Disclaimer: PoT não me pertence (Me sinto o Bart Simpson, tendo que escrever 100 vezes a mesma coisa.)


Décimo primeiro conto: Oshitari e Gakuto

- Yuushi, eu estou entediaaaaaaaaaaado. – Gakuto estava esparramado pela cama.

- Seu trampolim está a centímetros de você, Gakuto. – Oshitari virou a página do livro de química, se recusando a olhar o ruivo. Ele precisava fazer sua lição de casa.

- Mas não tem graça se eu não posso dar cambalhotas, e você sabe que eu não deveria mais fazer isso.

- Então vá nadar. Você ainda pode dar cambalhotas na piscina, e nossa filha parece gostar da piscina.

- Eu nadei mais cedo, e eu continuo enrugado, e nós não vamos ter uma filha! Nós vamos ter um filho!

- Filha. Não reclame para mim se você vai rejeitar todas as minhas idéias. – Oshitari dobrou a folha para que ele pudesse copiar a fórmula mais tarde.

Depois de cinco minutos de relativo silêncio. – Yuushi, eu quero azeitonas. Vá buscar.

Oshitari olhou com azedume sobre o livro. – Você tem cinqüenta empregados pela casa e você quer que eu vá buscar suas azeitonas?

- Cinqüenta e quatro, e você poderia trazer manteiga de amendoim e Doritos também? – Gakuto se sentou com uma expressão brilhantemente inocente.

Oshitari se levantou da cadeira confortável e da escrivaninha desgastada com seus livros espalhados e massageou as têmporas. – As coisas que eu faço por você... – Ele andou para fora do quarto, planejando ver se ele podia fazer um dos empregados lhe arranjar uma aspirina enquanto ia para a cozinha.

- Eu também te amo, Yuushi! – Gakuto falou do quarto.


Gakuto tirano é o máximo XD Enjoy ;)