidade de uma satisfação solitária para diminuir minha excitação, mas resolvi esperar e até me torturar um pouco, já que o sábado estava tão próximo, e Edward iria compensar essa vontade. Com certeza...
Sábado acordei bem cedo, antes das oito da manhã. Repassei o que eu ia fazer com Edward. Na verdade, minha fantasia, não era totalmente para minha satisfação. A regra da fantasia sexual nos encontros entre eu e Edward era para criar estímulos para ele e não para mim, porque homens tendem a relaxar com a parceira. Com a minha idade e experiência sexual, eu já tinha vivido algumas situações, tanto boas quanto ruins. Nós mulheres temos a capacidade inovadora de sonhar com uma relação sexual diferente somente lendo livros, assistindo filmes românticos ou conversando com amigas. Os homens não. Eles acham que todas as mulheres dos filmes pornôs são gostosas, que todas sorriem quando dão o rabo e que ficamos felizes somente quando eles gozam. A minha idéia de fantasia era fazer exatamente o papel que todos eles sonham. Eu iria fazer o Edward gozar o máximo de vezes que eu conseguisse, principalmente com a minha boca. Já que eles são somente felizes se gozarem, não se preocupam com o nosso orgasmo e nós conseguimos fingir, eu queria saber qual era o meu limite.
Cheguei na casa dele antes das 9 horas. Eu sabia que a maioria da casa estaria dormindo. A empregada da casa abriu o portão de garagem e me informou que Alice tinha saído cedo, mas que voltada antes das 10 da manhã. Percebi que eu tinha um grande tempo de sobra para executar o meu plano. Assim que entrei, fui direto ao seu quarto e para a minha felicidade a porta estava aberta. Ele ressonava, com o seu lindo biquinho nos lábios, deitado de costas e com o corpo jogado meio de lado na cama. Percebi que seu rosto trazia um semblante cansado e uma pequena barba, mesmo rala, crescida. Ele estava lindo e parecia bem mais velho do que seus 19 anos. Tranquei sua porta, com receio de alguém chegar. Eu precisava agir rápido. Quando eu me aproximei, o escutei sussurrando. "Isa, sim...". Adorei. Baixando meu olhar para os seus quadris, percebi que ele estava tendo uma ereção. Minha auto estima foi no teto. Edward estava sonhando comigo!
Sentei na sua cama, bem próxima a seu corpo. Ele não se mexeu. Desci lentamente seu short e sua ereção saltou livre. Com o calor das minhas mãos, ou a reação da minha presença, seu membro cresceu na hora. Edward também já estava gemendo. Segurei a base, me deliciando com o tamanho. Eu nunca me acostumaria com o tamanho dele, do mesmo modo que já estava viciada em senti-lo dentro de mim. Levemente comecei a bombeá-lo, sentindo sua pulsação, como se me reconhecesse. Ele gemeu mais alto. Desci mais o corpo e passei a língua na ponta, mirando o pequeno orifício. Ele se moveu, ansiando por mais. Passei a chupar e lamber, como forma de demonstrar para Edward que não era mais um sonho. Meus movimentos aumentaram. "Isso... Isa". Escutei novamente, e isso me deu mais tesão. Minha calcinha já pingava. Mas ainda não era hora para isso. Meus movimentos ficaram mais rápidos, e senti a mão do dele nos meus cabelos.
-Por Deus... Caralhooo... Não acredito.
Acordou. Minhas mãos, frenéticas, subiam e desciam, enquanto seu pau fodia minha boca. Edward arqueou o corpo, segurando ainda mais forte meus cabelos. Levantei o olhar para ele, e seu rosto trazia toda a luxúria do momento. Quando senti que seus espasmos trariam seu clímax, retirei uma mão e tapei sua boca, pois sabia que ele iria gritar. Em poucos segundos seu líquido invadia minha garganta. Profundo. Suguei tudo, lambendo todo seu pênis, para não deixar nenhum resquício.
- Bom dia primo lindo.
Edward arfava, trêmulo, com um olhar entre sonolento e satisfeito.
- Porra, que presente! Por Deus Isa. Eu estava sonhando com você, e acordo e vejo que é real. Ainda não estou acreditando. Como entrou aqui?
-Sua porta estava aberta. E como eu sei que você é um menino limpinho que sempre toma banho antes de dormir, resolvi vir aqui, pois estava com saudades.
- Minha nossa... Se eu fosse acordado todo dia assim eu ia morrer.
- Então se prepara priminho... Seu dia ainda não acabou. Levanta que vou procurar sua irmã.
Ele segurou meu braço, com um olhar que me intimava sua retribuição a mim. Quase cedi. Olhei pra ele, lambi os lábios lentamente e falei:
-Você esqueceu? Hoje é minha fantasia. Eu decido a hora e o que eu quero. Levanta pra tomar café meu lindo.
Saí do seu quarto rapidamente, com medo de ser pega. Pouco tempo depois Alice, meu tio e todos os empregados apareceram na cozinha. Em menos de meia hora a casa já estava tomada de pessoas. Comecei a ficar preocupada, pois com toda a movimentação aquela hora, eu poderia esperar um dia tumultuado. E lógico, estragaria meu plano.
Edward e eu mal nos encontramos, Alice nos preencheu com tantos afazeres que estávamos sempre em lados opostos da casa. Mas toda a vez que nos encontrávamos, tentávamos nos esbarrar e passar a mão no outro. Eu já estava ficando louca. Como se atendesse minhas preces, Alice veio correndo em minha direção, praticamente ditando um ordem, que claro, adorei.
- Prima, pelo amor de Deus, me ajuda. Você pode buscar as flores agora? O Edward pode ir com você? Assim ele passa no Emmett e pega os CDs prontos.
Quase fiz uma dancinha da vitória com aquele pedido. Corri os olhos pela sala e encontrei o olhar safado junto ao meio sorriso do Edward. Nossa imaginação foi rápida. Rapidamente larguei o que estava fazendo e quase corri para o meu carro. No mesmo instante, ele estava ao meu lado, com a mesma ansiedade que a minha. Ou até mais, visto que ele não sabia o que eu ia aprontar. Para ter certeza que eu estaria pronta, busquei minha "arma" no bolso. Bala Halls preta*...
*A técnica ninja da Halls preta: Coloque um Halls na boca, beba um gole de água ou de coca-cola para dar aquela brisa gelada. E então mande ver. Línguadas, chupadas, sopradas, varie a pressão, o local. Pode usar todo seu arsenal. Dá um sabor diferente.
Arranquei com o carro e seu olhar estava cravado na minha direção. Não tínhamos tempo. Acho que com receio de me contrariar ou na expectativa do que eu ia fazer, ele não se mexeu. Na verdade, Edward estava meio tenso. Baixei a vista levemente para sua virilha e percebi que ele já estava excitado. Porra, esse era meu menino!
Recordei que a casa que usamos há pouco tempo atrás na rapidinha do domingo a noite, ainda estava vazia. Mesmo estando de dia, eu iria lá mesmo, pois meus vidros eram escuros. Peguei uma bala e coloquei na boca. Edward franziu o cenho mais nada falou. O sabor da bala extremamente gelado e excessivamente de menta tomou a minha boca. Assoprei. Estacionei o carro na mesma garagem do outro dia. Olhei para os lado e não vi ninguém. Virei para Edward, lambi os lábios, que já estavam gelados e melados da bala e sorri.
- Quero de novo Edward. Sei que você já está duro para mim. Goza na minha boca de novo - Falei manhosa.
Edward gemeu tão alto que me assustei.
- Puta que pariu Isa. Você vai ficar com essa bala na boca? Isso não é halls preta? Caralhooo! vou morrer!
- Só se for de prazer neném.
Mudo e sem esboçar qualquer reação, Edward só abriu a boca e cerrou os olhos. Abri seu short e sua ereção saltou aos meus olhos, pulsando. Sem perder tempo me aproximei da ponta. Um líquido pré-gozo já aparecia. Isso seria ainda melhor. Assim que minha boca alcançou seu membro, dei uma lambida na cabeça e agarrei com uma mão. No primeiro suspiro dele, fiz um biquinho com meus lábios e soprei. PORRAA !!! Sim. Ele gritou. Sorri vitoriosa. Edward se contorceu de prazer. Sem resistir, abocanhei pela segunda vez seu membro hoje. Estava um pouco mais difícil com Edward se contorcendo e a bala dançando entre as chupadas. Mas era um momento ímpar.
- Porraaaa... Isa... Isso, caralhooo eu não vou agüentar muito tempo... Chupa...aahhhhh.
Adorei sua reação. Ele parecia um bicho enjaulado. Olhei para cima, ainda chupando seu membro e Edward estava literalmente rolando os olhos. Aumentei a fricção, sugando mais forte também. Seu corpo começou a tremer, antecipando um orgasmo que eu sabia que não iria demorar. Com um grito sem palavras, ele socou o banco do carro, segurou firme meu cabelo com a outra mão e inundou minha boca. Engoli com dificuldade, pois ainda tinha a bala dançando dentro na minha língua. Seu gosto, misturado com o sabor da menta, me vez delirar de prazer. Lambi todo o comprimento, deixando-o todo melado. Ainda semi-consciente do orgasmo, Edward se jogou no banco, tremendo dos espasmos. Fechei seu short e fui em direção a nosso destino. Estava feliz e inconscientemente sorri vitoriosa. Estava ganhando o jogo...
Voltamos à organização da festa. Durante todo o trajeto, Edward estava mudo, mas com um sorriso de saciado no carro, quase sonhando. Acabei fazendo todo o serviço sozinha, pegando as flores e os CDs. Assim que estacionei o carro na garagem, Edward saiu cambaleando, indo em direção ao seu quarto. Ainda bem que ninguém reparou, pois tenho certeza que ele não teria condições de ter uma conversa coerente.
Passado algumas horas toda a família chegou. Meu pai estava descontraído e me abraçou dizendo estar com saudades. Eu já tinha me arrumado, principalmente porque eu tinha facilitado todo o meu plano. Eu estava com um vestido preto de alcinhas, que abraçava meu corpo, mas que era muito fácil de remover. Estava sem sutiã e com uma minúscula calcinha também preta. Tudo em função do Edward. A aglomeração de pessoas era absurda. Alice tinha convidado todos os parentes e amigos próximos de papai e como toda festividade familiar, tinha gente em todos os cantos, aquilo não ia ser bom. Meu plano iria por água a baixo.
Como se pressentisse minha irritação, Edward se aproximou. Ele estava lindo com uma camisa preta dobrada na manga, e calças jeans. Com um olhar de predador, notei que havia muito desejo no seu semblante. Mordendo seu lábio inferior e lançando seu cabelo para trás pela enésima vez, minha calcinha umedeceu de novo. Era difícil resistir ao charme dele. Principalmente depois de ter sentido seu gozo duas vezes na boca.
- Seu joguinho acabou?
- Olá Edward. Não sei do que você está falando.
- Hum... Sério? Sabe sim prima. Mas se não souber mesmo vou ficar decepcionado, sabe por quê? Jazz me pediu para buscar o presente do tio Charlie na sua casa, porque ele está ocupadíssimo com duas morenas na sala, tentando arrastá-las daqui. E como vejo no seu rosto a agonia de um desejo não realizado eu pensei em dar uma força.
Minha excitação veio abaixo, de novo. Edward estava tão empolgado com o joguinho quanto eu. Na casa do Jasper teríamos um pouco mais de tempo. Não muito, mas eu poderia seguir os meus planos para a brincadeira...
- Está me convidando pra ir com você?
- O que você acha? Ainda não entendi o que você deseja, mais por enquanto estou adorando.
Bobinho. Sua quase inocência me fez balançar a cabeça e sorrir ironicamente. Eu estava com todas as cartas na manga. Quando estávamos próximos da saída, uma Rosálie esbaforida veio nos separar.
- Prima, primo aonde você vão?
- Oi? Tentei não entender sua pergunta, mas minha irritação gritou na minha resposta.
- Lugar nenhum Rose, eu queria que a Isa pegasse meu celular que ficou no carro dela pra mim. Por quê? Que falar comigo? Ou com ela?
Uau. Ele foi rápido na resposta. Eu ainda estava tomada pela fúria assassina de um foda interrompida, sem saber o que responder a minha prima que eu amava, mas que nesse momento eu tinha um ódio mortal.
- Na verdade quero falar com os dois. Não, com a Bella mesmo. Ai gente me ajuda não sei o que fazer. O Emmett quer falar comigo, ele está todo charmoso para o meu lado. O que eu faço?
- Fica com ele, Rose! - Respondi exasperada.
- Na verdade prima, eu já fiquei. Ele quer pedir a minha mãe pra namorar comigo. É um fofo né? Mas eu estou tão nervosa. Conheço o Emmett há muitos anos e não sei o que fazer. Estou suando, com um frio no estômago e com a boca seca. O que vocês acham? Alice disse que estou apaixonada. Será que é verdade? Eu aceito seu pedido de namoro?
Levantei as sombracelhas surpresa com seu monólogo. Virei lentamente meu pescoço para Edward, para conferir sua reação também. Ele também estava surpreso, com um sombracelha levantada, seu sinal característico de dúvida. Percebi que ele colocava as mãos no bolso da calça, como clara confusão diante de um questionamento tipicamente feminino. Logo um pensamento me sobressaltou. Mas que porra estava acontecendo? Porque as mulheres dessa família estavam vindo a mim, perguntar sobre como se comportar diante de um dilema amoroso? Será que todas estavam sofrendo algum surto psicótico e esqueceram que eu nunca tive relacionamentos? E que eu não era a melhor juíza desse tipo de pergunta? Pior, falar sobre namoro na frente do atual amante? Tudo bem que a minha última pergunta era uma coisa absurda dentro da minha mente, pois ninguém nunca iria saber disso mesmo...
Edward pigarreou e percebi que ambos olhavam em minha direção aguardando minha resposta com a cara de quem esperavam a solução da criação da vida. Meu devaneio demorou além do necessário. Mas o que eu podia fazer? Isso estava fora da minha compreensão. Cruzei os braços e suspirei antes de responder:
- Tem certeza Rosalie que você está me perguntando isso? Parece que você e Alice estão conversando demais e pensando de menos. Eu não sei nada de relacionamentos. Vou falar pra você o que eu falei para Alice: Me perguntem o que quiser sobre assuntos eróticos, posições sexuais, orgasmos e melhores fodas. Mas o assunto relacionamento não faz parte do meu dicionário feminino.
Edward gargalhou e Rose sorriu. Dificilmente eu emendava um discurso tão grande e tão sério em meio a conversas de família. Mas esse assunto repetitivo estava me tirando do sério. O que elas estavam vendo que eu não via?
-Rose e eu prefiro me isentar da resposta. Eu não namoro e nunca pedi ninguém em namoro então minha opinião não conta - Ele respondeu ainda sorrindo.
-Puxa vida, vocês nem ajudam. Só me falem então se ele é um cara legal. Se vocês aceitariam ele como parte da família.
- Rose, tudo bem. Escuta então o que vou te dizer: você conhece Emmett há tanto tempo quanto nós. Ele é praticamente da família. Convive conosco desde sempre e sabemos tudo a seu respeito. Acho que esse tipo de pergunta quem tem que responder é você. Você está preparada para entrar em um relacionamento com um amigo da família e que você claramente está tendo reações de uma adolescente apaixonada?
Dessa vez eu e Rosálie ficamos de boca aberta. Esse discurso adulto e encorajador tinha vindo do Edward. Meu menino estava sempre me surpreendendo. Onde ele aprendeu a falar assim com alguém tão seguro? E ainda dar conselhos amorosos para uma prima confusa? Meu peito se encheu de orgulho. Ele estava virando um homem.
Rose foi a primeira a se manifestar, pois agarrou o Edward e deu dois beijos estalados na sua bochecha. Na mesma hora ele corou. Saindo dos seus braços ela veio na minha direção e me abraçou murmurando um 'obrigado' que eu não entendi. Ela saiu saltitante pela casa e nos entreolhamos sorrindo. Na verdade, começamos a gargalhar. Minha família era mesmo louca.
Quando pensamos que poderíamos voltar ao nosso clima de sedução, eis que surge Jasper, agarrado com um loira de seios volumosos e sorriso cativante, com uma cara de "vou gozar com ele de qualquer jeito" gritando na minha frente. Sorri internamente. Mais uma pra ser feliz hoje...
- Olá meninos. Essa é a Zarif minha nova amiga. Ela quer me levar ao seu apartamento e mostrar sua coleção de calcinhas. Lindo né? Então Edward já buscou o presente do tio Charlie? Fica com a chave do meu apartamento e vai com a Bellinha. Eu não vou pra lá agora.
Minha boca abriu de novo. Deus do céu, TODOS, iriam falar conosco como casal mesmo? E a cara da amiga do Jazz? Era sexualidade pura. Definitivamente eu seria substituída como rainha do sexo casual em breve desse jeito. Jazz estava com a cara mais sem vergonha do mundo, nem Edward quando fica doido no meio do orgasmo ficava daquele jeito. Coitada da menina. Será que ele era imenso como o Edward também? Preferi espantar esses pensamentos, pois me lembrei que ainda tinha um plano para executar e Jazz só aumentou as possibilidades dele.
Edward virou para minha direção com um brilho nos olhos. Percebi a deixa. Eu iria continuar meu plano. Sem qualquer comentário entramos no carro do meu tio. Edward tinha vendido o dele para a viagem que ele fez para a Europa, mas tenho certeza que ele ia mudar isso.
Durante o trajeto, percebi o quanto erótico ele fica dirigindo. Sua mão esquerda descansada na porta, tamborilando os dedos e sua mão direita levemente conduzindo o volante (N/A: Por favor, não façam isso ao dirigir. Sem prática é extremamente perigoso), já que ele estava com um carro hidráulico. Sua boca estava levemente torcida em um assovio mudo, e os olhos vagueava entre o trânsito e meu corpo. Sem palavras trocadas entre nós, eu só ansiava pelo chegada ao apartamento do Jazz, pois estava louca para saber a reação do meu menino.
Assim que entramos assumimos a postura que mostramos a todos. Éramos primos. Somente isso. Mas, internamente, eu tinha certeza que qualquer pessoa que se aproximasse de nós sentiria a tensão sexual que nos cercava. Era quase palpável. O elevador subiu lentamente e meu pé começou a bater sem eu pedir. Edward sorriu e murmurou em minha nuca: "Ansiosa?". Bufei e cruzei os braços. O que ele acha?
Entramos na sala do apartamento e Edward me abraçou por trás possessivo. Ficamos alguns segundos nessa posição, curtindo a companhia um do outro. Mas como eu já esperava sua ereção, que já estava um pouco evidente, saltou absurda nas minhas costas, assim como suas mãos vieram para os meus seios. Gemi sem me conter. Minha abstinência sexual já estava longa, mas eu tinha planos para ele ainda...
Virei meu corpo e o fiz sentar no sofá. Sorrindo acompanhado de um olhar safado, ele me deixou conduzi-lo. Provocativamente fui à cozinha e abri a geladeira, pegando um pedaço de gelo, quebrando em pequenas partes. Coloquei no pote mais próximo e voltei à sala.
- O que é isso? - Edward me perguntou sorrindo. Percebi que ele já estava sem camisa e com as calças abertas. Muito bom...
- Isso, meu escravo, é para o meu prazer. Disse sentando na mesma mesinha da maravilhosa massagem seguida do oral que ele me deu na nossa aventura no apartamento do Jazz.
- Porra Isa, estou doido pra entrar em você. O que você está aprontando?
- Fique quieto. Agora só eu posso falar. Quero que tire sua roupa e fique pronto para mim. Vou fazer você implorar para gozar na minha boca. Mas não vai ser tão fácil. Vai sofrer as conseqüências por eu esperar tanto tempo por você.
Seu membro pulsou com o poder das minhas palavras. Sim PODER, porque vi nos olhos do meu menino que ele estava rendido. Minha calcinha já estava completamente melada. Eu já ansiava pelos lamentos do Edward. Gemendo e com um olhar de pura luxúria, ele me obedeceu ficando com a ereção na minha direção, pronto pra mim.
- Sente-se... Escravo. Vou usar um amigo na minha tortura com você. Vamos ver quanto tempo você agüenta. E não adianta implorar para eu ir mais rápido ou mais profundo, TUDO será na minha velocidade.
Com sons roucos, Edward sentou, com os olhos fixos no pote. Ele ainda não tinha visto o que eu tinha. Assim que peguei um pedaço de gelo seus olhos arregalaram. "Porra Isa... não... Deus, não vou agüentar!"
Lentamente me aproximei do seu corpo, ignorando seus lamentos, pois vi nos seus olhos que era isso mesmo que ele queria. A tortura. Seu pau pulsou novamente, somente com a minha aproximação. Com o gelo nas mãos, passei na cabeça do seu membro, misturando com o líquido que já saía do pequeno orifício. Edward urrou. Passei o gelo pelo comprimento arrancando gemidos e lamentos incompreensíveis. "Sem falar nada escravo!". Ordenei novamente. Edward mordeu os lábios, segurando suas palavras, mas com os gemidos e os movimentos do seu quadril eu sabia que ele não controlaria. Com o gelo ainda próximo a base, aproximei a minha boca da ponta. Lambi lentamente ainda rodeando o gelo no seu pênis. Edward urrou, agarrando as laterais do sofá. Fogo e gelo. Era isso que ele sentia.
Com uma paciência que não sabia que eu tinha, subi o gelo pelo seu abdômen, ainda chupando seu pau. Edward se contorcia todo, murmurando e gemendo, incontrolavelmente. Larguei seu membro e subi o rastro do gelo com minha língua. Lambendo, sugando e mordiscando tudo. Edward estava agora com a cabeça para trás com os olhos fechados. Ainda trabalhando nos mamilos, fui com a outra mão segurar seu pau novamente, manuseando lentamente. O senti pulsando ainda mais e uma nova onda de tesão desceu pela minhas coxas. Percebi que nem eu estava agüentando mais. Eu ia gozar somente com as reações dele. Desci o gelo novamente, acompanhando com a minha língua logo depois.
Como prelúdio de um descontrole, Edward agarrou meus cabelos. Aquilo me desarmou. Comecei a sugar incontrolavelmente seu pau, ansiando por mais um pouco do seu líquido. Eu já estava desesperada. Minha mão, como se tivesse vida própria, abandonou o gelo e foi em direção a minha umidade. Eu precisava gozar...
- Assim não porra... Aaahhh... você, Isa, vai gozar no meu pau.
Com essas palavras e um movimento rápido, Edward me jogou no sofá, e arrancou minha calcinha. Ela já estava pingando. Eu nem tive forças para protestar, pois eu queria muito aquilo. Com um rosnado, Edward caiu sobre meu corpo, afundando seu pau ereto e pronto para mim. Foram estocadas profundas e rápidas. Ambos gritávamos por mais.
- Isso... porraa... Sua safada... É por você fazer isso... Caralho...
"Sim... sim... eu preciso..." Foram as minhas únicas palavras no meio do seu movimento de entra e sai. Edward estava bruto, sedento e eu queria mais, muito mais. Nossos corpos se chocavam com raiva, buscando cada vez mais aproximação, como se fossemos entrar um no outro. Rapidamente eu gozei. E foi intenso, como tem sido. Gritei. Arranhei. "Isso, isso que eu queria". Edward veio logo depois, me inundando com seu líquido. " PORRAA... isso"... "Perfeito".
Desabamos no sofá, ofegantes. Deus, nós éramos insanos mesmo. Escutei um barulho ao fundo. Meu celular! A festa! Tínhamos esquecido completamente com aquela brincadeira. Edward também ouviu o barulho e levantou ainda cambaleante com o orgasmo. Corri para o banheiro para me limpar. Escutei ele falando com alguém, com certeza deveria ser Alice. Assim que terminei, ele veio ate o banheiro e já arrumado na medida do possível, encostou o corpo no batente da porta, sorrindo para mim.
- Isso foi... Meus Deus. Nem sei o que dizer Isa.
- Tudo bem, fugiu um pouco do controle, mas consegui. Foi bom pra você, Edward?
Ele gargalhou e me puxou para fora do apartamento, que ainda retornei para buscar o presente do meu pai. Corremos em direção ao carro, pois todos deveriam estar desesperados a nossa procura. Fiquei um pouco preocupada com isso, mas nós daríamos um jeito. Divagando sobre os argumentos que iria usar quando chegasse a festa, Edward pigarreou. Olhei para ele esperando o que ele ia dizer.
- Isa, isso foi perfeito. Nossa nunca aconteceu isso na minha vida. Você é definitivamente a minha rainha do sexo particular. Deus do céu, só de pensar o que aconteceu eu fico de pau duro de novo.
Arfei, mas eu tinha que controlar nossa libido.
-Pare Edward, não podemos.
-Eu sei e isso me frustra sabe? Mas não quero falar disso agora. Adorei o que você fez. Na verdade eu queria te pedir ajuda na minha fantasia. Você pode?
Olhei para ele e sorri bem irônica. Isso ia ser interessante...
Minhas lindas leitoras....
Até aqui...voces estão gostando???..rsrsrs
Bom... tenho uma noticia pra voces... a partir de agora, a FIC vai ser postada junto com o tópico do ORKUT, ou seja, uma vez por semana =)
Será sempre as quintas-feiras ou sexta (caso eu não tenha tempo de postar no mesmo dia).
Obrigado por todos os reviews lindas !!
Muitos beijos
