Declaração:
Stéph's: Eu declaro q o fic tá quase chegando no fim então é... hora de tacar lenha na fogueira! MUAHAHAHAHAHAHAHA!
Policiais e advogados do estúdio: Não tá esquecendo nada não?
Stéph's: Ah, claro... GW não pertence.
Policiais e advogados do estúdio: Não é disso q a gente tá falando.
(Stéph's olha pra cima, e percebe q está na mira de um gundam)
Stéph's: Ahn... Talvez eu devesse desaparecer por uns tempos...
Shinju-hime: Oie! Q bom q vc gostou da historinha do House! Sim, por enquanto eu resolvi deixar a tortura no plano emocional mesmo. Quanto a eu matar o prisioneiro, bom... acho q ninguém desenvolveu nenhum apego emocional com ele, neh? hehehe! A história do Friederich e do Caleb vai se demorar um pouco agora por causa de uma pequena "pedra no caminho" da história. Mas aguarde. Divirta-se com esse cap! Vlw o review, bjos e boas festas!
Anzula: Oie!Sim, acredite, eu não persigo ninguém em particular! Te juro q uma vez eu precisava ferrar alguém pra não diminuir a credibilidade de uma história minha (nenhuma situação é realmente perigosa se todos os personagens dão uma de "cavaleiros Jedi" e escapam sempre inteiros) e eu só falei pra minha mãe: "Diz um número de 1 a 5!" Não lembro pra qual história q foi, mas se eu não me engano ela disse 2 e eu ferrei o Duo. Então tenha paciência comigo... hehehe! Vlw o review, bjos e boas festas!
Jeh Maxwell: Oie! Fiquei feliz q a narração da história tá boa de entender. Se tiver qq coisa confusa, avise! Não sou tão cruel assim, é só a minha maneira de escrever! (vide resposta de review acima). Mas vai dizer q isso tudo não deixa a história mais emocinante? Afinal, vcs nunca sabem do q eu sou capaz, hehehe! Tá, não liga... Vlw o review, boa leitura, boas festas e bjos!
Tati-kamikaze: Oie! Gostou? Vamos fazer a próxima cena então, Trowa interrogando o House sobre práticas indevidas... Caraca, isso seria lindo... Bom, se vc tá curiosa pela falta de resolução dos problemas até agora, tome um calmante antes de ler esse cap, hehehe. Ah, lembre q se vc quiser me matar agora não vai ter ninguém pra postar a continuação. hahahahah! Ah, férias é ótimo. Eu vou aproveitá-las pra terminar um fic q eu tou escrevendo q acho q vai ficar legal (apesar de que vai ficar longo pra cassete). Acho q consigo terminá-lo a tempo. Vamos torcer! Bom, divirta-se então, vlw o review! Boas festas e bjos!
Capítulo 11
10 de dezembro de 214 d.c.
Colônia L1 - delegacia
Era começo da noite quando o mandado para os registros bancários de Jacques Armel foi conseguido. Um dos oficiais entrou na sala que Trowa dividia com outros policiais, trazendo notícias.
- Não encontraram nada sobre Georg Friederich. Nem qualquer outro pagamento significativo.
- Nada?
- Não. Os registros podem ter sido alterados, no entanto. Houveram alguns casos de hackers profissionais que conseguiram, com ajuda de algum funcionário dos bancos, alterar registros como estes.
- Sim, eu entendo.
- De qualquer forma conseguimos o mandado de prisão preventiva de Friederich.
- Eu sei. – Trowa respondeu, enquanto guardava algumas coisas.
Um grupo de investigadores e peritos já se dirigira há poucos minutos para o antigo cativeiro de Hiroshi e agora só restavam a Trowa ir buscar Friederich em seu pequeno templo.
- Vamos escoltar aquele Jacques para o presídio daqui a dez minutos. – disse o policial, já saindo. – O comandante mandou você levá-lo assim que o carro estivesse pronto.
- Tenho um mandado de prisão para Friederich. Peça a outra pessoa. – respondeu Trowa.
- O comandante já mandou duas viaturas. Elas acabaram de sair.
- Ninguém me avisou.
- Eu sei.
De fato, o comandante não estava contente por ver que a investigação só prosseguira com a ajuda de alguém de fora e resolvera que seus homens também deviam mostrar algum serviço. Trowa entendeu o que se passava e sem escolha, ficou esperando o carro que transportaria Jacques.
Viu uma viatura parar em frente à delegacia, seguida por outra que parecia dar cobertura. Um policial trouxe Jacques, algemado e usando um colete à prova de balas. Trowa pensou por um momento que deveria estar usando um também, mas estava com pouco tempo. Queria terminar aquele serviço secundário logo e retornar à investigação. Conduziu Jacques ao seu lado, em direção ao carro. O motorista desceu ao vê-los e abriu a porta de trás. Foi quando o som de dois tiros se fez ouvir e a cabeça de Jacques Armel foi atingida em cheio, espirrando muito sangue.
- Chamem uma ambulância! – gritou o motorista da viatura, já sacando sua arma, enquanto os outros policiais também desciam dos carros. – Oficial ferido!
Trowa olhou para a camisa branca, manchada de sangue. O segundo tiro o atingira e uma dor lancinante lhe indicava que a bala entrara e saíra. Ele estava ali, em pé ainda. Mal podia acreditar naquilo, acontecera tão de repente. Outros policiais insistiram em fazê-lo sentar-se na calçada e foi o que ele fez. Apesar da dor, estava consciente e alerta. O ferimento não poderia ter sido sério.
- Faça compressão! Tá sangrando demais! – gritou uma policial que descera do outro carro.
- Não adianta, não pára!
Policiais partiram em perseguição a um homem encapuzado que correra em outra direção e era provavelmente o atirador e outros ficaram junto com o oficial ferido. Após alguns momentos confusos a ambulância chamada chegou. Paramédicos ajudaram Trowa a levantar-se para que pudesse deitar na maca. Uma tontura forte atingiu o ex-piloto e a idéia de que o ferimento fora mais sério do que pensava lhe ocorreu. A ambulância seguiu a toda velocidade tocando a sirene e ultrapassando os carros que tentavam como podiam sair de seu caminho.
Dia 10 de dezembro de 214 d.c.
Colônia L1 – Hospital Saint Mary
- Friederich vai ser preso esta noite. – Heero falou.
- Friederich não é tão importante, o que precisamos é de informações sobre o tal lugar onde Hiroshi ficou preso. – disse Duo, deitado em sua cama no quarto particular, ainda com uma aparência nada boa.
Tossia com freqüência e continuava com os mesmos sintomas, que eram controlados cada vez com mais dificuldade.
- Trowa falou que já mandaram peritos investigarem o local.
- Cara, ele tá praticamente trabalhando sozinho nesse caso. – reclamou Duo. – Sinto falta do tempo da Preventers, quando nós todos tínhamos liberdade para agir.
Uma enfermeira entrou no quarto e todos se calaram.
- Nossa, senhor Maxwell. O senhor tem mesmo muitos amigos. – ela falou, vendo Quatre, Heero e Wufei ali. Apenas Sally estava ausente, mas chegaria em poucos minutos.
Duas médicas passaram correndo pelo corredor e outra enfermeira entrou no quarto.
- Marta, você sabe onde tem um telefone funcionando? O da traumatologia tá quebrado e eu preciso ligar pro banco de sangue.
- Tenta a radiologia. É o setor mais perto daqui.
A enfermeira saiu correndo e Marta colocou um novo frasco de soro no equipo.
- Ah, essa porcaria não está pingando... – ela reclamou.
- Que agitação. – comentou Quatre.
- Chegou um paciente de emergência. Baleado. Ah, essa colônia está cada vez mais violenta...
- Grave? – perguntou Duo, distraído.
- Bastante. – Martha falou, finalmente arrumando o soro para que tornasse a pingar. – Tivemos três mortes por bala essa semana. Esse chegou com sinais vitais fracos, acho que vai ser o quarto.
A enfermeira disse um 'até logo' desanimado e saiu. Sally entrou apressada, esbarrando nela e pedindo desculpas apressadas.
- Que houve?
- O Trowa levou um tiro! – ela exclamou.
- Como? Era dele que a mulher estava falando?
- Não sei, mas parece que foi sério.
Todos se levantaram. Apenas Duo foi obrigado a ficar no quarto pela enfermeira Martha. Seguiram pelos corredores, Heero na frente. Ele já conhecia o hospital bastante bem e sabia onde era a traumatologia.
Passaram pelo corredor do setor, seguindo o movimento de médicos e o barulho de vozes. Pela janela da porta viram alguém deitado em uma mesa e sendo atendido por várias pessoas.
- Tem um sangramento muito grande aqui, os lobos hepáticos estão praticamente boiando! – disse uma médica, apontando uma tela de ultrassom, onde uma imagem preto e branca aparecia. – Não consigo dizer de onde é.
- Ele vai pra laparotomia exploratória, não tem jeito.
- Se não estabilizarmos ele, não vai agüentar nem a anestesia.
- A pressão está baixa demais.
- Outra ampola de epinefrina!
- Vai causar arritmia!
- Ele tá muito hipotenso, vai acabar parando e não temos tempo de esperar a solução hipertônica fazer efeito agora.
Um enfermeiro saiu de perto da maca para buscar alguma coisa e todos puderam ver que realmente se tratava de Trowa. Entubado e inconsciente.
- Apliquei epinefrina.
- Batimento subindo. Pressão também.
- Ok, avisa a cirurgia que estamos indo.
Os médicos fizeram menção de mover a maca quando um aparelho que apitava constantemente a um ritmo lento simplesmente endoidou e começou a apitar freneticamente.
- Está fibrilando!
- Desfibrilador!
A correria aumentou mais ainda. Pessoas saíram do caminho de um carrinho arrastado por dois homens, enquanto a máquina continuava a apitar, frenética.
- Droga, o que está acontecendo? – perguntou Quatre para Sally.
- Fibrilação... Se não reverterem depressa ele não vai viver...
- Carregue pra 360! – gritou um médico. – Afastem-se!
Do lado de fora, Sally e os outros pilotos apenas observavam. Com o primeiro choque, a máquina silenciou um segundo e recomeçou a apitar, em um ritmo que lembrava um batimento cardíaco normal.
- Temos ritmo. 98 por minuto.
- Ótimo, vamos embora.
As portas foram escancaradas e os médicos passaram com a maca. Uma enfermeira parou para conversar com toda aquela gente parada à porta.
- Conhecidos do paciente?
- Amigos.
- Podem ir para a sala de espera, vou mandar alguém ir falar com vocês.
Enquanto o movimento no hospital Saint Mary continuava, em um pequeno prédio de três andares, na periferia da cidade, policiais invadiam bruscamente arrombando a porta de entrada.
- Limpo! – gritou um, da primeira sala.
Outros correram por tudo e logo prenderam dois homens.
- Do que se trata? – perguntou um senhor de meia idade. – Por que estamos sendo presos?
- Este local foi usado de cativeiro para um rapto. Vocês vão ter de sair enquanto analisamos tudo aqui.
Um oficial chamou o comandante da operação para ver outra sala. Nela, equipamentos caros estavam dispostos, como um microscópio eletrônico.
- Um laboratório completo. O menino disse que tinham injetado alguma coisa nele e depois colhido seu sangue.
- Estavam testando alguma coisa. A perícia vai recolher tudo.
De volta ao hospital Saint Mary, um médico veio falar com os amigos do paciente baleado.
- Antes de tudo, alguém tem o telefone da família dele?
- Eu tenho. – Quatre respondeu, procurando o celular para ver sua agenda.
O médico seguiu para a recepção, fazer a ligação e voltou momentos após.
- Ele está em cirurgia. Vai receber o melhor tratamento possível, mas o estado dele é grave. Devo dizer que não estou muito esperançoso.
- Mas ele tem chance, não?
- Sim, mas não é garantido que sobreviva. A hemorragia severa sugere dano à artérias importantes. Devo preveni-los, pois o pior pode acontecer. Eu diria que as chances dele sobreviver ou morrer são meio a meio.
A noite seguiu lenta e sem notícias por um longo tempo. Quando um homem ainda de gorro cirúrgico esquecido na cabeça entrou na sala, todos se levantaram.
- A cirurgia correu bem, estamos esperando até que os sinais vitais estejam mais estáveis. Ele ainda corre risco de vida, mas diria que está indo bem. A bala fez uma trajetória bastante danosa e só errou o diafragma por centímetros.
Todos respiraram um pouco mais tranqüilos. A primeira etapa já fora vencida, mas o amigo ainda não se recuperara por completo.
- Estamos só nós agora. – Wufei falou. – Duo está doente e continua piorando e agora o Trowa também está internado.
- Eu diria que devemos vigiar o que a polícia faz bem de perto.
Os outros concordaram mesmo sabendo que não seria fácil saber em que pé estava a investigação sem Trowa para informá-los. O ex-piloto do gundam Heavyarms passou a noite toda na UTI e foi acordar apenas no dia seguinte de tarde.
- Você tem noção do risco que correu? – perguntou Quatre, para o amigo que fora finalmente transferido para seu próprio quarto. – Você não deveria usar um colete a prova de balas nas transferências de presos?
- Deveria. – Trowa respondeu, sem se alterar.
- Você quase morreu. – falou Sally. – Não sei se algum médico falou com você ainda.
- Disseram que eu fui operado e recebi transfusão, só isso.
- Só isso? Você teve uma parada! – Quatre reclamou.
- Fibrilação, não parada. – Sally corrigiu. – Que também é sério e poderia muito bem ter resultado em parada.
Trowa não respondeu. Sabia que se tivesse colocado um colete à prova de balas como de costume nada daquilo teria acontecido.
- Minha família já sabe?
- Middie ligou pra mim querendo saber o que houve. – Quatre falou. – Ela estava desesperada. E ela está vindo pra cá.
- E as crianças, onde ela as deixou?
- Está trazendo elas junto. Não ia adiantar eu dizer qualquer coisa, Trowa. Ela estava muito alterada, eu não ia conseguir convencê-la.
O som de uma batida na madeira da porta do quarto chamou a atenção de todos. O comandante da polícia de L1 viera visitar Trowa. Os outros saíram, enquanto eles conversavam.
- Você viu o homem que atirou em você?
- Não. Não consegui.
- Ele foi preso. De qualquer forma a perícia vai provar que ele é o atirador. Quanto a Jacques Armel, ele morreu na hora. Não teve a mínima chance.
- E Friederich?
- Prisão preventiva. Mas vai ser solto hoje à tarde se não pudermos provar sua relação com o seqüestrador dos garotos. Os registros bancários podem ter sido alterados. Mas temos uma coisa mais interessante. – falou o comandante. – O cativeiro dos garotos é um laboratório completo. A perícia acha que a doença de Hiroshi é algo que contraiu ali ao ser contaminado propositalmente.
- Acha que se trata de terrorismo biológico? – Trowa perguntou, pensando que esta parecia ser uma explicação muito boa, já que Duo também adoecera misteriosamente.
- Acho que sim. Mas o imóvel usado como laboratório foi desapropriado há quase dois anos pela defesa civil e o antigo proprietário já faleceu. Não sabemos se o homem que prendemos lá é o único responsável. Ele não respondeu nossas perguntas e pelo que posso ver, não adianta insistir.
Depois de passar mais alguns detalhes, o comandante foi embora e Trowa pôde finalmente pôr todos a par da situação. Como prosseguiriam agora que era a grande pergunta.
N/A:
Stéph's: OK, antes q alguém queira me matar...
Personagens de GW: Nós queremos!
Stéph's: Fora vcs... Ahem... O q aconteceu no cap não é perseguição ao Trowa, mas é q qdo eu cheguei nessa parte, percebi q eu queria colocar os outros pra trabalhar um pco mais e ele tava meio q fazendo um "meio-de-campo", então tudo girava muito em volta dele. Daí eu queria deixar ele um pco de lado pra poder escrever mais com os outros.
Trowa: E só por isso vc quase me mata com um tiro...
Stéph's: Bom, eu podia ter feito outra coisa, como um acidente de carro, outro incêndio, uma explosão ou... Ahn... tá, eu te dou um desconto no próximo fic, mas abaixa esse revólver... Bom, voltando... Obrigada a todos por lerem, divirtam-se e-
Personagens de GW: sim, estamos nos divertindo muito...
Stéph's: Ahem... e Boas Festas a todos! Sabe, ouvi q eles capricham na comida do hospital nessas festas de fim de ano...ARGH! Brincadeira! Socorro!
FUI!
