caramelBlood, Nora1974 e imaryana obrigada por favoritarem a estória!

Espero que gostem do capítulo!

BOA LEITURA!


Capítulo X

Sinceramente, eu não fazia ideia do que estava fazendo. Estava andando –andando como se tivesse um lugar para ir.

Mas, na realidade, não precisava estar em qualquer lugar e não precisava realmente estar indo diretamente para o prédio de Bella.

'Sim, meu apartamento. Ele está voltando, te aviso como foi.'

Minhas mãos formaram punhos com a memória da mensagem –as palavras estavam queimando no meu cérebro –e a imagem dela lá dentro, com Jacob, fez o meu peito realmente doer. E eu meio que queria quebrar tudo que visse.

Estava frio, muito frio, conseguia ver o vapor da minha respiração, e os meus dedos estavam ficando dormentes, mesmo empurrando-os profundamente em meus bolsos. Assim que recebi sua mensagem, corri para fora de casa, sem luvas, com um casaco muito leve e tênis, sem meias.

Pelo percurso de sete quarteirões, estava furioso com ela por ter feito isso comigo. Estava bem até que ela veio atrapalhar a minha vida com sua boca tagarela e seus olhos maliciosos. Estava muito bem antes dela abrir caminho fácil na minha rotina, e eu meio que queria que Jacob fosse chutado do seu apartamento para que eu pudesse ir lá em cima e dizer a ela o quão chata era, como eu estava chateado com ela por tirar o chão muito estável e previsível debaixo de mim.

Mas quando me aproximei e vi luzes acesas em sua janela, vi as sombras dos corpos em pé e se movendo, senti apenas um alívio que ela já não estava de bruços em sua cama, debaixo dele.

Puxando meu boné mais para baixo sobre a minha cabeça, resmunguei por entre os dentes, olhando ao longo da rua por uma lanchonete, ou qualquer outra coisa para fazer. Mas havia apenas mais prédios, lojas de varejo, que há muito haviam fechado, e, ao longe, um pequeno bar. A última coisa que precisava agora era de álcool. E se estava a dois quarteirões de seu apartamento, com certeza poderia estar em casa.

Quanto tempo espero aqui? Até que ela me mande uma mensagem de novo? Até a manhã seguinte, quando saírem juntos, amarrotados e sorrindo sobre suas memórias comuns da noite anterior –da perfeição de Bella e da inexperiência imperfeita de Jacob?

Gemi, olhando para cima a tempo de ver um homem deixando o prédio, a cabeça baixa contra o vento, protegendo-se. Meu coração disparou. Definitivamente era Jacob e, apesar das minhas veias preenchidas com o zumbido quente de alívio, o fato de que poderia facilmente reconhecê-lo de longe, me fez sentir como o mais apavorante idiota de todos os tempos. Esperei para ver se iria voltar, mas ele continuou andando pelo quarteirão abaixo, nunca diminuindo o ritmo.

É isso aí –falei para mim mesmo. Você cruzou a linha e precisa voltar para o outro lado.

Mas e se ela precisasse de mim? Provavelmente deveria ficar para me certificar de que estava bem antes de ir para casa. Olhei para o meu celular indeciso. Se sair daqui, vou fazer uma corrida. Não me importa que seja quase onze da noite e está congelando, iria correr quilômetros pra caralho. Estava tão tonto com alívio, e frustração, e energia nervosa, que mal conseguia firmar o meu polegar o suficiente para clicar no ícone e abrir o nosso chat.

Suspirei, quando vi que ela já estava digitando algo para mim.

Pareciam minutos, minutos inteiros durante os quais agarrei meu celular, olhando atentamente e aguardando a sua mensagem aparecer. Finalmente apareceu e, em vez dos infinitos parágrafos que estava esperando, dizia apenas:

B -Onde você está?

Ri, passando a mão pelo meu cabelo, respirei fundo e digitei:

E -Ok, não me mate. Estou do lado de fora do seu apartamento.

Bella saiu do prédio vestindo uma jaqueta pesada sobre um vestido de seda azul, pernas nuas e a pantufa do sapo Caco. Ela arrastou em minha direção e não conseguia me mover, mal conseguia respirar.

"O que você está fazendo aqui?" Ela perguntou, parando em frente de onde eu estava sentado: em cima de um hidrante.

"Eu não sei." Murmurei. Estendi a mão para ela, puxando-a para mais perto e espalhando minhas mãos sobre seu quadril.

Ela estremeceu um pouco quando apertei –mas que porra está acontecendo comigo? –mas ao invés de se afastar, ela se aproximou. "Edward."

"Sim?" Perguntei, finalmente olhando para o rosto dela. Ela estava bonita pra caralho. Tinha colocado pouca maquiagem, deixado o cabelo em suaves cachos soltos. Seus olhos estavam carregados com a mesma expressão que tinha visto quando estive em cima dela no chão da minha sala, ou quando deslizei meus dedos sobre a elevação suave de seu clitóris. Quando minha atenção voltou para sua boca, sua língua estava molhando os lábios.

"Eu realmente preciso saber por que está aqui."

Encolhendo os ombros, me inclinei para frente, descansando minha testa contra sua clavícula. "Eu não tinha certeza de que você era realmente para ele, e isso estava me incomodando, sabendo que ele voltou aqui com você."

Ela deslizou os dedos sob a gola do meu casaco, acariciando a parte de trás do meu pescoço. "Acho que Jacob pensou que iríamos transar esta noite."

Sem querer, apertei meus dedos em sua carne, um pouco acima dos seu quadril. "Tenho certeza que pensou." Murmurei.

"Mas... não sei como lidar com isso, porque deveria ser fácil certo? Deve ser fácil gostar de estar com pessoas que gosto. Quer dizer, acho ele atraente. Divirto-me com ele! Ele é bom, e inteligente. É engraçado, e é bom para o futuro."

Fiquei em silêncio, tentando não gritar.

"Mas quando me beijou? Não me senti perdida nele como me perdi em você."

Levantando a cabeça, olhei para o rosto dela. Ela deu de ombros, parecendo quase arrependida. "Ele foi legal comigo esta noite." Sussurrou.

"Bom."

"E ele nem pareceu bravo quando pedi para ele ir."

"Bom, Bella. Se ele fizesse alguma coisa, juro por Deus..."

"Edward."

Fechei minha boca, acalmado por sua interrupção, e esperando para ouvir o que ela queria. Faria qualquer coisa que quisesse, mesmo que me pedisse para rastejar. Se me pedisse para ajudá-la a fechar o casaco, faria isso também.

"Vamos para cima comigo?"

Meu coração subiu na garganta. Eu a assisti por mais alguns segundos, esperando-a voltar atrás, mas ela não quebrou o contato visual, ou riu de si mesma. Apenas me olhou, esperando pela resposta. Levantei e ela deu um passo para trás para me dar espaço, mas não muito, porque eu estava quase colado a ela quando levantei. Ela passou as mãos pela minha lateral, deixando-as vir descansar em meu quadril.

"Se eu for com você..." Comecei.

Ela já estava balançando a cabeça. "Eu sei."

"Não sei se posso ir devagar."

Seus olhos escureceram e ela se esfregou em mim. "Eu sei."

A luz estava apagada de um lado do elevador, moldando o espaço em uma sombra meio estranha. Bella ficou no canto, observando-me de onde estava no fundo escuro.

"O que está pensando?" Ela perguntou. Sempre um pouco cientista, tentando me dissecar.

Estava pensando em tudo: querendo tudo e em pânico, imaginando se estava cortando o último fio de controle que tinha sobre minhas emoções. Estava pensando no que iria fazer com essa mulher quando chegássemos à sua cama. "Um monte de coisas."

Mesmo nas sombras, podia ver seu sorriso. "Você poderia ser mais específico?"

"Não gosto que aquele cara veio ao seu apartamento hoje."

Ela inclinou a cabeça, me avaliando. "Pensei que era parte do encontro. Às vezes, caras virão ao meu apartamento."

"Entendo." Murmurei. "Mas você perguntou o que eu estava pensando. Estou lhe contando."

"Ele é um cara legal."

"Tenho certeza de que é. Ele pode ser um cara legal que não consegue beijá-la."

Ela ficou um pouco mais reta. "Você está com ciúmes?"

Olhei para ela, concordando.

"De jacob?"

"Não gosto da ideia de alguém ter você."

"Mas todo esse tempo continuou vendo Tania e Vitória."

Não me preocupei em corrigi-la ainda. "O que estava pensando enquanto estava com ele hoje à noite?"

Seu sorriso desapareceu um pouco. "Estava mais pensando em você. Querendo saber se estava com alguém."

"Eu não estava com ninguém esta noite."

Isso pareceu funcionar e ela se calou pelo que parecia uma eternidade. Chegamos ao andar dela, as portas se abriram, em seguida, fecharam com um pequeno ding. O elevador ficou parado e não se moveria novamente até que fosse chamado.

"Por quê?" Ela perguntou. "É sábado. Essa é a sua noite com Vitória."

"Como você sabe disso?" Perguntei, socando a frustração em brasa com quem lhe passou essas informações. "E estive com você nos dois últimos sábados."

Ela olhou para seus pés, pensando por um instante, e depois de volta para mim. "Esta noite, pensei sobre o que eu queria que fizesse para mim..." Disse, acrescentando, "e o que eu queria fazer para você. E como eu não queria nenhuma dessas coisas com Jacob."

Me aproximei dela, passei a mão pela sua lateral e sobre a curva de seu peito. "Fale o que você quer agora. Fale que está pronta para que eu faça."

Eu podia sentir a subida e descida de seu peito enquanto respirava mais rápido. Passei a ponta do meu polegar sobre o bico duro de seu mamilo.

"Você em cima de mim." Disse ela, a voz tremendo um pouco. "Faz isso até que eu goze."

"Com certeza." Sussurrei, rindo um pouco. "Quando fizer isso, você vai gozar mais de uma vez."

Seus lábios se separaram, e ela colocou sua mão no meu pulso, apertando minha palma mais firmemente contra seu peito. "Você se inclina sobre mim no sofá, se masturbando e goza no meu peito."

Eu já estava tão duro e fodido, com essa boa visão. "O que mais?"

Balançando a cabeça, ela finalmente deu de ombros e olhou para longe. "Todo o resto. Sexo em todas as partes do meu corpo. Como você gosta que eu te morda, e como é bom fazê-lo. Vamos fazer sexo e vou fazer tudo que quiser e não será bom apenas para mim, mas será bom para você, também."

Perdi minha fala por um minuto, surpreso com isso. "Isso te preocupa? Que eu esteja de alguma forma tirando sarro de você?"

Ela olhou para cima, encontrando meus olhos. "Claro, Edward."

Me aproximei mais, estava tão próximo dela que ela teve que inclinar a cabeça para trás para manter o contato com meus olhos. Inclinando meu quadril, empurrei o formato rígido da minha ereção em seu estômago.

"Bella. Não sei se já quis algo mais do que quero você. Sério, acho que não quis." Falei. "Acho que posso apenas te beijar, por infinitas horas. Sabe que tipo de beijo? Aquele que é suficiente por tanto tempo que nem sequer penso em fazer mais alguma coisa?"

Ela balançou a cabeça, a respiração saindo contra o meu pescoço em rajadas curtas e nítidas.

"Não conheço esse tipo de beijo, também, porque nunca quis exatamente isso antes."

Bella deslizou suas mãos debaixo da minha jaqueta e debaixo da minha camisa. Suas mãos estavam quentes, e os músculos do meu abdômen pularam e ficaram tensos sob os seus dedos.

"Penso em ter você espalhada no meu rosto." Falei. "E levando-a apenas no chão do meu apartamento, porque não consigo esperar tempo suficiente para nos levar em qualquer lugar mais confortável. Não quero estar com mais ninguém ultimamente e isso significa que tenho gasto uma enorme quantidade de tempo indo correr em horários aleatórios, ou com a mão no meu pau desejando que fossem as suas no lugar."

"Vamos sair do elevador." Ela falou me empurrando suavemente pelas portas do elevador e para o corredor.

Ela se atrapalhou um pouco com a chave do seu apartamento e minhas mãos tremiam enquanto passava a mão em sua lateral, corri minhas mãos da sua cintura até o quadril. Levou cada grama de autocontrole que tinha para não pegar a chave e enfiá-la eu mesmo na fechadura.

Quando finalmente conseguiu abrir a porta, a empurrei para dentro, batendo a porta atrás de nós e pressionando-a contra a parede poucos passos para dentro. Inclinei, chupando seu pescoço, seu queixo, passando minhas mãos sob a saia de seu vestido para sentir a pele macia de suas coxas.

"Você vai ter que me falar para parar se eu for muito rápido."

Suas mãos tremiam enquanto as deslizava em meu cabelo, cravando as unhas no meu couro cabeludo. "Eu não vou."

Beijei do seu queixo até sua boca, chupando e lambendo, saboreando cada milímetro de seus lábios macios e sua doce língua faminta. Queria que ela me lambesse, deixasse marcas de chupadas no meu peito e sentir a mordida de seus dentes no meu quadril, nas minhas coxas, nos meus dedos. Me senti como um criminoso solto, chupando e mordendo-a, afastando-me apenas tempo suficiente para tirar nossos casacos, puxar minha própria camisa sobre minha cabeça, abrir seu vestido e empurrá-lo para o chão. Comum movimento dos meus dedos seu sutiã foi solto e ela encolheu os ombros para deixa-los cair, entrando em meus braços. Seus seios pressionados contra minha pele e só queria esfregar nela, selvagem e meter dentro dela.

Ela me empurrou para trás, pegando a minha mão e me levando da sala para o seu quarto, me lançando um sorriso por cima do ombro.

Seu quarto era arrumado, vazio. Uma cama king estava posicionada contra a parede, que, além de Bella, era basicamente tudo o que vi. Ela estava apenas de calcinha, cabelo solto e macio ao redor de seus ombros enquanto olhava do meu peito, subindo para o meu pescoço, para o meu rosto.

O silêncio parecia marcar o quarto.

"Imaginei isso tantas vezes." Ela falou, com as mãos correndo no meu estômago e em seguida fazendo leves cócegas através do cabelo no meu peito. Ela traçou os contornos da tatuagem no meu ombro esquerdo, arrastando os dedos pelo meu braço. "Meu Deus, parece que estive pensando sobre isso desde sempre. Mas, na verdade, ter você aqui... Estou nervosa."

"Você não tem razão para estar nervosa."

"Me ajuda quando você diz o que fazer." Ela admitiu em voz baixa.

Segurei o peito dela, levantando-o e abaixei a cabeça para chupar o bico duro em minha boca.

Ela suspirou, deslizando as mãos em meu cabelo. Sorri mordendo forte na curva abaixo de seu mamilo. "Você poderia começar tirando minhas calças."

Ela desabotoou o cinto, puxando os botões do meu jeans. Fiquei obcecado com a lembrança da maneira que suas mãos estavam tremendo quando estava excitada como está, um pouco nervosa também. Estudei seu corpo quase nu com a claridade fraca que penetrava da rua lá fora: seu pescoço e seios, a inclinação de sua cintura, as curvas do quadril, pernas longas e macias. Me aproximei mais, passei dois dedos abaixo do seu umbigo até entre suas coxas, deslizando sobre o tecido de sua calcinha.

Deslizando um dedo abaixo da renda e pela inebriante sensação ali, sussurrei, "Amo sua pele, amo te sentir molhada."

"Tire sua calça." Disse ela, timidamente. "Você pode me tocar a noite toda."

Pisquei, percebendo que meu jeans estava agrupado em torno dos meus tornozelos e eu estava só de cueca.

Ela não tinha tirado, ou estava nervosa ainda, ou só queria mais uma chance para tirar alguma coisa, estava tudo bem para mim. Tirei a calça e caminhei com ela para trás para sua cama, impulsionando-a para baixo. Ela avançou para trás, empurrando em direção à cabeceira da cama enquanto rastejei sobre ela. Os olhos cinzentos de Bella estavam arregalados e claros – minha excitação, presa sem fôlego.

Sua calcinha era azul claro, acentuando a cor cremosa de sua pele, fazendo-a parecer como se fosse feita de vidro fundido. Só a pequena pinta no seu umbigo dava a entender que ela era mesmo remotamente real.

"Usou isso para ele?" Perguntei antes que meu cérebro tivesse tempo para pensar melhor.

Ela olhou para as rendas e movi meus olhos até seus seios fartos enquanto ela falou: "Nem sequer deixei-o tirar meu casaco. Então, acho que não usava isso para ele."

Beijei sua barriga até o elástico de sua calcinha. Bella nunca tinha sido tímida, ou instável, mas isso tudo era novo. Ela estava apoiada nos cotovelos, observando.

Abaixo de onde estava apoiado sobre ela, estava tremendo, o coração batendo tão rápido que podia ver a corrida de seu pulso em seu pescoço. Isso não se parece com o nosso nível de jogo Como ser Sexy. Isso parecia muito real e Bella parecia muito perfeita deitada quase nua na minha frente. Chutaria minha bunda por uma eternidade se alguma vez ferrasse isso. "Bem, então vou fingir que está usando para mim."

"Talvez usei."

Puxei os elásticos com meus dentes, liberando-a com um estalo alto contra seu quadril. "E vou fingir que você estando nua ou vestida, está sempre pensando em mim."

Ela olhou para mim, os olhos cinzentos arregalados e pesquisando. "Ultimamente, acho que estou. Isso te preocupa?"

Olhando por todo seu corpo, perguntei: "Por que me preocuparia?"

"Eu te conheço Edward. Não espero que você seja algo que não é."

Não tinha ideia do que ela quis dizer, na verdade, não tinha ideia do que isso poderia ou não ser, e pela primeira vez não queria definir isso antes mesmo de começar. Avançando para que meu rosto ficasse pouco acima do seu, me inclinei para beijá-la, sussurrando: "Não sei por onde começar."

Me senti selvagem e um pouco bruto, querendo comê-la e transar com ela e sentir aqueles lábios em torno de mim. Tive um flash de medo de que tudo isso fosse um momento rápido, numa única noite, e tinha que encontrar uma maneira de concentrar tudo em poucas horas. "Não vou deixar você dormir."

Seus olhos se arregalaram e ela sorriu para mim timidamente. "Não quero dormir." Inclinando a cabeça, falou "e pode começar com a primeira coisa que te falei no elevador."

Beijei o caminho até seu pescoço, peito, costelas, estômago. Cada centímetro dela era firme e suave e se contorcia em meus lábios, querendo. Ela nunca fechou os olhos, nem uma única vez. Estive com mulheres que assistiam, mas nunca senti assim, tão fodidamente íntimo e conectado.

Quando cheguei mais perto do espaço entre suas pernas, podia ver seus músculos tensos, ouvir sua respiração difícil. Virei a cabeça, chupando a parte interna da sua coxa. "Vou enlouquecer com a boca em você."

"Edward, diga-me o que fazer." Ela disse, com a voz firme. "Eu nunca..."

"Eu sei. Você é perfeita." Disse a ela. "Você gosta de assistir?"

Ela assentiu com a cabeça.

"Por que Ameixinha? Por que assiste a tudo que faço?"

Ela hesitou, engolindo a verdade. "Você sabe como..." Ela deixou a frase incompleta, terminando o pensamento com um encolher de ombros.

"Você quer dizer que gosta de assistir, porque sei como fazer você gozar?"

Ela balançou a cabeça de novo, os olhos arregalados enquanto puxei a calcinha dela, deslizando-as sobre seu quadril.

"Você pode se masturbar com as mãos até gozar. Você se assiste quando toca a si mesma?"

"Não."

Puxei a calcinha até as pernas, jogando-as para trás de mim no chão, antes de voltar para o trecho de colchão entre suas pernas espalhadas.

"Você tem um vibrador?"

Ela assentiu com a cabeça, os olhos atordoados.

"Isso pode fazer você gozar. Será que assistir o seu vibrador faz você ficar molhada?" Mergulhei um dedo dentro dela, me levantando sobre ela novamente, deslizando o mesmo dedo em sua boca.

Ela gemeu, chupando forte e me puxando para mais perto para beijá-la em vez disso. Seus lábios com gosto de seu sexo e calor e, caralho, queria saboreá-la diretamente. "Será que é porque você gosta de me ver fazer isso com você?"

"Edward..."

"Não fique tímida comigo agora." Beijei-a, sugando seu lábio inferior. "Está sendo um pouco engenheira, observando a mecânica de como um homem lambe sua boceta? Ou é a imagem da minha boca fazendo isso?"

Ela passou as mãos pelo meu peito e colocou-as ao redor do meu pau através da minha cueca, dando-me um aperto forte e lento. "Gosto de assistir você."

Gemendo, consegui falar: "Gosto quando você me assiste. Não posso pensar direito quando tem esses olhos cinzentos loucos em mim."

"Por favor..."

"Agora vamos em frente para que você possa assistir a minha boca."

"Edward". Ela disse com a voz ofegante.

"Sim?"

"Após isso? Por favor, não me machuque."

Parei, buscando sua expressão. Parecia assustada, mas seu rosto era só fome.

"Não vou." Falei, descendo e beijando seu pescoço, sobre seus seios, chupando, mordendo. Movi mais para baixo de seu corpo e suas coxas tremeram quando as empurrei, soprando um fluxo suave de ar através de sua carne aquecida.

Ela apoiou-se nos cotovelos novamente, e dei-lhe mais um sorriso antes de mergulhar a cabeça e abrir minha boca deslizando sobre sua doce pele. Meus olhos fecharam com o calor dela, e gemi chupando suavemente.

Com um grito instável, sua cabeça caiu para trás, arqueando os quadris da cama. "Oh Deus."

Sorri para ela, lambendo de um lado para outro antes de cobrir seu clitóris com minha língua, circulando mais e mais e mais.

"Não pare." Ela sussurrou.

Eu não faria isso. Não podia. Acrescentei meus dedos, deslizando-os mais para baixo até onde ela estava mais molhada e mais doce, e de quebra enfiei dois dedos dentro dela que a fez cair para trás, alcançando cegamente a cabeceira da cama. Enquanto eu olhava, ela virou a cabeça, puxando a fronha entre os dentes, mordendo. Minúsculos sons de suplicante miséria e prazer escaparam de seus lábios e fiz tudo que pude para não diminuir a intensidade dela por um único segundo maldito.

Ela estava lá, pairando no limite. Fodendo-a com dois dedos, empurrei-os profundamente, chupando com tanta força que minhas bochechas ficaram ocas, olhando por todo seu corpo e a porra dos seus seios perfeitos e pescoço longo. Com um giro do meu pulso, ela se arqueou para fora do colchão, empurrando em minha boca. Bella deixou escapar um grito novamente e de novo enquanto contraía em torno dos meus dedos.

Um.

Eu estava tão duro que estava praticamente fodendo o colchão, e podia sentir o aperto dos tendões em suas coxas, adorei como seus sons se tornaram tensos e mais altos e suas mãos se enfiaram no meu cabelo e, caralho, ela começou a se balançar contra mim, pernas abertas e quadril rápido, inconscientemente fodendo meu rosto por vários longos e perfeitos minutos. O sexo oral nunca teve tanto sentido em foder como aconteceu com essa mulher, e me entreguei a isso, selvagem e aberto, grosseiramente devorando-a.

Com um grito ela gozou de novo, doce e quente, com as mãos puxando com tanta força meu couro cabeludo, pensei que poderia gozar junto com ela. Não conseguia piscar, não poderia por um segundo desviar da vista dela na cama. Eu chupava e chupava sua pele sedosa, fodidamente e completamente perdido na sensação dela.

"Por favor." Ela suspirou com as pernas tremendo e os olhos tão escuros e pesados como nunca tinha visto. Ela se levantou sobre um cotovelo, deixando a outra mão puxando meu cabelo. "Venha até aqui."

Empurrei minha cueca para baixo, arrastando o peso do meu pênis contra sua perna enquanto deslizava para cima de seu corpo, saboreando, lambendo a cavidade do seu umbigo, a elevação dos seus seios, os seus mamilos firmes.

Queria transar com cada parte dela: o vale entre seus seios e a plenitude doce de sua boca, seu traseiro redondo e suas mãos macias e capazes. Mas agora só queria deslizar para o calor da sua boceta. Suas pernas se abriram mais quando ela alcançou em sua mesa de cabeceira uma caixa de preservativos. Olhei para o rubor florescendo por todo seu peito, puxando distraidamente ao longo do comprimento do meu pau, até que registrei que ela estava estendendo a caixa para mim.

"Vamos começar com uma." Ri.

Empurrando a caixa na minha mão, ela balançou a cabeça, os olhos arregalados e suplicantes.

"Então, tire uma." Rosnei.

"Não sei como colocá-la." Ela gemeu docemente, com os dedos desajeitados para abrir a embalagem.

Ela abriu desordenadamente, rasgando a embalagem e a tira do preservativo caiu em seu estômago.

Rasguei uma única embalagem e entreguei a ela, empurrando as outras na cama ao lado dela. "Não é complicado. Tire-a e role no meu pau."

Suas mãos tremiam, e esperava que fosse expectativa ao invés de nervosismo, mas fiquei rapidamente aliviado quando ela estendeu a mão para mim, avidamente, e cobriu a cabeça do meu pau com a camisinha.

Mas percebi imediatamente que estava do lado errado e não iria desenrolar.

Ela percebeu depois de alguns dolorosos segundos, jogando-a longe com um pequeno resmungo e um "Droga!" antes de pegar outra embalagem.

Estava duro e inchado e pronto pra foder que podia sentir meus dentes rangendo, enquanto puxava a segunda camisinha, estudando-a de perto, e desta vez a colocando da maneira certa. Suas mãos estavam quentes e seu rosto estava tão perto do meu pau que podia sentir sua respiração excitada em minhas coxas.

Precisava transar com ela.

Ela desenrolou desajeitadamente, com os dedos muito hesitantes e leves, e todo o processo pareceu levar uma eternidade. Ela deslizou por cima de mim em pequenos movimentos, como se eu fosse feito de vidro e não fosse fodê-la tão forte que a cama cairia no apartamento abaixo de nós.

Quando chegou à base do meu pau, suspirou em alívio, encostou suas costas e empurrou seus quadris para mim. Mas com um sorriso malicioso, puxei a camisinha e a joguei fora.

Rangendo os dentes através da minha agonia, falei: "Mais uma vez. Não seja tão hesitante. Coloque o preservativo no meu pau para que eu possa te foder."

Ela olhou para mim, olhos confusos. E, finalmente, limparam como se ela tivesse sido capaz de ouvir meus pensamentos: Não quero que você tenha um único segundo de incerteza. Estou tão duro como nunca estive na minha vida, vou chupar sua boceta até que esteja gritando, e não vou foder delicado.

Com seus olhos nos meus, ergueu a embalagem até os dentes, rasgou e tirou a tira de látex. Sentindo a forma, virou-a em sua mão, rolou pelo meu pau sem problemas, rapidamente, me dando um aperto áspero na base. Deslizou a mão mais para baixo, puxando suavemente minhas bolas, e depois deslizou a mão para minha coxa.

"Bom?" Ela sussurrou, acariciando a pele sensível ali, nenhum sorriso, sem franzir a testa, simplesmente a necessidade de saber.

Balancei a cabeça, passando meu polegar sobre sua bochecha. "Você é perfeita."

Com um sorriso de alívio, ela se inclinou para trás e comecei, deslizando através do calor de seu sexo, provocando-a, provocando a mim mesmo, e porra, estava tonto com o quanto a queria. Meu quadril estava tenso, pronto para arquear e impulsionar, a espinha já ansiosa com a necessidade de explodir dentro dessa mulher.

Não estava preparado para a sensação do meu peito totalmente nu sobre o dela, suas coxas deslizando em torno dos meus quadris. Era demais. Bella era demais.

"Coloque-me dentro de você."

Ela suspirou, deslizando a mão entre nós; eu não tinha dado muito espaço. Estava deitado pesadamente sobre ela, pele quente com pele quente, mas ela me encontrou, me guiou até que pudesse sentir sua entrada molhada, e então me levou para cima, escorregando e provocando meu pau sobre a elevação de seu clitóris, as dobras quentes suaves de seu sexo.

"Eu posso ser bruto."

Ela soltou uma rajada de ar, sem fôlego, me dizendo: "Ótimo. Bom."

Empurrando em minhas mãos, a vi me esfregando sobre sua pele. Seus olhos se fecharam e um pequeno gemido escapou dela. "É que... Já faz um tempo." Ela sussurrou.

Olhei para seu rosto, observando-a lamber os lábios, seus cílios abrindo para que pudesse olhar para o espaço entre nós, vendo a si mesma brincar comigo.

"Quanto tempo?" Perguntei.

Ela piscou de volta para mim mais uma vez, a mão acalmando entre nós. "Cerca de três anos." Sua testa franziu ligeiramente quando disse: "Transei com cinco caras, mas provavelmente só tive relações sexuais cerca de oito vezes. Eu realmente não sei o que estou fazendo, Edward."

Engoli em seco, me curvando para beijar seu queixo. "Talvez eu não seja tão rude, então." Sussurrei, mas ela riu, sacudindo a cabeça.

"Eu não quero que você seja gentil, também."

Olhei para seus seios, sua barriga, onde ela me segurava entre suas pernas. Queria sentir sua pele nua no meu pau. Nunca na minha vida tive relações sem preservativo e queria senti-la tanto que endureci ainda mais. "Vou fazer isso ser bom." Falei na pele do seu pescoço. "Apenas deixe-me sentir você."

Bella estremeceu embaixo de mim, me pressionando em sua abertura, com os olhos fechados tremulantes enquanto desloquei para frente.

O rubor se arrastou até seu pescoço e seus lábios entreabertos em um suspiro doce. Foi impressionante para eu ver o desenvolvimento do que estávamos prestes a fazer, e pude ver o momento em que isso aconteceu, quando realmente lhe atingiu que estávamos prestes a transar. Ela abriu os olhos de novo, e seu olhar foi para meus lábios e estava mais suave, acalmando momentaneamente esse frenesi. Ela passou as mãos no meu peito e segurou meu pescoço, sussurrando, "Oi."

Esse olhar, essa ternura em seus olhos, me fez perceber pela primeira vez o que estava acontecendo comigo: eu estava apaixonado.

"Oi." Murmurei, inclinando-me para beijá-la.

Foi um alívio tão grande que arrancou o ar dos meus pulmões, e aprofundei o beijo, perguntando se ela podia sentir pelo meu toque que eu tinha acabado de dar um nome para o que estávamos fazendo –fazendo amor –ou se ela simplesmente saboreava seu sexo na minha língua, e não entendia que todo o meu mundo tinha apenas acabado de girar livre de sua órbita programada.

Parei o beijo, mas empurrei meu quadril para frente, dolorido para sentir a suavidade de seu corpo totalmente pressionado ao meu, só queria ficar dentro dela e profundamente.

Porra.

Bom, quente, puuuta merda.

Ela olhou para mim quando fui mais profundo, mas não parecia capaz de ver meu rosto.

Seus olhos estavam vidrados, sobrecarregados e minúsculos suspiros acompanhavam cada inspiração dela.

Uma pontada de dor passou por seu rosto. Tinha apenas entrado alguns centímetros, e era apertado, mas era bom pra caralho.

Ouvi minha própria voz sair, mas parecia distante: "Abra-se para mim, Ameixinha. Mexa-se comigo."

Bella relaxou, levantando as pernas na minha cintura, então deslizei mais fundo, e nós dois soltamos um gemido tenso. Ela deu uma rebolada experimental com seus quadris, puxando-me totalmente para dentro, e a sensação de suas coxas quentes pressionando meu quadril me fez soltar um grunhido alto.

"Não consigo acreditar que estamos fazendo isso." Ela sussurrou, acalmando abaixo de mim.

"Eu sei." Beijei sua mandíbula, sua bochecha, o canto dos seus lábios.

Ela balançou a cabeça, empurrando inconscientemente, me dizendo com seu corpo que ela precisava que eu me movesse.

Eu me afastei, iniciando um ritmo fácil, perdido na sensação do seu calor. Peguei meu ritmo, chupando violentamente em seu pescoço, aumentando a velocidade quente e, em seguida, lentamente e, eventualmente, parando, beijando-a profundamente, saboreando o caminho de suas mãos explorando minhas costas, minha bunda, meus braços, meu rosto.

"Você está bem?" Perguntei, mexendo-me –mas lentamente –de novo. "Não está muito dolorido?"

"Estou bem." Ela sussurrou, virando-se em minha mão quando varri alguns fios de cabelo úmidos da sua testa.

"Você parece tão fodidamente perfeita embaixo de mim."

Queria construir a necessidade nela, fazê-la explodir como uma bomba quando finalmente gozasse comigo dentro dela assim. Ela começava a tremer quando acelerava, mas resmungava em frustração quando desacelerava novamente. Mas eu sabia que ela confiava em mim, e queria lhe mostrar o quão bom poderia ser se não houvesse pressa, sem necessidade de fazer nada, além disso por horas e horas.

Beijei-a, chupei sua língua, roubei cada um de seus sons em minha boca, engolindo-os como um maldito bastardo ganancioso. Amava os seus sons roucos, quantas vezes ela disse por favor, o quanto me deixava guiar o que estávamos fazendo. A realidade dela, suada e flexível debaixo de mim, corroeu minha calma e mudei de preguiçoso para golpes rápidos, famintos. Ela respondeu com movimentos espelhados de seus quadris, arqueando-se contra mim, e sabia que desta vez ela estava perto e eu não conseguiria parar ou diminuir.

"A sensação é boa?" Rosnei, pressionando meu rosto em seu pescoço.

Ela assentiu com a cabeça, incapaz de responder, com as mãos segurando minha bunda e as unhas cavando fortemente em minha carne. Puxei sua perna para cima, empurrando seu joelho para seu peito e avançando, transando com ela o mais rápido e duro e perto de seu corpo que pude.

Foi selvagem, inacreditável, explosivo a forma como seu orgasmo construído sob sua pele primeiramente com um rubor, e, em seguida, um aperto de seus músculos até que estava tremendo e suando e implorando com palavras ininteligíveis abaixo de mim, preparando-se para gozar.

"Isso." Sussurrei, lutando para segurar minha própria libertação ao mesmo tempo em que ansiava para baixo em minha barriga. "Porra, Ameixinha, você está quase lá..."

Vi seus olhos fecharem com força, a boca aberta, e seu corpo arquear para fora da cama, enquanto gritava no clímax. Com isso, movi, dando-lhe cada segundo de prazer que fosse possível tirar de seu corpo.

Seus braços caíram, pesados, e me apoiei em minhas mãos, olhando para baixo onde metia nela, sentindo seus olhos no meu rosto.

"Edward." Ela suspirou e ouvi a alegria lânguida em sua voz. "Meu Deus."

"Porra, é tão bom. Você está tão molhada."

Ela estendeu a mão, deslizando o dedo na minha boca para que pudesse provar seu sabor. Coloquei uma mão entre nós, esfregando seu clitóris, sabendo que ficaria dolorida em breve, mas necessitando senti-la gozar em mim mais uma vez.

Depois de apenas alguns minutos, ela se arqueou, balançando os quadris mais rápidos comigo. "Edward... Eu..."

"Shh." Sussurrei, vendo minha mão movendo sobre ela, meu pau entrando e saindo. "Dê-me mais um."

Fechei meus olhos, minha mente mergulhada em pura sensação: as suas coxas tremendo toda na minha cintura, o aperto rítmico de sua boceta quando gozou novamente com um grito rouco de surpresa. Cortei a última corrente do meu autocontrole, batendo mais e mais forte, prolongando seu orgasmo com o polegar pressionado em seu clitóris. A cabeça de Bella estava jogada para trás no travesseiro, as mãos na minha bunda, me puxando para frente, enquanto ela balançava-se em mim. Seus olhos estavam bem fechados, seus lábios entreabertos, e ao redor de sua cabeça, seu cabelo estava uma bagunça selvagem em seu travesseiro. Nunca tinha visto nada mais bonito na minha vida.

Ela arrastou as unhas nas minhas costas, olhando meu rosto, fascinada. A sensação era demais: seu toque áspero, o corpo mole por baixo, e seu exame com os olhos arregalados, fascinados.

"Diga-me que é bom." Sussurrou; os lábios inchados e molhados, o rosto corado, o cabelo emaranhado com suor.

"Muito bom." Assobiei. "Não posso... não consigo pensar direito porra."

Suas unhas entraram em minha pele, em um beliscão rude e em um piscar de olhos sabia que com a dor de suas unhas e o doce prazer do seu corpo molhado e me apertando, eu não iria durar. Prazer inundava minhas veias, quente e frenético.

"Mais forte." Implorei.

Ela enrolou em mim, mordendo do meu ombro até o meu peito. "Goze." Ela suspirou, arrastando as unhas possessivamente pelas minhas costas. "Quero sentir você gozar."

Foi como se eu estivesse conectado a uma tomada, cada centímetro da minha pele viva e cheia de calor. Fiquei olhando para ela: seios movendo-se com a força dos meus impulsos, a pele suada e perfeita, marcas de mordidas vermelhas dos meus dentes raivosos em todo o pescoço, ombros e mandíbulas. Mas quando olhei para cima e encontrei seus olhos, enlouqueci. Ela estava olhando para mim e era ela –Bella, essa garota que via todas as manhãs e me apaixonava um pouco mais cada vez que ela abria sua boca.

Foi tão fodidamente real. Com um grito desabei sobre ela, resistindo descontroladamente e inundado com um prazer tão intenso que mal percebi o calor de seus braços em volta dos meus ombros, à pressão do seu beijo no meu pescoço quando parei em cima dela, ou a maneira como sussurrou, "Fique em cima de mim assim para sempre."

"Nunca pare de ser tão aberta." Murmurei, direcionando meu olhar para o seu rosto. "Não deixe de pedir o que quer."

"Pode deixar." Ela sussurrou. "Eu tenho você hoje à noite, não tenho?"

E assim que, simplesmente, fui reivindicado.


Então meninas, gostaram?

Eu particularmente amei este capítulo! Esse Edward hot e apaixonado é simplismente demais!

Beijos, até o próximo capítulo.