Charlie & Eu
Capitulo 11 – Oh Charlie
hello how are?
Bom galerinha do barulho, esse foi o capitulo mais difícil que escrevi e acho que o mais longo também. Quero pedir desculpas por não ter postado no meio da semana como eu sempre faço, mais é que eu realmente travei um pouco com essa cena. Mais para compensar o capitulo está grande. Desde já vou avisar que não sei escrever essas cenas calientes. Mais tentei o máximo que pude.
Obrigada pelos reviews eles são muito importantes. Nesse capitulo se quiserem podem escutar uma musica da Adele - SOMEONE LIKE YOU
Boa Leitura!
Planejar um encontro romântico com sua namorada, escondido dela é a coisa mais difícil que existe no mundo. Eu não consigo falar com o John direito, porque ela sempre está por perto, já tentei me esconder mais não deu muito certo, porque o Jason achou que eu realmente estivesse brincando de esconde, esconde. Mais agora me veio a idéia de ir no shopping, lá eu poderia fala abertamente com o meu melhor amigo sobre a minha noite com a Di. Mais eis que surge o problema, eu não faço idéia de pra que lado fique esse bendito shopping, logo ia precisar de ajuda. Pensei em chamar minha sogra, mais eu ia ter que contar o que pretendo fazer com a filha dela no ano novo. Não mesmo. O Gabriel nem pensar. Então só sobra o Jason. A ele eu podia até falar mais só por auto, que tenho certeza vai entender.
- Ei garoto - falo sussurrando, ele esta sentado na varanda estudando
- Porque você está sussurrando?
- Porque a Di não pode escutar e eu preciso da sua ajuda
- Ok, o que posso fazer por sua senhoria?
- Podemos ir no shopping? Ela realmente não pode escutar
- Claro... Vou me trocar e já desço
- Vou avisar sua irmã
Fui pro quarto da Di, ela estava "arrumando a mala" pois de Nova York nós iríamos direto pra Los Angeles. Fiquei observando ela que estava encarando a mala e coçando a cabeça.
Como se estivesse esquecendo de algo. Ela estava completamente perdida a mala não tinha uma roupa dobrada, estavam todas feito bolo. Depois de um tempo encarando a bagunça que fizera ela notou minha presença e sorriu.
- Hey estranha
- Estranha é você que não sabe organizar uma mala.
- Ei isso aqui ta difícil viu. Esta achando que é fácil arrumar tudo isso sozinha? - ela falou tentando parecer brava, mais tinha um sorriso malicioso nos lábios - bem que você podia me ajudar... Ai quem sabe depois nós podemos testar as molas da cama.
- Eu adoraria Charlie, mais combinei de sair com o outro Agron - quando eu falei isso ela estancou no meio do quarto com a sobrancelha erguida.
- Pra onde vão? - eu reviro meus olhos e vou na sua direção, pego meu dedo indicador e abaixo a sobrancelha dela.
- No shopping, eu vou comprar uns presentes para seus pais
- Então eu também vou, aproveito e compro um para os seus...
- NÃO - essa parte eu praticamente cuspi na cara dela
- E porque não Lea Michele Sarfati? Vai fazer alguma coisa que não quer que eu saiba?
- Não amor, é que... Eu estava... Na verdade...
- Desembucha mulher
-
- Certo, agora volta a fita e repete porque eu não entendi nada.
- Eu quero comprar um para você também, entendeu ou ta difícil? - falei me jogando sentada na cama, ela sorriu e se aproximou de mim
- Hey estranha
- Pensei que já tínhamos passado por esse dialogo
- A fita voltou Lea, estou recomeçando nossa conversa - tem como não se apaixonar por esse Charlie safado?
- Ok! Mais a estranha aqui é você que não sabe nem arrumar uma mala - ela ia falar mais ergui a mão pedindo pra ficar calada - e eu até poderia te ajudar, mais tenho um compromisso agora
- Esta bem, eu não vou perguntar com quem e nem pra onde vai. Só espero que se divirta, fazendo o que for fazer.
Antes de sair do quarto, dei um beijo rápido nela, e quando estava me separando ela me puxou de volta pra ela, simplesmente aprofundando o beijo sem pedir permissão. Soltei um gemido e me agarrei nos seus cabelos. As mãos dela foram pra minha cintura, me puxando mais pra perto, como se isso fosse possível. Nossas línguas, dançavam sensualmente e numa sincronia perfeita. Eu comecei a andar na direção da cama, ela sem se separar de mim jogou a mala nada organizada no chão se sentando na cama e me fazendo sentar no seu colo com uma perna em cada lado do seu quadril, suas mãos que estavam nas minhas costas por baixo da minha blusa foram para as minha coxas, subindo lentamente até entrar em baixo da minha saia chegando a barra da minha calcinha, com isso eu me separei da sua boca e soltei um gemido mudo e arqueei as costas. As coisas estavam cada vez mais quentes e se agente continuar assim, os meus planos para o reveillon não vão dar certo. Então comecei a suplicar mentalmente que o telefone tocasse, porque se isso não acontecer eu não vou conseguir me separar dela. Mais eu acho que pedi de, mais, porque o telefone não tocou, mais alguém entrou numa crise de tossi danada atrás de nós.
- Cof...Cof... Desculpa a porta estava aberta, eu não queria atrapalhar - pra nossa sorte era o Jason. É incrível ele sempre sabe a hora errada de aparecer, menos nesse caso né?
- Tudo bem, eu e a Dianna só estávamos... - olhei pra Di e ela completou
- Arrumando a mala - detalhe a mala estava jogada no chão, mais bagunçada do que antes.
- É deu pra perceber - ele falou com um sorriso maroto, nos duas coramos na hora.
- Ok! Vamos? - falei mudando de assunto
- Vamos
Dei um ultimo selinho nela saímos em direção ao shopping mais próximo. Eu precisava falar com o John sem me preocupar da Dianna escutar. Nos conversamos por mais ou menos uma hora, ele falou que o apartamento já está limpo e cheiroso, e também ja encomendou o que eu mandei. Eu quero que a nossa primeira vez seja inesquecível. Estava tudo pronto por lá mais eu teria que dar uma verificada antes pra ver se faltava alguma coisa. O John vai viajar pro Brasil hoje com o bofe escândalo dele, que não me revelou o nome. Não questionei muito, porque eu já tinha muita coisa na cabeça. Mais não pense ele que eu vou deixar isso passar despercebido.
O Jason foi um amor, ele foi meu motorista, segurança e até fotografo, quando uns fãs vieram pedir autografo. Comprei presentes pra família Agron. Para Mary foi um conjunto de toalhas bordada com linha cintilante. Para o Gabriel foi uma réplica do navio de Perl Rarbor, onde os aviões da Força Aérea pousavam na guerra. O Jason não queria presente, mais foi só ele bobiar que eu comprei um óculos Ray Ban banhado a ouro. Ele quando viu parecia uma criança, saiu pulando de felicidade. Por ultimo o presente da minha lady... Quer dizer os presentes, um pra ela que é um anel lindo muito parecido com o que ela me deu. Pro Charlie foi uma aviãozinho miniatura pra coleção dela e outro pra nós três, que eu pretendo usar amanhã, depois que eu der o anel pra ela.
Depois de duas horas e meia nós voltamos pra casa. Dianna finalmente conseguiu fechar a mala dela com a ajuda da mãe. Entreguei os presentes a todos e no fim da tarde os Agron foram nos deixar no aeroporto. A viajem foi tranqüila, nos conversamos bastante e cochilamos um pouco. Quando pousamos e Nova York, pude sentir o ar úmido e refrescante. Aqui nessa época é maravilhoso. Olhei pra Di e ela já estava com o nariz vermelhinho. Não agüentei e dei um beijinho na ponta do nariz.
Meu pai foi nos buscar, a Dianna ficou um pouco tímida, porque eu falei que eles tinham descoberto sobre o Charlie. Mais logo o meu pai deu um abraço caloroso nela e disse que estava tudo bem. Depois disso o semblante dela mudou completamente, parecia que tinha tirado um peso das costas.
Quando chegamos em casa minha mãe já estava com o jantar na mesa nos esperando.
- Isso ta com um cheiro ótimo mãe - falei dando um beijo na sua bochecha e sentando ao lado do meu pai e de frente pra Dianna
- Esta mesmo, o que é? - Di perguntou se esticando pra ver dentro da panela que estava em cima da mesa.
- É macarrão espaguete com camarão no alho e no olho.
O jantar estava uma delicia, nos comemos, conversamos e brincamos. Quando fomos para a sala, os meus pais se sentaram naquele velho sofá de interrogatório, ai eu já sabia que vinha bronca.
- Quais são suas verdadeiras intenções com a nossa filha Charlie? - meu pai me surpreendeu fazendo essa pergunta.
- As minha intenções coma sua filha são as melhores possíveis. Desde já eu peço desculpas por ter escondido que eu era o Charlie. Talvez eu não estivesse pronta pra assumir pra vocês.
- E o que te fez mudar de idéia em seis dias? - ela sorriu para eles dois que até então estavam sérios, mais retribuíram o sorriso.
- Foi essa linda mulher aqui do meu lado - ela olhou pra mim entrelaçando nossos dedos - ela me fez mudar de idéia com relação a muitas coisas.
- Então vocês estão namorando? - meu pai continuou o interrogatório, minha mãe estava calada, e eu estava começando a ficar com receio de talvez ela ser contra.
- Na verdade eu também vim pra Nova York por isso - nessa hora olhei pra ela mais rápido que uma estrela cadente passa no céu - eu queria pedir a permissão de vocês, Mark e Edith, pra namorar a filha de vocês. Eu sei que estou longe de ser o genro que qualquer pai quer ter. Mais eu posso fazer a Lea feliz... E eu quero fazer isso. Nem que eu tenha que deixar ela livre e sem tela perto de mim. Porque ela estando feliz eu estou feliz.
Meus olhos estavam cheios de lágrimas e o meu pai ficou sem mais perguntas depois dessa. Minha mãe não falou nada, apenas se levantou e veio na nossa direção, parou em frente a Dianna e pediu pra ela levantar. Quando ela o fez minha mãe deu um abraço forte na Di sussurrando alguma coisa que eu não entendi o que era, mais deveriam ser coisas boas porque elas estavam rindo. Pelo canto dos olhos eu pude ver meu pai enxugando umas lágrimas com a manga da camisa. Fui até ele e o abracei também. Depois ele abraçou a Di dizendo um bem vinda a família e eu abracei minha mãe agradecendo. Continuamos conversando por mais um tempo, mais eu estava tão cansada de tanto andar no shopping com o Jason que me despedi dos três e fui me deitar. Não muito depois quando eu já estava pegando no sono, senti os braços da Dianna me rodearem e sua cabeça descansar no meu pescoço, me deu um beijo na têmpora esquerda. Eu sorri e me aninhei mais ao seu corpo.
- Tenha bons sonhos amor - ela sussurrou no meu ouvido
- Pode apostar que vou ter - e como vou ter, você que me aguarde Dianna Agron, amanhã a noite é nossa.
No dia seguinte me acordei sedo, pois tinha que ir no apartamento do John olhar como estavam as coisas por lá, me levantei fazendo o mínimo de barulho possível pra não acordá-la, peguei minha roupa e abri a porta, mais ela rangeu um pouco fazendo a loira na minha cama abrir os olhos.
- Onde Vai?
- Vou beber água...continua dormindo que eu já volto - fui até ela e dei um selinho, sai do quarto e ela voltou a dormir.
Eu odeio mentir, ainda mais pra ela, mais é por um bom motivo. Me arrumei e desci, beijei meus pais e peguei uma torrada que tinha acabado de sair da torradeira. Pedi o carro do meu pai emprestado e fui para a casa do John. As chaves ele deixou com o porteiro que já me conhecia. No apartamento estava tudo maravilho, nessa vida eu agradeço tanto por ter um amigo gay. Ele deixou tudo pronto, com direito a flores e tudo. Fiz mais alguns ajustes na decoração, fui ao mercado próximo comprar mais algumas coisas pra fazer o jantar, que eu mesma fiz questão de preparar. Distribui velas por todo o lugar e voltei pra casa orgulhosa de mim mesma. Tudo que fiz demorou uma três horas. Quando voltei, os três já tinham almoçado e estavam conversando, minha mãe lavava a louça e a Di secava. Meu pai assistia um noticiário de esportes. Entrei na cozinha e os três me encararam.
- Então já bebeu água? - senhoras e senhores essa foi a minha namorada
- Sim - olhei para os meus pais e eles estavam segurando o riso.
- Mais foi onde exatamente, na empresa que faz a distribuição de água ou foi direto na fonte? - ela estava séria e com as sobrancelhas erguidas batendo o pé no chão, igualzinho a Rachel Berry.
- Fui beber água no meu copo de estrela que esqueci na casa so John - falei dando um beijo na minha mãe e outro no meu pai indo na direção da Di.
- Pensei que ele tivesse viajado pro Brasil
- Ele foi, mais pediu pra eu ver se a faxineira que ele contratou deixou tudo em ordem.
- Ok! - ela falou fazendo bico
- Ai minha nossa senhora do chá de camomila - disse o que ela costuma dizer quando eu faço bico. Por fim a cozinha caiu na gargalhada.
- Você fica linda com ciúmes minha Rachel Berry particular.
- Eu não estou com ciúmes... Estou? - perguntou aos meus pais.
- Não imagina - falaram ao mesmo tempo e mais uma vez gargalhamos.
O resto do dia passou voando. Já eram sete da noite e eu estava me arrumando no meu quarto. O plano estava começando a entrar em ação. A Dianna foi se arrumar no quarto de hospedes, assim nos iríamos mais rápido. Meu pai coitado já estava pronto no andar de baixo nos apressando de cinco em cinco minutos. Mais também, nós éramos três mulheres super vaidosas pra ficar pronta em uma hora. Me olhei no espelho e gostei o que vi. Estava usando um vestido branco justo, com detalhes bordados de flores vermelhas, um salto alto preto, os cabelos estavam soltos cheios de cachinhos. Por baixo do vestido usava o meu terceiro presente pra Dianna, pra mim e lógico que pro Charlie também. Sai do quarto e a porta do quarto de hospedes estava aberta e não tinha ninguém. Desci as escadas e a encontrei sentada conversando com meu pai. Quando ela me viu se levantou e ficou me olhando como se eu fosse um ser de outro planeta. Ela veio até mim, me deu um selinho e disse.
- Você é a mulher mais linda que eu já vi na vida.
- A recíproca é verdadeira - ela usava um vestido preto colado no corpo uma sapatilha também preta, e o cabelo estava liso e solto a franja caída para o lado.
- Vamos? Minha mãe apareceu na escada nos chamando. Fomos os quatro pro carro do meu pai e partimos em direção a Times Square. Nos gostávamos de ficar no meio da multidão é mais emocionante. Mais depois sempre íamos para a casa de algum amigo. Quando chegamos a avenida já estava lotada, não tinha espaço pra quase nada. Tenho certeza que se eu tirar meu pé do chão não vou ter mais onde colocar de volta. Graças a Deus ninguém nos reconheceu. Depois de uns quarenta minutos a contagem regressiva começou. Eu corri pro lado da Di e minha mãe para meu pai.
10,09,08...
Olhei pra Dianna no fundo dos olhos e vi um brilho que eu nunca tinha visto antes
07,06,05...
Me virei de frente pra ela colando meu corpo no seu, ela passou a mão direita no meu rosto, automaticamente fechei os olhos.
04,03...
Ela roçou seus lábios nos meus, mais quando fui beija - lá ela se afastou com aquele sorriso charmoso que eu tanto amo, então aconteceu.
02,01 Happy New Year
Ela selou nossos lábios, em um beijo doce e sensual, suas mãos me puxaram pela cintura mais pra perto e as minhas se enroscaram nos seus cabelos. Nossas línguas não brigaram dessa vez, só se encontraram em uma doce degustação de bocas. Só nos separamos quando o ar realmente fez falta. Nos olhamos por um segundo sorrindo então a abracei forte sussurrando no seu ouvido.
- Faz amor comigo
Não foi uma pergunta nem um pedido. Foi apenas uma certeza que eu tinha e ela também. Dianna concordou com a cabeça. A peguei pela mão e fomos nos despedir dos meus pais. Eles iam para uma festa na casa de uns amigos nossos, então não sentiriam muito a nossa falta. Como o apartamento do Jonathan é a duas quadras de onde estávamos, nos fomos caminhando abraçadas. Ela tinha o braço esquerdo no meu ombro e os dedos da minha mão esquerda estavam entrelaçados com os dedos da mão dela. Quando chegamos em frente ao prédio ela me parou.
- Onde estamos?
- Na fonte - falei a puxando pra dentro. No elevador nos encostamos em paredes opostas, nos encarando com sorrisos bobos no rosto. Abri a porta e pedi pra que ela fechar os olhos, a conduzi até o meio da sala e mandei abrir. O lugar estava todo escuro apenas sendo iluminado por pequenas velas aromáticas, o sofá cama estava com um edredom de veludo branco, tinham flores vermelhas espalhadas por todo o ambiente, a mesa de centro estava com a nossa primeira refeição do ano, era Sushi e sashimi. Também tinha saque. Tocava uma musica baixinha no ambiente, foi uma seleção bem apropriada para o momento. Ela percorreu o lugar com os olhos e parou em mim.
- Eu queria que tudo ficasse perfeito, por isso escolhi um lugar tão longe pra beber água.
- Esta tudo perfeito Lea, melhor impossível.
Estendi minha mão pra ela que aceitou na hora. Nos sentamos no chão mesmo, uma bem juntinha da outra. Ela me deu um beijo calmo, e sensual.
- Vamos comer?
O nosso jantar foi cheio de carinho e amor, colocamos comida uma na boca da outra. Uma hora eu me atrapalhei com os palitinhos e derrubei a comida em cima dela, que não agüentou e começou a rir. O sushi estava divino, o saque estava saboroso mais não bebi mais que um copo. Namoramos um pouco, até as coisa começarem a esquentar. Dianna começou a distribuir beijinhos no meu pescoço subindo para o lóbulo da minha orelha, minha respiração já estava ficando desregular. Com a mão direita, ela tirava os cabelos que cobria a minha orelha esquerda. Não pude conter um gemido baixinho que saiu sem minha permissão e nem o arrepio involuntário. Ela sorriu maliciosa, enquanto eu deixava minha cabeça cair para o sue lado.
- Lembra que eu disse que ia comprar os presentes para os Agron?
- Hum, hum... - respondeu sem parar a caricia
- Eu... Eu comprei três para um Agron em particular - ela parou e me olhou. Bingo consegui sua atenção
- E quem seria esse Agron em particular?
- Depende muito, porque as vezes é ama doce menina, mais outras vezes ela assume um papel de um garotão, charmoso. Qual dos dois você é hoje?
- Eu posso ser o que você quiser - ela sorriu e eu puxei a minha bolsa que estava jogada do lado do sofá cama, peguei uma caixinha de veludo e abri diante os seus olhos.
- Não acho justo só eu ter direito a usar o símbolo do nosso amor - tirei o anel e peguei sua mão - eu não tenho metade das palavras românticas que você tem, mais eu tenho o meu amor e a paixão - deslizei o anel no seu dedo anelar da mão direita - eu te amo Dianna Agron... E quero que me faça sua mulher.
Eu me levantei do chão e parei de frente para ela, levei minhas mãos para o zíper do meu vestido, o movendo para baixo e deixando ele escorregar até o chão, revelando o meu terceiro presente para ela. Era uma lingerie vermelha com sinta liga que ia até o meio das minhas coxas. Ela me olhou de cima a baixo com a respiração já ofegante e lambeu os lábios voltando a me olhar nos olhos. Nesse momento pude ver seus olhos se dilatando. Ela se levantou e parou bem próxima a mim sem me tocar.
Musica Someone Like you
- Pode me tocar se quiser - falei com a voz tremula então ela acariciou o meu rosto com a mão direita e desceu pelo pescoço até chegar no meu colo. Fechei meus olhos com a sensação de prazer e ela fechou o espaço que existia entre nós. Fomos caminhando até o sofá cama, eu me deitei e ela ficou no meio das minhas pernas. Percorreu a sua língua nos meus lábios, de um modo muito sensual, esperando que eu os abrisse para sua passagem. Quando eu abri ela passou seu braço na minha cintura me puxando mais pra perto. O beijo ficava cada vez mais intenso mais sem deixar de ser delicado. Nossas bocas deixaram escapar gemidos mudos.
Afastei-me um pouco e desfiz o laço do vestido dela. Que me pegou pela cintura, levando meu corpo de encontro ao seu. Enquanto começava a percorrer meu pescoço, dando pequenos beijos molhados até chegar no meu ombro e morde-lo, provocando outro gemido em mim.
As mãos de Dianna subiam desde as minhas pernas percorrendo a minha silhueta, fazendo a umidade entre as minhas pernas aumentar. Procurei sua boca outra vez, mordendo seu lábio inferior a fazendo gemer. Como resposta ela colocou uma das mãos na minha coxa, apertando contra seu corpo e começando aos poucos um roçar do seu centro contra o meu.
Tentei tirar seu vestido em vão. Eu estava só de lingerie e ela toda vestida, isso não era justo.
- Tira... Isso - sussurrei no seu ouvido com a voz. Ela se ajoelhou no meio das minhas pernas e tirou o vestido com a minha ajuda, deixando seus seios a mostra. Parou um pouco e me observou com o sorriso mais lindo do mundo. Então se inclinou me beijando com paixão. Nossas línguas dançavam freneticamente em nossas bocas, provocando gemidos em ambas. O movimento de vai e vem cada vez mais freqüentes. Abandonei sua boca pra respirar e busquei seu pescoço, mordendo e chupando, isso a deixava louca, porque soltou o primeiro gemido alto. O que me fez ficar com uma sensação gostosa.
- Hummm Leaa - jogou a cabeça pra trás com os olhos fechados. Aproveitei e passei minhas pernas pelo seu quadril, puxando o seu centro mais contra o meu. Deslizando as pontas dos dedos por suas costas nuas. O que a fez estremecer. Ela começou a lamber meu pescoço e foi descendo até meus seios que ainda estavam cobertos. Suas mãos que estavam acariciando minhas pernas subiram até o fecho do meu sutiã e abriu revelando meus seios. Ela lambeu os lábios e com a ponta dos dedos acariciou ao redor dos mamilos, fazendo minha respiração ficar mais irregular. Ela se inclinou e seu um selinho nos meus lábios sem aprofundar e foi descendo para o meu queixo, depois o vale dos meus seios e beijou com vontade cada um dos mamilos, os chupando, fazendo eu me arrepiar toda e eles ficarem enrijecidos. Desceu para o meu abdome, passando sua língua no meu umbigo e descendo cada vez mais até chegar a barra da calcinha.
- Dii... Por... Por favor - eu já não agüentava mais, se ela continuasse com a tortura eu ia gozar ainda vestida. Ela sorriu e roçou a ponta da língua no meu sexo por cima da calcinha.
- Droga Di... - levantei meu quadril, buscando mais contato. Então ela voltou a subir pelo meu corpo e abocanhou o meu seio esquerdo, que estava completamente rígido. Com a ponta dos dentes, mordeu sem força alguma o mamilo, só pra judiar. Dianna apoiou seu joelho no meu centro sentindo a minha umidade através da calcinha e isso a fez tremer. Nossos corpos começaram a se mover cada vez mais rápido e em sintonia. Eu lambi o seu mamilo e ela intensificou o movimento do seu joelho.
- Leaa... O Deus - ela subiu um pouco mais o corpo, roçando seu sexo na minha coxa. Provocou a minha entrada com o joelho e eu arqueei as costas tentando intensificar. Senti a umidade dela sobre a minha pele e fiquei mais excitada, gemendo alto e ela aproveitou e invadiu minha boca com sua língua feroz. Voltou a descer pelo meu corpo distribuindo beijos molhados pela minha pele suada, e com as mãos no meu quadril começou a puxar minha calcinha para baixo. Quando se desfez dela, me olhou de cima a baixo e mordeu o lábio inferior. Ela estava tão linda, suada e com a respiração tão ofegante quanto a minha. Pegou o meu pé direito e começou a beijar cada dedo dele, foi descendo pela panturrilha, joelho, coxa e subiu para a minha boca. Mais sua mão subiu até chegar no meu sexo. Seus dedos escorregaram. Com facilidade pelo meu clitóris, me levando a loucura.
- Humm... Você está tão molhada - falou com a voz rouca
- Você está me deixando louca - disse com os olhos fechados.
Ela começou a fazer pequenos círculos no meu clitóris, e meu quadril buscava cada vez mais o toque. Ela deu um beijinho na ponta do meu nariz e me penetrou com dois dedos.
- Tudo bem?
- Hum, hum... - respondi apenas isso, ela começou a fazer os movimentos de vai e vem, bem de vagar, girando os dedos dentro de mim, me proporcionando um prazer ainda maior.
- Mais... Rápido
Ela obedeceu e fazia cada vez mais rápido, eu tentei acompanhar mais estava em êxtase.
- Eu vou... - comecei a falar mais um gemido passou na frente. Abri os olhos e ela me olhava com um sorriso travesso nos olhos, que estavam cheios de luxuria. Então colocou o terceiro dedo, me fazendo fechar os olhos mais uma vez. Meu corpo começou a tremer com as emoções do prazer que ela estava me proporcionando.
- Oh Charlie - falei antes de explodir em um intenso orgasmo. Meu quadril parou de se movimentar e os dedos da Di também, mais continuava os sentindo dentro de mim. Ficamos assim por uns minutos, acalmando nossas respirações. Ela retirou os dedos levando até a boca e chupando todo o meu gozo. Aquilo me deixou maravilhada. Ela estava com a franja colada na testa de tanto suor.
- Eu gostei do primeiro presente, amei o segundo e adorei o sabor do terceiro - falou quando terminou de lamber os dedos. Eu a olhei com malicia e sem falar nada me impulsionei ficando por cima dela. Beijei sua boca com fome e fui pro pescoço, mordi e chupei um pouco abaixo da orelha, tenho certeza que vai ficar marcado. Ela desceu suas mãos até minha bunda apertando contra seu corpo. Tirei elas e prendi a cima da cabeça dela. Pedi para que as deixasse assim e ela o fez, fui descendo pelo seu corpo com minha língua deixando o rastro de fogo. Estacionei no abdome dela, a fazendo gemer e depois dando um leve beijo em cima. Com minha boca fui até a tatuagem que ela tem um pouco abaixo do seio esquerdo em cima das suas costelas. A tatoo é um trecho da musica Mary Litlle Lamb. Beijei cada uma das palavras e cada uma das costelas. Ela arqueava o quadril que roçava de leve no meu joelho. Quando terminei com as costelas fui descendo pelo seu lado esquerdo até chegar na barra da calcinha, mordi de leve e comecei a retirar com a boca mesmo. Minhas mãos estavam um pouco ocupadas segurando as mãos dela que não agüentaram ficar quietas. Terminei de tirar e vi o quão úmida ela estava. Lambi meus lábios e ela fechou os olhos com força, como se soubesse o que vem a seguir. Voltei a subir pelo seu corpo e me sentei no seu quadril de uma forma que os nossos sexos se conectaram. Nós duas gememos alto ao mesmo tempo. Sentindo como estávamos molhadas e escorregadias. Olhei pra ela que continuava apertando os olhos e mordendo os lábios. Fechei os meus e me entreguei ao prazer novamente, começando a rebolar num ritmo lento e gostoso ao mesmo tempo. A Di se contorcia em baixo de mim e gemia cada vez mais alto.
- Mais... Mais rápido - ela implorou com a voz extremamente sexy e falha. Suas mãos estavam presas nas minhas então as coloquei em cima da cabeça dela e intensifiquei o vai e vem do meu quadrio. Cada vez que eu ia de encontro a ela vinha com o dela com toda força, aumentando a preção. Nossos sexos em momento algum se separaram, cheguei a sentir seu clitóris dentro de mim e tenho certeza que o meu também entrou nela, pois senti uma espécie de parede se fechando ao redor dele.
- Vai... Vai... - quando senti que já estávamos perto do prazer, não agüentei e soltei as suas mãos que imediatamente, correram para as minhas coxas me puxando de encontro com seu corpo. Ela se sentou e nossos corpos suados, literalmente colaram um no outro nunca parando de se moverem agilmente. Nossos olhos se encontraram por uma fração de segundos e tivemos um orgasmo alucinante simultaneamente. Nos paramos de nos movimentar. Ficamos abraçadas, suadas e saciadas... Pelo menos pelos próximos cinco minutos.
Ela me olhou depois de um tempo e sorriu docemente. Eu passei a mão na sua testa para tirar o suor e beijei ali mesmo.
- Oi - ela disse
- Oi linda
- Como está se sentindo?
- Incrivelmente satisfeita
- Isso é ótimo
- Mais está dois a um - falei me referindo ao numero de vezes que chegamos ao ápice
- Não sei se agüento mais uma rodada dessas
Nem se eu fizer isso? - deslizei minha mão entre nossos corpos, chegando até o seu clitóris que estava latejando.
- Humm
- Foi o que eu pensei - falei apos ter escutado ela gemer. Deitei seu corpo na cama e depositei um doce beijo nos seus lábios. Minha mão estava passeando por toda a extremidade do seu sexo molhado.
- Isso é tão interessante - falei olhando o que minha mão fazia. Eu nunca tinha reparado nisso, mais é gostoso sentir o que eu causo nela. Que cada vez mais estava ficando molhada. Estimulei seu clitóris, fazendo movimentos desconexos. Eu estava maravilhada com o que via. Dianna se contorcendo de prazer sobre os meus dedos, e investindo seu sexo contra ele, é tanto que não foi preciso eu fazer pressão para meus dedos entrarem, eles simplesmente entraram sozinhos quando ela mais uma vez investiu seu quadril contra eles. Isso é incrivelmente excitante. A Di é apertadinha e mais molhadinha, do que por fora. Essa sensação de poder é incrível. Comecei a penetrá-la e girar meus dedos dentro do sexo dela, que cada vez gemia mais alto e arqueava de prazer. Acho que posso ter outro orgasmo só de olha-lá assim, totalmente entregue a mim.
- Leaaa... - ela me tirou da bolha que eu fiz com a minha mão, decidi não torturá-la mais, aumentando os movimentos. Coloquei o terceiro dedo e com o polegar estimulei seu clitóris. Comecei a beijar seu abdome sarado de desci até colocar minha boca no lugar do polegar. Ela gemeu mais alto ainda e gozou na minha boca. O gosto era indescritivelmente saboroso. As costas dela atingiram a cama, relaxando e curtindo ao máximo a sensação mais maravilhosa que existe no mundo. Retirei meus dedos quando a respiração dela se acalmou e lambi todo o seu sexo, para limpa-la. Antes de subir minha para a sua boca, depositei um beijo na sua entrada e subi direto para a sua boca. Ela estremeceu ao sentir o próprio gosto na minha língua, assim que elas se encontraram.
- Estamos quites? - ela perguntou sorrindo
- Eu acho que passei na sua frente de novo, só de olhar
você se contorcer.
- Sério? - perguntou arqueando a sobrancelha
- Quem mandou você ser tão gostosa - gargalhei com a cara de surpresa dela
- Ok! Então vamos empatar esse jogo agora mesmo.
Ela falou me jogando de lado e subindo em cima de mim. Passamos o resto da noite de ano novo fazendo amor. Essa história de empatar o jogo nunca dava certo, porque uma sempre passava na frente da outra. Fomos dormir já de manha. Estávamos tão cansadas que deixamos para empatar quando acordássemos com as força renovadas.
O que posso dizer da minha primeira vez com a Dianna...
Inesquecível
Gostaram? Odiaram? Podem falar eu não vou brigar.
rsrsrs. Fiquem a vontade para dizer que ficou uma merda... Ou não né? Apenas falem .
